REDSHIELD 750 WG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 15425
COMPOSIÇÃO
Copper (I) Oxide (ÓXIDO CUPROSO)..........................................................860,00 g/Kg (86,00% m/m) Equivalente em Cobre metálico.....................................................................750,00 g/Kg (75,00% m/m) Outros ingredientes........................................................................................140,00 g/Kg (14,00% m/m)
GRUPO M01 FUNGICIDA PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida GRUPO QUÍMICO: Inorgânico TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): Rua Avenida Ipiranga, 318 – Bloco A – Cj. 1601 – Sala 01 – República – São Paulo/SP CEP 01.046-010 Fone: 11 3257-0112CNPJ: 07.118.820/0001-21 Número de registro do estabelecimento CDA/SP nº 652 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE / FORMULADOR: Nordox AS Ostensjoveien 13 – 0661Oslo – Noruega MANIPULADOR: Fersol Indústria e Comércios S/A Rod. Presidente Castelo Branco-Km 68,5, Olhos d’água - Mairinque/SP - CEP: 18120-970 CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Cadastro na CDA/SP nº 31 FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III – Uberaba/MG - CEP: 38001-970 CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro na IMA/MG nº 210 IHARABRÁS S/A INDÚSTRIAS QUÍMICAS Rod. Av. Liberdade, 1701 – Cajuru do Sul - Sorocaba/SP - CEP: 18087-170 CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Cadastro na CDA/SP nº 8 Tagma Brasil Industria e Comercio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros – Paulínia /SP - CEP 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro na CDA/SP n° 477 IMPORTADOR: AMVAC DO BRASIL 3P LTDA. Av. Arthur Verri, 202 – Nova Jaboticabal – CEP: 14.887-018 - Jaboticabal/SP CNPJ: 05.830.454/0001-03 - Cadastro na CDA/SP n° 579
| No do Lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
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| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
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SEU PODER. Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL -
CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
REDSHIELD 750 WG é um fungicida de contato que atua como inibidor inespecífico de reações bioquímicas, causando disfunção geral da célula, indicado para o manejo de diversas doenças. CULTURAS, ALVOS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
| CULTURAS | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Dose(1) | Número, época e intervalo de aplicações(2) | Volume de calda (L/ha)(3) | Número Máximo de Aplicações |
|---|---|---|---|---|---|
| Abacate | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L de água d | No viveiro, iniciar a aplicação no aparecimento das folhas. Em plantas adultas, fazer 1 aplicação antes da florada e mais 2 a 3 após a formação do fruto, repetindo com intervalos e 10 a 15 dias. | 500 a 1.000 | 4 |
| Cercosporiose (Pseudocercospora purpúrea) | |||||
| Podridão-de-frutos (Dothiorella gregária) | |||||
| Verrugose (Sphaceloma perseae) | |||||
| Abacaxi | Podridão-do-olho (Phytophthora parasítica) | 0,9 a 1,8 kg/ha e | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir m intervalos de | 1.000 | 4 |
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| 7 a 14 dias. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Abóbora | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides f. sp. Cucurbitae) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias, desde o início da brotação. | 1.000 | 4 |
| Abobrinha | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias, desde o início da brotação. | 1.000 | 4 |
| Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | |||||
| Açaí | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Acerola | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Alho | Ferrugem (Puccinia porri) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir em intervalos de 3 a 7 dias. Adicionar espalhante adesivo à calda. | 400 | 6 |
| Mancha-púrpura (Alternaria porri) | |||||
| Mildio (Peronospora destructor) | |||||
| Ameixa | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Amora | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Amendoim | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | 0,7 a 1,3 kg/ha | Iniciar as aplicações aos primeiros | 200 a 400 | 6 |
| Mancha-preta |
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| (Pseudocercospora personata) | sintomas ou 40 - 45 dias após o plantio. Repetir com intervalos de 10 a 15 dias. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Verrugose (Sphaceloma arachidis) | |||||
| Anonáceas | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir em intervalos de 7 a 14 dias. | 1.000 | 4 |
| Azeitona | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Banana | Mal-de-sigatoka (Mycosphaerella musicola) | 120 g/100L | Iniciar quando as folhas estiverem no estágio de vela, repetindo com intervalos de 7 dias. | Terrestre: 1.000 Aérea: 50L/ha | 6 |
| Batata | Requeima (Phytophthora infestans) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 500 | 6 |
| Canela-preta (Erwinia carotovora subsp. Carotovora) | |||||
| Pinta-preta (Alternaria solani) | |||||
| Batata doce | Queima-das-folhas (Alternaria bataticola) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Batata yacon | Queima-das-folhas (Alternaria bataticola) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Berinjela | Podridão-de-fomopsis (Phomopsis vexans) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as pulverizações no aparecimento dos primeiros | 1.000 | 4 |
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | |||||
| Mancha-bacteriana |
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| (Xanthomonas campestris pv vesicatoria) | sintomas, e repetir em intervalos de 5 a 10 dias. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Murcha-de-fitoftora (Phytophthora capsici) | |||||
| Beterraba | Queima-das-folhas (Alternaria sp) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Cacau | Mal-rosado (Erythricium salmonicolor) | 2,1 a 3,7 kg/ha | Utilizar a dose maior em áreas de alta infestação. Efetuar de 3 a 5 pulverizações, com intervalos de 7 a 15 dias, iniciando em março-abril. | 300 a 500 | 5 |
| Podridão-parda (Phytophthora palmivora) | |||||
| Vassoura-de-bruxa (Crinipellis perniciosa) | |||||
| Café | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 1,3 a 2,0 kg/ha | Efetuar de 3 a 5 pulverizações de dezembro a abril, com intervalos de 7 a 15 dias, Em viveiros: pulverizações quinzenais. | Terrestre: 400 a 600 Aérea: 50L/ha | 5 |
| Ferrugem (Hemileia vastatrix) | |||||
| Mancha-de-olho-pardo (Cercospora coffeicola) | |||||
| Caju | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Caqui | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Cará | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Carambola | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
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| Castanha-do- pará | Mancha parda das folhas (Cercospora bertholletiae) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
|---|---|---|---|---|---|
| Cebola | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade. | 400 | 6 |
| Cenoura | Queima-das-folhas (Alternaria dauci) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade | 400 | 6 |
| Chalota | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme a necessidade. | 400 | 6 |
| Chuchu | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias, desde o início da brotação | 1.000 | 4 |
| Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | |||||
| Citros | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 100 g/100L | Pulverizar antes e após a florada. | Terrestre: 1.000 a 2.000 Aérea: 50L/ha | 2 |
| Podridão-negra (Alternaria citri) | |||||
| Verrugose-da-laranja-doce (Elsinoe australis) | |||||
| Verrugose-da-laranja-azeda (Elsinoe fawcetti) | |||||
| Gomose (Phytophthora citrophthora) | Preparar uma pasta com água e pincelar o tronco e cortes no período de maio/junho. | 2 | |||
| Melanose (Diaporthe citri) | Tratar os frutos destinados ao armazenamento , por imersão. | 1 |
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| Rubelose (Corticium salmonicolor) | Realizar tratamento de inverno evitando atingir as folhas. | 1 | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Pinta-preta (Phyllosticta citricarpa) | 105,0 a 135,0 g/100L | Iniciar as aplicações preventivament e quando 2/3 das pétalas da florada principal tiverem caído e reaplicar mensalmente ou quando as condições forem favoráveis à ocorrência da doença. Recomenda-se associação com óleo mineral. | 5 | ||
| Cravo | Ferrugem-do-craveiro (Uromyces dianthi) | 133,3 g/100L | No viveiro, iniciar as aplicações ao aparecimento das folhas. Tratamento preventivo de folhas e caules, principalmente em ambientes úmidos. Repetir com intervalos de 3 a 7 dias. | 500 a 1.000 | 6 |
| Mancha-da-folha-e-cálice (Cladosporium echinulatum) | |||||
| Pinta-preta-do-Craveiro (Alternaria dianthi) | |||||
| Cupuaçu | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir a intervalos de 30 dias. | 1.000 | 4 |
| Feijão e Feijão Vagem | Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | 133,3 g/100L | Iniciar as aplicações aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. | 500 a 1.000 | 6 |
| Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | |||||
| Mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola) | |||||
| Figo | Antracnose-dos-Frutos (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L | Iniciar as aplicações com a brotação, repetindo com intervalos de 10 a 15 dias. | 500 a 1.000 | 6 |
| Ferrugem (Cerotelium fici) | |||||
| Mancha-foliar (Phyllosticta sycophila) | |||||
| Podridão-dos-frutos (Phytophthora nicotianae var. nic otianae) | |||||
| Framboesa | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações | 1.000 | 4 |
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| preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fumo | Mancha-de-alternaria (Alternaria tenuissima) | 0,7 a 1,3 kg/ha | Iniciar as aplicações no viveiro, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. | 400 a 1.000 | 6 |
| Gengibre | Cercospora (Cercospora beticola) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Goiaba | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L | Iniciar as aplicações aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias, no período de setembro/deze mbro. | 500 a 1.000 | 6 |
| Ferrugem (Puccinia psidii) | |||||
| Mancha-de-phyllosticta (Phyllosticta guajavae) | |||||
| Guaraná | Antracnose (Colletotrichum guaranicola) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir em intervalos de 7 a 14 dias. | 1.000 | 4 |
| Inhame | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade | 400 | 6 |
| Jiló | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias. | 1.000 | 4 |
| Requeima (Phytophthora capsici) | |||||
| Mancha- bacteriana (Xanthomonas campestris pv. Vesicatoria) |
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| Kiwi | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir em intervalos de 7 a 14 dias. | 1.000 | 4 |
|---|---|---|---|---|---|
| Maçã | Mancha-foliar-da-gala (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L | Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias. | 500 a 1.000 | 6 |
| Entomosporiose (Entomosporium mespili) | |||||
| Podridão-parda (Monilinia fructicola) | |||||
| Sarna (Venturia inaequalis) | |||||
| Cancro-europeu (Neonectria galligena) | |||||
| Mancha-das-folhas-da-macieira (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Efetuar 1 aplicação por ocasião da queda de folhas e outra quando faltarem aproximadamen te 40 dias para a quebra de dormência. | 2 | ||
| Macadâmia | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Mamão | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L | Pulverizar os frutos desde o início da frutificação, com intervalos de 7 a 14 dias. Adicionar espalhante- adesivo à calda. | 500 a 1.000 | 4 |
| Varíola (Asperisporium caricae) | |||||
| Mandioca | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade | 400 | 6 |
| Mandioquinha -salsa | Queima-das-folhas (Alternaria dauci) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em | 400 | 6 |
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| intervalos de 7 dias ou conforme necessidade | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Manga | Antracnose (Colletotrichum gloesporioides) | 160 g/100L | Iniciar aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. | 500 a 1.000 | 4 |
| Verrugose-da-mangueira (Elsinoe mangiferae) | |||||
| Mancha-angular (Xanthomonas campestris pv mangiferaeindicae) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações antes da abertura das flores, e repetir, durante o florescimento e na frutificação. Aplicar em intervalos de 15 a 20 dias. | |||
| Mangaba | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Maracujá | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas e repetir a intervalos de 10 a 15 dias. Adicionar espalhante adesivo à calda. | 1.000 | 4 |
| Marmelo | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Maxixe | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias, desde o início da brotação. | 1.000 | 4 |
| Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | |||||
| Melancia | Sarna (Cladosporium cucumerinum) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 500 a 1.000 | 5 |
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) |
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| Mancha-aquosa (Acidovorax avenae subsp. Citrulli) | 93,3 g/100L | Iniciar as aplicações preventivament e, logo após o início das brotações. Repetir com 5 a 10 dias de intervalo. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Mildio (Pseudoperonospora cubensis) | |||||
| Melão | Mildio (Pseudoperonospora cubensis) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e logo após o início das brotações. Repetir em intervalos de 5 a 10 dias. | 500 a 1.000 | 5 |
| Mancha-aquosa (Acidovorax avenae subsp. Citrulli) | 93,3 g/100L | ||||
| Mirtilo | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Morango | Antracnose (Colletotrichum sp.) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Nabo | Queima-das-folhas (Alternaria raphani) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Nectarina | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Nêspera | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Pepino | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias. | 1.000 | 4 |
| Mildio (Pseudoperonospora cubensis) | |||||
| Pêra | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L | Iniciar a pulverização | 500 a 1.000 | 4 |
_______________________________________________________________________________________________
| Entomosporiose (Entomosporium mespili) | após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Podridão-parda (Monilinia fructicola) | |||||
| Podridão-preta (Botryosphaeria obtusa) | |||||
| Sarna (Venturia inaequalis) | |||||
| Pêssego | Crespeira (Taphrina deformans) | 160 g/100L | Iniciar a pulverização após a poda em tratamento de inverno, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias. | 500 a 1.000 | 4 |
| Podridão parda (Monilinia fructicola) | |||||
| Sarna do Pessegueiro (Cladosporium carpophilum) | |||||
| Pimenta | Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. Vesicatoria) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar após o transplante no campo. Realizar aplicações preventivas com intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Antracnose (Colletotrichum spp) | |||||
| Pimentão | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações na formação de mudas e continuar no campo. As aplicações devem ser repetidas com intervalos de 5 a 7 dias. | 1.000 | 4 |
| Requeima (Phytophthora capsici) | |||||
| Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris pv. Vesicatoria) | |||||
| Pitanga | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Plantas Ornamentais (4) | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e, quando as condições ambientais estiverem favoráveis à infecção. Repetir caso necessário com intervalos de 7 a 14 dias, dependendo da | 800 a 1.000 | UNA |
| Canela-preta (Erwinia carotovora) | |||||
| Requeima (Phytophthora sp) | |||||
| Mancha-foliar (Cercospora sp) | |||||
| Mancha-foliar (Alternaria sp) |
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| evolução da doença. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Pupunha | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
| Quiabo | Cercosporiose (Cercospora abelmoschi) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, e repetir com intervalos de 15 dias. | 1.000 | 4 |
| Rabanete | Queima-das-folhas (Alternaria raphani) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e. Repetir em intervalos de 7 dias ou conforme necessidade. | 400 | 6 |
| Romã | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença nas folhas mais velhas e repetir em intervalos de 7 a 14 dias. | 1.000 | 4 |
| Rosa | Ferrugem-da-roseira (Phragmidium mucronatum) | 133,3 g/100L | No viveiro, iniciar ao aparecimento das folhas. Realizar tratamento preventivo de folhas e caules, principalmente em ambientes úmidos. Repetir com intervalos de 3 a 7 dias. | 500 a 1.000 | 4 |
| Mancha-negra (Diplocarpon rosae) | |||||
| Seringueira | Mal-das-folhas (Microcyclus ulei) | 0,7 a 1,3 kg/ha | Iniciar no viveiro, aos primeiros sintomas, repetindo com intervalos de 7 a 14 dias. | 600 a 1.200 | 6 |
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| Siriguela | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | 1.000 | 4 |
|---|---|---|---|---|---|
| Soja | Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 0,5 a 1,0 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e no estádio R1 e repetir em intervalos de 7 a 10 dias. | Terrestre: 200 a 300 Aérea: 50L/ha | 3 |
| Tomate | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 160 g/100L | Iniciar as pulverizações no viveiro, quando as plantas apresentarem as primeiras folhas, repetindo com intervalos de 7 a 15 dias. | 500 a 1.000 | 4 |
| Cancro-bacteriano (Clavibacter michiganensis) | |||||
| Mancha-bacteriana (Xanthomonas vesicatoria) | |||||
| Mancha-de-cladosporium (Cladosporium fulva) | |||||
| Mancha-de-stemphylium (Stemphylium solani) | |||||
| Pinta-preta (Alternaria solani) | |||||
| Requeima (Phytophthora infestans) | |||||
| Septoriose (Septoria lycopersici) | |||||
| Podridão-mole (Erwinia carotovora subsp. Carotovora) | |||||
| Uva | Antracnose (Elsinoe ampelina) | 0,9 a 1,8 kg/ha | Iniciar as aplicações preventivament e quando as brotações tiverem cerca de 10 cm. Repetir em intervalos de 7 a 10 dias. Pode ocorrer leve bronzeamento nas folhas de variedades sensíveis como Niágara, porém sem danos para os frutos e à produção. | 1.000 | 4 |
| Míldio-da-videira (Plasmopara vitícola) |
(1) Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições de maior pressão, seja clima muito favorável ou início de surgimento de sintomas na área. (2) Diminuir os intervalos em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. (3) Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta. _______________________________________________________________________________________________
(4) Devido à grande diversidade de espécies e cultivares de plantas ornamentais, recomenda-se uma validação prévia de isenção de fitotoxicidade em grupo representativo de plantas selecionadas, 7 dias antes da aplicação em área total.
MODO DE APLICAÇÃO
REDSHIELD 750 WG deve ser aplicado na dosagem recomendada, em quantidade de calda suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas a serem tratadas. Caso as condições climáticas sejam favoráveis à doença, aplicar com o intervalo menor e dose maior. Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas. Equipamentos de Aplicação: Recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores com bicos cônicos tipo D2 apropriados para a aplicação de Pó Molhável. Por via aérea 50L/hectare, para as culturas da Banana, Café, Citros, e Soja, tão somente por empresas especializada, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Para aplicações que requerem uso de espalhante adesivo, seguir a dose recomendada do produto a ser adicionado. Adicionar o adjuvante à calda após o produto. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal. Instruções para preparo da calda de pulverização: Fazer uma pré-mistura do produto com pouco de água, antes de colocá-lo no pulverizador. Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar REDSHIELD 750 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cravo: U.N.A Fumo: U.N.A Rosa: U.N.A Seringueira: U.N.A Demais culturas: (1) U.N.A. = Uso Não Alimentar _______________________________________________________________________________________________
(1) Os níveis máximos de cobre devem obedecer à legislação específica para contaminantes em alimentos “in natura”, quando aplicável. Intervalo de segurança: sem restrições. Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas: Não há restrições.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto não causa fitotoxicidade se usado respeitando as doses e culturas recomendadas. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Restrições de uso para formulação de pronto uso: O produto é incompatível com calda sulfocálcica e carbamatos. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto fungicida REDSHIELD 750 WG é composto por óxido cuproso, que apresenta atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). _______________________________________________________________________________________________
GRUPO M01 FUNGICIDA Informações Sobre Manejo Integrado de Doenças: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como os controles: cultural, biológico, microbiano, comportamental, químico, e uso de variedades resistentes, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos, ou com a vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. _______________________________________________________________________________________________
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance das crianças e de animais. − Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato com a névoa do produto. − Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomentados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de criança e animais. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. _______________________________________________________________________________________________
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: ATENÇÃO. NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água e sabão neutro, por pelo menos 5 minutos. Inalação: ATENÇÃO. PODE SER NOCIVO SE INALADO. Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. NOCIVO SE INGERIDO PODE SER NOCIVO SE INALADO ATENÇÃO INTOXICAÇÕES POR REDSHIELD 750 WG (Cobre inorgânico)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Inorgânico |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 4 – Produto pouco tóxico |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | A absorção do cobre ocorre principalmente através do trato gastrintestinal. 20 a 60% do cobre da dieta são absorvidos; o restante é excretado através das fezes. Logo que o metal passa através da membrana basolateral, ele é transportado para o fígado onde se liga à albumina sérica. O fígado é o órgão cítrico para homeostase do cobre. O cobre é particionado para excreção através da bile ou incorporação em proteínas intra e extracelulares. A via principal de excreção é através da bile. O transporte do cobre para os tecidos periféricos é efetuado através da ligação plasmática às albuminas séricas, ceruplasmina ou complexos de baixo peso molecular. |
_______________________________________________________________________________________________
| Toxicodinâmica | A toxicidade bioquímica de cobre, quando excede o controle homeostático, é derivada de seus efeitos na estrutura e função das biomoléculas, tais como DNA, membranas e proteínas. A toxicidade de uma dose oral simples de cobre varia amplamente entre as espécies. Os sais mais solúveis (sulfato de cobre II, cloreto de cobre II) geralmente são mais tóxicos do que os sais menos soluveis (hidróxido de cobre II, óxido de cobre II). |
|---|---|
| Sintomas e sinais clínicos | Dois padrões de toxicidade humana foram relatados: exposição aguda a altas doses ou intoxicação crônica devido à ingestão contínua de doses menores. A intoxicação crônica por cobre, que é rara, afeta principalmente o fígado. O cobre metálico por si próprio provavelmente tem pouca ou nenhuma toxicidade, contudo os relatos na literatura são contraditórios. Os sais de cobre geram toxicidade. Sais solúveis, tais como sulfato de cobre, são muito irritantes para a pele e membranas mucosas. EXPOSIÇÃO AGUDA Inalatória A exposição a vapores ou pó de cobre pode causar irritação do nariz e trato respiratório superior, assim como espirros e tosse. Também pode ocorrer perfuração no septo nasal, febre com sintomas semelhantes aos de um resfriado tais como calafrios e dores musculares. A incidência da febre induzida pelos vapores do cobre é baixa, devido às altas temperaturas necessárias para volatilizar o cobre. Oral A ingestão aguda de sais de cobre pode causar irritação, náusea severa e vômito, salivação, dor abdominal, queimação epigástrica, hemólise, sangramento gastrintestinal com gastrite hemorrágica, hematêmese e melena, anemia, hipotensão icterícia, convulsões, coma, choque e morte. Falência renal e hepática pode ocorrer vários dias após a ingestão aguda. A metemoglobinemia é rara. O cobre pode produzir um gosto metálico ou doce na boca. Dérmica A exposição dérmica pode causar irritação, coceira, eczema, dermatite por contato, hipersensibilidade e manchas esverdeadas no cabelo dentes e pele. Ocular A exposição dos olhos aos vapores ou pó de cobre pode causar irritação, conjutivite, edema palpebral, ulceração e opacidade da córnea. Também podem ocorrer irritação ocular, uveíte, abcesso e perda do olho devido à ação mecânica de partículas de cobre alojadas. A penetração de pequenos fragmentos no olho pode resultar em dano severo. EFEITOS AGUDOS Cardiovascular Hipotensão, disritmia e doenças das artérias coronarianas têm sido relacionadas à exposição ao cobre. Respiratório Febre induzida pelos vapores de cobre, respiração ofegante e roncos no peito foram relatados em trabalhadores expostos a pós de cobre. Ocorreu dispneia após exposição oral. Em animais, observou-se edema pulmonar e inflamação alveolar. Neurológico Depressão do sistema nervoso central, convulsões e dores de cabeça foram associados à exposição ao cobre. Gastrintestinal Após a ingestão de alguns sais de cobre, pode ocorrer gastrenterite com vômito, erosões nas mucosas, gosto metálico na boca, sensação de queimação epigástrica e diarréia. Hepático Após dois ou três dias da ingestão de sais de cobre podem ocorrer |
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| hepatomegalia, sensibilidade do fígado, níveis elevados de transaminases e icterícia. Cirroses na infância foram relacionadas à ingestão de leite em vasilhames de cobre ou bronze. Granulomas também foram associados à exposição ao cobre. Genitou rinário Falência renal aguda com oligúria seguida por anúria pode ocorrer 24 a 48 horas após a ingestão. Também podem ocorrer hemoglobinúria e hematúria. Hematológico Ocorreram hemólise e anemia e, raramente, metemoglobinemia. Dermatológico A exposição dérmica pode gerar irritação severa, coceira, eritema, dermatite e eczema, podendo resultar em toxicidade sistêmica. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Os sintomas de envenenamento dependem da duração da exposição e das características do sal de cobre. Sais de cobre são irritantes gástricos e corrosivos para a mucosa gastrointestinal, produzindo náusea, vômito, sangramento, letargia, dor de cabeça, falência hepática e renal (envenenamentos graves); metemoglobinemia e hemólise. |
| Tratamento | Antídoto: Não há antídoto específico. Exposição Oral - Diluição: Dilua imediatamente com 120 a 240 ml de água ou leite (não exceder 120 ml em crianças). - A êmese é rápida e espontânea na maioria dos pacientes após a ingestão de sais de cobre. A ipeca é contra-indicada após ingestão de sais de cobre cáusticos devido ao risco de mais danos à mucosa gastrintestinal e possibilidade de alterações graves no Sistema Nervoso Central (SNC). - Os sais de cobre podem ser agentes cáusticos, capazes de extensivos danos à mucosa, incluindo perfuração do trato gastrintestinal. A lavagem gástrica e administração de carvão ativado podem causar complicações adicionais. Contudo alguns clínicos têm utilizado essas técnicas com sucesso. Uma vez que o carvão ativado tenha sido administrado, torna-se difícil de observar achados endoscópicos. Essas técnicas são controversas e o emprego das mesmas fica critério do profissional envolvido. A lavagem gástrica pode ser indicada após ingestão de formas não-corrosivas de cobre. Após a ingestão de um composto corrosivo de cobre, tal como sulfato de cobre (sulfato cúprico), a lavagem gástrica não é indicada devido ao fato de que o risco de causar perfuração pose superar o benefício da remoção do material cáustico. - Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; após a ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. - Hipotensão: Proceda a infusão de 10 a 20 ml/kg de fluído isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min) ou norepinefrina (adultos: comece a infusão em 0,5 a 1 mcg/kg/min; crianças: comece a infusão em 0,1 mcg/kg/min). - Mantenha os pacientes que ingeriram sais de cobre corrosivos sem ingerir nada pela boca após a descontaminação da mucosa, até que se faça endoscopia. - Considere a endoscopia no caso de pacientes que ingeriram sais corrosivos de cobre. |
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| - Endoscopia: Realize dentro de 24 horas para avaliar quanto a queimaduras em adultos com ingestão deliberada ou qualquer sinal ou sintoma atribuível à ingestão, e em crianças com estridor, vomitando ou babando. Considere endoscopia em crianças com disfagia, recusa para engolir, queimaduras orais significativas ou dor abdominal. - O papel dos corticosteróides é controverso. Considere o uso em queimaduras de segundo-grau em até 48 horas após a ingestão em pacientes sem hemorragia ativa o trato gastrintestinal superior ou evidência de ruptura gastresofágica. Os antibióticos são indicados em infecções definidas ou em pacientes com perfuração gastresofágica. - Há pouca experiência clínica no uso de quelantes na redução da intoxicação aguda por cobre. Dados de eficácia são provenientes de pacientes com intoxicação crônica por cobre (doença de Wilson e cirrose indiana na infância) e de estudos em animais. Têm sido empregados dimercaprol (BAL), penicilamina, sulfonato de dimercaptopropano (DMPS) e EDTA. A d-penincilamina é considerada a droga de escolha na doença de Wilson, na qual ocorre uma condição crônica de níveis de cobre elevados. A administração de dimercaprol (BAL) parece acelerar a excreção de cobre, podendo aliviar as dores abdominais. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução ao vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração. Se o paciente vomitar espontaneamente, coloque a cabeça dele na posição lateral para evitar a aspiração do produto. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da Empresa: 0800-014-1149 |
de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da Empresa: 0800-014-1149 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima. Efeitos Agudos: Efeitos agudos resultantes dos ensaios com animais (Produto formulado): DL50 via oral para ratos: >300 mg/kg pc DL50 via dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória (4 horas): Não determinada nas condições do teste Irritação dérmica: Em ensaios com coelhos albinos, apenas um animal apresentou eritema grau 1 (pouco perceptível), reversível dentro de 24 horas. O produto foi considerado como não irritante à pele. Irritação ocular: Em ensaios com coelhos albinos, dois animais apresentaram opacidade de córnea grau 1 reversível em 24 horas, sendo levemente irritante aos olhos. De acordo com o GHS, o produto é não classificado. Sensibilização cutânea (cobaias): Não sensibilizante. Mutagenicidade: Não mutagênico Efeitos crônicos: Não há evidências de efeitos crônicos. _______________________________________________________________________________________________
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE. • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). █ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos, peixes); • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa Prophyto Comércio e Serviços Ltda. • Telefone da empresa: 0800-014-1149 _______________________________________________________________________________________________
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. _______________________________________________________________________________________________
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA). ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. _______________________________________________________________________________________________
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. _______________________________________________________________________________________________