Bula oficial · registro MAPA nº 13615

Bula do Potensato

Bula completa do Potensato (registro MAPA nº 13615), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 30 páginas no PDF.

POTENSATO Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 13615

COMPOSIÇÃO

Sal de Isopropilamina de GLIFOSATO......................................................................480 g/L (48% m/v) Equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina (GLIFOSATO).....................................360 g/L (36% m/v) Monoisopropilamina................................................................................................. 120 g/L (12% m/v) Outros ingredientes...................................................................................................570 g/L (57% m/v)

GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glicina Substituída (glifosato); alquilamina de cadeia curta (monoisopropilamina). TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Globachem Proteçao de Cultivos do Brasil Ltda. Rua Doutor Emílio Ribas, 174 - sala 12, Cambuí CEP 13.025-140 – Campinas/SP - Tel.: (19) 3254-6033 CNPJ: 43.741.357/0001-33 Registro CDA/SP nº 4326 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

Rua Doutor Emílio Ribas, 174 - sala 12, Cambuí
CEP 13.025-140 – Campinas/SP - Tel.: (19) 3254-6033

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATE ZLG TÉCNICO (reg. MAPA nº 03612) Jingma Chemicals Co., Ltd. No. 50 Baota Road, Longyou 324400, Zhejiang Province - China FORMULADOR: Jingma Chemicals Co., Ltd. No. 50 Baota Road, Longyou 324400, Zhejiang Province - China Jiangyin No. 2 Pesticide Factory Co., Ltd. No. 78, Yunting, Songqiao, Jaingyin, Jiangsu - P. R. China Fersol Indústria e Comércio S.A. Rod. Presidente Castelo Branco, km 68,5, CEP: 18120-970 - Mairinque - SP CNPJ 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado CDA/SP nº 031 Servatis S. A. Rod. Presidente Dutra, km 300,5 - Parque Embaixador, CEP: 27537-000 - Resende - RJ CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Registro no Estado CDSV/RJ nº 15

Adama Brasil S/A Avenida Júlio de Castilhos, 2085, CEP: 95860-000 - Taquari - RS CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado SEAPA/RS nº 1047/99 Sichuan Hebang Biotechnology Co., Ltd. Mianba Village, Niuhua Town, Wutongqiao District, Leshan, Sichuan, China Zhejiang Jinfanda Biochemical Co., Ltd. Hengcun Town, Tonglu County, Hangzhou, Zhejiang - P. R. China Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co. Ltd. Xin’anjiang, Jiande 311600, Zhejiang Province - P. R. China Agritec Indústria Brasileira de Herbicidas Ltda. Av. dos Marins, 2.570 - Bairro dos Marins, CEP: 13403-151 - Piracicaba - SP CNPJ 51.059.970/0001-01 - Registro no Estado CDA/SP nº 029 Adama Brasil S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400, CEP: 86031-610 - Londrina - PR CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado ADAPAR/PR nº 003263 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030 - Paulínia - SP CNPJ 03.855.423/0001-81 - Registro no Estado CDA/SP nº 477 Ultrafine Technologies Industria e Comercio de Produtos Químicos Ltda Rua Alberto Guizo, 859 – Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 – Indaiatuba-SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado CDA/SP nº 466 Rua Bonifácio Rosso Ros, N°260, Bairro Cruz Alta - CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 Registro no Estado CDA/SP nº 1248 Henan Jinpeng Chemicals Co., Ltd. West side of Jingwu RD, South side of Weiwu RD, Chemical Industrial Park, Kaifeng, Henan, China. MANIPULADOR: Ultrafine Technologies Industria e Comercio de Produtos Químicos Ltda Rua Alberto Guizo, 859 – Distrito Industrial João Narezzi - CEP: 13347-402 – Indaiatuba-SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado CDA/SP nº 466 Rua Bonifácio Rosso Ros, N°260, Bairro Cruz Alta - CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Registro no Estado CDA/SP nº 1248 IMPORTADOR: Gowan Produtos Agrícolas Ltda Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-533, Campinas/SP, CEP: 06.453-064 - CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Registro no Estado CDA/SP nº 234 Rodovia Presidente Castelo Branco 11.100, km 30,5, Mod 4, Bairro Jardim Maria Cristina, BarueriSP, CEP 06.421-400 - CNPJ: 67.148.692/0002-71 - Registro no Estado CDA/SP nº 935

Solus do Brasil Ltda. Rodovia BR 376, nº 1441, Bairro Parque Industrial Zona Oeste II, CEP: 86800-762, Apucarana/PR CNPJ: 21.203.489/0001-79 - Registro no Estado ADAPAR/PR nº 1007610 Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola, 386, Sala 8 – Boa Vista, CEP:99.500-000 – Carazinho/RS CNPJ:21.203.489/0002-50 - Registro no Estado SEAPA/RS nº 10/20 Avenida dos Canários, 416S, Sala 01, Lote 01–Comercial Jose Aparecido Ribeiro, CEP:78450-000 – Nova Mutum/MT CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro no Estado INDEA/MT nº 18739 Perterra Insumos Agropecuários S.A. Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj. 801, Vila Olímpia, CEP 04548-005 - São Paulo, SP CNPJ 33.824.613/0001-00 - Registro no Estado CDA/SP nº 4206 Green Place Comércio E Distribuição Ltda. Rua Américo Brasiliense, 1.923 - conj. 1103 - Chácara Santo Antônio CEP: 04715-005 - São Paulo / SP - CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Registro no Estado CDA/SP nº 1302 Rodovia BR 50, KM 185 – Galpão 34, Jardim Santa Clara, Uberaba / MG, CEP 38.038-050. CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Registro no Estado IMA/MG nº 19.382 Anel Viário SN, Quadra Área Lote 005B, Jardim Paraíso Acréscimo, Aparecida de Goiânia / GO, CEP 74.984-321 - CNPJ: 26.401.815/0005-08 - Registro no Estado AGRODEFESA/GO nº Rodovia BR 163, KM 116, SN, Zona Rural, Rondonópolis / MT, CEP 78.750-899. CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Registro no Estado INDEA/MT nº 31307 Rodovia Ext. PR 090, Km 374,9, número 5900 – Zona Rural, Ibiporã/PR, CEP 86200-000 CNPJ: 26.401.815/0002-57 - Registro no Estado ADAPAR/PR nº 1007782 Agriconnection Importadora E Exportadora De Insumos Agricolas Ltda. Alameda Rio Negro, 585 – sala 145 A, edificio Jaçari, Alphaville Industrial – CEP: 06454-000, Barueri / SP - CNPJ 39.496.730/0001-60 – Registro no Estado CDA / SP nº 4354 Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Varejão - CEP: 13314-012, Itú / SP - CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro no estado CDA/SP nº 4410 Rodovia dos Imigrantes, S/N, Galpão 01, Sala 01, Zona Rural - CEP: 78099-899, Cuiabá / MT CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro no estado INDEA/MT nº 29497 Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial - CEP: 86200-000, Ibiporã / PR CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro no estado ADAPAR/PR nº 1008310 Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina - CEP: 06421-400, Barueri / SP CNPJ: 39.496.730/0015-66 – Registro no Estado CDA/SP nº 4503

Agroquima Produtos Agropecuários Ltda. Avenida Castelo Branco, 6348, Quadra 47, lote 01 a 05 e12, Ipiranga – CEP: 74453-383, Goiânia / GO CNPJ: 01.626.951/0001-33 - Registro no Estado AGRODEFESA/GO nº 0111/2018

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: POTENSATO é um herbicida não seletivo, de ação sistêmica, indicado para o controle pósemergente de plantas infestantes de folhas estreitas e de folhas largas, anuais e perenes. Após a aplicação nas folhas, o glifosato é rapidamente absorvido e translocado às raízes e regiões meristemáticas, afetando o metabolismo e crescimento das plantas. A morte das plantas pode ocorrer em alguns dias ou semanas depois da aplicação. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: POTENSATO é recomendado para o controle pós-emergente não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: - Banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, pinus e eucalipto (florestas implantadas): Aplicação dirigida para o controle de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes). - Arroz, soja, milho e trigo: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pósemergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto. - Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar. - Eliminação do arroz-vermelho: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto. - Maturador da cana-de-açúcar. - Soja geneticamente modificada resistente ao glifosato: Aplicação em pós-emergência (das plantas infestantes e da cultura). A) PLANTAS INFESTANTES ANUAIS:

PLANTAS INFESTANTES ANUAIS - FOLHA ESTREITA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
AveiaAvena sativa1,00,5
AzevémLolium multiflorum2,0 - 3,01,0
Capim-arrozEchinochloa crusgalli4,01,5
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,50,5
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,5 - 2,01,0
Capim-favoritoRhynchelitrum repens1,5 - 2,01,0
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,5 - 1,00,5
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,01,0
Capim-rabo-de-raposaSetaria geniculata1,0 - 2,01,0
CevadilhaBromus catharticus1,00,5
Falso-cominhoFimbristylis miliacea5,0--
INÍCIO, ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Usar menor dose para a fase inicial de desenvolvimento da planta infestante, e a maior dose para a fase adulta ou perenizada. Para pulverizador costal manual, considerar a dose em % (porcentagem) com volume de calda aproximado de 300 a 330L/ha. Em caso de dúvida, considerar sempre a dose em Litros/ha para base de cálculo. Falso-cominho: considerar somente a dose em Litros/ha na aplicação manual costal, com volume de cada de 300 a 330L/ha.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS - FOLHA ESTREITA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
O melhor período para controle de plantas infestantes anuais, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Quando aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS - FOLHA LARGA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
AlfafaMedicago sativa3,51,0
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3,0 - 4,01,5
AngiquinhoAeschynomene rudis2,01,0
AnileiraIndigofera hirsuta4,01,5
BarbascoPterocaulon virgatum4,5 - 5,0--
BeldroegaPortulaca oleracea2,01,0
Boca-de-leão-selvagemAntirrhinum orontium2,01,0
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,50,5
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,50,5
Caruru-de-manchaAmaranthus viridis2,01,0
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2,01,0
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia3,01,0
Cordão-de-fradeLeonotis nepetifolia2,01,0
Erva-mouva, Maria- pretinhaSolanum americanum2,01,0
ErvilhacaVicia sativa5,0--
Esqueleto, Corda-de- violaIpomoea quamoclit4,01,5
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2,01,0
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1,0 - 2,01,0
Maria-gordaTalinum paniculatum2,0 - 3,01,0
MentrastoAgeratum conyzoides2,01,0
Nabo-bravo, NabiçaRaphanus raphanistrum2,01,0
Pega-pingo, EspérgulaSpergula arvensis4,01,5
Picão-branco ou fazendeiroGalinsoga parviflora1,00,5
Picão-pretoBidens pilosa1,0 - 1,50,5
Poaia-brancaRichardia brasiliensis4,01,5
Poaia-do-campo, Erva- quenteSpermacoce alata5,0--
Quebra-pedraPhyllanthus tenellus2,01,0
Rabo-de-foguete, BuvaConyza bonariensis2,01,0
SerralhaSonchus oleraceus2,01,0
TrevoTrifolium repens4,01,5
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS - FOLHA LARGA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
INÍCIO, ÉPOCA e NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO: Usar menor dose para a fase inicial de desenvolvimento da planta infestante, e a maior dose para a fase adulta ou perenizada. Para pulverizador costal manual, considerar a dose em % (porcentagem) com volume de calda aproximado de 300 a 330L/ha. Em caso de dúvida, considerar sempre a dose em Litros/ha para base de cálculo. Poaia-do-campo (Erva-quente), Ervilhaca e Barbasco: considerar somente a dose em Litros/ha na aplicação manual costal, com volume de cada de 300 a 330L/ha. O melhor período para controle de plantas infestantes anuais, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Quando aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
PLANTAS INFESTANTES PERENES - FOLHA ESTREITA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5 - 4,01,5
Capim-azedoPaspalum conjugatum1,00,5
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,5 - 4,01,5
Capim-calanaPanicum cayennense4,01,5
Capim-canoãoSetaria poiretiana3,51,0
Capim-coloniãoPanicum maximum1,5 - 5,0---
Capim-da-guiné, Grama-touceiraPaspalum paniculatum4,0 - 5,0---
Capim-da-roçaPaspalum urvillei4,01,5
Capim-gengibrePaspalum maritimum3,0 - 4,01,5
Capim-gorduraMelinis minutiflora3,0 - 4,01,5
Capim-jaraguáHyparrhenia rufa4,01,5
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4,0 - 5,0---
Capim-massambaráSorghum halepense4,01,5
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis4,01,5
Capim-rabo-de-raposaAndropogon leucostachyus4,01,5
Capitinga, Grama- missioneiraAxonopus compressus5,0---
Grama-batataisPaspalum notatum4,0 - 5,0---
Grama-compridaPaspalum dilatatum2,01,0
Grama-sedaCynodon dactylon4,0 - 5,0---
JunquinhoCyperus ferax1,5 - 3,01,0
JunquinhoCyperus difformis5,0---
TiriricaCyperus flavus3,01,0
TiriricaCyperus rotundus4,0 - 5,0---
INÍCIO, ÉPOCA e NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO:
PLANTAS INFESTANTES PERENES - FOLHA ESTREITA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
Usar menor dose para a fase inicial de desenvolvimento da planta infestante, e a maior dose para a fase adulta ou perenizada. Para pulverizador costal manual, considerar a dose em % (porcentagem) com volume de calda aproximado de 300 a 330L/ha. Em caso de dúvida, considerar sempre a dose em Litros/ha para base de cálculo. Capim-colonião, Capim-da-guiné (Grama-touceira), Capim-kikuio, Capitinga (Grama-missioneira), Grama-batatais, Grama-seda, Junquinho (Cyperus difformis), Tiririca (Cyperus rotundus): considerar somente a dose em Litros/ha na aplicação manual costal, com volume de cada de 300 a 330L/ha. O melhor período para controlar as plantas daninhas perenes é próximo a/ou durante a floração. Quando aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação, exceto para a Tiririca, que em função da sua fisiologia, poderá requerer mais de uma aplicação para o seu controle.
PLANTAS INFESTANTES PERENES - FOLHA LARGA
Nome comumNome científicoDose Produto Comercial
L/ha% / 100L de água
Agrião-do-pasto, AgriãozinhoSynedrellopsis grisebachii5,0---
Apaga-fogoAlternanthera tenella1,00,5
Erva-lancetaSolidago chilensis2,01,0
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia5,0---
Flor-das-almas, Maria- moleSenecio brasiliensis2,0 - 3,01,0
GrandiúvaTrema micrantha4,01,5
GuanxumaSida rhombifolia3,01,0
Guanxuma-brancaSida glaziovii3,01,0
Língua-de-vacaRumex crispus3,01,0
Malva-branca, GuanxumaSida cordifolia3,01,0
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,50,5
TanchagemPlantago major5,0---
INÍCIO, ÉPOCA e NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO: Efetuar somente uma aplicação por ciclo da cultura. Usar menor dose para a fase inicial de desenvolvimento da planta infestante, e a maior dose para a fase adulta ou perenizada. Para pulverizador costal manual, considerar a dose em % (porcentagem) com volume de calda aproximado de 300 a 330L/ha. Em caso de dúvida, considerar sempre a dose em Litros/ha para base de cálculo. Agrião-do-pasto (Agriãozinho), Fedegoso-branco e Tanchagem: considerar somente a dose em Litros/ha na aplicação manual costal, com volume de cada de 300 a 330L/ha. O melhor período para controlar as plantas daninhas perenes é próximo a/ou durante a floração. Quando aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.

c) ELIMINAÇÃO DA SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR:

CultivarDose Produto Comercial
Equipamento Convencional (L/ha)Equipamento CDA/Bentley (L/ha)
IAC5,04,0
NA5,04,0
CB4,03,0
SP5,03,0
CO / CP5,04,0
INÍCIO, ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Utilizar a dose de acordo com o cultivar e o equipamento empregado na aplicação. Aplique quando a média das folhas estiver entre 0,6m a 1,2m de altura, medindo a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40cm do solo. É fundamental aplicar antes da formação de colmos da soqueira.

– Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. – Meio da safra: visando maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. – Final da safra: visando manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. – Áreas com excesso de vinhaça: visando elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Dose, Época de aplicação (Idade da Cultura), Equipamento, Período entre aplicação e colheita:

Dose Produto Comercial0,6L/ha
Época de aplicação (idade da cultura)A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas: A aplicação de POTENSATO como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria- prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
EquipamentoA aplicação deve ser realizada via aérea, com volume de calda na faixa de 30-40 L/ha, ou conforme especificação do equipamento utilizado.
(Ver item “Aplicação Aérea”)
Período entre aplicação e colheitaO período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.

O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. e) SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA, RESISTENTE AO GLIFOSATO: Na cultura da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato, o controle das plantas infestantes com o POTENSATO, deverá ser feita em área total, em pós-emergência da cultura, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.

APLICAÇÃO ÚNICA
FOLHA ESTREITA
Plantas infestante Nome Comum (Nome Científico)Estágio de crescimentoÉpoca (DAE - número de dias após a emergência da cultura)Dose Produto Comercial (L/ha)
Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)até 2 perfilhos até 10cmaté 20 dias1,6
de 3 a 6 perfilhos maior que 10cm e menor que 20cmde 20 a 30 dias1,6 a 2,6
mais de 6 perfilhos Acima de 20cmde 30 a 45 dias2,6 a 3,3
FOLHA LARGA
Plantas infestantes Nome Comum (Nome Científico)Estágio de crescimentoÉpoca (DAE - número de dias após a emergência da cultura)Dose Produto Comercial (L/ha)
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Beldroega (Portulaca oleracea) Caruru (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Nabo (Raphanus raphanistrum) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Poaia-branca (Richardia brasiliensis)até 6 folhas até 10cmaté 20 dias2,0 a 2,6
de 6 a 10 folhas maior que 10cm menor que 20cmde 20 a 30 dias2,6 a 3,0
mais de 10 folhas Acima de 20cmde 30 a 45 dias3,0 a 3,3
INÍCIO, ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura.

Folha estreita com mais de 6 perfilhos e Folha Larga com mais de 10 folhas, ambos os casos acima de 20cm: Neste período de aplicação, é possível uma correta cobertura da planta infestante. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Excepcionalmente pode-se aplicar o herbicida até a floração da soja, porém não é tecnicamente recomendada devido ao possível fechamento da cultura, reduzindo a sua eficácia. APLICAÇÃO SEQUENCIAL Áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes: Realizar a aplicação sequencial (duas aplicações) da seguinte forma: - Primeira aplicação: 2,0L/ha, até os 20 dias após a emergência da cultura - Segunda aplicação: 1,3L/ha, com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação (35 a 40 dias após a emergência da cultura, respectivamente). Dar preferência aos menores intervalos recomendados. Áreas com infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis): - Primeira aplicação: 2,6 L/ha - Segunda aplicação: 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial. Cada litro (L) do POTENSATO contém 480,0 g/L do sal de isopropilamina que corresponde a 360 g/L do equivalente ácido de glifosato. Abaixo estão demonstradas suas respectivas doses/há em função da recomendação de dose/há do produto comercial:

Produto Comercial (L/ha)Ingrediente ativo (L/ha)Equivalente ácido (L/ha)
0,50,2400,180
1,00,4800,360
1,50,7200,540
1,60,7680,576
2,00,9600,720
2,51,2000,900
2,61,2480,936
3,01,4401,080
3,31,5841,188
3,51,6801,260
4,01,9201,440
4,52,1601,620
5,02,4001,800

MODO DE APLICAÇÃO

POTENSATO pode ser aplicado via terrestre (motorizado ou manual) e por via aérea, em faixas, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou em aplicações dirigidas às reboleiras com plantas infestantes, conforme as recomendações a seguir: - Banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, pinus e eucalipto (florestas implantadas): aplicar via terrestre, em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). - Plantio Direto para arroz, soja, milho, trigo, e na eliminação do arroz-vermelho: aplicar via terrestre ou aérea, em área total, antes do plantio da cultura (pré-plantio da cultura e pósemergência das plantas infestantes). - Dessecação de plantas infestantes na soja geneticamente modificada resistente ao glifosato: aplicar via terrestre ou aérea, em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial. - Eliminação de soqueira de cana-de-açúcar: aplicar via terrestre ou aérea, sobre as folhas, em área total. - Maturador de cana-de-açúcar: aplicar via terrestre ou aérea, sobre as folhas, em área total. - Soja geneticamente modificada resistente ao glifosato: aplicar via terrestre ou aérea, aplicação em pós-emergência (das plantas infestantes e da cultura) na cultura de soja geneticamente modificada resistente ao glifosato. POTENSATO deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. POTENSATO não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Preparo da Calda: Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento de aplicação está limpo, conservado, regulado e em condições adequadas para efetuar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar a dose indicada do produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.

Cuidados durante a aplicação: Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permitir que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verificar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e as orientações do equipamento de aplicador. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura

da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:  Temperatura ambiente abaixo de 30oC.  Umidade relativa do ar acima de 50%.  Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.  As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. Aplicação aérea:

Realizar aaplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação.Siga as disposições

Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.

Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:  Temperatura ambiente abaixo de 30oC.  Umidade relativa do ar acima de 50%.  Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.  As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações do modo de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):

CulturasIntervalo de Segurança (dias)
ArrozIntervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Banana30 dias
Cacau30 dias
Café15 dias
CulturasIntervalo de Segurança (dias)
Cana-de-açúcar (maturador)30 dias
Cana-de-açúcar (pós-emergência)Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Citros30 dias
EucaliptoUNA - Uso Não Alimentar
Maçã15 dias
MilhoO intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré- emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, e de 60 dias quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura para controle da produção de pólen em campos de produção de grãos para sementes geneticamente modificadas que expressem a resistência ao glifosato.
Nectarina30 dias
PastagemUNA - Uso Não Alimentar
Pera15 dias
Pêssego30 dias
PinusUNA - Uso Não Alimentar
SojaO intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré- emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
TrigoIntervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Uva17 dias

O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e préemergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Trigo Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego Uva 17 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

– Uso exclusivamente agrícola. – Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. – Manusear o produto utilizando apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. – Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. – Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. – g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.

– Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva. – Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). – Não aplicar POTENSATO com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode ocorrer diminuição da atividade do produto (adsorção). – Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de POTENSATO. – Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de POTENSATO. – Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. POTENSATO não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA – ANVISA/MS. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA/MMA. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do GRUPO G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),

Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida POTENSATO é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de inibidores da síntese EPSPs, pertencente ao GRUPO G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha,

avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.

• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e respirador. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. ATENÇÃO Nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impoermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR POTENSATO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGlifosato: glicina substituída. Monoisopropilamina: alquilamina de cadeia curta.
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto pouco tóxico.
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaGlifosato: Em ratos, o glifosato foi pouco absorvido pela via dérmica (1-3%) e rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma proporção de 20-30%. O pico plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. A distribuição foi ampla, com pequenas concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O glifosato passa por muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil- fosfônico (AMPA) detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O glifosato foi excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada (cerca de 90%) foi eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%), grande parte como dose não absorvida, e também através da urina (20-30%). A meia- vida de eliminação do organismo é de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de bioacumulação. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permaneceu retido nos tecidos (ossos, rins e fígado). Este padrão toxicocinético ocorreu independentemente da dose, do sexo do animal e da via de administração do glifosato. Monoisopropilamina: As aminas primárias são pouco absorvidas pelas vias dérmica, gastrointestinal e inalatória pois, no pH fisiológico, estas moléculas se encontram em sua forma ionizada. As principais rotas de biotransformação das aminas alifáticas envolvem a oxidação, conjugação e outras reações enzimáticas que levam à detoxificação e excreção. Como via secundária do metabolismo, a N-acetilação também pode ocorrer. Há poucas informações relacionadas à biotransformação da isopropilamina especificamente, no entanto, há indícios de que seja excretada principalmente na forma inalterada e/ou nas formas oxidadas, como amônia e acetona.
ToxicodinâmicaGlifosato: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos ou animais. Monoisopropilamina: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. Porém, sabe-se que os principais efeitos causados por estas substâncias estão relacionados às suas propriedades irritativas/corrosivas na pele, olhos e membranas mucosas.
Sintomas e sinais clínicosNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Em estudos em animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se inalado. A aplicação do produto não provocou irritação cutânea nem ocular. O produto também não causou sensibilização à pele. Glifosato: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. Monoisopropilamina: esta substância apresenta efeitos locais de irritação. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: (19) 3254-6033

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >5.000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >4.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: >2,847 mg/L/4h. Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não causou sinais de irritação durante o período de avaliação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.

Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia e secreção em 3/3 animais; edema em 1/3 animais. Os sinais de irritação regrediram em até 24 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Glifosato: Os principais órgãos-alvo de toxicidade do glifosato são o trato gastrointestinal, glândulas salivares, fígado e bexiga urinária em roedores. Um NOAEL geral de longo prazo de 100 mg/kg p.c./dia foi obtido considerando uma série de estudos de longo prazo em ratos. Após exposição de curto prazo ao glifosato, cães apresentaram redução no ganho de peso corpóreo, alterações gastrointestinais e toxicidade hepática, além de vários outros achados em um estudo que utilizou doses muito altas de glifosato (cerca de 1000 mg/kg p.c./dia). O glifosato não apresentou potencial genotóxico e nenhuma evidência de carcinogenicidade foi observada em ratos e camundongos. A fertilidade e os parâmetros reprodutivos não foram afetados pela administração de glifosato. Alguns efeitos adversos, como atraso na separação prepucial em machos da geração filial, foram observados apenas em doses elevadas na presença de toxicidade parental (1000 mg/kg p.c./dia). Em ratos e coelhos, foram observados efeitos adversos no desenvolvimento, apenas na presença de toxicidade materna (ossificação tardia e aumento da incidência de anomalias esqueléticas). O NOAEL relevante para o desenvolvimento e o NOAEL materno foram de 50 mg/kg p.c./dia, considerando todos os estudos de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos. Monoisopropilamina: Esta substância não causou efeitos sistêmicos em estudos de toxicidade repetida, em ratos, em concentrações abaixo das que causaram corrosividade. Efeitos locais como irritação do trato respiratório e membranas mucosas foram observados em estudos de toxicidade repetida pela via inalatória em ratos. Em um estudo de uma geração com ratos após exposição inalatória à isopropilamina, nenhum potencial de toxicidade para a reprodução foi detectado (NOAEL= 499 mg/m³). Em estudo de toxicidade para o desenvolvimento pré-natal, não foram observados efeitos adversos após exposição inalatória dos animais durante a gestação. NOAEC (materno)= 500 mg/m³, NOAEC (prole)= 1000 mg/m³. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor abdominal), irritação ocular, tosse, ardência no nariz e garganta.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). x - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza -Não utilize equipamentos com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d`água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. 2. INTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável, - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: GLOBACHEM PROTEÇÃO DE CULTIVOS DO BRASIL LTDA - telefone de Emergência: (19) 3254-6033. - Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d`água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d`água: interrompa a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicações. 4. PROCEDIEMNTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI`s – equipamentos de Proteção Individual – recomendados para preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos; - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sobe pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos. - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: - Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas modelo ABNT), devidamente identificados e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS.

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTE EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITO SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicando no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação final do produto é feita através da incineração em fornos para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPOENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamento ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Potensato registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 13615 · documento de 12/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Potensato?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Potensato e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Potensato é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 13615, documento de 12/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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