V20250505 PROPLANT Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09005
COMPOSIÇÃO
Propyl 3-(dimethylamino)propylcarbamate hydrochloride (CLORIDRATO DE PROPAMOCARBE) ..........................................................722,0 g/L (72,20% m/v) Outros Ingredientes..................................................................................357,2 g/L (35,72% m/v)
CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: Carbamatos TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO(*): UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: PROPAMOCARB TÉCNICO BCS - Registro MAPA nº 09208 BAYER AG Chemiepark Knapsack - Postfach 2902 - 50354 - Hurth – Alemanha BASF AGRICULTURAL SOLUTIONS US LLC 1740 Whitehall Road North Muskegon – Michigan - 49445 - EUA FORMULADOR: ARYSTA LIFESCIENCE OUGRÉE PRODUCTION SPRL Rue de Renory 26/2, B-4102 Ougrée - Bélgica MANIPULADOR: INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA. Rua Hum esquina com Rua Seis, s/ n° - Lote Industrial, CEP: 12.580-000, Roseira/SP. CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) n° 266 IMPORTADOR: UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000. CNPJ: 02.974.733/001043 - Cadastro no Estado: CDA/SP n° 4153 GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP. CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 234 Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, km 30,5, Mod. 4, Bairro Jardim Maria Cristina, CEP: 06421-400, Barueri/SP. CNPJ: 67.148.692/0002-71 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 935
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: |
Página 1 de 16
PODER. Corrosivo a metais Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Página 2 de 16
INSTRUÇÕES DE USO
PROPLANT é um fungicida sistêmico de aplicação foliar, do grupo químico dos carbamatos (Grupo F4 – classificação FRAC), indicado para o controle preventivo de doenças nas culturas abaixo relacionadas, especialmente a requeima na batata e tomate.
| CULTURA | DOENÇA Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MAXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| Alho | Míldio (Peronospora Destructor) | 2,0 a 2,5 L/ha | Terrestre: 100 a 300 L/ha | 4 | Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. Adicione um espalhante-adesivo não iônico à calda de pulverização, na dose recomendada na bula do produto. |
| Batata | Requeima (Phytophthora infestans) | 1,2 a 2,0 L/ha** | Terrestre: 300 a 600 L/há Aérea: 20 a 50 L/ha | 4 | Iniciar o tratamento preventivamente quando ocorrer baixa temperatura com umidade elevada, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. Repetir a aplicação em intervalo mínimo de 7 dias. |
| Cebola | Míldio (Peronospora destructor) | 2,0 a 2,5 L/ha | Terrestre: 100 a 300 L/ha | 4 | Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. Adicione um espalhante- adesivo não iônico à calda de pulverização, na dose recomendada na bula do produto. |
| Crisântemo*(1) | Podridão-basal-da- haste ou Podridão-das-raízes (Pythium rostratum) | 0,2 a 0,3 L/100 L de água (200 a 300 mL/100 L de água) | Terrestre: 2 litros de calda/m2 de área a ser tratada | 1 | Aplicação preventiva, imediatamente após o transplante das mudas e com boa umidade no solo ou substrato. |
| Melancia | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 1,5 a 2,5 L/ha | Terrestre: 300 a 600 L/ha | 3 | Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. Adicione um espalhante-adesivo não iônico à calda de pulverização, na dose recomendada. |
Página 3 de 16
| Melão | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 1,5 a 2,5 L/ha | Terrestre: 300 a 600 L/ha | 3 | Inicie o tratamento logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. Adicione um espalhante- adesivo não iônico à calda de pulverização, na dose recomendada na bula do produto. |
|---|---|---|---|---|---|
| Plantas Ornamentais*(1) | Gomose, Murcha, Podridão-do-colo, Podridão-de-raízes, Podridão-do-topo, Podridão-dura-dofruto, Podridãoradicular (Phytophthora nicotianae var. parasitica) | Plantas jovens: 2 mL de p.c. /L de água ou 1,4 g de i.a./L de água Sementeiras: 2- 3 mL p.c./L de água ou 1,4-2,2 g de i.a./L de água Desinfecção de sementes: 10 mL p.c./kg de sementes ou 7,2 g de i.a./kg de sementes Preventivo: 1 mL p.c./L de água ou 0,7 g de i.a./L de água 1,0 a 3,0 mL/L de água 10 mL/kg de sementes ou | Plantas jovens: Aplicar PROPLANT a 0,2 % (2 mL/litro de água) mediante regas. Sementeiras: Após germinação, aplicar PREVICUR N a 0,2 % - 0,3 % (2 a 3 mL/litro de água), regando com 2 litros de calda/m2 de sementeira. Desinfecção de sementes: Em tratamento de sementes, aspergir 10 mL do produto por kg de semente, homogeneizando as com equipamentos apropriados a semente ou bulbo permita executar tal operação com a devida segurança. Preventivo: Regar no solo bem preparado antes da semeadura, gastando 2 litros de solução/m2. | 2 | PROPLANT deve ser aplicado mediante rega, através do uso de regador comum, ou qualquer outro equipamento que permita executar tal operação, observadas as instruções contidas nesta bula. As aplicações preventivas podem ser repetidas normalmente se houver o reaparecimento das infecções, respeitando um intervalo de 20 dias entre uma e outra. Fazer até 2 aplicações por ciclo da cultura. Obs.: Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido. |
| Podridão-basal- dahaste, Podridãodas- raízes (Pythium rostratum) | 1 | ||||
| Tomate | Requeima (Phytophthora infestans) | 0,3 L/100 L de água *** (300 mL/100 L de água) | Terrestre: 600 a 1.000 L/ha Aérea: 20 a 50 L/ha | 4 | Inicie o tratamento preventivamente, quando ocorrer baixa temperatura com umidade elevada, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir a aplicação em intervalo mínimo de 7 dias. |
| Violeta*(1) | Podridão-de- phytophthora (Phytophthora nicotianae var. parasitica) | 0,2 a 0,30 L/100 L de água | Terrestre: 2 litros de calda/m2 de área a ser tratada | 1 | Aplicação preventiva, imediatamente após o transplante das mudas e com boa umidade no solo ou substrato. |
Página 4 de 16
água ** Aplique no máximo 5.776 g i.a./ha/ciclo da Batata. *** Aplique no máximo 8.664 g i.a./ha/ciclo do Tomate. *(1)De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019)
MODO DE APLICAÇÃO
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Via aérea (batata e tomate): Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
| Preparo de calda: | ||
|---|---|---|
| Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam | ||
| devidamente limpos. | Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha | |
| de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. | Não havendo necessidade de | |
| ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. | ||
| Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. | ||
| Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de | ||
| cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de | ||
| tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar | ||
| 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma | ||
| proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação | ||
| no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem | ||
| interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do | ||
| pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda | ||
| parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, | ||
| checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes | ||
| menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação | ||
| de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua | ||
| preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. |
Limpeza do pulverizador: Pulverizadores de barra: 1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; Página 5 de 16
4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida. Condições meteorológicas: Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão térmica. Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita): CULTURAS INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) Alho Batata Cebola Crisântemo Uso não alimentar Melancia Melão Plantas Ornamentais Uso não alimentar Tomate Violeta Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Uso exclusivo para culturas agrícolas. O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura. PROPLANT é corrosivo a todos os metais com exceção do aço puro. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
| CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
|---|---|
| Alho | 3 |
| Batata | 3 |
| Cebola | 14 |
| Crisântemo | Uso não alimentar |
| Melancia | 14 |
| Melão | 14 |
| Plantas Ornamentais | Uso não alimentar |
| Tomate | 3 |
| Violeta | Uso não alimentar |
Página 6 de 16
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA). RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência. Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações: Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo F4 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.; Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO F4 FUNGICIDA O produto fungicida PROPLANT é composto por Cloridrato de Propamocarbe, que apresenta mecanismo de ação de contato multissítio, pertencente ao Grupo F4, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo de irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. “ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.”
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola; O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Página 7 de 16
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Não reutilizar a embalagem vazia; No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; Página 8 de 16
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Página 9 de 16
INTOXICAÇÕES POR PROPLANT
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | CLORIDRATO DE PROPAMOCARBE: Carbamato. |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5- PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO. |
| Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. |
| Toxicocinética | Cloridrato de propamocarbe: em estudos em ratos, o propamocarbe foi rápida e quase completamente absorvido via oral, com absorção de 78 a 96% da dose dentro de 72 horas e pico de concentração atingido dentro de 1 hora. A distribuição no organismo foi ampla, mas ocorreu principalmente para os órgãos excretores como fígado, pulmão e rins. A biotransformação no organismo de ratos foi extensiva com apenas 3 a 11% da substância excretada na forma inalterada na urina, após administração de doses mais baixas (10 mg/kg p.c.) e 20% nas doses mais altas (1000 mg/kg p.c.). As principais reações de biotransformação foram através da oxidação da cadeia propil lateral e N-oxidação e N-demetilação da amina terciária. Foram identificados quatro metabólitos principais: carbonil propamocarbe, hidroxi propamocarbe, propamocarbe- N-óxido e mono-N-demetil propamocarbe. A excreção foi rápida e ocorreu principalmente através da urina (88-92% da dose nas primeiras 72 horas), com até 6% da dose excretada através das fezes. Não houve evidência de bioacumulação do propamocarbe ou de seus metabólitos no organismo de ratos. |
| Toxicodinâmica | Cloridrato de propamocarbe: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do cloridrato de propamocarbe em humanos ou animais. Apesar de ser um fungicida da classe dos carbamatos, em estudos de toxicidade aguda e toxicidade subcrônica via oral, em ratos e cães, não foi observada inibição da atividade das colinesterases no sangue, plasma ou cérebro. No entanto, em estudos in vitro, foi observada inibição de colinesterases no plasma de ratos e cães. |
| Sintomas e sinais | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Com base em estudos em animais de experimentação, o produto pode ser nocivo se inalado. Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para os olhos e para pele. Também não foi observado potencial de sensibilização dérmica em cobaias. Cloridrato de propamocarbe: não são conhecidos sintomas específicos decorrentes da exposição ao propamocarbe em humanos. Dados ocupacionais, com base em exames anuais periódicos realizados em trabalhadores, não revelaram efeitos na atividade de colinesterases ou quaisquer outros efeitos significativos que pudessem estar claramente relacionados à exposição ao cloridrato de propamocarbe. Efeitos inespecíficos decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação manifestada por ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: se inalado, pode causar irritação do trato respiratório com tosse e dor de garganta. Apesar de ser um fungicida da classe dos carbamatos, o ativo, cloridrato de propamocarbe, causou inibição da atividade de colinesterases in vitro mas não in vivo. Em caso de inibição da acetilcolinesterase sintomas característicos podem ocorrer como: miose, visão turva, dor de cabeça, diurese frequente e involuntária, sialorreia, lacrimejamento, tremores, tontura, fraqueza e convulsões. Exposição ocular: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: se ingerido, pode causar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por náusea, vômito e diarreia. Em caso de inibição da acetilcolinesterase sintomas característicos podem ocorrer conforme descritos em “Exposição respiratória”. |
| clínicos |
Página 10 de 16
| Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. | |||
|---|---|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Apesar de ser um fungicida da classe dos carbamatos, o ativo, cloridrato de propamocarbe, causou inibição da atividade de colinesterases in vitro mas não in vivo. Em caso de sintomas característicos da inibição de colinesterases (miose, visão turva, dor de cabeça, diurese frequente e involuntária, sialorreia, lacrimejamento, tremores, tontura, fraqueza e convulsões): pode ser feita a determinação da atividade da colinesterase, a dosagem da atividade pseudocolinesterase é um indicador sensível, mas não específico. Além disso, inibição da acetilcolinesterase por carbamatos é rapidamente reversível. Na exposição ocupacional a inibidores de colinesterases, níveis iguais ou inferiores a 70% da atividade inicial basal da acetilcolinesterase eritrocitária no sangue e de 60% da butilcolinesterase no plasma ou soro caracterizam nível de risco. Exames complementares incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, eletrocardiograma (ECG com prolongamento do intervalo QT) e radiografia de tórax (edema pulmonar e aspiração). Havendo sinais e sintomas indicativos de intoxicação moderada a grave, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação diagnóstica. | ||
| Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por cloridrato de propamocarbe. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). |
Página 11 de 16
| Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Ocular: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. O ativo, cloridrato de propamocarbe, causou inibição da atividade de colinesterases in vitro mas não in vivo. Em caso de sintomas característicos da inibição de colinesterases (miose, visão turva, dor de cabeça, diurese frequente e involuntária, sialorreia, lacrimejamento, tremores, tontura, fraqueza e convulsões): ANTÍDOTO: Atropina - antagonista dos efeitos muscarínicos; a atropina não age sobre os efeitos nicotínicos, principalmente de origem muscular ou na depressão respiratória. A dose de atropina é variável entre indivíduos, sendo também determinada de acordo com o agente tóxico e a realização concomitante de outras intervenções. O regime de dose a ser aplicado deve ser avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico. NUNCA ADMINISTRE ATROPINA ANTES DO APARECIMENTO DOS SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO. Medidas sintomáticas e de manutenção: - Em caso da necessidade administração de atropina, monitorar o paciente cuidadosamente quanto ao começo da toxicidade por atropina, a qual se manifesta por meio de taquicardia, ausência de sons intestinais, hipertermia, delírio e retenção urinária. | |
|---|---|
| Contraindicações | Não administre oximas, morfina, aminofilina ou tranquilizantes. A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
| Efeitos das | Não disponível. |
| interações químicas | |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br |
Página 12 de 16
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>5,01 mg/L). Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema que foi completamente revertido dentro de 24 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu irite, hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção. Todos os sinais de irritação regrediram em 48 horas após a aplicação. Não foram observados efeitos na córnea dos animais. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Cloridrato de propamocarbe: em estudos de toxicidade crônica e subcônica, em ratos e cães, pela via oral, o propamocarbe induziu alterações vacuolares nas células. Em ratos, esta vacuolização ocorreu principalmente no plexo coroide do cérebro e nas glândulas lacrimais, enquanto que em cães foi observada vacuolização em vários tecidos, incluindo as glândulas lacrimais, mas não no cérebro. Em estudo de um ano em ratos o NOAEL foi de 29 mg/kg p.c./dia (fêmeas); em estudo de um ano em cães o NOAEL foi de 39 mg/kg p.c./dia. Em estudo de 3 meses em camundongos, via oral, o propamocarbe não induziu efeitos toxicologicamente relevantes em doses até 1952 mg/kg p.c./dia. O propamocarbe não apresentou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos, pela via oral. Em estudos de toxicidade para a reprodução, em ratos, foi observada uma redução do índice de copulação em fêmeas, em doses onde também foi observada toxicidade materna, com NOAEL de 50 mg/kg p.c./dia, tanto para toxicidade parental quanto para os efeitos reprodutivos. O propamocarbe não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos. Em ratos, no entanto, foi observado um aumento da mortalidade de fetos e ossificação atrasada, com NOAEL de 204 mg/kg p.c./dia. Em coelhos, o NOAEL foi de 278 mg/kg p.c./dia, com base no aumento de perdas pós-implantação e aumento da incidência de 13ª costela. Em estudo de 101-104 dias, para avaliar neurotoxicidade em ratos, o NOAEL estabelecido foi de 100 mg/kg p.c./dia, com base na vacuolização no plexo coroide do cérebro. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Não são conhecidos. Apesar de ser um fungicida da classe dos carbamatos, o ativo, cloridrato de propamocarbe, causou inibição da atividade de colinesterases in vitro mas não in vivo. Em caso de inibição da acetilcolinesterase sintomas característicos podem ocorrer como: miose, visão turva, dor de cabeça, diurese frequente e involuntária, sialorreia, lacrimejamento, tremores, tontura, fraqueza e convulsões.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
Página 13 de 16
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe a legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Página 14 de 16
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Página 15 de 16
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 16 de 16