Bula oficial · registro MAPA nº 3325

Bula do Maxazona 360 CS

Bula completa do Maxazona 360 CS (registro MAPA nº 3325), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: clomazona.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 03325

COMPOSIÇÃO

2-(2-chlorobenzyl)-4,4-dimethyl-1,2-oxazolidin-3-one (CLOMAZONA)........360,0 g/L (36,0% m/v) Polymethylenepolyphenylene isocyante............................................................46,4 g/L (4,64% m/v) Outros ingredientes.....................................................................................718,6 g/L (71,86% m/v)

GRUPO F4 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo condicional de ação sistêmica. GRUPO QUÍMICO: Clomazona: Isoxazolidinona. Polymethylenepolyphenylene isocyante: Isocianato TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão de Cápsulas (CS) TITULAR DO REGISTRO (*): Maxunitech do Brasil Ltda. Rua Irmã Pia, n°422, sala 902, Jaguaré, CEP: 05335-050, São Paulo/SP CNPJ n°53.309.291/0001-60 - Telefone: (11) 3714-0044 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4521 CDA/SP. (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Clomazone Técnico CCAB Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 01514 Shandong Cynda Chemical Co., Ltd. Economic Development Area, Boxing County 256500, Shandong, China FORMULADOR: Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd. Yangkou Chemical Industry Park, Rudong, Jiangsu Province 226407, China Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province 646300, China. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Avenida Roberto Simonsen, n° 1459, Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030, Paulínia/SP, CNPJ n° 03.855.423/0001-81. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP Arcad Industrialização Química Ltda. Rua Manoel Joaquim Filho, n° 32, Santa Terezinha, CEP: 13148-115, Paulínia/SP, CNPJ n° 40.726.678/0001-70. Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4327 CDA/SP IMPORTADOR: Acrom Agroindustrial Ltda. Rua Paranaguá, 1537 – Centro CEP: 86020-031 – Londrina/PR – C.N.P.J.: 18.272.938/0001-26 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 003992 ADAPAR/PR

Acrom Agroindustrial Ltda. Estrada dos Goulart, Rod. PR 445, Km 36,5 CEP: 86123-000 – Londrina/PR – C.N.P.J.: 18.272.938/0002-07 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1007959 ADAPAR/PR Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n° 11100 – Jardim Maria Cristina CEP: 06421-300 – Barueri/SP – C.N.P.J.: 47.983.211/0004-06 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4378 CDA/SP Agrilean Inputs S.A. Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, n° 5788, Galpão 22 – Zona Rural CEP: 78098-970 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 47.983.211/0003-17 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 33070 INDEA/MT Agrilean Inputs S.A. Área Rural, S/N, Km 207, Lote 04, AR 01 - Área Rural de Eduardo de Magalhães CEP: 47865-899 - Luis Eduardo Magalhães/BA – C.N.P.J.: 47.983.211/0002-36 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 145723 ADAB/BA Agroquima Produtos Agropecuarios Ltda. Av. Castelo Branco, n° 6348, Quadra 47, Lotes 01 a 05 e 12, Ipiranga, CEP: 74453-383 Goiânia/GO – C.N.P.J.:01.626.951/0001-33 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 0111/2018 AGRODEFESA/GO Amaggi Exportação e Importação Ltda. Rodovia BR 364, Km 20, S/N – Zona Rural CEP: 78098-970 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 77.294.254/0050-72 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 20435 INDEA/MT Amaggi Exportação e Importação Ltda. Rodovia BR 163, n° 2461 – Expansão Urbana CEP: 78890-000 – Sorriso/MT – C.N.P.J.: 77.294.254/0077-92 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 22956 INDEA/MT Amaggi Exportação e Importação Ltda Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15 - Presidente Juscelino CEP: 68628-557 – Paragominas/PA – C.N.P.J.: 77.294.254/0083-30 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 004.23 – CREIMP ADEPARA/PA BRA Defensivos Agrícolas Ltda. Rua São José, n° 550 – Centro CEP: 13400-330 – Piracicaba/SP – C.N.P.J.: 07.057.944/0001-44 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 879 CDA/SP Chemical Solution Pará Ltda. Rodovia PA 411, Km 27, S/N – Zona Rural CEP: 68560-000 – Santana do Araguaia/PA – C.N.P.J.: 25.025.324/0001-05 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 001.16 – CREREV ADEPARA/PA Chemical Solution Pará Ltda. Rua Santos Pacheco, n° 256, sala 104 – Centro

CEP: 57020-290 – Maceió/AL – C.N.P.J.: 25.025.324/0002-96 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 0166/2024 ADEAL/AL DKBR Trading S.A. Av. Ayrton Senna da Silva, n° 600, Cond. Torre Siena, 17° andar, Sala 1704 – Gleba Fazenda Palhano CEP: 86050-460 – Londrina/PR – C.N.P.J.: 33.744.380/0001-28 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1007743 ADAPAR/PR DKBR Trading S.A. Rod. SPA 008/457, S/N, Sala 01, Km 500 metros – Zona Rural CEP: 19640-000 – Iepe/SP – C.N.P.J.: 33.744.380/0003-90 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4303 CDA/SP DKBR Trading S.A. Av. Miguel Sutil, n° 6559 – Anexo A – Sala 3 – Alvorada CEP: 78048-000 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 33.744.380/0002-09 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 22058 INDEA/MT Fiagril Ltda. Av. da Produção, Quadra 014, Lote 11A, Sala 01, 2204 W – Parque das Emas CEP: 78466-551 – Lucas do Rio Verde/MT – C.N.P.J.: 02.734.023/0013-99 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 28047 INDEA/MT GOPLAN S.A. Rua Antônio Lapa, n° 606 – Cambuí CEP: 13025-241 – Campinas/SP – C.N.P.J.: 37.422.096/0001-96 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4296 CDA/SP Jubaili Brasil Ltda. Rua Santa Cruz, n° 2187 - Sala 10, CXPST 1094, Vila Mariana CEP: 04121-002 – São Paulo/SP – CNPJ n° 54.195.645/0001-56. Cadastro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 4473. Novachem Importação e Comércio Ltda. Rod. BR-369, S/N, Km 37,5 – sala 04 – Área Industrial CEP: 86380-000 – Andirá/PR – C.N.P.J.: 48.054.057/0001-08 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1008435 ADAPAR/PR Novachem Importação e Comércio Ltda. Rua Emília Garcia de Souza, n° 270, sala 01 – Ribeirânia CEP: 14096-120 – Ribeirão Preto/SP – C.N.P.J.: 48.054.057/0002-80 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4472 CDA/SP Pilarquim BR Comercial Ltda. Rua Cardeal Arcoverde, n° 2811 – Pinheiros CEP: 05407-004 – São Paulo/SP – C.N.P.J.: 00.642.795/0001-31 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 257 CDA/SP Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rua João Dias de Souza, n° 48 – sala 51, Edifício Corporate Evolution – Parque Campolim CEP: 18048-090 – Sorocaba/SP – C.N.P.J.: 28.514.525/0001-64 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4285 CDA/SP

Zhongshan Química do Brasil Ltda. Av. Euripedes Menezes, S/N – Quadra 4 – Lote 14-17 – ARMZ 1N - Parque Industrial VicePresidente José Alencar CEP: 74993-540 – Aparecida de Goiânia/GO – C.N.P.J.: 28.514.525/0002-45 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 3421/2021 AGRODEFESA/GO Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rod. PR 090, Km 05, n° 5695, ARMZ 1-J - Parque Industrial Nene Favoretto CEP: 86200-000 – Ibiporã/PR – C.N.P.J.: 28.514.525/0005-98 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1007991 ADAPAR/PR Zhongshan Química do Brasil Ltda. Av. Constante Pavan, n° 4633, ARMZ 1K – Betel CEP: 13148-198 – Paulínia/SP – C.N.P.J.: 28.514.525/0004-07 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 4322 CDA/SP Zhongshan Química do Brasil Ltda. A Rua Projetada, n° 150, ARMZ 1AA - Área Rural de Cuiabá CEP: 78099-899 – Cuiabá/MT – C.N.P.J.: 28.514.525/0006-79 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 27384 INDEA/MT Zhongshan Química do Brasil Ltda. Av. das Indústrias, n° 2020, ARMZ 06 - Ouro Preto CEP: 99500-000 – Carazinho/RS – C.N.P.J.: 28.514.525/0007-50 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 54/21 SEAPA/RS Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rod. BR-050, Km 185 – Galpão 1 – Sala 9-A - Jardim Santa Clara CEP: 38038-050 – Uberaba/MG – C.N.P.J.: 28.514.525/0009-11 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 19523 IMA/MG Zhongshan Química do Brasil Ltda. A Area Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado esquerdo, Zona Rural - Área Rural de Dourados CEP: 79849-899 – Dourados/MS – C.N.P.J.: 28.514.525/0010-55 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 2060/2024-R IAGRO/MS Zhongshan Química do Brasil Ltda. Rod. BR 230, S/N, Km 411,5 – Sala 12 – Zona Rural CEP: 65800-000 – Balsas/MA – C.N.P.J.: 28.514.525/0012-17 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1341 AGED/MA Zhongxun do Brasil Ltda. Avenida da Liberdade, n° 1000, sala 1701, andar 17, Liberdade CEP: 015022-001 – São Paulo/SP – CNPJ n° 54.796.176/0001-20 Cadastro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 4525

N° do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: E CONSERVE-OS EM SEU PODER.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO: O MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE é um HERBICIDA seletivo condicional, de ação sistêmica pré-emergente e pós-emergente, recomendado para o controle de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:

Volume de
Plantas infestantesDose
CulturacaldaÉpoca, Número e Intervalo de aplicação
(Nome comum/científico)(L p.c./ha)
(L/ha) (1)
AlgodãoCapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)2,8 – 3,5150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicar em pós-plantio da cultura e pré-emergência em relação às plantas daninhas e à cultura. Usar dose maior em solos pesados, solos argilosos e a dose menor em solos leves, solos arenosos. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor dose para baixas infestações. Antes do plantio, as sementes devem ser previamente tratadas com safener a base de Dietolato, o qual funciona como protetor conferindo seletividade ao produto para a cultura. O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)2,1 – 3,5
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
ArrozCapim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,7 - 2,0150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicar em pós-plantio da cultura e pré-emergência em relação às plantas daninhas e à cultura. Usar dose maior em solos pesados, solos argilosos e a dose menor em solos leves, solos arenosos. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor dose para baixas infestações. Antes do plantio, as sementes devem ser previamente tratadas com safener a base de Dietolato, o qual funciona como protetor conferindo seletividade ao produto para a cultura. O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Picão-grande (Blainvillea latifolia)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Corda-de-viola (Ipomoea nil)2,0
Arroz irrigadoAngiquinho / maricazinho (Aeschynomene rudis)1,1 – 1,7150 – 300 Terrestre 10 – 40 AéreoRealizar 1 aplicação Aplicar em pós-plantio da cultura e pré-emergência em relação às plantas daninhas e à cultura. Podendo ser aplicado ainda logo após o início da emergênca do arroz irrigado (ponto de agulha). Usar dose maior em solos pesados, solos argilosos e a dose menor em solos leves, solos arenosos. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor dose para baixas infestações. Antes do plantio, as sementes devem ser previamente tratadas com safener a base de Dietolato, o qual funciona como protetor conferindo seletividade ao produto para a cultura. O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)
Capim-colchão, Milhã (Digitaria sanguinalis)
Capim-jaú, capim- coloninho (Echinochloa colona)
Capim-marmelada, papuã (Brachiaria plantaginea)
BatataCapim-marmelada (Brachiaria plantaginea)1,0150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar o produto imediatamente após a semeadura da cultura (plante e aplique) em solo livre de torrões através de uma boa gradagem.
Cana-de- açúcarBeldroega (Portulaca oleracea)3,0 – 3,5150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicar em pré-emergência em relação às plantas daninhas e na pré ou pós-emergência inicial da cultura. Usar dose maior em solos pesados, solos argilosos e a dose menor em solos leves, solos arenosos. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor dose para baixas infestações.
Capim-brachiaria (Brachiaria decumbens)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-colonião (Panicum maximum)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Caruru (Amaranthus viridis)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
EucaliptoCapim-colchão (Digitaria horizontalis)2,0150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes e em pré- plantio da cultura.
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-degalinha (Eleusine indica)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)2,5
Grama-seda (Cynodon dactylon)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)3,0
FumoBeldroega (Portulaca oleracea)2,2 – 2,8150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e em pré ou pós-plantio da cultura. A aplicação pode ser realizada em faixa sobre o camalhão recém formado, sobre as faixas de 50 cm de largura. Ou em área total, antes do transplante das mudas. E também através de jato dirigido 30-40 dias após o transplante nas entrelinhas, na pré-emergência das plantas infestantes. A escolha da dose depende da infestação e do tipo de solo. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor para baixas infestações. Utilizar sempre a maior dose em solos argilosos, e a menor dose em solos arenosos.
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)
Capim-colchão,milhã (Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada, papuã (Brachiaria plantaginea)
Grama-seda, grama-bermuda (Cynodon dactylon)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Picão-branco, fazendeiro (Galinsoga parviflora)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
MandiocaCapim-carrapicho (Cenchrus echinatus)2,8 – 3,5150 – 300 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pré-plantio da cultura. A escolha da dose depende da infestação e do tipo de solo. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de áreas sujeitas a altas infestações e a menor para baixas infestações. Utilizar sempre a maior dose em solos argilosos, e a menor dose em solos arenosos
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-degalinha (Eleusine indica)
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Guanxuma (Sida rhombifolia)3,5
SojaCapim-carrapicho (Cenchrus echinatus)2,0150 – 200 TerrestreRealizar 1 aplicação Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura (Plante/aplique). Pós-emergência inicial da cultura da soja: a aplicação deve ser feita com as plantas daninhas em pré- emergência.
Capim-amargoso (Digitaria insularis)
Capim-pé-degalinha (Eleusine indica)
Picão-preto (Bidens pilosa)

aplicação MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE pode ser aplicado por via terrestre através de pulverizadores manuais e tratorizados, e por via aérea (arroz irrigado), conforme recomendações para cada cultura. Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. O produto precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado, siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento e consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:

-Temperatura ambiente abaixo de 30°C. -Umidade relativa do ar acima de 50%. -Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. - As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Aplicação aérea (Arroz Irrigado) Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: - Temperatura ambiente abaixo de 30°C. - Umidade relativa do ar acima de 50%. - Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturasIntervalo de Segurança
Algodão(1)
Arroz
Batata
Cana-de-açúcar (pré-emergência)
Mandioca
Soja (pré-emergência)
Cana-de-açúcar (pós-emergência)365 dias
Soja (pós-emergência)100 dias
EucaliptoUNA
Fumo

(1) Não determinado devido a modalidade de emprego. UNA: Uso Não Alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivamente agrícola. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de segurança para cada cultura. Culturas subsequentes à aplicação de MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE poderão apresentar leve clorose em locais onde realizadas aplicações de maneira diferente das recomendações de bula. Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do produto para a instalação de culturas subsequentes. • O uso de MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE na cultura de algodão só poderá ser feito caso as sementes tenham sido previamente tratadas com safener, os quais funcionam como protetor e conferem seletividade ao produto para a cultura.

Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F4 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO F4 HERBICIDA O produto herbicida MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE é composto por Clomazona, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da síntese de DOXP-Sintase, pertencente ao Grupo F4, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes.

Como exemplo, a adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras

pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.; Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; Não reutilizar a embalagem vazia; No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha e luvas de nitrila; Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. - Quando inalado pode provocar sintomas alérgicos, de asma ou dificuldades PERIGO respiratórias. - Suspeito de provocar câncer.

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito,exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. • Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. INTOXICAÇÕES POR MAXAZONA 360 CS; JUBAILI CLOMACARE

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoCLOMAZONA: isoxazolidinona. POLYMETHYLENEPOLYPHENYLENE ISOCYANATE: isocianato
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – Produto improvável de causar dano agudo
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaClomazona: estudos experimentais conduzidos em ratos mostraram que a clomazona foi rápida e amplamente absorvida pela via oral, com taxas de absorção de 87-100% e pico de concentração no sangue atingido em 4 horas após a sua administração. Esta substância foi distribuída para os tecidos e eliminada rapidamente, baixos níveis residuais de clomazona foram detectados principalmente no fígado, rins, pulmões, sangue e pelos. Em ratos, a clomazona foi quase totalmente biotransformada por hidroxilação (metabólitos mono-, di- e tri-hidroxilados) e também por oxidação e abertura do anel heterocíclico (3-isoxazolidona). A eliminação da clomazona ocorreu principalmente na forma de metabólitos (conjugados e não conjugados), sendo detectados baixos níveis da clomazona em sua forma inalterada na urina e nas fezes. A excreção da clomazona e seus metabólitos, em ratos, ocorreu principalmente através da urina (70%) e também das fezes (30%), sendo a maior parte eliminada dentro das primeiras 48 horas e eliminação quase completa 7 dias após a administração. Não foi observado potencial de bioacumulação em ratos. Polymethylenepolyphenylene isocyanate: em animais de experimentação, a exposição inalatória a esta substência resultou em significativa deposição deste composto tanto na região nasal quanto nos alvéolos pulmonares. Uma vez absorvido, o polimetileno polifenil isocianato demonstrou ampla conjugação com as proteínas plasmáticas. Em humanos, após forte hidrólise ácida, níveis do metabólito MDA (4,4’-metilenodianilina) foram identificados na urina e no sangue de trabalhadores expostos ao polimetileno polifenil isocianato. O tempo de meia-vida do MDA ácido- hidrolisável em um trabalhador exposto ao polimetileno polifenil isocianato foi de 70-80 horas na urina e de 21 dias no soro.
ToxicodinâmicaClomazona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos. Polymethylenepolyphenylene isocyanate: a exposição aos isocianatos está relacionada ao desenvolvimento de asma ocupacional. Os mecanismos específicos pelos quais os isocianatos causam hipersensibilidade respiratória é ainda desconhecido. Os dados disponíveis sugerem que a patogenicidade das reações de hipersensibilidade provocada pelo isocianatos pode estar envolvida com aspectos da imunidade humoral e celular. A resposta humoral específica pode ser mediada pela igE bem como a igG.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição oral: Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por clomazona. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações químicasPolymethylenepolyphenylene isocyanate: uma vez sensibilizado por um isocianato, o indivíduo costuma apresentar reatividade cruzada com outras substâncias deste mesmo grupo químico.
ATENÇÃOAs intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001, para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 Pró-Química

0800 110 8270 Pró-Química

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto não é irritante dérmico. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto não é irritante ocular. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenecidade: O produto não é mutagênico. Efeitos Crônicos: Clomazona: Em estudos de 2 anos com ratos e camundongos e de 1 ano com cães não foi observado efeito adverso. No estudo de 1 ano em cães, foi observada uma elevação do peso do fígado na dose de 2,5mg/kg/dia. No estudo de 2 anos em ratos, os animais que receberam mais que 4,3mg/kg/dia de clomazone exibiram níveis elevados de colesterol, elevação do peso do fígado e aumento das células hepáticas. Os camundongos que receberam a dose maior que 15mg/kg/dia apresentaram uma elevação dos leucócitos. Não foi genotóxico, mutagênico, carcinogênico ou teratogênico. Polymethylenepolyphenylene isocyanate: em estudo de toxicidade crônica em ratos, pela via inalatória, os pulmões foram identificados como os principais alvos de toxicidade do polimetileno polifenil isocianato. O NOAEC de 0,2 mg/m³ e o LOAEC de 1,0 mg/m³ foram estabelecidos no estudo de 2 anos em ratos com base nos efeitos pulmonares (alterações histopatológicas, aumento de fibrose localizada e epitelização do ducto alveolar). Em estudo de carcinogenicidade em ratos pela via inalatória, foi observado um aumento na incidência de adenomas e adenocarcinomas nos pulmões de ratos na maior dose testada (6 mg/m³) com NOAEC estabelecido de 1,0 mg/m³ com base nos tumores pulmonares. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Efeitos no sistema respiratório como pneumonite por hipersensibilidade e ataques de asma (dificuldade respiratória, aperto no peito, sibilância, tosse, falta de ar e broncoespasmo).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa Maxunitech do Brasil Ltda. - Telefone da empresa (11) 3714-0044 Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contrate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça essa operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida

sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA

OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5.TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6.RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Maxazona 360 CS registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 3325 · documento de 18/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Maxazona 360 CS?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Maxazona 360 CS e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Maxazona 360 CS é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 3325, documento de 18/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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