Bula oficial · registro MAPA nº 43425

Bula do Pressure 880 SG

Bula completa do Pressure 880 SG (registro MAPA nº 43425), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de amônio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 27 páginas no PDF.

PRESSURE 880 SG® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob n° 43425

COMPOSIÇÃO

Ammonium N-[(hydroxyphosphinato)methyl]glycine (GLIFOSATO SAL DE AMÔNIO) ..............................................880,0 g/Kg (88,0% m/m) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (Glifosato)....800,0 g/kg (80,0 % m/m) Outros Ingredientes.......................................................120,0 g/Kg (12,0% m/m)

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO Glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulo Solúvel em Água (SG). TITULAR DO REGISTRO (*): Suno Agrotech Ltda. Rua Borges de Figueiredo, n°303, Conj. 316, Mooca, CEP: 03110-010, São Paulo/SP. CNPJ: 27.235.671/0001-98 - Cadastro na SAA/CDA/SP n° 4232. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO XW TÉCNICO - Registro MAPA nº 28118 Hubei Trisun Chemicals Co. Ltd. N° 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei, China. lnner Mongolia Xingfa Technology Co., Ltd. Wuda Industrial Park, Wuhai City, lnner Mongolia - China. IMPORTADOR: Agro Import do Brasil Ltda. Rua Professor Ivo Corseuil, n°69, conj 201 e 301, Sala D, Bairro Petrópolis, CEP: 90.690410, Porto Alegre/RS - CNPJ: 05.625.220/0001-24 – Cadastro SEAPA/RS n°1448/04. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/n°, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, CEP: 99.500-000, Carazinho/RS - CNPJ: 05.625.220/0013-68 - Cadastro SEAPA/RS n° 65/20. Rodovia PR 090, Km 374, s/n°, Lote 44-C-2, Módulo I, Parque Industrial Nenê Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR - CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Cadastro ADAPAR/PR n°1000021. Rodovia Presidente Castelo Branco, n°11100, Km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina, CEP: 06.421-400, Barueri/SP - CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Cadastro CDA/SP n° 4252.

Rodovia BR 163, Km 116, s/n°, Armazém 2, Sala 06, Parque Industrial Vetorasso, CEP: 78.746-055, Rondonópolis/MT - CNPJ: 05.625.220/0011-04 – Cadastro INDEA/MT n° 32257. Chemical Solution Para Ltda. Rodovia PA 411, Km 27, S/N, Zona Rural, CEP: 68.560-000, Santana do Araguaia/PA - CNPJ: 25.025.324/0001-05 - Cadastro ADEPARA/PA n° 001.16. Rua Santos Pacheco, 256, Sala 104, Centro, CEP: 57020-290, Maceió/AL - CNPJ: 25.025.324/0002-96 - Cadastro ADEAL/AL n° 0166/2024. Newtop Agro Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, n°960, Centro, CEP: 85.851-020, Foz do Iguaçu/PR - CNPJ: 56.900.226/0001-01 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1008622. FORMULADOR: Zhejiang Jinfanda Biochemical Co., Ltd. Hengcun, Tonglu, Hangzhou, Zhejiang, 310051, China. Jadesheen Biotech Co., Ltd. Caijiashan, Xinhang Town, Guandge City, Anhui Province, China.

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Corrosivo a ferro e latão.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL

DE CAUSAR DANO AGUDO.

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: PRESSURE 880 SG é um herbicida não seletivo, de ação sistêmica, indicado para o controle pós-emergente de plantas daninhas. Após a aplicação nas folhas, o glifosato é rapidamente absorvido e translocado às raízes e regiões meristemáticas, afetando o metabolismo e crescimento das plantas. A morte das plantas pode ocorrer em alguns dias ou semanas depois da aplicação. Recomendamos para o controle não seletivo em pós-emergência de plantas daninhas nas seguintes situações: • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pósemergência das plantas daninhas) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo. • Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de canade-açúcar (cana soca), pinus, e eucaliptos. • Aplicação em área de pousio (manejo outonal) antecedendo o plantio de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo. • Aplicação sobre a cultura da cana-de-açúcar na modalidade de maturador précolheita. Plantas Daninhas de Folha Estreita (Monocotiledôneas):

CULTURASPLANTAS DANINHASDOSEVOLUME DE
NOME COMUMCALDA
(Nome científico)
SOJAAveia-voluntária (Avena strigosa)0,86 kg/ha50 - 250 L/ha (Aplicação terrestre)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,43 kg/ha
Grama-seda (Cynodon dactylon)2,15 - 2,92 kg/ha
Tiririca (Cyperus rotundus)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,86 kg/ha
Capim-amargoso (Digitaria insularis)1,30 - 2,92 kg/ha
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)0,86 kg/ha
Capim-Colonião (Panicum maximum)2,15 kg/ha
SOJACapim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,5 - 2,25 kg/ha200 L/ha (Aplicação terrestre)
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO: PRESSURE 880 SG deve ser aplicado sobre as plantas daninhas a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico. Máximo 1 aplicação por safra.
CULTURASPLANTAS DANINHASDOSEVOLUME DE
NOME COMUMCALDA
(Nome científico)
ALGODÃO CANA-DE-AÇÚCAR (Pré-Plantio) EUCALIPTO MILHO PINUS TRIGOAveia-voluntária (Avena strigosa)0,86 kg/ha50 - 250 L/ha (Aplicação terrestre)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,43 kg/ha
Grama-seda (Cynodon dactylon)2,15 - 2,92 kg/ha
Tiririca (Cyperus rotundus)2,15 - 2,92 kg/ha
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,86 kg/ha
Capim-amargoso (Digitaria insularis)1,30 - 2,92 kg/ha
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)0,86 kg/ha
Capim-Colonião (Panicum maximum)2,15 kg/ha
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)2,15 - 2,92 kg/ha
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO: PRESSURE 880 SG deve ser aplicado sobre as plantas daninhas a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico. No plantio das culturas indicadas, as aplicações de limpeza (manejo) devem ser em área total 7 a 15 dias antes do plantio e 20 a 30 dias para a cana-de-açúcar quando houver a presença das soqueiras. Máximo 1 aplicação por safra.

Plantas Daninhas de Folha Larga (Dicotiledôneas):

CULTURASPLANTAS DANINHASDOSEVOLUME DE CALDA
NOME COMUM
(Nome científico)
ALGODÃO CANA-DE-AÇÚCAR (Pré-Plantio) EUCALIPTO MILHO PINUS TRIGOCarrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)0,86 kg/ha50 - 250 L/ha (Aplicação terrestre)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)0,65 - 0,86 kg/ha
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)0,86 kg/ha50 - 250 L/ha (Aplicação terrestre)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Picão-preto (Bidens pilosa)0,65 kg/ha
Buva (1) (Conyza bonariensis)0,43 - 2,15 kg/ha
Fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,43 kg/ha
Guanxuma (Malvastrum coromandelianu)0,86 kg/ha
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)2,15 kg/ha
CULTURASPLANTAS DANINHASDOSEVOLUME DE CALDA
NOME COMUM
(Nome científico)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)0,86 kg/ha
Guanxuma (Sida rhombifolia)0,86 - 1,30 kg/ha
Joá (Solanum palinacanthum)0,86 kg/ha
Serralha (Sonchus oleraceus)
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO: PRESSURE 880 SG deve ser aplicado sobre as plantas daninhas a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico. No plantio das culturas indicadas, as aplicações de limpeza (manejo) devem ser em área total 7 a 15 dias antes do plantio e 20 a 30 dias para a cana-de-açúcar quando houver a presença das soqueiras. Máximo 1 aplicação por safra.

(1) Para a eliminação da espécie Conyza bonariensis (Buva), utilizar a menor dose recomendada para plantas com até 10 cm de altura e a maior dose para plantas até com 30 cm de altura. Cada quilo (kg) do PRESSURE 880 SG corresponde a 880 g/kg de glifosato sal de amônio ou 800 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Obs.: A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento vegetativo da planta daninha, menores doses para fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.

CULTURASPLANTAS DANINHASDOSEVOLUME DE CALDA
NOME COMUM
(Nome científico)
CANA-DE-AÇÚCAR (Maturador)Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)0,17 - 0,21 kg/ha50 - 250 L/ha (Aplicação terrestre) 30 - 40 L/ha (Aplicação aérea)
ÉPOCA, NÚMERO e INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado em qualquer época da safra, sendo mais comum no final da safra, com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início da época de chuva, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação tanto da cana de ano, ano e meio ou cana soca. OBS: Em cana pronta para florescer, não se deve realizar a aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).

* O momento exato de realizar a colheita deverá estar sempre associado às análises laboratoriais dos níveis das características industriais, de acordo com os aumentos significativos desses níveis de retorno econômico. Em aplicação via aérea, utilizando-se barra com bicos convencionais, com um consumo de 30 a 40 L/ha de calda. O período de carência entre a aplicação do PRESSURE 880 SG como maturador e a colheita de cana-de-açúcar são de 30 dias. NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para o controle das espécies situa-se entre a fase jovem, pleno desenvolvimento vegetativo e pré-florescimento ou até o início da formação dos botões florais. Aplicar PRESSURE 880 SG quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de stress hídrico. O produto não tem ação sobre as sementes existentes no solo. As doses indicadas, quando aplicadas de acordo com as recomendações da bula, controlam as plantas daninhas na fase jovem até a fase adulta. Doses menores são recomendadas para os casos de baixa infestação. As doses dependem do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e do tipo de equipamento utilizado. Deve-se fazer apenas uma aplicação ao ano.

MODO DE APLICAÇÃO

PRESSURE 880 SG deve ser aplicado através de equipamentos costais manuais ou pressurizados, pulverizadores tratorizados ou equipamentos aéreos. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados para cada tipo de bico. O uso de PRESSURE 880 SG na cultura da cana-de-açúcar (Pré-Plantio) pode ser feito nas seguintes condições: Aplicação entre Linhas: Normalmente esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas infestantes perenes, como tiririca, capim-colonião ou grama-seda. A aplicação deve ser feita dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas da cultura.

Para as plantas infestantes como grama-seda e tiririca, que além das sementes são também disseminadas através de rizomas e bulbos, poderá ocorrer rebrotes e será necessário novas aplicações (vide doses no quadro acima). Para as espécies florestais Eucaliptos e Pinus, o controle das plantas infestantes pode ser feito nas seguintes condições: a) Aplicação em jato dirigido: Normalmente esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas úteis. A aplicação deve ser feita dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato com as folhas, ramos ou caules jovens das plantas úteis. b) Aplicação em área total: Nestas condições deve ser aplicado em área total, onde se necessita controle de todas as plantas infestantes existentes e onde não existem plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver a dose letal. EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre: Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais: - Volume de Aplicação: Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 50-250 L/ha. Obs.: O volume de calda pode ser ajustado respeitando a concentração máxima de I.A./ha, desde que proporcione uma boa cobertura durante a aplicação do produto. - Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique de maior tamanho de gota possível (Grossa (G) e Muito Grossa (MG), sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Evitar ao máximo a adoção de técnicas que demandem as gotas mais finas. - Seleção de Pontas de Aplicação: Para a aplicação do PRESSURE 880 SG, recomendamos a utilização de pontas de pulverização do tipo com indução de ar, que possibilitam uma geração de gotas grossas (G) a muito grossas (MG), minimizando assim o risco de deriva.

- Altura da Barra de Aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos, de acordo com o manual. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo. - Velocidade do Vento: Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva. - Velocidade do Equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada, seguir os parâmetros operacionais definidos pelo fabricante do equipamento. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo e menor risco de deriva. - Pressão de Trabalho: A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva. O funcionamento e adequação do manômetro é fundamental para a qualidade e segurança da operação. Jamais pulverize fora da faixa de pressão recomendada para cada tipo de ponta (informação disponível no catálogo do fabricante). A operação em pressões fora do recomendado prejudica o espectro de gotas. Pressões elevadas causam deriva. Somente aplique o produto com equipamentos tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável técnico. - Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa (Grossa (G) e Muito Grossa (MG), direcionando para o alvo desejado. Observar para que não

ocorram sobreposições, nem deriva por movimentos não planejados pelo operador, seguindo parâmetros operacionais definidos pelo fabricante do equipamento. Aplicação aérea: Cana-de-açúcar (pré-plantio e maturação) Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, no caso de aeronaves de asa fixa, providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais: - Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo. - Volume de calda de 30 a 40 L/ha, altura de voo de 4 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 110 a 120 µm. - Densidade mínima de gotas de 20 gotas/cm² (DMV: 420 - 450 µ), com pressão de 15 - 30 psi. - Bicos de jato cônico da série D ou similar. - Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximos as perdas por deriva. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: - Temperatura ambiente: evitar altas temperatura. Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Velocidade do vento: Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Situações sem vento podem indicar a ocorrência de fenômenos atmosféricos que causam deriva, como as inversões térmicas (manhãs frias) e correntes convectivas (tardes quentes), assim como rajadas de vento podem ocasionar maior risco de deriva. - Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55%). GERENCIAMENTO DE DERIVA: EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação do ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores

relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade e direção do vento, umidade e temperatura do ar). O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar o produto. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes na composição do risco de deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Consulte sempre um profissional habilitado para auxiliar na definição da tecnologia de aplicação mais eficiente e segura de maneira a evitar o risco de deriva. PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO: Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar PRESSURE 880 SG. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURADIAS
Algodão(1)
Cana-de-açúcar (pré-plantio)(2)
Cana-de-açúcar (maturador)30 dias
Milho(3)
EucaliptoU.N.A.
PinusU.N.A.
Soja(4)
Trigo(2)

(1) = O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (2) = Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. (3) = O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. (4) = O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. U.N.A = Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não permita que os trabalhadores entrem na área tratada durante as primeiras 4 horas após a aplicação. Em caso de necessidade da entrada antes dessas 4 horas, deve ser usado equipamento padrão de proteção pessoal (calças compridas, camisa de manga comprida, sapatos fechados e luvas).

LIMITAÇÕES DE USO

• Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 a 6 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Se caso ocorrer chuvas nesse período, repita a aplicação. • A eficácia do produto pode ser visualizada a partir do 4º dia após a aplicação. • Sempre utilizar água limpa, isenta de argilas, limo e matéria orgânica em suspensão. • Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de PRESSURE 880 SG. • Não aplicar PRESSURE 880 SG com as folhas das plantas daninhas cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). • Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida (calda de aplicação atinja as partes das plantas úteis). PRESSURE 880 SG não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. • Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não resiste ao herbicida PRESSURE 880 SG. Fitotoxicidade: O herbicida PRESSURE 880 SG não deve ser utilizado em área total em pós-emergência da cultura indicada.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A

SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA À HERBICIDAS

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas, seguindo as boas práticas agrícolas; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G HERBICIDA

O produto herbicida PRESSURE 880 SG é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato

Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de plantas daninhas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, e a aplicação do herbicida Glifosato deve ser realizada uma única vez. Se houver novas incidências de plantas daninhas, é recomendável a alternância deste produto com outros herbicidas, com mecanismos de ação diferentes. O uso de rotação de culturas, cobertura verde, época adequada de semeadura, variação de espaçamento, adubação equilibrada, uso herbicidas com mecanismos de ação distintos, cultivo mecânico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema e mínimo impacto sobre o meio ambiente.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÃNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as

pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção Lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os

Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. Nocivo se inalado. ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

INTOXICAÇÕES POR PRESSURE 880 SG

Grupo químico Glicina substituída.
Grupo químicoGlicina substituída.
Classe toxicológica
Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
Vias de absorção
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaEm ratos, o glifosato foi pouco absorvido pela via dérmica (1-3%) e
rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma
proporção de 20-30%. O pico plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas
e em 6 horas para machos. A distribuição foi ampla, com pequenas
concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O glifosato passa por
muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil-
fosfônico (AMPA) detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O
glifosato foi excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da
dose administrada (cerca de 90%) foi eliminada nas primeiras 48 horas. A
excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%), grande parte
como dose não absorvida, e também através da urina (20-30%). A meia-
vida de eliminação do organismo é de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de
bioacumulação. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permaneceu
retido nos tecidos (ossos, rins e fígado). Este padrão toxicocinético ocorreu
independentemente da dose, do sexo do animal e da via de administração
do glifosato.
ToxicodinâmicaNão são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato
em humanos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas.
Sintomas e sinais clínicosO glifosato é irritante para os olhos e membranas mucosas. Os sintomas
de intoxicação aguda por glifosato são predominantemente
gastrointestinais e são manifestados por dor na boca e na garganta,
náuseas, vômito, diarreia e desconforto abdominal e geralmente são auto-
limitantes. Sintomas mais graves de intoxicação são previstos apenas em
casos de exposição oral intencional.
Sintomas e sinais clínicosAs informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de Glifosato,
Pressure 880 SG:
Exposição oral: Todos os ratos machos e fêmeas tratados com a
substância teste na dose de 2000 mg/kg p.c. não apresentaram sinais
clínicos. Não houve mortalidade.
Exposição inalatória: Após a exposição (dia 0) os animais apresentaram
epistaxe e piloereção no 2º dia de avaliação houve reversão de todos os
sintomas. Não houve mortalidade.
Exposição cutânea: Todos os ratos fêmeas tratados com a substância
teste na dose de 2000 mg/kg p.c. não apresentaram sinais clínicos. Não
houve mortalidade.
No estudo de irritação cutânea, nenhum animal apresentou sinal clínico
sistêmico durante o período de teste. Tampouco foi observada mortalidade.
O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo
método de Buehler.
Exposição ocular: Os animais, apresentaram hiperemia, quemose e irrite.
Sendo reversíveis no 7º dia de observação.
Exposição crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não foi
considerado mutagênico, teratogênico ou carcinogênico para seres
humanos. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
TratamentoTratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme
necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
Tratamentocomprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário
para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for
severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo
quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornece adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente
a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar
oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando
contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar
o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras,
de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações químicasNão foram relatados efeitos de interações químicas para glifosato e demais componentes da formulação em humanos.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e ATENÇÃO Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da Empresa: (11) 2362-0335 Correio Eletrônico da empresa: suno@ferst.com.brATENÇÃOTELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: (11) 2362-0335 Correio Eletrônico da empresa: suno@ferst.com.br
Mecanismo De Ação, Absorção E Excreção Para Animais De Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.- Categoria 5 GHS. DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. - Categoria 5 GHS. CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 1,384 mg/L/ 4h - Categoria 4 GHS. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea conduzido em coelhos, não se observou irritação na pele dos animais. Portanto, o produto não foi classificado para irritação dérmica de acordo com o GHS.

Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular conduzido em coelhos, não se observou irritação nos olhos dos animais. Portanto, o produto não foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto é considerado não sensibilizante cutâneo pelo teste de Buehler em cobaias. Portanto, não classificado quanto à sensibilização dérmica pelo GHS. Mutagenicidade: O produto não apresentou efeito mutagênico em células procariontes em estudo realizado com cepas de Salmonella typhimurium, tampouco em células eucariontes da medula óssea de camundongos após administração por via oral. Portanto, não classificado quanto à mutagenicidade pelo GHS. Efeitos crônicos: Glifosato: Em estudos crônicos, glifosato provocou lesões pancreáticas em ratos, com incremento nos níveis plasmáticos da glicose, ureia, fosfatase, fósforo e potássio. Não demonstrou efeitos carcinogênicos, ou mutagênicos. Em estudos sobre genotoxicidade, o Glifosato foi positivo na análise citogenética e induziu intercambio de cromátides irmãs em linfócitos bovinos. Alterações esqueléticas e incremento na dilatação tubular focal renal foram observados em filhotes de ratas prenhas expostas ao Glifosato a doses muito altas. Efeitos reprodutivos (diminuição na libido, no volume de ejaculação e alterações no esperma e sêmen) foram observados em coelhos tratados com Glifosato. É suspeito de ser desregulador endócrino. Estudos in vitro tem mostrado que Glifosato afeta a produção de progesterona em células de mamíferos e pode incrementar a mortalidade de células placentárias.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptíveis a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA

CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.

- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Suno Agrotech Ltda. - telefone de Emergência: (11) 2362-0325. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantêla invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Pressure 880 SG registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 43425 · documento de 14/01/2026.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Pressure 880 SG?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Pressure 880 SG e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Pressure 880 SG é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 43425, documento de 14/01/2026), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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