BULA ICHIBAN Registrado COMPOSIÇ Tetrachloro Outros ingre no Ministério o da Agricult ura, Pecuária a e Abasteci imento – MA APA sob nº 0 1612 ÇÃO: isophthalonit edientes...... trile (CLORO .................... OTALONIL).. ................... ................... .................... .................... ................... ................... ..... 720 g/L ..620,0 g/L ( (72,0% m/v) .................... 62,0 % m/v)
CONTEÚDO CLASSE: F TIPO DE FO GRUPO QU TITULAR D PILARQUIM Rua Cardea Bairro Pinhe Tel: (0xx11) Cadastro C (*) IMPORT DKBR TRA Avenida Ay Palhano, Lo 1007743. Avenida Mi 33.744.380/ Rod SPA 0 sob o n.º 33 FIAGRIL LT Av. Produç 02.734.023/ GOPLAN S Rua Antonio no Estado S ZHONGSHA Rua Fernan 28.514.525/ Rua Projeta 28.514.525/ O: Vide Rótu ulo Fungicida de contato. ORMULAÇÃ ÃO: Suspens são Concentr rada (SC) UÍMICO: isof ftalonitrila DO REGISTR RO (*): ERCIAL LTD M BR COME A. a 407 e 408 CEP : 05407 al Arcoverde , 2811 – Sal Paulo – S.P. eiros – São P ) 4195.2121 7-004 CNPJ: 95.2810 : 00.642.795 /0001-31 Fax PRODUTO F (0xx11) 419 DA/SP nº 25 TADOR DO P FORMULAD O ADING S.A. yrton Senna da Silva, n. CEP 86050- .º 600, Cond domínio Tor n.º 33.744.38 re Siena, an 80/0001-28 - ndar 17, sala - Registro no a 1704, Gle o Estado ADA eba Fazenda ondrina/PR, C 490, CNPJ n APAR/PR nº º iguel Sutil, n /0002-09 - R n° 6.559, An Registro no E nexo A, Sal Estado INDEA la 3, Alvora A/MT nº 220 da, Cuiabá/ MT, CEP 7 78.048-000, CNPJ n° ° 08/457, S/N 3.744.380/00 , Sala 01, Km 003-90 - Reg m 500m, Zon na Rural, CE ado SSA/CDA EP 19640-00 00, Iepê/SP, Brasil, inscr rita no CNPJ J istro no Esta A/SP nº 430 TDA. ção, 2330W – Bandeira egistro no Est antes – CEP P 78455-00 A/MT 25157. 0 Lucas do o Rio Verde e/MT - CNP PJ sob o n° ° /0013-99 Re tado: INDEA S/A, o Lapa, 606, SSA/CDA/SP , Cambui, Ca P nº 4296. ampinas, SP P, CEP: 13.0 025-241, CNP PJ nº 37.422 2.096/0001-9 96 - Registro AN QUIMICA ndo Silva, 1 /0001-64 - R A DO BRAS 190 - Sala Registro no E SIL LTDA., 210, Bairro Estado SSA/C Jardim Ast CDA/SP nº 4 tro, Sorocab 4285 ba/SP - CEP P: 18.017-15 58 – CNPJ: ada A, 150, A Arm 1AA, Are Registro no E ea Rural de C Estado INDE Cuiaba, Cuia EA/MT nº 196 aba - MT, CE 694. EP 78.099-89 99 CNPJ: /0006-79 – R
Rua C, Tre 47.850-000 Avenida da 28.514.525/ Rod. PR 09 28.514.525/ Av. Euriped 540 CNPJ: Av. Constan Número de FABRICAN Pilarich Té PILARQUIM 1500 HangJIANGSU W Jinger Road FORMULAD ADAMA BR Rua Pedro ADAPAR/P Av. Júlio d PILARQUIM 1500 HangPRENTISS Rodovia PR SEAB/PR n SIPCAM NI Rua lgarap Cadastro IM TAGMA BR Av. Roberto CDNSP n° 4 UPL DO BR Avenida Ma Registro no ZHEJIANG Xinanjiang, echo 06, S/N N, Armazém P, Centro In 3-26 - Númer ndustrial do ro de registro Cerrados, L o do estabele Luis Eduardo o Magalhães s - BA, CEP P CNPJ: 28.5 14.525/0003 ecimento/Est tado: 12592 1 ADAB/BA. as Industria /0007-50 - N al, 2020, A Número de re Armz 06, O egistro do est Ouro Preto, Carazinho to/Estado: 54 – RS, CE 4/21 - SEAPA EP 99.500PA/RS. -000 CNPJ: tabeleciment 90 – KM 05, /0005-98 - R , 5695, Armz Registro no E z 1-J, PQ. In Estado: ADAP nd. Nene Fa PAR/PR Nº 1 avoretto, Ibip 1007991 porã – PR, C CEP. 86.200 0-000 CNPJ: des Menezes s, S/N, PQ. I Ind. Vice Pre Registro no E es. Jose Ale Estado AGRO ncar, Aparec ODEFESA/G cida de Goiâ ânia – GO, C CEP 74.993- - 28.514.525/0 0002-45 – R O nº 3421/20 nte Pavan, 4 4633, Armz estabelecime 1K, Betel, P ento/Estado: Paulínia – SP P, CEP 13.14 48-198 CNP PJ: 28.514.52 25/0004-07 - - registro do e 4322 CDA/S SP. NTE DO PRO ODUTO TÉC NICO: cnico - Reg M (SHANGH istro MAPA HAI) CO. LTD n° 01611 D. -Tang Road, Jin-Hui Tow wn, Feng Xia an District - S Shanghai, P. R. China WEUNITE FI NE CHEMIC hemical Park CAL CO., LT TD. Province - Xin d, lndustry C kꞏ Jiangsu P nyi City/ Chin na DORES: RASIL S.A. Antônio de R nº 003263 Souza, 400 0ꞏCEP: 8603 31-610. Lon ndrina/PR CN NPJ: 02.290 0.510/0001-7 76. Cadastro de Castilhos , 2085 - C RS EP: 95860-0 000 -Taquar ri/RS - CNP PJ: 02.290.5 510/0004-19 ꞏ Cadastro 99 ꞏ SEAPNR M (SHANGH HAI) CO. LTD D. -Tang Road, Jin-Hul T0\1 111, Feng Xo on District, S Shanghai, P.R R. China QUÍMICA L Rꞏ 423 s/nº - n° 002669 LTDA. km 24,5 - C EP: 83603-0 000. Campo Largo/PR CN NPJ: 00.729 .422/0001-0 0 ꞏ Cadastro ICHINO BRA pava, 599 - ASIL S.A. Distrito Indu ustrial III -CE EP: 38044-7 755Uberab ba/MG CNPJ J: 23.361.30 06/0001-79 ꞏ MNMG n' 2.9 RASIL INDÚS STRIA E CO n, 1459. CE OMÉRCIO DE E PROD. QU 00 - Paulíni UÍMICOS LT TDA. o Simonsen P: 13140-00 ia/SP - CNP PJ: 03.855.4 423/0001-81 ꞏ Cadastro RASIL INDÚ STRIA E CO - Distrito Ind OMÉRCIO D dustrial, CEP E INSUMOS P: 14500-00 S AGROPEC CUÁRIOS S/A PJ: 02.974.7 aeda, s/nº - o Estado n° 1 0 - ltuverav a/SP - CNP 733/0003ꞏ14ꞏ XINAN CHE Jiande, Zhej EMICAL IND DUSTRIAL G GROUP CO., LTD., na jiang, Jiande e, 311600, Zh hejiang, Chin
MANIPULA ADAMA BR Rua Pedro ADAPAR/P Av. Júlio d OURO FINO Av. Filomen Cadastro 8 TAGMA BR Av. Robert CDNSP n° 4 ULTRAFINE Rua Bonifác CNPJ: 50.0 Rua Alberto Nº do Regis ADOR: RASIL S.A. Antônio de R nº 003263 de Castilhos Souza, 400 , 2085 - C RS 0ꞏCEP: 8603 31-610. Lon ndrina/PR CN NPJ: 02.290 0.510/0001-7 76. Cadastro EP: 95860-0 000 -Taquar ri/RS - CNP PJ: 02.290.5 510/0004-19 ꞏ Cadastro 99 ꞏ SEAPNR O QUÍMICA na Cartafina, 8764 - IMA/M S.A. 22335, Qd 1 MG 14, Lt. 5 - CE EP 38044-75 50 - Uberaba /MG –- CNP PJ: 09.100.67 71/0001-07 - RASIL IND. E E COM. DE P n, 1459. CE PROD. QUÍM EP: 13140-0 MICOS LTDA to Simonsen 00 - Paulín ia/SP - CNP PJ: 03.855.4 423/0001-81 ꞏ Cadastro E TECHNOL cio Rosso Ro LOGIES IND DÚSTRIA E C COMÉRCIO Alta, CEP 133 DE PRODU 348-790, Ind 8 CDA/SAA/ TOS QUÍMIC daiatuba - SP COS LTDA. P os, n° 260, B 4-04 - N° do Bairro Cruz A 25.469/0004 Registro no Estado: 124 /SP o Guizzo 859 9, Distrito Ind do: 466 CDA dustrial Narez A/SAA/SP zzi, Indaiatub ba-SP - CNP PJ: 50.025.46 69/0001-53 stro no Estad
ANTES D DE USAR O PRODUTO L LEIA O RÓT TULO, A BU LA E A REC CEITA E CON NSERVE-OS S EM SEU PODER. ENTOS DE P É OB BRIGATÓRIO O O USO DE E EQUIPAME PROTEÇÃO O INDIVIDUA AL. PROTEJ A-SE. VOLUÇÃO D É É OBRIGATÓ ÓRIA A DEV DA EMBALA AGEM VAZIA A. dústria Brasil Ind er processo i eira (Dispor e este termo qu uando houve ndustrial no e 15 de junh Brasil, confo ho de 2010) orme previsto o no art.4° do o Decreto n°7.212, d CA CATEGO CLASSIF ICAÇÃO TO OXICOLÓGIC ORIA 2 – PR ODUTO ALT TAMENTE TÓXICO CLASS SIFICAÇÃO O DO POTEN NCIAL DE PE ERICULOSID O AO MEIO DADE AMBI IENTAL II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AMBIENTE
| cado para as | culturas d | oja, tomate | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| INSTRUÇÕ | ES DE USO | : | ||||||||||
| ICHIBAN é e uva. | um fungicid | a protetor indi | e amendoi | m, batata, feij | ão, maça, s |
INSTRUÇÕ ICHIBAN é e uva.
CULTURA AS/ DOENÇ ÇAS/ DOSE S
| Cultura | Nome comum | Nome científico | Doses | Volume de Calda |
|---|---|---|---|---|
| Amendoim | Mancha- castanha; Cercosporiose | Cercospora arachidicola | 1,5 a 2,0 L/ha (1080 a 1440 g de i.a./ha) | Aplicação terrestre: 200 a 500 L/ha |
| Mancha-preta; Mancha-foliar | Pseudocercospora personata | |||
| Batata | Requeima; Mela | Phytophthora infestans | 1,75 a 2,00 L/ha (1260 a 1440 g de i.a./ha) | Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha |
| Pinta-preta; Pinta-preta- grande | Alternaria solani | |||
| Feijão | Mancha-angular | Phaeoisariopsis griseola | 1,75 a 2,00 L/ha (1260 a 1440 g de i.a./ha) | Aplicação terrestre: 200 a 500 L/ha |
| Maçã | Mancha-foliar-da- gala | Colletotrichum gloeosporioides | 208 mL/100 L (149,8 g de i.a./ 100 L d’água) | Aplicação terrestre: 1,5 a 2 L/planta |
| Sarna-da- macieira | Venturia inaequalis | 174 mL/100 L (125,3 g de i.a./ 100 L d’água) | ||
| Soja | Mildio | Peronospora manshurica | 1,4 a 2,0 L/ha (1008 a 1440 g de i.a./ha) | Aplicação terrestre: 200 a 500 L/ha |
| Mancha-parda Septoriose | Septoria glycines | |||
| Tomate | Requeima; Mela | Phytophthora infestans | 175 a 200 mL/100 L d'água (126 a 144 g de i.a./ 100 L d’água) | Aplicação terrestre: 400 a 1.200 L/ha, respeitando a dosagem mínima de 1,5 L de produto/ha para as pulverizações com volume de calda abaixo de 1.000 L/ha |
| Pinta-preta Mancha-de- Alternaria | Alternaria solani | |||
| Mancha-de- stemphyluim | Stemphylium solani | 208 mL/100 L (149,8 g de i.a./ 100 L d’água) | Aplicação terrestre: 400 a 1.000 L/ha | |
| Uva | Mofo-cinzento | Botrytis cinereai | 208 mL/100 L (149,8 g de i.a./ 100 L d’água) | Aplicação terrestre: 1.000 a 1.500 L/ha para uva |
| Antracnose | Elsinoe ampelina | |||
| Podridão-da-uva- madura | Colletotrichum gloeosporioides | |||
| Míldio | Plasmopara viticola |
NÚMERO, É AMENDOIM As aplicaçõ ou imediata ÉPOCA E IN NTERVALO DE APLICA AÇÃO: M ões do produ uto deverão s ser de caráte o dos prime er preventivo eiros sintoma o (condições as da doenç climáticas p ça, reaplican propícias par ndo com inte ra a doença) ervalos de 7 ) amente ao a aparecimento
dias, caso altamente fa BATATA As aplicaçõ ou imediata dias, caso altamente fa FEIJÃO As aplicaçõ aparecimen dias, caso n MAÇÃ Iniciar as ap ciclo da cult SOJA As aplicaçõ a primeira n TOMATE As aplicaçõ ou imediata dias, caso favoráveis p UVA Iniciar trata florescimen de amadure MODO DE A Aplicação T com o agita tanque. Se aconselháv calda por a durante o p A dose rec terrestres d adequados de forma q inferior das deriva redu cônico e ou O diâmetro (L/ha) de fo Obedecer a por deriva. aplicações f O sistema d aplicação. necessário, avoráveis pa com o nú ara a doença mero máxim a. mo de 3 ap plicações. Ut tilizar a mai ior dose em m condições ões do produ uto deverão s ser de caráte o dos prime er preventivo eiros sintoma o (condições as da doenç climáticas p ça, reaplican Utilizar a ma propícias par ndo com inte aior dose em ra a doença) ervalos de 7 m condições ) amente ao a aparecimento necessário, avoráveis pa com um n ara a doença úmero máxi a. imo de 4 ap plicações. U ões do prod nto da doenç duto deverã ça), iniciando com o númer ão ser de c caráter prev s após a sem entivo (cond meadura, re dições climá áticas propíc om intervalo cias para o o-se 30 dias ro máximo de aplicando co s de 7 e 10 necessário, c e 3 aplicaçõe es. plicações no início da bro otação e repe etir a cada 7 7-10 dias, com m no máximo o 3 aplicaçõe es durante o tura. ões do produt to deverão s ento e a segu ser de caráte er preventivo . Realizar no ós a primeira o máximo 2 ( a. (duas) aplica ações, sendo no florescime unda de 15 a a 20 dias apó ões do produ uto deverão s ser de caráte o dos primeir er preventivo o (condições climáticas p as, reaplican maior dose e propícias par ra a doença) ) amente ao a parecimento ros sintomas s das doenç ndo com inte em condiçõe ervalos de 7 es altamente necessário, para a doenç com um má ça. áximo de 4 aplicações. Utilizar a m mento preve entivo com a a primeira ap plicação no in nício da brot tação, repeti dade relativa clo de cultura indo a cada a do ar. Rein 7 dias até o iciar na fase to, principalm ecimento das mente em lo s bagas. Rea ngos período alizar no máx os de chuva ximo 4 aplica ou alta umid ações por cic a. APLICAÇÃO O: Terrestre: Inic ador em mov ciar colocand vimento e ad do água no t tanque do pu oduto. Em se ulverizador a eguida, comp até a ½ (met tade) de sua gua até a ca a capacidade é icionar o pro e interrompe ncionando. S plete com ág pacidade do de tempo, é houver nec el manter o alguns minu cessidade d er a pulveri Se esta inter a. Realizar o zação, mes rrupção for m o processo mo por curt mais longa, é to período d agitador fun tos antes d alda. é necessário avagem da o re-agitar a e reutilizá-la de tríplice la embalagem reparo da ca omendada d do tipo cost de ICHIBAN deve ser d , pressuriza o e volume de iluída em ág ado ou moto gua e pulver orizado) ou ejada, de aco rizada com o uso de eq , equipados quipamentos tal (manual, bico, pressão tratorizado, ordo com as com filtros do ambiente, ao tipo de b ue se obten e calda dese tura da parte proporcionad condições d ndo as faces nha uma pe rfeita cobert podem ser p e aérea da planta visan os de jato pl de ar, jato p s plantas. s superior e folhas. Tais zida, jato pla similares de condições p ano de gran e maneira qu as pelos bic om indução cobertura das lano conven plano duplo cional ou de comum, jato de ângulo, j ue se obtenh jato plano co a uma boa c de gotas po orma que se a ventos de a ode variar de e proporcione e 200 a 600 e uma densi h, temperatur 0 micra e de idade de go ra e umidade ores reduz o u sob condiçõ ve ser ajusta tas adequad e relativa, vi o potencial d ado para ca da, que varia ada volume d de aplicação a de 50 a 70 zir ao máxim mas não a pr 0 gotas/cm². mo as perdas até 10 Km/h gotas de diâ sando reduz de deriva, m Aplicando g forem feitas metros maio imprópria ou revine se as de maneira ões ambienta ais desfavorá áveis. de agitação do produto no interior d do tanque de eve ser mant tido em func cionamento d durante toda
CONDIÇÕE Observar as • Tem • Um • Velo de ventos. Para outros pela pesqui Observação controle das RECOMEN Não permita outras fonte O potencia pulverizaçã O aplicador EVITAR A D Tipo de pon Use o mode deriva. Em situaçõ recomendad Procure trab diâmetro de substituição O equipame vazamentos Siga sempr Altura da ba Regule a alt cobertura u terrestre, a também a a Temperatur Quando apl para reduzir Ventos: O potencia equipament RAJADAS aplicador de Inversão tér O potencia vertical do a movimento altitude e s formadas ao pela neblina uma fonte n ES CLIMÁTIC CAS: s condições mperatura am climáticas id mbiente igua va do ar acim deais para a a aplicação do a 30ºC. o produto: l ou inferior a ma de 50%. idade relativ ocidade do v vento entre 2 2 e 10 km/h – – não aplicar r se houver R RAJADAS D DE VENTOS ou ausência s parâmetros s referentes à tecnologia ica da região a de aplicaçã ão, seguir as ob orientação s recomenda ações técnica as indicadas ônomo. sa e/ou assi stência técn o, sempre so o de um enge enheiro agrô o: A boa cob bertura dos a alvos aplicado os (folhas, h nto utilizado astes e fruto os) é fundam mental para o o sucesso do s pragas inde ependente d do equipame DAÇÕES PA a que a deriv es de água, c al de deriva ARA EVITAR va provenien criações e ár R A DERIVA nte da aplica ação atinja cu ulturas vizinh biental. has, áreas ha abitadas, leit tos de rios e reas de pres ervação amb nteração de é determin vel por consi RANTE A AP ado pela in muitos fato ores referent tes ao equi pamento de o e ao clima r é responsáv DERIVA DUR iderar todos PLICAÇÃO É estes fatores É RESPONS s quando da SABILIDADE decisão de aplicar. ADOR. DO APLICA nta de pulver rização: a apropriado elo de ponta para o tipo de aplicação o desejada; considere o uso de pon tas de baixa es adversas do. balhar na me e gota meno o das pontas s, considere o uso de po ontas de ma aior vazão pa ara aplicar o o maior volum me de calda enor pressão o recomenda o melhoram ada para o m modelo de po nta – pressõ das folhas d ões maiores resultam em Considere a ho. or, mas não a penetraçã uados ao inv erfeitas cond ão através d vés de aume dições de fun da cultura. C por modelos cação deve s mais adequ ntar a pressã ncionamento ão de trabalh o, isento de ento de aplic estar em pe desgastes e e as boas pr arra: ráticas para a aplicação e a a recomenda ação do fabr icante. tura da barra uniforme, red a para a men nor altura po exposição da ssível recom as gotas à m a cultura, mendada pelo o fabricante e o e aos ven e que permit ntos. Para e ta obter uma equipamento duzindo a e permanecer obreposição d evaporação e com o mí barra deve adequada so nivelada co dos jatos. nimo de sola avancos, ob servando-se ra e umidade e: ondições de licado em co r o efeito da clima quente e e seco, reg gule o equip amento para a produzir go otas maiores evaporação l de deriva to determina varia em fu a o potencia OS. Observa nção do ve al de deriva ações: condi nto. Muitos fatores, inc da velocidad s podem inf luindo diâme etro de gota as e tipo de ar se houver a uma dad ições locais ões de ventos e do vento. luenciar o p mo eles afet Não aplica padrão do v tam a deriva. DE VENTO eve estar fam vento. Todo miliarizado co om os padrõ s locais e co rmica: l de deriva ar, formando é alto duran o uma nuvem ersões térmi nte uma inv m de pequen versão térmic ca. Inversõe uspensas qu es térmicas diminuem o cem perto do o movimento o solo e com nas gotas su e permanec ção de temp enhum vento nte. Sua pres movimento d s e com mov lateral. Inve são comuns icas são car com poucas mente contin endo ser iden racterizadas s nuvens e nuam até a m pela elevaç pouco ou ne manhã seguin peratura com o. Elas com m relação à meçam a ser à em noites c e frequentem o solo, pode ormação de u o pôr do sol a ao nível do no solo. A fo sença pode da ‘fumaça’ o vimento later ser indicada originária de ral indicam a ntificadas tam mbém pelo m em camadas uma nuvem de fumaça e
presença d movimento INTERVALO de uma inve ersão térmic ca; enquant ão de um bom to que, se m movimento a fumaça f o vertical do or rapidame ente dispers sada e com ascendente, , há indicaçã ar. O DE SEGU URANÇA:
| Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
|---|---|
| Amendoim, Feijão, Maçã | 14 |
| Batata, Soja, Tomate e Uva | 7 |
Batata INTERVALO Não entre n após a ap individual (E LIMITAÇÕE Fitotoxicida O produto mistura com Outras restr O produto n INFORMAÇ Os equipam com manga botas de bo proteção lat INFORMAÇ Vide Modo DESCRIÇÃ EQUIVALE Vide DADO INFORMAÇ RECICLAG Vide DADO INFORMAÇ PRODUTOS Vide DADO INFORMAÇ O DE REEN TRADA DE PESSOAS N NAS CULTU URAS E ÁRE EAS TRATA ADAS: na área em q que o produto aso necessit o foi aplicado te entrar an ra o uso dura o antes da s ntes desse ante a aplicaç secagem com mpleta da ca lda (no mínim uipamentos d mo 24 horas de proteção licação). Ca EPIs) recome período, uti ção. lize os equ endados par ES DE USO: de para as c não é fitotóx m óleo minera culturas indic cadas: xico para a al e/ou vege cultura indic tal, pois pod cada na dos se e condiçõ ões recomen e. ndadas. Não o aplicar em erá causar f itotoxicidade rições a sere não apresent em observad as: ta restrições ao uso se ut tilizado de ac cordo com a s instruções ÇÕES SOBR RE OS EQUI PAMENTOS S DE PROTE EÇÃO INDIV VIDUAL A SE EREM UTILIZ ZADOS: mentos de p as compridas roteção indiv s passando p ental imperm vidual – EPI por cima do p a serem ut punho das lu cara com filtr ilizados são uvas e as pe : macacão d ernas das ca de algodão i mpermeável a das botas; gurança com l ; lças por cim culos de seg orracha; ave eável; másc rgas e luvas ro de carvão o ativado; óc teral; chapéu u de abas lar de nitrila. ÇÕES SOBR RE OS EQUI PAMENTOS S DE APLICA AÇÃO A SE REM USADO OS: de Aplicaçã ão ÃO DOS PR ROCESSOS S DE TRÍPL LICE LAVA AGEM DA EMBALAGE EM OU TE ECNOLOGIA NTE: OS RELATIVO OS À PROTE EÇÃO DO M MEIO AMBIE NTE. ÇÕES SOBR GEM, REUTIL RE OS PROC CEDIMENTO OS PARA A ÇÃO DAS EM DEVOLUÇÃ MBALAGEN ÃO, DESTIN NS VAZIAS; NAÇÃO, TRA ANSPORTE, LIZAÇÃO E INUTILIZAÇ OS RELATIVO OS À PROTE EÇÃO DO M MEIO AMBIE NTE. ÇÕES SOB BRE OS P RIOS PARA U PROCEDIME ENTOS PAR RA A DEV ESUSO. VOLUÇÃO E DESTIN NAÇÃO DE E S IMPRÓPR UTILIZAÇÃO O OU EM DE OS RELATIVO OS À PROTE EÇÃO DO M MEIO AMBIE NTE. ÇÕES SOBR RE MANEJO O DE RESIST TÊNCIA:
Seguir as recomendaç cia à Fungicid ções atualiza adas de ma anejo de res sistência do o FRAC – B BR (Comitê de Ação a os efetivo ao Resistência à à Resistênc longo do t Fungicidas a vida útil - Utilizar a r - Utilizar o f - Sempre c das – Brasil) do ao desenv BR) recomen das: ). Qualquer a volvimento d agente de c de resistênci ontrole de d a. O Comitê gias de Mane oenças pode ê Brasileiro d e ficar meno de Ação a R tempo devid s (FRAC – B da as seguin ntes estratég ejo de Resist tência visand do prolongar dos fungicid rotação de fu fungicida som consultar um anejo de Res ungicidas com m mecanism mos de ação d distintos. valos de aplic para orientaç mente na épo oca, na dose l legalmente e e nos interv cação recom ção sobre as mendados no o rótulo/bula. profissional sistência. habilitado p s recomenda ações locais para o Ma INFORMAÇ Incluir outro quando disp ÇÕES SOBR RE MANEJO O INTEGRAD DO DE DOEN NÇAS: os métodos ponível e apr de controle ropriado. e de doença as dentro do o programa de Manejo Integrado d de Doenças, MINISTÉR RIO DA SAÚ ÚDE – AGÊN NCIA NACIO ONAL DE VIG GILÂNCIA SA ANITÁRIA DADOS RE ELATIVOS À À PROTEÇÃO O DA SAÚD DE HUMANA ANTES DE PRODUTO USE OS EQ PRECAUÇÕ USAR LEIA PERIGOSO QUIPAMENT A COM ATEN O NÇÃO AS IN NSTRUÇÕES S TOS DE PRO OTEÇÃO IND DIVIDUAL C COMO INDIC CADO ÕES GERAI S: Pro O m Não Não reco Não com Não útil Não áre Cas soc Man do a Os ord Seg form PRECAUÇÕ oduto para us so exclusiva amente agrí ve ser realiza ícola. ado apenas p manuseio do produto dev beba e não e ou apliqu por trabalhad dor capacitad ão do produto do. o. oteção indiv o coma, não o manuseie fume durant e o produt te o manuse io e aplicaçã to sem os equipamen ntos de pro vidual (EPI) ) omendados. o utilize equ m a boca. ipamentos c com vazame ntos ou defe eitos e não d desentupa b bicos, orifício os e válvulas o utilize equ ipamentos d ecificação. S de proteção individual (E mendações d EPI) danifica determinadas as e outros lo dos, úmidos s pelo fabrica s, vencidos o ou com vida fora da espe o aplique o p iga as recom o de escolas s. Siga as or ante. rmanência d m profissiona produto perto s, residência ocais de per cíficas de um s orientações e pessoas e al habilitado. as de criaçã so ocorra co corros e proc o de animais ntato aciden cure rapidam ientações té oa com o pro cnicas espec oduto, siga as tal da pesso ente um serv adamente fe nimais. s descritas e em primeiros viço médico echado em su de emergên ua embalage cia. em original, e ntenha o pro alcance de c oduto adequa crianças e an em local tran ncado, longe Equipamen em: macacã guir as recom ma de limpez tos de Prote ão, botas, ave eção Individ ental, másca do fabricante dual (EPI) re ara, óculos, to e do Equipam arte do EPI d ecomendado os devem se er vestidos na seguinte ouca árabe e mento de Pro e luvas. oteção Individ mendações d dual (EPI) co om relação à à za, conserva ção e desca anificado. ÕES NA PR EPARAÇÃO O DA CALDA A: Pro oduto provoca a irritação oc cular grave.
Util com de prot Man (EP Ao Se DES Cas DES Ao AS PRECAUÇÕ ize equipam mpridas pass mento de prot teção individ ma do punho dual – EPI: m o das luvas e scara com fil macacão de e as pernas d algodão im das calças po permeável c or cima das culos de seg com mangas sando por cim vental imperm botas; botas gurança com borracha; av teção lateral nuseie o pro PI) recomend meável; más tro de carvã nitrila. o ativado; óc ; chapéu de oduto em loc dados. abas largas al aberto e v e luvas de n ventilado, uti lizando os E Equipamento os de Proteçã ão Individual l abrir a emba alagem faça- -o de modo a duto com os OS SOCORR a evitar respi s olhos, lave ROS. ingos. e-o imediata houver cont SCRITAS EM so o produt tato do prod M PRIMEIRO to seja inala M PRIMEIRO produto com mente e SIG GA AS ORI ENTAÇÕES S ado ou asp OS SOCORR irado, procu ROS. ure local are ejado e SIG GA AS ORI ENTAÇÕES S SCRITAS EM contato do p a pele, laveRITAS EM P -a imediatam RIMEIROS S mente com á gua corrente S. e e sabão ne eutro e SIGA ORIENTAÇÕ ÕES DESCR SOCORROS ÕES DURAN NTE A APLIC CAÇAO: Evit Apl de t Não esti Não as m Não prod Ver pes Util com de prot PRECAUÇÕ te ao máxim o possível o uto somente contato com nas doses r icação e a co m a área trata ada. ique o produ tempo entre o permita qu recomendada as e observe e o intervalo de seguran ça (intervalo a última apli ue animais, olheita). u qualquer p crianças ou oduto. presença de pessoa não autorizada e entrem na á área em que iver sendo ap o aplique o p plicado o pro produto na p ventos forte cada região. o, se utilizar es e nas hora as mais que ntes do dia, respeitando melhores co o aplique o ndições clim áticas para c ntra o vento produto con o vento. eção do vent distribuidor costal. Se utilizar trato or, aplique o duto contra o rifique a dire ssoas també to e aplique m contato, co e de modo a a não entrar em contato , ou permitir r que outras m entrem em mento de prot om a névoa d dual – EPI: m o das luvas e scara com fil do produto. macacão de e as pernas d ize equipam mpridas pass teção individ ma do punho algodão im das calças po permeável c or cima das culos de seg com mangas sando por cim vental imperm botas; botas gurança com borracha; av teção lateral meável; más tro de carvã nitrila. o ativado; óc ; chapéu de abas largas e luvas de n ÕES APÓS A A APLICAÇ ÃO Sina avis Evit prod (EP Não logo Apl entr Ant evit Man tran Tom Lav fam Apó Não No hidr Os ord alizar a áre sos até o fina a tratada co al do período om os dizere o de reentrad es: “PROIBI da. IDA A ENTR RADA. ÁREA A TRATADA A” e manter r os te o máximo possível o c do término do dados para o contato com a área trata de reentrada da. Caso ne , utilize os E o. essoa não au cessite entra Equipamentos ar na área tra atada com o ão Individual duto antes d PI) recomend o intervalo d s de Proteçã l uso durante crianças ou e a aplicação o permita qu ue animais, c qualquer pe utorizada en ntrem em áre eas tratadas o após a apl icação. te nas doses ique soment re a última a tes de retirar s recomenda adas e obser rve o interva lo de segura ança (interva alo de tempo plicação e a r os Equipam ação. colheita). mentos de P Proteção Ind dividual (EPI) ), lave as luv vas ainda ve estidas para tar contamina ntenha o re ncado, longe me banho im ve as roupas mília. Ao lava stante do p e do alcance mediatamente roduto adeq quadamente fechado em m sua emba alagem origin nal em local l de crianças e após a aplic e animais. cação do pro oduto e troqu ndividual (EP ue as roupas PI) separados s e os Equip amentos de Proteção In s e avental im s das demai is roupas da r as roupas, cação do pro utilizar luvas oduto faça a mpermeáveis o e lavagem d dos equipam ós cada aplic manutenção mentos de ap plicação. o reutilizar a embalagem vazia utilize Equip s compridas eção Individ , avental, bot descarte de ro-repelente embalagem com manga tos de Prote rabe, óculos, pamentos de e Proteção in ndividual – E EPI: macacão o de algodão , luvas de ni dual (EPI) re trila e botas ecomendado de borracha s devem se áscara. er retirados Equipamen em: touca ár na seguinte tas, macacã o, luvas e m
A m prot manutenção e a limpez za dos EPIs s deve ser realizada po or pessoa t treinada e d devidamente tegida “Pode ser de ser perig r perigoso s goso em con se ingerido” ” a pele” “Po ntato com a ado” cular grave” PERIGO “F “Provoca atal se inala irritação oc ” PRIMEIROS embalagem Ingestão: E Caso o vôm Olhos: ATE olhos, lavelavagem en Pele: Em ca etc) contam Inalação: E respirar, ap médica mai A pessoa exemplo. S SOCORR m, o rótulo, a ROS: procu re imediata eto informativ amente um serviço m tuário agron MITO, exceto édico de e ômico do pro o quando ho emergência, levando a bula, o folhe e ingestão, N vo e/ou recei oduto. ouver indicaç Em caso de mito ocorra na NÃO PROVO OQUE VÔM soa de lado. ção médica. aturalmente, PRODUTO P amente com deite a pess PROVOCA I Não dê nad OCULAR G undância por a para beber r ou comer. caso de con s. Evite que ENÇÃO: O P RRITAÇÃO ente em abu RAVE. Em c r 15 minutos ntato com os e a água de -os imediata ntre no outro água corre utilize lentes ele, tire toda olho. Caso u ato com a pe ve-a com águ de contato, a roupa e ac em abundânc deve-se retir cessórios (óc cia. al aberto e v rá-las. culos, cinto, aso de conta minados e lav pulseiras, re elógio, anéis, ua e sabão e Em caso de plique imedi inalação, le atamente a eve a pesso oa para loca ventilado. Se e o intoxica ente para a do parar de respiração artificial. T ransporte-o imediatame assistência s próxima. que ajudar deve prote ger-se da c contaminaçã ão usando l uvas e ave ental imperm meáveis, por - IN NTOXICAÇÃ ÃO POR CLO OROTALON IL - INFORM CLOROTAL MAÇÕES M LONIL (Chlo ÉDICAS orothalonil) - INTOXICA AÇÕES POR + PROPILEN NOGLICOL -
| Grupo Q | uímico | Clorotalonil........................Isoftalonitrila Propilenoglicol...................Alcoóis | |
|---|---|---|---|
| Vias de E | xposição | Oral, dérmica, ocular e inalatória | |
| Toxicoc | inética | Em estudos em animais, após administração oral, a absorção do Clorotalonil foi baixa e inversamente relacionada à dose. Assim, enquanto 30% da dose administrada, as doses de 50 mg/kg foi absorvida, as doses maiores como 200 mg/kg, a absorção caiu para 15%. Em ratos, o Clorotalonil foi metabolizado por conjugação com a glutationa no fígado e no trato gastrointestinal, (9-18) horas após administração oral de 5.000 mg/kg e com depleção de (20-40)% da glutationa hepática respectivamente. Os conjugados formados foram excretados pela bile (15-20)% e entraram na circulação enterohepática voltando para o fígado, sendo o resto eliminado pelas fezes (80-90)%. Os metabólitos de Clorotalonil conjugados com glutationa foram transportados pelo sangue até o rim onde foram completamente clivados nos túbulos proximais pela ação da Glutamiltranspeptidase e cisteína-conjugado-liase resultando na produção de derivados tiols. Estes derivados foram significativamente maiores em ratos e pouco importantes em cães e primatas. Em ruminantes, os maiores metabólitos identificados foram os 4-hidroxi-derivados. Os picos sanguíneos para a substância foram observados entre 2-9 horas após a administração e considerados baixos. A meia-vida do Clorotalonil em macacos foi de 7-35 horas, sendo que (52-92)% foi excretado nas fezes e (2-4)%, na urina, nas primeiras 96 horas. Os resíduos de Clorotalonil foram encontrados no trato gastrointestinal, fígado e rins. Não houve bioacumulação. | |
| Mecanis Toxic | mos de | O exato mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecida. | |
| idade | |||
| Sintomas clíni | e sinais cos | Toxicidade aguda: é um potente irritante e sensibilizante. Em humanos expostos observados os seguintes sinais e sintomas: |
| Sintomas e sinais clínicos Dérmica Irritante (dermatite aguda, fotossensibilização, dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, reações de hipersensibilidade, urticária, eczema, eritema de face). Ocular Irritante (dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital). Inalatória Irritante (dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe e no peito, asma). Sensibilização Sensibilização dérmica e reação anafilática. Exposição crônica: Na classificação da IARC, o Clorotalonil é considerado possível carcinogênico para humanos (Grupo 2B). Não há evidências de genotoxicidade ou teratogenicidade em humanos. | ||
|---|---|---|
| Sinais e dos o compo | sintomas utros nentes | O Propilenoglicol é também irritante e age como depressor do sistema nervoso central (SNC) quando há exposição em grandes quantidades, sendo as crianças mais susceptíveis. Pode provocar coma, convulsões, hiperosmolaridade, acidose láctica, insuficiência renal, arritmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito. |
| Diagn | óstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e do quadro clínico compatível. Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Trata | mento | Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição oral: Em caso de ingesta de grandes quantidades do produto: Diluição: iniciar a diluição imediatamente com (120 a 240) mL de água ou leite (não exceder 120 mL em crianças). Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). Dose: suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) a e 1 g/kg em < 1 a; Não provocar vômito. Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica. Reação alérgica: 1. Leve/moderada: anti-histamínicos com ou sem β -agonistas via 2 inalatória; corticosteróides ou epinefrina via parenteral. 2. Grave: oxigênio, suporte respiratório venoso, epinefrina (Adulto: 0,3-0,5 mL de solução 1:1000 via SC; Crianças: 0,01 mL/kg, 0,5 mL no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Exposição inalatória Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. |
| S | intomas e s | inais clínico | s | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Dérmica | Dérmica | Irritante (dermatite aguda, fotossensibilização, dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, reações de hipersensibilidade, urticária, eczema, eritema de face). | |||||||||
| Ocular | Ocular | Irritante (dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital). | |||||||||
| Inalatóri | Inalatóri | a | Irritante (dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe e no peito, asma). | ||||||||
| Sensibili | Sensibili | zação | Sensibilização dérmica e reação anafilática. |
| Trate broncoespasmos com β -agonistas 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parental. Exposição ocular Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 5 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição dérmica Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú). Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar o contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto. | ||
|---|---|---|
| Contra-in | dicações | A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. |
| Efeitos S | inérgicos | Não relatados em humanos. |
| ATEN | ÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | ||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450 |
| Trate broncoespasmos com β -agonistas 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parental. | |
|---|---|
| Exposição ocular | Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 5 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. |
| Exposição dérmica | Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. |
MECANISM Nenhum ca Por outro la pele. Quan principalme EFEITOS A Efeitos agu DL50 oral pa DL50 dérmic CL50 inalató Irritação ocu Irritação dér Sensibilizaç Efeitos crô Estudos crô MO DE AÇÃO aso de intoxic O, ABSORÇ ÇÃO E EXCR REÇÃO PAR RA ANIMAIS DE LABOR postos foi re e o produto RATÓRIO: cação em se s com anima , cerca de 3 s. Outra via d eres humano os ocupacion ratório evide nalmente ex elatado para o ICHIBAN. sorvido pela e excretado, mo. ado, estudos ais de labora 30% é abso de excreção nciaram que é pouco ab rapidamente o no organism do ingerido, nte via fezes orvido pelo trato gastro ão há efeito intestinal e é a urina. Nã acumulativo AGUDOS E C CRÔNICOS PARA ANIM MAIS DE LAB BORATÓRIO O: udos: ara ratos (fêm ca para ratos ória para rato meas): super s: superior a os: 0,16 mg/L rior a 2.000 m mg/Kg de pe g de peso co derado irritan eso corpóreo 4.000 mg/Kg L de ar (4 h). uto foi consid orpóreo. ular em coel hos: o produ te para os o o irritante par lhos. rmica em co ção cutânea elhos: o prod duto foi cons siderado não a a pele. ção cutânea. em cobaias: o produto n ão provocou u sensibilizaç ônicos: ônicos não in ndicaram qua aisquer efeito os relevantes BIENTE E DO INSTIT TUTO BRAS SILEIRO DO MEIO AMB OS RECURS SOS NATURA RAIS RENOV VÁVEIS
1. PRE MEIO ECAUÇÕES DE USO E A TE: ADVERTÊNC CIAS QUAN NTO AOS CU UIDADOS DE E PROTEÇÃ ÃO AO O AMBIENT - Este - - A - x - M - - P - - P - Este - Este microc - Evite - Não u - Não a - Apliqu - Não produto é: Altamente Pe erigoso ao Me eio Ambiente Ambiente (C nte (CLASSE e (CLASSE I CLASSE II). E III). CLASSE IV). I). uito Perigos Perigoso ao M Pouco Perigo so ao Meio A Meio Ambien oso ao Meio A Ambiente (C produto é A produto é A crustaceo). ALTAMENT ALTAMENTE TE PERSIS TENTE no ara organis meio ambie mos aquátic ente. E TÓXICO pa cos (algas, p peixes e a contamina utilize equipa aplique o pro ação ambien amento com oduto na pres tal -Preserve e a Naturez a. vazamento. sença de ven comendadas ntos fortes o u nas horas mais quente es. ue somente as doses rec balagens ou lave as emb equipamento a. embalagens o aplicador em lagos, fo ontes, rios e demais corp pos d' água. Evite - A des a contamina stinação inad ação da água dequada de e ou restos de a e a saúde e produtos o casiona cont taminação d o solo, da água 2. INST PRE e do ar, prej judicando a fauna, a flora das pessoas TRUÇÕES D EVENÇÃO C DE ARMAZE CONTRA AC ENAMENTO DO PRODU UTO, VISAND DO SUA CO ONSERVAÇÃ ÃO E IDENTES: - Mante - O loc enha o produ cal deve ser uto em sua e embalagem o ara produtos original, sem s tóxicos, dev mpre fechada olado de alim exclusivo pa ais. ve ser de alve vendo ser is mentos, beb idas, rações ou ou - A con - O loc - Coloq - Tranq - Deve utros materia nstrução dev enaria ou de material não piso imperme o combustíve eável. ADO VENEN el al deve ser v que placa de que o local, e ventilado, co e advertência berto e ter p a com os dize eres: CUIDA ssoas não au das disponíve O. principalment evitando o ac pre embalage cesso de pes ens adequad utorizadas, p eis, para env te crianças. lagens romp haver semp olhimento de aso de arma volver embal idas ou para o rec - Em ca e produtos va azéns, deverã azados. ão ser segui as - ABNT. das as instru uções consta antes da NBR R 9843 da A Associação Brasi - Obse leira de Norm erve as dispo mas Técnica osições const tantes da leg gislação esta adual e muni cipal. 3. INST TRUÇÕES E EM CASO DE E ACIDENTE ES: - Isole - Cont e sinalize a tate as auto one de Emer área contam oridades loca minada. ais compete 0 70 10 450. ção individua entes e a E mpresa PIL ARQUIM BR R COMECIA AL LTDA. - - telefo - Utilize rgência: 0800 nto de proteç e equipamen etores e másc al -EPI (maca acão imperm eável, luvas e botas de P PVC, óculos prote cara com filtr ros). - Em c caso de der os ou corpos rrame, estan s d'água. Sig nque o esco oamento, nã ões abaixo: ão permitindo o que o pro oduto entre em bueiros, dreno . Piso a as instruçõ pavimentad do: absorva o m recipiente o produto co om serragem m ou areia, re ecolha o mate erial com au xílio de uma á pá e mais para . Solo coloque em ser utilizado sua devoluç lacrado e id o, consulte a ação final. dentificado d a empresa re devidamente . O produto través do tel derramado lefone indica não deverá ado no rótulo o. Neste caso egistrante, at ão e destina : retire as c rial e coloq trante confor camadas de que em um terra conta aminada até atingir o so devidamente olo não con e identificad ntaminado, re ecolha esse mate regist recipiente o acima. lacrado e do. Contate a empresa rme indicado
. Corp os d'água: i o ambiental adas depend uantidade do interrompa im mediatament te a captaçã o de emergên ão para o con nsumo huma presa, visto q ano ou anim que as medid al, contate o das a serem m questão e órgão adota da qu - Em ca mais próxim dem das pro o produto env o e o centro porções do a volvido. ncia da emp as característ acidente, da ticas do corp po hídrico em aso de incên ento para evi ndio, use ext tintores de pó ó químico se eco (PQS), C CO2, neblina de água, fica ando a favor do ve tar intoxicaç ão. 4. PRO DES UTIL OCEDIMENT STINAÇÃO D TOS DE LAV VAGEM, ARM AGENS VAZI MAZENAME ENTO, DEVO TOS DE PRO OLUÇÃO, TR ODUTOS IMP RANSPORT E E DE EMBALA IAS E REST PRÓPRIOS PARA LIZAÇÃO OU U EM DESU SO: EMBALA AGEM RÍGID DA LAVÁVE EL LAVAG Durant Equipa Trí Esta e esvazia - Esvaz GEM DA EM te o proced amentos de P MBALAGEM dimento de Proteção Ind lavagem o ividual -reco o operador omendados p deverá est para o prepar ar utilizando ro da calda d o os mesm do produto. mos EPI's - - íplice Lavag gem (Lavage em Manual): o processo d mbalagem d amento, ado deverá ser s otando-se os ubmetida ao de Tríplice L os: avagem, ime ediatamente após o seu u seguintes pr rocedimento zie completa ção vertical d amente o con durante 30 se mpa à embala mbalagem e a nteúdo da em egundos; agem até 1/4 agite-a, por 3 no tanque pu es; mbalagem no o tanque do p pulverizador r, mantendoa na posiç - Adicio - Tamp - Desp - Faça - Inutili La Ao util proced - Enca - Acion - Direc - A águ - Inutili Ao utili - Imed one água lim pe bem a em 4 do seu volu 30 segundos ulverizador; ume; ; eje a água d de lavagem n ção três veze agem plástica esta operaç ze a embala a ou metálica a perfurando o o fundo. vagem sob lizar pulveriz dimentos: Pressão: zadores dota ados de eq uipamentos de lavagem m sob press são seguir o os seguintes ixe a embala ne o mecanis agem vazia n smo para libe no local apro opriado do fu nil instalado no pulveriza ador; erar o jato de e água; aredes intern para o tanque ione o jato d ua de lavage e água para em deve ser t agem plástica todas as pa transferida p a ou metálica as da embal e do pulveriz o o fundo. agem, por 3 zador; 30 segundos; ; ze a embala a, perfurando zar equipam mento indepe ndente para lavagem so b pressão ad dotar os segu uintes proce edimentos: iatamente ap pós o esvaz de pulverizaç iamento do c ção, em posiç conteúdo ori ção vertical, troduzir a po s paredes int mente para o iginal da em balagem, ma segundos; antê-la inver rtida sobre a boca - Mant do tanque d ter a embala durante 30 s onta do equ ternas da em o tanque do p agem nessa posição, int para todas as ipamento de mbalagem, po e lavagem s sob pressão, direci - Toda - Inutili ARMA Após armaze lavada ionando o ja to de água p avagem é dir agem plástica or 30 segund ; dos; a água de la ze a embala rigida diretam a ou metálica pulverizador; a, perfurando o o fundo. AZENAMENT TO DA EMBA ALAGEM VA ce Lavagem m caixa colet AZIA m ou Lavage a realização enada com a o da Tríplic a tampa, em em Sob Pr essão, esta eparadamen a embalagem m deve ser iva, quando existente, s nte das emb alagens não
O arma coberto guarda DEVOL No pra tampa, fiscal, e Caso o validad validad O usuá um ano TRANS As em rações azenamento o, ventilado, adas as emb das embala , ao abrigo gens vazias , até sua dev volução pelo o impermeáv usuário, dev vel, ou no ve ser efetua ado em local al onde são l de chuva ias. e com piso próprio loca alagens che LUÇÃO DA azo de até u EMBALAGE um ano da d rio, ao estab EM VAZIA data da com belecimento mpra, é obrig gatória a de evolução da embalagem o local indica m vazia, com , pelo usuár onde foi ad quirido o pr oduto ou no ado na nota emitida no at to da compra a. o produto nã de, será facu de. o tenha sido ultada a dev o totalmente utilizado nes embalagem sse prazo, e ainda esteja meses após a dentro de s seu prazo de volução da e em até 6 m o término d do prazo de ário deve gua ardar o com volução da e provante de mbalagem v devolução p vazia. para efeito de e fiscalizaçã o, pelo prazo o mínimo de o após a dev SPORTE mbalagens va azias não po odem ser tra ansportadas s junto com alimentos, b bebidas, me edicamentos, s, animais e p pessoas. EM ESTA ARMA O arma coberto as emb Use luv Essa e separa DEVOL No pra tampa, fiscal, e Caso o validad validad O usuá um ano TRANS As em rações MBALAGEM M RÍGIDA NÃ ÃO LAVÁVE L (EMBALA AGENS DE G GRANDE VO OLUME RET ORNÁVEIS) ) EMBALAGE EM NÃO PO DE SER LAV VADA AZENAMENT TO DA EMBA o da embalag ALAGEM VA gem vazia, a AZIA até sua devo com piso imp azenamento o, ventilado, balagens che olução pelo u permeável, n usuário, dev no próprio loc ve ser efetua ado em local l ao abrigo d eias. e chuva e c cal onde são o guardadas vas no manu useio dessa e embalagem. embalagem adamente da deve ser a s embalagen armazenada ns lavadas. a com sua tampa, em caixa cole etiva, quand o existente, LUÇÃO DA azo de até u EMBALAGE um ano da d rio, ao estab EM VAZIA data da com belecimento mpra, é obrig gatória a de evolução da embalagem o local indica m vazia, com , pelo usuár onde foi ad quirido o pr oduto ou no ado na nota emitida no at to da compra a. o produto nã de, será facu de. o tenha sido ultada a dev o totalmente utilizado nes embalagem sse prazo, e ainda esteja meses após a dentro de s seu prazo de volução da e em até 6 m o término d do prazo de ário deve gua ardar o com volução da e provante de mbalagem v devolução p vazia. para efeito de e fiscalizaçã o, pelo prazo o mínimo de o após a dev SPORTE mbalagens va azias não po odem ser tra ansportadas s junto com alimentos, b bebidas, me edicamentos, s, animais e p pessoas. CUNDÁRIA EMBA LAGEM SEC (NÃO CONT TAMINADA) ) ESTA ARMA EMBALAGE EM NÃO PO DE SER LA VADA AZENAMENT TO DA EMBA ALAGEM VA AZIA
O arma coberto as emb DEVOL É obrig indicad TRANS As em rações azenamento o, ventilado, balagens che o da embalag gem vazia, a até sua devo com piso imp olução pelo u permeável, n usuário, dev no próprio loc ve ser efetua ado em local l ao abrigo d eias. e chuva e c cal onde são o guardadas LUÇÃO DA gatória a dev do na nota fis EMBALAGE volução da e scal, emitida EM VAZIA embalagem v vazia, pelo u elecimento co usuário, onde e foi adquirid do o produto o ou no local l pelo estabe omercial. SPORTE mbalagens va azias não po odem ser tra ansportadas s junto com alimentos, b bebidas, me edicamentos, s, animais e p pessoas. DESTI A dest realiza compe É PRO O FRA EFEITO EMBA A dest contam PROD Caso e através A desa operaç compe TRANS O trans inclui o não po NAÇÃO FIN tinação final NAL DAS EM MBALAGENS S VAZIAS as, após a d das embal mpresa Re agens vazia egistrante ou devolução p presas lega elos usuário lmente auto os, somente poderá ser elos órgãos da pela E etentes. u por emp orizadas pe OIBIDO AO U ACIONAMEN USUÁRIO A NTO E REEM REUTILIZA MBALAGEM AÇÃO E A R ECICLAGEM ODUTO. M DESTA EM MBALAGEM M VAZIA OU U DESTE PR OS SOBRE E O MEIO AMBIENTE OS DE PRO s embalagen a e do ar, pre DECORRE ODUTOS. ENTES DA DESTINAÇÃ ÃO INADEQ QUADA DA LAGEM VAZ tinação inad minação do s ZIA E REST dequada das solo, da água ns vazias e ejudicando a restos de produtos no ra e a saúde o meio amb biente causa fauna, a flor das pessoa UTOS IMPR este produto s do telefone RÓPRIOS PA ARA UTILIZA AÇÃO OU E EM DESUSO o venha a se e tomar impr o rótulo para róprio para utilização ou ção e destina u em desuso ação final. o, consulte o o registrante e indicado no sua devoluç ativação do ção, equipad etentes. produto é os com câm feita através aras de lava s de inciner agem de gas ração em fo ses efluentes ornos destina s e aprovado ados para e os por órgãos este tipo de s ambientais SPORTE DE E AGROTÓX XICOS, COM MPONENTES S E AFINS: ntos estabele sporte está o acompanha odem ser tran sujeito às re amento da fic nsportados ju egras e aos procedimen rgência do p soas, animai ecidos na leg gislação esp mina que os s ou outros m pecífica, que s agrotóxicos cha de emer unto de pess roduto, bem s, rações, m como determ edicamentos materiais. RESTRIÇÕ ÕES ESTAB BELECIDAS POR ÓRGÃ ÃO COMPET TENTE DO E ESTADO, DIS STRITO FED DERAL OU MUNICIPAL L Observe a concernen s restrições s e/ou dispo osições con nstantes na legislação e estadual e/o ou municipa al tes as ativid dades agríc colas