Logomarca do produto Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 14222
COMPOSIÇÃO
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl 4-chlorophenyl ether (DIFENOCONAZOL)…………….........................................……...125,0 g/L (12,5% m/v) 3-(difluoromethyl)-N-methoxy-1-methyl-N-[(RS)-1-methyl-2-(2,4,6-trichlorophenyl)ethyl]- 1H-pyrazole-4-carboxamide (PIDIFLUMETOFEM) ....................................................................... 75,0 g/L (7,5% m/v) Outros ingredientes:................................................................... 888,0 g/L (88,8% m/v)
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | C2 | FUNGICIDA |
GRUPO G1 FUNGICIDA GRUPO C2 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: FUNGICIDA SISTÊMICO GRUPO QUÍMICO: DIFENOCONAZOL (TRIAZOL) E PIDIFLUMETOFEM (PIRAZOL CARBOXAMIDA) TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: SCORE TÉCNICO - Registro MAPA nº 002594: Syngenta Crop Protection AG - Rue de l'lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça. Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited - Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia. Youjia Crop Protection Co. Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic Development Zone, Nantong, Jiangsu, China, 226407. PYDIFLUMETOFEN TÉCNICO - Registro MAPA nº TC01922: Syngenta Crop Protection AG - Rue de l'lle-au-Bois, CH-1870, Monthey – Suíça. Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH-4333, Münchwilen – Suíça Syngenta Nantong Crop Protection CO., LTD - No. 1 Zhongyang Road, Nantong Economic and Technological Development Area, Nantong, Jiangsu, 226009, China.
DIFENOCONAZOLE JS TÉCNICO HELM – Registro MAPA n° 0219: Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd (Unit II) - North Area of Dongsha Chem-Zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China. Jiangsu Chengyang Crop Science Co, Ltd. - No. 83 Guan Qu Nan Lu, Jiangbei New District, Nanjing, Jiangsu, China. DIFENOCONAZOL TÉCNICO ADAMA – Registro MAPA n° TC05620: Tagros Chemicals India Limited - A4/1 & 2, SIPCOT Industrial Complex Pachayankuppam Cuddalore-607005 Tamilnadu Índia. DIFENOCONAZOL TÉCNICO ADAMA BR – Registro MAPA n° 14819: Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. (Unit II) - North Area of Dongsha Chem-Zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China. FORMULADOR: Syngenta Crop Protection, LLC. - 4111, Gibson Road - 68107 - Omaha - Nebraska – EUA. Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH-4333, Münchwilen – Suíça Syngenta Limited - Jealott’s Hill International Research Centre, Bracknell, Berkshire, RG42 6EY - Reino Unido. Syngenta Limited - Grangemouth Manufacturing Centre, Earls Road, Grangemouth, Stirlingshire FK3 8XG, Reino Unido. Syngenta Production France S.A.S. - Route de la Gare, 30670 Aigues-Vives, França. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915 - Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453. Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa - Londrina/PR CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263. Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari/RS CEP 95860-000CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99. Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22.335 - Distrito Industrial III - Uberaba/MG - CEP:38044-750 - Brasil - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº 8.764. Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro IMA/MG sob nº 2.972. Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 – Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 477. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476. “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”. Nº do Lote ou da Partida:
| Nº do Lote ou da Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II
– PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| ABACATE | Mancha-parda (Cercospora purpurea) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| ABACAXI | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| ABÓBORA | Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | 80 a 160 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum orbiculare) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| ABOBRINHA | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 80 a 160 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | ||||||
| ACELGA | Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| ACEROLA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mancha-de- corynespora (Corynespora cassiicola) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| AGRIÃO | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora brassicicola) | ||||||
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| ALECRIM | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| ALFACE | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| ALGODÃO | Ramulária (Ramularia areola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum gossypii) | ||||||
| Mancha-alvo (Corynespora cassiicola) | ||||||
| Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | ||||||
| Mancha-de- mirotécio (Myrothecium roridum) | ||||||
| Mancha-de- cercospora (Cercospora gossypina) | ||||||
| ALHO | Antracnose (Colletotrichum circinans) (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 600 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- alternaria (Alternaria porri) | ||||||
| ALHO- PORÓ | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO (**) | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Oídio (Oidiopsis taurica) | ||||||
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| ALMEIRÃO | Mancha-de- alternária (Alternaria sonchi) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| AMENDOIM | Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | - | 600 a 800 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150-800 L/há Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | ||||||
| Mancha-preta (Pseudocercospora personata) | ||||||
| AMORA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/há Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| ANONÁCEAS | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Cercosporiose (Cercospora annonae) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| AVEIA | Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-da-folha (Drechslera avenae) | ||||||
| AZEITONA | Cercosporiose (Cercospora cladosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| BANANA | Complexo de Sigatokas (Sigatoka negra e Sigatoka amarela) (Mycosphaerella fijiensis) (Mycosphaerella musicola) | - | 200 a 600 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| BATATA | Pinta-preta (Alternaria solani) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| BATATA- DOCE | Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | ||||||
| BATATA- YACON | Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | ||||||
| BERINJELA | Mancha-de- alternaria (Alternaria solani) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| Septoriose (Septoria lycopersici) | ||||||
| BETERRABA | Mancha-de- alternaria (Alternaria tenuis) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | ||||||
| BRÓCOLIS | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio (Erysiphe polygoni) | ||||||
| Septoriose (Septoria lactucae) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| CACAU | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mancha-de- corynespora (Corynespora cassiicola) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| CAFÉ | Mancha-de-phoma (Phoma tarda) | - | 300 a 600 | 2 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações preventivamente, na pré florada, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, caso a doença ocorra antes, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 30 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. (**) |
| Mancha-aureolada (Pseudomonas syringae pv.garcae) | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 30 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. (**) | |||||
| CAJU | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Cercosporiose (Cercospora kaki) | ||||||
| Oídio (Oidium anacardii) | ||||||
| Mancha-angular- da-folha (Septoria anacardii | ||||||
| CAQUI | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Cercosporiose (Cercospora kaki) | ||||||
| Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | ||||||
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| CARÁ | Mancha-de- alternária (Alternaria tenuis) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| CARAMBOLA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | ||||||
| CEBOLA | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | - | 600 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum circinans) | ||||||
| Bacteriose (Xanthomonas campestris) | 400 a 800 | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| CEBOLINHA | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias após a primeira aplicação, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| CENOURA | Mancha-de- alternaria (Alternaria dauci) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio Erysiphe heraclei | ||||||
| Mancha-de- cercospora (Cercospora carotae) | ||||||
| CENTEIO | Mancha-amarela (Drechslera tritici- repentis) | - | 400 a 800 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CEVADA | Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Mancha-reticular (Drechslera teres) | ||||||
| CHALOTA | Mancha-de- alternaria (Alternaria porri) | - | 600 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| CHICÓRIA | Mancha-de- alternária (Alternaria sonchi) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| CHUCHU | Mancha-das- folhas (Cercospora citrullina) | 80 – 160 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides var. cucurbita) (Colletotrichum orbiculare) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | ||||||
| COENTRO | Mancha-de- alternaria (Alternaria dauci) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio (Oidiopsis taurica) | ||||||
| COUVE | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio (Erysiphe polygoni) | ||||||
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| COUVE- CHINESA | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora brassicicola) | ||||||
| Oídio (Erysiphe polygoni) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| COUVE-DE- BRUXELAS | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| COUVE- FLOR | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| Oídio (Erysiphe polygoni) | ||||||
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| CUPUAÇU | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Oídio (Oidium mangiferae) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| ERVA- DOCE | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| ERVILHA | Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 150 - 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora longissima) | ||||||
| Oídio (Erysiphe pisi) | ||||||
| ESPINAFRE | Mancha-de- alternaria (Alternaria sonchi) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| ESTÉVIA | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| ESTRAGÃO | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| FEIJÃO | Crestamento- bacteriano- comum (Xanthomonas axonopodis) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias após a primeira aplicação, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| FEIJÕES (qualquer espécie de Phaseolus, Vigna e Cajanus) | Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) (Colletotrichum dematium f. truncatum) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 150 – 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias após a primeira aplicação, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- alternária (Alternaria alternata) | ||||||
| Mancha-de- cercospora (Cercospora canescens) | ||||||
| Mancha-preta (Pseudocercospora personata) | ||||||
| Oídio (Erysiphe polygoni) | ||||||
| FIGO | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| FRAMBOESA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| GENGIBRE | Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| GOIABA | Cercosporiose (Cercospora sawadae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| GRAMADOS | Ferrugem (Puccinia zoysia) | - | 450 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 450 - 800 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-do-dólar (Sclerotinia homoeocarpa) | - | 470 a 800 |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Mancha-marrom (Bipolaris cynodontis) | - | 600 a 800 | ||||
| GRÃO-DE- BICO | Mancha-preta (Pseudocercospora personata) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 150 - 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias após a primeira aplicação, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum dematium f. truncatum) | ||||||
| Cercosporiose (Pseudocercospora personata) | ||||||
| Mancha-de- alternária (Alternaria alternata) | ||||||
| Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | ||||||
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| GUARANÁ | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) (Colletotrichum guaranicola) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Crosta-Preta (Septoria paullinae) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| HORTELÃ | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| INHAME | Mancha-de- alternária (Alternaria tenuis) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | ||||||
| JILÓ | Pinta preta (Alternaria solani) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| LENTILHA | Antracnose (Colletotrichum dematium f. truncatum) (Colletotrichum lindemuthianum) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 150 - 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias após a primeira aplicação, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-castanha (Cercospora arachidicola) | ||||||
| Mancha-preta (Pseudocercospora personata) | ||||||
| Oídio (Erysiphe polygoni) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| LICHIA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| MAÇÃ | Mancha-foliar-da- gala (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 1000 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| Sarna (Venturia inaequalis) | ||||||
| MACADÂMIA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| MAMÃO | Varíola (Asperisporium caricae) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias após a primeira aplicação, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| MANDIOCA | Mancha-de- alternaria (Alternaria tenuis) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| MANDIOQUIN HA-SALSA | Mancha-de- alternária (Alternaria dauci) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | ||||||
| MANGA | Mancha-de- Alternaria (Alternaria alternata) (Alternaria solani) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| MANGABA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| MANJERICÃO | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| MANJERONA | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| MARACUJÁ | Mancha-de- Alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mancha parda (Alternaria passiflorae) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| Septoriose (Septoria passiflorae) | ||||||
| MAXIXE | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | 80 a 160 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | ||||||
| MELANCIA | Cercosporiose (Cercospora citrullina) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | ||||||
| MELÃO | Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| MILHETO | Mancha-amarela, (Drechslera tritici- repentis) | - | 450 a 750 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Ferrugem (Puccinia substriata var. penicillariae) | ||||||
| Ferrugem (Puccinia triticina) | ||||||
| MILHO | Cercosporiose (Cercospora zeae maydis) | - | 450 a 750 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8) e a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento), reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença (clima menos favorável, utilização de híbridos mais tolerantes e menor histórico da doença na região). Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável, utilização de híbridos mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região). |
| Ferrugem-polisora (Puccinia polysora) | ||||||
| Helmintosporiose (Exserohilum turcicum) | ||||||
| Mancha-de- Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) | ||||||
| Podridão-do- colmo (Fusarium verticillioides) | 750 a 1500 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Mancha-de- bipolaris (Bipolaris maydis) (Bipolaris zeicola) | 450 a 750 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 2 | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. (**) | |||
| Estria-bacteriana (Xanthomonas vasicola pv. vasculorum) | ||||||
| MIRTILO | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| MORANGO | Mofo-cinzento (Botrytis cinérea) | 100 a 200 | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| MOSTARDA | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- alternária (Alternaria sonchi) | ||||||
| Mancha-de- cercospora (Cercospora brassicicola) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Septoriose (Septoria lactucae) | ||||||
| NABO | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola) | ||||||
| NOZ-PECÃ | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Sarna (Venturia effusa) | ||||||
| ORÉGANO | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| PEPINO | Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | 80 a 160 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| PIMENTA | Mancha-de- alternaria (Alternaria solani) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora capsici) | ||||||
| PIMENTÃO | Oídio (Oidiopsis taurica) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| PITANGA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| PLANTAS ORNAMENT AIS* | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 – 800 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-das- folhas (Cercospora rosicola) | ||||||
| Mancha-negra (Diplocarpon rosae) | - | 470 a 800 | ||||
| Ferrugem-branca (Puccinia horiana) | - | 450 a 800 | ||||
| Oídio (Sphaerotheca pannosa) | - | 400 a 800 | ||||
| QUIABO | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Cercosporiose (Cercospora abelmoschi) | ||||||
| QUIUÍ | Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da |
| Iniciar as aplicações preventivamente | ||
|---|---|---|
| ou no máximo no aparecimento dos | ||
| primeiros sintomas, reaplicando se | ||
| necessário em | intervalos de no | |
| mínimo 14 dias, dependendo da | ||
| evolução da doença. Realizar no | ||
| máximo 3 aplicações. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA 20 a 40 L/ha | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| RABANETE | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) (Alternaria brassicicola) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-de- cercospora (Cercospora beticola | ||||||
| REPOLHO | Mancha-de- alternaria (Alternaria brassicae) | 100 a 200 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| ROMÃ | Mancha-de- alternaria (Alternaria alternata) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Cercosporiose (Cercospora punicae) | ||||||
| Oídio (Oidium mangiferae) | ||||||
| RÚCULA | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| SALSA | Mancha-de- alternaria (Alternaria dauci) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Oídio (Erysiphe heraclei) | ||||||
| Septoriose (Septoria lactucae) (Septoria petroselini) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| SÁLVIA | Septoriose (Septoria lactucae) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| SERIGUELA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações. (**) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| SOJA | Mancha Alvo (Corynespora cassiicola) | - | 400 a 600 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 2 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no estádio de florescimento pleno da cultura (R1/R2), reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. (**) |
| Oidio (Microsphaera difusa) | - | 400 a 600 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 2 | Iniciar as aplicações preventivamente, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença na parte inferior das plantas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias. Realizar no máximo 2 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e variedades suscetíveis). |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| SOJA | Mancha-Parda (Septoria glycines) | - | 400 a 600 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 2 | Iniciar as aplicações preventivamente, até no máximo no estádio de florescimento pleno da cultura (R1/R2), reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo de 2 aplicações. (**). | |
| SORGO | Mancha-de- cercospora (Cercospora sorghi) | - | 450 a 750 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha-amarela (Drechslera tritici- repentis) | ||||||
| Ferrugem (Puccinia purpurea) (Puccinia triticina | ||||||
| TOMATE | Septoriose (Septoria lycopersici) | 80 a 160 | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mancha- bacteriana (Xanthomonas perforans) | ||||||
| Mancha- bacteriana (Xanthomonas vesicatoria) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| TRIGO | Mancha-amarela (Drechslera tritici- repentis) | - | 400 a 800 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/há Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Se necessário reaplicar em intervalos de no mínimo 21 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. (**) |
| TRITICALE | Mancha-amarela (Drechslera tritici- repentis) | - | 400 a 800 (Utilizar adjuvante específico, recomenda do pelo fabricante) | 3 | Aplicação Terrestre: 150 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 21 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| UVA | Oidio (Uncinula necator) | 80 a 120 | 400 a 600 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | ||||||
| UVA-DE- MESA | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | - | 400 a 800 | 3 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalos de no mínimo 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. (**) |
| Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
| Mancha-da-folha (Pseudocercospora vitis) |
*De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). ** Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo (s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região).
MODO DE APLICAÇÃO
MIRAVIS DUO® deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Aplicação terrestre: Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000 Kpa (= 15 a 150 PSI). O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora. Aplicação aérea: A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias. É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro. Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura. Aplicação via drones agrícolas: O produto MIRAVIS DUO® pode ser aplicado através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA). Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Modo de preparo de calda: 1. Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
2. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder à homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. 3. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. 4. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias |
|---|---|
| Abacate | 7 |
| Abacaxi | 7 |
| Abóbora | 1 |
| Abobrinha | 1 |
| Acelga | 7 |
| Acerola | 1 |
| Agrião | 7 |
| Alecrim | 1 |
| Alface | 7 |
| Algodão | 21 |
| Alho | 7 |
| Alho-Poró | 1 |
| Almeirão | 7 |
| Amendoim | 15 |
| Amora | 1 |
| Anonáceas | 7 |
| Aveia | 30 |
| Azeitona | 7 |
| Banana | 1 |
| Batata | 7 |
| Batata-doce | 7 |
| Batata- Yacon | 7 |
| Berinjela | 3 |
| Beterraba | 7 |
| Brócolis | 1 |
| Cacau | 7 |
| Café | 28 |
| Caju | 7 |
| Caqui | 7 |
| Cará | 7 |
| Carambola | 7 |
| Cebola | 7 |
| Cebolinha | 1 |
|---|---|
| Cenoura | 7 |
| Centeio | 30 |
| Cevada | 30 |
| Chalota | 7 |
| Chicória | 7 |
| Chuchu | 1 |
| Coentro | 1 |
| Couve | 1 |
| Couve- chinesa | 1 |
| Couve-de- bruxelas | 1 |
| Couve-flor | 1 |
| Cupuaçu | 7 |
| Erva-doce | 7 |
| Ervilha | 15 |
| Espinafre | 7 |
| Estévia | 7 |
| Estragão | 1 |
| Feijão | 15 |
| Feijões | 15 |
| Figo | 7 |
| Framboesa | 1 |
| Gengibre | 7 |
| Goiaba | 7 |
| Gramados | Uso não alimentar |
| Grão-de-bico | 15 |
| Guaraná | 7 |
| Hortelã | 1 |
| Inhame | 7 |
| Jiló | 3 |
| Lentilha | 15 |
| Lichia | 7 |
| Maçã | 7 |
| Macadâmia | 7 |
| Mamão | 7 |
| Mandioca | 7 |
| Mandioquinh a-salsa | 7 |
| Manga | 7 |
| Mangaba | 7 |
| Manjericão | 1 |
| Manjerona | 1 |
| Maracujá | 7 |
| Maxixe | 1 |
| Melancia | 3 |
| Melão | 3 |
| Milheto | 30 |
| Milho | 30 |
|---|---|
| Mirtilo | 1 |
| Morango | 1 |
| Mostarda | 7 |
| Nabo | 7 |
| Noz-pecã | 7 |
| Orégano | 1 |
| Pepino | 1 |
| Pimenta | 1 |
| Pimentão | 3 |
| Pitanga | 1 |
| Plantas Ornamentais | Uso não alimentar |
| Quiabo | 3 |
| Quiuí | 7 |
| Rabanete | 7 |
| Repolho | 1 |
| Romã | 7 |
| Rúcula | 7 |
| Salsa | 1 |
| Sálvia | 1 |
| Seriguela | 1 |
| Soja | 21 |
| Sorgo | 30 |
| Tomate | 3 |
| Trigo | 30 |
| Triticale | 30 |
| Uva | 7 |
| Uva-de- mesa | 7 |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS: Não permitir o ingresso dos trabalhadores à área tratada durante as primeiras 4 horas que seguem a aplicação. Caso seja necessário o ingresso antes deste período, devese utilizar Equipamento de Proteção Individual padrão recomendados em rotulagem para a atividade de aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles
definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. Plantas ornamentais e gramados: Para as culturas de plantas ornamentais e gramados antes de realizar a aplicação, recomenda-se a aplicação preliminar do produto em uma pequena área, para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto e tolerância de novas variedades, previamente à sua aplicação em maior escala. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, MIRAVIS DUO® não causa fitotoxicidade para as culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos G1 e C2 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com genes de resistência quando disponíveis, etc.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia da aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br, Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
| GRUPO | G1 | FUNGICIDA | ||
|---|---|---|---|---|
| GRUPO | C2 | FUNGICIDA |
O produto fungicida MIRAVIS DUO® é composto por uma carboxamida, o pidiflumetofen, e um triazol, o difenoconazol. Estes ingredientes ativos apresentam, respectivamente, mecanismo de ação no complexo II: succinato-desidrogenase, pertencente ao grupo C2, e no no sítio C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção para produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção para produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de proteção para produtos químicos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão hidrorrepelente, luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão e luvas. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido Pode ser nocivo se inalado Pode provocar danos hepáticos por ATENÇÃO exposição repetida ou prolongada Suspeita-se que prejudique a fertilidade ou o feto PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR MIRAVIS DUO®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico DIFENOCONAZOL (TRIAZOL) PIDIFLUMETOFEM (PIRAZOL CARBOXAMIDA) | |||
|---|---|---|---|
| Grupo químico | DIFENOCONAZOL (TRIAZOL) | ||
| PIDIFLUMETOFEM (PIRAZOL CARBOXAMIDA) | |||
| Classe toxicológica | |||
| Categoria 4: Produto Pouco Tóxico | |||
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. | ||
| Toxicocinética | Difenoconazol: O difenoconazol é uma substância bem | ||
| absorvida por via oral (80-90%), com recirculação entero-hepática, | |||
| mas sem evidência de qualquer acúmulo tecidual. É |
| predominantemente excretado pela bile e extensamente | |||
|---|---|---|---|
| metabolizado. | |||
| Pidiflumetofem: O pidiflumetofem tem absorção rápida e alta, | |||
| embora ela se torne limitada à medida que a dose aumenta. A | |||
| distribuição dos resíduos foi uniforme com as maiores | |||
| concentrações encontradas no fígado e rim e não há indicação de | |||
| acúmulo. Há também evidência de recirculação entero-hepática. | |||
| É extensamente metabolizado e rapidamente eliminado da | |||
| circulação principalmente nas fezes através da bile. | |||
| Toxicodinâmica | Difenoconazol: Fungicida sistêmico que atua como inibidor da | ||
| desmetilação da enzima esterol 14α-desmetilase (CYP51, | |||
| pertencente à superfamília citocromo P450), responsável pela | |||
| biossíntese do ergosterol em fungos. Tal inibição afeta a | |||
| integridade das membranas celulares, acarretando em morte | |||
| fúngica. Este modo de ação é conservado para seres humanos, | |||
| uma vez que estes também possuem a enzima CYP51, envolvida | |||
| na síntese de esteróis importantes como o colesterol. Não há na | |||
| literatura dados que comprovem a inibição da síntese de colesterol | |||
| em humanos em decorrência da exposição ao ciproconazol ou | |||
| difenoconazol. | |||
| Pidiflumetofem: Fungicida inibidor da enzima succinato | |||
| desidrogenase (SDHI), atuante no Complexo II da cadeia | |||
| transportadora de elétrons na mitocôndria de fungos. Com o fluxo | |||
| de elétrons entre os complexos proteicos interrompido, não há | |||
| geração de ATP para as atividades vitais da célula, acarretando | |||
| em morte fúngica e, por isso, não é possível excluir que o seu | |||
| modo de ação seja conservado para humanos. | |||
| Sintomas e sinais clínicos | Difenoconazol e Pidiflumetofem: Não há dados de toxicidade | ||
| dessas substâncias em humanos. | |||
| As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos | |||
| agudos com animais de experimentação tratados com a | |||
| formulação à base de difenoconazol e pidiflumetofem MIRAVIS | |||
| DUO®: | |||
| Exposição Oral: em estudo realizado por via oral com animais de | |||
| experimentação (ratos) foi observada atividade reduzida, postura | |||
| curvada, perda leve de coordenação, posição prona e piloereção. | |||
| Em altas doses também foi verificada mortalidade. | |||
| Exposição Inalatória: em estudo realizado por via inalatória com | |||
| animais de experimentação (ratos machos e fêmeas) foi observada | |||
| respiração difícil e ruidosa, falta de higiene e pelagem molhada. | |||
| Além disso, sinais de espirros, emagrecimento e olhos parcialmente | |||
| fechados. Não foi verificada mortalidade. | |||
| Exposição Cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica | |||
| não foi observada mortalidade ou sinais clínicos nos animais |
| tratados. A substância não causa irritação e não induz | |||
|---|---|---|---|
| sensibilização quando em contato com a pele. | |||
| Exposição Ocular: Em contato com os olhos não induz lesões | |||
| oculares. | |||
| Exposição Crônica: Os ingredientes ativos dessa formulação | |||
| não são considerados mutagênicos, teratogênicos ou | |||
| carcinogênicos para seres humanos. À luz dos conhecimentos | |||
| atuais, não são considerados desreguladores endócrinos e | |||
| tóxicos para a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo. | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de | ||
| exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos | |||
| compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de | |||
| intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de | ||
|---|---|---|---|
| acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. | |||
| Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. | |||
| Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão | |||
| sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e | |||
| temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção | |||
| especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias | |||
| cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. | |||
| Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação | |||
| para limitar a absorção e os efeitos locais. | |||
| Exposição Oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades | |||
| do produto proceder com: | |||
| - Carvão ativado: Na dose usual de 25 - 100 g em adultos e 25 - | |||
| 50 g em crianças de 1 - 12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, | |||
| diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para | |||
| 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado dentro de | |||
| uma hora após a ingestão. | |||
| - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma | |||
| grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), | |||
| porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível | |||
| de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com | |||
| a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito | |||
| lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. | |||
| ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do | |||
| produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser | |||
| evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. | |||
| Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, | |||
| vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de | |||
| deglutição. | |||
| Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro | |||
| e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar | |||
| atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se | |||
| necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. | |||
| Exposição Dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a | |||
| descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades | |||
| e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover | |||
| a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente | |||
| deve ser encaminhado para tratamento. | |||
| Exposição Ocular: Se houver exposição ocular, irrigar | |||
| abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no | |||
| mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso | |||
| a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, | |||
| encaminhar o paciente para tratamento específico. | |||
| Antídoto: Não há antídoto específico. | |||
| Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR | |||
| aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o |
| produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |||
|---|---|---|---|
| Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Efeitos das interações Não foram relatadas interações químicas entre difenoconazol e químicas pidiflumetofem e medicamentos possivelmente utilizados no tratamento de intoxicação por difenoconazol e pidiflumetofem em humanos. ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com | Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. | |
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatadas interações químicas entre difenoconazol e pidiflumetofem e medicamentos possivelmente utilizados no tratamento de intoxicação por difenoconazol e pidiflumetofem em humanos. | ||
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). | ||
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com |
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: = 1.098 mg/kg p.c. (Intervalo de Confiança 95%: 550 – 2.000 mg/kg p.c.) DL50 dérmica em ratos: > 5.000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: >4,96 mg/L Corrosão/Irritação cutânea: De acordo com estudos de irritação cutânea realizado em coelhos, a substância teste não foi considerada irritante. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os coelhos testados no estudo in vivo (3/3) não apresentaram danos oculares. Nenhum sinal clínico e efeito na córnea foram observados. O produto foi considerado minimamente irritante, porém não classificado como irritante ocular pelo GHS.
Sensibilização cutânea em camundongos (Linfonodo local): O produto não foi considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio de micronúcleo in vitro em células da medula óssea do camundongo. Efeitos crônicos: Difenoconazol: Perda de peso corpóreo e alterações hepáticas foram os principais efeitos relevantes após exposição repetidas pela via oral de difenoconazol a camundongos e cães. Adenomas e carcinomas hepatocelulares foram observados em camundongos. No entanto, estudos disponíveis apoiam que esse modo de ação ocorre apenas em animais e, portanto, não é relevante para os humanos, fins de avaliação de risco/perigo humano. Não houve evidência de potencial teratogênico ou toxicidade para a reprodução em ratos e coelhos. Em ambas as espécies foi observada toxicidade materna caracterizada por redução do ganho de peso corpóreo, redução do consumo alimentar e leve aumento da reabsorção foi observada em ambas as espécies. O difenoconazol não foi considerado carcinogênico para seres humanos, além de não apresentar potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. Pidiflumetofem: A administração crônica de pidiflumetofem em ratos e camundongos indicou que o fígado é o órgão alvo (hipertrofia centrolobular e focos eosinofílicos de alteração celular). Foi observada maior incidência de carcinomas e adenomas hepatocelulares em camundongos machos. No entanto, os estudos disponíveis apoiam que esse modo de ação ocorre apenas em animais e não é relevante para fins de avaliação de risco/perigo humano. Não há indução de aumento da suscetibilidade dos filhotes quando comparados aos pais nos estudos de desenvolvimento em ratos e coelhos ou no estudo de reprodução em ratos. Não há indicação de que pidiflumetofem seja neurotóxico. O produto não apresentou potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ■ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) □ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. • Telefone da empresa: 0800 704 4304 • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.