MEPIFORCE Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 10209
COMPOSIÇÃO
1,1-dimethylpiperidinium chloride (CLORETO DE MEPIQUATE)................................................50 g/L (5% m/v) Outros Ingredientes..................................................................................................................950g/L (95% m/v) CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Regulador de crescimento GRUPO QUÍMICO: Cloreto de Mepiquate: Amônio quaternário TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): JUBAILIREG BRASIL LTDA. Rua Santa Cruz, 2187 - sala 10, Vila Mariana CEP:04.121-002 - São Paulo - SP. CNPJ: 54.195.878/0001-59. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4470. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: MEPIQUAT CHLORIDE TÉCNICO RTM - Registro nº TC10920 Jiangsu Institute of Ecomones Co., Ltd. - N° 95, North of Huanyuan Road, Jintan Economic Development District, Jintam 213200 - Jiangsu - China FORMULADORES: AGRICORE CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. - No.190 Zhujia Gang Road, Shanghai, China ANYANG NEW QUANFENG BIOLOGICAL TECHNOLOGY CO., LTD. - No.11, Middle of Chuangye Avenue, Minhang Road Street, Beiguan District, Anyang City, Henan - China CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD. - Fourth Huanghai Road Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County - Nantong City, Jiangsu Province - China FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. - Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos d’água - CEP: 18120-000 - Mairinque/SP - CNPJ: 47.226.493/0001-46. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 31 FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25, Distrito Industrial III - CEP: 38001970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11. Cadastro no Estado (IMA/MG) n° 701-00203 IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS - Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba - SP - CNPJ: 61.142.550/0004-82. Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 708 JIANGSU ROTAM CHEMISTRY CO. LTD. - Nº 88 Rotam Road, Economic & Technical Development Zone, Kunshan, Jiangsu Province - China LANLIX CROPSCIENCE CO. LTD. - Nº 79, Hsiang-Yang, Chang-Chih, Ping-Tung, Taiwan, P.R. - China OURO FINO QUÍMICA S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07. Cadastro no Estado (IMA/MG) n° 701-4896/2008 SHANGHAI AGROCHINA CHEMICAL CO., LTD. - Qingquan Road, Economic Circulation Park, Feidong County, Hefei City, Anhui Province - China
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. - Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro no Estado (IMA/MG) n°2972 (Comércio e Indústria) e IMA/MG n° 6627 (Armazenador e Comércio) TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros - CEP:13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 477 IMPORTADORES: Albaugh Agro Brasil Ltda. - Rua Alexandre Dumas, 2220 - 7º andar, Chácara Santo Antonio, CEP: 04717004, São Paulo/SP - CNPJ Nº 01.789.121/0001-27 - Registro/Estado: 385/CDA-SP Albaugh Agro Brasil Ltda. - Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, sala 7, bloco D, ruas 50 a 100, Parque Industrial Vetorasso, CEP 78746-055, Rondonópolis/MT - CNPJ Nº 01.01.789.121/0009-84 - Registro/Estado: 23910/INDEA-MT Albaugh Agro Brasil Ltda. - Rodovia PR090, s/n - KM 374 Lote 44-C-2 - Módulo J - Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR - CNPJ Nº 01.789.121/0002-08Registro/Estado 3278/ADAPAR-PR Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basileia, 590 - Manejo, CEP: 27521-210, Resende/RJ - CNPJ Nº 01.789.121/0004-70Registro/Estado CRCA IN045738/INEARJ Albaugh Agro Brasil Ltda. - Rua Adolfo Zieppe Filho, Quadra 17, Setor 13, Anexo 1, Módulo R, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, CEP 99500-000, Carazinho/RS - CNPJ Nº01.789.121/0007-12. - Registro/Estado 90/17/SEAPA-RS Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Constante Pavan, 4327 - Edifício Agro II, Setor Rua A 6, Sala E, CEP 13.148-198, Betel, Paulínia/SP - CNPJ n° 01.789.121/0011-07 - Registro/Estado 4343/CDA-SP Albaugh Agro Brasil Ltda. - Rua Pérola, nº 350, Quadra Galpão - Gleba 06-B, Lotes 19 ao 22, Emp. GRPGP20, Jardim Santa Esmeralda, CEP 13186-546, Hortolândia/SP - CNPJ Nº 01.789.121/0006-31 - Registro/Estado 1292/CDA-SP JUBAILI BRASIL LTDA. - Rua Santa Cruz, n° 2187 - Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP, CEP 04121-002 CNPJ: 54.195.645/0001-56. Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 4473
| Nº do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
MEPIFORCE é um regulador de crescimento, que é absorvido e trans locado por toda a planta. Tem a capacidade de interferir em processos fisiológicos da planta de algodão com a finalidade de alcançar, o mais próximo possível, o seu potencial genético de produtividade. Atua inibindo a biossíntese de ácido giberélico, promovendo menor crescimento vegetativo, conduzindo assim a energia fotossintética produzida para as partes reprodutivas do algodoeiro. É indicado para o tratamento do algodão herbáceo quando houver tendência a um excessivo crescimento durante o seu desenvolvimento, ou num programa de aplicações sequenciais visando maior retenção dos botões florais e das maçãs. CULTURAS, ALVOS E DOSES:
| Cultura | Dose p.c.(1) | Volume de Calda(2) | Nº máximo de aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | 1,0 L/ha | 200 - 300 L/ha (terrestre) 10 - 40 L/ha (aéreo) | 01 |
| 0,5 L/ha | 02 | ||
| 0,25 L/ha | 04 |
p.c. = produto comercial (1) 1 Litro do produto comercial corresponde a 50g do ingrediente ativo. (2) Volume de calda para aplicação terrestre, para outros tipos de aplicação veja “Equipamentos de aplicação”. O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação. ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em dose única: Aplicar em dose única quando for observada uma forte tendência para um crescimento vegetativo exagerado no desenvolvimento do algodoeiro. Neste caso fazer uma única aplicação de 1,0 L/ha, quando as plantas apresentarem de 8 a 10 flores abertas por metro linear nas ruas de algodão ou quando as plantas atingirem 60 cm de altura. Aplicação sequencial de doses: Aplicar quando for observado um crescimento vegetativo inicial muito exagerado do algodão, e as condições climáticas futuras desacelerarem naturalmente esse crescimento. Neste caso é preferível fazer o tratamento na forma sequencial podendo dividir em 2 ou 4 aplicações. Na utilização desse sistema de aplicação, observar se o crescimento vegetativo está controlado após as primeiras aplicações. Caso positivo, suspender as demais aplicações. Aplicação sequencial em 2 (duas) aplicações: Realizar duas aplicações de 0,5 L/ha sendo a primeira aplicação recomendada quando 50% das plantas apresentarem o primeiro botão floral em desenvolvimento (3 a 6 mm), somente se as plantas apresentarem condições normais de crescimento. Realizar a segunda aplicação quando houver retomada de crescimento, de 7 a 10 dias após a primeira aplicação, conforme a necessidade de segurar o crescimento das plantas. Aplicação sequencial em 4 (quatro) aplicações: Realizar quatro aplicações de 0,25 L/ha sendo a primeira aplicação recomendada quando 50 % das plantas apresentarem o primeiro botão floral em desenvolvimento (3 a 6 mm), somente se as plantas apresentarem condições normais de crescimento. Realizar as demais aplicações quando houver retomada de crescimento, cerca de 7 a 10 dias após a aplicação anterior, conforme a necessidade de segurar o crescimento das plantas. Quando adotado esse sistema de aplicações múltiplas, deve-se adotar um programa planejado com total acompanhamento do desenvolvimento e crescimento da lavoura de algodão. Fazer aplicação sequencial em regiões onde podem ocorrer períodos de seca durante o ciclo da cultura, suspendendo-as na ocorrência de paralisação natural do desenvolvimento das plantas. Repetir a pulverização se ocorrer chuva até 4 horas depois da aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO
O MEPIFORCE pode ser aplicado via terrestre, através de pulverizadores motorizados ou tratorizados, e via aérea. Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura das plantas. Seguir sempre as boas práticas agrícola e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado. Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura. Precauções gerais com o equipamento aplicador: Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação. Cuidados com a inversão térmica: Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Gerenciamento de Deriva: EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador. Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: - Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). - Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10 km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. - As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. Aeronaves agrícolas: Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Seleção de ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização adequada (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) é um dos fatores mais importantes para a redução da deriva e promoção de aplicação uniforme. A escolha deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa dentre outros). Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador.
Ajuste da barra: ajustar a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão se manter à altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de segurança: sempre resguardar uma faixa de segurança segura para as culturas sensíveis. Faixa de deposição: utilizar distância entre pontas na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Altura do voo: de 3 a 5 metros do alvo a ser atingido, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições climáticas: Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como: - Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. - Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%). - Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. - As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar. Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação. Seguir as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consultar o Engenheiro Agrônomo responsável. À critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão | 60 |
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo. • Uso exclusivamente agrícola. • Utilizar o produto somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura. • Não é fitotóxico para a cultura do algodão nas doses e condições recomendadas. • O tratamento com MEPIFORCE não é recomendado em condições de estresse hídrico ou outros fatores, que possam levar ao não crescimento adequado das plantas de algodão, pois o tratamento de MEPIFORCE nessas condições leva a um menor desenvolvimento, com possível prejuízo na produtividade. A utilização de MEPIFORCE para seus devidos fins exigem algumas condições para atingir os resultados esperados como: ausência de estresse de qualquer origem nas plantas; controle fitossanitário adequado; coordenação com adubações nitrogenadas ou irrigação; acompanhamento dos estádios de desenvolvimento da planta de algodão e demais práticas agrícolas recomendadas para a cultura.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA” INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE” INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE” INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, óculos de segurança, equipamento de proteção respiratória e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, botas, macacão, luvas e equipamento de proteção respiratória • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR MEPIFORCE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Cloreto de Mepiquate: Amônio quaternário |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 - Produto Improvável De Causar Dano Agudo |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica |
| Toxicocinética | O cloreto de mepiquate é absorvido rápida e extensivamente após uma dose oral e distribuído para órgãos e tecidos. A biodisponibilidade foi de aproximadamente 85% da dose administrada e a principal via de excreção é a urinária. A eliminação fecal foi de relevância limitada, respondendo por menos de 15%, porém, pode aumentar com a ingestão alimentar. O Cloreto de Mepiquate aparentemente não é metabolizado em ratos antes da eliminação como inalterado na urina. |
| Toxicodinâmica | Possui uma afinidade preferencial por receptores nicotínicos. A atividade agonista do composto é 100 vezes menor que a da acetilcolina e sua afinidade à receptores muscarínicos é 5 vezes menor do que da atropina. Com base nesses achados, concluiu-se que os sinais de quadro clínico de toxicidade, como observado em altos níveis de dose em estudos com animais, está principalmente associado à ativação do receptor nicotínico (tremores, ataxia, falta de coordenação motora, diminuição da atividade motora e postura anormal), enquanto outras observações clínicas (bradipneia e salivação) podem estar associadas à ativação do receptor muscarínico. Assim, os efeitos são interações reversíveis cloreto de mepiquate com receptores e não indica potencial para danificar os neurônios. |
|---|---|
| Sintomas e sinais clínicos | O cloreto de mepiquate é nocivo se ingerido aos ratos com DL50 de 464 mg/kg. A DL50 dérmica em ratos é > 2000 mg/kg; a CL50 por inalação no rato foi de 4,89 mg/L, sendo essa a concentração máxima atingível nas condições experimentais. A substância não é irritante para a pele ou para os olhos, nem sensibilizante à pele. A toxicidade a curto prazo foi investigada em animais e os sinais clínicos incluiram principalmente salivação e algumas mortalidades; além disso, vacuolização do rim e aumento da acumulação de siderina no fígado e baço, cujo mecanismo e significado toxicológico não são claros. O cloreto de mepiquate não apresenta potencial genotóxico ou clastogênico em diversos estudos in vitro e in vivo. Estudos de neurotoxicidade tardia não foram realizados, pois a estrutura do cloreto de mepiquate não sugere um potencial de neurotoxicidade tardia. Em um estudo agudo de neurotoxicidade oral em ratos, foi observado atividade motora diminuída. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Não há antídoto específico conhecido. O tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico. Nos casos de ingestão instituir lavagem gástrica, utilizar catártico salino e carvão ativado. Eventuais convulsões devem ser controladas antes de qualquer procedimento e, podem ser tratadas com Benzodiazepínicos. |
| Contra-indicações | A indução de vômito é contra-indicado em razão dos riscos de aspiração e de pneumonite crônica. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias. |
| ATENÇÃO | TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique no Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 900 1414 (Toxiclin). |
CL50 inalatória em ratos: Não foi determinada nas condições de teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não foi observado eritema ou edema em nenhum dos animais testados. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Um animal apresentou leve vermelhidão da conjuntiva na primeira hora de observação e foi totalmente reversível em 24 horas. Não foi observado quemose, efeitos na íris ou na córnea de nenhum dos animais tratados. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
O cloreto de mepiquate não apresenta potencial carcinogênico em animais. Em estudos para avaliação da toxicidade reprodutiva do cloreto de mepiquate foi observado redução dos índices de viabilidade e lactação, peso corpóreo e desenvolvimento morfológico prejudicado na prole. O cloreto de mepiquate não possui potencial de toxicidade reprodutiva ou de desenvolvimento em estudos em animais. Em um estudo de neurotoxicidade subcrônica, não houve evidência de neurotoxicidade na dose mais alta de teste. Estudo de neurotoxicidade do desenvolvimento concluiu que o cloreto de mepiquate não exibia neurotoxicidade no desenvolvimento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: □ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) □ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) □ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa JUBAILIREG BRASIL LTDA. • Telefone da empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química). • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RETRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas - ARPs, Veículo Aéreo Não Tripulado - VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024.