Bula oficial · registro MAPA nº 13907

Bula do Neoram 37.5 WG

Bula completa do Neoram 37.5 WG (registro MAPA nº 13907), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: oxicloreto de cobre.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

NEORAM 37.5 WG® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o no 013907

COMPOSIÇÃO

Dicopper chloride trihydroxide (OXICLORETO DE COBRE) ......................................... 652 g/kg (65,2% m/m) (equivalente metálico ................................................................................................. 375 g/kg ou 37,5% m/m) Outros ingredientes ..................................................................................................... 348 g/kg (34,8% m/m) GRUPO M01 FUNGICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida e bactericida protetor de contato GRUPO QUÍMICO: Inôrganico TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulado Dispersível (WG) TITULAR DO REGISTRO(*): Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP CNPJ: 67.148.692/0001-90 - Tel. (011) 4197-0265 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 234 e 4224 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: OXICLORETO DE COBRE TÉCNICO ISAGRO – Registro MAPA nº 01809 Isagro S.p.A. Localitá Colafonda, 5 - 45010 Cavanella Po – Adria (Rovigo) - Itália FORMULADOR: Isagro S.p.A., Localitá Colafonda, 5 45010 Cavanella Po – Adria (Rovigo) – Itália Via Nettunense KM. 23,400, 04011 Aprilia (Latina) - Itália. Sipcam Nichino Brasil S.A. Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III CEP:38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao IMA-MG no 2.972 Oxiquímica Agrociência Ltda. Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 - Parque Industrial Carlos Tonanni CEP: 14871-360 - Jaboticabal/SP – CNPJ: 65.011.967/0001-14 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao SAA/CDA/SP no 101 Sulfato de Cobre S.A – ‘SULCOSA Alonso de Molina, nº 247 - Ventanilla – Callao - Peru Quimetal Industrial S.A. Los Yacimientos, 1301Maipu – Santiago – Chile Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP 13148-030, inscrita no CNPJ sob nº 03.855.423/0001-81 Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

MANIPULADOR: Indústrias Químicas Lorena Ltda. Rua 01, ESQUINA COM RUA 6, S/N município de ROSEIRA/SP. CNPJ 48 284.749/0001-34 Inscrita Cadastro Estadual de Empresas-Agrotóxicos sob no 266 IMPORTADOR: UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agrícolas S.A. (matriz) Avenida Maeda, s/n° - Prédio Comercial - Térreo Distrito Industrial CEP 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao SAA/CDA/SP no 1050 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agrícolas S.A. (filial) Avenida Maeda, s/n° - Distrito Industrial CEP: 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao SAA/CDA/SP no 1049 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agrícolas S.A. (filial) Adolfo Zieppe Filho, Quadra 17, setor 13 - Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz CEP: 99500-000 - Carazinho/RS - CNPJ: 02.974.733/0006-67 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao SEAPA/RS no 014261 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agrícolas S.A. (filial) Avenida Eurípedes Menezes Qd. 04 MOD 14 AO 17 ARMZ 1 F – Parque Industrial CEP: 74993-540 – Aparecida de Goiânia/GO - CNPJ: 02.974.733/0005-86 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao AGRODEFESA no 201000066005021 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agrícolas S.A. (filial) Rua Projetada, nº 150, Armazém 1F - Distrito Industrial CEP:78098-530 - Cuiabá/MT - CNPJ: 02.974.733/0002-33 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao INDEA/MT no 351/2014 Sipcam Nichino Brasil S/A Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III CEP: 38044-755 – Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Brasil Número de registro do estabelecimento/Estado junto ao IMA-MG no 2.972 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Francisco José Ayub, S/N, km 122 – Salto de Pirapora/SP – 18160-000 Tel./Fax: (15) 3292-1161 – CNPJ: 02.974.733/0010-43 Cadastro da Empresa no Estado de São Paulo – SAA/CDA/SP nº 4153

o N do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES E NÚMERO DE APLICAÇÕES:

Número
CulturaAlvoDose i.aVolume de calda
Dose p.cMáximo de
(L/ha)
Aplicações
AbacatePodridão do pé (Phytophthora cinnamomi)85-250 g/100 L31,88 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)2
AbóboraPodridão do colo (Phytophthora capsici)150-300 g/100 L56,25-112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)6-8
Mancha bacteriana (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)6-8
AlhoRequeima (Phytophthora capsici)150-300 g/100 L56,25-112,5 g.i.a/100 L400-600 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
Queima bacteriana (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100400-600 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
BatataRequeima (Phytophthora infestans)300 g/100 L112,5 g.i.a/100 L400-600 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
CacauPodridão Parda (Phytophthora palmivora)150-300 g/100 L56,25-112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre)4
CaféFerrugem do Cafeeiro (Hemileia vastatrix)3,5 kg/ha1312,5 g.i.a/ha400-500 (terrestre) 30-40 (aérea)4
Cercosporiose (Cercospora coffeicola)
CebolaQueima bacteriana (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100 L400-600 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
CenouraPodridão (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100 L400-600 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8

Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Número
AlvoVolume de caldaMáximo de
CulturaDose p.cDose i.a
(L/ha)Aplicações
CitrosVerrugose (Elsinoe australis)180-250 g/100 L67,5 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)2
Cancro cítrico (Xanthomonas citri subsp. citri)85-125 g/100 L31,88 – 46,88 g.i.a./100L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)7-10
Pinta Preta (Phyllosticta citricarpa)140-187 g/100 L91,28-121,92 g.i.1./100 L*4
CocoPodridão-do-olho (Phytophthora palmivora)180-250 g/100 L67,5 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
MamãoPodridão do pé (Phytophthora palmivora)180-250 g/100 L67,5 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
Podridão negra (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
MangaVerrugose (Elsinoë mangiferae)180-250 g/100 L67,5 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
Mancha bacteriana (Xanthomonas campestris)85-125 g/100 L31,88 – 46,88 g.i.a./100L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
MelanciaPodridão do colo (Phytophthora capsici)180-250 g/100 L67,5 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
Mancha bacteriana (Xanthomonas campestris)85-125 g/100 L31,88 – 46,88 g.i.a./100L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
MelãoPodridão do colo (Phytophthora capsici)180-250 g/100 L67,5 -93,75 g.i.a/100 L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
Mancha bacteriana (Xanthomonas campestris)85-125 g/100 L31,88 – 46,88 g.i.a./100L2000 (terrestre) 30-40 (aérea)6-8
PepinoPodridão do colo (Phytophthora capsici)150-300 g/100 L56,25-112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)6-8
Mancha bacteriana (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)6-8
PimentãoMurcha (Phytophthora capsici)150-300 g/100 L56,25-112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)6-8

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Mancha bacteriana (Xanthomonas campestris)85-300 g/100 L31,88 -112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)6-8
SojaCercospora (Cercospora kikuchii)500 - 600 g/ha326 - 391,2 g.i.a/ha* 150 - 200 (terrestre) 30 - 40 (aérea)5
Oídio (Microsphaera diffusa)
Ferrugem (Phakopsora pachyrhizi)
TomateRequeima (Phytophthora infestans)300 g/100 L112,5 g.i.a/100 L1000 (terrestre) 30-40 aérea)8-10

Obs: O número máximo de aplicações deve ser utilizado em função das condições climáticas verificadas durante o ciclo da cultura. * Utilizar volume de calda adequado ao estádio fenológico e área foliar, visando boa cobertura foliar da cultura.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Alho, Batata, Cebola e Cenoura: Iniciar aplicações preventivamente e repetir a intervalos de 07 dias. Utilizar volume de calda variando de 400-600 l/ha dependendo da fase da cultura. - Café: Iniciar as aplicações preventivamente e reaplicar em intervalos de 30 dias, utilizando volume de calda de 400-500 l/ha. As aplicações deverão proporcionar uma completa cobertura da planta, principalmente do terço inferior (saia). - Abacate, Cacau, Coco, Citros, Manga e Mamão: Realizar as aplicações observando o alvo. Para verrugose em Citros realizar 02 aplicações, sendo a primeira na fase de 2/3 de pétalas caídas e a segunda 30 dias após. Para cancro cítrico realizar no mínimo 7 aplicações por ciclo da cultura, sendo a primeira também na fase de 2/3 de pétalas caídas ou logo após o início das chuvas com intervalo médio de 18 dias entre aplicações. Para pinta preta realizar 4 aplicações por ciclo da cultura. Para cacau, deve-se iniciar a aplicação preventivamente, repetindo com intervalos de 15 a 20 dias. - Abóbora, Pimentão e Tomate: Iniciar aplicações preventivamente e reaplicar a cada 07 dias. Utilizar volume de calda de aproximadamente 400 a 1000 l/ha. - Soja: realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de aproximadamente 150 a 200 l/ha, adequado ao estádio fenológico e tecnologia de aplicação do equipamento, visando boa cobertura foliar da cultura. MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: NEORAM® 37,5 WG é um fungicida bacteriostático contendo a substância ativa cobre, com modo de ação preventivo. Deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas, de modo que haja uma boa cobertura da área foliar principalmente por se tratar de um produto de contato. Via terrestre: Para a cultura do Alho, Batata, Cebola e Cenoura utilizar 400 – 600 l/ha, Café utilizar 400-500 l/ha, Abacate, Coco, Citros, Manga e Mamão utilizar 2.000 l/ha, Cacau utilizar 1000 l/ha, Abóbora, Pepino, Pimentão e Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Tomate utilizar de 400 a 1000 l/ha. Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Via aérea: Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições – trata-se de cobre inorgânico.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Quando NEORAM® 37.5 WG é utilizado nas doses recomendadas não é fitotóxico ás cultura indicadas. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DE SAUDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). . GRUPO M01 FUNGICIDA

O produto fungicida NEORAM® 37.5 WG é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de ação inorgânico com atividade de contato multi-sítio, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, viando assegurar resultados econômico, ecológico e socialmente favorável.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca arabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara facial; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI deverm ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP Nocivo se inalado Provoca irritação ocular grave

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

INTOXICAÇÕES POR NEORAM 37,5 WG

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoInorgânicos à base de cobre
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
Oxicloreto de cobre: Absorção de compostos de cobre varia de acordo com a dieta; a distribuição é diretamente do intestino para o fígado, o qual é o maior órgão de regulação. O fígado controla a distribuição do cobre para o resto do corpo através da circulação sanguínea, através de ligação estreita com a ceruplasmina. Não ocorre metabolismo: o cobre é um íon monoatômico e não pode ser metabolizado. Não ocorre acumulação, exceto em casos de doenças genéticas ou administração crônica de doses excepcionalmente altas (60 mg/pessoa/dia). Excreção na maioria das espécies é através da bile, em um fragmento de proteína tripsina- independente, de modo que a circulação entero-hepática não ocorre. Uma quantidade significativa de cobre é excretada em ligação com metalotioninas contidas na borda de células intestinais esfoliadas e perdidas com as fezes. Pequenas quantidades são também perdidas na urina, no cabelo e na pele. Fonte: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2008.187r
Toxicocinética
Oxicloreto de cobre: É um fungicida foliar com ação preventiva; o íon cobre (Cu ++) é absorvido pelos esporos durante a germinação e acumula-se até que seja alcançada uma concentração suficientemente alta para matar a célula de esporos. Por outro lado, o mecanismo de toxicidade de cobre (Cu) nos mamíferos é complexo e envolve o aumento da permeabilidade celular em eritrócitos com consequente lise, inibição da glutationa redutase e perda de glutationa intracelular reduzida, uma vez que a regeneração não-enzimática de glutationa dentro da célula é restrita na toxicidade do cobre. Os íons de cobre induzem o inchaço mitocondrial e inibem o consumo de oxigênio. A afinidade dos grupos Cu (+2) a -SH de hemoglobina, eritrócitos e outras membranas aumenta a permeabilidade e a lise dos eritrócitos. Fontes: https://toxnet.nlm.nih.gov/cgi- bin/sis/search2/f?./temp/~mcgnGq:2; https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2008.187r
Toxicodinâmica

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Oxicloreto de cobre: A ingestão de cobre resulta em gosto metálico, cefaleia, confusão, febre, hipotensão, náuseas, vômito de cor verde-azulada, dores abdominais, diarreia, hemólise, sangramento gastrointestinal e choque. Lesões necróticas nos contatos prolongados com a pele e mucosas. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de oxicloreto de cobre, Neoram 37,5 WG: Exposição oral: Todos os ratos machos tratados com 2000 mg/kg p.c. apresentaram piloereção nas primeiras 2 e/ou 3-5 horas, sinal que persistiu até o 2º dia de observação. Não houve mortalidade. Exposição inalatória: No estudo de toxicidade inalatória, durante a exposição os sinais clínicos incluíram respiração anormal, irregular e ofegante. Após a exposição, os animais sobreviventes tinham substância teste em suas cabeças e mostraram respiração anormal e irregular, um pouco ofegante, palidez, aparência úmida e descuidada, piloereção, prostração ou comportamento quieto, postura arqueada e manchas no pelo ou membros. Os efeitos foram revertidos dentro de 9 dias. Na concentração de 1,04 mg/L não houve mortalidade e na dose de 2,68 mg/L todos os animais morreram. A 4,49 mg/L todos os machos e 3 fêmeas morreram. Exposição cutânea: O estudo de toxicidade cutânea em ratos mostrou descoloração suavemente na área da pele tratada em todos os animais, sinal que persistiu até o dia 8; adicionalmente foi observada crosta em 3 machos e uma fêmea até o dia 9. Não
Sintomas e sinais
clínicos
houve mortalidade. No estudo de irritação cutânea, todos os coelhos apresentaram eritema leve 1 hora após a aplicação da substância-teste; houve reversão completa das reações cutâneas em 24h. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de maximização. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foram observados os efeitos de quemose moderada (3/3), vermelhidão severa a leve (3/3), irite leve (1/3) e opacidade moderada (2/3). Houve reversão total dos sinais dentro de 7-14 dias. Irritação bem definida na conjuntiva em um coelho, com recuperação total em 72h Irritação moderada na conjuntiva e áreas de opacidade na córnea em dois coelhos, com recuperação em 7 a 14 dias Um coelho apresentou irite, com recuperação em 14 dias Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.

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Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorespiratória, hipotensão e arritimias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1- 12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
Tratamento

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Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Contraindicações
Efeitos dasNão foram relatados efeitos de interações químicas para oxicloreto de cobre em humanos.
interações
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
ATENÇÃO
Telefone de emergência 24 horas: CHEMTREC - 0800 892 0479 Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.gowan.com.br Correio Eletrônico da Empresa: gowanbrasil@gowanco.com

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

EFEITOS AGUDOS

DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg p.c. – Categoria 5 do GHS DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg p.c. – Categoria 5 do GHS CL50 inalatória para ratos: 1,66 mg/L de ar (4h) – Categoria 4 do GHS Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular em coelhos, foram observados os efeitos de Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

quemose moderada (3/3), vermelhidão severa a leve (3/3), irite leve (1/3) e opacidade moderada (2/3). Houve reversão total dos sinais dentro de 7-14 dias. - O produto foi classificado na Categoria 2 para irritação ocular de acordo com o GHS. Irritação dérmica em coelhos: Todos os coelhos apresentaram eritema leve 1 hora após a aplicação da substância-teste; houve reversão completa das reações cutâneas em 24h. - O produto não foi classificado para irritação ocular de acordo com o GHS. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo método de maximização. - O produto não foi classificado para sensibilização cutânea de acordo com o GHS. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação gênica bacteriana com diferentes cepas da linhagem Salmonella Typhimurium ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos, sendo, portanto, o produto não é classificado quanto à mutagenicidade pelo GHS.

EFEITOS CRÔNICOS

Oxicloreto de cobre: Em estudo de toxicidade crônica de 2 anos, ratos receberam altas doses de cobre (potassium sodium copper chlorophyllin) pela dieta, o que resultou em mortalidade, toxicidade hepática progressiva (hipertrofia de células do parênquima periportal, reações inflamatórias e necrose), hiperplasia do ducto biliar e toxicidade renal (NOAEL: 27 mg/kg p.c./dia). Nenhum potencial carcinogênico foi atribuído ao cobre ou às suas variantes em ratos ou em seres humanos. O potencial de toxicidade sobre a reprodução foi estudado em um estudo de duas gerações em ratos e em um estudo de toxicidade de desenvolvimento em coelhos; o principal efeito observado nos ratos foi a redução do peso do baço a 23 mg/kg p.c./dia e os parâmetros reprodutivos não foram afetados (NOAEL parental e prole: 15,2 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: 23 mg/kg p.c./dia); em coelhos houve redução do peso materno e fetal e aumento da incidência de variações esqueléticas na presença de toxicidade materna (NOAEL materno e fetal: 6 mg/kg p.c./dia). Com base nos estudos acima descritos, oxicloreto de cobre não apresenta potencial carcinogênico, mutagênico ou teratogênico em animais de laboratório e, portanto, não é classificado pelo GHS. Fonte: https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.2903/j.efsa.2008.187r

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) x MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos do solo. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos). • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. • Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água, do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa GOWAN PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. • Telefone da empresa (11) 4197-0265 / 0800-7732022. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, , use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Avenida Mackenzie, 1835, salas 51, 52, 53, 54, 61 e 62, Vila Brandina, CEP: 13092-523, Campinas/SP

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Neoram 37.5 WG registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 13907 · documento de 12/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Neoram 37.5 WG?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Neoram 37.5 WG e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Neoram 37.5 WG é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 13907, documento de 12/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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