Bula oficial · registro MAPA nº 11912

Bula do Progibb 400

Bula completa do Progibb 400 (registro MAPA nº 11912), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: ácido giberélico.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

PROGIBB 400 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 11912

COMPOSIÇÃO

(3S,3aS,4S,4aS,7S,9aR,9bR,12S)-7,12-dihydroxy-3-methyl-6-methylene-2-oxoperhydro-4a,7-methano9b,3-propenoazuleno[1,2-b]furan-4-carboxylic acid (ÁCIDO GIBERÉLICO) .................. 400 g/kg (40% m/m) Outros ingredientes ....................................................................................................... 600 g/kg (60% m/m) PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Regulador de crescimento vegetal do grupo químico das Giberelinas TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em Água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I – CEP 61939-000 – Maracanaú/CE – Tel.: (85) 40111000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com – CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: Ácido Giberélico Técnico - Registro MAPA nº 03895 Abbott Laboratories 1401 Sheridan Rd., North Chicago, IL - 60064 - EUA Jiangxi New Reyphon Biochemical Company Ltd. 263 Cheng Nan Industry Zone, Xin'Gan County, Jiangxi, 331307, China Jiangxi New Reyphon Biochemical Co., Ltd. Middle Zone of Salt - lndustry Park, Xin'Gan County, JiangXi Province, 331300, China Jiangsu Fengyuan Bioengineering Company Limited Nº 6 Hongqi Road, Sheyang, Jiangsu, China Lomon Biotechnology Co., Ltd. Mei Shan Economic Development Zone E. Chong Li Town, Po District Mei Shan 620036, Sichuan, China Zhejiang Qianjiang Biochemical Company Limited 7/F Nº 598, Xishan Road, Haining Zhejiang, China FORMULADOR: A to Z Drying, Inc. 215 State Street, Osage, Iowa - 50461 – EUA Valent Bioscience LLC 870 Technology Way - Libertyville, IL - 60048 - EUA FORMULADOR/MANIPULADOR: Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138, Distrito Industrial I – CEP 61939-000 – Maracanaú/CE, CNPJ: 07.467.822/0001-26 – SEMACE Nº 358/2021 - DICOP

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE IV - PRODUTO POUCO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

PROGIBB 400 é um regulador de crescimento vegetal de ocorrência natural que ativa vários processos de desenvolvimento na planta. PROGIBB 400 é recomendado para: • Abacaxi: sua utilização no abacaxi aumenta o tamanho e peso dos frutos, resultando em maiores produtividades da cultura. Além disso, também atrasa a colheita, permitindo ao produtor escalonar a colheita de acordo com a disponibilidade de mão-de-obra. • Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale*: tratamento das sementes para acelerar e aumentar a emergência e desenvolvimento das plantas. • Azevém como Pastagem: sua utilização é recomendada para estimular o desenvolvimento e produtividade de massa verde e massa seca das plantas. • Banana: para prolongar a vida em pós-colheita, aumentando o período de armazenamento e comercialização. • Batata: tratamento das sementes para acelerar e aumentar a brotação, melhorar o desenvolvimento das plantas e obter maior produção. • Cana-de-açúcar: para aumentar o desenvolvimento vegetativo da cultura e a produtividade. • Caqui: sua utilização no caqui atrasa a maturação dos frutos, permitindo que a maior parte dos frutos sejam colhidos no momento ideal com coloração amarela. Além disso, possibilita um escalonamento da colheita de acordo com a disponibilidade de mão de obra. • Citros:  Para aumentar a fixação de flores e frutos, incrementando a produtividade;  Para retardar a maturação dos frutos com consequente redução do ataque de Moscas-das-frutas (Anastrepha fraterculus e Ceratitis capitata).  Retardar a maturação dos frutos da Lima ácida (Limão Tahiti) em pós-colheita, prolongando o período de armazenamento, transporte e comercialização. • Gergelim: para promover um alongamento dos entrenós, o desenvolvimento e a fixação das flores, o enchimento de grãos e, consequentemente, aumentar a produtividade. • Manga: pode ser utilizado em dois momentos distintos: • Após a poda, com o objetivo de estimular a brotação, e • Entre a fase de ovinho até a segunda queda fisiológica, para crescimento dos frutos. • Milho: para promover o aumento da estatura, da área foliar e da taxa fotossintética das plantas, que por consequência aumenta a produtividade potencial, a formação das espigas e o estabelecimento do número máximo de grãos. • Morango: a aplicação foliar melhora o desenvolvimento da planta, resultando em um maior potencial produtivo da cultura.

• Soja: sua utilização é recomendada para estimular alongamento dos entrenós e desenvolvimento de flores e frutos, que são as variáveis relacionadas à produtividade. • Trigo*: tratamento das sementes para acelerar e aumentar a emergência das plantas bem como características estruturais da planta. • Uvas: para melhorar as características morfológicas dos cachos e bagas, incrementar tamanho, peso dos cachos e bagas, reduzir a densidade das bagas nos cachos (raleio). *ProGibb 400 nas doses recomendadas acelera e uniformiza a germinação das sementes de Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale. Tais benefícios conferem grande vantagem competitiva às culturas em relação às plantas daninhas, facilitando seu manejo. CULTURAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CulturaDose do produto comercialNúmero de aplicaçõesÉpoca e intervalo de aplicaçãoVolume de calda
TerrestreAéreo
Abacaxi (*)12,5 g/100 L21ª aplicação: no estágio de flor seca 2ª aplicação: 10 dias após a primeira300 a 500 L/ha-
Arroz5,0 g/100 kg sementes1Uma única aplicação no tratamento das sementes1 L/100 kg de sementes-
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale7,5 g/100 kg1Uma única aplicação no tratamento das sementes.1 L/100 kg de sementes-
Azevém (Pastagem)20 a 40 g/ha31ª aplicação: quando a cultura estiver com 8 a 10 cm de altura em estágio de elongação (ESTÁGIO 30 da escala BBCH (Weber, 2001)). 2ª aplicação: quando as plantas atingirem 15 cm de altura. Após a segunda aplicação, deve ser realizado o primeiro corte quando as plantas atingirem 30 cm de altura. 3ª aplicação: quando as plantas atingirem 10 cm de altura. O segundo corte deve ser realizado quando as plantas atingirem 30 cm de altura.100 L/ha-
Banana375 g/100 L1Uma única aplicação logo após a colheita e limpeza dos frutos--
Batata2,5 g/100 kg tubérculos1Uma única aplicação na fase de quebra de dormência antes do plantio2 L/100 kg de tubérculos-
Cana-de- açúcar (*)7,5 g/ha1Uma única aplicação 70 dias após o plantio (1º internódio formado) até no máximo a formação do 3º internódio.200 L/ha20 a 40 L/ha
10 a 15 g/ha1Uma única aplicação quando as plantas apresentarem o 3º internódio
7,5 a 12,5 g/ha21ª aplicação: quando as plantas apresentarem o 3o internódio; 2ª aplicação: quando as plantas apresentarem o 7º internódio.
Caqui (*)20 a 35 g/ha21ª aplicação: quando 20% dos frutos tiverem atingido coloração verde-amarelada; 2ª aplicação: 14 dias após a primeira. As doses podem variar de 20 a 35 g/ha dependendo do nível de atraso da maturação desejado. Utilizar as doses maiores para maiores atrasos1.000 L/ha20 a 40 L/ha
Citros (*)6,25 g/100 L1Para retardar a maturação dos frutos: uma única aplicação quando os frutos ainda estiverem verdes e não atrativos ao ataque da mosca-das-frutas5 a 20 L/planta-
2 a 5 g/100 L2Para incrementar pegamento: 1ª aplicação: no início da visualização de flores e alongamento de pétalas; 2ª aplicação: quando cerca de 70% das estruturas florais estiverem com pétalas caídas.-
10,0 g/100 L1Lima ácida (Limão Tahiti): uma única aplicação na pós-colheita--
Gergelim5,0 g/ha21ª aplicação: na fase de formação dos grãos; 2ª aplicação: 7 a 10 após a primeira.150 a 200 L/ha20 a 40 L/ha
Manga (*)1,25 a 2,5 g/100 L2 a 7Estímulo da brotação após a poda: até 3 aplicações. 1ª aplicação: logo após a poda Demais aplicações: com 10 dias de intervalo entre as aplicações. Crescimento dos frutos: duas a quatro aplicações. 1ª aplicação: quando os frutos estiverem na fase de ovinho (BBCH 701) até a segunda queda fisiológica dos frutos (BBCH 703). Demais aplicações: com 5 a 7 dias de intervalo entre as aplicações.800 a 1000 L/ha20 a 40 L/ha
Milho (*)20 a 40 g/ha1Uma única aplicação durante o ciclo da cultura no estádio V4 (quando 50% das plantas do talhão estiverem com 4 folhas200 L/ha-
completamente desenvolvidas). Doses maiores devem ser empregadas na medida em que se aumenta a expectativa de produtividade da cultura, de acordo com o nível tecnológico de produção adotado.
Morango0,5 a 2,5 g/100 L de água2Realizar duas aplicações foliares, sendo a primeira aos 50 dias após transplante de mudas e a segunda aplicação aos 50 dias após a primeira.100 a 600 L/ha-
Soja (*)3,75 a 6,25 g/ha21ª aplicação: quando a cultura estiver em estágio R1 (início da floração, até 50% das plantas com flor); 2ª aplicação: 7 a 10 dias após a primeira.150 a 200 L/ha20 a 40 L/ha
Uva Thompson Seedless (*)2,5 g/100 L 3,75 g/100 L 7,5 g/100 L 10,0 g/100 L (**)10Vide recomendações abaixo específicas para cada variedade e/ou finalidade de uso.Para alongament o dos cachos: no mínimo 400 L/ha. Para raleio e aumento tamanho das bagas: no mínimo 600 L/ha-
Uva Festival Seedless (*)2,5 g/100 L 3,75 g/100 L (**)2No mínimo 600 L/ha-
Uva Crimson Seedless (*)1,25 g/100 L (**)2No mínimo 600 L/ha-
Uva ltália (*)6,25 g/100 L (**)2No mínimo 600 L/ha-

(*) Utilizar espalhante adesivo não iônico: Abacaxi (0,05%), Cana-de-açúcar (0,25% v/v), Caqui (0,05%), Citros (para retardar maturação dos frutos, 0,1% v/v), Manga (0,05%), Milho (0,1% v/v), Soja (0,1% v/v) Uva (0,2% v/v). (**) Verificar a dose, número e épocas das aplicações para cada objetivo de utilização na cultura da uva. UVAS: • VARIEDADES SEM SEMENTES (Thompson seedless, Festival seedless, Crimson seedless) Thompson seedless: adicionar 0,2% v/v de espalhante adesivo não iônico à calda de pulverização. Para alongamento dos cachos:

Fazer 2 aplicações utilizando 2,5 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água (por aplicação), nas épocas abaixo: 1ª - Logo após a poda, brotos com 15 - 20 cm de comprimento. 2ª - Cachos com 5 a 10 cm de comprimento. Para raleio (redução da densidade de bagas no cacho): Fazer 4 aplicações conforme épocas e doses abaixo: 1ª - Primeiro cacho com caliptra aberta. Dose: 3,75 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 2ª - Dois dias após a aplicação anterior. Dose: 3,75 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 3ª - Dois dias após a aplicação anterior. Dose: 3,75 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 4ª - Dois dias após a aplicação anterior. Dose: 3,75 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. Para aumentar o tamanho das bagas: Fazer 4 aplicações conforme épocas e doses abaixo: 1ª - Primeiro cacho com bagas de 4 - 5 mm de diâmetro. Dose: 7,50 gramas de ProGibb 400/100 L d’água. 2ª - Três dias após a aplicação anterior. Dose: 7,50 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 3ª - Três dias após a aplicação anterior. Dose: 10,0 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 4ª - Três dias após a aplicação anterior. Dose: 10,0 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. Festival seedless: adicionar 0,2% v/v de espalhante adesivo não iônico à calda de pulverização. Para aumentar o tamanho das bagas: Fazer 2 aplicações conforme épocas e doses abaixo: 1ª - Bagas com 6 - 8 mm de diâmetro. Dose: 2,5 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 2ª - Bagas com 10 - 12 mm de diâmetro. Dose: 3,75 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. Crimson seedless: adicionar 0,2% v/v de espalhante adesivo não iônico à calda de pulverização. Para aumentar o tamanho das bagas: Fazer 2 aplicações conforme épocas e doses abaixo: 1ª - Bagas com 6 - 8 mm de diâmetro. Dose: 1,25 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 2ª - Bagas com 10 - 12 mm de diâmetro Dose: 1,25 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. • VARIEDADES COM SEMENTES Itália: adicionar 0,2% v/v de espalhante adesivo não iônico à calda de pulverização. Para aumentar o tamanho das bagas: Fazer 2 aplicações conforme épocas e doses abaixo: 1ª - Bagas com 8 mm de diâmetro. Dose: 6,25 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água. 2ª - Bagas com 24 - 26 mm de diâmetro. Dose: 6,25 gramas de ProGibb 400/100 Litros de água.

MODO DE APLICAÇÃO

PROGIBB 400 deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais ou motorizados, costais ou tratorizados por meio de turbo atomizador de arrasto ou montado e por via aérea tripulada, conforme recomendações para cada cultura. Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área. Preparo de calda: ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o

equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar espalhante adesivo não iônico na proporção 0,05% v/v para o abacaxi, o caqui e a manga; 0,1% v/v para os citros (para retardar a maturação dos frutos), o milho e a soja; 0,2% v/v para a uva; e, 0,25% v/v para a cana-deaçúcar. Aplicar a calda imediatamente após o preparo. Para o melhor preparo da calda diluir a quantidade necessária do PROGIBB 400 em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar a pré-mistura de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura. O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, devendo ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento e recomendação técnica do Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Antes de aplicar PROGIBB 400, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar PROGIBB 400, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. APLICAÇÃO TERRESTRE AZEVÉM, CANA-DE-AÇÚCAR, CAQUI, GERGELIM, MANGA, MILHO, MORANGO, SOJA e UVA: • Aplicação costal (manuais ou motorizados): utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo jato cônico (vazio ou cheio) ou duplo leque, calibrando de forma que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Volume de calda: 100 - 1000 L/ha, ou conforme recomendação agronômica. • Pulverizadores de barra tratorizado ou autopropelidos: para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Ponta de pulverização e classe de gotas: utilizar pontas de pulverização de jato cônico vazio, leque ou duplo leque que proporcionem classe de gotas de muito finas a médias. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas. Ajuste da barra: a altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

Faixa de deposição: utilize distância entre pontas de pulverização na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 100 - 1000 L/ha, ou conforme recomendação agronômica. CITROS: • Turboatomizadores (turbopulverizador): utilizar pulverizador tratorizado montado, semimontado ou de arrasto, dotado de ponta de pulverização do tipo jato cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta, evitando deriva. Volume de calda: 5 - 20 L/planta, ou conforme recomendação agronômica. • Equipamento estacionário manual (pistola): utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda. LIMA ÁCIDA (LIMÃO TAHITI): • Imersão: dilua a quantidade recomendada de PROGIBB 400 em uma caixa plástica ou de água. Mergulhe os frutos por 30 segundos e depois deixe-os secar à sombra. Mantenha a solução no tanque sempre com a concentração de 10 g/100 litros de água. ABACAXI: • Jato dirigido aos frutos: dilua o produto PROGIBB 400 na dose de 12,5 g/100 litros de água. Adicione espalhante adesivo não-iônico na proporção de 0,05% v/v. Pulverize com jato dirigido aos frutos, usando um equipamento costal pressurizado com CO2 ou manual, ou outro equipamento adequado. Utilize bicos e parâmetros operacionais que permitam a produção de gotas de tamanho ideal para uma boa cobertura de todos os lados dos frutos. Volume de calda: 300 - 500 L/ha, ou conforme recomendação agronômica. BANANA: • Pincelamento: diluir o PROGIBB 400 na dose de 3,75 g/L de água e aplicar com pincel, na região do corte, na coroa da penca. • Imersão: As pencas devem ser mergulhadas - por 3 minutos - em tanque contendo solução de PROGIBB 400 na dose de 375 g/100 litros de água e depois colocadas para secar à sombra. BATATA:

• Microaspersão: Para o tratamento dos tubérculos com PROGIBB 400, utilize um equipamento costal pressurizado com CO2 ou manual, ou outro equipamento adequado. Use bicos e parâmetros operacionais que permitam a produção de gotas de tamanho ideal para obter uma boa cobertura dos tubérculos, utilizando 2,0 litros/100 kg de batata semente. Ajuste a pressão de trabalho conforme o volume de calda. Após a aplicação, seque os tubérculos em local coberto, ventilado e à temperatura ambiente. Condições climáticas/meteorológicas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. APLICAÇÃO AÉREA CANA-DE-AÇÚCAR, CAQUI, GERGELIM, MANGA e SOJA: • Aplicação aérea (tripulada): realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de elementos geradores de gotas apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Ponta de pulverização e classe de gotas: utilizar preferencialmente pontas hidráulicas ou atomizadores rotativos. O operador deve ajustar os fatores operacionais para obter uma gota de classe entre muito fina a média e entender que a velocidade de voo e a pressão de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de pontas com a maior vazão possível, e que proporcionem uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Configure uma largura de faixa de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.

Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura e de acordo com a legislação vigente. Volume de calda: 20 - 40 L/ha, ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Condições climáticas/meteorológicas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30°C. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Importância do diâmetro de gota: O diâmetro de gotas deve ser tal que possibilite uma cobertura suficiente para que o produto desempenhe sua máxima eficácia e que o potencial de deriva seja mínimo. Gotas de menor diâmetro geram maior cobertura, porém também elevam o potencial de deriva. A deriva pode ocasionar efeitos adversos em organismos não-alvos. O uso de classe de gotas maiores deve estar atrelado ao seguimento

das condições meteorológicas ideais para aplicação a fim de reduzir a deriva nas aplicações. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica. Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais: Volume de calda de pulverização: use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão maior produzem gotas maiores em relação ao mesmo modelo de menor vazão. Pressão: prefira o uso de pressões intermediárias dentro dos limites indicados para cada ponta de pulverização. Quando maiores volumes de calda forem necessários, opte pela substituição por pontas de pulverização de maior vazão, ao invés de aumentar a pressão. O uso de pressões excessivas na pulverização eleva o risco de deriva e ocasiona o desgaste prematuro das pontas de pulverização. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante inversões térmicas, que ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica. Se a fumaça dispersa rapidamente e sobe, há indicação de bom movimento vertical do ar. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Lavagem do equipamento de aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

TRATAMENTO DE SEMENTES

ARROZ, AVEIA, CENTEIO, CEVADA, TRIGO e TRITICALE: PROGIBB 400 deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, antes do plantio em uma única aplicação via tratamento de sementes para as culturas registradas. Antes de iniciar o tratamento com o PROGIBB 400, diluir a dose indicada em recipiente adequado para o volume de calda recomendado para cada cultura na tabela acima. O tratamento deverá ser feito em local arejado e específico para este fim. Utilizar sementes limpas (livres de poeiras e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). Misturar a quantidade recomendada de produto às sementes, utilizando equipamento apropriado, até que as sementes estejam completamente cobertas.

Fazer a limpeza das sementes retirando todas as impurezas (poeiras, restos da colheita, etc) antes de iniciar o tratamento. Utilizar substâncias redutoras de poeira como polímeros, film coatings e/ou outros produtos que auxiliem na fixação do produto na semente, como pós de secagem, processos de peletização e/ou similares. O tratamento de sementes deverá ser feito em equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme do produto sobre as sementes. Utilize os EPIs recomendados no item “PRECAUÇÕES DURANTE MANUSEIO/TRATAMENTO DE SEMENTES” durante toda a operação de tratamentos de sementes. Preparo de calda: Para melhor preparação da calda, diluir a dose recomendada de PROGIBB 400 em água levando em consideração o volume de calda indicado para cada cultura de acordo com os itens abaixo. • ARROZ: em 1,0 litro de água adicionar 5,0 gramas de PROGIBB 400. • AVEIA, CENTEIO, CEVADA, TRIGO e TRITICALE: em 1,0 litro de água adicionar 7,5 gramas de PROGIBB 400. Esta quantidade de solução é suficiente para tratar 100 kg de sementes. Passo 1 - colocar a quantidade de produto recomendada em um recipiente próprio para o preparo da calda; Passo 2 - colocar parte do volume de água gradativamente, misturando e formando uma suspensão homogênea; Passo 3 - completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda recomendado. Importante: manter a calda em agitação permanente para evitar decantação. A dose recomendada de PROGIBB 400 deve ser distribuída uniformemente na quantidade de sementes necessária para semear 1 hectare, respeitando-se o volume máximo de calda recomendado pelo fornecedor das sementes. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local seguro e trancado, longe do alcance de crianças e animais. Equipamento de aplicação: Para o tratamento de sementes devem-se utilizar equipamentos específicos para este fim, podendo ser estes equipamentos de tratamento de sementes por fluxo contínuo ou batelada. O tratamento deverá ser efetuado em local limpo, arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor). Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, para aferir o fluxo de sementes e volume de calda. Se necessário efetuar a correção da regulagem para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme e receba as doses conforme recomendação. A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas na aplicação. Não é recomendado o tratamento das sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras. Equipamentos de batelada (máquinas de tratamento de batelada, tambores rotativos, betoneiras ou similares): colocar um peso de sementes conhecido, adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes, proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um período de 1 a 2 minutos por batelada. Os mecanismos de dosagem e

aplicação destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente, bem como a calda preparada. A manutenção e limpeza dos equipamentos tem por finalidade evitar a deposição de resíduos da calda nos mecanismos de dosagem, os quais podem interferir na dose desejada a ser distribuída sobre as sementes. Seguir sempre as recomendações do fabricante do equipamento utilizado para o tratamento das sementes. Sempre utilizar sementes de boa qualidade, com as especificações recomendadas pela legislação dos produtores de sementes. O tratamento de sementes que estejam danificadas mecanicamente ou sementes com baixo vigor ou de má qualidade, pode resultar em germinação reduzida e/ou redução de stand e vigor de plântulas. Trate uma pequena porção de sementes e realize testes de germinação como forma de aferição antes de tratar todo lote de sementes. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo com condições adequadas que garantam germinação e emergência uniforme logo após o tratamento e semeadura. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo. A regulagem de equipamentos de semeadura deve ser feita com as sementes tratadas. Equipamento de fluxo contínuo: Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo e regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período. Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação, realizar a correção sempre que necessário. Os mecanismos de dosagem dos equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. A manutenção e limpeza dos equipamentos tem por finalidade evitar a deposição de resíduos da calda nos mecanismos de dosagem, os quais podem interferir na dose desejada a ser distribuída sobre as sementes. Seguir sempre as recomendações do fabricante do equipamento utilizado para o tratamento das sementes. Manutenção: Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes. IMPORTANTE: o equipamento deve possuir dispositivo de secagem e regulagem de rotação para uma distribuição mais homogênea da calda mantendo a umidade original das sementes e dispositivos de segurança para evitar o contato com o produto ou acidentes como derramamento. - Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda/produto para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme. - Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras). - Para obter a eficácia desejada, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes. Importante: manter a calda/produto em agitação constante para evitar decantação. - Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem diminuir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes. - É obrigatória a utilização de EPI durante a operação de tratamentos de sementes, conforme descrito no item “PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/TRATAMENTO DE SEMENTES” - A aplicação do produto com equipamentos desregulados ou inadequados podem resultar em cobertura desuniforme das sementes com consequente redução na eficácia do produto. - As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme.

- É obrigação do produtor seguir todas as exigências legais dispostas sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas conforme legislação vigente. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de tratamento, consulte um Engenheiro Agrônomo. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após o uso do equipamento, proceda com a sua limpeza. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou organismos não alvos. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacaxi.................. (1) Arroz...................... (1) Aveia...................... (1) Azevém.................. (1) Banana................... (1) Batata.................... (1) Cana-de-açúcar... (1) Caqui..................... (1) Centeio.................. (1) Cevada.................. (1) Citros..................... (1) Gergelim................ (1) Manga.................... (1) Milho..................... (1) Morango................ (1) Soja...................... (1) Trigo...................... (1) Triticale.............. (1) Uva...................... (1) (1) - não determinado devido à sua ocorrência natural em culturas alimentares.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Para aplicação foliar: não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Para tratamento de semente: não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Compatibilidade: não se recomenda a mistura de PROGIBB 400 com outros produtos. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL À SEREM UTILIZADOS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA

Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não se aplica por se tratar de um regulador de crescimento vegetal.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;

botas de borracha; avental impermeável; máscara cobrindo o nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara cobrindo o nariz e a boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo e/ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos . Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. RISCOS ASSOCIADOS AO PRODUTO PROGIBB 400

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoGiberelina
Classe ToxicológicaNÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
ToxicocinéticaÁcido Giberélico: testes realizados em animais de laboratório mostram que o Ácido Giberélico é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, de ratos. Com o auxílio da radioatividade, observou-se a sua distribuição em todo o corpo, estando mais concentrado nos órgãos de eliminação (fígado e rins). Em 24 horas, os resíduos nos tecidos (exceto fígado e rins) variavam entre 0,1 ppm e 1 ppm. Mais de 98% da substância foram excretadas pela urina, fezes (responsável por aproximadamente 2%) e/ou bílis.
Sintomas e sinais clínicosNão são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos, sendo recomendada a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação. Não foram observados sintomas e sinais clínicos relevantes em animais nos estudos toxicológicos agudos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TratamentoO tratamento das intoxicações é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação dos efeitos locais. O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração. Descontaminação: Durante a descontaminação usar luvas e avental impermeável. 1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e os cabelos com água fria abundante e sabão neutro. 2. Fazer higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). 3. Em exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 4 . Em caso de ingestão é necessário considerar o volume e a concentração da solução ingerida, assim como o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 4 horas): fazer lavagem gástrica.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das interações químicasNão se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT) - ANVISA/MS.
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA).
Telefones de emergência da empresa: Toxiclin (emergência toxicológica): 0800-014-1149 SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.: (85) 4011-1000 SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 Endereço eletrônico da empresa: www.sumitomochemical.com Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com

Correio eletrônico da empresa: sac@sumitomochemical.com Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide “Toxicocinética” na tabela acima. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral para ratos > 5.000 mg/kg. DL50 cutânea para ratos > 5.000 mg/kg. CL50 inalatória para ratos: não foi determinada nas condições do teste. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante. Não causa edema. 2 de 3 animais apresentaram pontuação média para eritema ≤ 1,0 nas observações determinadas 24/48/72h. Houve reversão total em 48 horas. Corrosão/irritação ocular em coelhos: não irritante. Não causa opacidade córnea e nem irite. Todos os animais apresentaram pontuação média para vermelhidão ≤ 1,0 nas observações determinadas 24/48/72h. Houve reversão total em até 72 horas. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Exposição crônica: Não foram realizados testes de exposição crônica em animais de acordo com a legislação vigente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) X POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de

250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Telefone de emergência: (85) 4011-1000 ou AMBIPAR: 0800-720-8000. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça essa operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS) AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio das sacarias. As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS – VAZIAS Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico PROGIBB 400 ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico PROGIBB 400 e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Progibb 400 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 11912 · documento de 06/06/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Progibb 400?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Progibb 400 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Progibb 400 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 11912, documento de 06/06/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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