Bula oficial · registro MAPA nº 5615

Bula do Previnil Max

Bula completa do Previnil Max (registro MAPA nº 5615), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clorotalonil.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 24 páginas no PDF.

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 5615

COMPOSIÇÃO

Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL) ...........................................720,0 g/L (72,00% m/v) Outros ingredientes.......................................................................................616,5 g/L (61,65% m/v)

GRUPO M05 FUNGICIDA CONTEUDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida do grupo químico isoftalonitrila TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*) HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA. Rua Verbo Divino, 2001 – 2o andar, conj. 21, Torre A - CEP: 04719-002 - São Paulo/SP CNPJ: 47.176.755/0001-05 - Fone: (11) 5185-4099 - Registro no Estado n° 317 - CDA/SP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Chlorothalonil Técnico Helm – Registro MAPA nº 14712 JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD. N° 7, Runhua Road, Ligang Town, 214444, Jiangyin City, Jiangsu Province – China Clorotalonil Técnico Agrisor – Registro MAPA nº 24116 JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD N° 19 Xingang Road Economic Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu – China JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD N° 55, Jingjiu Road, Economic Development Zone, 221400, Xinyi City, Jiangsu - China Clorotalonil Técnico Denong – Registro MAPA nº 40319 JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City - China Maxunil Técnico – Registro MAPA nº 31218 JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City - China Pilarich Técnico – Registro MAPA nº 01611 PILARQUIM (SHANGAI) CO., LTD 1500, Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xiand District, Shanghai – China JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City - China FORMULADOR/MANIPULADOR: CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, Nantong City, 226407, Jiangsu Province, P.R. - China

CHEMINOVA DEUTSCHLAND GmbH & CO. Kg Stader Elbstrasse, 26-28, DE-21683 Stade – Alemanha JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD N° 55, Jingjiu Road, Economic development zone, Xinyi City, 221400, Jiangsu Province - China JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD Jinger Road, Industry Chemical Park, Jiangsu Province, Xinyi City – China JIANGYIN SULI CHEMICAL CO., LTD. N° 7, Runhua Road, Liang Town, 214444, Jiangyin City, Jiangsu Province – China SCHIRM GmbH Geschwister-Scholl-Strasse 127, D– 39218, Schönebeck/Elbe, Saxónia-Anhalt – Alemanha ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antonio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 – Londrina – PR CNPJ 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 – ADAPAR/PR ADAMA BRASIL S/A. Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP 95860-000 – Taquari – RS CNPJ 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 1047/99 – SEAPA/RS FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Rodovia Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, CEP: 18120-970 - Mairinque / São Paulo CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro no Estado nº 31 - CDA/SP FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 – Dist. Industrial III – CEP 38001-970 – Uberaba - MG CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 – IMA/MG IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Avenida Liberdade, 1701 – CEP 18001-970 – Sorocaba – SP CNPJ 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 008 - CDA/SP INDÚSTRIAS QUÍMICA LORENA LTDA Rua 01, Esquina com a Rua 06, s/n° - Distrito Industrial - CEP: 12580-000 – Roseira – SP CNPJ 48.284.749/0001-34 - Registro no Estado nº 266 - CDA/SP OURO FINO QUÍMICA S.A Avenida Filomena Cartafina, 22335, Quadra 14, Lote 5 – Uberaba - MG CNPJ 09.100.671/0001-07Registro no Estado nº 8764 – IMA/MG OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso, n° 13 – Pq. Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal/SP CEP: 14871-360 - CNPJ 65.011.967/0001-14Registro no Estado nº 101 – CDA/SP SIPCAM NICHINO BRASIL S.A Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III – CEP 38044-755 - Uberaba-MG CNPJ 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2972 – IMA/MG SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260 – Cruz Alta – CEP: 13348-790 – Indaiatuba/SP CNPJ: 60.744.463/0096-50 – Registro no Estado nº 4476 – CDA/SP

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Avenida Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 – Paulínia - SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado nº 477 CDA/SP ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Rua Alberto Guizo nº 859, Distrito Industrial João Narezzi, CEP 13347-402 – Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado nº 466 – CDA/SP

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

AGITE ANTES DE USAR. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE

TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II -

PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow C

INSTRUÇÕES DE USO

Cultura Alvo Dose Época de aplicação

CulturaAlvoDoseÉpoca de aplicação
AbacateAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
AbacaxiPodridão-do-olho (Phytophthora parasítica)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
AbóboraMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
AbobrinhaMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
AlgodãoRamulária (Ramularia areola)1,0 a 2,0 L/haIniciar as aplicações preventivamente. Se necessário reaplicar em intervalos de até 14 dias. Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 – 200 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
AlhoMancha-púrpura (Alternaria porri)2,0 L/haIniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7dias.
Míldio (Peronospora destructor)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha
AmendoimMancha-castanha (Cercospora arachidicola)1,5 a 2,0 L/haAplicar o produto preventivamente em condições climáticas propícias para a doença (alta umidade e temperaturas acima de 19°C), ou imediatamente após os primeiros sintomas da doença. Reaplicar a cada 10-14 dias quando observar condições favoráveis à doença. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença.
Mancha-preta (Pseudocercospora personata)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 - 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 – 500 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
ArrozHelmintosporiose (Bipolaris oryzae)1,7 L/haPrimeira no início do emborrachamento, a segunda na emissão das panículas e a terceira no florescimento. Volume de calda para obter cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: Primeira no início do emborrachamento, a segunda na emissão das panículas e a terceira no florescimento. Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100-300 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
AveiaFerrugem-da-folha (Puccinia coronata var. avenae)1,5 a 2,0 L/haIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha-amarela (Drechslera tritici-repentis)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 -15 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
BatataPinta Preta (Alternaria solani)1,75 a 2,0 L/haAplicar o produto preventivamente em condições climáticas propícias para a doença (para a pinta-preta, temperaturas e umidades relativas elevadas e para a requeima, baixa temperatura e alta umidade relativa do ar). Reaplicar a cada 7 dias quando observar condições favoráveis à doença, limitando-se a no máximo de 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença.
Requeima (Phytophthora infestans)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 – 1000 L/ha
CebolaMancha-púrpura (Alternaria porri)2,0 L/haIniciar as aplicações logo após os primeiros sintomas da doença. Manter a lavoura monitorada e reaplicar, dependendo da evolução da doença, a cada 7dias
Míldio (Peronospora destructor)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800 L/ha
CevadaMancha marrom (Bipolaris sorokiniana)1,5 a 2,0 L/haIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Mancha reticular (Dreschslera sorokiniana)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 - 15 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
ChuchuMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
FeijãoAntracnose (Colletotrichum lindemuthianum)2,0 L/haIniciar o tratamento preventivo cerca de 20 a 30 dias após a emergência, repetindo a cada 7-10 dias em condições climáticas favoráveis para os patógenos (para mancha-angular, períodos intermitentes seco-úmido e temperatura por volta de 24°C, e para antracnose, alta umidade e temperatura entre 15° e 22°C).
Mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola)1,75 a 2,0 L/ha
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 – 10 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 – 500 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
Grão-de- bicoAntracnose (Colletotrichum lindemuthianum)2,0 L/haIniciar o tratamento preventivo cerca de 20 a 30 dias após a emergência, repetindo a cada 7-10 dias em condições climáticas favoráveis para os patógenos (para mancha-angular, períodos intermitentes seco-úmido e temperatura por volta de 24°C, e para antracnose, alta umidade e temperatura entre 15° e 22°C).
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 – 10 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 – 500 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
MaçãMancha-foliar-da-gala (Colletotrichum gloeosporioides)208 mL/100 L de águaIniciar as aplicações no início da brotação e repetir a cada 7-10 dias, com no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Sarna-da-macieira (Venturia inaequalis)174 mL/100 L de água
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 – 10 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1,5 a 2,0 L/planta
MamãoVaríola (Asperisporium caricae)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
MangaAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 14 dias
Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
MaracujáAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
MaxixeMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
MelanciaMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
MelãoAntracnose (Colletotrichum orbiculare)250 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Míldio (Pseudoperonospora cubensis)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
MilhoMancha-de-phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis)1,5 a 2,0 L/haIniciar o tratamento no estádio de pré- pendoamento da cultura ou quando avistado presença dos primeiros sintomas da doença. Se necessário, repetir a aplicação.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 - 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 – 200 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
PepinoMíldio (Pseudoperonospora cubensis)300 mL/100 L de águaIniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 800L/ha
SojaFerrugem-da-soja (Phakopsora pachyrhizi)1,0 a 1,8 L/haAplicar PREVINIL MAX®, CROMIE® preventivamente, inserido em um programa de manejo, com fungicidas de diferentes modos de ação. O monitoramento da doença, a partir do início do estádio vegetativo, e sua identificação nos estádios iniciais são essenciais para a utilização eficiente do controle químico. O atraso na aplicação, após constatados os sintomas iniciais de ferrugem, pode acarretar redução de produtividade, mesmo com o uso de
várias aplicações.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 10 – 20 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 – 200 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
Míldio (Peronospora manshurica)1,39 a 2,08 L/haPara o controle destes patógenos, realizar 2 aplicações, sendo a 1ª aplicação na fase de florescimento e a 2ª de 15 a 20 após a 1ª aplicação.
Septoriose (Septoria glycines)
Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii)1,0 a 2,0 L/haRealizar a 1º aplicação de forma preventiva no estágio reprodutivo da soja; reaplicar em intervalo máximo de 14 dias. Utilizar a maior dose, para situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupos químico(s).
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 10 – 20 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 – 500 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
SorgoCercospora (Cercospora sorghi)1,5 a 2,0 L/haIniciar o tratamento quando avistado presença dos primeiros sintomas da doença. Se necessário, repetir a aplicação.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 - 14 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 – 200 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
TomateMancha-de-alternaria (Alternaria solani)175 a 200 mL/100 L de águaIniciar o tratamento logo após a emergência da cultura ou aos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento a cada 7 dias, observando condições favoráveis de alta umidade relativa do ar.
Requeima (Phytophthora infestans)
Mancha-de-stemphylium (Stemphylium solani)208 mL/100 L de água
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 – 1000 L/ha
TrigoFerrugem-da-folha (Puccinia triticina)1,5 a 2,0 L/haPreferir realizar as aplicações nas fases críticas da cultura – emborrachamento e florescimento. Em situações propícias para o desenvolvimento da doença e em cultivares sensíveis, em particular mancha-amarela, recomenda-se iniciar o monitoramento e o manejo na fase de perfilhamento e elongação dos colmos.
Mancha-amarela (Drechslera tritici-repentis)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 – 15 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha - Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
UvaMofo-cinzento (Botrytis cinereai)208 mL/100 L de águaIniciar tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas.
Antracnose (Elsinoe ampelina)
Podridão-da-uva-madura (Colletotrichum gloeosporioides)
Míldio (Plasmopara viticola)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 – 1500 L/ha

Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 – 1500 L/ha Caso haja necessidade de realizar mais aplicações do que o número máximo por cultura estabelecida na tabela acima, é importante que sejam realizadas aplicações com outros produtos registrados de modo de ação diferente.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

EQUIPAMENTOS: Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores costais; turbo atomizador; tratorizados ou autopropelidos com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa cobertura das plantas. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas. Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas: algodão, amendoim, arroz, aveia, cevada, feijão, milho, soja, sorgo e trigo. Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “micronair”, sempre visando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:  Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.  Umidade relativa do ar acima de 50%.  Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo. Observação: A boa cobertura da superfície aplicada é fundamental para o sucesso do controle das doenças, independente do equipamento utilizado. Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento. 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. 2. Limpe todo o pulverizador, incluindo os materiais utilizados para o enchimento do tanque. Utilize EPI e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal. RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.

Tipo de ponta de pulverização: Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva. Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado. Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaDias
Abóbora7
Abobrinha7
Abacate7
Abacaxi7
Algodão30
Alho7
Amendoim14
Arroz15
Aveia30
Batata7
Cebola7
Cevada30
Chuchu7
Feijão14
Grão-de-bico14
Maçã14
Mamão7
Manga7
Maracujá7
Maxixe7
Melancia7
Melão7
Milho42
Pepino7
Soja7
Sorgo42
Tomate7
Trigo30
Uva7

Batata Cebola Cevada Chuchu Feijão Grão-de-bico Maçã Mamão Manga Maracujá Maxixe Melancia Melão Milho Pepino Soja Sorgo Tomate Trigo Uva

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no minimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste periodo, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas. Não aplicar em mistura com óleos mineral e/ou vegetal. Na cultura da soja, havendo necessidade de aplicar em mistura com óleos minerais ou vegetais, não utilizar doses altas desses óleos, principalmente em baixos volumes de calda. Caso aplicado nessa situação, e dependendo das condições climáticas e da sensibilidade do cultivar, podem aparecer pequenas pontuações brancas nas folhas da cultura – essas lesões, todavia, não afetam a produtividade. Compatibilidade: Não aplicar em mistura com óleos mineral e/ou vegetal.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS). INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA À FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M05 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M05 FUNGICIDA O produto fungicida PREVINIL MAX®, CROMIE® é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA À FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-DA-SOJA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugem asiática da soja, seguem algumas recomendações: • Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura, rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo M05 sempre que possível; Se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente; • Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária; • Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape); • Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época); • Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis; • Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;

• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doença a ser controlado; • Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégicas regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas; • Realizar o monitoramento da doença na cultura; • Adotar estratégia de aplicação preventiva; • Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações; • Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), ao Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org) e ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO M05 FUNGICIDA O produto fungicida PREVINIL MAX®, CROMIE® é composto por clorotalonil, que apresenta mecanismo de ação de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”.

PRECAUÇÕES GERAIS

NOVA FÓRMULA - Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;

- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os Equipamentos de proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem faça-a de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada não entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entre em contato, com a névoa do produto - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo o contato com a área tratada com o produto até o término do período de reentrada (24 h). Caso necessite entrar na área tratada com os produtos antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.

- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

PERIGO“Nocivo se ingerido”
“Tóxico se inalado”
“Pode provocar irritação das vias respiratórias”
“Provoca lesões oculares graves”
“Pode provocar reações alérgicas na pele”
"Provoca moderada irritação à pele "

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: PODE PROVOCAR LESÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado e a mantenha em repouso numa posição que não dificulte a respiração. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR PREVINIL MAX®, CROMIE®-

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoIsoftalonitrila
Classe toxicológicaCategoria 3 – Produto moderadamente toxico
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaNos estudos com animais de laboratório, o Clorotalonil administrado por via oral é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. A absorção ocorre principalmente no intestino delgado e é maior após a administração de uma menor dose do que após a administração de uma dosagem elevada. Há uma rápida distribuição para os rins, onde o produto é conjugado com a glutationa, formando metabólitos. O Clorotalonil absorvido foi totalmente
metabolizado e os metabólitos excretados pela urina e bile. O armazenamento nos tecidos é menor que 1% da dose administrada. Foi observada excreção via fezes (82 a 93%), urina (4 a 9%) e pela bile (9 a 18%), sendo que 90% do produto absorvido foi excretado em 48 horas. Em estudos com ratos, foram administradas doses orais de clorotalonil acima de 50 mg/Kg. Aproximadamente 30% da dose foi absorvida após 48 horas. O Clorotalonil foi distribuído no sangue e tecidos em 2 horas. As concentrações mais elevadas foram. encontradas no rim, seguido pelo fígado e sangue. A maior parte da excreção ocorreu pelas fezes. A excreção biliar foi rápida, sendo o pico atingido 2h após uma dose oral de 5 mg/Kg, e essa excreção foi saturada em doses de 50 mg/Kg ou mais. A excreção urinária em ratos contabilizou de 5-10% da dose. Quando o clorotalonil foi aplicado na pele de ratos, aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 h. Em torno de 18% da dose foi encontrada nas fezes e 6% na urina em 120 h. A eliminação fecal é a principal via em cachorros e macacos, e a excreção urinária é menor do que em ratos.
ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Estudos de toxicidade aguda em ratos, pela via inalatória, a exposição ao clorotalonil resultou em mortes por asfixia, secundária ao desenvolvimento de edema pulmonar. Os sinais de toxicidade e achados patológicos demonstraram que esta substância pode causar irritação para o trato respiratório e para os pulmões. Em estudos em ratos e camundongos, pela via oral, os rins foram o principal alvo da toxicidade do clorotalonil. Estudos sobre o mecanismo da nefrotoxicidade causada por esta substância, em ratos, pela via oral, demonstraram que os tumores ocorrem como uma consequência ao dano sustentado ao segmento S2 dos túbulos renais. A ocorrência dos tumores é precedida por uma citotoxicidade renal que tem como resposta uma proliferação/hiperplasia celular regenerativa. Estudos indicam que esta citotoxicidade ocorre devido aos metabólitos reativos, formados pela clivagem dos conjugados S de cisteína pelas beta-liases nos rins, transportados para os túbulos renais. Devido às βliases renais humanas apresentarem menor atividade do que as dos roedores, os roedores foram considerados mais sensíveis à bioativação do clorotalonil por esta via. Em estudos em cães, não foram observados efeitos de toxicidade aos rins.
Sintomas e Sinais ClínicosExposição aguda: Concentrações de 0,1% ou mais de solventes orgânicos causam irritações dérmicas moderadas, podem causar irritações oculares e no trato gastrintestinal. Tem sido relatada asma ocupacional após a exposição inalatória ao clorotalonil. Há relatos de concentrações de clorotalonil de 0,01% que causaram reações anafiláticas. Exposição oral: pode ocorrer êmese espontânea. Exposição ocular: extremamente irritante aos olhos. Pode causar dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital. Exposição dérmica: O clorotalonil, quando não diluído, é altamente irritante para a pele. Pode ocorrer dermatite de contato após exposição a concentrações acima de 0,01% ou 0,001% em acetona. Reações alérgicas e de fotossensibilidade também são possíveis. Pode ocorrer dermatite na ausência de contato direto com a pele devido à alta volatilidade. Exposição respiratória: clorotalonil pode causar irritação do trato
respiratório (dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe e no peito, asma). Efeitos imunológicos: podem ocorrer reações anafiláticas e reação de hipersensibilidade retardada.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoTratamento geral: As medidas gerais dever estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais. Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente com a manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição Oral: No caso de ingestão de quantidades significativas, administre carvão ativado em água. Não induza o vômito. Trate sintomaticamente prestando atenção, quando necessário, os sintomas respiratórios e dérmicos. Em caso de ingestão de grandes quantidades, a lavagem gástrica pode ser indicada . - A êmese não é indicada devido às propriedades irritantes e ausência de efeitos sistêmicos do clorotalonil diluído. O risco de aspiração do solvente presente na formulação também torna a êmese induzida potencialmente perigosa. - O clorotalonil não diluído é fortemente irritante. Contudo, não foram descritos efeitos corrosivos. Os pacientes devem ser examinados quanto a sinais de danos teciduais ou nas membranas mucosas. Exceto em circunstâncias raras, esofagoscopia, esteroides e antibióticos não costuma ser necessários. - Lavagem gástrica: A lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Diluição: Iniciar diluição imediatamente com 120 a 240 mL de água ou leite (não exceder 120 mL em crianças). Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas. Carvão ativado: avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5 a 1,0 g/kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25 g (ou 0,5 a 1,0 g/kg) em crianças com menos de 1 ano. Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
Reação alérgica: 1. Leve/moderada: Anti-histamínicos com ou sem β2-agonistas via inalatória; costicosteroides ou epinefrina via parenteral. 2. Grave: Oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 mL de solução 1:1000 via SC; criança: 0,01 mL/kg, 0,5 mL no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteroides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG e fluídos intravenosos.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água abundante e sabão, não negligenciando unhas e dobras cutâneas. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Dermatite irritante retardada pode ocorrer 48 a 72 horas após ter cessado a exposição. Anti-histamínicos ou esteroides tópicos podem ser úteis no tratamento da dermatite alérgica por contato. Exposição Respiratória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer adequadas ventilação e oxigenação. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Trate broncoespasmos com β2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. Antídoto: Não há antídoto específico conhecido para a substância. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Medidas sintomáticas e de manutenção: Manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das Interações químicasNão são conhecidos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica–RENACIAT- ANVISA/MS.
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 5185-4099 Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas) Emergências para Transportes: 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24 horas)

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica–RENACIATANVISA/MS. As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 5185-4099 Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas) Emergências para Transportes: 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24 horas) Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica” Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: - DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. - DL50 dérmica em ratos: > 2047 mg/kg p.c. - CL50 inalatória em ratos: = 0,73 mg/L p.c. -Corrosão/irritação cutânea em coelhos: O produto é levemente irritante para a pele. A substância teste aplicada na pele de coelhos provocou eritema leve nos animais, reversíveis em 7 dias. - Corrosão/irritação ocular em coelhos: O produto é extremamente irritante para os olhos. O produto quando aplicado nos olhos de animais de experimentação causou opacidade, hiperemia, irite e quemose. Devido a reação ocular severa o teste foi realizado com um único coelho. - Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é sensibilizante. - Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de experimentação. -Mutagenicidade: O produto não apresenta potencial mutagênico. Não houve dano cromossômico estrutural e/ou numérico no eritrócito imaturo de camundongos, ou seja, é negativo no teste de micronúcleos em medula óssea de camundongos. Também não foram observados aumento biológico relevante na presença ou ausência de ativação metabólica em dois experimentos específicos no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames). Efeitos crônicos: Administração de Clorotalonil na dieta de cães causou redução do peso corporal, anemia leve e alterações histopatológicas no fígado, rim, tireoide e estômago. Nos estudos de carcinogenicidade em animais (camundongos, ratos) demonstrou-se um incremento na incidência de tumores dos túbulos renais, maior em machos, e de carcinomas e papilomas do pré-estômago, predominantes em fêmeas. Não foi encontrado em cães. Os estudos não demonstraram genotocixidade. Efeitos na reprodução e no desenvolvimento em animais: a altas doses, Clorotalonil causou toxicidade materna (morte, diarreia, alopecia, diminuição no ganho de peso e no consumo de alimentos). Abortos pós-implantação foram observados a doses tóxicas maternas. Os seguintes achados foram encontrados em estudos com Clorotalonil na dieta de duas gerações de ratos: hiperplasia e hipertrofia epitelial tubular renal (ambos sexos), hiperplasia e cariomegalia de células claras renais (machos); hiperqueratose e hiperplasia do epitélio escamoso do pré-estômago; diminuição significativa no peso dos filhotes. Lesões renais foram mais graves nos ratos machos.

SINTOMAS DE ALARME: Não específicos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: - - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente  Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos, algas e peixes).  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamentos com vazamentos.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.  Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.  A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.  Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.  Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA. - Telefone da empresa: (11) 5185-4099 (horário comercial) ou 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24 horas) - Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:  Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante, pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.  Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.  Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:  Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;  Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;  Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;  Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;  Faça esta operação três vezes;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;  Acione o mecanismo para liberar o jato de água;  Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;  Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardado as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS

Ceará: é vedada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Previnil Max registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 5615 · documento de 02/07/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Previnil Max?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Previnil Max e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Previnil Max é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 5615, documento de 02/07/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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