<Logomarca do produto> MATCH® EC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 09195.
COMPOSIÇÃO
(RS)-1-[2,5-dichloro-4-(1,1,2,3,3,3-hexafluoropropoxy)phenyl]-3-(2,6-difluorobenzoyl)urea (LUFENUROM) ............................................................................................. 50 g/L (5% m/v) Gamma-Butyrolactone (GAMA-BUTIROLACTONA)...................................40 g/L (4% m/v) Outros ingredientes .......................................................................... 1075 g/L (107,5% m/v)
GRUPO INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: INSETICIDA FISIOLÓGICO GRUPO QUÍMICO: LUFENUROM (BENZOILUREIA), GAMA BUTIROLACTONA (LACTONA) TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: LUFENURON TECNICO BR - Registro MAPA nº 5604: Syngenta Crop Protection AG - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey - Suíça. Huaian Glory Chemical Co., Ltd., - No.2, Guoqiao Road, Salt Chemical Industry Park, Hongze, Huaian City, Jiangsu Province, China, Zip code: 223100. Anhui Neotec Co., Ltd - Nº 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Material Base, Huaibei City, Anhui Province, China, Zip Code: 235100. SRF Limited - PLOT No. D-2/1, GIDC, Phase II, PCPIR, Taluka-Vagra, Village-Dahej, DistBharuch-392130, Gujarat, Índia. MATCH TECNICO - Registro MAPA nº 9095: Syngenta Grimsby Ltd – Pyewipe Grimsby – South Humberside DN 31 2SR, Reino Unido. Syngenta Crop Protection AG - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey - Suíça. Huaian Glory Chemical Co., Ltd., - No.2, Guoqiao Road, Salt Chemical Industry Park, Hongze, Huaian City, Jiangsu Province, China, Zip Code: 223100. Anhui Neotec Co., Ltd. - Nº 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Material Base, Huaibei City, Anhui Province, China, Zip Code: 235100. SRF Limited. - PLOT No. D-2/1, GIDC, Phase II, PCPIR, Taluka-Vagra, Village-Dahej, DistBharuch-392130, Gujarat, Índia. LUFENURON TÉCNICO PROVENTIS – Registro MAPA nº 6316: Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area – 312369 Zhejiang – China. FORMULADOR: Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-
80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453. Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Uberaba/ MG, CNPJ: 23.361.306/000179, Cadastro no IMA/MG: sob nº 2.972. Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 8. FMC Química do Brasil Ltda - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - Uberaba - MG, CNPJ: 04.136.367/0005-11, Cadastro no IMA/MG sob nº 210. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda – Av. Roberto Simonsen, 1459 - Paulínia/SP, CNPJ: 03.855.423/000181, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 477. Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335 - Q.14 L 5 – Distrito Industrial III – CEP: 38040-750 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 – Cadastro no IMA/MG sob nº 8.764. Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa – Londrina / PR CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263. Adama Brasil S/A – Avenida Júlio de Castilho, 2085 – Taquari / RS CEP: 95860-000 - CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99. Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 4476. Syngenta S.A. – Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena - Colômbia. Shangyu Nutrichem Co., Ltd - Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang 312369 – China. “O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
| No do Lote ou da Partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
O produto MATCH® EC é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| ABÓBORA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da broca na cultura e aplicar no início de infestação, antes da penetração da broca nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da broca na cultura e aplicar no início de infestação, antes da penetração da broca nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| AÇAÍ | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Pulverização terrestre: Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: Mín.20 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a ocorrências de lagartas na cultura. Aplicar quando forem constatados os primeiros indivíduos na área, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
| Lagarta-das- folhas (Opsiphanes invirae) | |||||
| ALGODÃO | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 150 - 200 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas, de 1º e 2º instares. |
| Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 800 - 1000 mL/ha |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| Lagarta- militar, Lagarta-do- Cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 - 400 mL/ha | ||||
| AMEIXA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21 dias. |
| AVEIA | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 15 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
| BATATA | Traça-da- batatinha, Cegadeira (Phthorimaea operculella) | 600 - 800 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 a 800 L/ha | ÉPOCA: Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
| BRÓCOLIS | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300 – 400 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: Ao redor de 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA:Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
| CENTEIO | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 15 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
| CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 15 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda | |||||
| CHUCHU | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| CITROS | Ácaro-da- falsa- ferrugem, Ácaro- da- mulata (Phyllocoptrut a oleivora) | 75 mL/100 L | 1 aplicação | Aprox. 10 L/planta adulta Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm2. |
| Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | ÉPOCA: Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. | ||||
| Minadora-das- folhas, Larva- minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 25 mL/100 L | ÉPOCA: Iniciar a aplicação no início das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. | |||
| COCO | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Aplicar logo no início do aparecimento da praga. |
| CRISÂNTEMO* | Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 300 - 400 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
| Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | |||||
| Tripes (Frankliniella occidentalis) | 600 - 800 mL/ha | ||||
| COUVE | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
| COUVE- CHINESA | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| COUVE-DE- BRUXELAS | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| COUVE-FLOR | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| DENDÊ | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Pulverização terrestre: Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: Mín.20 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a ocorrência de lagartas na cultura. Aplicar quando forem constatados os primeiros indivíduos na área, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
| Lagarta-das- folhas (Opsiphanes invirae) | |||||
| EUCALIPTO | Lagarta Thyrinteina ou Lagarta-de-cor- parda (Thyrinteina arnobia) | 200 – 400 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 500 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | A aplicação deverá ser efetuada no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. |
| MAÇÃ | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 750 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 12 dias. |
| MARMELO | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21 dias. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| MAXIXE | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| MILHETO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 apalicção | Pulverização terrestre: 150 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura, e aplicar na fase da folha raspada, no início da infestação. |
| MILHO | Lagarta- militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização terrestre: Em condições climáticas normais: 150 a 200 L/ha e em condições de seca e baixa umidade: 300 a 400 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação,quando atingir preferencialmente 10% de plantas com folhas raspadas pelas Lagartas. |
| NECTARINA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA:Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21 dias. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| NÊSPERA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21 dias. |
| PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas, Broca-da- aboboreira (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| PÊRA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21 dias. |
| PÊSSEGO | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 500 a 1.000 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas,mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 21 dias. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| PLANTAS ORNAMENTAIS* | Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 300 - 400 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
| Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | |||||
| Tripes (Frankliniella occidentalis) | 600 - 800 mL/ha | ||||
| PUPUNHA | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Pulverização terrestre: Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: Mín.20 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a ocorrência de lagartas na cultura. Aplicar quando forem constatados os primeiros indivíduos na área, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
| REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| ROSA* | Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 300 - 400 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
| Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| Tripes (Frankliniella occidentalis) | 600 - 800 mL/ha | ||||
| SOJA | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
| Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 150 - 300 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | ÉPOCA: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |
| SORGO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização terrestre: 150 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura, e aplicar na fase da folha raspada, no início da infestação. |
| TOMATE | Ácaro-do- bronzeamento , Ácaro- bronzeado (Aculops lycopersici) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| Broca- pequena- do- fruto, Broca- pequena-do- tomateiro (Neoleucinode s elegantalis) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
| CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
|---|---|---|---|---|---|
| NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
| Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações, no início dos primeiros sinais da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
| TRIGO | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 15 dias. |
| Lagarta- militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | |||||
| TRITICALE | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 15 dias. |
| Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) |
* Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. * De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO: Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o MATCH® EC não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade). Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar
de desenvolvimento, ou seja, início de infestação.
MODO DE APLICAÇÃO
Pulverização Terrestre: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação: Devido ao grande número de espécies e variedades de algumas culturas indicadas nesta bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros: - Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados); - Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico); - Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2; Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições Meteorológicas: Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%. Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h. Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. - Para as culturas de Crisântemo, Rosa e Plantas Ornamentais: Utilizar bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais. Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer. A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi). Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomendase o seguinte: - Abóbora, Abobrinha, Chuchu e Maxixe: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com volume de calda de 200 a 600 L/ha. - Algodão, Soja e Trigo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou
auto-propelido com volume de calda de 80 a 200 L/ha. - Ameixa, Marmelo, Nectarina, Nêspera e Pêra: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, turbo atomizador, costal manual ou motorizado com volume de calda de 500 a 1.000 L/ha. - Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-propelido com volume de calda de 80 a 200 L/ha. - Batata: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 400 a 800 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura. - Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve-de-bruxelas, Couve-flor e Repolho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com volume de calda de 100 a 300 L/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação. - Cana-de-açúcar: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com um volume de água ao redor de 200 litros/ha. - Citros: Recomenda-se utilizar turbo atomizadores tratorizados, ou pistolas de pulverização, costal manual ou motorizado com um volume de água de aproximadamente de 10 litros/planta adulta. - Açaí, Coco e Dendê: Equipamento terrestre motorizado com jato atingindo a copa da planta, costal manual ou motorizado. Fazer a aplicação de forma que haja uma boa cobertura da inflorescência e dos frutos em desenvolvimento. Volume de calda em torno de 5 litros/planta. - Eucalipto: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados ou atomizadores costais, com um volume de calda de 500L/ha, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação. - Maçã: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados, costal manual ou motorizado, com um volume de calda entre 600 a 750 litros/ha, conforme o porte das plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação. - Milheto e Sorgo: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou autopropelido com volume de calda de 150 a 200 L/ha. - Milho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-propelido. Em condições climáticas normais usar volume de calda de 150 a 200 litros/ha aumentando para 300 a 400 litros/ha sob condições de seca e baixa umidade. - Pepino: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 200 a 600 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura. - Pêssego: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com um volume de calda entre 500 a 1000 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura ou porte das plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação. - Repolho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, costal manual ou motorizado com um volume de água variando de 100 a 300 litros/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação. - Tomate: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra, auto-propelido, turbo atomizador, costal manual ou motorizado com um volume de água entre 400 a 1000 litros/ha, conforme do desenvolvimento da cultura. - Crisântemo, Rosa e Plantas Ornamentais: Pulverização foliar. Utilizar volume de calda entre 600 a 1000 litros/ha, distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área, com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.
Aplicação por Sistema de irrigação por Aspersão (Convencional, Pivô Central ou Micro-aspersão): utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento. Pulverização aérea: Seguir os seguintes parâmetros de aplicação: Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, Match® EC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições meteorológicas: Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%. Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h. Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro. Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea. Aplicação via drones agrícolas: O produto MATCH® EC pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha. Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA). Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como: - Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso); - Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes; - Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições meteorológicas: Temperatura do ar: abaixo de 30ºC Umidade relativa do ar: acima de 55% Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas. Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados. Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro. Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias |
|---|---|
| Abóbora | 7 dias |
| Abobrinha | 7 dias |
| Açaí | 14 dias |
| Algodão | 28 dias |
| Ameixa | 10 dias |
| Aveia | 14 dias |
| Batata | 14 dias |
| Brócolis | 7 dias |
| Cana-de-açúcar | 14 dias |
| Centeio | 14 dias |
| Cevada | 14 dias |
| Chucu | 7 dias |
| Citros | 28 dias |
| Coco | 14 dias |
Crisântemo UNA Couve 7 dias Couve-chinesa 7 dias Couve-bruxelas 7 dias Couve-flor 7 dias Dendê 14 dias Eucalipto UNA Maçã 14 dias Marmelo 10 dias Maxixe 7 dias Milheto 35 dias Milho 35 dias Nectarina 10 dias Nêspera 10 dias Pepino 7 dias Pêra 10 dias Pêssego 10 dias Plantas Ornamentais UNA Pupunha 14 dias Repolho 7 dias Rosa UNA Soja 35 dias Sorgo 35 dias Tomate 10 dias Trigo 14 dias Triticale 14 dias UNA = Uso Não Alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
| Crisântemo | UNA |
|---|---|
| Couve | 7 dias |
| Couve-chinesa | 7 dias |
| Couve-bruxelas | 7 dias |
| Couve-flor | 7 dias |
| Dendê | 14 dias |
| Eucalipto | UNA |
| Maçã | 14 dias |
| Marmelo | 10 dias |
| Maxixe | 7 dias |
| Milheto | 35 dias |
| Milho | 35 dias |
| Nectarina | 10 dias |
| Nêspera | 10 dias |
| Pepino | 7 dias |
| Pêra | 10 dias |
| Pêssego | 10 dias |
| Plantas Ornamentais | UNA |
| Pupunha | 14 dias |
| Repolho | 7 dias |
| Rosa | UNA |
| Soja | 35 dias |
| Sorgo | 35 dias |
| Tomate | 10 dias |
| Trigo | 14 dias |
| Triticale | 14 dias |
LIMITAÇÕES DE USO
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto. Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho. Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais
que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala. Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Testes de campo demonstraram que, nas culturas e doses recomendadas não apresenta qualquer efeito fitotóxico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE "MODO DE APLICAÇÃO". DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
GRUPO INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida MATCH® EC pertence ao grupo 15 (inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0 – Lepidoptera) das Benzoiluréias e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do MATCH® EC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera). Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar MATCH® EC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de MATCH® EC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do MATCH® EC, o período total de exposição (número
de dias) a inseticidas do grupo químico 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera), das Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MATCH® EC ou outros produtos do Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera) quando for necessário; • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; • Utilizar as recomendações e a modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de proteção para produtos químicos. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de proteção para produtos químicos. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permitir que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de proteção para produtos químicos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com dizeres: PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Troque e lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe; óculos de segurança com proteção lateral; botas de borracha; macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas; luvas de proteção para produtos químicos; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode provocar reações alérgicas na pele Pode provocar sonolência ou vertigem ATENÇÃO
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR MATCH® EC
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Lufenurom: Benzoiluréia Gama-butirolactona: Lactona |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo. |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são consideradas as mais relevantes. |
| Toxicocinética | Lufenurom: O lufenurom apresenta rápida e quase completa absorção gastrointestinal, com biodisponibilidade sistêmica superior a 70%. Acumula-se principalmente na gordura, especialmente após doses repetidas, com eliminação bifásica lenta (meia-vida de 5-13 dias em doses baixas e 10-37 dias em doses altas). Outros tecidos, incluindo o cérebro, apresentam níveis residuais significativamente menores. O metabolismo é mínimo, com apenas 1% da dose oral sendo metabolizada, gerando dois metabólitos menores (CGA 238277 e CGA 224443). A excreção é predominantemente fecal (67% após administração intravenosa) e muito lenta, com a molécula-mãe inalterada sendo a principal forma excretada. A excreção urinária representa apenas 1% da dose. Não há diferenças significativas entre os sexos quanto à absorção, distribuição e excreção. Gama-butirolactona: é rapidamente metabolizada em ácido gama-hidroxibutírico (86% em 72 horas) e eliminada principalmente pela respiração como dióxido de carbono e metabólitos urinários. Aproximadamente 4% da radioatividade administrada foi excretada na urina e 0,6% nas fezes. Um total de 2,28% da dose permaneceu na carcaça, com as maiores |
| quantidades presentes no fígado, músculo e pele. Não houve evidência de bioacumulação em nenhum tecido. | |
|---|---|
| Toxicodinâmica | Lufenurom: O lufenuron é um inseticida regulador do crescimento que age inibindo a quitinase, enzima responsável pela formação do exoesqueleto de quitina em artrópodes. Seu mecanismo de ação resulta na interrupção do processo de muda ou em efeito ovicida através da transferência do composto para os ovos. Por ser a quitina exclusiva dos artrópodes, o efeito é específico para este grupo, não afetando mamíferos. Gama-butirolactona: A gama-butirolactona (GBL), em contato com meio alcoólico de pH ácido, é metabolicamente convertida em éster etílico ou metílico do gama-hidroxibutírico (GHB). O GHB é o metabólito precursor do neurotransmissor inibitório GABA, sendo considerado uma substância depressora do SNC. Com duração de ação relativamente curta, este composto é capaz de afetar os sistemas neurotransmissores endógenos como o da dopamina, da serotonina e da acetilcolina. A gama-butirolactona é mais lipofílica que o GHB e, portanto, é absorvida mais rapidamente e tem maior biodisponibilidade. Devido a essas diferenças farmacocinéticas, a GBL tende a ser mais potente e de ação mais rápida do que o GHB, mas tem uma duração mais curta. |
| Sintomas e sinais clínicos | Gama-butirolactona: Os sinais de toxicidade em humanos incluem depressão do SNC; depressão respiratória, hipoventilação, mioclonia e bradicardia também podem ser evidentes. As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de lufenurom, MATCH® EC Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram expostos às doses de 500, 1000, 2000 e 4000 mg/kg p.c. Não foi observada mortalidade em nenhuma das doses administradas. Os sinais clínicos observados foram: apatia acentuada, taquipneia, redução da mobilidade e redução de coordenação motora nas doses de 2000 e 4000 mg/kg p.c. Todos os sinais clínicos foram revertidos nos animais após 72 horas do estudo. Exposição inalatória: A pressão de vapor do produto é baixa (menor que 4x10 Pa) ou seja, o produto é pouco volátil, assim a transferência do produto para o compartimento aéreo é desprezível, reduzindo o risco de inalação do mesmo, de acordo com a Lei de Henry. Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica em ratos, não foi observada mortalidade entre os ratos expostos às doses de 500, 1000, 2000 e 4000 mg/kg. Os sinais clínicos observados incluíram: redução da mobilidade, taquipneia, redução da coordenação motora e apatia. Todos os sinais foram revertidos após 72 horas de exposição à substância de teste. |
| Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos. O produto não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou efeitos na córnea durante o estudo. Cinco de seis animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em hiperemia, quemose e secreção. Todos os efeitos foram reversíveis em 3 dias. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente. Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a absorção e os efeitos locais. Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto proceder com: - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25- 50g em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff. ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição. Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação mecânica. |
| Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico. Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatados efeitos de interações químicas para o lufenurom em humanos. O uso concomitante de outras drogas depressoras do SNC com gama-butirolactona pode potencializar seus efeitos pela depressão respiratória e das funções do SNC.. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). |
| As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24horas) Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa:faleconosco.casa@syngenta.com |
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br Correio Eletrônico da Empresa:faleconosco.casa@syngenta.com Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório: Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
DL50 oral em ratos: > 4000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: A pressão de vapor do produto é baixa (menor que 4x10 Pa) ou seja, o produto é pouco volátil, assim a transferência do produto para o compartimento aéreo é desprezível, reduzindo o risco de inalação do mesmo, de acordo com a Lei de Henry. Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo realizado em coelhos, nenhum animal apresentou efeitos na córnea durante o estudo. Cinco de seis animais apresentaram efeitos conjuntivais que consistiram em hiperemia, quemose e secreção. Todos os efeitos foram reversíveis em 3 dia. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto foi considerado sensibilizante dérmico. Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias respiratórias. Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Lufenurom: Em estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade, ratos foram expostos ao lufenurom por 2 anos e camundongos por 18 meses. Em ratos, doses elevadas causaram convulsões tônico-clônicas, sendo o NOEL estabelecido em 1,93 mg/kg pc/dia (machos) e 2,34 mg/kg pc/dia (fêmeas). Em camundongos, o NOEL foi de 2,25 mg/kg pc/dia (machos) e 2,12 mg/kg pc/dia (fêmeas), sem evidências de carcinogenicidade em ambas as espécies. Em estudos reprodutivos de duas gerações em ratos, o NOAEL para efeitos na prole foi de 100 ppm (9 mg/kg pc/dia), e para toxicidade parental e reprodutiva foi de 250 ppm. Estudos de desenvolvimento em ratos e coelhos não demonstraram efeitos teratogênicos, com NOAEL de 1000 mg/kg pc/dia para toxicidade no desenvolvimento em ambas as espécies. No estudo de neurotoxicidade subcrônica em ratos, a dose de 500 ppm induziu convulsões, sem comprometer funções motoras ou cognitivas permanentes, com NOEL de 5,43 mg/kg pc/dia. Gama-butirolactona: Os ensaios de carcinogenicidade em ratos e camundongos indicam que a gama-butirolactona não possui efeito carcinogênico em humanos. Adicionalmente, não é mutagênica em ensaios in vivo e in vitro. Não houve efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em estudo de toxicidade por doses repetidas combinado com um screening para toxicidade reprodutiva/desenvolvimento conduzido com composto semelhante. Nenhuma alteração na viabilidade fetal ou anormalidades morfológicas foram observadas. A diminuição dos pesos corpóreos dos filhotes foi considerada secundária à toxicidade materna. Em um estudo de teratogenicidade conduzido com composto semelhante, 1,4butanodiol, os efeitos maternos nas doses média e alta incluíram sinais de intoxicação do sistema nervoso central durante as primeiras 4 horas após a administração diária, redução da ingestão alimentar, redução do peso corporal e redução do ganho de peso. Nos fetos, houve apenas redução do peso corpóreo nas maiores doses.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos, algas e peixes). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
• Telefone de emergência: 0800 704 4304. • Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: • Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado. • Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixar a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acionar o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilizar a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantêla invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.