LUPOIL® Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 05400.
COMPOSIÇÃO
Mistura de hidrocarbonetos parafínicos, ciclo parafínicos e aromáticos saturados e insaturados provenientes da destilação do petróleo. (ÓLEO MINERAL)..................................................................................................................800g/L (80,0% m/v) Outros Ingredientes.................................................................................................................................59 g/L (5,9% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de Contato GRUPO QUÍMICO: Hidrocarbonetos Alifáticos. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC). TITULAR DO REGISTRO: AGROBIOTECH AGRONEGÓCIO LTDA. CNPJ: 55.480.099/0001-68 Rua Domiciano Leite de Assis,260 – Distrito Industrial Adib Rassi Jardinópolis/SP - CEP: 14680-000 - Fone: (16) 2132-2000 - Registro na CDA/SP Nº 4274 FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: IPIRANGA COMERCIAL QUIMICA S.A. CNPJ: 62 227.509/0003 90 Rua Antônio Carlos, nº 434 - CEP 01309-010 – São Paulo/SP - Registro na CDA/SAA/SP nº 151 FORMULADORES: FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A CNPJ: 47 226.493/0001-46 Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - Olhos d’água CEP: 18120-970 Mairinque/SP - Fone: (11) 4246 6200 Registro na CDA/SAA/SP nº 031 NORTOX S.A. CNPJ: 75.263.400/0001-99 Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 Arapongas/PRTel.: (43) 3274 8585 - Fax: (43) 3274-8585 Registro no Estado nº 466 - SEAB/PR QUANTIQ DISTRIBUIDORA LTDA. CNPJ: 62.227.509/0029-20 Av. Ladslau Kardos, 380 – Guarulhos – São Paulo Fone: (11) 2195-9453 ou (11) 2195-9494 Registro no Estado: CDA/SAA/SP 4162 SHREE OVERSEAS EXPORTS 211, KH Nº 43/1, Begumpur, New Delhl, 110086 – Índia GANDHAR OIL REFINERY INDIA LIMITED T10, Taloja MIDC, Taluka PanveL, 410208, Dist: Raigarh, Maharashtra, Índia.
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. PRODUTO COMBUSTÍVEL Indústria Brasileira (quando o produto for formulado e/ou manipulado no Brasil
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C
INSTRUÇÕES DE USO
LUPOIL é um óleo mineral utilizado como inseticida, conforme recomendações abaixo:
| Cultura | Alvo Biológico | Dose p.c | Época, Número e Intervalo de Aplicação | Volume da Calda | |
|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura | |||||
| Nome comum Nome científico | Acima de 25ºC | Abaixo de 25ºC | |||
| Abacate | Cochonilha (Aspidiotus destructor) (Protopulvinaria longivalvata) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Cochonilha-parda (Saisseti a hemisphaerica) | 1,8 L/100L de água | ||||
| Banana | Mal de sigatoka (Mycosphaerella musicola) | 10 L/ha | Aplicar sempre que as condições climáticas se fizerem favoráveis ao desenvolvimento do fungo (estação quente e chuvosa). Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento da doença e repetir a cada 2 a 3 semanas, em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação. | 150 L/ha (Aplicação Tratorizada) 50 a 70 L/ha (Atomizador costal manual) 30 L/ha (aérea) | |
| Cacau | Cochonilha-branca (Planococcus citri) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Café | Cochonilha-verde (Coccus viridis) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
| Cochonilha-parda (Saissetia hemisphaerica) | 9 L/ha | 18 L/ha | |||
| Citros | Cochonilha-pardinha (Salesnaspidus articulatus) | 1,0 L/100L de água | As aplicações devem ocorrer quando for detectado o aparecimento da praga, antes que atinja o nível de dano econômico. A pulverização pode ser feita em | 2000 a 4000 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha | |
| Mosca-branca-dos-citros (Aleurothrixus floccosus) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de |
| Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | água | qualquer época do ano, de preferência nos horários menos quentes do dia e de preferência em dias nublados. Nos dias muito quentes recomenda-se a pulverização no período noturno. As aplicações devem ser realizadas com o intervalo de 25 dias sendo suficientes em período de infestação para o controle anual da praga. | (aérea) | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus dictyospermi) (Chrysomphalus fícus) | |||||
| Cochonilha-verde (Coccus viridis) | |||||
| Ácaro-das-gemas (Eriophyes sheldoni) | |||||
| Pulgão-Branco (Icerya purchasi) | |||||
| Cochonilha-escama- vírgula (Lepidosaphes beckii) | |||||
| Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
| Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga) | 1,0 L/100L de água | 1,5 L/100L de água | |||
| Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 0,9 L/100L de água | 1,4 L/100L de água | |||
| Cochonilha-branca (Planococcus citri) | 0,9 L/100L de água | 1,8 L/100L de água | |||
| Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
| Figo | Cochonilha-do-figo (Asterolecanium pustulans) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
| Cochonilha-da-figueira (Morganella longispina) | |||||
| Maçã | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
| Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | |||||
| Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
| Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
| Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
| Pera | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Cochonilha-amarela (Hemiberlesia lataniae) | |||||
| Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) |
Cochonilha-escama-
| Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
| Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
| Pêssego | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
| Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | |||||
| Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
| Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
| Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
| Rosa | Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus fícus) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
| Pulgão-branco (Icerya purchasi) | |||||
| Cochonilha-de-placa (Orthezia insignis) | |||||
| Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
| Seringueira | Cochonilhas (Aspidiotus destructor) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
| Soja | Mosca-Branca (Bemisia tabaci) | 3,0 a 4,0 L/ha | Aplicar quando for detectado o aparecimento das primeiras ninfas de Mosca-branca, antes que se caracterize dano econômico. Realizar, no máximo, 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Intervalos de 10 dias. | 200 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) | |
| Uva | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
| Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
| Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | |||||
| Cochonilha-escama- farinha |
(Pinnaspis aspidistrae) Em temperaturas baixas, havendo
| (Pinnaspis aspidistrae) | Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
| Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) |
perniciosus) *dose do produto comercial
MODO DE APLICAÇÃO
Aplicação Terrestre: Para as culturas: ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, FIGO, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, ROSA, SERINGUEIRA, SOJA e UVA: O volume de calda por planta ou por hectare varia conforme o porte e número de plantas por área. Recomenda - se tratamento com alto-volume, para dar boa cobertura às plantas: O produto pode ser aplicado por pulverizadores manuais ou por atomizadores ou pulverizadores tracionados utilizando-se bicos do tipo cone, com pressão de trabalho de aproximadamente 350lb/pol² e velocidade de rotação das pás de 150 r.p.m. Seguir sempre as recomendações do fabricante. Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal. Aplicação Aérea: Para as culturas: ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, SERINGUEIRA E SOJA: Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000. Volume de aplicação: Com barra: 20-30 L/há de calda. Com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto. Altura do voo: com barra ou Micronair: 4-5 m em relação ao topo das plantas. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA e aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região. O tamanho e densidade de gotas devem variar de 110-140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2. Para o caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%) e devem ser ajustadas durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do voo do avião.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período. Utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para a cultura indicada dentro das dosagens e usos recomendados. Compatibilidade: Não é compatível com produto à base de enxofre, captan, captol, dicofol, ditianon, dinitro derivados, devendo haver um intervalo de, no mínimo, um mês entre a aplicação desses produtos. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS). INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE: MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas: Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga; Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência; INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quanto disponível e apropriados.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio de produto e a aplicação do produto. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se ingerido. Pode ser nocivo em contato com a pele. Pode ser fatal se ingerido e penetrar nas vias PERIGO respiratórias. PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. OLHOS: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. PELE: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou o receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. RISCOS POR LUPOIL
| Grupo Químico | Hidrocarbonetos Alifáticos |
|---|---|
| Classe Toxicológica | Não Classificado – Produto Não Classificado |
| Vias de Exposição | Oral, inalatória e dérmica |
| Toxicocinética | Absorção: a principal rota de absorção é pela via oral, sendo as demais vias secundárias. Distribuição: não existe tendência do produto em se acumular em tecidos. Excreção: Os óleos minerais são eliminados principalmente pelas fezes. |
| Toxicodinâmica | Não conhecido para humanos. |
| Sintomas e Sinais Clínicos | Tosse, dificuldade respiratória, confusão mental; taquicardia, náuseas, vômitos. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
|---|---|
| Tratamento | Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas. Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório. - Exposição oral: em caso de ingesta de grandes quantidades do produto, administre carvão ativado em água (240 mL de água/30g de carvão). Dose usual: 25-100g em adultos/adolescentes, 25-50g em crianças (1-12 anos) e 1g/kg em crianças menores de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão. Lavagem gástrica: em caso de ingestão recente (até uma hora) proceder a lavagem gástrica, na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo da ingesta e circunstância específica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Não provocar o vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Procurar um médico imediatamente. Atenção: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente. - Exposição inalatória: descontaminação, remover o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, inclusive com ventilação assistida, quando necessário. - Exposição ocular: descontaminação lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, á temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se houver irritação, dor, inchaço lacrimejamento ou fotofobia, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. - Exposição dérmica: descontaminação remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para tratamento. Cuidados para os prestadores dos primeiros auxílios: evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto, se disponível utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar o procedimento. Usar proteção para evitar o contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo. |
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração. |
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos efeitos sinérgicos e/ou potencializadores. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT/ANVISA/MS |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: (16) 3663-1870 Endereço Eletrônico da Empresa:www.agrobiotech.com.br |
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório • Efeitos Agudos: - DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg - DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg - Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Nas condições de teste, foi observado eritema leve com a pele apresentou avermelhada em áreas localizadas. - Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não foram observadas reações no local de aplicação durante o período do teste. - Sensibilização cutânea: Não foram observadas reações no local de aplicação durante o período do teste. • Efeitos Crônicos: - Não se tem observações de feitos crônicos.
DADOS RELATIVOS Á PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II). (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. (Microcrustáceos) - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser em alvenaria ou de material não comburente. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais e competentes e a Empresa AGROBIOTECH AGRONEGÓCIO LTDA, pelo telefone de Emergência (16) 3663-1870 ou Centro de Controle de Intoxicações: telefone (011) 5012-5311. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara contra eventuais vapores). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto derramado com terra ou serragem. Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. O produto deverá ser desativado conforme orientações de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual) Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem Sob Pressão Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Adicione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em sua caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada de embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de hidrolização alcalina e de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação e aprovados pelo Órgão Ambiental responsável, equipados com câmaras para lavagem de gases efluentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.