Bula oficial · registro MAPA nº 612

Bula do Pilarich

Bula completa do Pilarich (registro MAPA nº 612), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clorotalonil.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 21 páginas no PDF.

PILARICH® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob nº 00612

COMPOSIÇÃO

Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)....................................................... 720 g/L (72,0% m/v) Outros ingredientes.................................................................................................. 620 g/L (62,0% m/v) GRUPO M05 FUNGICIDA CONTEÚDO: Vide Rótulo CLASSE: Fungicida de contato GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA. Rua Cardeal Arcoverde, 2811 – Sala 407 e 408, Pinheiros, CEP 05407-004 - São Paulo/SP. CNPJ: 00.642.795/0001-31. Tel: (11) 4195.2121. Registro estadual CDA/SP nº 257. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: PILARICH TÉCNICO - REGISTRO MAPA N° 01611 Pilarquim (Shanghai) Co. Ltd. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District - Shanghai, P.R. China. Jiangsu Weunite Fine Chemical Co., Ltd. Jinger Road, lndustry Chemical Park· Jiangsu Province - Xinyi City/ China CLOROTALONIL TÉCNICO AGRISOR - Registro MAPA nº 24116 Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. N° 55, Jingjiu Road, Economic Development Zone, Xinyi City, Jiangsu, China Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. N° 19 Xingang Road Economic Development Zone, 221400 Xinyi, Jiangsu, China IMPORTADOR Agriconnection Importadora e Exportadora de Insumos Agricolas Ltda Al Rio Negro, 585, Sala 145A Edifício Jacari, Andar 14, Alphaville Centro Industrial e Empresarial. CEP 06454-000 - Barueri/SP. CNPJ 39.496.730/0001-60 Registro Estadual CDA/SP nº 4354. Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, CEP 13314-012 - Itú/SP. CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Registro Estadual CDA/SP nº 4410. Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09 Parque Industrial, CEP 86200-000 - Ibiporã/PR. CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1008310. Rodovia dos Imigrantes, SN, Zona Rural, CEP 78099-899 - Cuiabá-MT. CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Registro Estadual INDEA/MT nº 29497. Agro Import do Brasil Ltda R Prof Ivo Corseuil, 69, Conj 201 e 301 Sala D, Petropolis. CEP 90690-410 – Porto Alegre/RS. CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 1448/04. Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº – sala 5ª, Boa Vista, CEP 99500-000 - Carazinho/RS. CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 42/18.

Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz. CEP 99500-000 – Carazinho/RS. CNPJ: 05.625.220/0013-68 – Registro Estadual SEAPA/RS nº 65/20 Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - Lote 44-C-2 - Módulo I, Parque Industrial Nene Favoretto – CEP 86200-000 - Ibiporã/PR. CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1000021 Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, Km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina, CEP: 06421400 - Barueri/SP. CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro Estadual CDA/SP nº 4252 Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, Armz 2, Sala 06, Pq Industrial Vetorasso, CEP 78746-055 - Rondonópolis/MT. CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro Estadual INDEA/MT nº 29242/2023 Alta - America Latina Tecnologiaagrícola Ltda. Av Silva Jardim, 2600 - Conj 1901 Andar 19 Cond New Zealand Empresarial, Água Verde. CEP 80240-020 - Curitiba/PR. CNPJ: 10.409.614/0001-85 - Registro Estadual SEAB/PR nº 003483. Rod PR 090 - KM 374, S/N, Lote 44-C-2, Pq. Industrial Nene Favoretto. CEP 86200-000 - lbiporã/PR. CNPJ: 10.409.614/0002-66 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1000151. Rod. Presidente Castelo Branco, 30,5 km - Módulo 5H – CEP 06435-400 - Barueri/SP CNPJ: 10.409.614/0003-47 - Registro Estadual CDA/SP n° 1164. Rua Projetada, 150, Bairro Distrito Industrial, CEP 78098-970 - Cuiabá/MT CNPJ: 10.409.614/0004-28 - Registro Estadual INDEA/MT n° 180/2018. Rodovia BR 285, km 7870, José Alexandre Zachia CEP 99042-890 - Passo Fundo/RS CNPJ: 10.409.614/0006-90 - Registro Estadual SEAPA/RS n° 93/17. Rodovia BR 050 s/n°, km 185, Galpão 10, Jardim Santa Clara – CEP 38038-050 - Uberaba/MG CNPJ: 10.409.614/0005-09 - Registro Estadual IMA/MG n° 002954466.0070. Amaggi Exportacao e Importacao Ltda Rodovia BR 364, Km 20, S/N, Zona Rural, CEP 78098-970 - Cuiabá/MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72 - Registro Estadual INDEA/MT nº 20435. Rodovia BR 163, n° 2461, Expansão Urbana, CEP 78890-000 - Sorriso/MT CNPJ: 77.294.254/0077-92 - Registro Estadual INDEA/MT nº 22956. Rodovia BR 435, Km 113, S/N, CEP 76997-000, Zona Rural, Cerejeiras/RO. CNPJ: 77.294.254/0022-19 - Registro Estadual IDARON/RO nº 1655. Avenida Ville Roy, n° 7492, Quadra 54, São Vicente, CEP 69301-000, Boa Vista-RR CNPJ: 77.294.254/0079-54. Registro Estadual ADERR/RR nº: 1420025. Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, CEP 68628-557, Paragominas/PA CNPJ: 77.294.254/0083-30. Registro Estadual ADEPARA/PA nº: 004.23. Alamos do Brasil Ltda. Av. Senador Tarso Dutra, 565, Sala 1407 Torre 2, Petropolis - CEP 90690-140 - Porto Alegre/RS CNPJ: 07.118.931/0001-38 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 1788/08 Av Tupinamba, 1714, Centro, CEP 89839-000Jupia/SC. CNPJ: 07.118.931/0002-19 - Registro Estadual CIDASC/SC nº 1716 R Ronat Walter Sodre, 2800, Sala 10 A, Parque Industrial. CEP 86206-006Ibipora/PR. CNPJ 07.118.931/0003-08 – Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1007936.

CCAB Agro Ltda. Al Santos, 2159, Andar 6, Cerqueira Cesa. CEP 01419-100 - São Paulo/SP. CNPJ: 08.938.255/0001-01 - Registro Estadual CDA/SP nº 820. Rodovia BR 020 km, S/N - Zona Rural - CEP 47850-000 Luiz Eduardo Magalhães/BA. CNPJ: 08.938.255/0008-88 - Registro Estadual ADAB/BA nº 65709. Rd BR. 163 km 116, Armz. 2, Sala 1, Pq. Industrial Vetorasso CEP 78746-055 - Rondonópolis/MT. CNPJ 08.938.255/0009-69 - Registro Estadual INDEA/MT nº 463/2018. CHDS do Brasil Comercio de Insumos Agrícolas Ltda. Rua Antonio Amboni, nº 323, Quadra 03, Lote 06. CEP 85877-000 - São Miguel do Iguaçu/PR. CNPJ: 18.858.234/0001-30 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 004001. Rua I, 557, Setor A Md 2 Galpão Argal, Sala 03. CEP 78098-350 - Distrito Industrial, Cuiabá/MT. CNPJ: 18.858.234/0003-00 – Registro Estadual INDEA/MT nº 21441. Rod BR 020, KM 207, Alto Da Lagoa, CEP 47850-000 - Luis Eduardo Magalhaes/BA. CNPJ: 18.858.234/0004-82 - Registro Estadual ADAB/BA nº102518. R A, 01, Quadra Lote 1-A Sala 01-A, Distrito Industrial. CEP 65800-000Balsas/MA. CNPJ: 18.858.234/0005-63 – Registro Estadual AGED/MA nº 757. Via Exp. Anel Viário, Qd área, Lt 05 B, Jd Paraiso Acréscimo, CEP 74984-321 - Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 18.858.234/0006-44 – Registro Estadual AGRODEFESA/GO nº 2183/2018. R Adolfo Zieppe Filho, SN, Quadra 17 Setor 13 Anexo 1. Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz. CEP 99.500-000 - Carazinho/RS. CNPJ: 18.858.234/0007-25 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 79/20 Rod Pres Castelo Branco, 11100, KM 30.5 P36, Jd Maria Cristina. CEP 06.421-300 - Barueri/SP. CNPJ Nº 18.858.234/0008-06 - Registro Estadual CDA/SP nº 4300. Rod BR-050, KM 185, Galpão 25, Jardim Santa Clara. CEP 38.038-050 - Uberaba/MG. CNPJ Nº 18.858.234/0010-20 - Registro Estadual IMA/MG nº 16.049. DKBR Trading S.A. AV Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano. CEP 86050-460 – Londrina/PR. CNPJ: 33.744.380/0001-28 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1007743. Avenida Miguel Sutil, nº 6.559 - Anexo A, Sala 3, Alvorada - - CEP: 78048-000 - Cuiaba/MT. CNPJ: 33.744.380/0002-09 - Registro Estadual INDEA/MT nº 16228. Rod SPA 008/457, S/N, Sala 01, Km 500m, Zona Rural, CEP 19640-000 - Iepê/SP. CNPJ: 33.744.380/0003-90 - Registro Estadual CDA/SP nº 4303. Fiagril Ltda. Av da Produção, 2204 -W, Quadra 14 Lote 11A Sala 01, Parque das Emas. CEP 78466-551 - Lucas do Rio Verde/MT. CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro Estadual INDEA/MT nº 14210. Goplan S/A. Rua Antonio Lapa, 606, Cambui, CEP 13025-241 - Campinas/SP. CNPJ: 37.422.096/0001-96 - Registro Estadual CDA/SP nº 4296. Innova Ltda Av Perimetral Leste, 7033, Distrito Industrial de Foz do Iguaçu. CEP 85.858-76 - Foz do Iguaçu/PR. CNPJ: 17.687.819/0001-71 - Registro Estadual ADAPAR/ PR n° 1007761

Longping High-Tech Biotecnologia Ltda. Av. Nações Unidas, 12901, Sala 24 134, T. Norte, Brook. Paulista, CEP 05578-910 - São Paulo/SP. CNPJ: 08.864.422/0001-17 - Registro Estadual CDA/SP nº 4316. Rod MG 188, Fz Pombal, S/N, KM 158 Sentido Esquerda, Industrial, CEP 38600-972 - Paracatu/MG. CNPJ: 08.864.422/0010-08 - Registro Estadual IMA/MG nº 16.657. Louis Dreyfus Company Brasil S.A Avenida José Jorge Estevam, 100, Barra Funda. CEP 19707-090 - Paraguaçu Paulista/SP. CNPJ: 47.067.525/0081-92 – Registro Estadual CDA/SP nº 4315. Rua Z, nº 150 Projetada, Chácara São José - Sala A, Distr. Industrial. CEP 78098-530 – Cuiabá/MT. CNPJ: 47.067.525/0214-58 - Registro Estadual INDEA/MT nº 21649. Av. Maria Elias Lisboa Santos, S/N, Quadra 07, Lote 05, Sala 5, Pq Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP 74993-530 - Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 47.067.525/0216-10 - Registro Estadual AGRODEFESA/GO nº 10819760-3. Portal Agro Comercio e Serviço Ltda. Rod BR 010, S/N, Km 1648 Sala 02, Transul, CEP 68625-012 – Paragominas/PA. CNPJ: 10.197.621/0001-60 –Registro Estadual ADEPARA/PA nº 003.23. Sinon do Brasil Ltda. Avenida Carlos Gomes 1340, conj. 1001, Tres Figueiras. CEP: 90480-001 - Porto Alegre/RS. CNPJ: 03.417.347/0001-22 – Registro Estadual DISA/DDA/SEAPA nº 1094/99 Rod Pr 090, Km 374, S/N, Lote 44-C-2 Anexo 12, Pq Id Nene Favoretto. CEP 86200-000 - Ibiporã/PR. CNPJ: 03.417.347/0009-80 – Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1007920 R Adolfo Zieppe Filho, 0, Quadra 17 Setor 13 Anexo 01 Modulo 13, Dist. Industrial Carlos A. Fritz. CEP 99500-000 - CARAZINHO/RS. CNPJ: 03.417.347/0004-75 - Registro Estadual DISA/DDA/SEAPA nº 82/10. Rod Pres. Castelo Branco, 11100, KM 30.5 P-36 Anexo 11, Jd Maria Cristina. CEP 06421-400 - Barueri/SP. CNPJ: 03.417.347/0008-07 - Registro Estadual CDA/SP nº 4774 Rua Igarapava, 600, QD 19, LT 59 A 69 ARMZ A, Dist. Ind. II. CEP 38044-755 – Uberaba/MG. CNPJ: 03.417.347/0010-13 - Registro Estadual IMA/MG nº 15.874 Solus Industria Quimica Ltda. Rod BR-376, 1441, Sala S5 E S6, Parque Indl Zona Oeste II. Cep 86800-762 – Apucarana/PR. CNPJ: 21.203.489/0001-79 - Registro Estadual ADAPAR/PR n° 1007610. Somax Agro do Brasil Ltda R Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 41, Edif Torre Marechal, Centro. CEP 85851-020 - Foz do Iguaçu/PR. CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 1008194. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agricolas Ltda Rua Santos Dumont, 1307, Andar 1, Sala 04-A, Centro. CEP 85851-040 - Foz do Iguaçu/PR. CNPJ: 05.280.269/0001-92 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 003046. Av. Euripedes Menezes, S/N, Parque Industrial Vice-Presidente Jose Alencar – Qd 004 Lote 014 E - CEP 74993-540 - Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 05.280.269/0002-73 - Registro Estadual AGRODEFESA/GO nº 2542/2019 Rua Projetada, 150 - Bairro Distrito Industrial - CEP 78098-530 – Cuiabá/MT CNPJ: 05.280.269/0003-54 - Registro Estadual INDEA/MT nº 17910

Rua Ronat Walter Sodre, 2800 – Sala 07, Parque Industrial – CEP 86200-000 - Ibiporã/PR CNPJ nº 05.280.269/0006-05 - Registro Estadual ADAPAR/PR Nº 1007910 Avenida Constante Pavan, 4633 – Armazém 1G, Betel, CEP:13.148-198 - Paulínia/SP CNPJ: 05.280.269/0004-35 - Registro Estadual CDA/SP nº 4815 e 4301 FORMULADORES: Adama Brasil S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Pq Rui Barbosa. CEP: 86031-610 - Londrina/PR. CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro Estadual SEAB/PR nº 003263. Av. Júlio de Castilhos, 2085, Coqueiros. CEP 95860-000 - Taquari/RS. CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 1047/99. Nufarm Indústria Química e Farmacêutica S/A Av. Parque Sul, 2138, Distrito Industrial I. CEP 61939-000 - Maracanaú/CE CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Registro Estadual SEMACE nº 565/2015. Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423 S/N, Km 24,5, Jardim das Acacias. CEP 83603-000 - Campo Largo/PR. CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro Estadual SEAB/PR nº 002669. Sipcam Nichino Brasil S/A Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III. CEP 38044-755 - Uberaba/MG. CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro Estadual IMA/MG nº 2.972. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prod. Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Poço Fundo. CEP 13140-000 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro Estadual CDA/SP nº 477. UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S/A Avenida Maeda, SN - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Registro Estadual CDA/SP nº 1049. Pilarquim (Shanghai) Co. Ltd. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District - Shanghai, P.R. China Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd., Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, Jiande, 311600, Zhejiang, China MANIPULADOR: Adama Brasil S/A Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Pq Rui Barbosa. CEP 86031-610 - Londrina/PR CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro Estadual SEAB/PR nº 003263 Av. Júlio de Castilhos, 2085, Coqueiros. CEP 95860-000 - Taquari/RS CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro Estadual SEAPA/RS nº 1047/99 Ouro Fino Química S.A. Av. Filomena Cartafina, 22335, Qd 14, Lt. 5, Distrito Industrial III. CEP 38044-750 - Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro Estadual IMA/MG nº 8764 Tagma Brasil Ind. e Com. de Prod. Químicos Ltda Av. Roberto Simonsen, 1459, Poço Fundo. CEP 13140-000 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro Estadual CDA/SP n° 477

Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av Presidente Vargas, 238, Vila Vitoria II, CEP 13339-125, Indaiatuba - SP CNPJ: 50.025.469/0004-04 - Registro Estadual CDA/SP nº 1248 Av Presidente Vargas, 238, Vila Vitoria II, CEP 13339-125, Indaiatuba - SP CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Registro Estadual CDA/SP nº 466.

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no art.4° do Decreto n°7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE

TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

PILARICH® é um fungicida protetor indicado para as culturas do algodão, amendoim, batata, feijão, maçã, milho, soja, tomate, trigo e uva. CULTURAS/ DOENÇAS/ DOSES

CulturaNome comum Nome científicoDosesVolume de Calda
AlgodãoRamularia Ramularia areola1,0 a 2,0 L/ha (720 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 100 a 200 L/ha Aérea: 30 a 40 L/ha
AmendoimMancha-castanha; Cercosporiose Cercospora arachidicola1,5 a 2,0 L/ha (1080 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 200 a 500 L/ha
Mancha-preta; Mancha-foliar Pseudocercospora personata
BatataRequeima; Mela Phytophthora infestans1,75 a 2,00 L/ha (1260 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 500 a 1000 L/ha
Pinta-preta; Pinta-preta-grande Alternaria solani
FeijãoMancha-angular Phaeoisariopsis griseola1,75 a 2,00 L/ha (1260 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 200 a 500 L/ha
MaçãMancha-foliar-da-gala Colletotrichum gloeosporioides200 mL/100 L (144 g de i.a./ 100 L d’água)Terrestre: 1,5 a 2 L/planta
Sarna-da-macieira Venturia inaequalis170 mL/100 L (122,4 g de i.a./ 100 L d’água)
MilhoMancha-de-Phaeosphaeria Phaeosphaeria maydis1,5 a 2,0 L/ha (1080 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 150 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha
SojaMildio Peronospora manshurica1,4 a 2,0 L/ha (1008 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 200 a 500 L/ha
Mancha-parda Septoriose Septoria glycines
Ferrugem-da-soja Phakopsora pachyrhizi1,0 a 1,8 L/ha (1008 a 1296 g de i.a./ha)Terrestre: 100 a 200 L/ha Aérea: 30 a 40 L/ha
TomateRequeima; Mela Phytophthora infestans175 a 200 mL/100 L d'água (126 a 144 g de i.a./ 100 L d’água)Terrestre: 400 a 1.200 L/ha, respeitando a dosagem mínima de 1,5 L de produto/ha para as pulverizações com volume de calda abaixo de 1000 L/ha
Pinta-preta; Mancha-de- Alternaria Alternaria solani
Mancha-de-stemphyluim Stemphylium solani300 mL/100 L (216 g de i.a./ 100 L d’água)Terrestre: 400 a 1.000 L/ha
TrigoFerrugem-da-folha Puccinia triticina1,5 a 2,0 L/ha (1080 a 1440 g de i.a./ha)Terrestre: 200 a 300 L/ha Aérea: 30 a 40 L/ha
Mancha-amarela Drechslera tritici-repentis
UvaMofo-cinzento Botrytis cinereai300 mL/100 L (216 g de i.a./ 100 L d’água)Terrestre: 1000 a 1500 L/ha para uva
Antracnose Elsinoe ampelina
Podridão-da-uva-madura Colletotrichum gloeosporioides
Míldio Plasmopara viticola

Míldio Plasmopara viticola

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ALGODÃO Iniciar o manejo da doença por volta dos 25 dias após a emergência, quando se iniciam os primeiros sintomas. Caso sejam necessárias mais que três aplicações para controle da doença, intercalar com fungicidas de grupo químico e modo de ação diferentes, reaplicando com intervalos de 10 dias. AMENDOIM As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para a doença) ou imediatamente ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando com intervalos de 7 dias, caso necessário, com o número máximo de 3 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. BATATA As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para a doença) ou imediatamente ao aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando com intervalos de 7 dias, caso necessário, com um número máximo de 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. FEIJÃO As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para o aparecimento da doença), iniciando-se 30 dias após a semeadura, reaplicando com intervalos de 7 e 10 dias, caso necessário, com o número máximo de 3 aplicações. MAÇÃ Iniciar as aplicações no início da brotação e repetir a cada 7-10 dias, com no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. MILHO Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8), a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento) e a terceira até 14 dias após a segunda aplicação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupos químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. SOJA As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo. Realizar no máximo 2 (duas) aplicações, sendo a primeira no florescimento e a segunda de 15 a 20 dias após a primeira. Para Ferrugem da Soja (Phakopsora pachyrhizi) realizar no máximo 5 (cinco) aplicações, o intervalo de aplicação deve ser entre 10 e 20 dias.

TOMATE As aplicações do produto deverão ser de caráter preventivo (condições climáticas propícias para a doença) ou imediatamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, reaplicando com intervalos de 7 dias, caso necessário, com um máximo de 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. TRIGO Preferir realizar as aplicações nas fases críticas da cultura – emborrachamento e florescimento. Em situações propícias para o desenvolvimento da doença e em cultivares sensíveis, em particular mancha-amarela, recomenda-se iniciar o monitoramento e o manejo na fase de perfilhamento e elongação dos colmos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura. O intervalor de aplicação é definido pelo monitoramento e/ou estádio de desenvolvimento da cultura. UVA Iniciar tratamento preventivo com a primeira aplicação no início da brotação, repetindo a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. A dose recomendada de PILARICH® deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres do tipo costal (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizado, equipados com filtros adequados ao tipo de bico, pressão e volume de calda desejada, de acordo com as condições do ambiente, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas. Tais condições podem ser proporcionadas pelos bicos de jato plano convencional ou de deriva reduzida, jato plano de grande ângulo, jato plano com indução de ar, jato plano duplo comum, jato cônico e ou similares de maneira que se obtenha uma boa cobertura das plantas. O diâmetro de gotas pode variar de 200 a 600 micra e deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) de forma que se proporcione uma densidade de gotas adequada, que varia de 50 a 70 gotas/cm². Obedecer a ventos de até 10 Km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva. Aplicando gotas de diâmetros maiores reduz o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas do algodão, milho, soja e trigo. Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “micronair”, sempre visando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto: • Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo. Observação: A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso do controle das pragas independente do equipamento utilizado. RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Tipo de ponta de pulverização: Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva. Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado. Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em

camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaIntervalo de Segurança (dias)
Amendoim, Feijão, Maçã14
Batata, Soja, Tomate e Uva7
Algodão, Trigo30
Milho42

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas. Não aplicar em mistura com óleo mineral e/ou vegetal, pois poderá causar fitotoxicidade. Outras restrições a serem observadas: O produto não apresenta restrições ao uso se utilizado de acordo com as instruções.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Os equipamentos de proteção individual – EPI a serem utilizados são: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: GRUPO M05 FUNGICIDA Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC – BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas – Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas: - Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos. - Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula. - Sempre consultar um profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇAO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.  Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.  Não reutilizar a embalagem vazia  No descarte de embalagem utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser perigoso se ingerido. Pode ser perigoso em contato com a pele. Fatal se inalado. Provoca irritação ocular grave. PERIGO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: QUANDO INALADO PODE PROVOCAR SINTOMAS ALÉRGICOS, DE ASMA OU DIFICULDADES RESPIRATÓRIAS. Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÃO POR PILARICH®

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoClorotalonil: Isoftalonitrila Propilenoglicol: Alcoóis
Classe ToxicológicaCATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Vias de ExposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória
ToxicocinéticaEm estudos em animais, após administração oral, a absorção do Clorotalonil foi baixa e inversamente relacionada à dose. Assim, enquanto 30% da dose administrada, as doses de 50 mg/kg foram absorvidas, as doses maiores como 200 mg/kg, a absorção caiu para 15%. Em ratos, o Clorotalonil foi metabolizado por conjugação com a glutationa no fígado e no trato gastrointestinal, (9-18) horas após administração oral de 5.000 mg/kg e com depleção de (20-40) % da glutationa hepática respectivamente. Os conjugados formados foram excretados pela bile (15-20) % e entraram na circulação enterohepática voltando para o fígado, sendo o resto eliminado pelas fezes (80-90) %. Os metabólitos de Clorotalonil conjugados com glutationa foram transportados pelo sangue até o rim onde foram completamente clivados nos túbulos proximais pela ação da Glutamiltranspeptidase e cisteína-conjugado-liase resultando na produção de derivados tiols. Estes derivados foram significativamente maiores em ratos e pouco importantes em cães e primatas. Em ruminantes, os maiores metabólitos identificados foram os 4-hidroxi-derivados. Os picos sanguíneos para a substância foram observados entre 2-9 horas após a administração e considerados baixos. A meia-vida do Clorotalonil em macacos foi de 7-35 horas, sendo que (52-92) % foi excretado nas fezes e (2-4) %, na urina, nas primeiras 96 horas. Os resíduos de Clorotalonil foram encontrados no trato gastrointestinal, fígado e rins. Não houve bioacumulação.
ToxicodinâmicaO exato mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido.
Sintomas e sinais clínicosToxicidade aguda: é um potente irritante e sensibilizante. Em humanos expostos observados os seguintes sinais e sintomas: Sintomas e sinais clínicos Dérmica Irritante (dermatite aguda, fotossensibilização, dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, reações de hipersensibilidade, urticária, eczema, eritema de face). Ocular Irritante (dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital). Inalatória Irritante (dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe e no peito, asma). Sensibilização Sensibilização dérmica e reação anafilática. Exposição crônica: Na classificação da IARC, o Clorotalonil é considerado possível carcinogênico para humanos (Grupo 2B). Não há evidências de genotoxicidade ou teratogenicidade em humanos. O Propilenoglicol é também irritante e age como depressor do sistema nervoso central (SNC) quando há exposição em grandes quantidades, sendo as crianças mais susceptíveis. Pode provocar coma, convulsões, hiperosmolaridade, acidose láctica, insuficiência renal, arritmias, hipotensão, parada cardíaca e óbito.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e do quadro clínico compatível.  Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Sintomas e sinais clínicos
DérmicaIrritante (dermatite aguda, fotossensibilização, dermatite de contato alérgica, dermatite pigmentada, reações de hipersensibilidade, urticária, eczema, eritema de face).
OcularIrritante (dor, conjuntivite, ceratite, edema, eritema periorbital).
InalatóriaIrritante (dor nasal, odinofagia, sensação de aperto na faringe e no peito, asma).
SensibilizaçãoSensibilização dérmica e reação anafilática.
TratamentoAntídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição oral: Em caso de ingesta de grandes quantidades do produto:  Diluição: iniciar a diluição imediatamente com (120 a 240) mL de água ou leite (não exceder 120 mL em crianças).  Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). Dose: suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) a e 1 g/kg em < 1 a; Não provocar vômito.  Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a estensão do dano e guiar a lavagem gástrica.  Reação alérgica: 1. Leve/moderada: anti-histamínicos com ou sem β -agonistas via inalatória; 2 corticosteróides ou epinefrina via parenteral. 2. Grave: oxigênio, suporte respiratório venoso, epinefria (Adulto: 0,3-0,5 mL de solução 1:1000 via SC; Crianças: 0,01 mL/kg, 0,5 mL no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, anti-histamínicos, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na Exposição inalatória ventilação. Trate broncoespasmos com β - 2 agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parental. Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água salina 0,9% à Exposição ocular temperatura ambiente, por pelo menos 5 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e Exposição dérmica sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:  EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).  Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar o contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das interações químicasNão relatados em humanos.
Exposição inalatóriaSe ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com β - 2 agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parental.
Exposição ocularLave os olhos expostos com quantidades copiosas de água salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 5 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmicaRemova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450

Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Nenhum caso de intoxicação em seres humanos ocupacionalmente expostos foi relatado para o PILARICH®. Por outro lado, estudos com animais de laboratório evidenciaram que o produto é pouco absorvido pela pele. Quando ingerido, cerca de 30% é absorvido pelo trato gastrointestinal e rapidamente excretado, principalmente via fezes. Outra via de excreção é a urina. Não há efeito acumulativo no organismo.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

DL50 oral para ratos: > 2.000 mg/Kg de peso corpóreo. DL50 cutânea em ratos: > 4.000 mg/Kg de peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos: 0,16 mg/L de ar (4 h). Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto foi considerado não irritante para a pele. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado irritante para os olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilização cutânea.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Estudos crônicos não indicaram quaisquer efeitos relevantes.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, peixes e microcustaceo). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamento. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PILARQUIM BR COMECIAL LTDA. • Telefone da empresa: 0800 70 10 450. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado.

Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2, neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrição no Estado do Paraná: Restrição de uso nas culturas de maçã e milho. Restrição no Estado do Ceará: Verificar restrições de aplicação aérea no estado.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Pilarich registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 612 · documento de 28/10/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Pilarich?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Pilarich e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Pilarich é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 612, documento de 28/10/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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