LAMBDA CIALOTRIN CCAB 250 CS® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 01323
COMPOSIÇÃO
Reaction product comprising equal quantities of (R)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-3-[(Z)-2-chloro-3,3,3trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate and (S)-αcyano-3-phenoxybenzyl(1R,3R)-3-[(Z)-2chloro-3,3,3-trifluoropropenyl]-2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate (LAMBDA-CIALOTRINA) ………………………………………………………………………………………………….….250 g/L (25,0% m/v) Outros Ingredientes ............................................................................................................ 864,6 g/L (86,46% m/v)
GRUPO 3A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida de contato e ingestão GRUPO QUÍMICO: Piretróide TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão de Encapsulado (CS) TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO) FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: LAMBDA CIALOTRINA TÉCNICO CCAB - Registro no MAPA n° 04309 JIANGSU YANGNONG CHEMICAL CO., LTD. 39 Wenfeng Road, Yangzhou, Jiangsu 225009 – China. LAMBDA-CIALOTRINA TÉCNICO MEGA - Registro no MAPA n° TC18422 MEGHMANI ORGANICS LIMITED Plot No. 5001/B, 5027 to 5034, 5037, 4707/B & 4707/P393002 – Dist. Bharuch, Ankleshwar, Gujarat – India. LAMBDA-CYHALOTHRIN TÉCNICO SULPHUR MILLS - Registro no MAPA n° TC39819 SM AGROCARE BRASIL IMPORTAÇÃO, COMÉRCIO E SERVIÇOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Funchal, 418 - 35º andar, Vila Olímpia, São Paulo – SP – CEP: 041.551-060 CNPJ: 34.866.068/0001-70 LAMBDA CYHALOTHRIN TÉCNICO UPL - Registro no MAPA n° 007807 UNITED PHOSPHORUS LTD Madhu Park 11 th Road, Khar (W) 400052 Mumbai, Índia
FORMULADORES: TECNOMYL S.A. Parque Industrial Avay – Villeta / Paraguai. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. BeiHai Road, n. 1165, Ningbo Chemical Industry zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. FERSOL INDUSTRIA E COMÉRCIO S/A. Rodovia Castelo Branco S/N, Km 68,5 - Olhos D` Água – Mairinque – SP - CEP: 18120-970 CNPJ: 47 226.493/0001-46. OURO FINO QUÍMICA S.A. Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5 – Uberaba – MG – CEP: 14871-360 CNPJ: 09.100.671/0001-07. OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA. Rua Minervino de Campos Pedroso,13 - Pq. Industrial Carlos Tonanni – Jaboticabal – SP – CEP: 14871-360 – CNPJ: 65.011.967/0001-14. PRENTISS QUÍMICA LTDA. Rod PR 423 S/N KM 24,5 - Jd das Acacias - Campo Largo – PR – CEP: 83.603-000 - CNPJ: 00.729.422/0001-00. AGROMOL BIOTECH CO., LTD. East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town, Shanxian County, Heze City, Shandong Province, China. PILARQUIM (JIANGSU) CO., LTD. No. 9, Konglian RD, Salinization New Material Industrial Park, Huaian, Jiangsu Province, China. PILARQUIM (SHANGHAI) CO., LTD. 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District, Shangai, China. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1.459 - Recanto dos Pássaros – Paulínia – SP – CEP: 13148-030 CNPJ: 03.855.423/0001-81. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ross, n° 260 - Bairro Cruz Alta – Indaiatuba – SP - CEP: 13.348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04. MEGHMANI ORGANICS LIMITED Plot No.22/2, Unit-IV, GIDC Industrial Estate, Village Panoli - 394116/ Ta: Ankleshwar, Dist: Bharuch, Gujara – India.
HERANBA INDUSTRIES LIMITED Plot No. 2817/1/1 Chemical zone, GIDC, Sarigam, Ta: Umbergaon, Dist.: Valsad-396155, Gujarat – India. QINGDAO HISIGMA CHEMICALS CO., LTD. N°. 20 Second Huanghai Road, Chemical Industrial Park, Coastal Economic Development Zone, Rudong, Jiangsu, 226407, China. SML LIMITED Plot No. 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, Índia. SML LIMITED Plot no.1905/1928/29/30, G.I.D.C.,Panoli, District Bharuch, State Gujarat, Índia. SML LIMITED Plot no. 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State-Gujarat, Índia. UPL LIMITED. (UNIT 3) Plot nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State – Gujarat, Índia. UNITED PHOSPHORUS (INDIA) LLP. Plot nº 3210/3201 – A, G.I.D.C., Estate, Ankleshwar, District – Bharuch – Gujarat 393002, Índia. UPL LIMITED. (UNIT 8) Industrial Growth Centre (I.G.C.), SIDCO, Samba - 184121, District - Samba, StateJammu & Kashmir, Índia. UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Av. Maeda, s/n, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14.500-000 CNPJ: 02.974.733/0003-14 SHANDONG WEIFANG SHUANGXING PESTICIDE CO., LTD. North of Industrial Street, Binhai Development Zone, Weifang, Shandong, China SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED., Plot nº 3-11, G.I.D.C., Vapi – 396195, District – Vapi, State – Gujarat, India. SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED.,. Plot nº 117/118, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District – Bharuch, State – Gujarat, India. SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED., Nº. 750, G.I.D.C., Jhagadia – 393110 - District – Bharuch, State – Gujarat, India. SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED., Nº. 3405/3406, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002 - District – Bharuch, State – Gujarat, India.
GUANGDONG LIWEI AGRICULTURA TECHNOLOGY CO., LTD., Main Bld. 2nd Floor, Jintang Town, Maonan District, Maoming City, Guangdong Province, China.
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA INSTRUÇÕES DE USO: LAMBDA CIALOTRIN CCAB 250 CS é um inseticida para as culturas de Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Alho, Atemóia, Algodão, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Berinjela, Beterraba, Cacau Café, Cará, Cebola, Chuchu, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão-caupi, Gengibre, Gergelim, Girassol, Grão-de-bico, Guaraná, Inhame, Jiló, Kiwi, Lentilha, Linhaça, Mamão, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Manga, Maracujá, Maxixe, Melancia, Melão, Milho, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rabanete, Romã, Soja, Tomate e Trigo do grupo químico dos piretróides de terceira geração encapsulado em uma membrana especial e disperso em uma suspensão aquosa. Para um bom controle dos insetos infestantes, seguir as indicações do quadro abaixo: CULTURAS, PRAGAS, NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | ||
|---|---|---|
| Número, Época e Intervalo | ||
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Lagarta-das-folhas (Papilio scamander) | 3 a 4 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Lagarta-das-folhas (Monodes agrotina) | 3 a 4 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Broca-das-curcubitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha. |
Volume de calda: 400800 L/ha.
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Broca-das-curcubitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400-800 L/ha |
| Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Percevejo (Leptoglossus gonara) | 3 a 4 ml/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) Bicudo (Anthonomus grandis) | 20 a 30 mL/ha (5,0 a 7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 4 Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/plantas ou 25% de desfolha. Se necessário repetir, utilizar intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
| 60 mL/ha (15,0 g de i.a./ha) | Número máximo de aplicações: 4 Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir as aplicações a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limite de 5% de botões danificados, respeitando o mínimo de 7 dias entre uma aplicação e outra. Volume de calda: 40-300 L/ha |
Algodão
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Mosca-minadora (Lyriomysa huidobrensis) | 20 mL/ha (5,0 g de i.g./ha) | Número máximo de aplicações: 5 As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Realizar até cinco aplicações por ciclo com intervalos de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100-400 L/ha |
| Vaquinha (Epicauta atomaria) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Lagarta-do-compasso (Stenoma decora) | 3 a 4 ml/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
Volume de calda: 1000-2000 L/ha
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 15 a 20 mL/ha (3,75 a 5,0 g de i.a./ha) | Número máximo de aplicações: 2 Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação. Reaplicar após 20 a 45 dias, se necessário. Volume de calda: 100-400 L/ha |
| Lagarta-das-folhas (Pseudoplusia oo) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Broca-das-curcubitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Cigarrinha-da-cvc (Dilobopterus costalimai) Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 40 a 80 mL/ha (10 a 20 g de i.a./ha) | Número máximo de aplicações: 2 Aplicar quando a praga for detectada nas brotações. Reaplicar se necessário após 15 dias. Usar volume da calda de 1000 a 2000 L/ha conforme o porte das plantas. |
| 3 a 4 mL/100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Fazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/ armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. Volume de calda de 2000 L/ha. Reaplicar se necessário após 15 dias. |
Citros
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Lagarta-das-folhas (Macrosoma tipulata) | 3 a 4 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Tripes (Thrips tabaci) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
| Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
Volume de calda: 40300 L/ha
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Lagarta-das-vagens (Helicoverpa armigera) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40-300 L/ha |
| Tripes (Liothrips adisi) | 3 a 4 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Lagarta-desfolhadora (Spodoptera litura) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha. |
| Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400-800 L/ha |
| Traça-dos-frutos (Clarkeulia excerptana) | 3 a 4 ml/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
Volume de calda: 40300 L/ha
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Lagarta-medideira (Rachiplusia nu) | 30 mL/ha (7,5 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 14 dias entre as aplicações. Volume de calda: 40- 300 L/ha |
| Lagarta (Protambulyx strigilis) | 3 a 4 ml/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Mandavorá (Erinnys ello) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Lagarta-do-fogo (Megalopyge lanata) | 3 a 4 ml/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Lagarta-desfolhadora (Dione juno juno) | 3 a 4 ml/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
Mandioquinhasalsa Volume de calda: 1000-2000 L/ha
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 4 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 4 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folhas raspadas). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. Reaplicar se necessário após 14 dias. Volume de calda: 250 a 300 L/ha |
| Lagarta-medideira (Trichoplusia ni) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
Volume de calda: 400800 L/ha
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo de | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| Aplicação | ||
| Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Lagarta-dos-frutos (Platyedra gossypiela) | 5 a 10 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar intercalando com outros inseticidas e a dose de 10 mL/ 100 L água deverá ser recomendada para situações de alta pressão da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 400- 800 L/ha |
| Lagarta-medideira (Trichoplusia ni) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 5 Iniciar as aplicações no aparecimento da praga. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 7 dias entre as aplicações. Volume de calda: 100- 400 L/ha |
| Percevejo (Leptoglossus gonagra) | 3 a 4 mL/ 100 L água | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações no aparecimento dos insetos adultos. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da praga e as maiores sob condições severas. Se necessário repetir, utilizando um intervalo de 15 dias entre as aplicações. Volume de calda: 1000-2000 L/ha |
| Pragas - Nome Comum (Nome Científico) | Número, Época e Intervalo | |
|---|---|---|
| Dose | ||
| de Aplicação | ||
| Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) Percevejo-da soja (Nezara viridula) | 15mL/ha (3,75g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Aplicar produto quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 20 lagartas por batida de pano ou 15% de desfolha (após o florescimento). Reaplicar se necessário após 14 dias. Volume de calda: 40 a 300 L/ha |
| 30 mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | Número máximo de aplicações: 2 Iniciar as aplicações quando o nível de percevejos por pano de batida atingir 2 percevejos/pano para áreas de produção de sementes e 4 percevejos/pano de batida para áreas de produção de grão. Reaplicar se necessário após 14 dias. Volume de calda: 40 a 300 L/ha | |
| Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/100 L água | Número máximo de aplicações: 5 Aplicar o LAMBDA CIALOTRIN CCAB 250 CS intercalado com outros produtos. A dose de 10 mL/100 litros de agua deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. Realizar até 5 aplicações do produto por ciclo, com intervalos de 7 dias. Volume de calda: 400 a 800 L/ha. |
| Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 mL/ha (5,0 g de i.a/ha) | Número máximo de aplicações: 2 Realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga e repetir, se necessário, após 15 dias. Volume de calda: 100 a 150L/ha |
Soja Volume de calda: 100 a 150L/ha
MODO DE APLICAÇÃO
Via Terrestre: Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Tratorizado: Utilizar bicos cônicos das séries “D” ou similar; ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de inseticidas, com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (p.s.i.). Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. Observar o diâmetro médio de gotas (DMV) de 200 a 250 μm e uma densidade acima de 200 gotas/cm2.
Via Aérea: Pulverização aérea para as culturas de Algodão, Citros, Milho e Soja: Com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros): Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião). Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas. Nota: O fechamento dos bicos das pontas das asas não diminui a amplitude da faixa de deposição adequada para a aeronave, mas ao contrário, permite que o produto arrastado pelos vórtices de ponta das asas não seja perdido, mas distribuído adequadamente pelos bicos ativos. Altura de vôo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido. A altura de vôo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados. Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 20 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados. Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Condições Climáticas: Temperatura ambiente abaixo de 32ºC; Umidade relativa do ar mínima de 55%; Velocidade de vento acima de 2Km/h até no máximo de 10km/h.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Modalidade de | Intervalo de Segurança | ||
|---|---|---|---|
| Forma de Aplicação | |||
| Emprego (Aplicação) | (dias) | ||
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 10 | Terrestre e aérea | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 1 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre e aérea | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 15 | Terrestre e aérea | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Pimenta | Foliar | 3 | Terrestre |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 21 | Terrestre | |
| Foliar | 20 | Terrestre e aérea | |
| Foliar | 3 | Terrestre | |
| Foliar | 15 | Terrestre |
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o insetoalvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos: • Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. • Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI. • Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado. • Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Doenças.
GRUPO 3A INSETICIDA INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponível e apropriado
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: avental impermeável, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: avental impermeável, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida; • Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido. ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele. Pode ser nocivo se inalado.
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água da lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR LAMBDA-CIALOTRINA -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico LAMBDA CIALOTRINA = Piretróide e NAFTA LEVE = Solvente Aromático Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo Toxicodinâmica Contato e ingestão Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção. LAMBDA CIALOTRINA Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina. Biotransformação: Metabolizado extensivamente por clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxílico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados. Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Excreção: Urina e fezes. Resíduos de gorduras foram eliminados com uma meiavida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas. NAFTA LEVE Absorção: atravessam as membranas celulares e barreiras biológicas. Atravessam a membrana alveolar para a corrente sanguínea e são transportados dentro de poucos minutos para todo o organismo, incluindo SNC. Atravessam a superfície da pele ou folículos pilosos e caem na corrente sanguínea. São pobremente absorvidos pelo trato gastrintestinal, mas alguma absorção sistêmica ocorre. Distribuição: altamente distribuídos por sua característica lipofílica. Foram encontrados no leite de todas as lactantes. Eliminação: principalmente através do trato respiratório. Toxicocinética
| Sintomas e Sinais Clínicos | LAMBDA CIALOTRINA – EFEITOS AGUDOS Ingestão aguda: pode causar irritação gastrintestinal, náusea, vômito, ataxia, marcha instável, hiperexcitabilidade, ativação simpática. As crianças jovens são mais suscetíveis ao envenenamento, porque não podem hidrolisar os ésteres piretro. Inalação: Principal via de exposição. As manifestações clínicas da exposição por inalação podem ser locais ou sistêmicos. Reações localizadas limitadas ao trato respiratório superior incluem rinite, espirros, garganta inflamada, edema da mucosa oral, laringe e até mesmo edema de mucosa. Reações localizadas do trato respiratório inferior incluem tosse, falta de ar, chiado e dor no peito. Uma reação como asma ocorre com exposições aguda em pacientes sensibilizados. Pneumonite de hipersensibilidade caracterizada por dor torácica, tosse, dispneia e broncoespasmo podem ocorrer em um indivíduo cronicamente exposto. Contato com a pele: irritante da pele suave e pode causar formigamento e dormência em áreas expostas (parestesias). Não é um sensibilizador da pele. Subjetivas sensações de pele facial, acreditados para ser provocada por disparo repetitivo de terminações nervosas sensoriais da pele. Eles podem ser considerados como um sinal de alerta indicando que a exposição excessiva da pele ocorreu. Contato com os olhos: pode causar severa irritação nos olhos. Exposição dos olhos pode resultar em leve a graves lesões da córnea. NAFTA LEVE – EFEITOS AGUDOS Ingestão aguda: Náuseas, vômitos, diarréia e dor abdominal. Pode causar miocardite e discretas alterações degenerativas das miofibrilas do coração. Resultam em evidências eletrocardiográficas e vetorcardiográfica de infarto do miocárdio. São sensibilizantes do miocárdio às catecolaminas. Causam hemólise intravascular e dano renal, que geralmente consiste de discretas alterações degenerativas dos túbulos renais, mas raramente pode resultar em necrose tubular aguda. São comuns os riscos de aspiração, dano pulmonar, depressão do SNC transitória ou excitação, e os efeitos secundários de hipóxia, formação de infecção, pneumatocele, e disfunção crônica do pulmão. Complicações cardíacas são raras. Estes hidrocarbonetos são mal absorvidos a partir do trato gastrintestinal e não causam sensível toxicidade sistêmica por esta via, a menos que a aspiração ocorra. Contato com a pele: é um irritante das membranas mucosas e do trato respiratório. Pode resultar em queimaduras cutâneas e ocasionalmente, efeitos sistêmicos. Contato com os olhos: irritação ocular de leve a moderada e lesão ocular reversível pode ocorrer após o contato com a maioria dos hidrocarbonetos. Sintomas: subjetivos provenientes do sistema nervoso central, como dor de cabeça, fadiga, falta de concentração, instabilidade emocional, dificuldade de memória e outras funções intelectuais e desempenho psicomotor prejudicado. Alguns efeitos são de curto ou médio prazo, outros são potencialmente persistentes. |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico de intoxicações agudas por piretróides deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos leves a moderados podem incluir: parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato, e sintomas como dor de cabeça náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnóstico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabolitos nos fluídos corpóreos. |
| Tratamento | Não existe antídoto ou antagonista específico para o LAMBDA CIALOTRINA. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções monitorando o estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos. TRATAMENTO BÁSICO: Estabelecer uma via aéra patente. Sucção, se necessário. Ventilações atenção aos Sinais de insuficiência respiratória e ajudar se necessário, administrar oxigênio por máscara nonrebreather de 10 a 15 L/min. Monitor para edema pulmonar. Para contaminação dos olhos, lave imediatamente com água. Irrigar cada olho de forma contínua com soro fisiológico durante o transporte. Não use eméticos. PARESTESIA: uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos. Regressão espontânea, geralmente dentro de 24 horas. ASPIRAÇÃO GÁSTRICA: o esvaziamento gástrico poderá aumentar o risco de aspiração. Alguns médicos preferem carvão ativado sozinho em vez de lavagem gástrica em doentes que requerem descontaminação do TGI. O carvão ativado pode causar vômito, o que aumenta o risco de aspiração. Administrar carvão vegetal como uma pasta (240 mL água/30 g de carvão). Dose habitual: 25 a 100 g em adultos e adolescentes, de 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/Kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Administrar oxigênio e ajudar ventilação. Tratar broncoespasmo com inalado agonista beta2 e corticóides orais ou parenteral. ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com agente tóxico. Remover roupas e acessórios, e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Administrar diazepam, se ocorrer convulsões. Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histamínico, corticóide, fluídos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção. |
|---|---|
| Contra -indicações | A indução do vomito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Diluição – em razão do aumento da superfície de contato. Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória. |
| Efeitos das interações químicas | Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) |
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) | |
| Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Absorção: é bem absorvido após administração oral, extensivamente metabolizado através de hidrólise da ligação éster, oxidação e conjugação e eliminado como conjugados polares na urina. Biotransformação: Metabolizado extensivamente por clivagem do éster do ácido ciclopropanocarboxilico e ácido 3-fenoxibenzoico e eliminado como conjugados. Distribuição: na maioria dos tecidos dos animais testados, sendo que os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. Excreção: Urina e fezes. Resíduos de gordura foram eliminados com uma meia-vida de 23 dias. A eliminação é precedida pela eficiente clivagem da ligação éster. O lambda cialotrina é rapidamente excretado pela urina em forma de conjugados polares (metabólitos da clivagem éster e seus conjugados), quase na sua totalidade após 48 horas. Efeitos Agudos: DL50 via oral em ratos: >2000 mg/Kg DL50 via dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg CL50 Inalatória em ratos: >0,814 mg/L Corrosão/Irritação Dérmica em coelhos: Não irritante à pele Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: o produto pode causar hiperemia, quemose e secreção com regressão das reações. Sensibilização Cutânea em cobaias: Não sensibilizante Mutagênicidade: Não mutagênico Efeitos Crônicos: LAMBDA CIALOTRINA – Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade. Deram resultados negativos em uma serie de testes in vivo e in vitro, para detectar as mutações genéticas, danos cromossômicos e outros efeitos genotóxicos. Quando administrado oralmente para ratos e coelhos durante o período de organogênese, não foi nem embriotóxicos ou teratogênicos em níveis de dose que provocasse toxicidade materna. NAFTA LEVE – A longo prazo ou exposição repetida pode resultar em reações hematológicas, hepatotóxicas, renais, neuropsiquiátricas, neurológicas e cancerígenas.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Este produto é ALTAMENTE BIOCENTRÁVEL em peixes; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos; • Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas; • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetíveis a danos; • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água; • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência: AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767; • Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão, luvas, botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado - Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotandose os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis