Bula oficial · registro MAPA nº 7321

Bula do Revel

Bula completa do Revel (registro MAPA nº 7321), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: cinetina, ácido giberélico e ácido 4-indol-3-ilbutírico.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 15 páginas no PDF.

REVEL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 07321.

COMPOSIÇÃO

N6-furfuryladenine (CINETINA)............................................................................. 0,09 g/L (0,009% m/v) Ácido(3S,3aS,4S,4aS,7S,9aR,9bR,12S)-7,12-dihidroxi-3-metil-6-metileno-2-oxoperhidro-4a,7-metano9b,3-propeno[1,2-b]furan-4-carboxílico (ÁCIDO GIBERÉLICO, GA3) .................................................................................... 0,05 g/L (0,005% m/v) 4-(indol-3-yl)butyric acid (ACIDO 4-INDOL-3ILBUTÍRICO) .................................... 0,05 g/L (0,005% m/v) Propilenoglicol ..............................................................................................1037,73 g/L (103,77% m/v) Outros Ingredientes............................................................................................. 2,08 g/L (0,208 % m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Regulador de Crescimento Vegetal GRUPO QUÍMICO: Citocinina + Giberelina + Ácido Indolalcanóico. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: DE SANGOSSE AGROQUÍMICA LTDA (*). Avenida Ricardo Eik Medes Borges, 5800 – CEP: 86200-000 – Zona Industrial – Ibiporã - PR Telefone: 043 3178-1900 – CNPJ: 72.097.017/0001-10 Registro da Empresa na SEAB sob nº 001700 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE: Cinetina e Ácido 4-Indol-3ilbutírico (IBA): Zhejiang Dapeng Pharmaceutical Co., Ltd. Chemical Substance Base, Linhai Block, Linhai Taizhou City, Zhejiang Province, China, 317016. Ácido Giberélico (GA3): Jiangxi New Reyphon Biochemical Co., Ltd. Middle Zone of SaltIndustry Park, Xin Gan County, Jiangxi Province, China 331300 Zhejiang Qianjiang Biochemical Co., Ltd. No. 9 Shidai Road, Haichang Sub-district, Haining, Zhejiang Province, China FORMULADOR: CJB Industries Inc. 2114 Cypress Street, Valdosta, Georgia, 31601 - Estados Unidos da América De Sangosse Agroquímica Ltda. Avenida Ricardo Eik Mendes Borges, 5800 – CEP: 86200-000 – Zona Industrial – Ibiporã - PR Telefone: 043 3178-1900 – CNPJ: 72.097.017/0001-10 Registro da Empresa na SEAB sob nº 001700

Tagma Brasil Industria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Município de Paulínia – Estado de São Paulo – CEP 13148-030 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 Número de registro do estabelecimento CDA/SP sob nº 477 MANIPULADOR: De Sangosse Agroquímica Ltda. Avenida Ricardo Eik Mendes Borges, 5800 – Zona Industrial – Ibiporã - PR CEP: 86200-000 – CNPJ: 72.097.017/0001-10 Registro da Empresa na SEAB sob nº 001700 Indústrias Química Lorena Ltda Rua 01, esquina com a Rua 06, s/n, Loteamento Industrial Nova Roseira, CEP: 12580-000 – Roseira/SP - CNPJ: 48.284.749/0001-34 Número de registro do estabelecimento CDA/SP sob nº 266 IMPORTADOR: Gowan Produtos Agrícolas Ltda. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51,52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13.092-523, Campinas/SP. CNPJ: 67.148.692/0001-90. Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 234. Rodovia Presidente - Castelo Branco, 11.100 Km 30,5 - Mod. 4, S-3 - Bairro dos Altos - CEP 06421-400 - Barueri /SP. CNPJ: 67.148.692/0002-71. Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 935.

Nodo Lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: EM SEU PODER. Indústria Brasileira “(Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional conforme Art.4º e 273º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)”

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLOGICA –

Não Classificado – Produto Não Classificado

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL –

CLASSE IV – Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente Cor da Faixa: Verde

INSTRUÇÕES DE USO

REVEL é um regulador de crescimento indicado para promover o crescimento e o desenvolvimento vegetal, o enraizamento e aumentar a produtividade das culturas de alface, algodão, arroz, café, canade-açúcar, cevada, citros, feijão, milho, soja, tomate, trigo e uva. Culturas, Dose, Volume de Calda, Número, Época e Intervalo de Aplicação:

CulturaForma de aplicaçãoDose (vide observações)Volume de caldaÉpoca de aplicaçãoNúmero máximo de aplicações
AlfacePulverização Foliar100-150 mL/100L de água300-400 L/haAplicado a cada 4 dias, no período entre o transplante das mudas e a colheita8
AlgodãoTratamento de sementes15-20 mL/kg de semente-Semeadura1
Pulverização Foliar250-375 mL/ha100-200 L/haEstádio V3 (3º nó vegetativo) ou estádio R1 (1º botão floral)1
ArrozTratamento de sementes400 – 600 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 – 1000 mL/há80-100 L/haNo plantio1
Pulverização foliar250 – 500 mL/ha100-200 L/haNo perfilhamento1
CaféPulverização Foliar100-200 mL/100 L de água400-500 L/haPré-florada1
Pulverização Foliar100-200 mL/100 L de água400-500 L/haQueda das pétalas1
Pulverização Foliar100-200 mL/ 100 L de água400-500 L/ha30 dias após Queda das pétalas (“chumbinho”)1
Pulverização Foliar100 mL/100 L de água400-500 L/ha3 aplicações: Pré-florada, Queda das pétalas e “Chumbinho”3
Cana-de- açucarPulverização sobre os toletes500-750 mL/ha100 L/haNo sulco do plantio, antes da cobrição1
Pulverização Foliar500-750 mL/ha100-200 L/ha60 dias após o início da brotação1
CevadaTratamento de Sementes250 – 500 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 -1000 mL/ha80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haNo perfilhamento1
CitrosPulverização Foliar1000 mL/ha2000 L/ha3 aplicações nos períodos de maior vegetação3
FeijãoTratamento de sementes500 – 750 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio1000 – 1500 mL/há80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haEstádio V4 (3ª folha trifoliolada aberta)1
MilhoTratamento de Sementes1000 – 1500 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 – 1000 mL/há80-100 L/haNo plantio1
Pulverização foliar250 – 500 mL/ha100-200 L/haEstádio V4 (4ª folha expandida)1
SojaTratamento de Sementes500 - 750 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 – 1000 mL/há80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 – 500 mL/ha100-200 L/haEntre os estádios V5 e V6 (4ª e 5ª folha trifoliada expandidas)1
Pulverização Foliar250 – 500 mL/ha100-200 L/haEstádio R1 (início do florescimento)1
Pulverização Foliar250 – 500 mL/ha100-200 L/haEstádio R3 (início da frutificação)1
TomatePulverização foliar500-750 mL/ha400 a 1000 L/ha5 aplicações, iniciando aos 25 dias após o transplantio; demais aplicações a intervalos de 25 dias.5
TrigoTratamento de Sementes400 – 600 mL/100 kg de sementes-Antes do plantio1
No Sulco de Plantio500 – 1000 mL/há80-100 L/haNo plantio1
Pulverização Foliar250 - 500 mL/ha100-200 L/haNo perfilhamento1
UvaPulverização Foliar150 mL/100 L de água800 L/ha3 aplicações após a poda de produção: 1ª) brotação com 20 cm; 2ª) bagas com 6 a 8 mm; 3ª) 7 dias após a segunda aplicação3

Observações: No Tratamento de Sementes, optar pelas maiores doses quanto menor for o tamanho médio das sementes em cada cultura; quanto maior forem as quantidades de sementes a serem utilizadas por unidade de área e/ou quanto maior for o nível de tecnologia de produção empregado e, consequentemente, a expectativa de produtividade. No Sulco de Plantio, optar pelas maiores doses quanto menor for o espaçamento entre linhas e/ou quanto maior for o nível de tecnologia de produção adotado e, consequentemente, a produtividade esperada. Nas Pulverizações Foliares, optar pelas maiores doses à medida que aumenta a expectativa de produtividade em consequência do maior nível tecnológico de produção adotado; quanto maior for o potencial de produtividade da cultivar a ser pulverizada e/ou quanto maior for o grau de desenvolvimento da cultura-alvo. Equipamentos e Modo de Aplicação: Tratamento de Sementes: utilizar, preferencialmente, máquinas específicas para tratamento de sementes, cujas instruções de uso são fornecidas pelos seus fabricantes. Se não houver disponibilidade dessas máquinas, poderão ser usados também: tambores rotativos excêntricos ou betoneiras. Após tratadas, as sementes deverão ser armazenadas à sombra até o momento do plantio. Sulco de Plantio: aplicar o produto, diluído em água, através de pulverização, no sulco de plantio, utilizando-se pulverizadores com bicos tipo leque (ângulo de 80 ou menor) fixados nas linhas de plantio das semeadoras ou das cobridoras e/ou plantadoras, no caso da Cana-de-açúcar. O volume de calda a ser utilizado dependerá da vazão dos bicos e da velocidade do trator. Para isso seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo responsável. Pulverização Foliar: Aplicação terrestre: utilizar pulverizadores manuais ou tratorizados dotados de bicos tipo leque ou cônicos. Para as culturas de Café, Citros e Uva, utilizar pulverizadores tratorizados munidos de pistolas ou turbo-pulverizadores. Para a cultura do Café também pode-se utilizar pulverizadores manuais. O volume de calda a ser utilizado dependerá do índice de enfolhamento, da altura e do diâmetro ou tamanho da copa das plantas no momento da aplicação, bem como da vazão dos bicos e velocidade de trabalho. Para isso, seguir as orientações do Engenheiro Agrônomo. Aplicação aérea: por meio de aeronaves agrícolas, equipadas com atomizadores de tela rotativa (“Micronair”) ou com barras dotadas de bicos adequados à cultura-alvo e/ou às condições climáticas no momento da pulverização. Volume de calda: o produto poderá ser aplicado tanto a baixo volume (5-50 L/ha) como a ultrabaixo volume – UBV (< 5 L/ha); Altura de vôo de 3 a 4 metros do alvo a ser

pulverizado; Temperatura do ar até 27 C; Umidade relativa do ar mínima de 55 %; Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento. Intervalo de Segurança: Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo. Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas: Aplicação Foliar: 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar óculos de proteção, macacão de magas compridas, luvas de nitrila e botas. Aplicação em sementes: Não há necessidade de observação de intervalo de reentrada, o produto se destina ao tratamento de sementes. No solo: Não aplicável devido a modalidade de emprego. Limitações de uso: O produto não causa fitotoxicidade se usado respeitando as doses e culturas recomendadas. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

 Produto para uso exclusivamente agrícola.  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.  Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.  Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou com a vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.  Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.  Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.  Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance das crianças e de animais.  Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

 Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES:  Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas.  Aplique o produto somente nas doses recomendadas.  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação.  Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes.  Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

 Evite o máximo possível o contato com a área tratada.  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.  Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.  Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:  Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.  Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomentados para o uso durante a aplicação.  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de criança e animais.  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.  Não reutilizar a embalagem vazia.  No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção.  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água e sabão neutro, por pelo menos 5 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. RISCOS ASSOCIADOS AO USO DO PRODUTO REVEL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoCinetina: Citocinina Ácido Giberélico (GA3): Giberelina Ácido 4-indol-3-ilbutírico: Ácido Indolalcanóico
Classe ToxicológicaNão classificado – Produto Não Classificado
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaOs mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos. Propilenoglicol: Segundo a literatura, em adultos com funções hepáticas e renais normais, a meia-vida de propilenoglicol varia de 1,4 a 3,3 horas. O propilenoglicol é eliminado principalmente por meio dos rins (12% -45%), com o restante sendo metabolizado no fígado para formar lactato, acetato e piruvato.
Mecanismos deOs mecanismos de toxicidade não são conhecidos em seres humanos.
toxicidade
Sintomas e sinais clínicosNão se tem informações sobre os sintomas de intoxicação em seres humanos. Propilenoglicol: Oral: Os efeitos adversos relatados do Propilenoglicol incluem toxicidade do sistema nervoso central (SNC), hiperosmolaridade, hemólise, arritmia cardíaca, convulsões, agitação e acidose láctica. Pele: Em estudos em humanos, existem indicações que o propilenoglicol pode causar fraca sensibilização a pele.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Propilenoglicol: Monitoramento laboratorial dos níveis de Propilenoglicol, osmolaridade, lactato, piruvato, bicarbonato, creatinina e intervalo aniônico podem ajudar os médicos a fazer o diagnóstico de toxicidade.
TratamentoSe ingerido, não provoque vômito. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com água, por no mínimo 15 minutos.
Se houver contato com a pele, lavar com água em abundância e sabão neutro. Se for inalado, remova a vítima para local arejado. Propilenoglicol: Exposição oral: propilenoglicol é um álcool de baixo peso molecular, 76,1 daltons, que é não iônico, altamente solúvel em água (DVD 0,7-0,9 L / kg), e carece de soro significativo ligação de proteínas, tornando-a prontamente eliminada por hemodiálise. A diálise intermitente é o método preferido de tratamento, pois diminui rapidamente níveis de propilenoglicol (sem rebote em seu nível) e corrige anormalidades metabólicas associadas Exposição Dérmica: Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Tratamento dos sintomas, de acordo com as manifestações clínicas. Na maioria dos casos não há necessidade de tratamento depois da descontaminação. Dermatite de contato, reações alérgicas ou irritação podem ser tratadas com anti-histamínicos ou corticoterapia tópica. Não há antídoto específico. O tratamento deve ser sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Manter o paciente sob observação.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicosNão conhecidos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT- ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 041 0888.

Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da Empresa: 0800 041 0888. MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos. Efeitos Agudos e Crônicos: Efeitos agudos resultantes dos ensaios com animais (Produto formulado): DL50 via oral para ratos: > 5000 mg/kg p.c. DL50 via dérmica em ratos: > 5050 mg/kg p.c. Irritação dérmica: Não irritante para pele de coelhos. Irritação ocular: Não irritante para olhos de coelhos. Sensibilização dérmica: Não sensibilizante em cobaias. CL50 inalatória (4 horas): em ratos, é superior a 5,10 mg/L de ar (maior concentração atingida na zona de respiração). Não houve mortalidade de nenhum animal testado. Mutagenicidade (AMES): Não mutagênico

Efeitos crônicos: De acordo com critérios da legislação vigente, devido à ausência de toxicidade nos estudos toxicológicos agudos, não foram realizados estudos crônicos. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE. Este produto é:  - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).  - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).  - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa De Sangosse Agroquímica Ltda. • Telefone da empresa: 0800 041 0888. • Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO

DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS) AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS • O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio das sacarias. • As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenada separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS – VAZIAS • Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico MAXPORT ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. • Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico MAXPORT e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante através do telefone indicado no rótulo e bula tendo em vista sua destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Revel registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 7321 · documento de 25/10/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Revel?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Revel e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Revel é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 7321, documento de 25/10/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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