POCCO 480 SL GLI PASTO Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o N° 12912
COMPOSIÇÃO
Isopropylammonium N-(phosphonomethyl)-glycinate (GLIFOSATO, SAL ISOPROPILAMINA) ………………………………………………….…………………....480 g/L (48,0% m/v) Equivalente em GLIFOSATO ÁCIDO.........................................................................356 g/L (35,6% m/v) Outros Ingredientes.................................................................................................692 g/L (69,2% m/v) GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica Grupo Químico: Glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Rodovia PR - 423 s/n° - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR Fone/Fax: (41) 3370-3700 - CNPJ: 00.729.422/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 002669 - ADAPAR/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: SHADOW TÉCNICO CONSAGRO - Registro MAPA nº 03211 Jingma Chemicals Co. Ltd. - N° 50 Baota Road, Longyou, 324400 Zheijiang – China GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO - Registro MAPA nº 01998 MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - LimoeiroSão José dos Campos/SP CEP 12241-420 - CNPJ 64.858.525/0002-26 - Registro Estadual nº 525 CDA/SP MONSANTO ARGENTINA S.R.L. Ruta 12 - Km 83.100 - Zarate - 2800, Província de Buenos Aires, Argentina BAYER AGRICULTURE BV Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan - 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040, Bélgica BAYER CROPSCIENCE LP Muscatine Plant 2500 Wiggins Road - Muscatine lowa - 52761, Estados Unidos BAYER CROPSCIENCE LP Lulling Plant 2501 River Road PO BOX 174 - Lulling, Louisiana - 70070, Estados Unidos GLIFOSATO GH TÉCNICO PRENTISS - Registro MAPA nº 13316 Jiangsu Good Harvest-Weien Agrochemical Co., Ltd. Laogang 226221, Qidong City, Jiangsu, República Popular da China FORMULADOR: FMC Química do Brasil Ltda. Av. Antônio Carlos Guillaumon, nº 25. CEP: 38044-760. Distrito Industrial III. Uberaba, MG. Brasil. CNPJ 04.136.367/0005-11 Número de registro do estabelecimento/Estado: (IMA) nº 701-2530/2006. Rodovia PR - 423 s/n° - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
Fone/Fax: (41) 3370-3700 - CNPJ: 00.729.422/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 002669 - ADAPAR/PR SIPCAM NICHINO S.A. Rua Igarapava, nº 599. CEP: 38044-755 - Distrito Industrial III. Uberaba, MG. Brasil. CNPJ 23.361.306/0001-79 Número de registro do estabelecimento/Estado: (IMA) nº 70106046. SERVATIS SA. Rod. Presidente Dutra, km 300,5. CEP: 27537-000. Parque Embaixador. Resende, RJ. Brasil. CNPJ 06.697.008/0001-35. Número de registro do estabelecimento/Estado: (FEEMA) nº LO FE009203. JINGMA CHEMICALS CO. LTD. N° 50 Baota Road, Longyou, Zheijiang – China. SHENYANG RESEARCH INSTITUTE OF CHEMICAL INDUSTRY (NANTONG) CHEMICAL TECHNOLOGY DEVELOPMENT CO., Ltd. Nº 55 Jianggang Road, Nantong Economic & Ttechnological Development area nantong - Jiangsu - China TECNOMYL S.A. Parque Industrial Avay, Villeta – Paraguai. TECNOMYL S.A. Ruta Nacional nº 3, km 2796, 9420 Rio Grande, Província de Terra del Fuego - Argentina. ZHEIJIANG TIDE CROPSCIENCE CO., LTD. Road 1 – Mahai Industrial Garden – Paojiang industrial Zone Shaoxing – Zhejiang province – China ZHEJIANG TIDE CROPSCIENCE CO. LTD. N° 11, Linhai Road, Paojiang Industrial Zone, 312071, Shaoxing – China ZHEJIANG JINFANDA BIOCHEMICAL CO., LTD. Hengcun Town Tonglu County, Zhejiang Province - P.R China IMPORTADOR: TIDE DO BRASIL S.A. Av. Dr. Nilo Peçanha 2900, conj 203 - Bela Vista - Porto Alegre/RS - CEP: 91330-001 Fone/Fax: (51) 3328 3636 - CNPJ: 11.642.108.0001-02 Número de registro do estabelecimento no Estado: 64/15 - SEAPA/RS
| Nº do lote ou partida: | |
|---|---|
| Data de fabricação: | VIDE EMBALAGEM |
| Data de vencimento: |
CORROSIVO AO FERRO COMUM E GALVANIZADO Produto Importado PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE COR DA FAIXA: AZUL (Azul PMS Blue 293 C) Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
INSTRUÇÕES DE USO
POCCO 480 SL é um herbicida pós-emergente para o controle não seletivo das partes aéreas e radiculares das plantas infestantes anuais e perenes, sejam monocotiledôneas ou dicotiledôneas. Produto registrado para as culturas de ameixa, arroz, arroz irrigado, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, soja resistente ao glifosato, trigo e uva. Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
| Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|
| (A) Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Nectarina, Pastagem, Pera, Pêssego, Pinus, Soja resistente a glifosato e uva (B) Arroz irrigado, Arroz, Milho, trigo e soja (C) Pinus e Eucaliptos | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 L/ha | (A) Aplicação em pós- emergência (das plantas e das culturas) (B) Aplicação em área total em pré–plantio (plantio direto) (C) Implantação de florestas e limpeza das entrelinhas após sua implantação |
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2,0 L/ha | ||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,0 L/ha | ||
| Caruru-roxo (Amarathus viridis) | 2,0 L/ha | ||
| Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4,0 L/ha | ||
| Capim-rabo-de-raposa (Andropogon leucostachyus) | 4,0 L/ha | ||
| Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium) | 2,0 L/ha | ||
| Aveia (Avena sativa) | 1,0 L/ha | ||
| Capitinga (Axonopus compressus) | 5,0 L/ha | ||
| Cevadilha (Bromus catharticus) | 1,0 L/ha | ||
| Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 2,0 L/ha | ||
| Junquinho (Cyperus difformis) | 5,0 L/ha | ||
| Junquinho (Cyperus flavus) | 1,5 a 3 L/ha | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 4,0 L/ha | ||
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 1,5 L/ha | ||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3 a 4 L/ha | ||
| Falso-cominho (Fimbristylis miliacea) | 5,0 L/ha | ||
| Taboca (Guadua angustifolia) | 12,0 L/ha | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | 5,0 L/ha | ||
| Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4,0 L/ha | ||
| Anileira (Indigofera hirsuta) | 4,0 L/ha | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3,0 L/ha |
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| (A) Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Nectarina, Pastagem, Pera, Pêssego, Pinus, Soja resistente a glifosato e uva (B) Arroz irrigado, Arroz, Milho, trigo e soja (C) Pinus e Eucaliptos | Esqueleto (Ipomoea quamoclit) | 4,0 L/ha | (A) Aplicação em pós- emergência (das plantas e das culturas) (B) Aplicação em área total em pré–plantio (plantio direto) (C) Implantação de florestas e limpeza das entrelinhas após sua implantação |
|---|---|---|---|
| Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia) | 2,0 L/ha | ||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2 a 3,0 L/ha | ||
| Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 L/ha | ||
| Capim-caiana (Panicum cayennense) | 4,0 L/ha | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | 1,0 L/ha | ||
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2,0 L/ha | ||
| Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | 4 a 5,0 L/ha | ||
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4,0 L/ha | ||
| Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 2,0 L/ha | ||
| Tanchagem (Plantago major) | 5,0 L/ha | ||
| Barbasco (Pterocaulon virgatum) | 4,5 a 5,0 L/ha | ||
| Língua-de-vaca (Rumex crispus) | 3,0 L/ha | ||
| Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) | 6,0 L/ha | ||
| Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 5,0 L/ha | ||
| Capim-canoão (Setaria poiretiana) | 3,5 L/ha | ||
| Malva-branca (Sida cordifolia) | 3,0 L/ha | ||
| Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3,0 L/ha | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2,0 L/ha | ||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | 4,0 L/ha | ||
| Pega-pingo (Spergula arvensis) | 4,0 L/ha | ||
| Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 5 a 6,0 L/ha | ||
| Agrião-do-pasto (Synedrellopsis grisebacchi) | 5,0 L/ha | ||
| Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2 a 3,0 L/ha | ||
| Grandiúva (Trema micrantha) | 4,0 L/ha |
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| (A) Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Nectarina, Pastagem, Pera, Pêssego, Pinus, Soja resistente a glifosato e uva (B) Arroz irrigado, Arroz, Milho, trigo e soja (C) Pinus e Eucaliptos | Trevo (Trifolium repens) | 4,0 L/ha | (A) aplicação em pós- emergência (das plantas e das culturas) (B) Aplicação em área total em pré–plantio (plantio direto) (C) Implantação de florestas e limpeza das entrelinhas após sua implantação | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 3,0 L/ha | ||||
| Capim-arroz (Echinocloa colona) | 2,0 L/ha | ||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 L/ha | ||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 L/ha | ||||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 2,0 L/ha | ||||
| Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 3,0 L/ha | ||||
| Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 6,0 L/ha | ||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 L/ha | ||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | ||||
| Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) | 2,0 L/ha | ||||
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,0 L/ha | ||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 L/ha | ||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2,0 L/ha | ||||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2,0 L/ha | ||||
| Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | 2,0 L/ha | ||||
| Dente-de-leão (Taraxacum officinale) | 2,0 L/ha | ||||
| Lanceta (Eclipta alba) | 4,0 L/ha | ||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,0 L/ha | ||||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 2,0 L/ha | ||||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) | 1,0 L/ha | ||||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2,0 L/ha | ||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,0 L/ha | ||||
| Picão-preto | 1,0 L/ha | ||||
| (Bidens pilosa) | |||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | Poaia-branca | 3,0 L/ha |
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| (A) Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Nectarina, Pastagem, Pera, Pêssego, Pinus, Soja resistente a glifosato e uva (B) Arroz irrigado, Arroz, Milho, trigo e soja (C) Pinus e Eucaliptos | Serralha (Sonchus oleraceus) | 2,0 L/ha | (A) aplicação em pós- emergência (das plantas e das culturas) (B) Aplicação em área total em pré–plantio (plantio direto) (C) Implantação de florestas e limpeza das entrelinhas após sua implantação | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Tanchagem (Plantago tomentosa) | 3,0 L/ha | ||||||
| Vassourinha | 2,0 L/ha | ||||||
| (Malvastrum coromandelianum) | |||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Capim-amargoso | 2,0-4,0(1) L/ha | |||||
| Capim-angola (Brachiaria mutica) | 6,0 L/ha | ||||||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 4,0 L/ha | ||||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,0-5,0(1) L/ha | ||||||
| Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 2,0-4,0(1) L/ha | ||||||
| Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 3,0-5,0(1) L/ha | ||||||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 5,0 L/ha | ||||||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 5,0 L/ha | ||||||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 3,0 L/ha | ||||||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 5,0 L/ha | ||||||
| Tiriricão (Cyperus esculentus) | 5,0 L/ha | ||||||
| Almeirão-do-campo (Hypochoeris radicata) | 2,0 L/ha | ||||||
| Assa-peixe (Vernonia ferrugínea) | 4,0 L/ha | ||||||
| Vassourinha (Baccharis dracunculifolia) | 6,0 L/ha | ||||||
| Falsa-dormideira (Chamaecrista nictitans) | 4,0 L/ha | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 L/ha | ||||||
| Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 3,0 L/ha | ||||||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0 L/ha | ||||||
| Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 | |||||||
| Volume de calda: | |||||||
| Aplicação terrestre costal manual: 80 - 400 L/ha | |||||||
| Aplicação terrestre tratorizada: 100 - 500 L/ha | |||||||
| Aplicação aérea: 30 - 40 L/ha - em aplicação em pré-plantio (dessecação) e soja resistente a glifosato |
(1) Utilizar as maiores doses para plantas infestantes na fase adulta ou perenizadas. Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| Cultura | Dose | Época de Aplicação |
|---|---|---|
| Cana-de-açúcar (Eliminação de soqueira) | 5,00 – 6,00 L/ha | Aplicar sobre as folhas em área total, quando a soqueira estiver entre 0,5 e 1,0 m e antes da formação dos colmos. |
| Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda: - Aplicação terrestre costal manual: 400 L/ha - Aplicação terrestre tratorizada: 100 - 500 L/ha - Aplicação aérea: 30 - 40 L/há | ||
| Cana-de-açúcar (Maturador) | 0,3 - 0,6 L/ha | No caso de maturação de cana-de-açúcar, o produto deve ser aplicado de 40 a 50 dias antes da colheita. O POCCO 480 SL pode ser aplicado em qualquer época da safra, visando a melhoria da qualidade da matéria-prima, ou seja, elevar ou manter o teor de sacarose. • Início de safra: Visa antecipar a maturação de cana-de-açúcar, visto que a maturação natural, mesmo das variedades precoces, não é atingida devido a condições desfavoráveis. • Meio de safra: Visa antecipar a maturação para liberação das áreas de renovação para o preparo do solo, plantio de cana de ano ou plantio das culturas de rotação, bem como maximizar o teor de sacarose. •Final de safra: Visa manter o teor de sacarose, visto que existe uma tendência natural de queda, principalmente devido à ocorrência de chuvas neste período. Quanto maior a dose, mais rápida será a resposta e menor será a flexibilidade da colheita, portanto as doses de 0,5 e 0,6 L/ha somente deverão ser aplicadas em áreas com alta produção de massa verde, solos de boa fertilidade e disponibilidade de água, sendo a colheita realizada 40 dias após a aplicação. A dose de 0,6 L/ha somente deverá ser aplicada em soqueiras de último corte. As doses de 0,3 e 0,4 L/ha podem ser utilizadas nas demais áreas, realizando-se a colheita de 40 a 50 dias após a aplicação. Após o corte, realizar as operações de aplicação de vinhaça, cultivo e adubação. |
| Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda: - Aplicação terrestre tratorizada: 100 - 500 L/ha - Aplicação aérea: 30 - 40 L/ha - deixar uma área sem aplicação do produto, como testemunha, para acompanhar os resultados. |
Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
| CULTIVAR | EQ.CONV. (L/ha) | EQ.CDA/BENTLEY (L/ha) |
|---|---|---|
| IAC | 5.0 | 4.0 |
| NA | 5.0 | 4.0 |
| CB | 4.0 | 3.0 |
| SP | 5.0 | 3.0 |
| CO/CP | 5.0 | 4.0 |
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. OBSERVAÇÕES: O controle das plantas infestantes é feito com uma aplicação, se POCCO 480 SL for aplicado no período inicial de desenvolvimento das plantas infestantes perenes ou plantas infestantes anuais. POCCO 480 SL não tem ação sobre sementes existentes no solo. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de stress hídrico (seco). - Sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. • Em plantações de café, citros, maçã e uva aplicar POCCO 480 SL sobre as plantas infestantes em área total da rua e carreadores, em faixas ou coroamento ou então, somente onde houver manchas de mato, evitandose atingir as folhas das culturas. • Para pastagens, aplicar dirigido às machas de mato, ou em pré-plantio, no caso de formação de pastagem artificial. • Para as culturas de arroz irrigado, milho e soja, em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. • No caso de soja transgênica resistente a glifosato aplicar apenas para plantas infestantes que requerem até 3,0 L/ha de POCCO 480 SL. • No caso de reflorestamento POCCO 480 SL deve ser aplicado de forma dirigida a fim de não prejudicar as espécies florestais (Pinus e Eucaliptos). Aplicar no pré-plantio na implantação ou limpeza das entrelinhas após sua implantação. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: POCCO 480 SL deve ser aplicado de forma dirigida a fim de não atingir as culturas sensíveis. Pulverizador costal manual: O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 metro/segundo; a pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinado com a vazão do bico. Pode-se usar, por exemplo, bicos leques 80.02-110.02 ou similares. Equipamento tratorizado com barra: Na aplicação com equipamento tratorizado com barra, trabalhar com uma pressão de 30 a 60 lb/pol2 com bicos tipo leque observando-se uma boa cobertura das plantas infestantes. Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação: 40-50 L/ha. - Altura de voo: 4-5 m. do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição: 15m. - Tamanho de gotas: 110-120 μm. - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 μ). - Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420450 μ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderá ser utilizado barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. - Para outros tipos de aeronave consultar o departamento de Desenvolvimento de Produtos da PRENTISS QUÍMICA LTDA. - Condições climáticas: Temp. Max.: 28°C U.R. Min.: 55% Vel. Vento Max: 10 km/h (3 m/s) Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| EQUIPAMENTO | TIPOS DE BICOS | VAZÃO L/HA | PRESSÃO (LB/POL²) | TAMANHO DE GOTAS (μm) | DENSIDADE (GOTAS/cm² ) |
|---|---|---|---|---|---|
| - Tratorizado Convencional | 80.02/80.03/80.04/ 110.02/110.03/110.0 4 | 200-400 | 30-60 | 300-600 | 30-40 |
| - Bentley BT-3* | X-2 | 80-120 | 40-60 | 200-300 | 50-100 |
| - Costal Manual | 110.01/TK-05 | 150-200 | 20-30 | 200-400 | 20-30 |
| - Costal Manual | 80.02/110.02 | 300-400 | 20-30 | 200-600 | 20-30 |
* Marca registrada de Equipamentos Bentley. POCCO 480 SL poderá ser aplicado via aérea, no caso de aplicação em pré-plantio (dessecação), soja resistente a glifosato, eliminação de soqueira e maturador de cana-de-açúcar, seguindo-se os seguintes parâmetros: • Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação. • Deixar, entre as faixas efetivas de aplicação, uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área. • Fechar 3 a 4 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar sobreposição. • Utilizar bicos que proporcionem gotas com D.M.V entre 250-400 μm. • Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 25ºC; vento de 3-10 km/h e U.R. mínima do ar de 60%. • Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas. Para as culturas indicadas, aplica-se POCCO 480 SL em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se POCCO 480 SL em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. “Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se POCCO 480 SL diretamente. GERENCIAMENTO DE DERIVA: Deve-se adotar práticas e tecnologias de aplicação que proporcionem uma redução da deriva em, no mínimo, 50%, para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica. Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego | 30 dias |
|---|---|
| Ameixa e uva | 17 dias |
| Cana-de-açúcar (como maturador) | 30 dias |
| Maçã, café e pera | 15 dias |
| Arroz, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho e trigo | (1) |
| Soja e Pastagem | (2) |
| Pinus e eucalipto | UNA |
U.N.A. = Uso Não Alimentar. (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (2) O intervalo de segurança para a cultura de soja não é determinado quando agrotóxicos for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. POCCO 480 SL não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar POCCO 480 SL com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de POCCO 480 SL. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de POCCO 480 SL.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda | ||||||
| de eficiência do produto e um consequente prejuízo. | ||||||
| Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, | ||||||
| seguem algumas recomendações: | ||||||
| • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, | ||||||
| quando apropriado. | ||||||
| • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. | ||||||
| • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. | ||||||
| • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para | ||||||
| o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. | ||||||
| • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, | ||||||
| informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação | ||||||
| Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério | ||||||
| da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). | ||||||
| GRUPO | G | HERBICIDA | ||||
| O produto herbicida POCCO 480 SL é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de inibidores da | ||||||
| síntese EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação | ||||||
| internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). | ||||||
| INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: | ||||||
| O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das | ||||||
| plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A | ||||||
| integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de | ||||||
| cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e | ||||||
| cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa | ||||||
| interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. |
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as orientações determinadas pelo fabricante; Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação; - Antes de retirar os equipamentos de proteção (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
- Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. “Pode ser nocivo se ingerido.” “Pode ser nocivo em contato com a pele.” ATENÇÃO “Nocivo se inalado.” “Provoca irritação ocular grave.” PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis. INTOXICAÇÕES POR POCCO 480 SL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Em mamíferos, o Glifosato é pobremente absorvido pela via oral, não é |
| metabolizado e é excretado principalmente inalterado. Aproximadamente (70- 80) | |
| % da dose administrada é eliminada nas fezes e (20-30) % na urina, nas primeiras | |
| 72 horas. O único metabólito excretado, encontrado em pequenas quantidades foi | |
| o ácido aminometílico fosfônico (AMPA). Menos de 1% da dose absorvida | |
| permaneceu principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Experiências | |
| em humanos sugerem que a meia vida do Glifosato é de (2-3) horas. Absorção | |
| dérmica foi baixa em modelo experimental in vitro para pele humana (2,3%). Esta | |
| baixa absorção foi confirmada também em estudos em macacos. Não tem | |
| potencial de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de | |
| galinhas. |
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| Toxicodinâmica Toxicodinâmica | Nas plantas age interferindo na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e |
|---|---|
| triptofano. Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. | |
| Tem sido proposto o desacoplamento da fosforilação oxidativa que é uma via | |
| metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a | |
| produzir trifosfato de adenosina (ATP). Em baixas concentrações não tóxicas ele | |
| causa efeito de desregulação sobre a enzima Aromatase em células de placenta | |
| humana in vitro, reduzindo a atividade da enzima aromatase e reduzindo a | |
| expressão da proteína StAR (proteína de regulação rápida de esteroidogênese). | |
| Sintomas e sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais |
| à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do | |
| organismo ao glifosato. | |
| Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, | |
| cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; | |
| alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, | |
| edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; | |
| cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, | |
| convulsões e coma; acidose metabólica. | |
| Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, | |
| queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, | |
| queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos | |
| esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. | |
| Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da | |
| visão, conjuntivite e edema palpebral. | |
| Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência | |
| respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. | |
| É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em | |
| mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na | |
| formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato. | |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de |
| quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da | |
| substância no material gástrico. | |
| Tratamento | Antídoto: não há antídoto específico. |
| Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias | |
| respiratórias, de aspiração, tratamento sintomático e de suporte. | |
| Exposição Oral: | |
| • Diluição: imediatamente após a ingestão, irrigar a boca com água ou leite. | |
| Considere descontaminação logo após ingestão (até 1 hora) de uma grande | |
| quantidade do produto, utilizando aspiração nasogástrica ou orogástrica (não | |
| recomendados lavagem gástrica ou carvão ativado). | |
| • Não provocar vômito. | |
| • Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg; | |
| crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10- 15 minutos) ou Lorazepam (adultos: | |
| 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na | |
| recorrência das convulsões em >5anos. | |
| • Endoscopia: considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para | |
| avaliar a extensão do dano. | |
| • Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas | |
| permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. | |
| Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso |
Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
| Tratamento | de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou |
|---|---|
| gasometria), eletrólitos, ECG, etc. | |
| • O suporte cardiovascular é essencial, pois um choque intratável tem sido a | |
| primeira acusa de morte em intoxicações por Glifosato. Hipotensão: infundir (10- | |
| 20) ml/kg de líquido isotônico. Se a hipotensão persistir, administrar Dopamina (5- | |
| 20 μg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 μg/min; | |
| crianças: começar com 0,1 μg/kg/min). Tratar acidose metabólica grave com | |
| Bicarbonato de sódio e incrementar a ventilação minuto em pacientes intubados. | |
| • Hemodiálise é indicada na insuficiência renal. | |
| Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. | |
| Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, | |
| bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate | |
| broncoespasmos com β2- agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou | |
| parenteral. | |
| Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou | |
| salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas | |
| persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. | |
| Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com | |
| abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação | |
| ou dor persistirem. | |
| CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: | |
| • EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar | |
| equipamento de reanimação manual (Ambú). | |
| • Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e | |
| inalatório com o produto. | |
| Contraindicações | O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração. |
| A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da | |
| superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode | |
| comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória. | |
| Efeitos das interações químicas | Com adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem |
| aumentar a absorção do produto. | |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notiticar o caso e obter |
| informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. | |
| Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - | |
| ANVISA/MS | |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800-014-1149. |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
“Vide item Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima”.
EFEITOS AGUDOS
DL50 oral aguda em ratos: > 2000 - 5000 mg/Kg (DL50 cut off = 5000 mg/Kg) DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/Kg de peso corpóreo CL50 inalatória em ratos: Não foi determinada nas condições de teste (CL50 > 3,174 mg/L/4 horas, não foram observados mortes até a máxima concentração atingida na câmara) Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante nas condições do teste. O produto não causou nenhuma irritação cutânea. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto aplicado no olho dos coelhos produziu as seguintes alterações: Irite grau 1 foi observada na leitura em 1 hora em 1/3 dos olhos testados. Alterações na conjuntiva incluíram: hiperemia grau 1 a 2, nas leituras em 1 e 24 horas em 2/3 dos olhos testados; edema grau 2, na leitura em 1 hora em 3/3 dos olhos testados; e secreção grau 1, na leitura em 1 hora em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 2/3 dos olhos testados, e na leitura em 72 horas após o tratamento para 1/3 dos olhos testados. Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. EFElTOS CRÔNICOS: „ Em estudos realizados com animais de laboratório com Glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo, e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa PRENTISS QUÍMICA LTDA., pelo telefone de emergência: (41) 3370-3700 e 0800-707-7022 /0800-17-2020. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPFs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3370-3700 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas: Restrição de uso no estado do Paraná na cultura do arroz irrigado sendo o uso do produto não autorizado para o controle de diversos alvos biológicos. Ainda no estado do Paraná o uso do produto não está autorizado para a cultura da soja geneticamente modificada. Rodovia PR 423 S/N KM 24,5– Fone/fax: (41) 3292-7115 – 83603-000 – Campo Largo – PR – Brasil CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Inscrição Estadual: 901.90635-15 – E-mail: prentiss@prentiss.com.br