MADEMATO Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 11006.
COMPOSIÇÃO
Sal de isopropilamina de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).................................480 g/L (48% m/v) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).......................................360 g/L (36% m/v) Ingredientes inertes................................................................................................................690 g/L (69% m/v) Grupo químico: Glicina substituída.
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO. CLASSE: Herbicida não seletivo, sistêmico de pós-emergência do grupo químico glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): INDÚSTRIA QUÍMICA DIPIL LTDA. Rua José Jesuíno Correia, 1300, Bairro Ind. Zeferino Kuklinski. CEP: 89.108-000 – Massaranduba/SC - CNPJ: 78.175.189/0001-40. Tel: (47) 3379-1342 / Fax: (47) 3379-1342. Registro CIDASC/SC nº 890. (*) IMPORTADORES DO PRODUTO FORMULADO PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA. Alameda Rio Negro, 585 – sala 145 CEP 06454-000 – Barueri/SP - CNPJ: 00.642.795/0001-31 Tel: (0xx11) 4195.2121 Fax (0xx11) 4195.9988 Registro CDA/SP nº 257 FÁBRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: PILARSATO TÉCNICO, MAPA Nº 06303 PILARQUIM (SHANGHAI) CO. LTD. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District Shanghai, P.R. China GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA, MAPA Nº 38919 ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO. LTD. International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152. Jiangsu, P.R. China GLIFOSATO TÉCNICO GHA, MAPA Nº 14616. JIANGSU GOOD HARVEST – WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. Laogang, Qindong City Jiangsu, P.R. China GLYHOSATE TÉCNICO FUHUA, MAPA Nº 29218. SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO LTD. Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan. Sichuan, P.R. China
FORMULADORES: INDÚSTRIA QUÍMICA DIPIL LTDA. Rua José Jesuíno Correia, 1300, Bairro Ind. Zeferino Kuklinski CEP 89.108-000 – Massaranduba/SC - CNPJ: 78.175.189/0001-40 Registro CIDASC/SC nº 890 UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, Km 122 CEP 18160-000 – Salto de Pirapora/SP – CNPJ: 62.182.092/0012-88 Cadastro CDA/SP n 476 COMPAÑIA CIBELES S. A. Ruta 74, km 26 (Joaquín Suárez) Canelones – Uruguai DGI no 21 056797 0019 FENASOL S.A. Planta “Los Cerros de Florida” - Camino de Lãs Holandesas 1018 B Florida – Uruguai DGI no 21 509800 0013 FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. Rod. Pres. Castello Branco, km 68,5 – Olhos D’Água CEP 18120-970 – Mairinque/SP – CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro CDA/SP n° 031 PILARQUIM (SHANGHAI) CO. LTD. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District Shanghai, P.R. China PILARQUIM CORP. 9F No. 332 Sec 2 Chien Kuo S Rd Taipei – Taiwan SIPCAM AGRO S/A. Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III CEP 38102-970 – Uberaba/MG – CNPJ: 23.361.306/0001-79 Cadastro IMA/MG n 701-06046 TAGMA BRASIL IND. E COM. DE PROD. QUÍM. LTDA. Av. Roberto Simonsen, n° 1459 – Poço Fundo CEP 13140-030 – Paulínia – SP – CNPJ: 03.855.423/0001-81 Cadastro CDA/SP n 477 ADAMA BRASIL S/A. Rua Pedro Antônio de Souza, 400 CEP 86031-610 – Londrina/PR – CNPJ: 02.290.510/0001-76 Cadastro SEAB/PR n 002538 JIANGSU GOOD HARVEST – WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. Laogang, Qindong City Jiangsu, P.R. China
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
Corrosivo ao Ferro Comum e Galvanizado Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PRODUTO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO
Recomendado para o controle pós-emergente não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações: 1. Aplicação dirigida em áreas cultivadas (pós-emergência das plantas daninhas e das culturas), nos cultivos de café, citros, cana-de-açúcar, maçã, uva e eucalipto (florestas implantadas). 2. Aplicação em área total para eliminação de plantas daninhas emergidas, antes do plantio dos cultivos de algodão, arroz, feijão, milho, eucalipto e soja, no sistema de plantio direto. 3. Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar. Observação: na cultura do arroz, algodão, feijão, milho, maçã e uva, utilizar no controle das plantas daninhas no máximo até 4,0 L p.c./ha. PLANTAS DANINHAS/DOSE: a) Plantas daninhas anuais controladas FOLHA ESTREITA:
| Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
|---|---|---|---|
| Arroz-vermelho, Arroz-preto | Oryza sativa | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
| Azevém | Lolium multiflorum | 2 a 3 | 960 a 1440 |
| Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2 a 3 | 960 a 1440 |
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2 | 960 |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 a 2 | 480 a 960 |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1 a 2 | 480 a 960 |
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 |
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 |
FOLHA LARGA:
| Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
|---|---|---|---|
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
| Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 a 3 | 960 a 1440 |
| Caruru-verde | Amaranthus viridis | 1 a 2 | 480 a 960 |
|---|---|---|---|
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
| Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | 1 a 2 | 480 a 960 |
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 |
| Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 960 |
| Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1 a 2 | 480 a 960 |
| Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1 | 480 |
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1 a 2 | 480 a 960 |
b) Plantas daninhas perenes controladas FOLHA ESTREITA:
| Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
|---|---|---|---|
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2 a 4 | 960 a 1920 |
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 3 a 5 | 1440 a 2400 |
| Tiririca | Cyperus rotundus | 4 a 5 | 1920 a 2400 |
| Capim-colonião | Panicum maximum | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
FOLHA LARGA:
| Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
|---|---|---|---|
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 2 a 3 | 960 a 1440 |
| Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2 a 3 | 960 a 1440 |
Guanxuma-branca Sida glaziovii 2 a 3 960 a 1440 c) Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar (Saccharum officinarum): - Dose: 3 a 4 litros/ha (1440 a 1920 g i. a./ha). - Aplicar sobre as folhas em área total quando a soqueira estiver no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Observações gerais: - As doses indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. - As doses em g i.a./ha referem-se à concentração de Sal de isopropilamina de N- (phosphonomethyl)glycine. - Para plantas daninhas com indicação de intervalo de doses, utilizar as doses menores na fase inicial de desenvolvimento, e as doses maiores para plantas mais desenvolvidas, adultas ou perenizadas. (*) É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada - considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente ácido. (*) É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva de 50% e bordadura de 5 metros para doses acima de 3.700 g/ha (formulação SL/SC) - considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente ácido - nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite esterno da plantação.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
- O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo à/ou durante a floração. Para plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
- Em plantio direto, aplicar em área total antes do plantio das culturas indicadas, para eliminação das plantas daninhas emergidas. - Culturas de café, citros, cana-de-açúcar, maçã e uva: aplicar quando as plantas daninhas estiverem na fase ideal de controle, observando-se os intervalos de segurança e outras recomendações descritas n a bula. - Na eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar em área total sobre as folhas quando estas estiverem no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. - Aplicar MADEMATO quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento e sem “stress” hídrico (condições de seca ou excesso de água). MADEMATO não atua sobre as sementes existentes no solo. - Uma única aplicação de MADEMATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas daninhas.
MODO DE APLICAÇÃO
- Volume de calda: Utilizar 200 a 400 litros de calda por hectare, para as aplicações terrestres (costal e tratorizado); e 40 a 50 litros de calda por hectare, para as aplicações aéreas. Equipamentos: - Via terrestre - tratorizado: Em equipamentos tratorizados convencionais utilizar bicos 80.03/80.04/110.04. Não aplique com ventos superiores a 10 Km/h. - Via terrestre - costal: Em equipamentos tipo costal manual utilizar bicos 80.02/110.01/TK-05/110.02. Não aplique com ventos superiores a 10 Km/h. - Via aérea: Aplicar por via aérea em áreas livres de culturas; antes do plantio das culturas no sistema de plantio direto; ou na eliminação de soqueiras de cana-de-açúcar. Aplicar o produto utilizando-se aeronave dotada de barra de pulverização com bicos, e seguindo os seguintes parâmetros: - Os equipamentos devem ser calibrados para que o produto tenha uma boa distribuição e cobertura da folhagem das plantas daninhas. - Utilize bicos que gerem gotas médias (M), grossa (G) ou muito grossas (MG) de forma a minimizar os riscos com deriva. - Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25°C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir o máximo às perdas por deriva e evaporação. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
|---|---|
| Citros e Cana-de-açúcar | 30 |
| Café e Maçã | 15 |
| Uva | 17 |
| Algodão, Arroz, Feijão, Milho | (1) |
| Soja | (2) |
| Eucalipto | (U.N.A.) |
Eucalipto (U.N.A.) (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Plantio direto). (2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. (U.N.A.) Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Fitotoxicidade – evite que a solução herbicida atinja as partes verdes das plantas úteis durante a aplicação. - Armazene e manuseie apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio e aço inoxidável. Não armazene a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. - Suspenda a aplicação quando houver prenúncio de chuva. Caso ocorram chuvas nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser diminuída. Este é o intervalo de tempo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. - A eficácia do produto é observada entre 7 e 14 dias após a aplicação. - Use somente água limpa na aplicação do produto (sem argila em suspensão). - Não aplique MADEMATO quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira. Nestas condições poderá haver redução da atividade do produto. - Não capine ou roce as plantas daninhas antes da aplicação, e até 14 dias após a aplicação de MADEMATO. - Não permita o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais após a aplicação de MADEMATO.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO. A DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; E Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a eles resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo ou Florestal. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO CUIDADO “Nocivo se ingerido.” “Nocivo em contato com a pele.” “Nocivo se inalado.” “Provoca Moderada Irritação à Pele”
PRECAUÇÕES GERAIS
▪ Produto para uso exclusivamente agrícola. ▪ Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. ▪ Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. ▪ Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, toca árabe e luvas. ▪ Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. ▪ Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. ▪ Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. ▪ O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. ▪ Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. ▪ Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência. ▪ Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. ▪ Seguir as recomendações do fabricante de Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA ▪ PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. ▪ Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência. ▪ Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. ▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. ▪ Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
▪ Evite o máximo possível contato com a área tratada. ▪ Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas m ais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. ▪ Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). ▪ Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. ▪ Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. ▪ Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: ▪ Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período da reentrada. ▪ Evite o máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com os produtos antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação. ▪ Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. ▪ Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. ▪ Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. ▪ Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. ▪ Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. ▪ Não reutilizar a embalagem vazia. ▪ No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. ▪ Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. ▪ Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). ▪ Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. ▪ Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. ▪ A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo o serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, o folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Glicina substituída. | ||
|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | Classe 4 - Produto Pouco Tóxico | ||
| Vias de exposição | Oral, Inalatória, Ocular e Dérmica. | ||
| Toxicocinética | Após a exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14-29% é excretado pela urina e 0,2% excreto pelo ar expirado. A quantidade de 99% absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. | ||
| Mecanismos de toxicidade | Primariamente inflamatório, causando irritação na pele, mucosas e olhos. | ||
| Sintomas e sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casos de exposição: DIGESTIVA (INGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas),epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, cunvulções e coma; acidose metabólica. CUTÂNEA: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas) eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 e 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. RESPIRATÓRIA: pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em misturas com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato. | ||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico. | ||
| Toxicocinética | O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometilfosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a antropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação por agente tóxico. Descontaminação: • Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa na pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. • Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contaminar outro olho. Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP). Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia da urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
|---|---|
| Contra-Indicações | Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorespiraória. |
| Efeitos sinérgicos | Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto. |
| ATENÇÃO | Ligue par ao Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica – RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: (47) 3379-1342 |
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Mecanismo Ação: Glifosato não é um inibidor de acetilcolinesterase e, portanto, não existe o quadro clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. O surfactante presente no MADEMATO aparentemente pode ter algum papel na toxicidade após a ingestão. Em testes “in vitro” com mitocôndrias isoladas de fígado de rato, o Glifosato atua desacoplando a fosforilação oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energiadependente. Absorção: A absorção cutânea: Em estudos “in vitro” com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor do que 2%. Absorção oral: Em ratos a absorção chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose de 10 mg/kg de peso. Distribuição: Após a absorção, é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima de 34%, duas horas após a ingestão. Metabolismo: Aparentemente, o metabolismo do Glifosato em animais é mínimo. Essencialmente são produzidos metabólitos não tóxicos e aproximadamente 100% do encontrado nos tecidos, corresponde ao produto original. Excreção: Renal: O Glifosato é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostram que aproximadamente 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas. Fezes: Em estudos com animais, aproximadamente 51% da dose foi excretada nas fezes num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi eliminado nas fezes em 72 horas.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral para ratos: maior que 5000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 dérmica para ratos: maior que 4.000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos: maior que 2,63 mg/L de ar. Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado extremamente irritante para os olhos, provocando irritação persistente. Irritação dérmica em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante para pele. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilidade cutânea. Efeitos crônicos: O glifosato quando testado em animais de laboratório alimentados por mais de 2 anos, não foram observados efeitos adversos e não foi considerado carcinogênico. Em outros testes também não foi considerado mutagênico, teratogênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: [ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). [ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). [X ] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: INDÚSTRIA QUÍMICA DIPIL LTDA. – Telefones de Emergência: (47) 3379-1342. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de BORRACHA, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: FRASCO PLÁSTICO (EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL) LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os
mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. - Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. - Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador: - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas das embalagens, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. CAIXA DE PAPELÃO (EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazia, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. - TELEFONE DE EMERGÊNCIA DIPIL: (47) 3379 1342 - CENTRO DE CONTROLE DE INTOXICAÇÕES (CCI): 0800 771 3733 ou (11) 5012-53