RAJA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 14921
COMPOSIÇÃO
N2-ethyl-N4-isopropyl-6-methylthio-1,3,5-triazine-2,4-diamine (AMETRINA)....................................800 g/Kg (80,0% m/m) Outros Ingredientes............................................................................................................................200 g/Kg (20,0% m/m)
GRUPO C1 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica e residual GRUPO QUÍMICO: Triazina TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): ZHONGSHAN QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51, Bairro Pq. Campolim, Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090 Fone/ Fax: (15) 3219-4700 - CNPJ: 28.514.525/0001-64 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4285 - CDA/SP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: AMETRINA TÉCNICO ZS - Registro MAPA nº 7017 ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP LTD. Zhongshan, Xiaopu, 313116 Changxing, Zhejiang Province, China FORMULADOR: ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO. LTD. Zhongshan, Xiaopu, 313116 Changxing, Zhejiang Province, China XIANGSHUI ZHONGSHAN BIOSCIENCE CO., LTD. Dahe Road, Xiangshui Eco Chemical Industry Park, Xiangshui County, 224600, Yancheng, Jiangsu, China
| No do lote ou partida : | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação : | |
| Data de vencimento : |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação : Data de vencimento :
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
RAJA é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, apresentado sob a forma de granulado dispersível, indicado para o controle em pré e pós-emergência das plantas infestantes após o transplante do abacaxi, em pré e pós-emergência das plantas infestantes na cultura do café com mais de dois anos de idade, em pré e pós-emergência das plantas infestantes e da cana-de-açúcar e em pré-emergência da cultura da mandioca na pré ou pós-emergência das plantas infestantes. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| CULTURA | PLANTA INFESTANTE Nome comum (Nome científico) | DOSE PRODUTO COMERCIAL (Kg/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| PLANTA INFESTANTE | |||||||||||
| Nome comum | |||||||||||
| (Nome científico) | |||||||||||
| Pré-emergência | Pós-emergência | ||||||||||
| Abacaxi | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 -3,0* | 2,0 (até 3 perfilhos) 3,0 (até 5 perfilhos) | 150 -400 Aplicação terrestre | 2 | RAJA pode ser aplicado em torno de dez dias após o transplante da cultura no campo, podendo as plantas infestantes estarem em pré ou pós- emergência. Poderá ser realizada uma segunda aplicação dependendo das condições de reinfestação. Não aplicar mais do que duas vezes durante o ciclo da cultura com intervalo mínimo de 60 dias. Nas aplicações em pós-emergência adicionar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 (até 5 folhas) 3,0 (até 1 perfilho) | ||||||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 (até 3 folhas) 3,0 (até 5 folhas) | ||||||||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | - | 2,0 (até 5 folhas) 3,0 (até 1 perfilho) | |||||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 2,0 (até 4 folhas) 3,0 (até 6 folhas) | ||||||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 2,0 - 3,0* | 2,0 (até 4 folhas) 3,0 (até 6 folhas) | |||||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||||||||
| Caruru-roxo (Amaranthus viridis) | |||||||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||||||||
| Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||||||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
*Solo arenoso utilizar a menor dose; solo areno-argiloso utilizar doses intermediárias e solo argiloso utilizar a maior dose.
| CULTURAS | PLANTA INFESTANTE Nome comum (Nome científico) | DOSE PRODUTO COMERCIAL (Kg/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| NÚMERO | ||||||
| MÁXIMO DE | ||||||
| Pré-emergência | Pós-emergência | APLICAÇÕES | ||||
| Café | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,5 - 2,5* | 1,5 (até 3 folhas) 2,5 (até 5 folhas) | 150 -400 Aplicação terrestre | 2 | RAJA pode ser aplicado quando as plantas infestantes estiverem em pré ou pós- emergência. Poderá ser utilizado em arruação ou esparramação em |
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2,5* | 1,5 (até 2 folhas) 2,5 (até 4 folhas) | ||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) |
Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
| CULTURAS | PLANTA INFESTANTE Nome comum (Nome científico) | DOSE PRODUTO COMERCIAL (Kg/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pré-emergência | Pós-emergência | |||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | cafeeiros adultos com mais de dois anos de idade. Não realizar mais do que duas aplicações durante o ano com intervalo mínimo de 90 dias. Nas aplicações em pós-emergência adicionar espalhante adesivo na dose recomendada. | |||||
| Caruru-roxo (Amaranthus viridis) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||||
| Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||||
| Rubim (Leonorus sibiricus) |
*Solo arenoso utilizar a menor dose; solo areno-argiloso utilizar doses intermediárias e solo argiloso utilizar a maior dose.
| CULTURAS | PLANTA INFESTANTE Nome comum (Nome científico) | DOSE PRODUTO COMERCIAL (Kg/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pré-emergência | Pós-emergência | |||||
| Cana-de-açúcar | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 3,0 - 5,0* | 3,0 (até 3 perfilhos) 5,0 (até 5 perfilhos) | 150 -400 Aplicação terrestre 40 L/ha Aplicação aérea | 2 | RAJA pode ser aplicado em pré ou pós-emergência da cultura e das plantas infestantes no sistema de cultivo em cana planta ou cana soca. Não aplicar mais do que duas vezes durante o ciclo da cultura com intervalo mínimo de 60 dias. Nas aplicações em pós- emergência adicionar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. |
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 3,0 (até 5 folhas) 5,0 (até 1 perfilho) | |||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 3,0 (até 4 folhas) 5,0 (até 1 perfilho) | |||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | - | 3,0 (até 5 folhas) 5,0 (até 1 perfilho) | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | - | 3,0 (até 2 folhas) 5,0 (até 4 folhas) | ||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | - | 3,0 (até 4 folhas) 5,0 (até 6 folhas) | ||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 3,0 - 5,0* | 3,0 (até 4 folhas) 5,0 (até 6 folhas) | ||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Caruru-roxo (Amaranthus viridis) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) |
Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
| CULTURAS | PLANTA INFESTANTE Nome comum (Nome científico) | DOSE PRODUTO COMERCIAL (Kg/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pré-emergência | Pós-emergência | |||||
| Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
*Solo arenoso utilizar a menor dose; solo areno-argiloso utilizar doses intermediárias e solo argiloso utilizar a maior dose.
| CULTURAS | PLANTA INFESTANTE Nome comum (Nome científico) | DOSE PRODUTO COMERCIAL (Kg/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pré-emergência | Pós-emergência | |||||
| Mandioca | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 -3,0* | 2,0 - 3,0 (até 4 folhas) | 150 -400 Aplicação terrestre | 1 | RAJA deverá ser aplicado em torno de dois dias após o plantio da cultura antes da emergência, em pré- emergência das plantas infestantes. RAJA poderá ser aplicado em pós- emergência das plantas infestantes, porém sempre antes da emergência da cultura. Aplicar somente uma vez durante o ciclo da cultura. Nas aplicações em pós- emergência adicionar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. |
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Caruru-roxo (Amaranthus viridis) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||||
| Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
*Solo arenoso utilizar a menor dose; solo areno-argiloso utilizar doses intermediárias e solo argiloso utilizar a maior dose.
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação terrestre: RAJApode ser aplicado via terrestre através de pulverizador costal manual ou motorizado ou em pulverizador tratorizado. Todos os equipamentos deverão estar com pontas do tipo jato em leque plano nas séries 80.02 a 80.04 ou 110.02 a 110.04, espaçadas com 50 cm uma da outra. Utilizar a pressão adequada para cada tipo de ponta e o volume poderá ser de 150 a 400 L/ha ou seguir as recomendações conforme quadro abaixo: Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
| Tipo de ponta | Cor da ponta | Distância entre pontas | Altura do alvo | Pressão (lb/pol2) | Velocidade de aplicação (km/h) | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Volume de | ||||||
| calda (L/ha) | ||||||
| AIJET 110.02 | Amarelo | 50 cm | 40 | 5 - 10 | 200-100 | |
| AIJET 110.03 | Azul | 300-150 | ||||
| XR Teejet 110.02 | Verde | 200-110 | ||||
| XR Teejet 110.03 | Amarelo | 300-150 | ||||
| XR Teejet 110.04 | Azul | 400-200 | ||||
| DG Teejet 110.02 | Amarelo | 200-100 | ||||
| DG Teejet 110.03 | Azul | 300-150 | ||||
| DG Teejet 110.04 | Vermelho | 400-200 | ||||
| Twinjet 110.02 | Amarelo | 200-100 | ||||
| Twinjet 110.03 | Azul | 300-150 | ||||
| Twinjet 110.04 | Vermelho | 400-200 | ||||
| Turbo Floodjet TF 02 | Vermelho | 75 cm | 300-150 | |||
| Turbo Floodjet TF 02 | Vermelho | 100 cm | 250-100 | |||
| Turbo Floodjet TF 03 | Marrom | 75 cm | 500-200 | |||
| Turbo Floodjet TF 03 | Marrom | 100 cm | 350-150 | |||
| Turbo Teejet 110.02 | Amarelo | 50 cm | 200-100 | |||
| Turbo Teejet 110.03 | Azul | 300-150 | ||||
| Turbo Teejet 110.04 | Vermelho | 400-200 | ||||
| XR Teejet 110.02 | Amarelo | 200-100 | ||||
| XR Teejet 110.02 | Azul | 300-150 | ||||
| XR Teejet 110.02 | Vermelho | 400-200 |
XR Teejet 110.02 Vermelho 400-200 Aplicação Aérea: A aplicação de RAJAé recomendada somente para a cultura da cana-de-açúcar, podendo ser utilizado aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra.
| Época de aplicação | Volume de calda | DMV (um) | Cobertura (Gotas/cm2) | Faixa de aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Pré e pós- emergência | 40 L/ha | > 400 | 40 | 22,0 m |
Preparo da Calda (sem utilização de adjuvante): O produto, na quantidade pré−determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume d’água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque com o restante de água. Preparo da Calda (com utilização de adjuvante) somente em PÓS-EMERGÊNCIA: Quando da utilização de óleo vegetal a 1,0L/ha como adjuvante, adicionar este com a metade do tanque cheio d’água e o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida, mantendo a agitação em funcionamento, adicionar quantidade adequada de RAJAaos poucos, completando o volume simultaneamente com água, de maneira a assegurar a formação de uma solução homogênea. Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Intervalo (dias) | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Abacaxi | 83 | ||||
| Café | 44 | ||||
| Cana-de-açúcar | (1) | ||||
| Mandioca | 116 |
Cultura Intervalo (dias) Abacaxi Café Cana-de-açúcar (1) Mandioca (1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
LIMITAÇÕES DE USO
• Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações da bula. • Não aplicar em pós-emergência se as infestantes estiverem em condições de estresse. • Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%. • Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas. • No momento da aplicação em pré ou pós-emergência verificar a velocidade dos ventos e se há cultivos sensíveis ao produto. • Aplicação aérea recomendada somente para a cultura da cana-de-açúcar. • Na cultura do café é recomendado somente para lavouras com mais de dois anos de idade. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente-IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide dados relativos à Proteção da Saúde Humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA RAJAé um herbicida à base de Ametrina, que apresenta mecanismo de ação como inibidor da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao grupo C1 segundo a classificação internacional do HRAC (Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles, o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique Perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas/botas de borracha, máscara descartável, viseira facial e touca árabe. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas/botas de borracha, máscara descartável, viseira facial e touca árabe. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. • NÃO DEIXAR ANIMAIS RUMINANTES PASTAREM EM ÁREAS RECENTEMENTE TRATADAS OU FORNECER-LHES FORRAGEM DAÍ RETIRADA POR UM PERÍODO DE 21 DIAS. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR RAJA-
| Grupo Químico | Triazina |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO |
| Vias de exposição | Oral, dérmica e inalatória |
| Toxicocinética | Em estudos conduzidos com roedores em laboratório, a ametrina é absorvida rapidame pelo trato intestinal e metabolizada por reações de N de alquilação e oxidação dos grup N-alquis. Após 48 horas, até 64% do radical isopropil radiomarcado foi eliminado pelo expirado (42%), urina (20%) e fezes (2%). Após 72 horas, cerca de 90% do anel aromát foi eliminado pela urina (58%). As maiores concentrações de radioatividade associadas c anel radiomarcado foram encontradas no sangue, fígado, pulmão, baço e rins. |
| Mecanismos de toxicidade | O aminotriazol tem mostrado ser bociogênico em várias espécies animais. O aminotria reduz a captação tireoideana de iodo e inibe a atividade da peroxidase tireoidiana. A reduç dos hormônios tireoideanos induz a um estímulo hipotalâmico da hipófise mediado p TSH. Esta estimulação prolongada parece ser responsável pela indução de cân tireoideano em animais tratados com altas doses de aminotriazol. |
| Sintomas e sinais clínicos | Sintomas de envenenamento incluem dor abdominal, diarreia, vômito, irritação ocul irritação das mucosas, irritação dérmica, respiração lenta, espasmos musculares, ataxi anorexia. A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer até que grandes quantidad tenham sido ingeridas. Não ha dados publicados de toxicidade sistêmica em humanos apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicida (incoordenação motora, paralisia dos membros, hipotermia) e sintomas respiratórios. |
| Diagnóstico | Intoxicações por ametrina são raras e não possuem relato de sintomatologia associada. existem provas laboratoriais específicas para confirmação da intoxicação. Pode ser efetu pesquisa de ametrina nos fluidos corporais do intoxicado, no caso de confirmação de cont do paciente com o pesticida. Confirmação de envenenamento humano: relacionado à recente contato ocupacio acidental ou ingestão deliberada. |
| Tratamento | Não há tratamento ou antídoto específico. Tratamento sintomático, em função do qua clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutraliza ação do produto e intensificar sua eliminação. Em caso de ingestão de grandes quantidad procedimentos de esvaziamento gástrico, tais como lavagem gástrica, poderão realizados. O carvão ativado poderá ser administrado para diminuir a absor gastrointestinal dos ativos, devendo ser administrados associado a laxantes salinos tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte co correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólitos, além da assistência respirató |
Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
| Monitoramento das funções hepáticas e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem como soro fisiológic encaminhamento para avaliação oftalmológica. | |
|---|---|
| Contraindicações | Não aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. Utilizar u equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o procedimento. Evita contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo. A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não se conhecem contraindicações medicamentosas relacionadas ao produto |
| Atenção | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratament ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da Empresa: 0800 770 40 03 |
• DL50 oral em ratos (Rattus norvegicus): > 2000 mg/kg p.c. • DL50 dérmica em ratos (Rattus norvegicus): > 2000 mg/kg p.c. • CL50 Inalatória em ratos (Rattus norvegicus ) (4 h): Não determinada não condições teste. • Corrosão/Irritação cutânea em coelhos (Oryctolagus cuniculus): Não classificado como irritante dermal. A substância teste aplicada na pele dos coelhos apresentou eritema em 3/3 dos animais testados. O sinal de irritação retornou ao normal na leitura de 24 horas após o tratamento para 3/3 dos animais. O teste foi concluído na leitura de 72 horas após a remoção da bandagem semi-oclusiva. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. • Corrosão/Irritação ocular em coelhos (Oryctolagus cuniculus): Não classificada como irritante ocular. A substância teste aplicada no olho do coelho produziu: irite, hiperemia na conjuntiva e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Não houve retenção do corante de fluoresceína sódica na superfície da córnea nos olhos tratados dos animais. Não houve secreção na superfície da conjuntiva nos olhos tratados dos animais. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação. • Sensibilização cutânea em cobaias (Cavia porcellus): O produto não é sensibilizante. • Mutagenicidade: Resultados obtidos no Teste de Ames conduzido com a substância teste indicam que a mesma não apresenta potencial de atividade mutagênica para as cepas estudadas. Um teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos foi conduzido para avaliar o potencial mutagênico da substância teste para células eucarióticas e os resultados indicam que a mesma não apresentou atividade mutagênica em camundongos. Efeitos crônicos: Efeitos crônicos a exposição de ametrina não são disponíveis na bibliografia publicada.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa ZHONGSHAN QUÍMICA DO BRASIL LTDA – Telefone da empresa: 0800 770 40 03 • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS
VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’S – Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamentos independentes para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque do pulverizador, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sus devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em sacos plásticos transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produto no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar improprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 770 40 03 Rua João Dias de Souza, 48 - Sala 51 – Pq. Campolim - Sorocaba/SP - CEP: 18.048-090