Bula oficial · registro MAPA nº 2618

Bula do Orbis

Bula completa do Orbis (registro MAPA nº 2618), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: tebuconazol.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA. ORBIS Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 2618

COMPOSIÇÃO

(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol (TEBUCONAZOL) ........................................................................................................ 200 g/L (20% m/v) Outros Ingredientes ................................................................................................... 780 g/L (78,0% m/v) GRUPO G1 FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida, de ação sistêmica GRUPOS QUÍMICOS: Triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA. Rua Marechal Floriano Peixoto nº 960 – SALAS: 165, 166, 167 e 168.Edíficio Torre Marechal – Centro CEP: 85.851-020 – Foz do Iguaçu/PR Fone: (45) 3025-0870 - CNPJ: 45. 923.627/0001-52 Número de registro do estabelecimento no Estado: ADAPAR/PR: 1008194 (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: TEBUCONAZOLE TÉCNICO LOVELAND (Registro MAPA n° 14312) JIANGSU TUOQIU AGROCHEMICALS CO., LTD. Kaitai Road, Coastal Industrial Park, Jiangsu Binhai Economic and Development Zone, Jiangsu - China. YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD. Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Jiangsu, China. TEBUCONAZOLE TÉCNICO SINO-AGRI (Registro MAPA n° 08417) JIANGSU FENGDENG CROP SCIENCE CO., LTD. Dengguan Town, Jintan City-213253 Changzhou, Jiangsu-China. TEBUCONAZOL TÉCNICO FG (Registro MAPA n°9117) JIANGSU FENGDENG CROP SCIENCE CO., LTD. Dengguan Town, Jintan City213253 Changzhou, Jiangsu - China. FORMULADOR: PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rodovia PR 423 s/m km 24,5 – Campo Largo – PR – CEP 83603-000 – CNPJ: 00. 729.422/0001-00 – Registro no órgão estadual nº 002669/SEAB/PR. QINGDAO RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base Qingdao, Shandong, 266717, China. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Município de PaulíniaSP – CEP 13148-030. CNPJ: 03.855.423/0001-81. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro Cruz Alta, Indaiatuba/SP, CEP 13.348-790 CNPJ: 50.025.469/000404.

SINOAGRI LEADING (TIANJIN) AGROCHEMICAL NCOMPANY LIMITED. East of Jinji Rail, South of Nongchang, Wuqing District, Tianjin, 301700 – China AGROMOL BIOTECH CO. LTD., East side, Middle section of Binhe road, Shanxian Country, Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian Country, Heze City, Shandong Province, China.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: PODER. OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7212, de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: II – MUITO PERIGOSO AO

MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

ORBIS é um fungicida sistêmico do grupo químico triazol, caracterizado pelo mecanismo de ação denominado IBE (inibidor da biossíntese do ergosterol). Tratase de um concentrado emulsionável, que contém 200 g/L do ingrediente ativo tebuconazol. Possui ação preventiva e curativa, sendo recomendado para o controle de doenças em culturas agrícolas, conforme especificado abaixo. CULTURAS/DOENÇAS/DOSES: ORBIS é indicado para o controle de doenças, através de pulverização da parte aérea nas culturas de abacaxi, álamo, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva.

CulturaDoençasDosesVolume de CaldaNúmero de aplicaçãoÉpoca de aplicação
Nome comumNome científicoProduto comercialIngredient e ativoTerrestreAérea
AbacaxiFusarioseFusarium subglutinans100 ml/100 L de água20 g/100 L água800 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicações.Iniciar as aplicações 40 dias após a indução floral e repetir a cada 15 dias até o fechamento total das flores.
ÁlamoFerrugem-do- álamoMelampsora medusae0,75 L/ha150 g/ha2600 L/ha10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha para barraRealizar 2 aplicações(*)Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas da ferrugem. A aplicação deve ser repetida 21 dias após a primeira aplicação, ou, em fases de menor pressão da doença, quando houver re- infestação.
AlhoMancha-púrpuraAlternaria porri1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 15 dias.
FerrugemPuccinia allii
AmendoimCercosporioseCercospora arachidicola0,5 L/ha100 g/ha200 a 300 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 7 dias.
CercosporiosePseudocercospor a personata
ArrozMancha-pardaBipolaris oryzae0,75 L/ha150 g/ha200 a 300 L/ha-Efetuar no máximo 2 aplicaçõesA partir do aparecimento dos sintomas nas folhas, aplicar com intervalos de 14 dias
BrusonePyricularia grisea
AveiaFerrugem-da-folhaPucccinia coronata var. avenae0,75 L/ha150 g/ha200 a 300 L/ha10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha para barraEfetuar no máximo 2 aplicações.Realizar a primeira aplicação quando forem encontradas no máximo 5% de área foliar atingida pelas doenças. Se o nível crítico for atingido novamente, uma segunda aplicação será necessária.
HelmintosporioseDrechslera avenae
BananaSigatoka-amarela Mal-de-sigatokaMycosphaerella musicola0,5 L/ha100 g/ha15 L de óleo mineral10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha para barraEfetuar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura.As aplicações devem ser iniciadas em novembro, devendo ser repetidas a cada 30 a 40 dias, até o fim do período crítico.
BatataPinta-pretaAlternaria solani1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicaçõesO controle deve ser iniciado no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Aplicar com intervalos de 7 dias.
BeterrabaMancha-de- cercósporaCercospora beticola1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 7 dias.
CacauVassoura-de- bruxaCrinipellis perniciosa1,2 L/ha240 g/ha200 a 300 L/ha-Realizar no máximo 5 aplicaçõesO controle deve ser feito a partir de abril/maio, época que coincide com o início das chuvas. Aplicar com intervalos de 30 dias.
CaféMancha-de- ascochytaAscochyta coffeae1,0 L/ha200 g/ha250 a 500 L/ha-Realizar máximo de 2 aplicações.Realizar a aplicação do produto no início do aparecimento dos primeiros sintomas, podendo repetir após 60 dias.
CercósporaCercospora coffeicolaRealizar no máximo 2 aplicações.Realizar aplicações preventivas, a partir de dezembro/janeiro até março (período crítico da doença).
Ferrugem-do- cafeeeiroHemileia vastatrixEfetuar no máximo 2 aplicações.Iniciar o controle quando o nível de infecção atingir 5%, repetindo-se se o mesmo for novamente atingido.
Seca-dos- ponteirosPhoma costaricensisRealizar no máximo 3 aplicaçõesRealizar aplicações preventivas logo após a florada (flor murcha). Aplicar com intervalos de 30 dias, quando as condições favoráveis à doença persistirem.
Realizar no máximo 2 aplicaçõesCaso seja constatada a presença da doença atacando os ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio), realizar uma a duas aplicações, com intervalo de 30 dias.
CebolaMancha-púrpuraAlternaria porri1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 15 dias.
CenouraAlternariaAlternaria dauci1,0 L/ha200 g/há500 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 15 dias.
CevadaMancha-reticularDreschlera teres0,75 L/ha150 g/ha200 a 300 L/ha10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha para barraEfetuar no máximo 2 aplicações.Realizar a primeira aplicação quando forem encontradas no máximo 5% de área foliar atingida pelas doenças. Se o nível crítico for atingido novamente, uma segunda aplicação será necessária.
Ferrugem-da-folhaPuccinia hordei
CitrosQueda-do-fruto- jovem / AntracnoseColletotrichum gloeosporioides75 ml/100 L de água15 g/100 L de água2000 L/ha-2 aplicaçõesAplicar antes da abertura das flores, sendo a primeira logo após o aparecimento dos botões florais e a segunda na fase de cotonete.
CrisântemoFerrugemPuccinia horiana75 ml/100 L de água15 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.(* )Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 7 dias.
FeijãoMancha-de- alternáriaAlternaria alternata1,0 L/ha200 g/ha200 a 300 L/ha-Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de culturaAs aplicações devem ser iniciadas a partir do começo do florescimento, no início da infecção. Aplicar com intervalo de 15 a 20 dias
Mancha-angularPhaeoisariopsis griseola
FerrugemUromyces appediculatus0,75 L/ha150 g/ha
FigoFerrugemCerotelium fici75 ml/100 L de água15 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 15 dias.
GladíoloFerrugemUromyces transversalis75 ml/100 L de água15 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações(*)Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 7 dias.
GoiabaFerrugemPuccinia psidii75 ml/100 L de água15 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 2 aplicaçõesO controle deve ser feito após o aparecimento dos primeiros sintomas, podendo fazer reaplicações, caso necessário. Aplicar com intervalos de 15 dias.
MamãoAntracnoseColletotrichum gloeosporioides1,0 L/ha200 g/ha1000 L/ha-Realizar no máximo 6 aplicaçõesO controle deve ser feito após o aparecimento dos primeiros sintomas, podendo fazer reaplicações, caso necessário. Aplicar com intervalos de 14 dias.
MangaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides100 ml/100 L de água20 g/100 L de água1000 a 2000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicaçõesO controle deve ser feito após o aparecimento dos primeiros sintomas, podendo fazer reaplicações, caso necessário. Aplicar com intervalos de 15 dias.
OídioOidium mangiferae
MaracujáVerrugoseCladosporium herbarum100 ml/100 L de água20 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicaçõesIniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Aplicar com intervalos de 15 dias.
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides
MelanciaAntracnoseColletotrichum orbiculare1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 4 aplicaçõesIniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, no início do florescimento. Aplicar com intervalos de 15 dias.
Crestamento- gomoso-do cauleDidymella bryoniae
OídioSphaeroteca fuliginea
MelãoCrestamento- gomoso-do cauleDidymella bryoniae1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicaçõesAs aplicações devem ser iniciadas após o aparecimento dos primeiros sintomas. Aplicar com intervalos de 7 dias.
OídioSphaeroteca fuliginea
MilhoHelmintosporiose- do-milhoExserohilum tursicum1,0 L/ha200 g/ha200 a 300 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicaçõesIniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Aplicar com intervalos de 15 dias.
Ferrugem-polisoraPuccinia polysora
Ferrugem-comumPuccinia sorghii
MorangoMancha-foliarMicosphaerella fragariae75 ml/100 L de água15 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicaçõesAs aplicações devem ser iniciadas após o aparecimento dos primeiros sintomas. Aplicar com intervalos de 7 dias.
PepinoOídioSphaerotheca fuliginea1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 15 dias.
Mancha-zonadaLeandria momordicae
PêssegoFerrugemTranzschelia discolor100 ml/100 L de água20 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicações.Para combater a ferrugem as aplicações devem ser iniciadas no aparecimento das primeiras pústulas e devem ser repetidas se persistirem as condições favoráveis à doença
Podridão-pardaMonilinia fructicolaPara a podridão parda, o controle deve ser feito em dois períodos distintos nos quais a doença se manifesta. O primeiro período é durante a floração e fixação de frutos, no qual serão necessárias 2 a 3 pulverizações, com intervalos de 15 dias, desde a abertura das flores até a queda dos cálices. O segundo período ocorre na pré- colheita, onde novamente serão necessárias 2 a 3 pulverizações, iniciando 30 dias antes da colheita.
RosaMancha-negraDiplocarpon rosae75 ml/100 L de água15 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Efetuar no máximo 4 aplicações.Iniciar as aplicações com o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repetindo a cada 15 dias.
SojaOídioMicrosphaera diffusa0,5 L/ha100 g/ha200 a 300 L/ha10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha para barraRealizar no máximo 3 aplicações por ciclo da culturaIniciar as pulverizações quando 50% da área apresentar sintomas, repetindo quando este índice ocorrer novamente.
Crestamento-foliarCercospora kikuchi0,75 L/ha150 g/haRealizar a primeira aplicação quando a cultura iniciar a fase de granação (estádio 5.2 a 5.4). A segunda aplicação deve ser feita no final da granação, vagens verdes com volume máximo (estádio 6 a 7.1).
Mancha-pardaSeptoria glycines
SorgoErgotClaviceps africana1,0 L/ha200 g/ha200 a 300 L/ha-Realizar 1 aplicaçãoAplicar na florada
TomatePinta-pretaAlternaria solani1,0 L/ha200 g/ha500 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da culturaRealizar o controle no início do florescimento, quando aparecerem os primeiros sintomas. Aplicar em intervalos de 14 dias.
SeptorioseSeptoria lycopersici
TrigoOídioBlumeria graminis f.sp. tritici0,6 L/ha120 g/ha200 a 300 L/ha10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha para barraRealizar no máximo 3 aplicações por ciclo de culturaIniciar o controle quando a incidência nas folhas situar- se entre 10 a 15%, durante o estádio de afilhamento.
Ferrugem-do- colmoPuccinia graminis0,6 L/ha120 g/haO controle deve ser iniciado a partir do estádio de alongamento, quando as doenças atingirem o valor de 5% ou a incidência chegar a 80%.
Ferrugem-da-folhaPuccinia triticina
SeptorioseSeptoria tritici0,75 L/ha150 g/ha
Mancha-das- glumasStagonospora nodorum0,75 L/ha150 g/ha
HelmintosporioseBipolaris sorokiniana0,75 L/ha150 g/ha
HelmintosporioseDreschlera tritici- repentis0,75 L/ha150 g/ha
BrusonePyricularia grisea0,75 L/ha150 g/haContra a brusone, a primeira aplicação preventiva deve ser feita no início do espigamento, complementada por mais uma num intervalo de 10 a 12 dias
GiberelaFusarium graminearum0,75 L/ha150 g/haPulverizações preventivas contra giberela devem ser realizadas quando for observado o maior número de flores abertas.
UvaPodridão-da-uva- maduraColletotricum gloeosporioides100 ml/100 L de água20 g/100 L de água800 a 1000 L/ha-Realizar no máximo 3 aplicaçõesIniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas. Aplicar com intervalos de 15 dias.
OídioUncinula necator

(*) u.n.a: uso não alimentar

MODO DE APLICAÇÃO

ORBIS deve ser misturado em água limpa e aplicado através de pulverização com equipamentos terrestres ou aeronaves. Aplicação terrestre: Culturas: Abacaxi, álamo, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, beterraba, cacau, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva. Utilizar pulverizadores de barra com bicos cônicos (D2), com pressão de 80 a 100 lb/pol2 e vazão de 200 a 300 L de calda/ha. Nas culturas de abacaxi, crisântemo, figo, gladíolo, goiaba, maracujá, morango, pêssego, rosa e uva, usar pulverizadores de pistola com consumo de 800 a 1000 L de calda/ha. Para a cultura de manga, utilizar pulverizadores de pistola com consumo de 1000 a 2000 L de calda/ha. Nas culturas de alho, batata, beterraba, cebola, cenoura, melancia, melão, pepino e tomate, recomenda-se usar 500 a 1000 L de calda/ha. Para citros utilizar 2000 L/ha. Na cultura de café utilizam-se atomizadores, sendo que o volume de calda deve variar de 250 a 500 L/ha. Na cultura da banana aplica-se a dose do produto diluído em 15 L de óleo mineral. Nas culturas de alho, cebola, citros, recomenda-se adicionar espalhante adesivo na calda. Para as culturas de álamo e mamão a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com pontas que promovam uma perfeita cobertura da área tratada da planta. O volume de calda para a cultura do álamo é de 2600 L/ha, ou maior para as plantas mais desenvolvidas. No mamão, recomenda-se volume de calda de 1000 L/ha. Aplicação aérea: Culturas: Álamo, aveia, banana, cevada, soja e trigo. Nas culturas de aveia, banana, cevada e trigo, usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 lb/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição: 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm2. Não utilizar óleo mineral na aplicação aérea em banana. Para a cultura do álamo, em áreas onde a cultura esteja muito desenvolvida, recomenda-se aplicação aérea. Nesses casos, recomenda-se usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo que permita distribuição uniforme, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol2, vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha no uso de barra, largura da faixa de distribuição de 15 a 18 m, com densidade de gotas igual ou superior a 80 gotas/cm2. Condições climáticas: Aplicação terrestre: temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa acima de 60% e velocidade do vento até 15 km/hora. Aplicação aérea: temperatura inferior a 25ºC, umidade relativa superior a 50% e velocidade do vento entre 3 e 5 km/hora.

Preparo da calda: Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar o produto, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento. Completar o volume do tanque com água. Manter a calda sob agitação contínua durante seu preparo e durante a sua aplicação. Limpeza do equipamento de pulverização: Utilizar apenas equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar a lavagem completa do equipamento. INTERVALOS DE SEGURANÇA:

CULTURAINTERVALO DE SEGURANCA
Abacaxi1 dia
Álamo(1)
Alho14 dias
Amendoim30 dias
Arroz35 dias
Aveia35 dias
Banana5 dias
Batata30 dias
Beterraba1 dia
Cacau14 dias
Café30 dias
Cebola14 dias
Cenoura14 dias
Cevada30 dias
Citros5 dias
Crisântemo(1)
Feijão14 dias
Figo14 dias
Gladíolo(1)
Goiaba20 dias
Mamão7 dias
Manga20 dias
Maracujá7 dias
Melancia14 dias
Melão14 dias
Milho15 dias
Morango1 dia
Pepino1 dia
Pêssego1 dia
Rosa(1)
Soja30 dias
Sorgo15 dias
Tomate7 dias
Trigo30 dias
Uva14 dias

(1) UNA – Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS

TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola. • Utilizar apenas as doses recomendadas. • Desde que sejam mantidas as recomendações de uso não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o produto é recomendado. • Todo equipamento usado para aplicar o produto deve ser descontaminado antes de outro uso. • Não aplicar o produto nas culturas de feijão e tomate antes da floração. • Não aplicar o produto na cultura da batata antes da fase final de desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. • Não aplicar o produto na cultura do melão durante o florescimento. • Na ocorrência de chuvas após a aplicação, e dependendo da sua intensidade, pode ocorrer diminuição da ação do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A

SEREM UTILIZADOS: • Precauções do manuseio: Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila. • Precauções durante a aplicação: Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;

• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto fungicida ORBIS é composto por Tebuconazol, que apresenta mecanismo de ação biossíntese de esterol em membranas, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual

(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia.

- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. -A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Olhos: PERIGO: PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Ingestão: ATENÇÃO: PODE SER NOCIVO SE INGERIDO. Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Pele: ATENÇÃO: PROVOCA MODERADA IRRITAÇÃO A PELE E PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ORBIS (Tebuconazol 200g/L EC)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoTebuconazol: Triazol
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaApós administração oral do tebuconazol a ratos, 65 a 80% da dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16 a 35%. Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e catoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol).
ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicosEm humanos há irritação dérmica leve e não há sinais de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após a exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazol, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoNo envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.
ContraindicaçõesO vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das interações químicasNão há relatos em humanos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) e Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (45) 3025-0870

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo. Após a administração oral do tebuconazol em ratos, cerca de 65 – 80% da dose administrada foi excretada pela via biliar e fecal, por volta de 25% da dose foi excretada na urina. A maior concentração plasmática foi atingida 0,5 – 2 h após a administração do tebuconazol. Menos de 1% da dose administrada foi encontrada nos tecidos dos animais 2 – 3 dias após o tratamento, principalmente no fígado. Os principais metabólitos encontrados em machos foram os produtos de oxidação do grupo metil, grupos do butil terciário, do álcool e do ácido carboxílico. Grupos de ratos foram tratados por via tópica com tebuconazol diluído em etanol, em uma dose intermediária cerca de 60 % da dose administrada foi absorvida pela pele em 24h e na maior dose testada apenas 12% da dose foi absorvida pela pele. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg (fêmeas) • DL50 dérmica em ratos > 4.000 mg/kg • CL50 (4h) inalatória > 2,206 mg/L (machos e fêmeas) • Corrosão/Irritação Dérmica em coelhos: O produto aplicado a pele dos animais causou eritema em 3/3 dos animais nas avaliações de 1, 24, 48 e 72 horas e em 2/3 dos animais testados na avaliação de 7 dias e edema em 1/3 dos animais testados na avaliação de 1 hora e em 2/3 dos animais nas avaliações de 24, 48 e 72 horas. Alteração cutânea adicional observada incluiu: descamação em 2/3 dos animais na avaliação de 7 dias. Todas as reações retormaram ao normal na avalição de 14 dias. • Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: o produto aplicado no olho dos animais causou: opacidade na córnea, irite(hiperemia pericorneana) e hiperemia, edema e secreção con juntivais em 2/2 dos olhos testados. Alteração ocular adicional incluiu: neovascularização corneana em ½ dos olhos testados na avaliação de 14 dias. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na avaliação de 21 dias. • Sensibilização cutânea em cobaiais: O produto não é sensibilizante. • Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: O tebuconazol não apresentou evidência de carcinogenicidade em um estudo realizado em ratos. O NOEL foi de 100 ppm, baseado na redução de ganho de peso dos animais. Em um estudo de duas gerações em ratos os sinais observados após a administração do tebuconazol foram: redução do ganho de peso na geração parenteral e diminuição do tamanho médio das ninhadas, redução da taxa de sobrevivência até o quinto dia após o nascimento e até a lactação e diminuição do ganho de peso nas ninhadas expostas à maior dose testada. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 300 ppm. Em estudos realizados em ratos, coelhos e camundongos foi relatado um aumento da atividade das enzimas hepáticas, em camundongos houve um aumento na incidência de malformações na dose mais elevada do estudo. O NOEL para embriofetotoxicidade e teratogenicidade foi de 10 mg/kg/dia.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamentos com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA

CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA.., telefone de emergência: (45) 3025-0870.

- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga asinstruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUIMICO SECO (PQS), ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;

- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Orbis registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 2618 · documento de 22/11/2023.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Orbis?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Orbis e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Orbis é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 2618, documento de 22/11/2023), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também