Bula oficial · registro MAPA nº 13619

Bula do Mansi

Bula completa do Mansi (registro MAPA nº 13619), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: mancozebe.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 18 páginas no PDF.

MANSI Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuåria (MAPA) sob o n 0 13619 COMPOSIÇÄO: Manganese ethylenebis(dithiocarbamate) (polymeric) complex with zinc salt (MANCOZEBE) 800 g/kg (80% m/m) Outros ingredientes 200 g/kg (20% m/m) GRUPO M03 FUNGICIDA CONTEÜDO: vide rötulo CLASSE: Fungicida e acaricida de contato GRUPO QUiMlCO: Alquilenobis (diƟocarbamato) TIPO DE FORMULAÇÃO: PO molhåvel (WP)

TITULAR DO REGISTRO ( Sharda do Brasil Comércio de Produtos Químicos e Agroquímicos Ltda. Rua da Consolação, 222 - Cjt. 608 - CNPJ: 11.426.444/0001-00 São Paulo/SP – CEP: 01302-000 - Tel/Fax: (11) 3129 7423 Registro da empresa na CDA/SAA/SP nº 965 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Mancozeb Técnico Indofil - Registro MAPA n o 11011 Indofil Industries Limited Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, Thane - 400 607, India Plot No. Z7-1/ZB, Sez Dahej Limited, Sez Dahej, Taluka: Vagra, Distr-Bharuch, Gujarat 392130, India Mancozeb Técnico Uniphos - Registro MAPA no 03701 Ceraxagri B.V. Tankhoofd 10-3196 KE, Vondelingenplaat, RoƩerdam, Holanda. Mancozeb Técnico UPL BR - Registro MAPA no 5716 Uniphos Colombia Plant Limited Via 40, N O 85-85, Bananquilla AtlånƟco, Colömbia. Mancozebe Técnico UPL - Registro MAPA no 07707 United Phosphorus Ltd. - Unit. 5 Plot N O 750, G.I.D.C., Jhagadia, Dist. Bharuch, Gujarat, 393110, india. FORMULADOR: Indofil Industries Limited Azad Nagar, Sandoz Baug P.O., Off Ghodbunder Road, Near Chitalsar, Manpada, Thane - 400 607India

Plot No. Z7-1/ZB, Sez Dahej Limited, Sez Dahej, Taluka: Vagra, Distr-Bharuch, Gujarat — 392130 - India Tagma Brasil Indüstria e Comércio de Produtos Químicos Ltda Av. Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Påssaros, Paulinia, SP. CEP 13148-030. CNPJ n o 03.855.423/0001-00

NP do lote ou arƟdaVIDE EMBALAGEM
Data de fabrica ão .
Data de vencimento

VIDE EMBALAGEM Data de fabrica ão . Data de vencimento AGRONÓMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira "(Dispor este termo quando houver processo fabril em território nacional conforme Art.40 e 2730 do Decreto no 7.212, de 15 de junho de 2010)"

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

MANSI um fungicida composto por Mancozebe, que apresente mecanismo de ação de contato mulƟssíƟo, pertencente ao Grupo M03, segundo classificação internacional do FRAC. Recomendado para aplicação foliar no controle de doenças fúngicas nas culturas de abóbora, algodão, alho, amendoim, arroz, batata, berinjela, beterraba, brócolis, café, cebola, cenoura, cevada, Citrus, couve, couve-flor, cravo, crisântemo, ervilha, feijão, feijãovagem, figo, fumo, gladíolo, maçã, mamão, manga, melancia, melão, milho, pepino, pêssego, pimentão, repolho, rosa, soja, trigo, tomate e uva.

CULTURAS/ DOENÇAS/ DOSES/ VOLUME DE CALDA/ NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CulturaDOENÇASDose de aplicaçãoVolume de calda (L/ha)Número máximo de aplicações
Nome comumNome cienơfico
AbóboraMíldioPseudoperonospora cubensis2,0 kg lhaTerrestre: 400 - 1000 L/ha4
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou prevenƟvamente ao a aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 dias.
AIgodãoRamulariaRamularia areola1,4 a 2.8 KglhaTerrestre: 200 - 300 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações de forma prevenƟva e com uma boa cobertura das folhas. Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 10 dias.UƟlizar a dose maior em condições mais favoráveis a doença (uƟlização de híbridos mais suscepơveis, histórico da doença na região associado as condições climáƟcas favoráveis ao desenvolvimento da doença.
AlhoFerrugemPuccinia allii2,5 a 3,0 kg/haTerrestre: 400- 1000 L/ha10
Mancha- púrpuraAlternaria porri
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no estádio de 4-6 folhas, ou prevenƟvamente ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças. Realizar até 10 aplicações com intervalos de 7 dias.
AmendoimCercosporioseCercospora arachidicola2,0 kg/haTerrestre: 300 - 600 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações aos 25 dias da emergência ou prevenƟvamente ao aparecimento dos primeiros sintomas. UƟlizar o menor intervalo em condições altamente favoráveis para a doença. Realizar até 3a lica ões com intervalos de 10 a 15 dias.
ArrozBrusonePyricularia grisea4,5 kg lhaTerrestre: 200 - 300 L/ha2
Mancha- ardaBipolaris oryzae2,0 kg lha
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no estágio de emborrachamento, repeƟndo no início do aparecimento das panículas ou no início do florescimento. Realizar até 2 aplicações entre o estágio de emborrachamento e o aparecimento das panículas ou início do florescimento.
BatataRequeimaPhytophothora infestans3,0 kg/haTerrestre:400 - 1000 L/ha12
Pinta PretaAlternaria solani
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As pulverizações deem ser iniciadas 10-15 dias após a emergência das plantas, ou antes, dependendo da ocorrência das doenças. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira prevenƟva. Realizar até 12 aplicaçõs com intervalos de 7 dias.
BeringelaPinta- retaAlternaria solani3,0 kglhaTerrestre:600 - 1000 L/ha5
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 5 aplicações com intervalos de 7 dias.
BeterrabaMancha-das-folhasCercospora beƟcola2,0 - 3,0 kglhaTerrestre: 400- 1000 L/ha4
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações prevenƟvamente, 20 dias após o transplante das mudas. Em condições favoráveis para a doença, uƟlizar a maior dose. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 a 10 dias. UƟlizar a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença.
BrócolisMíldioPeronospora parasiƟca2,0 - 3,0 kglhaTerrestre: 500- 1000 L/ha4
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações dez dias após as operações de semeadura nos canteiros de transplante das mudas no campo, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar até 4 aplicações com Intervalos de 7 - 10 dias, uƟlizando a maior dose e o menor Intervalo em condições favoráveis para a doença.
CaféFerrugemHemileia vastatrix4,0 – 5,0 kg lhaTerrestre: 400 L/ha3
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle prevenƟvo da doença em cafeeiro adulto (mais de 4 anos), realizar aplicações entre novembro e março, a intervalos mensais. Realizar até 3 aplicações com intervalos de 30 dias, uƟlizando a maior dose em condições favoráveis para a doença.
CebolaMancha- púrpuraAlternaria porri2,5 – 3,0 Kg/haTerrestre: 600- 1000 L/ha12
MíldioPeronospora destructor
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações a parƟr dos primeiros sintomas da doença, repeƟndo quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira prevenƟva. UƟlizar a maior dose quando ocorrerem condições mais favoráveis para o desenvolvimento da doença. Realizar até 12 aplicações com intervalos de 7 dias.
CenouraMancha-das-folhasAlternaria dauci2,5 – 3,0 kg lhaTerrestre: 600 - 900 L/ha10
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações 30 dias após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Em condições favoráveis para a doença, uƟlizar a maior dose. Realizar até 10 aplicações com intervalos de 7 dias.
CevadaMancha reƟcularDrechslera teres2,5 kg lhaTerrestre: 250 L/ha3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as pulverizações antes do surgimento dos primeiros sintomas, no final do perfilhamento e repeƟr a aplicação no início do espigamento. Em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença, realizar a terceira aplicação no florescimento. Realizar no máximo 3 aplicações.
CitrosMelanoseDiaporthe citri200 -250 g/100 L d'água-4
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides
VerrugoseElsinoe fawceƫ
Ácaro-da-falsa ferrugemPhyllocoptruta oleivora150 g/100 L d'água
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das doenças, realizar 4 aplicações, sendo a primeira no início do florescimento, repeƟndo as outras 3 aplicações a intervalos de 10 dias, uƟlizando a maior dose em condições favoráveis para a doença. Iniciar as pulverizações antes do surgimento dos primeiros sintomas, no início do florescimento ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. Realizar até 3 aplicações com intervalos de 14 dias. Para controle do ácaro, realizar inspeções frequentes nas folhas e frutos ao longo de todo o ano. Nos frutos, as inspeções deverão ser semanais já a parƟr de dezembro. Aplicar quando em 2% das folhas elou frutos for observada infestação de um ou mais ácaros. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 10 dias.
CouveMíldioPeronospora parasiƟca2,0 – 3,0 kg/haTerrestre: 500 - 800 L/ha4
Mancha-de-alternária ou mancha retaAlternaria brassicae
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 - 10 dias, uƟlizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis para a doença.
Couve-florMíldioPeronospora parasiƟca2,0 – 3,0 kg/haTerrestre: 500- 1000 L/ha4
Mancha-de-alternária ou mancha retaAlternaria brassicae
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 - 10 dias, uƟlizando a maior dose e o menor intervalo em condições favoráveis ara a doença.
Pinta- pretaAlternaria dianthiTerrestre: 400 - 1000 L/ha
CravoSeptorioseSeptoria dianthi200 g/ 100 litros de água12
FerrugemUromyces dianthi
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: As aplicações deverão ser prevenƟvas (antes do aparecimento dos sintomas) reaplicando em intervalo de 7 a 10 dias, caso necessário.
CrisântemoMancha-de-folhaAlternaria sp200 g/ 100 litros de águaTerrestre: 400 - 1000 L/ha12
SeptorioseSeptoria chrysanthemella
FerrugemPuccinia chrysanthemi
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações deverão ser prevenƟvas (antes do aparecimento dos sintomas) reaplicando em intervalo de 7 a 10 dias, caso necessário.
ErvilhaMancha-de-ascochytaAscochyta pisi2,0 kg/haTerrestre: 300 - 500 L/ha5
Mancha-de-ascochytaAscochyta pinodes
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações aos 20 dias após a emergência, ou antes do aparecimento dos sintomas. Realizar até 5 aplicações com intervalos de 7 - 10 dias.
FeijãoMancha-de-alternariaAlternaria alternata2,0-3,0 kg/haTerrestre: 400 - 800 L/ha5
AntracnoseColletotrichum lindemuthianum
Mancha-angularPhaeoisariopsis griseola
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações aos 25 dias após a emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repeƟndo em intervalo de 10 a 15 dias. UƟlizar o intervalo menor e dose maior em condi ções favoráveis à doença.
Feijão vagemAntracnoseColletotrichum lindemuthianum200 g/ 100 L d'agua*Terrestre: 400- 1000 L/ha5
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações aos 25 dias após a emergência ou antes, no início do aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, repeƟndo em intervalo de 10 a 15 dias. UƟlizar o intervalo menor e dose maior em condições favoráveis à doença.* Manter a dose mínima de 2 kg de produto formulado/há.
FigoFerrugemCerotelium fici200 g/ 100 L d'agua*3
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no início da brotação das plantas.Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias.* Manter a dose mínima de 2 kg de produto formulado/ha.
FumoMofo azulPeronospora tabacina200 g/ 100 L de caldaTerrestre: 400- 1000 L/ha3
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle prevenƟvo, iniciar aplicações no viveiro, sobre as mudas, reaplicando quando houver condições favoráveis à doença. Realizar até 3 aplicações com intervalos de 7 dias.
GladíoloPodridão-da-florBotryƟs gladiolorum200 g/ 100 L d'aguaTerrestre: 400 - 1000 L/ha12
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações deverão ser prevenƟvas (antes do aparecimento dos sintomas) reaplicando em Intervalo de 7a 10 dias, caso necessário.
MaçãAntracnoseColletotrichum gloeosporioides200 g/ 100 L de calda-7
Sarna-da-macieiraVenturia inaequalis
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar pulverizações durante o ciclo vegetaƟvo, a parƟr do início da brotação, reaplicando quando houver condições favoráveis à doença. Realizar até 7 pulverizações com intervalos de 7 dias.
MamãoSarna ou varíolaAsperisporium caricae200 g/ 100 L * d'agua-4
Antracnose ou podridão-de- pós colheitaColletotrichum gloeosporioides
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações deverão ser de caráter prevenƟvo (antes do florescimento dos sintomas), caso necessário, reaplicar em intervalo de 15 a 20 dias. * Manter a dose mínima de 2 kg de produto formulado/ha.
MangaAntracnoseColletotrichum gloeosporioides200 g/ 100 L d'aguaTerrestre: 3,0 - 15,0L/ planta3
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no florescimento. Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 15 dias.
MelanciaAntracnose ou podridão amargaColletotrichum orbiculare200 g/ 100 L * d'aguaTerrestre: 500 - 1000 L/ha5
MíldioPseudoperonospora cubensis
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença.Realizar até 5 pulverizações com intervalos de 7 dias.* Manter a dose mínima de 2 kg de produto formulado/ha.
MelãoAntracnoseColletotrichum orbiculare200 g/ 100 L d'agua*Terrestre: 500 - 1000 L/ha4
MíldioPseudoperonospora cubensis
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 4 pulverizações com intervalos de 7 dias. * Manter a dose mínima de 2 kg de produto formulado/ha.
MilhoMancha-de-PhaeophaeriaPhaeophaeria maydis1,4-2,8 kg lhaTerrestre: 200 - 300 L/ha3
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações de forma prevenƟva e com uma boa cobertura das folhas. Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 7 - 14 dias.UƟlizar a dose maior em condições mais favoráveis a doença (uƟlização de híbridos mais suscepơveis, histórico da doença na região associado as condições climáƟcas favoráveis ao desenvolvimento da doença.
PepinoAntracnoseColletotrichum orbiculare2,5 – 3,0 kg/haTerrestre: 500- 1000 L/ha3
MíldioPseudoperonospora cubensis
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 3 aplicações com Intervalos de 7 dias.
PêssegoPodridão- pardaMonilinia frucƟcola200 g/ 100 L d'agua*Terrestre: 1,0 - 4,0L/planta7
FerrugemTranzschelia prunispinosae5
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle prevenƟvo da podridão parda, iniciar as aplicações no estádio fenológico de enchimento das gemas, repeƟndo no botão rosado, pleno florescimento, queda das pétalas, separação das sépalas, seguindo-se mais 1-2 aplicações antes da colheita, respeitando o intervalo de segurança. Realizar até 7 aplicações com intervalos de 7 dias.Para controle prevenƟvo da ferrugem, iniciar as aplicações na primeira semana de dezembro, seguindo de mais 3 aplicações em intervalos quinzenais, respeitando o intervalo de segurança.Realizar até 5 aplicações com intervalos de 15 dias.* Manter a dose mínima de 2 k de roduto formulado/ha.
PimentãoCercosporioseCercospora capsici2,0 kg/haTerrestre: 400- 1000 L/ha6
AntracnoseColletotrichum gloeosporioides
RequeimaPhytophthora capsici
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no florescimento/início da formação dos frutos, repeƟndo em intervalo de 7 dias, até a completa formação dos frutos, respeitando o intervalo de segurança. Realizar no máximo 6 a licações.
RepolhoMíldioPeronospora parasiƟca2,0-3,0 kg/haTerrestre: 400 - 1000 L/ha4
Mancha-de-alternariaAlternaria brassicae
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicações 10 dias após as operações de semeadura nos canteiros e de transplante das mudas no campo, ou antes do início do aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar até 4 aplicações com intervalos de 7 - 10 dias, uƟlizando a maior dose e o menor intervalo em condições altamente favoráveis para as doenças.
RosaAntracnoseSphaceloma rosarum200 g/ 100 L d'aguaTerrestre: 400 - 1000 L/ha12
Mancha-das-folhasCercospora rosicola
Mancha-negraDiplocarpon rosae
Mancha-de-mycoshaerellaMycosphaerella rosicola
MíldioPeronospora sparsa
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações deverão ser prevenƟvas (antes do aparecimento dos sintomas) rea licando em intervalo de 7 a 10 dias, caso necessário.
SojaCrestamento foliarCercospora kikuchii1,4 – 2,8 kg/haTerrestre: 200 - 300 L/ha3
Mancha-alvoCorynespora cassiicola
Mancha- ardaSeptoria glycines
FerrupemPhakopsora pachyrhizi
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações duas semanas após a semeadura, ou antes do aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Realizar até 3 pulverizações com intervalos de 7 dias.
TomatePinta- retaAlternaria solani3,0 kg/haTerrestre: 800 - 1000 L/ha12
RequeimaPhytophthora infestans
SeptorioseSeptoria Iycopersici
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o transplante, repeƟndo em intervalos de 5 a 7 dias. UƟlizar o intervalo menor em condições mais favoráveis à doença. As aplicações dever ser prevenƟvas. Realizar até 12 aplicações.
TrigoHelmintosporioseBipolaris sorokiniana2,5 kg/haTerrestre: 200 — 300 L/ha3
Ferrugem-da-folhaPuccinia triƟcina
BrusonePyricularia risea
EPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da ferrugem, iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras pústulas (traços a 5%) e para controle de helmintosporiose, iniciar as aplicações a parƟr do estádio de elongação. RepeƟr as aplicações sempre que a doença aƟngir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. As reaplicações deverão ser realizadas sempre que necessário para manter as doenças em baixos níveis de infecção. Para controle de brusone, realizar a primeira aplicação no início do espigamento, repeƟndo mais 2 aplicações em intervalo de 10 dias.
UvaMíldioPlasmopara viƟcola250 - 350 g/ 100 L de caldaTerrestre: 600 - 2000 L/ha8
AntracnoseElsinoe am elina
Podridão amargaGreeneria uvicola
Mofo cinzento ou podridão- da-florBotryƟs cinerea
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar o controle a parƟr da brotação. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira prevenƟva. Realizar até 8 aplicações com intervalos de 7 a 15 dias.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto deve ser adicionado à água e aplicado na forma de pulverização, prevenƟvamente, ou seja, antes da infecção. Por ser um produto de contato, MANSI deve ser aplicado com volume da água suficiente para Cobertura completa e uniforme das plantas. Aplicação terrestre: Equipamentos: pulverizadores de barra ou costal, pulverizadores acoplados a trator, atomizadores costais Motorizados com bomba centrífuga. - Bicos: cone, como XH4 ou D2-13 - Altura da barra: deve permiƟr boa cobertura da parte aérea. - Volume de aplicação: conforme instruções de uso. Para citros, usar atomizador costal ou tratorizado, ou pistola da aplicação. Usar pressão de 200 a 250 Ib/p012 , bico Ɵpo cônico com difusor nos atomizadores. Aplicar volume necessário para completar Cobertura de todas as partes da planta. Aplicar até o ponto de escorrimento. Observação: No Caso de se uƟlizar outros equipamentos, esses devem sempre proporcionar boa cobertura de pulverização nas plantas. Volume da calda: Para aplicação aérea: 30 a 50L/ha. Para aplicação terrestre: vide NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

INTERVALO DE SEGURANÇA

Abóbora 14 dias Algodão 30 dias Alho 7 dias Amendoim 14 dias Arroz ................................. 32 dias Batata 7 dias Berinjela 7 dias Beterraba 7 dias Brócolis 7 dias Café ............................... 21 dias

Cebola 7 dias Cenoura 7 dias Cevada 21 dias Citros 14 dias Couve 14 dias Couve-flor 7 dias Cravo UNA* Crisântemo UNA* Ervilha 7 dias Feijão 14 dias Feijão-vagem 7 dias Figo 21 dias Fumo UNA* Gladíolo UNA* Maçã 7 dias Mamão 3 dias Manga 10 dias Melancia 7 dias Melão 14 dias Milho 30 dias Pepino 7 dias Pêssego 21 dias Pimentão 7 dias Repolho 14 dias Rosa UNA* Soja 30 dias Trigo 32 dias Tomate 7 dias Uva 7 dias (*) Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, uƟlize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso exclusivamente para culturas agrícolas.

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. Aplicado nas doses recomendadas, MANSI não é fitotóxico às culturas indicadas. Incompaơvel com formulações altamente alcalinas, como calda bordolesa e calda sulfocálcica.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde HumanaANVISA/MS. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente IBAMA/MMA. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo da ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda da eficiência do produto a consequente prejuízo. Como práƟcas de manejo de resistência e, para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismo de ação disƟntos do Grupo M03 para controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práƟcas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práƟcas agrícolas, tais corno rotação de culturas, culƟvares com gene de resistência quando, disponíveis, etc.; • UƟlizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de

Fitopatologia (SBF: www.abfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac.br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto fungicida MANSI é composto por Mancozebe, que apresenta AƟvidade de contato mulƟsíƟo, pertencente ao Grupo M3, segundo classificação Internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicida). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Outras práƟcas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando à proteção das plantas e do melo ambiente. As táƟcas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, princípio aƟvo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vesƟdos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Não uƟlize Equipamento de Proteção Individual (EPI) danificados; - Não uƟlize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, oriİcios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência, - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo evitar dispersão de poeira. UƟlize Equipamento da Proteção Individual EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas a as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luva de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto a venƟlado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. - Aplique o produto somente na dose recomendadas e observe o Intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a úlƟma aplicação a colheita). - UƟlize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo da reentrada, uƟlize os Equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de reƟrar Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vesƟdas para evitar contaminação. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser reƟrados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas uƟlizar luvas e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reuƟlizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens uƟlize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula elou receituário agronômico do produto. Ingestão: Em caso de ingestão acidental, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, Ɵre a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e venƟlado INTOXICAÇÕES POR MANSI (mancozebe)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoAIquilenobis ( diƟocarbamato )
Classe ToxicológicaCATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVAVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Mecanismos de toxicidadeOral, inalatória, ocular e dérmica.
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
Sintomas e sinais clínicosExposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermaƟte de contato, dermaƟte alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo a eczema. Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náusea. Exposição Ocular pode causar ardência ocular, conjunƟvite e inflamação das pálpebras. Exposição Oral pode causar Irritação da mucosa do trato gastrointesƟnal, cefaléia, dores abdominais, diarreia, náusea e vômitos. Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar convulsões e coma.
Metabolismo e ToxicocinéƟcaApós absorção, são distribuídos para İgado, rins e Ɵreoide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo İgado, através da glicuronização. A eƟlenoƟoureia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretados em 96 horas, princi- palmente através das fezes 71% e urina 16%
DiagnósƟcoAs formulações contendo mancozebe tem ação irritante para pele, trato _ respiratório e olhos. O diagnósƟco é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compaơvel. Em se apresentando sinais e sintomas indicaƟvos de intoxicação trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não
existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina Ɵpo I e função renal.
TratamentoAs medidas abaixo relacionadas, especificamente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação. UƟlizar luvas e avental durante a descontaminação. 1. Remover roupa e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e oriİcios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão aƟvado na proporção de 50-100 g em adultos, e 25-50g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão aƟvado para 240 ml de água. 4. Emergência, suporte a tratamento sintomáƟco: Manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação orotraqueal aspirar secreções e oxigenar. Adotar medidas de assistência venƟlatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter
observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco em razão do risco de as ira ão ulmonar.
ATENÇÃOAs intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de NoƟficação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnósƟco e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMA ÕES MÉDICAS.
Disque-intoxicação: 0800-722-8001 Rede Nacional de Centro Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Sharda do Brasil Ltda Telefone de emergência: (11 3129-7423

Telefone de emergência: (11 3129-7423

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente aƟvo. O mancozebe é rapidamente absorvido peio trato gastrointesƟnal, distribuído pelos órgãos e excretado quase por completo após 96 horas. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é eƟlenoƟureia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quanƟdade na Ɵreoide. Sua eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile, em menor quanƟdade. Estudos efetuados com animais de laboratório demostram que o mancozebe é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a eƟlenoƟoureia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quanƟdade na Ɵreoide. Sua eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile, em menor quanƟdade Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DI-50 oral (ratos): > 2.000 mg/kg (machos e fêmeas) DI-50 dérmica (ratos): > 2.000 mg/kg (machos e fêmeas) CL50 inalatória (ratos) (4h): > 2,73 mg/L Como não foi observada morte de nenhum animal, a CL50 inalatória não foi determinada e o estudo não será uƟlizado para fins de classificação toxicológica. Irritação dérmica (coelhos): o produto não causou irritação na pele de coelhos. Irritação ocular (coelhos): a substância-teste aplicada no olho dos coelhos causou alterações nas conjunƟvas com reversão após 72 horas. Sensibilização dérmica: o produto é considerado sensibilizador cutâneo fraco (grau - l) em cobaias. Efeitos crônicos: Em um estudo de longa duração realizado em camundongos foram observadas pequenas alterações hormonais na Ɵreoide e não foram relatadas alterações de peso e avaliação microscópica do órgão. Em um estudo de três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogênicos. Porém em outro estudo conduzido com ratas prenhas foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal, do sistema nervoso central, olhos, orelha e sistema musculoesqueléƟco. Quando o mancozeb foi administrado pela via inalatória em ratas prenhas não foram observados efeitos teratogênicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE - Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE l). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáƟcos (algas e microcrustáceos) -Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não uƟlize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. - A desƟnação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscepơvel a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às aƟvidades aero agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES. - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combusơvel. - O local deve ser venƟlado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES. - Isole e sinalize a área contaminada.

- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Sharda do Brasil Ltda Telefone de Emergência: 3129-7423 - UƟlize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: - Piso Pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e idenƟficado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser uƟlizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e desƟnação final. - Solo: reƟre as camadas de terra contaminada até aƟngir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente idenƟficado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d'água: interromper imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das caracterísƟcas do corpo hídrico em questão e da quanƟdade do produto envolvido; - Em caso de incêndio, use exƟntores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, C02 ou pó QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM FLEXiVEL

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, venƟlado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plásƟco transparente (Embalagens Padronizadas modelo ABNT), devidamente idenƟficado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emiƟda no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente uƟlizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plásƟco transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente idenƟficado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, venƟlado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

ou no local indicado na nota fiscal, emiƟda pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A desƟnação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para uƟlização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e desƟnação final. A desaƟvação do produto é feita através de incineração em fornos desƟnados para este Ɵpo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Mansi registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 13619 · documento de 20/08/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Mansi?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Mansi e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Mansi é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 13619, documento de 20/08/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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