Bula oficial · registro MAPA nº 33422

Bula do Produtop 500 SC

Bula completa do Produtop 500 SC (registro MAPA nº 33422), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: fluazinam.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 17 páginas no PDF.

CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. PRODUTOP 500 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 33422

COMPOSIÇÃO

3-chloro-N-(3-chloro-5-trifluoromethyl-2-pyridyl)-µ,µ,µ-trifluoro-2,6-dinitro-ptoluidine (FLUAZINAM)..............................................................................................................500 g/L (50,00% m/v) PHOSPHORIC ACID, TRIBUTYL ESTER.........................................................................................5 g/L (0,5% m/v) Outros Ingredientes.......................................................................................................748,6 g/L (74,86 % m/v)

CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida e acaricida GRUPO QUÍMICO: Fluazinam: Fenilpiridinilamina. Phosphoric acid, Tributyl ester: Organofosforado. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR. CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: ADAPAR/PR nº 004001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: FLUAZINAM TÉCNICO JUNKAI – Registro MAPA nº TC16124 INNER MONGOLIA JOIN DREAM FINE CHEMICALS CO., LTD. Zhongcheng Road East, Wuda Economic Development Zone 016000, Wuhai, Inner Mongolia, China. FLUAZINAM TÉCNICO SAU – Registro MAPA nº TC14725 SHANDONG UNITED PESCIDE INDUSTRY CO., LTD. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Vilage, Fan Town, Daiyue District Taian City, Shandong, China. FLUAZINAM TÉCNICO SH - Registro MAPA nº 21818 ZHEJIANG HETIAN CHEMICAL CO., LTD. Area M-18-5-4, Xiasha Economical Zone, Hangzhou, Zhejiang, China. FORMULADOR: ANHUI RICHEN PLANT PROTECTION ENGINEERING CO. LTD. No. 30, Kaiyuan Avenue, mohekou Industrial Park, Bengbu City, Anhui Province – China. CHD’S AGROCHEMICALS S.A.I.C. Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Paraguai. HUBEI IPROCHEM BIOTECH CO., LTD. North of No.2 Huaxiang Road, Salt Chemical Recycle Park, Geputan Town, Yunmeng County, Xiaogan City, Hubei Province, China. JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. No. 1, Jiangling Road, Putou Town, Jiangdu District, Yangzhou, Jiangsu, China. JIANGYIN SULI CHEMICAL CO. LTD. Nº 7 Runhua Road, Ligang Town, Jiangyin City, Jiangsu Province, 214444, China. JUNKAI (TIANJIN) CHEMICAL CO., LTD. Room 8-501, Building K2, The Hi-Tech Green Industrial Base, No.6, 6th Road, Hi-Tech Development Road, Tianjin Hi-Tech Industrial Park, Tianjin - China.

LIANYUNGANG HETIAN CHEMICAL CO., LTD. 1, Jingshi Road, Guannan lndustry Dev. Zone Lianyungang, Jiangsu, 222000 - China. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO., LTD. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, Shandong, China. SHENYANG RESEARCH LNSTITUTE OF CHEMICAL LNDUSTRY (NANTONG) CHEMICAL TECHNOLOGY CO LTD. 55, Jiangnong Rd., Economic & Technological Development Area, Nantong, Jiangsu, 226010 - China. YOUJIA CROP PROTECTION CO., LTD. Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, 226407, China. ZHEJIANG HETIAN CHEMICAL CO., LTD. Area M-18-5-4, Xiasha Economical Zone, Hangzhou, Zhejiang, 310023 - China.

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação
Data de vencimento

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação Data de vencimento DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

PRODUTOP 500 SC é um fungicida/acaricida como modo de ação de contato do grupo químico fenilpiridinilamina indicado para o controle de doenças fúngicas nas culturas da batata, cana-de-açúcar, feijão, girassol, maçã, morango, pêssego, soja e tomate; e para o controle de ácaro na cultura da maçã. CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: APLICAÇÃO FOLIAR

CulturaDoenças Nome comum (Nome científico)Doses de Produto ComercialVolume de Calda
BatataPinta-preta (Alternaria solani)1,0 L/ha500 a 1000 L/ha
Podridão de Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum)1,0 - 1,5 L/ha
Requeima (Phytophthora infestans)0,4 - 0,6 L/ha
CulturaDoenças Nome comum (Nome científico)Doses de Produto ComercialVolume de Calda
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias para o controle da pinta-preta (Alternaria solani) e da Requeima (Phytophthora infestans). Aplicar logo após a emergência da cultura e repetir a cada 7 dias. Para o controle da Podridão-de-Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum), realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura. Realizar a 1ª aplicação entre 30 e 40 dias após a germinação e repetir a cada 7 a 10 dias.
FeijãoMofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)1,0 - 1,5 L/ha1000 a 1500 L/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 a 10 dias. Aplicar no aparecimento das primeiras flores. No caso de fungigação, utilizar a velocidade do pivô a 100%.
GirassolPodridão-de-Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum)1,0 - 1,5 L/ha300-600 L/ha (pulverização terrestre), 30-50 L/ha (pulverização aérea).
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Iniciar as aplicações no início do florescimento. Realizar mais 2 aplicações com intervalo de 10 dias.
MaçãÁcaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi)100 mL/100 L Água1000 a 2000 L/ha
Sarna da macieira (Venturia inaequalis)1000 a 2000 L/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura. Para o controle da Sarna da macieira (Venturia inaequalis), iniciar as aplicações no estádio C (pontas verdes) e repetir a cada 7 dias. Para o controle do Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi), aplicar quando houver 5 formas móveis por folha, repetindo a aplicação, quando a infestação atingir estes níveis.
MorangoMancha foliar (Mycosphaerella fragariae)100 mL/100 L água1000 L/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. Iniciar logo aos primeiros sintomas e repetir a cada sete dias.
PêssegoPodridão-parda (Monilinia fructicola)100 mL/100 Lde água1000 L/ha.
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. Aplicar no início do florescimento e repetir a cada 7 dias.
CulturaDoenças Nome comum (Nome científico)Doses de Produto ComercialVolume de Calda
SojaMofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)0,75 - 1,0 L/ha200-500 L/ha (pulverização terrestre), 30-50 L/ha (pulverização através de aeronaves.
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias. Iniciar as aplicações no estádio R1.
TomateMofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum)0,8 - 1,0 L/ha500 – 1000 L/ha
Pinta-preta (Alternaria solani)100 mL/100 L de água
Requeima (Phytophthora infestans)100 mL/100 L de água
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, em pós-emergência, quando as condições climáticas foram favoráveis a ocorrência das doenças. Reaplicar a cada 7 dias.

APLICAÇÃO VIA SULCO DE PLANTIO

CulturaDoenças Nome comum (Nome científico)Doses de Produto ComercialVolume de Calda
BatataRizoctoniose (Rhizoctonia solani)3,0 L/ha ou 2,0 L/ha + 1,0 L/ha500 a 1000 L/ha
Sarna-pulverulenta (Spongospora subterranea)
Sarna-comum (Streptomyces scabies)
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar uma única aplicação utilizando a dose de 3,0L/ha no sulco de plantio ou aplicar a dose de 2,0 L/ha no sulco de plantio e mais 1,0 L/ha direcionado ao colo da planta antes da amontoa.
Cana-de- açúcarPodridão-abacaxi (Thielaviopsis paradoxa)1,25 a 2,5 L/ha75 a 150 L/ha
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação. Aplicar sobre os toletes, no interior do sulco de plantio. Utilizar a maior dose em períodos desfavoráveis a emergência da cana-de-açúcar.

APLICAÇÃO VIA TRATAMENTO DOS TOLETES

CulturaDoenças Nome comum (Nome científico)Doses de Produto ComercialVolume de Calda
Cana-de- açúcarPodridão-abacaxi (Thielaviopsis paradoxa)250 mL/ 100 L de águaDiluir a dose recomendada no volume de 100 L de água
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação. Para tratamento de toletes em instalação de viveiro de mudas, imergir os toletes de cana-de-açúcar em calda contendo PRODUTOP 500 SC na dose de 250mL/100L, por aproximadamente 2 segundos, antes do plantio.

Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 aplicação. Para tratamento de toletes em instalação de viveiro de mudas, imergir os toletes de cana-de-açúcar em calda contendo PRODUTOP 500 SC na dose de 250mL/100L, por aproximadamente 2 segundos, antes do plantio.

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do fungicida PRODUTOP 500 SC deverá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea, conforme especificado abaixo: BATATA - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalo de 7 dias. Pulverizador tratorizado ou costal manual: Usar bicos de pulverização de jato cônico e volume de calda de 500 a 1000 litros por hectare. Quando for realizar a aplicação no sulco de plantio, deve-se aplicar o produto com equipamentos apropriados acoplados a plantadeira, visando obter um volume de calda suficiente para uma boa cobertura dos tubérculos e também de parte do sulco. No caso de plantio manual, este tipo de aplicação poderá ser realizada desde que seja feita após os tubérculos serem colocados no sulco de plantio e antes do enterrio. A aplicação dirigida ao colo da planta deverá ser realizada com pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos laterais direcionados para esta região. CANA-DE-AÇÚCAR - Utilizar pulverizador tratorizado. Realizar a aplicação sobre os toletes, no interior do sulco de plantio, cobrindo as partes cortadas do tolete. Usar volume de calda de 75 a 150 litros por hectare. O tratamento dos toletes também poderá ser realizado através da imersão em calda contendo 250 mL de PRODUTOP 500 SC para cada 100 litros de água (0,25%), antes do plantio. FEIJÃO - Utilizar pulverizador tratorizado, pulverizador costal manual ou sistema de irrigação - Pivô central. Aplicar o produto em área total, cobrindo toda a planta. Realizar 2 ou 3 aplicações do produto iniciando no florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias. Pulverizador tratorizado ou costal manual: Usar bicos de pulverização de jato cônico, e volume de calda de 1000 a 1500 litros por hectare. Fungigação (via pivô central): A aplicação através do sistema de irrigação deve ser realizada calibrando-se o equipamento injetor que poderá ser por injeção por uma bomba diafragma; por sucção da água; ou através de um injetor na coluna central do pivô. Deve-se tomar todas as medidas de segurança, utilizando-se válvulas de registro, para que o produto não possa retornar ao manancial, em caso de uma parada do equipamento de irrigação. A velocidade do pivô central deverá ser de 100 %. GIRASSOL - Utilizar pulverizador tratorizado ou aeronaves agrícolas. Aplicar o produto em área total, cobrindo toda a planta. Realizar 3 aplicações do produto iniciando no florescimento, com intervalos de 10 dias. Pulverizador tratorizado: Usar bicos de pulverização de jato cônico e volume de calda de 300 a 600 litros por hectare.

Aeronaves agrícolas: Usar bicos apropriados para este tipo de aplicação, como exemplo D6 a D12 e disco “Core” inferior a 45, com volume de calda de 30 a 50 litros por hectare. Não usar este tipo de aplicação com vento superior a 10 km/h, temperatura superior a 27 °C e umidade relativa do ar inferior a 60%. MAÇÃ - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Sarna: Aplicar a cada 7 dias, usando volume de calda de 1000 a 2000 litros por hectare. Ácaros: Aplicar quando houver 5 formas móveis por folha, repetindo a aplicação quando a infestação atingir estes níveis, usando volume de calda de 1000 a 2000 litros por hectare. MORANGO E PÊSSEGO - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações com intervalos de 7 dias. Usar volume de calda de 1000 litros por hectare. SOJA - Utilizar pulverizador tratorizado ou aeronaves agrícolas. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalos de 10 a 14 dias. Pulverizador tratorizado: Usar bicos de pulverização de jato cônico ou leque duplo e volume de calda de 200 a 500 litros por hectare. Aeronaves agrícolas: Usar bicos apropriados para este tipo de aplicação, como exemplo D6 a D12 e disco “Core” inferior a 45, com volume de calda de 30 a 50 litros por hectare. Não usar este tipo de aplicação com vento superior a 10 km/h, temperatura superior a 27°C e umidade relativa do ar inferior a 60%. TOMATE - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta, com intervalos de 7 dias. Usar volume de calda de 500 a 1000 litros por hectare. O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo. Quando a aplicação for realizada por aeronaves agrícolas, evitar que na área a ser tratada, haja a circulação de trabalhadores ou outras pessoas que não estiverem envolvidas com o manuseio do equipamento agrícola. Após aplicação, caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas, observar o intervalo de reentrada e os equipamentos de proteção indicados. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: Temperatura ambiente até 30 °C; Umidade relativa do ar no mínimo de 50%; Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) Cultura Intervalo (dias) Batata ................................ Cana-de-açúcar ................................ (1) Feijão ................................ Girassol ................................ Maçã ................................ Morango ................................ Pêssego ................................

Cultura Intervalo (dias) Soja ................................ Tomate ................................ (1) – Intervalo de Segurança não é especificado devido a modalidade de emprego para a cultura da cana-de-açúcar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivamente agrícola.  Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.  O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide “Modo de Aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:  Rotacionar produtos com mecanismo de ação distintos do Grupo C5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;  Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.;  Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;  Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;  Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto Produtop 500 SC é composto por Fluazinam, que apresenta mecanismo de ação de desacoplador de fosforilação oxidativa, pertencente ao Grupo C5, segundo classificação internacional do Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

 Produto para uso exclusivamente agrícola.  O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;  Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;  Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;  Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;  Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;  Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado;

 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;  Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais;  Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

 Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.  Utilize equipamento de proteção individual – EPI: Macacão de tecido hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.  Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.  Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

 Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto;  Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região;  Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.  Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3); óculos de proteção, touca árabe e luvas de nitrila.  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:  Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada;  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação;  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para

evitar contaminação;  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;  Não reutilizar a embalagem vazia;  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.  Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, botas, macacão, luvas e máscara;  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoas treinadas e devidamente protegidas.  Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;  Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Provoca irritação ocular grave ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve-se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo INTOXICAÇÕES POR PRODUTOP 500 SC

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoFenilpiridinilamina .
Classificação toxicológicaCategoria 5 - Produto improvável de causar dano agudo.
Vias de exposiçãoOral, dérmica, inalatória e mucosa
ToxicocinéticaFluazinam: Estudos indicam que o Fluazinam e pouco absorvido pelo metabolismo de ratos. Somente 33 e 40% da dose administrada em ratos foi absorvida. A maior parte da dose administrada foi excretada nas fezes (>89%). A excreção pela urina e menor (4%). A radioatividade total biliar, entretanto, representou 25-34% da dose administrada, indicando considerável circulação enterohepática. Tributil fosfato: Em estudos realizados com ratos onde foi administrado tributil fosfato por via oral, demonstrou que os níveis plasmáticos máximos foram atingidos após 2 a 5 horas. Independente da dose administrada e espécie animal, a excreção foi realizada principalmente pela urina (cerca de 50-86%), e pouco pelas fezes (cerca de 4-19%) e sob a forma de co2 pelo ar exalado (cerca de 2-10%). Em estudos com animais onde o TBP foi administrado por via oral e intraperitoneal o tributil fosfato foi rapidamente transformado pelo fígado e possivelmente pelos rins a produtos hidroxilados e porções butil.
ToxicodinâmicaFluazinam: Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o produto é pouco absorvido para a pele. Quando ingerido, cerca de 29% a 54% é absorvido pelo trato gastrointestinal e rapidamente excretado, principalmente via fezes. Outra via de excreção é a urina. Não há efeito acumulativo no organismo. Tributil fosfato: Não há um mecanismo de ação tóxica específica para o tributil fosfato em mamíferos e os sintomas são gerais e inespecíficos. Alguns estudos demonstraram que pode haver um leve efeito inibitório na colinesterase plasmática, porém sem sintomas específicos. Em estudos realizados com ratos onde foi administrado tributil fosfato por via oral, demonstrou que os níveis plasmáticos máximos foram atingidos após 2 a 5 horas. Não foi demonstrada neurotoxicidade nos estudos específicos. Independente da dose administrada e espécie animal, a excreção foi realizada principalmente pelo rins (cerca de 50-86% pela urina), e pouco pelas fezes (cerca de 4-19%) e sob a forma de C02 pelo ar exalado (cerca de 2-10%). Em um estudo específico onde ratos receberam uma dose oral única de TBP produziu o perfil de eliminação, onde dentro de 1 dia, 50% da dose foi excretada na urina, 10% foi excretada no ar exalado, e 6% foi excretada nas fezes. Após 5 dias, 82% da dose total foi eliminada. Em estudos com animais onde o TBP foi administrado por via oral e intraperitoneal ele foi rapidamente transformado pelo fígado e possivelmente pelos rins a produtos hidroxilados e porções butil. Em um estudo em mamíferos demonstrou que o metabolismo foi através de hidroxilação seguida de conjugação (ácido glicurônico e sulfato).
Sintomas e sinais clínicosFluazinam: Em estudo com animais de laboratório mostram que o produto apresenta baixa toxicidade aguda oral e dérmica. Em contato com os olhos pode causar irritação mediana. Tributil fosfato: A aplicação tanto na pele intacta como na pele lesada de coelhos e cobaias provocou irritação com edema e eritema. A instilação de fosfato de tributila no saco conjuntiva! de coelhos provocou irritação moderada. A Inalação de vapores de tributil fosfato causou irritação das membranas mucosas.
DiagnósticoFluazinam: O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Muitas substâncias químicas produzem anormalidades do sistema hematopoiético, fígado e rins. Sugere-se realizar hemograma completo e monitorar a função hepática e renal de pacientes com significante exposição. Em caso de irritação das vias respiratórias ou depressão respiratória evidente, monitorar gasometria arterial, radiografia de tórax e testes de função pulmonares. Tributil fosfato: O diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de exposição significativa ao produto. Não há um exame laboratorial específico para o diagnóstico, porém a dosagem de colinesterase plasmática poderá ser monitorada.
TratamentoFluazinam: Tratamento sintomático e de manutenção. Não existe antídoto específico. Não use emético. Verifique sinais de insuficiência respiratória e proceda a assistência conforme necessário. Monitore quanto ao choque e trate se necessário. Monitore quanto ao choque e trate se for necessário. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Em caso de exposição ocular, irrigue continuamente com solução salina. Em caso de irritação dermal em desenvolvimento pode requerer tratamento com corticosteroide tópico ou a anti- histamínico. Tributil fosfato: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento onde existe o risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos efeitos das interações químicas.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800-770-1099

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Irritante leve. Em contato com a pele de coelhos foi observado eritema bem definido e edema em todos os animais testados, todos os locais de pele tratados apresentaramse normais em 7 dias. Corrosão/ Irritação ocular em coelhos: Os animais de experimentação apresentaram hiperemia, quemose e irite. Não houve opacidade da córnea. Foi observada irritação conjuntival moderada em todos os animais tratados. Nenhum efeito da córnea foi observado durante o estudo. Inflamação da íris foi observada em todos os olhos tratados uma hora após o tratamento. Irritação conjuntival moderada. Em dois coelhos os olhos tratados apresentaram normais em 72 horas e em um coelhos em 7 dias após a aplicação da substância teste. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Em estudos crônico e crônico para toxicidade com fluazinam, os principais órgãos afetados foram os seguintes: fígado, pulmão, útero, pâncreas, timo, tireoide, estomago, olhos e cérebro. Toxicidade geral foi observada em camundongos, ratos e cães como diminuição no ganho de peso corpóreo. Toxicidade hepática foi evidente na maioria dos estudos. Toxicidade da tireoide foi menos comum, mas inclui hiperplasia folicular da tireoide. Efeitos endócrino relacionados incluíram atrofia tubular do testículo, hiperplasia de timo e atrofia das glândulas pancreáticas exócrina. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;  Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;  Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas/microcrustáceos/peixes);  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamento com vazamento.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.

 Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.  A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.  Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.  Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:  Isole e sinalize a área contaminada.  Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a empresa AMBIPAR (24h) 0800-707-7022.  Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).  Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem

adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.  Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:  Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;  Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;  Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;  Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;  Faça esta operação três vezes;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;  Acione o mecanismo para liberar o jato de água;  Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;  Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrição de uso no Estado do Paraná para a cultura do girassol.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Produtop 500 SC registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 33422 · documento de 28/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Produtop 500 SC?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Produtop 500 SC e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Produtop 500 SC é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 33422, documento de 28/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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