MACE 970 SG Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob n°38125
COMPOSIÇÃO
O,S-dimethyl acetylphosphoramidothioate (Acefato).................970,0 g/kg (97,0% m/m) Outros Ingredientes............................................................30,0 g/kg (3,00% m/m)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida sistêmico de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Organofosforado TIPO DE FORMULAÇÃO: Granulo Solúvel em Água (SG) TITULAR DO REGISTRO (*): Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda. Rua Tabapuã, 888 - Conj. 61 – Itaim Bibi - São Paulo/SP - CEP: 04533-003. CNPJ: 06.876.953/0001-02 - Cadastro na SAA/CDA/SP nº 623. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: ACEFATO TÉCNICO SYNCROM – Registro MAPA nº TC12122 Lion Agrevo (Nantong) Co., Ltd. Fourth Yangkou Road, Chemical Industrial Park Yangkou Coastal Economic Development Zone Rudong County, Nantong City 226407 – Jiangsu – China. IMPORTADOR: Agriconnection Importadora e Exportadora de Insumos Agrícolas Ltda. Alameda Rio Negro, n°585, Sala 145 A, Edif. Jaçari, Alphaville Industrial, CEP: 06454-000, Barueri/SP - CNPJ: 39.496.730/0001-60 - Cadastro CDA/SP nº 4354. Rodovia dos Imigrantes, SN, Galpão 01, Sala 01, Zona Rural, CEP: 78099-899, Cuiabá/MT CNPJ: 39.496.730/0002-41 - Cadastro INDEA/MT nº 29497. Rua Ronat Walter Sodré, n° 2800, Sala 09, Parque Industrial, CEP:86.200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 39.496.730/0008-37 - Cadastro ADAPAR/PR nº 1008310. Rodovia Senador José Ermirio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Varejão, CEP: 13.314-012, Itú/SP - CNPJ: 39.496.730/0009-18 - Cadastro CDA/SP nº 4410. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina, CEP: 06421-400, Barueri/SP - CNPJ: 39.496.730/0015-66 - Cadastro CDA/SP nº 4503. Agrilean Inputs S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n°11100, Jardim Maria Cristina, CEP: 06421-300, Barueri/SP - CNPJ: 47.983.211/0004-06 - Cadastro CDA/SP n° 4378. Área Rural, KM 207, Lote 04, Armz 01, S/N, Bairro: Área Rural de Luís Eduardo Magalhães/BA - CNPJ: 47.983.211/0002-36 - Cadastro ADAB/BA n° 145723.
Rodovia BR 364, KM 20, Área 02, n°5788, bairro Zona Rural de Cuiabá/MT - CNPJ: 47.983.211/0003-17 - Cadastro INDEA/MT n° 33070. Agroallianz S.A. Rua Avelino Silveira Franco, n°149, CEP: 13092-870, Campinas/SP - CNPJ: 27.150.699/000122 – Cadastro CDA/SP n°1280. Agro Import do Brasil Ltda. Rua Professor Ivo Corseuil, n°69, conj 201 e 301, Sala D, Bairro Petrópolis – CEP: 90.690-410 – Porto Alegre/RS - CNPJ: 05.625.220/0001-24 – Cadastro SEAPA/RS n°1448/04. Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº, Sala 5ª, Bairro Boa Vista – CEP:99.500-000 - Carazinho/RS - CNPJ: 05.625.220/0009-81 – Cadastro SEAPA/RS n° 42/18. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G – Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000 – Carazinho/RS – CNPJ: 05.625.220/0013-68 – Registro SEAPA/RS nº65/20. Rodovia PR 090, Km 374, s/nº, Lote 44-C-2, Módulo I, Parque Industrial Nenê Favoretto – CEP: 86.200-000 - Ibiporã/PR - CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Cadastro ADAPAR/PR n°1000021. Rodovia Presidente Castelo Branco, n°11100, Km 30,5, Módulo 2N, Jardim Maria Cristina – CEP: 06.421-400 - Barueri/SP - CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Cadastro CDA/SP n° 4252. Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, Armazém 2, Sala 06, Parque Industrial Vetorasso – CEP: 78.746-055 - Rondonópolis/MT - CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Cadastro INDEA/MT n° 32257. Alamos do Brasil Ltda. Av. Senador Tarso Dutra, n°565, torre 2, sala 1407, Petrópolis, Porto Alegre/RS, CEP: 90690140 - CNPJ:07.118.931/0001-38 - Cadastro SEAPA/RS n° 1788/08. Rua Ronat Walter Sodré, n°2800, Sala 10A, Parque Industrial, Ibiporã/PR, CEP: 86206-006 - CNPJ: 07.118.931/0003-08 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1007936. Ameribrás Indústria e Comércio Ltda. Rodovia Raposo Tavares, S/N, km 22,5, Edifício The Square, Sala 03 Bloco B, Lageadinho, CEP: 06709-015, Cotia/SP - CNPJ: 51.833.994/0001-68 - Cadastro CDA/SP n°1055. Cargill Agrícola S.A. Avenida Ahylon Macedo, nº 11348, Bairro Serra da Bandeira, CEP:47.812-200, Barreiras/BA CNPJ: 60.498.706/0259-07 – Cadastro ADAB/BA n° 91215. Rod Estadual Anel Viario S/N, Faz S Thomas Aboboras, Zona Rural - CEP: 75.901-970, Rio Verde/GO - CNPJ: 60.498.706/0066-00 - Cadastro AGRODEFESA/GO n° 1367/2018. Rodovia Brigadeiro Faria Lima, Km 405, S/N, Bairro Nova Colina, CEP: 14.770-000, Colina/SP CNPJ: 60.498.706/0104-62 - Cadastro CDA/SP n° 4519. Avenida Olacyr Francisco de Moraes, n°487, Distrito Industrial, Campo Novo do Parecis/MT CEP: 78.360-000 – CNPJ: 60.498.706/0300-64 – Cadastro INDEA/MT n° 33181. Dekalpar Brasil Ltda. Avenida Madre Leônia Milito, n°1500, Bela Suíça, Sala 1910, Andar 19, CEP: 86.050-270, Londrina/PR - CNPJ: 53.476.996/0001-72 - Cadastro ADAPAR/PR nº 1008459.
Fiagril Ltda. Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11, Sala 01, 2204-W, Bairro Parque das Emas, CEP: 78.466-551, Lucas do Rio Verde/MT - CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Cadastro INDEA/MT nº 28047. Goplan S/A. Rua Antônio Lapa, n°606, Cambui, Campinas/SP, CEP: 13.025-241, CNPJ: 37.422.096/000196 - Cadastro CDA/SP nº 4296. Green Place Comércio e Distribuição Ltda. Rua Américo Brasiliense, n°1923, Chácara Santo Antônio (Zona Sul), CEP: 04715-004 - São Paulo/SP - CNPJ: 26.401.815/0001-76 - Cadastro CDA/SP n° 1302. Estrada PR090, 5.900, km 374,9, Sala GPlace, Zona Rural, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR - CNPJ: 26.401.815/0002-57, Cadastro ADAPAR/PR n° 1007782. Rodovia BR 163, Km 116, SN, Zona Rural, CEP: 78750-899, Rondonópolis/MT - CNPJ: 26.401.815/0004-19 - Cadastro INDEA/MT n°31307. Rodovia BR-050, Km 185, Galpão 34, Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG - CNPJ: 26.401.815/0007-61 - Cadastro IMA/MG n°19.382. Novachem Importacão e Comercio Ltda. Rod. BR 369, KM 37,5 sala 04, Área Industrial, CEP: 86380-000 - Andirá/PR - CNPJ: 48.054.057/0001-08 - Cadastro ADAPAR/PR nº 1008435. Rua Emília Garcia de Souza, 270, sala 01, CEP: 14.096-120 - Ribeirão Preto/SP - CNPJ: 48.054.057/0002-80 - Cadastro CDA/SP nº 4472. Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agricolas Ltda. Rua Santos Dumont, n°1307, Sala 4-A, 1° Andar, Centro, CEP: 85.851-040, Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 05.280.269/0001-92 - Cadastro ADAPAR/PR n° 003046. Avenida Euripedes Menezes S/N, Quadra 004 Lote 014E, Bairro Parque Industrial VicePresidente José Alencar, CEP: 74.993 540, Aparecida de Goiânia/ GO - CNPJ: 05.280.269/0002-73 - Cadastro AGRODEFESA/GO n° 2542/2019. Rua Projetada n°150, Armazém 1V, Bairro Distrito Industrial, CEP:78099-899, Cuiabá/MT CNPJ: 05.280.269/0003-54 – Cadastro INDEA/MT n° 21581. Avenida Constante Pavan, n°4633, Armazém 1G, Betel, CEP:13.148-198 - Paulínia/SP - CNPJ: 05.280.269/0004-35 - Cadastro CDA/SP n°4301 e n°4815. Rua Ronat Walter Sodre, nº2800 - Sala 07, Parque Industrial, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR CNPJ: 05.280.269/0006-05 - Cadastro ADAPAR/PR n°1007910. Avenida das Indústrias, n° 2020, Armazém 07, Ouro Preto, CEP: 99.500-000, Carazinho/RS - CNPJ: 05.280.269/0007-88 - Cadastro SEAPA/RS n° 97/22. Rua C, n°286 – ARMZ S – Ondumar Maraba, CEP: 47.852-732, Luis Eduardo Magalhaes/BA CNPJ: 05.280.269/0008-69 - Cadastro ADAB/BA n°135322. Rodovia BR-50, KM 185, s/n, Galpão 35, Jardim Santa Clara, CEP: 38.038-050, Uberaba/MG
CNPJ: 05.280.269/0009-40 - Cadastro IMA/MG n°7839784. Rodovia MS 156, Km 7,5, Lado Esquerdo, Sala 16, Zona Rural, CEP: 79.849-899, Dourados/MS - CNPJ: 05.280.269/0010-83 - Cadastro IAGRO/MS n° 03.01.148-2024. Avenida Bernardo Sayao, n°650, Chácara 231 A, CEP: 77.816-212, Araguaína/TO - CNPJ: 05.280.269/0011-64 – Cadastro ADAPEC/TO n°01/0241. Rodovia BR 364, 6355 Lote 11ab-1/2-A, Gleba 04, P.A.D. Marechal Dutra, CEP: 76870970, Ariquemes/RO - CNPJ: 05.280.269/0012-45 - Cadastro IDARON/RO n° 0122803. Rua A, nº01, Complemento: lote 1ª, Quadra A, Sala 02 A Distrito Industrial, CEP: 65.800-000, Balsas/MA - CNPJ: 05.280.269/0013-26 - Cadastro AGED/MA n° 1280. A Rodovia dos Imigrantes KM 05, S/N, Galpão 01 Sala 07, CEP: 78.099-899, Cuiabá/MT CNPJ: 05.280.269/0015-98 – Cadastro INDEA/MT n° 34325. Estrada de Aparecidinha, s/n Galpão 08 ao 12 e 14 ao 18, Varejão, CEP: 13.314-010 – Itu/SP CNPJ: 05.280.269/0016-79 - Cadastro CDA/SP n°4453. Rodovia BR 230, Km12,9 Nova Marabá Quadra 00, Bairro Nova Marabá, CEP: 68.507-765, Marabá/PA - CNPJ: 05.280.269/0017-50 – Cadastro ADEPARÁ/PA n° 825. Rod 020,0 Km 206, Área Rural, Lote Savana, CEP: 47.865-899 – Luis Eduardo Magalhães/BA CNPJ: 05.280.269/0019-11 - Cadastro ADAB/BA n°168025. Somax Agro do Brasil Ltda. Rua Marechal Floriano Peixoto, n°960, Sala 41 e 165-168, Edif. Torre Marechal, Centro, CEP: 85851-020, Foz do Iguaçu/PR - CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1008194. Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Setor 3, CEP: 86206-006, Ibiporã/PR - CNPJ: 45.923.627/0003-14 - Cadastro ADAPAR/PR n° 1008300. Rodovia dos Imigrantes, s/nº, Km 5, Galpão 1ª, Sala 7, Distrito Industrial, CEP: 78098-325, Cuiabá/MT - CNPJ: 45.923.627/0004-03 - Cadastro INDEA/MT n° 328037. Avenida Constante Pavan, n°4633, ARMZ 1-Z, Betel, CEP: 13148-198, Paulínia/SP - CNPJ: 45.923.627/0006-67 - Cadastro CDA/SP n° 4495. FORMULADOR: Lion Agrevo (Jiang Su) Co., Ltd. No.16, Second Haibin Road, Chemical industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development Zone, Rudong County, Jiangsu, P. R. China.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 4 - Produto Pouco Tóxico
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe II -
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: MACE 970 SG é um inseticida sistêmico do grupo químico organofosforado, com ação por contato e ingestão, indicado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.
| CULTURA | Pragas | DOSE | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO e TIPO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum (Nome Científico) | ||||
| ALGODÃO | Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 400 – 600 g/ha | Recomenda-se aplicar MACE 970 SG após a constatação da presença das primeiras colônias deste inseto sugador. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 dias. | Terrestre: 100 - 300 L/ha |
| Percevejo- manchador Dysdercus ruficollis | 600 – 800 g/ha | Recomenda-se aplicar MACE 970 SG quando forem encontrados mais de 1 0% de botões florais com a presença do inseto. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 dias. | ||
| Lagarta- helicoverpa Helicoverpa armigera | 800 - 1000 g/ha | Aplicar MACE 970 SG em algodão convencional quando forem encontradas 2 lagartas menores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Para algodão Bt transgênico, aplicar quando forem encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 dias. | ||
| AMENDOIM | Tripes-do- amendoim Enneothrips flavens | 300 – 400 g/ha | Iniciar as aplicações quando do aparecimento da praga utilizando a maior dose quando ocorrer altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | Terrestre: 100 - 200 L/ha |
| BATATA | Pulgão-das- solanáceas Macrosiphum euphorbiae | 75g/100L de água | Iniciar as pulverizações com MACE 970 SG no início do desenvolvimento da cultura, logo que constatada a presença da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 a 20 dias. | Terrestre: 400 a 600 L/ha |
| CITROS | Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | 40g/100L de água | Aplicar MACE 970 SG quando a praga alcançar o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 a 20 dias. | Terrestre: 16 L/planta |
| FEIJÃO | Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 300 – 400 g/ha | Fazer as aplicações na fase inicial da cultura quando do aparecimento da praga, utilizando a maior dose quando ocorrer altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | Terrestre: 100 - 300 L/ha |
| Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 400 - 600 g/ha | Por ser transmissora de virose, iniciar as aplicações logo no início da infestação fazendo rotação com outros inseticidas com modo de ação distinto. Usar a maior dose em altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||
| MILHO | Cigarrinha-do- milho Dalbulus maidis | 800 – 1000 g/ha | Iniciar as aplicações de MACE 970 SG no aparecimento dos primeiros adultos de cigarrinha. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. | Terrestre: 150 L/ha |
| Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis | Iniciar as aplicações de MACE 970 SG no aparecimento dos primeiros pulgões. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 10 dias entre as aplicações. |
| CULTURA | Pragas | DOSE | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO e TIPO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
|---|---|---|---|---|
| Nome Comum (Nome Científico) | ||||
| Percevejo-barriga- verde Dichelops melacanthus | Iniciar as aplicações de MACE 970 SG no aparecimento dos primeiros adultos de percevejo. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. | |||
| SOJA | Percevejo-marrom Euschistus heros | 700 – 1000 g/ha | As aplicações com MACE 970 SG deverão ser iniciadas quando forem encontrados até 4 percevejos por batida de pano. Para lavouras destinadas para sementes até 2 percevejos por batida de pano. Adotar a maior dose em condições de alta infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura com intervalo mínimo de 10 dias. | Terrestre: 100 a 300 L/ha |
| Lagarta-das- vagens Helicoverpa armigera | 900 g/ha | Aplicar MACE 970 SG quando forem encontradas mais que 5 lagartas menores que 8 mm/metro² na fase vegetativa ou mais que 1 lagarta menor que 8 mm/metro² na fase reprodutiva. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura com intervalo mínimo de 15 dias. | ||
| Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 100 - 300 g/ha | Aplicar quando forem encontradas 30 lagartas pequenas ou 10 grandes por metro linear em uma fileira da cultura ou até 30% de desfolha antes da floração e até 15% de desfolha após a floração. Em condições de seca prolongada ou com plantas menores que 50 cm de altura, reduzir esses níveis para a metade. O monitoramento deve ocorrer no mínimo uma vez por semana no período mais fresco do dia, de manhã ou à tarde. Avaliar 1 metro linear de plantas de um lado da fileira da cultura, com o método de pano-de-batida. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura com intervalo mínimo de 10 dias. | ||
| TOMATE * (Uso Industrial) | Pulgão-verde Myzus persicae | 75g/100L de água | Iniciar as pulverizações com MACE 970 SG no início do desenvolvimento da cultura, logo que constatada a presença da praga. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 dias. | Terrestre: 500 a 750 L/ha |
(*) Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa). MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS. O produto é indicado para aplicações terrestres, de acordo com as recomendações abaixo: APLICAÇÃO TERRESTRE Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada
para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE O MODO DE PREPARO DA CALDA DO PRODUTO. Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC; • Umidade relativa do ar no mínimo de 55%; • Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. Limpeza de pulverizador 1Preencha todo o tanque com água limpa, adicione o produto limpante e agite por 20 minutos. Após isso, despeje o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha novamente todo o tanque com água limpa e despeje o conteúdo do pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser acionada novamente; 5Preencha novamente todo o tanque com água limpa e despeje o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| CULTURA | DIAS |
|---|---|
| Algodão | 21 |
| Amendoim | 14 |
| Batata | 21 |
| Citros | 21 |
| Feijão | 14 |
| Milho | 35 |
| Soja | 21 |
| Tomate | 35 |
Tomate
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Uso exclusivamente agrícola. • Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. • O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as recomendações de uso. • É proibida a aplicação através de equipamentos costais, manuais e em estufas. • Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa). INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS VIDE MODO DE APLICAÇÃO. RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: GRUPO 1B INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida MACE 970 SG pertence ao grupo 1B (Inibidores da acetilcolinesterase – Organofosforados) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do MACE 970 SG como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como: • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 1B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. • Usar MACE 970 SG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. • Aplicações sucessivas de MACE 970 SG podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo. • Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do MACE 970 SG, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Inibidores de Acetilcolinesterase não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. • Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do MACE 970 SG ou outros produtos do Grupo 1B quando for necessário. • Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. • Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. • Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha e luvas de nitrila. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: Touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. Pode ser nocivo se inalado. ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR MACE 970 SG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Acefato: Organofosforado |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Categoria 4: Produto Pouco Tóxico |
| Vias de Exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Acefato: Estudos de metabolismo em ratos indicam que o acefato é rápida e completamente absorvido pelo estômago e rapidamente excretado na urina. Não há evidência de bioacumulação e nenhuma diferença no metabolismo entre os sexos. |
| Toxicodinâmica | Acefato: Inibe permanentemente a enzima acetilcolinesterase, o que impede a degradação do mediador nervoso acetilcolina, que então se acumula nas terminações nervosas. Disso, resulta uma hiperestimulação de células musculares, glandulares, ganglionares, do sistema nervoso autônomo (causando efeitos muscarínicos - SN parassimpático – e nicotínicos - SN simpático e motor) e do sistema nervoso central (SNC). |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Acefato: A exposição aguda aos inibidores da colinesterase pode causar uma crise colinérgica caracterizada por náuseas/vômitos graves, salivação, sudorese, bradicardia, hipotensão, colapso e convulsões. O aumento da fraqueza muscular é uma possibilidade e pode resultar em morte se os músculos respiratórios estiverem envolvidos. O acúmulo de ACh nos nervos motores causa superestimulação da expressão nicotínica na junção neuromuscular. Quando isso ocorre, sintomas como fraqueza muscular, fadiga, cãibras musculares, fasciculação e paralisia podem ser observados. Quando há um acúmulo de ACh nos gânglios autônomos, isso causa superestimulação da expressão nicotínica no sistema simpático. Os sintomas associados a isso são hipertensão e hipoglicemia. A superestimulação dos receptores nicotínicos de acetilcolina no sistema nervoso central, devido ao acúmulo de ACh, resulta em ansiedade, dor de cabeça, convulsões, ataxia, depressão da respiração e circulação, tremor, fraqueza geral e potencialmente coma. Quando há expressão de superestimulação muscarínica devido ao excesso de acetilcolina nos receptores muscarínicos de acetilcolina, podem ocorrer sintomas de distúrbios visuais, aperto no peito, chiado no peito devido à broncoconstrição, aumento das secreções brônquicas, |
| aumento da salivação, lacrimejamento, sudorese, peristaltismo e micção. Certos efeitos reprodutivos na fertilidade, crescimento e desenvolvimento de homens e mulheres têm sido associados especificamente à exposição a pesticidas organofosforados. A substância pode causar efeitos no sistema nervoso e no sangue. Isso pode resultar em inibição da colinesterase. Observação médica é indicada. Os efeitos podem ser retardados. Exposição oral: Os sintomas observados em decorrência dos testes foram: Cólicas abdominais, vômitos e diarreia. Exposição inalatória: Uma concentração prejudicial de partículas transportadas pelo ar pode ser alcançada rapidamente na pulverização ou quando dispersas, especialmente se forem pulverizadas. Podendo causar: Constrição pupilar, cãibra muscular, salivação excessiva, sudorese, náusea, tontura, rspiração difícil e convulsões. Exposição carcinogênica: Possível carcinógeno humano. A classificação é baseada no aumento da incidência de carcinomas hepatocelulares e adenomas em camundongos fêmeas. Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível, associados ou não à redução da atividade da colinesterase. Queda em 25% ou mais de sua atividade original indica exposição recente importante. Queda de 50% é geralmente associada à exposição intensa. A pseudocolinesterase sérica é um indicador sensível, mas não específico. Ambas podem demorar 3-4 meses para se normalizar. É importante lembrar que a atividade colinesterásica varia fisiologicamente durante o dia e de um indivíduo para outro. A identificação das substâncias e seus metabólitos em sangue e urina pode evidenciar exposição, mas não é facilmente realizável. Outros controles do estado de saúde incluem: dosagens de eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática e enzimas hepáticas, assim como gasometria, ECG (prolongamento do segmente QT) e RX tórax (edema pulmonar e aspiração). Na presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. |
| Tratamento | Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via |
| Antídoto: Não há antídoto específico. Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. | |
|---|---|
| Contra- Indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química. A diálise e a hemoperfusão não são indicadas. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina). |
| Efeitos das Interações Químicas | Com outros organofosforados ou carbamatos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone da Empresa: (11) 2362-0325 |
Sanitária (Notivisa). Telefone da Empresa: (11) 2362-0325
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Vide itens “Toxicocinética e Toxicodinâmica” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS
DL50 via oral em ratos: > 2000 a 5000 mg/kg p.c. DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: 4,834 mg/L em 4 horas. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante, sendo classificado como Sem categoria de acordo com o GHS (Globally Harmonized System) Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante e não corrosivo, sendo classificado como Sem categoria de acordo com o GHS (Globally Harmonized System) Sensibilização dérmica em cobaias: produto não sensibilizante. Mutagenicidade: produto não causou mutação genica ou aberrações cromossômicas nas condições de teste. Efeitos Crônicos para Animais De Laboratório: Acefato: Em um estudo de alimentação crônica/carcinogenicidade conduzido em ratos, foram observados os seguintes efeitos relacionados ao tratamento: hiperatividade, aumento na
incidência de comportamento agressivo, redução no ganho de peso corporal e diminuição significativa da eficiência alimentar ao longo de todo o período de teste. Em um estudo crônico realizado com cães, o principal efeito associado ao tratamento foi a inibição dos níveis de colinesterase (ChE) no cérebro e nas hemácias. Nos grupos tratados com doses médias e altas, os níveis de ChE eritrocitária foram significativamente reduzidos em ambos os sexos. Além disso, os níveis plasmáticos de ChE foram inibidos nos machos tratados com doses médias e altas e em todos os grupos de fêmeas, embora essas inibições não tenham sido dosedependentes nem estatisticamente significativas. Apesar da inibição acentuada da ChE cerebral nos grupos de dose média e alta em ambos os sexos, não foram detectados sintomas típicos da inibição da ChE, como tremores ou ataxia. Outros efeitos estatisticamente significativos associados ao tratamento incluíram: redução na contagem de hemácias, na concentração de hemoglobina e no hematócrito; aumento no tempo de tromboplastina parcial ativada; elevação do peso absoluto do fígado; e presença de infiltração perivascular e pigmentação no fígado (em células reticuloendoteliais), observadas em um macho tratado com dose média e na maioria dos machos e fêmeas tratados com doses altas.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
| - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). |
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. - Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas; - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Syncrom Assessoria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda. - telefone de Emergência: (11) 2362-0325. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: . Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. . Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. . Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis