Bula oficial · registro MAPA nº 15525

Bula do Nateprosp

Bula completa do Nateprosp (registro MAPA nº 15525), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Dicamba.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 22 páginas no PDF.

NATEPROSP®, DicambaForce® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob no 15525

COMPOSIÇÃO

Equivalente ácido de 3,6-dicloro-o-anisico (DICAMBA)...............................480 g/L (48,0% m/v) Sal de DMA (Sal de dimetilamina do ácido 3,6-dicloro-o-anisico).................578 g/L (57,8% m/v) Outros Ingredientes...............................................................................690 g/L (69,0% m/v) GRUPO O HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida auxínico de ação sistêmica, pós-emergente GRUPO QUÍMICO: Ácido benzóico TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda. Rua Padre João, 444 – Sala 133 – Penha de França - CEP: 03637-000 - São Paulo/SP CNPJ: 15.434.521/0001-24Cadastro na SAA/CDA/SP nº 1039 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: DICAMBA TÉCNICO AGROLEAD - Registro MAPA nº TC13323 Weifang Sino-Agri Union Chemical Co., Ltd. Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong – China FORMULADOR: Henan Jinpeng Chemicals Co., Ltd. West Side of Jingwu RD, South Side of Weiwu RD, Chemical Industrial Park, Kaifeng, Henan, China Shandong United Pesticide Industry Co., Ltd. Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, Shandong, 271033 – China IMPORTADOR: Jubaili Brasil Ltda. Rua Santa Cruz, 2187, Sala 10, CXPST 1094, Vila Mariana, CEP: 04121-002, São Paulo/SP CNPJ: 54.195.645/0001-56 Cadastro CDA/SP nº 4473 Newtop Agro Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, 960, Sala 181, Centro, CEP: 85851-020, Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 56.900.226/0001-01 Cadastro ADAPAR/PR nº 1008622 Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rua João Dias de Souza, n° 48, Sala 51, Edifício Corporate Evolution, Parque Campolim, CEP: 18048-090, Sorocaba/SP CNPJ: 28.514.525/0001-64 Cadastro CDA/SP nº 4285

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Av. Euripedes Menezes, S/N, Quadra 4, Lote 14-17, ARMZ 1N, Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar, CEP: 74993-540, Aparecida de Goiânia/GO CNPJ: 28.514.525/0002-45 Cadastro AGRODEFESA/GO nº 3421/2021 Av. Constante Pavan, n° 4633, ARMZ 1K, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP CNPJ: 28.514.525/0004-07 Cadastro CDA/SP nº 4322 Rod. PR 090, Km 05, n° 5695, ARMZ 1-J, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 28.514.525/0005-98 Cadastro ADAPAR/PR nº 1007991 A Rua Projetada, n° 150, ARMZ 1AA, Área Rural de Cuiabá, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT CNPJ: 28.514.525/0006-79 Cadastro INDEA/MT nº 27384 Av. das Indústrias, n° 2020, ARMZ 06, Ouro Preto, CEP: 99500-000, Carazinho/RS CNPJ: 28.514.525/0007-50 Cadastro SDA/RS nº 54/21 Rod. BR-050, Km 185 – Galpão 1 – Sala 9-A, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG CNPJ: 28.514.525/0009-11 Cadastro IMA/MG nº 19.523 A Area Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado esquerdo, Zona Rural, Área Rural de Dourados, CEP: 79849-899, Dourados/MS CNPJ: 28.514.525/0010-55 Cadastro IAGRO/MS nº 2060/2024-R Rod BR 230, S/N, Km 411,5 – Sala 12, Zona Rural, CEP: 65800-000, Balsas/MA CNPJ: 28.514.525/0012-17 Cadastro AGED/MA nº 1341

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

Data de fabricação: Data de vencimento: SE.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE

CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: NATEPROSP® é um herbicida auxínico de ação sistêmica, pós-emergente, do grupo químico Ácido benzóico (Dicamba), indicado para o controle de plantas daninhas nas culturas abaixo:

CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM PRÉ-PLANTIO DA CULTURA
CULTURAPLANTAS DANINHASDOSEN° MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME DE CALDA
NOME COMUM (Nome Científico)
ALGODÃO MILHO SOJACarrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)1,0 L/ha1Terrestre: 100-150 L/ha
Menstrasto (Ageratum conyzoides)
Caruru (Amaranthus hybridus)
Caruru (Amaranthus retroflexus)
Losna (Artemisia verlotorum)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Rubim (Leonurus sibiricus)
Flor-das-almas (Senecio brasiliensis)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Caruru (Amaranthus deflexus)1,0 – 1,5 L/ha
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Carrapicho (Desmodium tortuosum)
Buva (Conyza bonariensis)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Erva-de-touro (Tridax procumbens)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)1,5 L/ha
Fedegoso (Senna obtusifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea triloba)
Fedegoso (Senna occidentalis)

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Caruru (Amaranthus viridis)1,25 a 1,5 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até no máximo 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. Para aplicação em pré-plantio da cultura do Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de 15 dias para doses de 1 L/ha e o intervalo de 20 dias para doses de 1,5 L/ha entre a aplicação e o plantio do Algodão Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. Para aplicação em pré-plantio da cultura do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação e o plantio do Milho Não Tolerante ao Herbicida Dicamba. Para aplicação em pré-plantio da cultura da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a aplicação e o plantio da Soja Não Tolerante ao Herbicida Dicamba.
CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA GENETICAMENTE MODIFICADA TOLERANTE AO HERBICIDA DICAMBA
CULTURAPLANTAS DANINHASDOSEN° MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME DE CALDA
NOME COMUM (Nome Científico)
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADOCaruru (Amaranthus defluxus)1,0 + 1,0 a 1,5 +1,5 L/ha2Terrestre: 100 a 150 L/ha
Fedegoso (Senna obtusifolia)1,5 +1,5 L/ha
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit)0,75 + 0,75 a 1,25 +1,25 L/ha
Picão-preto (Bidens pilosa)0,75 + 0,75 a 1,0 +1,0 L/ha
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADOCaruru (Amaranthus hybridus)0,75 - 1,5 L/ha1Terrestre: 100-150 L/ha
Picão-preto (Bidens pilosa)
Caruru (Amaranthus viridis)1,0 – 1,5 L/ha
Buva (Conyza bonariensis)
Fedegoso (Senna obtusifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea triloba)0,75 – 1,2 L/ha
Caruru (Amaranthus hybridus)0,75 + 0,75 a 1,0 + 1,0 L/ha2
Picão-preto (Ipomoea triloba)
Caruru (Amaranthus viridis)0,5 + 0,5 L/ha
Fedegoso (Senna obtusifolia)1,0 + 1,0 L/ha
Buva (Conyza bonariensis)
Picão-preto (Bidens pilosa)0,5 + 0,5 a 0,75 + 0,75 L/ha
Caruru (Amaranthus hybridus)0,75 - 1,5 L/ha1Terrestre: 100-150 L/ha

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SOJA GENETICAMENTE MODIFICADACorda-de-viola (Ipomoea triloba)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Caruru (Amaranthus viridis)0,8 – 1,0 L/ha
Caruru (Amaranthus spinosus)1,0 – 1,5 L/ha
Corda-de-viola (Ipomoea nil)
Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Buva (Conyza bonariensis)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Caruru (Amaranthus viridis)0,5 + 0,5 L/ha2
Picão-preto (Bidens pilosa)0,5 + 0,5 a 1,0 + 1,0 L/ha
Caruru (Amaranthus hybridus)0,75 + 0,75 a 1,0 + 1,0 L/ha
Caruru (Amaranthus retroflexus)
Corda-de-viola (Ipomoea nil)
Corda-de-viola (Ipomoea triloba)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Guanxuma (Sida rhombifolia)1,0 + 1,0 a 1,5 +1,5 L/ha
Caruru (Amaranthus spinosus)
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Buva (Conyza bonariensis)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)

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ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas), em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo. Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações deverão ser feitas em fases iniciais do desenvolvimento das plantas daninhas (até 10,0 cm), fisiologicamente ativas e preferencialmente até 6 folhas. Para aplicação em pré-plantio das culturas de Algodão, Milho e Soja Geneticamente Modificadas Tolerantes ao Herbicida Dicamba não há restrições quanto ao intervalo entre a aplicação e os plantios destes cultivos, podendo ser aplicado logo após o plantio e antes da emergência da cultura. Para manejo e complementação no controle de plantas daninhas, recomenda-se a aplicação de herbicidas a base de glifosato sal potássico, conforme dose e recomendações de uso descrito nas respectivas bulas.

CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA
CULTURAPLANTAS DANINHASDOSEN° MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME DE CALDA
NOME COMUM (Nome Científico)
CANA-DE-AÇÚCARMenstrasto (Ageratum conyzoides)0,20 - 1,0 L/ha1Terrestre: 200 L/ha
Picão-preto (Bidens pilosa)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum)
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)0,40 - 1,0 L/ha
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Caruru (Amaranthus retroflexus)
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)0,80 – 1,0 L/ha
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação em pós-emergência inicial da cultura até o estádio de 4 a 6 folhas, tanto em plantio quanto em cana soca. Utilizar a dose maior em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.
TRIGOBuva0,15 L/ha1Terrestre:

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(Conyza bonariensis)200 L/ha
Serralha (Sonchus oleraceus)0,20 L/ha
Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)0,05 - 0,20 L/haTerrestre: 150 a 200 L/ha
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum)0,15 - 0,20 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação em pós-emergência inicial da cultura, entre o estádio de 2 folhas ao início do perfilhamento. Utilizar a dose maior em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,2 a 0,5% na calda de pulverização.

Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,2 a 0,5% na calda de pulverização. MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: O NATEPROSP® deve ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores tratorizados. Equipamento de aplicação terrestre: Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou automotriz provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem e manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado. Seleção de Pontas de Aplicação: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam menor risco de deriva de produto para áreas não-alvo. Dentro deste critério, utilize pontas que forneçam gotas de categoria extremamente grossa a ultra grossa. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Volume de aplicação: Utilize o volume de calda entre 100 a 200 L/ha. Pressão de trabalho: Observar sempre à recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. A pressão de trabalho deve estar de acordo com a classe de gota a ser gerada extremamente grossa a ultra grossa e a recomendação do fabricante. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegure que a pressão de trabalho atenda a recomendação de uso. Altura de barras de aplicação: A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo a ser atingido. Velocidade do equipamento: Selecione uma velocidade adequada às condicões do terreno e topografia, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

Redutor de Volatilização e Redutor de Deriva: Visando garantir uma aplicação adequada do produto, recomenda-se utilizar produtos que visem a redução da volatilização e deriva. Antes de adquirir e utilizar esses produtos consultar um Engenheiro Agrônomo. PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO: Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação. Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada do produto. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água e mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio. Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro dentro do tanque de pulverização ou no sistema (mangueiras, filtros, barras, etc.). CONDIÇÕES METEREOLOGICAS QUE DEVEM SER OBSERVADAS, PARA APLICAÇÃO DO PRODUTO: Condições climáticas ideais: As condições meteorológicas recomendadas para aplicação são: temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa do ar maior que 55%. Evite aplicar em condições desfavoráveis. A baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho das gotas e aumentando o potencial de deriva. Consulte um engenheiro agrônomo em caso de dúvidas. Período de chuvas: A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Velocidade do vento: A faixa para pulverização entre 03 a 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação, reduz o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento (vide limitações de uso). Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas próxima ao solo. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. Não realizar aplicações noturnas. Realizar as aplicações a partir de uma hora após o nascer do sol até duas horas antes do pôr do sol. O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva. LIMPEZA DE TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO: Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo: Esgote ao máximo a calda presente no tanque. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

1ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização; 2ª Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e telas/cestos de filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas barras de pulverização. Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas na barra de pulverização. Não utilize como produto de limpeza, produtos à base de hipoclorito de sódio, conhecidos como água sanitária ou cloro. 3ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização. Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos. Realize a limpeza externa do pulverizador após tríplice lavagem. Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos. Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a Legislação local.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURAModalidade de Emprego (aplicação)Intervalo de Segurança (dias)
Algodão geneticamente modificadoPós-emergência113
AlgodãoPré-plantio(1)
Cana-de-açúcarPós-emergência30
Milho geneticamente modificadoPós-emergência70
MilhoPré-plantio(1)
Soja geneticamente modificadoPós-emergência70
SojaPré-plantio(1)
TrigoPós-emergência14

Algodão geneticamente modificado Pós-emergência Algodão Pré-plantio (1) Cana-de-açúcar Pós-emergência Milho geneticamente modificado Pós-emergência Milho Pré-plantio (1) Soja geneticamente modificado Pós-emergência Soja Pré-plantio (1) Trigo Pós-emergência (1) Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • O produto não deve ser aplicado em pulverização aérea. • São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida dicamba: batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja não tolerantes ao herbicida dicamba. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

• Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e as culturas sensíveis para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida. • Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade. • Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida. • Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acúmulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas, filtros e mangueiras). • Não aplicar o produto com previsão de geadas. ATENÇÃO QUANTO À RECOMENDAÇÃO DE USO DO PRODUTO: Deve-se observar TODAS as recomendações descritas no item MODO DE APLICAÇÃO, como os equipamentos de aplicação, seleção da ponta de aplicação, etc, das CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS que devem ser observadas, como temperatura e umidade, condições de inversão térmica, dentre outros descritos no referido tópico, e LIMITAÇÕES DE USO, para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA O produto herbicida NATEPROSP® é composto por Dicamba, que apresenta mecanismo de ação dos Mimetizadores de auxina (Auxinas sintéticas), pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido. ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado. PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

Grupo QuímicoDicamba – Ácido benzóico
Classe ToxicológicaCategoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaDicamba: é rapidamente absorvido pela via oral e lentamente absorvido pela via dérmica. De acordo com estudos em ratos, o dicamba é distribuído em todos os tecidos, incluindo fígado, rim, sangue, músculo e tecido adiposo. Estudos indicam que, entre 2 e 4 horas após o pico inicial de absorção, ocorre um segundo pico, sugerindo a existência de recirculação entero-hepática. Em termos de metabolismo, o dicamba é metabolizado em menor extensão, resultando em metabólitos como o ácido 3,6- diclorossalicílico (DCSA) e o 5-hidroxi-dicamba. Quando dicamba foi administrado pela via inalatória ou intravenosa em ratos, mais de 90% da dose administrada foi excretada na urina dentro de 24 horas; quando administrado pela via oral, a taxa de excreção urinária alcançou 96% em aproximadamente 48 horas. A eliminação do dicamba é predominantemente renal, sendo excretado principalmente de forma inalterada pela urina. Observa-se que, em doses superiores a 125 mg/kg de peso corporal, a meia-vida de eliminação aumenta, indicando uma possível saturação dos mecanismos de eliminação em doses mais elevadas. Aproximadamente 3% de uma dose administrada (seja baixa ou alta) é encontrada nos tecidos 4 horas após a administração, com as maiores concentrações observadas nos rins, plasma e fígado.
ToxicodinâmicaDicamba: Atualmente, as informações sobre os mecanismos específicos de toxicidade do dicamba em humanos são limitadas. Embora estudos tenham investigado os efeitos tóxicos do dicamba em células humanas, os mecanismos exatos pelos quais o dicamba exerce sua toxicidade ainda não estão completamente elucidados.
Sintomas e Sinais ClínicosDicamba: Exposição oral: Os principais efeitos da exposição oral em animais ao dicamba incluem redução de peso corporal, alterações hematológicas e bioquímicas, além de sinais comportamentais em doses elevadas, como ataxia, rigidez corporal e colapsos transitórios. Exposição inalatória: A exposição inalatória prolongada pode causar tontura e irritação do trato respiratório, podendo levar à tosse. Além disso, foram relatados sintomas gastrointestinais e neuromusculares periféricos após a inalação. Exposição cutânea: Irritação cutânea severa foi relatada na exposição de coelhos ao dicamba.

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Exposição ocular: Irritação ocular leve foi relatada na exposição ocular de coelhos ao dicamba. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
TratamentoTratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Intubação e ventilação conforme necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se o quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica.

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Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscara, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das Interações QuímicasNão foram relatados efeitos de interações químicas para o dicamba e demais componentes da formulação em humanos.
ATENÇÃOTELEFONE DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 70 10 450 (24 horas)

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não foram observados mortalidade ou sinais clínicos entre os animais tratados. Não irritante. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não foram observados mortalidade ou sinais clínicos entre os animais tratados. Não irritante. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos para Animais De Laboratório: Dicamba: Em ratos, foram observadas reduções no ganho de peso, alterações hematológicas, como diminuição de plaquetas e alterações nos glóbulos vermelhos e brancos, além de aumento relativo do peso do fígado. Em longo prazo, a maior dose testada levou a um aumento na incidência de linfomas malignos e carcinoma de células C da tireoide em machos, embora sem significância estatística. Em camundongos, a exposição prolongada resultou em aumento da mortalidade precoce e redução do ganho de peso em fêmeas, sem evidência de carcinogenicidade. Já em cães, doses elevadas causaram ataxia, rigidez muscular, colapsos transitórios, além de redução no ganho de peso e alterações hematológicas, sendo esses efeitos parcialmente reversíveis após o período de recuperação. Em coelhos, a exposição a doses altas resultou em perda de peso, redução na ingestão de alimento, ataxia e dificuldades respiratórias. No geral, os principais efeitos crônicos do dicamba incluem perda de peso corporal, alterações hematológicas e hepáticas, além de sinais transitórios de neurotoxicidade em cães expostos a doses elevadas. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:  Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).  Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.  Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamento com vazamentos.  Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.  Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.  A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.  A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:  Isole e sinalize a área contaminada.  Contate as autoridades locais competentes e a empresa Agro-Lead Brasil Assessoria em Produtos Agrícolas Ltda. - Telefone da empresa: 0800 70 10 450 (24 horas).  Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).  Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:  Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.  Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.  Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. AGRO LEAD BRASIL |  Rua Padre João, 444| Penha de França | São Paulo – SP |  (11) 2362.0335 | 2362.0325

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Nateprosp registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 15525 · documento de 24/11/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Nateprosp?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Nateprosp e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Nateprosp é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 15525, documento de 24/11/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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