Bula oficial · registro MAPA nº 5503

Bula do Púnch

Bula completa do Púnch (registro MAPA nº 5503), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Abamectina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 21 páginas no PDF.

PÚNCH Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 05503

COMPOSIÇÃO

10E,14E,16E,22Z)-(1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S, 13S,20R, 21R,24S)-6'[(S)-sec-butyl]-21,24-dihydroxy5',11,13,22-tetramethyl-2-oxo-(3,7,19-trioxatetracyclo [15.6.1.14,8.020,24] pentacosa-10,14,16,22-tetraene-6spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'H-pyran)-12-yl-2,6-dideoxy-4-O-(2,6-dideoxy-3-O methyl-α-Larabinohexopyranosyl)- 3O-methyl-α-L-arabino-hexopyranoside (i) mixture with (10E,14E,16E,22Z)- (1R,4S,5’S,6S,6’R,8R,12S,13S,20R,21R, 24S)-21,24-dihydroxy-6’-isopropyl-5',11,13,22-tetramethyl-2oxo3,7,19-trioxatetracyclo [15.6.1.14,8.020,24] pentacosa-10,14,16,22-tetraene-6-spiro-2'-(5',6'-dihydro-2'Hpyran)-12-yl-2,6-dideoxy-4-O-(2,6-dideoxy-3-O-methyl-α Larabino-hexopyranosyl)-3-O-methyl-α-L-arabinohexopyranoside(ii) (4:1) (ABAMECTINA)................................................................................18,0 g/L (1,80% m/v) Outros Ingredientes..............................................................................................................951,4 g/L (95,14% m/v)

GRUPO INSETICIDA CONTEUDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Acaricida / Inseticida de Contato e Ingestão GRUPO QUÍMICO: Abamectina: Avermectinas TIPO DE FORMULACAO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DE REGISTRO (*): JUBAILIREG BRASIL LTDA. Rua Santa Cruz, 2187 - sala 10 - Vila Mariana - São Paulo/SP - CEP: 04.121-002 CNPJ: 54.195.878/0001-59 - Fone: (11) 5464-6865. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4470. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DOS PRODUTOS TÉCNICOS: ABAMECTIN TÉCNICO RDB - Registro MAPA nº 02419 INNER MONGOLIA NEW VEYONG BIO-CHEMICAL CO., LTD. - Dalate Region, Wangaizhao Town, Inner Mongolia 014300 - China ABAMECTIN TÉCNICO ROTAM - Registro MAPA nº 05803 ROTAM AGROCHEMICAL CO, LTD - 7/F, Cheung Tat Centre, nº 18 Cheung Lee Street, Chai Wan, Hong Kong - China FORMULADORES: JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICAL CO., LTD - No. 1006, East Wenchang Road, Jiangdu District Yangzhou, Jiangsu Province - China JIANGSU KESHENG GROUP CO., LTD - 888 Yanhuai Road, Jianhu County - China JIANGSU ROTAM CHEMISTRY CO, LTD. - Nº 88 Rotam Road - Economic & Technical Development Zone Kunshan, Jiangsu Province - China

NINGXIA TAIYCIN BIOTECH CO., LTD. - Pacific Road No. 1, Nuanquan Economic Zone, Helan County, Yinchuan, Ningxia - China ROTAM AGROCHEMICAL CO, LTD - 7/F, Cheung Tat Centre, nº 18 Cheung Lee Street, Chai Wan, Hong Kong - China TAGMA BRASIL IND. E COM. DE PROD. QUÍMICOS LTDA. - Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP - CEP: 13148-030 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro/Estado: 477 CDA/SP IMPORTADORES: BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ: 48.539.407/000207 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487 BASF S.A. - Rua Projetada, 150, Armaz II, Sala BASF - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT - CNPJ: 48.539.407/000894 - Registro do Estabelecimento no INDEA/MT nº 27554 BASF S.A. - ROD PR090 KM 5, 5695, Sala 1L Armz 1L, Pq. Industrial Nene Favoretto, Ibiporã/PR - CEP 86.200000 - CNPJ: 48.539.407/0014-32. Registro/Estado 3109 ADAPAR/PR AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. - R Prof. Ivo Corseuil, 69, Conj 201 e 301 Sala D, Bairro Petrópolis, Porto Alegre/RS - CEP: 90.690-410 - CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro/Estado: 1448/04 SEAPA/RS ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA - R Luis Correia de Melo, 92, Andar 23 Conj 231 e 232. Vila Cruzeiro, São Paulo/SP - CEP 04.726-220 - CNPJ Nº 01.789.121/0001-27. Registro/Estado: 385 CDA/SP ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA - Avenida Basileia, 590, Manejo, Resende/RJ - CEP: 27521-210. CNPJ: 01.789.121/0004-70. Registro/Estado: CRCA IN045738/INEA/RJ ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA - R Adolfo Zieppe Filho, SN, Qd 17 Setor 13 Anexo 1 - Modulo R. Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, Carazinho/RS - CEP 99.500-000 - CNPJ Nº 01.789.121/0007-12. Registro/Estado: 90/17 SEAPA/RS ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA - Rodovia BR 163, S/N, KM 116 Sala 07 Bloco D - Ruas 50 A 100, Bairro Parque Industrial Vetorasso, Rondonópolis/MT - CEP 78.746-055 - CNPJ Nº 01.789.121/0009-84. Registro/Estado: 23910 INDEA/MT ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA - Rodovia PR090, s/n - KM 374 Lote 44-C-2 - Módulo J, Ibiporã/PR - CEP: 86.200-000 - CNPJ: 01.789.121/0002-08. Registro/Estado: 3278 ADAPAR/PR. FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Av Doutor José Bonifácio Coutinho Nogueira. 150, Andar 1 E 8 CJS 103 ao 110 Conj 802, 804, 806, 808 e 810, Jardim Madalena, Campinas/SP - CEP: 13.091-611 - CNPJ: 04.136.367/0001-98. Registro/Estado 423 CDA/SP. JUBAILI BRASIL LTDA. - Rua Santa Cruz, n° 2187 - Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP - CEP 04121-002 - CNPJ: 54.195.645/0001-56. Registro/Estado: 4473 CDA/SP.

PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. - Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, conjunto 801, Vila Olímpia, São Paulo/S -. CEP 04548-000 - CNPJ: 33.824.613/0001-00 - Registro/Estado: 4658 CDA/SP UPL DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE INSUMOS AGROPECUARIOS S.A. - Av Maeda, S/N, Distrito Industrial, Ituverava/SP - CEP 14.500-000 - CNPJ: 02.974.733/0003-14. Registro/Estado 1049 CDA/SP. UPL DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE INSUMOS AGROPECUARIOS S.A. - Av das Indústrias, 2111, Galpão 1A Ruas 1 2 3, Vila Ouro Preto, Carazinho/RS - CEP 99.500-000 - CNPJ: 02.974.733/0006-67. Registro/Estado 27/10 SEAPA/RS UPL DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE INSUMOS AGROPECUARIOS S.A. - Av Euripedes Menezes, S/N, Quadra 04 Lote 02 Armz 1F Mod 14 ao 17, Parque Industrial Aparecida Vice-Presidente Jose D, Aparecida de Goiania/GO - CEP 74.993-540 - CNPJ: 02.974.733/0005-86. Registro/Estado: 0420/2018 SIDAGO/GO

Nº do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

PÚNCH é um acaricida, inseticida de origem biológica, de ação translaminar, atuando por ingestão e contato no controle de ácaros e insetos, pertencente ao grupo químico das Avermectinas, indicado para o controle das pragas nas culturas relacionadas no quadro abaixo. CULTURAS, ALVOS E DOSES:

CulturasPragas Nome comum (Nome científico)Dose p.c (*) (mL/ha)Volume de calda (L/ha)Número máximo de aplicação
AlgodãoCuruquerê-do-algodoeiro Alabama argilácea300 - 600100-30003
Ácaro-vermelho Tetranychus ludeni
Ácaro-rajado Tetranychus urticae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Usar maior dose quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento dos insetos pragas e/ou quando a cultura apresentar uma maior densidade foliar.
BatataLarva-minadora Lyriomyza huidobrensis500 - 1000 + 0,25% de óleo mineral ou vegetal400 - 60002
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações tão logo sejam observadas a presença de adultos ou as primeiras pontuações; repetindo a aplicação em um prazo de 7 a 10 dias.
CaféBicho-mineiro Leucoptera coffeella400 + 0,25% de óleo mineral ou vegetal40002
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer a aplicação foliar na fase vegetativa no período de outubro a fevereiro quando da emissão das folhas novas ou aos primeiros sinais de presença da praga. Importante pulverizar somente nos períodos de plena vegetação, aplicando sobre as folhas novas. Fazer a aplicação dirigida à folhagem, de modo a obter uma boa cobertura. A pré-mistura com óleo é fundamental para garantir a eficácia do produto.
CulturasPragas Nome comum (Nome científico)Dose p.c (*) (mL/ha)Volume de calda (L/ha)Número máximo de aplicação
CitrosLarva-minadora-das- folhas Phyllocnistis citrella15 - 20 mL/100L de água + 0,25% de óleo mineral ou vegetal5 - 10 L/planta01
Ácaro da falsa-ferrugem Phyllocoptruta oleivora20 - 30 + 0,25% de óleo mineral ou vegetal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Phyllocnistis citrella (Larva-minadora-das-folhas): iniciar a aplicação com os primeiros sinais de aparecimento da praga nas brotações. Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da Falsa Ferrugem): iniciar a aplicação quando for constatado um máximo de 2% (mercado de fruta fresca) ou 10% (indústria) de frutos e folhas infestadas. Aplicar a calda do produto até o ponto de escorrimento, mas evitando o escorrimento. Usar maior dose em condições de alta pressão das pragas.
CrisântemoLarva-minadora Lyriomyza huidobrensis25 - 50800 - 1000Considerar a reinfestação e o manejo de resistência
Ácaro-rajado Tetranychus urticae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Usar menor dose em pulverizações a uma vazão a alto volume, acima de 1.000L/ha, repetindo a cada 7 a 10 dias. Não usar Surfactante/adjuvantes com PÚNCH no cultivo do Crisântemo.
FeijãoMosca-minadora Lyriomyza huidobrensis300 - 600150 - 20003
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação, tão logo sejam observadas a presença de adultos ou os primeiros sinais da praga. Usar maior dose para as maiores infestações. Mantenha a lavoura monitorada e repita a aplicação em um prazo de 7 a 10 dias se necessário.
MamãoÁcaro-branco Polyphagotarsonemus latus80 - 120500 - 100003
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no início da infestação, para controle efetivo do alvo, dirigindo a aplicação para as folhas mais novas no topo da planta.
CulturasPragas Nome comum (Nome científico)Dose p.c (*) (mL/ha)Volume de calda (L/ha)Número máximo de aplicação
MelãoMosca-minadora Liriomyza trifolii50 - 100 + 0,25% de óleo mineral ou vegetal600 - 80004
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no início da infestação. Necessário repetir a aplicação em um prazo de 7 a 10 dias.
PimentãoÁcaro-branco Polyphagotarsonemus latus50 - 90 + 0,25% de óleo mineral ou vegetal500 - 80003
Ácaro-rajado Tetranychus urticae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo no início da infestação. Usar maior dose, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento dos insetos pragas e/ou quando a cultura apresentar uma maior densidade foliar, repetindo a cada 7 a 10 dias se necessário.
RosaÁcaro-rajado Tetranychus urticae25 - 50800 - 1000Considerar a reinfestação e o manejo de resistência
Larva-minadora Lyriomyza huidobrensis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Usar menor dose em pulverizações a uma vazão a alto volume, acima de 1.000L/ha, repetindo a cada 7 a 10 dias. Não usar Surfactante/adjuvantes com PÚNCH.
SojaÁcaro-branco Polyphagotarsonemus latus300100 - 15003
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação e repetir a cada 7 dias se for necessário
TomateLarva-minadora Lyriomyza huidobrensis50 - 100800 - 1000 500 - 100003
Ácaro-do-bronzeamento Aculops lycopersici
Ácaro-rajado Tetranychus urticae
CulturasPragas Nome comum (Nome científico)Dose p.c (*) (mL/ha)Volume de calda (L/ha)Número máximo de aplicação
TomateÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Lyriomyza huidobrensis (Larva Minadora): Aplicar logo no início da infestação e repetir de 7 a 10 dias após a primeira aplicação, se necessário. Aculops lycopersici (Ácaro do bronzeado) e Tetranychus urticae (Ácaro Rajado): aplicar logo no início da infestação ou, preferencialmente, no início da frutificação, procurando dar uma cobertura total a planta, para um bom controle dos ácaros.
TomateTraça-do-tomateiro Tuta absoluta100 mL/100L de água + 0,25% de óleo mineral ou vegetal800 - 1000 L/ha03
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início da infestação. Usar maior dose, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento dos insetos pragas e/ou quando a cultura apresentar uma maior densidade foliar, repetindo a cada 7 a 10 dias se necessário. A cobertura total da planta é essencial para um bom controle.

p.c. = produto comercial ▪ 1 Litro do produto comercial corresponde a 18g do ingrediente ativo ▪ Volume de calda para aplicação terrestre, para outros tipos de aplicação veja “Equipamentos de aplicação” ▪ O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação

MODO DE APLICAÇÃO

PÚNCH poderá ser aplicado via terrestre (através de equipamentos manuais ou motorizado, costais e tratorizados) e aéreo, conforme indicação de uso para cada cultura. Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. É de suma importância proceder a cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta, porém sem causar escorrimento. Seguir sempre as boas práticas agrícolas e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado. Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura.

Procedimentos para adição de adjuvantes na calda: Adicionar o óleo mineral ou vegetal ao produto, antes de adicioná-lo ao tanque de pulverização. Precauções gerais com o equipamento aplicador: Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação. Cuidados com a inversão térmica: Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Gerenciamento de Deriva: EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis.

Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: • Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. • Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). • Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/ hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. • As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. A critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. Aeronaves agrícolas: Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Altura do voo: de 3 a 5 metros do alvo a ser atingido, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.

Volume de calda: 20 a 50L/ha (BV) com água ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. 2 a 5 L/ha (UBV) com óleo. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: • Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. • Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). • Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/ hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. • As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação. Seguir as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consultar o Engenheiro Agrônomo responsável. A critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período entre a última aplicação e a colheita):

CULTURASAPLICAÇÃODIAS
AlgodãoFoliar21
BatataFoliar14
CaféFoliar14
CitrosFoliar07
CrisântemoFoliarUNA
FeijãoFoliar14
MamãoFoliar14
MelãoFoliar07
PimentãoFoliar03
RosaFoliarUNA
CULTURASAPLICAÇÃODIAS
SojaFoliar14
TomateFoliar03

CULTURAS APLICAÇÃO DIAS Soja Foliar Tomate Foliar UNA = Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. • Uso exclusivamente agrícola. • Não existem limitações de uso para PÚNCH, desde que obedecidas às recomendações constantes na Bula e no Rótulo para uso e manuseio do produto. • A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. Não deixar a calda de um dia para o outro. • Não usar Surfactante/adjuvantes com PÚNCH quando aplicado em flores e plantas ornamentais (Rosa e Crisântemo) • ATENÇÃO: durante 10 dias antes e 10 dias após a aplicação, não devem ser usados produtos a base de Captan, Folpet ou Enxofre. • Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade nas culturas registradas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2, viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide dados RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA: A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida PÚNCH pertence ao Grupo 6 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato - avermectinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do PÚNCH como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 6. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga-alvo. • Usar PÚNCH ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de PÚNCH podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do PÚNCH, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos evermectinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PÚNCH ou outros produtos dos Grupos 6 quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

GRUPO INSETICIDA INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: Controle Cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2, viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem contato, com a névoa do produto.

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, viseira facial ou óculos de segurança, respirador e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial ou óculos de segurança, avental impermeável, botas de borracha, macacão, luvas e equipamento de proteção respiratória • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR PÚNCH

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoAbamectina: Avermectinas
Classe toxicológicaCategoria 4 - Produto Pouco Tóxico
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
ToxicocinéticaAbamectina: foi quase completamente absorvida no trato gastrointestinal e
distribuída por todos os principais tecidos e órgãos, com os maiores
resíduos encontrados na gordura. As concentrações máximas no sangue
foram alcançadas dentro de 4-8 horas após a administração. A abamectina
absorvida foi rapidamente eliminada do corpo, quase exclusivamente nas
fezes, e não se acumulou no corpo após exposição repetida.
O composto original representou 46-56% da radioatividade total encontrada
nas amostras fecais dos grupos de doses baixas. As principais vias de
biotransformação foram desmetilação, hidroxilação, clivagem do anel
oleandrosil e reações de oxidação. Havia 11 metabólitos isolados..
ToxicodinâmicaA abamectina atua ligando-se aos canais de cloreto bloqueados pelo GABA em dois locais diferentes, um local de ligação de alta afinidade que ativa o canal e um de baixa afinidade que bloqueia o canal. Os dados da literatura mostram que, no cérebro dos mamíferos, a ligação da abamectina aos receptores GABA é generalizada, mas particularmente abundante no cerebelo. A abamectina também atua nos receptores GABA no sistema nervoso entérico e induz contrações rítmicas longitudinais no íleo isolado. Portanto, pode influenciar a regulação do metabolismo, ingestão de alimentos e peso corpóreo mediada por GABA em vários locais. Estudos realizados em animais indicaram que a sensibilidade à toxicidade por Abamectina foi correlacionada com perda de função da proteína-gP (PgP), incrementando a suceptibilidade à neurotoxicidade. Portanto, animais de teste com polimorfismos genéticos que comprometem a expressão da PgP são particularmente suscetíveis à neurotoxicidade induzida pela abamectina.
Sintomas e sinais clínicosAbamectina: é muito tóxica por inalação e ingestão e possui baixa toxicidade aguda pela via dérmica. É levemente irritante para a pele, mas não é um irritante ocular ou um sensibilizante dérmico. Estudos de curto prazo em animais, mostraram uma resposta muito acentuada à dose para sinais clínicos de neurotoxicidade e mortalidade, no entanto, sem correlações histopatológicas nos tecidos nervosos
DiagnósticoO diagnóstico deve ser feito com base no histórico de ingestão do produto.
TratamentoAntídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração do conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas. Exposição Oral: Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1h). Suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12 anos) e 1 g/kg em < 1 ano. Hipotensão: infundir (10-20) mL/kg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina (5-20 μg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 μg/min; crianças: começar com 0,1 μg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com Bicarbonato de sódio. Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepan (adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos = 2-4 mg; crianças = 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das convulsões em > 5 anos. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química. Como a Abamectina estimula a atividade do GABA em mamíferos, é recomendado evitar drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúrico, benzodiazepinas, ácido valpróico) em pacientes com risco de estarem intoxicados pelo produto.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores
ATENÇÃOTELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 900 1414 (Toxiclin).

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: VIDE “TOXICOCINÉTICA” E “MECANISMO DE TOXICIDADE”

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

DL50 oral em ratos: 800 mg/kg DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: 12,88 mg/L (fêmeas) e > 29,25 mg/L (machos) Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: apresentou leve eritema em um de três animais testados após uma hora da exposição e foi totalmente reversível em 24 horas. Não foi observado edema em nenhum dos animais. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: foi observado leve vermelhidão da conjuntiva e leve secreção nos três animais testados e um animal apresentou quemose leve. Todos os efeitos foram revertidos em até 14 dias. Não foi observado efeitos na íris e na córnea de nenhum dos animais. sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

A abamectina não teve potencial mutagênico ou carcinogênico. Nos estudos de toxicidade reprodutiva, não houve efeitos fortes nos parâmetros reprodutivos, os achados em ratos neonatais foram atribuídos a uma maior sensibilidade relacionada a uma expressão limitada da glicoproteína P, não relevante para os seres humanos. No entanto, houve observações teratogênicas em ratos e coelhos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II) ■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE NO MEIO AMBIENTE • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada.

• Contate as autoridades locais competentes e a empresa JUBAILIREG BRASIL LTDA. • Telefone da empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química). • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;

• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas - ARPs, Veículo Aéreo Não Tripulado - VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Púnch registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 5503 · documento de 26/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Púnch?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Púnch e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Púnch é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 5503, documento de 26/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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