Bula oficial · registro MAPA nº 604

Bula do MilbekNock

Bula completa do MilbekNock (registro MAPA nº 604), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: milbemectina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 14 páginas no PDF.

MILBEKNOCK® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob Nº 00604

COMPOSIÇÃO

Mixture of: M.A3 (10E, 14E, 16E, 22Z)-(1R, 4S, 5’S,6R,6’R, 8R, 13R, 20R, 21R, 24S)-21, 24dihydroxy-5’, 6’, 11, 13, 22-pentamethyl-3, 7, 19-trioxatetracyclo [15.6.1.14,8.020,24] pentacosa-10, 14, 16, 22-tetraene-6spiro-2’-tetrahydropyran-2-one and M.A4: (10E, 14E, 16E, 22Z)-(1R, 4S, 5’S,6R,6’R, 8R, 13R, 20R, 21R, 24S)-6’-ethyl -21, 24-dihydroxy-5’, 11, 13, 22-tetramethyl-3, 7, 19-trioxatetracyclo [15.6.1.14,8.020,24] pentacosa-10, 14, 16, 22-tetraene-6-spiro-2’-tetrahydropyran-2-one in the rathio 3 to 7 (MILBEMECTINA) ......................................................................................................... 50 g/L (5,0% m/v) Outros Ingredientes ................................................................................................... 920 g/L (92,0% m/v)

GRUPO INSETICIDA/ACARICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida-Acaricida do grupo químico Milbemicinas TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba / SP Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ nº 61.142.550/0001-30 Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8 FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: MILBEKNOCK TÉCNICO (Registro MAPA nº 05403) NIPPON KAYAKU COMPANY LIMITED Planta de Takasaki: 239 Iwahana-machi, Takasaki-shi, Gunma, 370-1208 - Japão FORMULADOR: IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP Fone: (15) 3235-7700 CNPJ: 61.142.550/0001-30 Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8 FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 - Mairinque/SP Fone: (11) 4246-6200 - CNPJ: 47.226.493/0001-46 Número da Empresa no Estado de São Paulo Nº 031 IPANEMA INDÚSTRIA DE PRODUTOS VETERINÁRIOS Rodovia Raposo Tavares, km 113 - CEP: 18190-000 - Araçoiaba da Serra/SP - Brasil CNPJ: 64.687.015/0001-52 - Fone: (15) 3281-2360 - Fax: ramal 201 Número da Empresa no Estado de São Paulo Nº 572

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

ANTES DE UTILIZAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

“MILBEKNOCK” trata-se de um inseticida-acaricida para controle de pragas nas culturas de Algodão, Batata, Citros, Crisântemo, Mamão, Melancia, Melão, Morango, Rosa e Tomate. CULTURAS, PRAGAS, DOSES E RECOMENDAÇÃO DE USO:

CULTURASPRAGASDOSESRECOMENDAÇÃO DE USO
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME DE CALDA (L/ha)
ALGODÃOÁcaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)200 mL p.c./haAplicar quando detectar os sintomas de ataque ou presença de Ácaro-branco nas folhas. Repetir a aplicação com intervalo de 7 dias, quando for detectado a ressurgência de ácaros nas folhas.2Terrestre: 200 a 250
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)240 mL p.c./haAplicar quando for detectada presença de ácaros nas folhas, podendo o controle ser realizado em reboleira quando no início da infestação. Reaplicar com intervalo de 7 dias, quando os ácaros ressurgirem.Terrestre: 200
Curuquerê (Alabama argillacea)A aplicação deverá ser realizada quando for encontrado duas lagartas por planta. Repetindo a aplicação com intervalo de 7 dias, se houver a reinfestação da praga.Terrestre: 200 a 250
BATATALarva-minadora (Liriomyza huidobrensis)40 mL p.c./100 L de águaAs aplicações deverão iniciar nos primeiros sintomas de minas nas folhas, reaplicar com intervalos de 7 dias, quando o número de minas aumentarem.3Terrestre: 600
CITROSMinadora-das-folhas (Phyllocnistis citrella)12 mL p.c./100 L de águaRealizar uma única aplicação quando surgirem as primeiras minas nas folhas ocorrendo principalmente nas fases de brotação, folhas novas.1Terrestre: 2 a 10 L/planta, variando conforme o estágio de desenvolvimento das plantas. Não ultrapassar o volume de calda total de 2.000L/ha.
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus)O produto deverá ser aplicado uma única vez, quando surgirem os primeiros ácaros.Terrestre: 10 L/planta. Não ultrapassar o volume de calda total de 2.000L/ha.
Ácaro-da-falsa- ferrugem (Phyllocoptruta oleivora)16 mL p.c./100 L de águaRealizar aplicação única quando no monitoramento da praga for encontrado 20 ácaros por cm2.
CULTURASPRAGASDOSESRECOMENDAÇÃO DE USO
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃONÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME DE CALDA (L/ha)
CRISÂNTEMOÁcaro-rajado (Tetranychus urticae)20 mL p.c./100 L de águaA aplicação deverá ser realizada quando for detectada presença de ácaros nas folhas. Reaplicar com intervalos de 14 dias ou quando os ácaros ressurgirem.UNATerrestre: 1.000
Larva-Minadora (Liriomyza huidobrensis)12 mL p.c./100 L de águaAs aplicações deverão iniciar nos primeiros sintomas de minas nas folhas, reaplicar quando o número de sintomas aumentarem.
MAMÃOÁcaro rajado (Tetranychus urticae)20 - 30 mL p.c./100 L de águaA aplicação deverá ser realizada quando for detectada presença de ácaros nas folhas. Reaplicar com intervalo de 7 dias, quando os ácaros ressurgirem.2Terrestre: 1.000
MELANCIAMosca-minadora (Liriomyza huidobrensis)250 - 350 mL/haRealizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias.2Terrestre: 200 a 600 Aéreo: 10 a 40
MELÃOMosca-minadora (Liriomyza huidobrensis)250 - 350 mL/haRealizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias.2Terrestre: 200 a 600 Aéreo: 10 a 40
MORANGOÁcaro rajado (Tetranychus urticae)20 - 40 mL p.c./100 L de águaA aplicação deverá ser realizada quando for detectada presença de ácaros nas folhas. Reaplicar com intervalo de 7 dias, quando os ácaros ressurgirem.2Terrestre: 1.000
ROSAÁcaro-rajado (Tetranychus urticae)18 mL p.c./100 L de águaA aplicação deverá ser realizada quando for detectada presença de ácaros nas folhas. Reaplicar com intervalos de 14 dias ou quando os ácaros ressurgirem.UNATerrestre: 1.000
TOMATELarva-Minadora (Liriomyza huidobrensis)40 mL p.c./100 L de águaAs aplicações deverão iniciar nos primeiros sintomas de minas nas folhas, reaplicando no intervalo de 07 dias se for necessário.3Terrestre: 1.000
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta)Iniciar as aplicações quando surgirem os primeiros sintomas nas folhas do Tomate, repetindo as aplicações em intervalos de 07 dias, caso seja necessário.

p.c.: produto comercial. NOTA: Deve sempre adicionar 0,25% v/v de óleo mineral à calda de pulverização para as culturas de algodão, batata, citros, crisântemo, mamão, morango, rosa e tomate.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicar MILBEKNOCK nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados, e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. - Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva. # Aplicação VIA TERRESTRE: A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como: . Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. . Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. . Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. . Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. . Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. # Aplicação VIA AÉREA: Esta modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Melancia e Melão. Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as

disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. . Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. . Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. . Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. . Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. . Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. . Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. - Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. Umidade relativa do ar acima de 50%. Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. - Lavagem do equipamento de aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. INTERVALOS DE SEGURANÇA: Algodão: 7 dias Batata: 3 dias

Citros: 3 dias Crisântemo: UNA Mamão: 10 dias Melancia: 7 dias Melão: 7 dias Morango: 10 dias Tomate: 1 dia Rosa: UNA UNA - Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há, desde que siga corretamente as instruções de uso. - Fitotoxicidade: Não há. - Outras Restrições: Não devem ser aplicados por um período de 10 dias antes ou após a aplicação de Milbeknock, produtos à base de Enxofre, Captan e Folpet. INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida MILBEKNOCK pertence ao grupo 6 (moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do MILBEKNOCK como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 6. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar MILBEKNOCK ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de MILBEKNOCK podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MILBEKNOCK ou outros produtos do Grupo 6 quando for necessário.

• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.

− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as suas roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO - Pode ser nocivo se ingerido - Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. PELE: em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

INALAÇÃO: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR MILBEKNOCK – (MILBEMECTINA)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Milbemicinas

Grupo químicoMilbemicinas
Classe toxicológicaCATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Potenciais vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
ToxicocinéticaO estudo de metabolismo do milbemectin foi conduzido usando molécula radio- marcada. A radioatividade administrada em dose única oralmente para ratos foi excretada rapidamente. Mais de 95% foi excretada em 3 dias após administração e em 7 dias mais de 98%. A maior radioatividade foi excretada nas fezes. A radio- atividade excretada na urina foi de 9 - 17% (M.A ) e 5 - 8% (M.A ). A meia vida de 3 4 eliminação no sangue foi de 7 a 8 horas. A acumulação da radioatividade em órgãos especifícos não foi observada. O perfil do metabolismo e o padrão de excreção do M.A foram completamente similares ao M.A . 3 4
ToxicodinâmicaEm animais de laboratório, a milbemectina atua no sistema nervoso mediando o neurotransmissor GABA.
Sintomas e sinais clínicos• Efeitos Crônicos: Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), os ratos apresentaram perda de peso e redução do consumo ali- mentar. Os camundongos também, nos estudos toxicológicos crônicos, apresen- taram entre outros efeitos, aumento das translaminases (ALT e AST), aumento do peso relativo e absoluto das glândulas adrenais, fígado e rins nas maiores doses testadas. O produto ao ser testado em animais de laboratório não se mostrou ser carcinogênico, teratogênico ou mutagênico.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoAntídoto: Não existe antídoto específico conhecido para a substância. Tratamento Sintomático e de manutenção. As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50 - 100g em adultos e 25 - 50g em crianças de 1 - 12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240ml de água. CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos sinérgicosNão conhecidos
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272 Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148

Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272 Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148 MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO Vide itens“Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO

DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: 11,49 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: causou eritema revertendo em 72 horas Corrosão/Irritação ocular em coelhos: causou irritação que reverteu em 72 horas Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível Mutagenicidade: produto não mutagênico

EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS E COMPONENTES

Os ratos apresentaram perda de peso e redução do consumo alimentar. Os camundongos também, nos estudos toxicológicos crônicos, apresentaram entre outros efeitos, aumento das translaminases (ALT e AST), aumento do peso relativo e absoluto das glândulas adrenais, fígado e rins nas maiores doses testadas. O produto ao ser testado em animais de laboratório não se mostrou ser carcinogênico, teratogênico ou mutagênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II) ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS. Telefone da empresa 0800-770-1760. Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a,por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. Forno rotativo revestido com material refratário, equipado com lavadores de gases, para queima de resíduos sólidos e/ou líquidos à uma temperatura na faixa de 800º à 1000ºC por um tempo não inferior à 2 segundos. Câmara pós-combustão (1050ºC – 1250ºC) para queima dos gases gerados na própria queima dos resíduos dentro do forno rotativo. Várias etapas de resfriamento e lavagem de gases: O efluente gerado é continuamente retirado e posteriormente tratado. Pontos de remoção de cinza que são recolhidos e enviados à aterros industriais apropriados e devidamente isolados e protegidos. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: - De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do MilbekNock registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 604 · documento de 12/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do MilbekNock?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do MilbekNock e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do MilbekNock é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 604, documento de 12/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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