MELTAN Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 19124
COMPOSIÇÃO
(RS)-2,4’-difluoro-α-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)benzhydryl alcohol (FLUTRIAFOL)............................................................................................................500 g/L (50% m/v) Outros ingredientes.............................................................................................660,7 g/L (66,07% m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: fungicida sistêmico GRUPO QUÍMICO: triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: suspensão concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO(*): ASCENZA BRASIL LTDA. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, unidade autônoma 30, sala B Condomínio Tech Town, Chácaras Assay, CEP: 13186-904, Hortolândia/SP. CNPJ: 53.875.432/0001-02 – Telefone: (19) 2137-8100 – nº do Registro no Estado: 4455 CDA/SAA/SP (*) Importador do produto formulado FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: FLUTRIAFOL ASCENZA TÉCNICO – Registro no MAPA n° 16518 Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd. Nº 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, Jiangsu Province, 210047 - China. FLUTRIAFOL TÉCNICO SINON – Registro no MAPA n° 2707 Sinon Corporation N° 101, Nanrong Road, Da-du District, Taichung City, 43245, Taiwan Sinon Chemical (China) Co., Ltd. N° 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China FORMULADORES: Ascenza Agro, S.A. Avenida do Rio Tejo, Herdade das Praias, Setúbal, Portugal, 2910-440 Sinon Corporation N° 101, Nanrong Road, Da-du District, Taichung City, 43245, Taiwan Sinon Chemical (China) Co., Ltd. N° 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd. N° 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing - China
Fersol Industria e Comércio Ltda. Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, CEP: 18120-970, Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 N° do Registro no Estado: 31 CDA/SAA/SP Prentiss Química Ltda. Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Jardim das Acácias CEP: 83603-000. Campo Largo/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 N° do Registro no Estado: 002669 ADAPAR/PR Tagma Brasil Industria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459, Bairro Recanto dos Pássaros CEP: 13140-000, Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 N° do Registro no Estado: 477 CDA/SAA/SP IMPORTADOR: Tradecorp do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença, Km 9, s/n, Condomínio Tech Town, Chácaras Assay CEP: 13186-904, Hortolândia/SP CNPJ: 04.997.059/0001-57 Nº do Registro no Estado: 958 CDA/SAA/SP
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÃO DE USO: MELTAN é um fungicida de sistêmico do grupo dos Triazois, indicado para o controle de doenças nas culturas abaixo:
| CULTURAS | DOENÇAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
|---|---|---|---|---|
| Abacate | Antracnose Colletotrichum spp. | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 500-1000 L/ha | 02 |
| Cercosporiose Cercospora perseae/ Pseudocercospora purpurea | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações de forma preventiva aos primeiros sintomas. Repetir se necessário com intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da doença. | ||||
| Abacaxi | Podridão-negra Chalara paradoxa | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 800-1000 L/ha | 02 |
| Fusariose Fusarium subglutinans | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação foliar no início dos primeiros sintomas, e repetir se necessário com intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da doença. | ||||
| Abóbora | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp.cucurbitae | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 04 |
| Oídio Erysiphe cichoracearum/ Sphaerotheca fuliginea | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Oídio: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Repetir se necessário com intervalos de 07 dias, dependendo da evolução da doença. | ||||
| Abobrinha | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp.cucurbitae | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 04 |
| Oídio Sphaerotheca fuliginea | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Oídio: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Repetir se necessário com intervalos de 07 dias, dependendo da evolução da doença. |
| Algodão | Ramulária Ramularia areola | 0,2-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha | 03 |
|---|---|---|---|---|
| Antracnose Colletotrichum gossypii | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário com intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. | ||||
| Alho, Cebola e Chalota | Antracnose das folhas Colletotrichum gloeosporioide f.sp. cepae | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600-1000 L/ha | 04 |
| Antracnose-da-cebola-branca Colletotrichum dematium f.sp. circinans | ||||
| Ferrugem Puccinia allii/Puccinia porri | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose das folhas: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Antracnose-da-cebola-branca e Ferrugem: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar se necessário com intervalo de 7 dias. | ||||
| Anonáceas (Araticum, Atemoia, Cherimoia, Fruta-do- conde, Graviola e Pinha) | Ferrugem Batistopsora crucisfilli | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 500-1000 L/ha | 02 |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| Podridão-seca Lasiodiplodia theobromae | ||||
| Cercosporiose Pseudocercospora annonae- squamosae | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose, Ferrugem e Podridão-seca: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Cercosporiose: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Repetir se necessário com intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. | ||||
| Aveia | Ferrugem-da-folha Puccinia coronata var. avenae | 0,1875- 0,25 L/ha | Aplicação terrestre 200-300 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A primeira aplicação deve ser feita quando a doença apresentar o nível de infecção de 5%. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. | ||||
|---|---|---|---|---|
| Banana | Sigatoka-negra Mycosphaerella fijiensis | 0,5 mL/planta | Aplicação localizada | 04 |
| 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 15 L de água + 5 L de óleo mineral/ha Aplicação aérea/terrestre 15 L de óleo mineral/ha | |||
| Sigatoka-amarela Mycosphaerella musicola | 0,25-0,3125 L/ha | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Sigatoka-negra: na forma de pulverização, iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 30 dias nos períodos de maior incidência da doença. Na modalidade localizada, aplicar o produto puro com pistola dosadora com haste longa diretamente na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo), visando atingir a inserção das folhas. Realizar uma única aplicação via axila. Se necessária nova aplicação, utilizar fungicidas de outros grupos químicos. Sigatoka-amarela: iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 14 dias nos períodos de maior incidência da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. | ||||
| Batata | Macha-de-alternaria Alternaria solani | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O controle deve ser no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Efetuar aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
| Batata-doce | Ferrugem-branca Albugo ipomoeae- panduratae | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| Sarna-da-batata-doce Elsinoe batatas | ||||
| Sarna-da-batata-doce Sphaceloma batatas | ||||
| Mancha-foliar-de-phomopsis Phomopsis ipomoea-batatas | ||||
| Mancha-parda Phylosticta batatas | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Realizar as aplicações com intervalos de 07 dias. | ||||
| Batata- yacon | Macha-de-alternaria Alternaria alternata | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 07 dias, se necessário. | ||||
|---|---|---|---|---|
| Berinjela | Cercosporiose Cercospora melongenae | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 04 |
| Antracnose Colletotrichum spp. | ||||
| Ferrugem Puccinia spp. | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Beterraba | Macha-de-alternaria Alternaria tenuis | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| Mancha-de-cercospora Cercospora beticola | ||||
| Oídio Erysiphe betae | ||||
| Mancha-de-phoma Phoma betae | ||||
| Ferrugem Uromyces betae | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para oídio, iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas, e para os outros alvos, de forma preventiva. Realizar as aplicações com intervalos de 07 dias. | ||||
| Cacau | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 500-1000 L/ha | 02 |
| Monilíase Moniliophthora roreri | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações preventivamente. Monilíase: aplicar ao início dos primeiros sintomas. E reaplicar, se necessário, com intervalo de 15 dias. | ||||
| Café | Ferrugem-do-cafeeiro Hemileia vastatrix | Foliar 0,375-0,5 L/ha | Aplicação terrestre 500 L/ha | 02 |
| Solo 0,875-1,375 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar quando atingir o nível de infecção de 5% e repetir se necessário após 30 dias, dependendo da evolução da doença. Aplicação via solo “drench”: realizar uma única aplicação do produto quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55) e quando o solo estiver úmido. |
| Canola | Macha-de-alternaria Alternaria brassicae | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha | 03 |
|---|---|---|---|---|
| Canela-preta Leptosphaeria maculans | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Reaplicar com intervalos de 15 dias. | ||||
| Cará | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| Queima-das-folhas Curvularia eragrostidis | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Queima-das-folhas: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Chuchu | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp.cucurbitae | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600-1000 L/ha | 04 |
| Mancha-zonada Leandria momordicae | ||||
| Oídio Podosphaera xanthii | Aplicação terrestre 300-800 L/ha | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Mancha-zonada-da-folha e Oídio: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar, caso necessário em intervalo de 7 dias. | ||||
| Cupuaçu | Vassoura-de-bruxa Crinipellis perniciosa | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 500-1000 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Reaplicar, caso necessário em intervalo de 15 dias. | ||||
| Ervilha | Mancha-Ascochyta Ascochyta pisi | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 400 L/ha | 03 |
| Oídio Erysiphe polygoni/ Oidium erysiphoides | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar no início dos primeiros sintomas, com intervalo de 15 dias. |
| Feijão | Mancha-angular Phaeoisatiopisis griseola | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 400 L/ha | 03 |
|---|---|---|---|---|
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. | ||||
| Feijão-caupi | Mancha-de-cercospora Cercospora canescens | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 400 L/ha | 03 |
| Oídio Erysiphe polygoni/ Oidium spp. | ||||
| Cercosporiose Pseudocercospora cruenta | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressa da doença. | ||||
| Gengibre | Mancha-de-Phyllosticta Phyllosticta zingiberi | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Realizar aplicação foliar e reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Gergelim | Mancha-de-alternaria Alternaria sesami | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 03 |
| Cercosporiose Cercospora sesami | ||||
| Oídio Oidium erysiphoides/ Sphaerotheca fuliginea | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mancha-de-alternaria: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Cercosporiose e Oídio: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. | ||||
| Girassol | Mancha-de-alternaria Alternaria spp. | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | 03 |
| Oídio Erysiphe cichoracearum | ||||
| Mancha-cinzenta-da-haste Phomopsis helianthi | ||||
| Ferrugem Puccinia helianthi | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações preventivamente ou no início dos primeiros sintomas. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 15 dias. |
| Grão-de-bico | Queima-de-asmochyta Ascochyta rabiei | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | 03 |
|---|---|---|---|---|
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações preventivamente ou no início dos primeiros sintomas. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 15 dias. | ||||
| Guaraná | Antracnose-do-guaraná Colletotrichum guaranicola | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | 02 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar, caso necessário em intervalo de 15 dias. | ||||
| Inhame | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| Queima-das-folhas Curvularia eragrostides | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Queima-das-folhas: Realizar aplicação foliar no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Jiló | Antracnose-dos-frutos Colletotrichum gloeosporioides | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Kiwi | Mancha-de-alternaria Alternaria alternata | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 02 |
| Mofo-cinzento Botrytis cinerea | ||||
| Mancha-foliar Glomerella cingulata/ Pestalotiopsis sp./ Phomopsis sp. | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mofo-cinzento: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Mancha foliar e alternaria: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. | ||||
| Lentilha | Mancha-Ascochyta Ascochyta lentis | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 200-400 L/ha | 03 |
| Antracnose Colletotrichum truncatum |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mancha-Ascochyta: Realizar aplicação foliar no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. | ||||
|---|---|---|---|---|
| Linhaça | Antracnose Colletotrichum lini | 0,125-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 200-400 L/ha | 03 |
| Ferrugem-do-linho Melampsora lini | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Ferrugem do Linho: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. | ||||
| Mamão | Sarna Asperisporium caricae | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 0,2 L/planta | 02 |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| Podridão-das-maçãs Lasiodiplodia theobromae | ||||
| Oídio Oidium caricae/ Ovulariopsis papayae | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias. | ||||
| Mandioca | Cercosporiose Cercosporidium henningsii | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| Oídio Oidium manihotis | ||||
| Ferrugem Uromyces manihotis | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser preventivas, ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar, com intervalos de 7 dias. | ||||
| Mandioquin ha salsa | Mancha-de-Alternaria Alternaria spp. | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| Antracnose Colletotrichum spp. | ||||
| Oídio Leveillula taurica |
| Mancha-das-folhas Septoria sp. | ||||
|---|---|---|---|---|
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Manga | Antracnose Glomerella cingulata | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 1000-2000 L/ha | 02 |
| Oídio Oidium mangifera | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Oídio: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. | ||||
| Maracujá | Verrugose Cladosporium cladosporioides | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 500 L/ha | 02 |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| Mancha-de-cercospora Pseudocercospora passiflorae | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Verrugose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas. Antracnose: iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Mancha-de-cercospora: iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 15 dias, se necessário. | ||||
| Maxixe | Mancha-de-mirotécio Myrothecium roridum | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Melão | Oídio Sphaerothea fuliginea | 20-40 mL/100 L | Aplicação terrestre 1000 L/ha | 03 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As doses menores devem ser aplicadas antes do início dos primeiros sintomas e as maiores quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir do início dos primeiros sintomas da doença. Repetir se necessário, com intervalo de 7 dias. Monitorar as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. | ||||
| Nabo | Mancha-de-Alternaria Alternaria spp. | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. | ||||
|---|---|---|---|---|
| Pepino | Mancha-de-Alternaria Alternaria cucumerina | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600-1000 L/ha | 04 |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp.cucurbitae | ||||
| Oídio Erysiphe cichoracearum/ Sphaerotheca fuliginea | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mancha-de-alternaria ou Oídio: Iniciar as aplicações foliares no início dos primeiros sintomas. Antracnose: Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Pimenta e Pimentão | Antracnose Colletotrichum sp. | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 300-800 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Quiabo | Cercosporiose Cercospora Hibiscina | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 300-800 L/ha | 04 |
| Oídio Erysiphe cichoracearum | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Rabanete | Mancha-de-Alternaria Alternaria spp. | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 600 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência da doença. Reaplicar em intervalos de 7 dias, se necessário. | ||||
| Romã | Mancha-de-alternaria Alternaria alternata | 0,25-0,375 L/ha | Aplicação terrestre 800-1000 L/ha | 02 |
| Coração Negro Alternaria sp. | ||||
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | ||||
| Cercosporiose-do-romã Pseudocercospora punicae | ||||
| Sarna Sphaceloma punicae |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações foliares de forma preventiva à ocorrência das doenças ou no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. | ||||
|---|---|---|---|---|
| Soja | Oídio Microsphaera diffusa | 0,1-0,15 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha | 02 |
| Ferrugem-da-soja Phakopsora pachyrhizi | ||||
| Crestamento-foliar Cercospara kikuchii | 0,2-0,25 L/ha | |||
| Mancha-parda Septoria glycines | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Oídio: primeira aplicação quando índice de infecção foliar estiver entre 20 e 30%. Ferrugem-da-soja: iniciar aos primeiros sinais da doença na cultura, ou preventivamente no estádio vegetativo ou florescimento (R1). Em ambos os casos, repetir se necessário após 20 dias. Doenças de final de ciclo (Crestamento foliar e Mancha parda): realizar uma única aplicação quando no aparecimento dos primeiros sintomas. | ||||
| Tomate | Mancha de alternaria Alternaria solani | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 1000 L/ha | 04 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar de forma preventiva no início do florescimento ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se necessário a cada 7 dias. | ||||
| Trigo | Helminthosporiose Bipolaris sorokiniana | 0,1875-0,25 L/ha | Aplicação terrestre 200-300 L/ha | 02 |
| Ferrugem-da-folha Puccinia triticina | ||||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A primeira aplicação deve ser feita quando qualquer uma das doenças apresentar o nível de infecção de 5%. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. |
Puccinia triticina ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A primeira aplicação deve ser feita quando qualquer uma das doenças apresentar o nível de infecção de 5%. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. Obs: Nas recomendações que há variações de doses, utilizar a maior dose em condições climáticas favoráveis e em áreas com histórico de maior incidência e severidade das doenças. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação terrestre: O produto pode ser aplicado com pulverizadores costais, tratorizados e com pistola para aplicação via axila na banana. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura da parte aérea da cultura e do solo, quando for o caso. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Aplicação aérea: Na cultura da banana, utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou atomizadores rotativos, que proporcionem tamanho de gotas com DMV entre 200 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínimas de 30 a 40 gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 02 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme o tipo de aeronave utilizada. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 03 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de ventos). PREPARO DE CALDA Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; Preencher o tanque do pulverizador com água até 3/4 de sua capacidade, em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do MELTAN em um recipiente de plástico ou fibra de vidro, adicionando a dose recomendada de MELTAN para cada cultivo em 5 a 10 litros de água, agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação. Após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Recomendações gerais para evitar deriva: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. Temperatura e Umidade: - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: - O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | Intervalo de Segurança |
|---|---|
| Banana (foliar) | 03 dias |
| Abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, anonáceas, berinjela, cacau, chuchu, cupuaçu, guaraná, jiló, mamão, manga, maracujá, maxixe, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, romã e tomate | 07 dias |
| Kiwi e melão | 10 dias |
| Alho, aveia, batata, batata-doce, batata-yacon, beterraba, canola, cará, cebola, chalota, ervilha, feijões, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, inhame, lentilha, linhaça, mandioca, mandioquinha-salsa, nabo e rabanete | 14 dias |
| Trigo | 20 dias |
| Algodão | 21 dias |
| Soja | 28 dias |
| Café (foliar) | 30 dias |
| Banana (localizada) | 60 dias |
| Café (solo) | 120 dias |
Trigo 20 dias Algodão 21 dias Soja 28 dias Café (foliar) 30 dias Banana (localizada) 60 dias Café (solo) 120 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entrar nas áreas tratadas por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA AO PRODUTO: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo 1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida MELTAN é a base de Flutriafol, que apresenta mecanismo de ação das C14desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS Recomenda−se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE OS ESQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora das especificações. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira facial, touca árabe e luvas. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; e - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- EVITE O MÁXIMO POSSÍVEL O CONTATO COM A ÁREA TRATADA. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evitar ao máximo o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos ou viseira facial, avental impermeável, botas, macacão, luvas e máscara; e - A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por uma pessoa treinada e devidamente protegida. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
| - Nocivo se ingerido; - Pode ser nocivo em contato com a pele; - Nocivo se inalado; - Provoca irritação ocular grave. | |
|---|---|
| ATENÇÃO |
- INTOXICAÇÕES POR MELTAN -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Triazol |
|---|---|
| Classe Toxicológica | CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO |
| Vias de Exposição | Oral, dérmica e inalatória |
| Toxicocinética | O estudo dos mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol com animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90% a 96% foram excretadas nas primeiras 48 horas. |
| A análise do produto nos órgãos e tecido indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos. | |
|---|---|
| Toxicodinâmica | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Os triazóis são irritantes aos olhos, sensibilizantes da pele e das membranas mucosas. A administração de altas doses em animais provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarreia e ataxia. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação. Remover roupas e acessórios e descontaminar pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Em caso de contato ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizadas. Carvões ativados e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção do princípio ativo pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepáticas e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. |
| Contraindicações | Não aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. Utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o procedimento. Evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo. A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de e de pneumonite química. |
| Efeitos das Interações Químicas | Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnósticos e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 7010450. |
0800 7010450.
EFEITOS AGUDOS
DL50 via oral em ratos: 500 mg/kg p.c. DL50 via dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste. Irritação dérmica em coelhos: não irritante. Irritação ocular em coelhos: irritante, reversível em 72 horas. Sensibilização cutânea em porquinhos da índia: não sensibilizante. Mutagenicidade: não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS
Em estudo de 90 dias com ratos expostos ao MELTAN foram observados decréscimo no peso corpóreo, redução no consumo alimentar e alterações hepáticas. Quando administradas 15 mg/Kg para cães em estudos de 90 dias, foram observados redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e incremento nas atividades das enzimas aminopirina-N-desmetilase hepática e fosfatase alcalina plasmática.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Ascenza Brasil Ltda. – Telefone: 0800 70 10 450. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado, e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (0,250; 0,500; 1; 5; 10 e 20 L) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (50; 100; 110; 200 L) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • (De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis) Hortolândia/SP, 03 de outubro de 2024.