Bula oficial · registro MAPA nº 198608

Bula do Orthocide 500

Bula completa do Orthocide 500 (registro MAPA nº 198608), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: captana.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 22 páginas no PDF.

V2025 07 24 ORTHOCIDE 500 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 0198608

COMPOSIÇÃO

N-(trichIoromethylthio)cyclohex-4-ene-1,2-dicarboximide (CAPTANA) ...................................................................................................... 500 g/kg (50% m/m) Outros ingredientes ........................................................................................... 500 g/kg (50% m/m)

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida do grupo químico dicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP) TITULAR DO REGISTRO (*): UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000 CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ORTHOCIDE TÉCNICO MICRONIZADO – REGISTRO MAPA Nº 2168304 Adama Makhteshim Ltd. Neot-Hovav, Neot-Hovav Eco-Industrial Park - Beer-Sheva – Israel. CAPTAN TÉCNICO RAINBOW – REGISTRO MAPA Nº 20618 Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 - China Ningxia Rainbow Chemical Co., ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, 753400, China. CAPTAN TÉCNICO – REGISTRO MAPA Nº 1218306 Adama Makhteshim Ltd. Neot-Hovav, Neot-Hovav Eco-Industrial Park – Beer-Sheva, Israel. Arysta Lifescience North America Corporation 100 First Street, San Francisco, CA 94105, Estados Unidos da América. CAPTAN TÉCNICO YGC – REGISTRO MAPA Nº TC07221 Yingde Greatchem Chemicals Co. Ltd. Shakou Town Yingde City, Guangdong Province, 513052 – China. FORMULADOR: UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000. CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) n° 4153. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Avenida Maeda, s/n°, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000. CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) 1049. UPL LIMITED. Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar, 393002, District Bharuch, Gujarat, Índia. UNITED PHOSPHORUS (INDIA) LLP Plot Nº 3210/3201-A, GIDC. Ankleshwar, 393002, District Bharuch, Gujarat, Índia. Bula 20240312 – ORTHOCIDE 500 Página 1 de 22

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5, Mairinque/SP, CEP: 18120-970. CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) n° 031. FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Avenida Antônio Carlos Guillaumon, nº 25, Distrito Industrial III, Uberaba/MG, CEP: 38044-760. CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro no Estado: (IMA/MG) nº 210 IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Avenida Liberdade, nº 1701, Cajuru do Sul, Sorocaba/SP, CEP: 18087-170. CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 8. IPANEMA INDÚSTRIA DE PRODUTOS VETERINÁRIOS LTDA. Rodovia Raposo Tavares, km 113, Barreiro, Araçoiaba da Serra/SP, CEP: 18190-000. CNPJ: 64.687.015/000152 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) n° 572. IQL – INDÚSTRIAS QUÍMICAS LORENA LTDA. - EPP Rua Hum esquina com Rua Seis, s/nº, Lote Industrial, Roseira/SP, CEP: 12580-000. CNPJ: 48.284.749/0001-34 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 266. LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO. LTD. Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600, China. MICRO SERVICE - INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rua Minas Gerais, nº 310, Diadema/SP, CEP: 09941-760. CNPJ: 43.352.558/0001-49 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 079. SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. Avenida Wilson Camurça, 2138, Distrito Industrial I, Maracanaú/CE, CEP: 61939-000. CNPJ: 07.467.822/000126 - Cadastro no Estado: SEMACE/CE nº 358/2021 DICOP. SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. Rua Igarapava, nº 599, Distrito Industrial III, Uberaba/MG, CEP: 38044-755. CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro no Estado: (IMA/MG) nº 2972. ULTRAFINE TECHNOLOGIES IND. E COM. DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Alberto Guizo, nº 859, Indaiatuba/SP, CEP: 13347-402. CNPJ: 50.025.469/0001-53 - Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 466. ARYSTA LIFE SCIENCES (I) LTD. 50-A GIDC Industrial Estate Derol Kalol, 389330 District, Panchmahal - Índia.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 2 de 22

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

ORTHOCIDE 500 é um fungicida de contato com ação multissítio pertencente ao Grupo M4, segundo classificação internacional do FRAC. CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1. PULVERIZAÇÃO EM PARTE AÉREA:

CULTURADOENÇADOSEVOLUME DE
ÉPOCA E INTERVALO DE
Nome comumProdutoCALDA
APLICAÇÃO
(Nome científico)comercial(L/ha)
Abacate, Anonáceas, Azeitona, Lichia, Macadâmia, Manga e RomãAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)2,0 - 2,4 kg/ha1000Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
AbacaxiPodridão-de-raízes ou Podridão-do-topo (Phytophthora cinnamomi; Phytophthora nicotianae var. parasitica)2,0 - 2,5 kg/ha300 a 600Aplicar preventivamente a partir do plantio das mudas, repetindo com intervalos de 10 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo.
Podridão-negra ou Podridão-mole (Ceratocystis paradoxa)
Abóbora e AbobrinhaAntracnose ou Podridão- amarga (Colletotrichum orbiculare)2,0 - 2,5 kg/ha300 a 600Para antracnose iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Já para míldio iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
Míldio (Pseudoperonospora cubensis)
AlhoMíldio ou Cinza (Peronospora destructor)240 g/100L de água500 a 800Aplicar preventivamente a partir da emergência das plantas, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo.
AmeixaPodridão-parda ou Podridão-dos-frutos (Monilinia fructicola)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após o florescimento/formação dos primeiros

Página 3 de 22

Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Antracnose (Colletotrichum acutatum)
BatataRequeima ou Mela (Phytophthora infestans)1,6 - 2,5 kg/ha300 a 600Aplicar preventivamente a partir da emergência da cultura, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo.
240 g/100L de água700 a 1000
Batata-doceAlternaria (Alternaria bataticola)2,0 a 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações preventivamente ou logo após os primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Berinjela, Jiló e QuiaboAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Mancha-de-phytophthora (Phytophthora capsici)
Beterraba e RabaneteMofo preto (Alternaria tenuis)2,0 – 2,5 kg/ha300-600Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
CacauPodridão-do-olho (Phytophthora palmivora)2,0 – 2,5 kg/ha1000Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Caju, Caqui, Carambola, Figo e GoiabaAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após o florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.

Página 4 de 22

CebolaMíldio ou Cinza (Peronospora destructor)240 g/100L de água500 a 800Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo.
Mofo-cinzento ou Queima-das-pontas (Botrytis squamosa; Botrytis cinerea)
CenouraMancha de alternaria (Alternaria dauci)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Para mancha-de-alternaria, iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Para mancha-de-cercospora iniciar as aplicações preventivamente antes do surgimento dos primeiros sintomas, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Mancha-de-cercospora (Cercospora carotae)
Chuchu e MaxixeAntracnose (Colletotrichum orbiculare)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
CitrosAntracnose ou Podridão-floral-dos-citros (Colletotrichum gloeosporioides)240 g/100L de água ou 2,5 kg/ha700 a 1500A primeira, quando 2/3 das pétalas já estiverem caídas e as demais com intervalos de 10 dias. Realizar até 3 aplicações por ciclo.
Melanose ou Podridão-peduncular (Diaporthe citri)
Verrugose-da-laranja-azeda ou Verrugose (Elsinoe fawcetti)
Cravo*Mofo-cinzento (Botrytis cinerea)240 g/100L de água500 a 800Iniciar as aplicações preventivamente a partir do transplantio das mudas ou no aparecimento dos primeiros sintomas, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias.
DuboisiaRequeima ou Mela (Phytophthora infestans)1,6 – 2,5 kg/ha700 a 1500Iniciar a aplicação de forma preventiva logo após o transplantio das mudas, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao

Página 5 de 22

Mancha-de-phytophthora (Phytophthora capsici)desenvolvimento da doença. Em mudas formadas por estaquia, tratar de forma preventiva a base das estacas com solução de 2,5 % (v/v) do produto. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
GengibreGomose (Phytophthora nicotianae var. parasítica)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações preventivamente antes do surgimento dos primeiros sintomas, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Gladíolo*Podridão-da-flor (Botrytis gladiolorum)240 g/100L de água500 a 800Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento ou no aparecimento dos primeiros sintomas, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias.
GuaranáAntracnose (Colletotrichum guaranicola)2,0 – 2,4 kg/ha500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
MaçãAntracnose-maculata (Elsinoe piri)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo.
Mancha-foliar-da-gala ou Podridão-amarga (Colletotrichum gloeosporioides)
Podridão-parda ou Podridão-dos-frutos (Monilinia fructicola)
Sarna-da-macieira ou Sarna (Venturia inaequalis)
Sarna (Cladosporium carpophilum)
Cancro Europeu (Neonectria galligena)
MamãoPodridão parda (Phytophthora palmivora)2,0 – 2,5 kg/ha500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Antracnose ou Antracnose-dos-frutos (Colletotrichum gloeosporioides)2,0 – 2,4 kg/ha500 a 1000

Página 6 de 22

MandiocaCercosporiose (Passalora vicosae ou Cercospora vicosae)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Mandioquinha- salsaMancha-de-cercospora (Cercospora beticola)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar até 6 aplicações por ciclo da cultura.
MaracujáAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)2,0 a 2,4 kg/ha500 a 1000Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Crestamento-foliar (Phytophthora cinnamomi)2,0 – 2,5 kg/ha
MarmeloAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após o florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Melancia e MelãoAntracnose ou Podridão-amarga (Colletotrichum orbiculare)2,0 - 2,5 kg/ha300 a 600Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo.
Míldio (Pseudoperonospora cubensis)
NaboAlternarioses (Alternaria brassicae)2 - 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Nectarina e NêsperaPodridão-parda (Monilinia fructicola)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após o florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)

Página 7 de 22

Crespeira (Taphrina deformans)de 7 dias, dependendo da evolução desta. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Noz pecãAntracnose (Colletotrichum gloeosporioides)2 - 2,4 kg/ha500 a 1000Para antracnose iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento quando do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Para a sarna-da-nogueira iniciar as pulverizações de forma preventiva antes do surgimento dos primeiros sintomas, logo após a fase de dormência no início da brotação, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura.
Sarna da nogueira-pecã (Venturia effusa)
PepinoAntracnose ou Podridão-amarga (Colletotrichum orbiculare)2,0 - 2,5 kg/ha300 a 600Aplicar preventivamente sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo.
Míldio (Pseudoperonospora cubensis)
PêraAntracnose-maculata (Elsinoe piri)240 g/100L de água1000Para as antracnoses e podridão-parda iniciar as aplicações a partir do florescimento e início de frutificação, repetindo com intervalos de 7 dias. Para as sarnas e o crestamento-foliar, iniciar as pulverizações de forma preventiva antes do surgimento dos primeiros sintomas, logo após a fase de dormência no início da brotação, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Antracnose ou Antracnose-dos-frutos (Colletotrichum gloeosporioides)
Podridão-parda ou Podridão-dos-frutos (Monilinia fructicola)
Sarna (Cladosporium carpophilum)
Sarna-da-macieira ou Sarna (Venturia inaequalis)
Crestamento (Entomosporium mespili)
PêssegoSarna-do-Pessegueiro ou Sarna (Cladosporium carpophilum)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações a partir do florescimento, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo.
Crespeira ou Crespeira-verdadeira (Taphrina deformans)
Podridão-parda ou Podridão-dos-frutos (Monilinia fructicola)
Antracnose ou Antracnose-dos-frutos (Colletotrichum gloeosporioides)

Página 8 de 22

Pimentão e PimentaMofo-cinzento ou Podridão-da-flor (Botrytis cinerea)2,0 – 2,5 kg/ha300 a 600Iniciar as aplicações preventivamente a partir do florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Antracnose ou Antracnose-dos-frutos (Colletotrichum gloeosporioides)
Requeima ou Mancha-de- phytophthora (Phytophthora capsici)
Plantas Ornamentais*(1)Mofo-cinzento (Botrytis cinerea)240 g/100L de água500 a 800Iniciar as aplicações preventivamente a partir do transplantio das mudas ou no aparecimento dos primeiros sintomas, sempre que as condições climáticas estiverem favoráveis ao aparecimento da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias. Obs.: Produto recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido.
QuiuiMofo-cinzento ou Podridão-da-flor (Botrytis cinerea)240 g/100L de água1000Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Utilizar a maior dose em situações favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Mal-do-facão ou Murcha (Ceratocystis fimbriata)
Rosa*Mofo-das-flores ou Mofo- cinzento (Botrytis cinerea)240 g/100L de água500 a 800Para o controle do mofo-das-flores, iniciar as aplicações de forma preventiva na fase de pré-colheita, repetindo se necessário em intervalos de 7 dias, principalmente nas ocasiões quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. No controle de mancha-negra, aplicar de forma preventiva nas brotações novas, repetindo se necessário em intervalos de 7 dias, principalmente nas ocasiões quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Mancha-negra ou Mancha- das-folhas (Diplocarpon rosae)
TomateRequeima ou Mela (Phytophthora infestans)1,6 - 2,5 kg/ha300 a 600Aplicar preventivamente a partir da emergência ou do transplantio das mudas, repetindo com intervalos de 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo.
Septoriose ou Pinta-preta-pequena (Septoria lycopersici)240 g/100L de água700 a 1000
UvaMíldio ou Mofo (Plasmopara viticola)1,9 kg/ha700 a 1500Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após o florescimento/formação dos primeiros frutos ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo se necessário, em intervalos de 7 dias, dependendo da evolução desta. Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura.
Mofo-cinzento ou Podridão-da-flor (Botrytis cinerea)
Antracnose (Elsinoe ampelina)240 g/100L de água800

Página 9 de 22

*Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. (1)De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).

MODO DE APLICAÇÃO

Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas a médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Arbóreas: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 3 a 10 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Preparo da calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Devese fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. Condições Metereológicas: Realizar as pulverizações quando as condições metereológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Página 10 de 22

• Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. • Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. • Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão térmica. • Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula. Limpeza do pulverizador: Pulverizadores de barra: 1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida. Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores): 1Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada; 2Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas; 3Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada; Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abacate 7 dias Maça 1 dia Abacaxi 1 dia Macadâmia 7 dias Abóbora 1 dia Mamão 7 dias Abobrinha 1 dia Mandioca 14 dias Alho 7 dias Mandioquinha-salsa 14 dias Ameixa 1 dia Manga 7 dias Anonáceas 7 dias Maracujá 7 dias Azeitona 7 dias Marmelo 1 dia Batata 14 dias Maxixe 1 dia Batata-doce 14 dias Melancia 1 dia Berinjela 7 dias Melão 1 dia Beterraba 14 dias Nabo 14 dias Cacau 7 dias Nectarina 1 dia Caju 1 dia Nêspera 1 dia Caqui 1 dia Noz pecã 7 dias Carambola 1 dia Pera 1 dia Cebola 7 dias Pepino 1 dia

Abacate7 diasMaça1 dia
Abacaxi1 diaMacadâmia7 dias
Abóbora1 diaMamão7 dias
Abobrinha1 diaMandioca14 dias
Alho7 diasMandioquinha-salsa14 dias
Ameixa1 diaManga7 dias
Anonáceas7 diasMaracujá7 dias
Azeitona7 diasMarmelo1 dia
Batata14 diasMaxixe1 dia
Batata-doce14 diasMelancia1 dia
Berinjela7 diasMelão1 dia
Beterraba14 diasNabo14 dias
Cacau7 diasNectarina1 dia
Caju1 diaNêspera1 dia
Caqui1 diaNoz pecã7 dias
Carambola1 diaPera1 dia
Cebola7 diasPepino1 dia

Página 11 de 22

Cenoura 14 dias Pêssego 1 dia Chuchu 1 dia Pimenta 7 dias Citros 7 dias Pimentão 7 dias Cravo U.N.A. Plantas ornamentais U.N.A. Duboisia U.N.A. Quiabo 7 dias Figo 1 dia Quiui 1 dia Gengibre 14 dias Rabanete 14 dias Gladíolo U.N.A. Romã 7 dias Goiaba 1 dia Rosa U.N.A. Guaraná 7 dias Tomate 1 dia Jiló 7 dias Uva 1 dia Lichia 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O uso do produto está restrito aos indicados na bula. O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.

2. TRATAMENTO DE SEMENTES

Cenoura14 diasPêssego1 dia
Chuchu1 diaPimenta7 dias
Citros7 diasPimentão7 dias
CravoU.N.A.Plantas ornamentaisU.N.A.
DuboisiaU.N.A.Quiabo7 dias
Figo1 diaQuiui1 dia
Gengibre14 diasRabanete14 dias
GladíoloU.N.A.Romã7 dias
Goiaba1 diaRosaU.N.A.
Guaraná7 diasTomate1 dia
Jiló7 diasUva1 dia
Lichia7 dias
CULTURADOENÇA Nome comum (Nome científico)DOSE ProdutoNÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
comercial
(g/100 kg de
sementes)
AlgodãoAntracnose ou Tombamento (Colletotrichum gossypii)c/ línter: 300 s/ línter: 240O tratamento deve ser feito em uma única aplicação, preferencialmente um pouco antes do plantio das culturas para as quais é recomendado, na forma de tratamento de sementes.
Podridão-radicular ou Tombamento (Rhizoctonia solani)
MilhoPodridão-das-raízes ou Estiolamento (Pythium spp.)240
Podridão-radicular ou Tombamento (Rhizoctonia solani)
TrigoGiberela ou Fusariose (Fusarium graminearum)300
Helmintosporiose ou Mancha- marrom (Bipolaris sorokiniana)
Cárie ou Carvão-fétido (Tilletia caries; Tilletia laevis)

MODO DE APLICAÇÃO

As sementes devem ser tratadas a seco ou previamente umedecidas, misturando-se o produto nas dosagens recomendadas em tambor rotativo. Com as sementes ainda no equipamento, adicionar o corante e repetir o procedimento até que as mesmas estejam completamente cobertas. Em equipamentos mecânicos, tipo rosca sem fim ou máquinas específicas com fluxo contínuo de sementes, observar os critérios específicos de calibragem das respectivas máquinas a fim de proporcionar uma boa cobertura das sementes nas doses recomendadas. Nota: As sementes tratadas por via úmida não poderão ser guardadas se não estiverem completamente secas, em local bem ventilado, a fim de evitar fermentação. Pré-aplicação: O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar sementes limpas, livres de poeira e impurezas, e de boa qualidade, com alto poder germinativo e bom vigor. Página 12 de 22

Equipamentos de aplicação: Utilizar equipamentos específicos para tratamento de sementes que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes sem danificar sua qualidade fisiológica. Utilizar a dose recomendada para o peso desejado de sementes e proceder a operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme dos produtos sobre as sementes. Preparo de calda: Havendo a necessidade de acrescentar água, a ordem a ser seguida da confecção da calda deverá ser do produto adicionado em água, mantendo-se a mesma sob agitação constante, do início do preparo da calda até a aplicação nas sementes. Aplicação: É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamento de sementes. Deve-se colocar as sementes a serem tratadas dentro do equipamento, iniciar a agitação e adicionar gradativamente a dose do produto/calda. Manter as sementes misturando com o produto adicionado por 3 a 5 minutos. Ao final do tratamento, deve-se atentar para que as sementes estejam devidamente recobertas e secas e que não haja sobra de produto/calda no equipamento utilizado. Se atente para a quantidade de sementes a ser colocada no recipiente do equipamento tratador. Cada equipamento informa uma quantidade ideal de sementes a ser tratada por batelada. Respeite as recomendações e escolha o tamanho de equipamento mais adequado às necessidades. Pós-aplicação: Sementes umedecidas em excesso devem ser secas à sombra antes de armazená-las e/ou semeá-las. Acondicionar as sementes tratadas em sacos de papel ou em embalagens que permitam a respiração das sementes, evitando exposição ao sol. A semente tratada deve ser utilizada somente para o plantio, não podendo ser empregada na alimentação humana ou animal. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO

ATENÇÃO: As sementes tratadas devem ser usadas exclusivamente para o plantio. OUTRAS RESTRIÇÕES: As sementes tratadas não podem ser usadas para a alimentação humana ou animal e nem para a extração de óleo ou de outros derivados.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência. Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo M04 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; Página 13 de 22

• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

O produto fungicida ORTHOCIDE 500 é composto por Captana, que apresenta mecanismo de ação de contato multissítio, pertencente ao Grupo M04, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo de irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂCIA SANITÁRIA – ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar formação de poeiras; Página 14 de 22

• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se inalado Provoca lesões oculares graves Pode provocar reações alérgicas na pele PERIGO Página 15 de 22

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES PELO ORTHOCIDE 500 -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoCAPTANA: Dicarboximida.
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaCaptana: O captana é rapidamente absorvido (cerca de 80%) e excretado após administração oral em ratos. A biotransformação do captana ocorre no trato gastrointestinal. Nas menores doses, é extensivamente metabolizado, enquanto que, nas maiores doses, é metabolizado incompletamente e uma proporção é excretada na forma inalterada. O captana sofre clivagem metabólica da ligação nitrogênio-enxofre que, provavelmente, ocorre rapidamente. Os principais metabólitos nos roedores são 4,5-ciclo-hexeno-1,2- dicarboximida (THPI), 3 hidroxi-4,5-ciclo-hexeno-1,2-dicarboximida (3OH-THPI), 5- hidroxi-4,5 ciclo-hexeno-1, 2-dicarboximida (5OH-THPI), 4,5-epoxi-1,2-dicarboximida (THPI-epóxido), 4,5-di-hidroxi-1,2-dicarboximida (4,5-diOH THPI), 1- amido -2- carboxi-4,5-ciclo-hexeno (THPAM) e 6-hidroxi-1-amido-2 carboxi-4,5-ciclo-hexeno (ácido 3- OH THP-amico). Não há evidências de bioacumulação.
ToxicodinâmicaCaptana: O mecanismo proposto para a indução de tumor duodenal em camundongos foi a formação do tiofosgênio, de característica irritante, após a degradação do captana no duodeno em altas doses. Isto resulta em danos e irritação nas células das vilosidades duodenais, e consequente aumento da replicação celular, que leva à hiperplasia das células da cripta, adenoma e, finalmente, carcinoma.
Sintomas e sinaisNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos em animais de experimentação, o produto foi possivelmente nocivo se inalado. A aplicação do produto causou irritação ocular e reações alérgicas na pele. O produto não causou irritação dérmica. Captana: Não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Pode causar irritação e reações alérgicas na pele, irritação ocular e do trato respiratório. Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação e reações alérgicas, com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
clínicos
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Página 16 de 22

TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por captana. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição respiratória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Página 17 de 22

A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos dasNão são conhecidos.
interações químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518-5465 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: • DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c. • DL50 dérmica em ratos: >5000 mg/kg p.c. • CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste (>5,75 mg/L/4h). • Corrosão/irritação cutânea em coelhos: O produto aplicado na pele de coelhos causou eritema, grau 1 a 2, em 6/6 dos animais, revertido dentro de 72 horas. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. • Corrosão/irritação ocular em coelhos: O produto aplicado nos olhos dos coelhos causou, em 6/6 dos animais, opacidade (score 1 a 3), irite (score 1); hiperemia (score 1 a 3); quemose (score 1 a 4) e secreção (score 1 a 3). Os sinais de irritação não foram completamente revertidos dentro de 21 dias. Nas condições do teste, o produto foi classificado irritante para os olhos. • Sensibilização cutânea em cobaias: Sensibilizante. • Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Captana: Em estudos de curto-prazo, o NOEL foi estabelecido em 300 mg/kg p.c./dia a partir de um estudo de um ano em cães. Em estudo de toxicidade dérmica de 21 dias, em coelhos, observou-se diminuição do peso corpóreo, do ganho de peso corpóreo e do consumo de alimentos na dose de 1000 mg/kg p.c./dia. Captana não mostrou potencial genotóxico. A administração oral crônica de captana, via dieta, em ratos, foi associada à redução de ganho de peso corpóreo em doses maiores ou iguais a 98 mg/kg p.c./dia. Em um estudo de 18 meses em ratos, foram observados aumentos nos pesos médios absolutos e relativos do fígado e rins a 250 mg/kg p.c./dia, em machos, e hipertrofia hepatocelular. O captana não mostrou potencial carcinogênico em ratos. O NOAEL após a administração oral, via dieta, em estudo de dois anos foi de 25 mg/kg p.c./dia. Em camundongos, o captana causou tumores duodenais em doses maiores ou iguais a 122,8 mg/kg p.c./dia. O NOAEL foi de 61 e 70 mg/kg p.c./dia em machos e fêmeas, respectivamente. Há evidências que apoiam um mecanismo não genotóxico de carcinogenicidade em camundongos, associado à natureza irritante do captana. Foi estabelecido o NOAEL de 60,9 mg/kg p.c./dia para tumores duodenais em camundongos machos. Captana não afetou adversamente a fertilidade em dose de até 500 mg/kg p.c./dia; o NOAEL da prole foi de 12,5 mg/kg p.c./dia e o NOAEL parental foi de 25 mg/kg p.c./dia em ratos. O captana foi associado ao aumento da incidência de malformações em coelhos em (100 mg/kg p.c./dia) e anormalidades esqueléticas (30 mg/kg p.c./dia), considerados resultantes de toxicidade materna. O NOAEL embrio-fetal e materno é de 10 mg/kg p.c./dia em coelhos. Em ratos, o NOAEL embrio-fetal é de 90 mg/kg p.c./dia e o NOAEL materno é 18 mg/kg p.c./dia. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Página 18 de 22

Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor abdominal), irritação ocular, com vermelhidão e lacrimejamento, tosse, ardência no nariz e garganta. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes). • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem

Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
XMuito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

Página 19 de 22

das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO

DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Página 20 de 22

• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS) AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS. ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS • O armazenamento das embalagens – sacarias – vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio das sacarias. • As embalagens – sacarias – vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS – VAZIAS • Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico ORTHOCIDE 500 ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas. • Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes foram tratadas com o agrotóxico ORTHOCIDE 500 e informar que as mesmas devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. Página 21 de 22

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Este produto encontra-se com restrição temporária de uso para Pythium spp na cultura do Milho, no Paraná, não podendo ser recomendado e/ou receitado neste Estado. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas. Página 22 de 22

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Orthocide 500 registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 198608 · documento de 13/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Orthocide 500?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Orthocide 500 e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Orthocide 500 é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 198608, documento de 13/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também