PERTAG 384 EC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o n° 29317
COMPOSIÇÃO
3phenoxybenzyl (1RS, 3RS; 1RS, 3SR)-3- (2,2dichlorovinyl)- 2,2-Dimethylcyclopropanecarboxylate (PERMETRINA)................................................. 384 g/L (38,4% m/v) Outros Ingredientes............................................................................ 616 g/L (61,6% m/v)
GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de ação por contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Piretróide TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): TAGROS BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Jorge Caixe, 132 – sala 02 - Cotia/SP - CEP 06.716-690 Fone/Fax: 11 3253-8813 - CNPJ: 21.545.388/0001-86 - Registro CDA/SP No 1188 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE: Permethrin Técnico Tagros - Registro MAPA nº 02514 TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED A-4/1&2, Sipcot Industrial Complex, Pachayankuppam, Cuddalore - 607 005 - India FORMULADOR: TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED A-4/1&2, Sipcot Industrial Complex, Pachayankuppam, Cuddalore - 607 005 – Índia MANIPULADOR: ADAMA BRASIL S.A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa – Londrina/PR CEP 86031-610 - Tel. (43) 3371-9000 – Fax (43) 3371-9025 CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Reg. SEAB/PR No 003263 BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes Cj. Residencial Humaitá CEP: 11349-380 - São Vicente/SP Tel.: (13) 3565-1212 CNPJ: 58.133.703/0001-78 - Reg. CDA/SAA/SP nº 045 DE SANGOSSE AGROQUÍMICA LTDA. Avenida Ricardo Eik Medes Borges, 5800 – CEP: 86200-000 – Zona Industrial – Ibiporã – PR - Telefone: 043 3178-1900 – CNPJ: 72.097.017/0001-10 Reg. SEAB sob nº 001700 FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III – CEP 38044-760 Uberaba/ MG, CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Reg. IMA/MG No 701-2530/2006
PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR 423 s/n Km 24,5 – Campo Largo – PR – CEP 83603-000 CNPJ 00.729.422/0001-00 – Reg. SEAB/PR No 002669 TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen nº 1459, Poço Fundo CEP 13140-000 - Paulínia/SP CNPJ 03.855.423/0001-81 – Reg. SAA/CDA/SP No 47 TECNOCELL AGROFLORESTAL LTDA. Rua dos Tucanos 535 – Parque Industrial – CEP 06330-281 – Carapicuíba – SP, CNPJ 61.004.818/0001-77 – Reg. CDA/SAA/SP No 26 IMPORTADOR: BEQUISA INDÚSTRIA QUÍMICA DO BRASIL LTDA Av. Antônio Bernardo, 3950 - Gleba 37 - Pq. Industrial Imigrantes Cj. Residencial Humaitá CEP: 11349-380 - São Vicente/SP Tel.: (13) 3565-1212 CNPJ: 58.133.703/0001-78 - Reg. CDA/SAA/SP nº 045 CROPCHEM LTDA. Avenida Cristóvão Colombo 2834, conj. 803-804 - Floresta - Porto Alegre/RS CEP 90560-002 - CNPJ: 03.625.679/0001-00 - Registro FEPAM/RS No 1190/00 BR 386 km 173,5 s/n - Boa Vista – Carazinho/RS – CEP: 99500-000 CNPJ: 03.625.679/0004-45 - Registro FEPAM/RS No 219/12 Rodovia Mello Peixoto, 9916, Bl. 2 SL C Lote K-2 - Jardim Santa Adelaide – Cambé/PR – CEP 86192-170 - CNPJ: 03.625.679/0003-64 - Registro ADAPAR/PR No 003354 SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rod. BR 369 KM 06 s/n – Distrito Industrial – Caixa Postal 15, Jandaia do Sul / PR - CEP 86.900-000 - CNPJ 21.203.489/0001-79 - Registro ADAPAR/PR No 1007610 BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Treze de Maio nº 768, 6º andar, sala 62 - Piracicaba – SP, CEP 13.400-300 CNPJ 07.057.944/0001-44 – Registro CDA/SP nº 879 GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. Rua Américo Brasiliense, 1923, conj 1103 São Paulo/SP – CEP: 04715005 CNPJ: 26.401.815/0001-76 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1302 – CDA/SP Estrada PR090, 5900, km 374,9, Sala GPlace Ibiporã/PR – CEP: 86200000 CNPJ: 26.401.815/0002-57 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007782 – ADAPAR/PR NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA Rua Fidêncio Ramos, 308 - ANDAR 9 CJ 91 A 94 TORRE A – Vila Olimpia São Paulo/SP – CEP: 04551-902 CNPJ: 88.305.859/0001-50 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4292 – CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA Avenida Manoel Genildo de Araújo, 188, sala 02, Campo Real II Campo Verde/MT – CEP: 78840-000 CNPJ: 39.496.730/0001-60 Número de registro do estabelecimento/Estado: 27326 – INDEA/MT DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 - Condomínio Torre Siena Andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano – Londrina/PR – CEP: 86.050-460 CNJP: 33.744.380/0001-28 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007743 – ADAPAR/PR Avenida Miguel Sutil, n.º 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada Cuiabá/MT – CEP: 78048-000 CNPJ: 33.744.380/0002-09 Número de registro do estabelecimento/Estado: 22058 – INDEA/MT Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros, Zona Rural Iepê/SP – CEP: 19640-000 CNPJ: 33.744.380/0003-90 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4303 – CDA/SP AGRILEAN INPUTS S.A. Rod. Presidente Castelo Branco, 11100, Km 30,5, Jardim Maria Cristina Barueri/SP – CEP: 06421-300 CNPJ: 47.983.211/0004-06 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4378 – CDA/SP
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
AGRONÔMICA E PROTEJASE. Indústria Brasileira “(Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional conforme Art.4º e 273º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)”
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
CLASSE II – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
CULTURAS / PRAGAS / DOSES / NUMERO MAXIMO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Praga | Dose | Volume de Calda (L/ha) | Época e intervalo de aplicação | Número Máximo de aplicações |
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 160 mL/ha | 100 a 500 | Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas. Reaplicar sistematicamente a cada 8-12 dias. Para o controle de Aphis gossypii (Pulgão-das- inflorescências), aplicar no início da infestação. | 5 |
| Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 260 mL/ha | ||||
| Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 325 mL/ha | ||||
| Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 260 mL/ha | ||||
| Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | 260 mL/ha | ||||
| Arroz | Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 65 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar no início da infestação e reaplicar quando for atingido o nível de controle. | 5 |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 ml/ha | Terrestre: 200 - 500 Aérea: 20 - 40 | 2 | ||
| Bicheira-da- raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 100 a 150ml/ha | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 - 40 | Uma vez constatada a ocorrência da bicheira em anos anteriores, através do histórico da área, o controle deve ser efetuado o mais próximo possível do período de irrigação, ou seja, quando os adultos começam a aparecer. Reaplicar quando for atingido o nível de controle. | ||
| Citros | Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 15-20 ml/ 100 L d’água | 2-10 litros de calda/planta | Aplicar o produto em cobertura total até o ponto de escorrimento. | 1 |
| Psilídeo (Diaphorina citri) | 10 ml / 100 L d’água | 2-5 litros de calda/planta. | Tratar visando a página inferior das folhas. |
| Couve Couve-flor Repolho | Curuquerê-da- couve (Ascia monuste orseis) | 87 mL/ 100 L d’água | 300 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
|---|---|---|---|---|---|
| Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 87 mL/ 100 L d’água | ||||
| Feijão | Cigarrinha- verde (Empoasca kraemeri) | 60 ml/ ha | Volume Normal: 100 - 500 L/ha Baixo volume: 8 litros de calda/ha, adicionando 1 L de óleo mineral ou óleo vegetal ou 250 ml de espalhante adesivo | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
| Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 ml/ ha | ||||
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 60 ml/ ha | ||||
| Fumo | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 130 ml/ha | 100 - 500 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
| Percevejo- cinzento-do- fumo (Corecoris dentiventris) | 100 ml/ha | ||||
| Vaquinha- verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 ml/ha | ||||
| Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 50 ml/ha | ||||
| Milheto | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 a 130ml/ha | 100 - 500 | Aplicar no início da infestação. Menor dose para infestações menores, Maior dose para infestações maiores. Reaplicar quando for atingido o nível de controle. | 5 |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 ml/ha | ||||
| Milho | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 a 130 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar no início da infestação. Menor dose para infestações menores, Maior dose para infestações maiores. | 5 |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 mL/ha |
| Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 40 a 65 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração. | 5 |
|---|---|---|---|---|---|
| Percevejo-da- soja (Nezara viridula) | 130 mL/ha | ||||
| Percevejo- verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 130 mL/ha | ||||
| Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 65 mL/ha | ||||
| Tomate | Tripes (Frankliniella schultzei) | 16,25 mL/100 L água | 800 | Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente. | 2 |
| Pulgão-verde (Myzus persicae) | 16,25 mL/100 L água | ||||
| Broca- pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 32,5 ml/100 L água | ||||
| Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella) | 32,5 mL/100 L água | ||||
| Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | 32,5 mL/100 L água | ||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 16,25 mL/100 L água | ||||
| Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 65 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar no início da infestação. | 1 |
| Pulgão-da- espiga (Sitobion avenae) | 130 mL/ha | ||||
| Uva | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 15-20 ml/100 L d’água | 800 a 1200 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
| Grãos Armazenados (Milho) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | 200 - 300mL de água | O tratamento preventivo dos grãos deve ser realizado durante o carregamento do armazém ou silos graneleiros. Pulverizar a calda sobre os grãos durante o carregamento, utilizando equipamento pulverizador adequado sobre a correia transportadora de grãos, proporcionando sempre cobertura uniforme. Recomendado o uso de tombadores sobre a correia transportadora, de forma que os grãos sejam misturados ao passarem sob a barra de pulverização. Aplicar em grãos limpos, secos e resfriados. Não pulverizar nos grãos ainda quentes, saídos do secador, pois pode reduzir a eficiência do inseticida. | 1 |
|---|---|---|---|---|---|
| Traça-dos- cereais (Sitotroga cerealella) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | ||||
| Besourinho (Rhyzopertha dominica) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | ||||
| Grãos Armazenados (Arroz) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | 200 - 300mL de água | 1 | |
| Besourinho (Rhyzopertha dominica) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | ||||
| Grãos Armazenados (Trigo) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | 200 - 300mL de água | 1 | |
| Besourinho (Rhyzopertha dominica) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) |
MODO DE APLICAÇÃO
Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, considerando o equipamento disponível na propriedade. A aplicação pode ser efetuada via terrestre ou aérea, usando-se alto ou baixo volume. Para aplicações via terrestre Pulverizador: tratorizado de barra, tratorizado com turbo-atomizador, costal manual ou costal motorizado. Pressão de trabalho: 60 a 70 psi (equipamentos costais) e 80 a 100 psi (equipamentos tratorizados). Tipo de Bico: para equipamentos costais - bicos rotativos (CDA) ou bicos do tipo jato cônico produzindo 30 - 50 gotas/cm² com tamanho de gota correspondente a 250 micra, ou bicos equipados com ponta e difusor adequados. Para equipamentos de barra - bicos com 80º de ângulo a 30 cm de altura. Verificar se a barra em toda sua extensão está na mesma altura. Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: - Temperatura ambiente: máximo 30ºC
- Umidade relativa do ar: mínimo 60% - Velocidade do vento: máximo 10 km/h Para aplicações via aérea Pressão de trabalho: 30 a 50 llb/pol2. Bico: micronair ou UBV Tamanho da gota: 100-200 micra Densidade da gota: 60 gotas/cm2 Largura da faixa de deposição: 20 – 23 m Volume de calda: 2 a 10 L/ha Observe as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais como: - Temperatura ambiente: máximo 30ºC - Umidade relativa do ar: mínimo 60% - Velocidade do vento: máximo 7 km/h A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão: 7 dias. Arroz: 20 dias. Citros: 21 dias. Couve: 3 dias. Couve-flor: 3 dias. Feijão: 14 dias. Fumo: U.N.A. Milho: 45 dias. Milheto: 45 dias. Repolho: 3 dias. Soja: 30 dias. Tomate: 3 dias. Trigo: 18 dias. Uva: 15 dias. Grãos armazenados: 60 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade ausente para a cultura, na dose e condição recomendada.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Vide Item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: As pulverizações poderão ser via terrestre, através de pulverizadores manuais ou motorizados, e via aérea.
INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Item Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
GRUPO 3A INSETICIDA O inseticida PERTAG 384 EC pertence ao grupo 3A (moduladores de canais de sódio – Piretróides e piretrinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do PERTAG 384 EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Aplicações sucessivas de PERTAG 384 EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PERTAG 384 EC ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário; Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, raçoes, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto, faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. -Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. NOCIVO SE INGERIDO PROVOCA IRRITACAO ATENÇÃO OCULAR GRAVE PODE PROVOCAR REACOES ALERGICAS NA PELE
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para comer ou beber. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR PERTAG 384 EC - Informações Médicas -
| Grupo químico | Piretróide |
|---|---|
| Classe | CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TOXICO |
| toxicológica | |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Após absorção, por ser lipofílico, é rapidamente distribuído no sítio de ação (SNC). Rapidamente metabolizado no fígado. Não se acumula nos tecidos. Não é estocado ou bioacumulado, o que limita sua toxicidade crônica. É excretado por via urinária. |
| Mecanismos de | Pode produzir bloqueio da condução nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal. Interferem também com o receptor GABA, com supressão dos canais de cloro. Atua no sistema nervoso central e periférico, prolongando moderadamente a abertura dos canais de sódio da membrana celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retarda a regularização e leva a uma hiperexcitabilidade do sistema nervoso central (SNC). A morte de insetos e ectoparasitas é rápida, decorrente de paralisia nervosa. Associação com butóxido de piperonila potencializa a ação. Em doses muito altas, despolariza completamente a membrana da célula nervosa e bloqueia e excitabilidade. Pode causar danos permanentes ou por longo tempo em nervos periféricos. |
| toxicidade | |
| Sintomas e sinais | INTOXICAÇÃO AGUDA Pele: Eritema, edema, queimação, fisgadas, parestesias. Olhos: Irritação conjuntiva. Inalação: Irritação de vias aéreas, rinite, asma, pneumonite, asma, reações de hipersensibilidade Ingestão, exposição cutânea e exposição respiratória: causam efeito no sistema nervoso central (SNC), com convulsões, coma, parada respiratória. Na ingestão de produto associado ao butóxido de |
| clínicos |
| piperolina ocorre epigastralgia, náuseas, vômitos, diarreia, depressão leve do SNC. Pode haver aspiração pulmonar em caso de vomito, com aparecimento de pneumonite química. Com solvente derivado de petróleo, o risco de pneumonite química aumenta significativamente. Reação anafilática: broncoespasmo, edema de orofaringe, hipotensão arterial e choque. Mesmo em baixas concentrações, os piretróides modificam a função sensorial dos neurônios. A principal via de exposição ocupacional é a cutânea, mas a respiratória torna-se importante, principalmente nas aplicações me estufas. A estimulação sensorial causada pelo calor, exposição ao sol, lesões de pele, sudação e lavagem com água, aumentam a exposição. INTOXICAÇÃO CRONICA Trabalhadores expostos apresentaram sinais cutâneos com sensação de formigamento da face, coceiras, queimação e fisgadas, com início em 30 minutos após a exposição, efeito máximo em 8 horas, desaparecendo em 12 a 24 horas. Exposições ocupacionais repetidas causam, além disso, cefaléia severa, tontura, vertigem, fadiga, náuseas, perda de apetite, alterações transitórias no eletroencefalograma. Casos severos são vistos, sobretudo com ciano-piretroides, revelando tremores, convulsões e risco de morte. Eles são agravados pela associação com o butóxido de piperolina ou com inseticidas organofosforados, que inibem a degradação metabólica dos piretróides. | |||
|---|---|---|---|
| Diagnóstico | Clínico – história de exposição e presença de sintomas característicos. Laboratorial – Não há testes laboratoriais específicos. Outros testes incluem eletrólitos, glicemia e gasometria. | ||
| Tratamento | ANTIDOTO: não há antídoto especifico conhecido. As medidas abaixo relacionadas, especialmente a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas simultaneamente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. A descontaminação visa limitar a absorção e os efeitos Iocais. ADVERTENCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico. 1. Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover a vitima para local ventilado 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos. 3. Em caso de ingestão, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água e catático salino. No caso de superdosagem, proceder à lavagem gástrica e até 1-2 horas ap6s a ingestão. Se tratar-se de produto liquido com solvente derivado de |
| petróleo, a lavagem deve ser feita com intubação prévia, devido ao risco de aspiração. Não provocar vomito. Nos pacientes com risco devido à ingestão, atentar para os sinais de depressão do SNC ou de convulsões durante 4-6 h. 4. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões. Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (raro), o tratamento deve ser imediato: assistência respirat6ria, adrenalina, anti-histamínico, corticóide, fluidos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção. | |
|---|---|
| Contra- | Vômito induzido - em razão do risco potencial de aspiração: Diluição - em razão do aumento da superfície: de contato e da absorção. Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória. Outros produtos com ação sobre o sistema nervoso central e periférico, como os organofosforados e carbamatos, por exemplo. |
| indicações | |
| Efeitos das | Não se conhece efeitos aditivos, sinergéticos e/ou potencializados relacionados aos diferentes ingredientes. |
| Interações | |
| Químicas | |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Dique Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). |
| Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: (11) 3253-8813 |
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório; Permetrina é completa e rapidamente absorvida do trato gastrointestinal, minimamente absorvido pela pele, rapidamente metabolizada e completamente eliminada pelo organismo principalmente em curto espaço de tempo. O equivalente a 50 % é eliminado em 48 horas e é completamente eliminada em 8 a 12 dias após administração. Efeitos Agudos para animais de laboratório: DL50 oral para ratos: > 300 - 2000 mg/kg pc DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg pc CL50 inalatória aguda > 0,45 mg/L. Irritabilidade dérmica: levemente irritante Irritabilidade ocular: irritante Sensibilizante dérmico moderado quando aplicado em cobaias
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). ( ) Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite contaminação ambiental – Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Tagros Brasil Comércio de produtos Químicos Ltda. Telefone da empresa (11) 3253-8813 Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente uti lizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipamentos com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados juntos de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.