Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° 7518 (RS)-2-[(E)-1-[(E)-3-chloroallyloxyimino]propyl]-5-[2-(ethylthio)propyl]-3-hydroxycyclohex-2-enone (CLETODIM)................................................................................................................................................. 240,0 g/L (24,0% m/v) Outros ingredientes.....................................................................................................................................732,7 g/L (73,27% m/v) GRUPO A HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico de pré e pós-emergência GRUPO QUÍMICO: oxima ciclohexanodiona TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC) TITULAR DO REGISTRO: CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 –Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00, Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO: • AGRÍCOLA ALVORADA S.A. – Rua do Comércio, Nº 1549 – CEP 78.850-000, Parque Industrial, Primavera do Leste/MT CNPJ: 04.854.422/000266. • BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. – Rua São José, nº 550, Centro, município de Piracicaba - SP, inscrita no CNPJ sob n.º 07.057.944/0001-44. • CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 –Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS. • DKBR TRADING S.A. – Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 - Condomínio Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 - Gleba Fazenda Palhano – CEP: 86.050-460 - Londrina/PR - CNPJ: 33.744.380/0001-28. Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007743 – ADAPAR/PR. • DKBR TRADING S.A. – Avenida Miguel Sutil, nº 6.559, Anexo A. Sala 3, Alvorada, Cuiabá/MT, CEP 78.048-00, Brasil, inscrita no CNPJ sob o nº 33.744.380/0002-09 Número de registro do estabelecimento no Estado:22058 INDEA. • DKBR TRADING S.A. Rodovia SPA 008/457, s/nº, Sala 01 km 500 Metros – Zona Rural - CEP: 19640-000 Iepê/SP - CNPJ: 33.744.380/0003-90. Número de registro do estabelecimento/Estado: 4303 - CDA/SP. • FIAGRIL LTDA – Avenida da Produção, Quadra 14, Lote 11, Sala 01, 2204-W – Parque das Emas, - CEP 78455-000 Lucas do Rio Verde – MT CNPJ 02.734.023./0013-99, Número de registro do estabelecimento no Estado: 28047 INDEA/MT • MACROFÉRTIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FERTILIZANTES S. A. – Avenida José Jorge Estevam, nº 100 – Bairro Barra Funda – 19700-000 – Paraguaçú Paulista – SP – CNPJ: 76.082.320/0030-34 – Registro no órgão estadual n° 4022 CDA/SP. • MACROFERTIL INDUSTRIA E COMERCIO DE FERTILIZANTES S.A. – ROD DO CAFÉ, BR 376 KM 103 – VENDRAMI – PONTA GROSSA – PR – CEP: 84.043-450 - CNPJ: 76.082.320/0001-08. • MACROFERTIL INDUSTRIA E COMERCIO DE FERTILIZANTES S.A. – Rua projetada, 150, Chácara São José – Bairro: Distrito Industrial - Cuiabá – MT – CEP: 78098-530 - CNPJ: 76.082.320/0033-87. • SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. – Avenida Wilson Camurça, nº 2138 – I Distrito Industrial, CEP: 61939-000, Maracanaú – CE, CNPJ: 07.467.822/0001-26. • SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. – Rodovia Castelo Branco nº 11100, km 30,4, P-36 – Jardim Maria Cristina, Barueri – SP – CEP: 06421-400 – CNPJ: 07.467.822/0012-89. • SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. – Rodovia PR 090 km 374 – Lote 44-C-2 – Parque Industrial Nene Favoretto, Ibiporã – PR – CEP: 86200-000 – CNPJ: 07.467.822/0004-79. • SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. – Rua Adolfo Zieppe Filho/Quadra 17 Setor 13 Anexo 1, Distrito Industrial Carlos A. Fritz, Carazinho – RS – CEP: 99500-000 – CNPJ: 07.467.822/0005-50. • SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA – Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5, Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – CNPJ: 60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP: 453. • SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA – Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 Torre Sigma, CEP: 04730-000, São Paulo/SP – CNPJ: 60.744.463/0001-90. Número de registro do estabelecimento na SAA/CDA/SP: 001. PRODUTO TÉCNICO: CLETODIM TÉCNICO CROPCHEM II – Registro MAPA nº TC01225 WEIFANG CYNDA CHEMICAL CO., LTD. – Nº2 of East Partial Lingang Chemical Zone, Binhai Economic Development Area, 26737, Weifang, Shandong, China. A-STAR TÉCNICO – Registro MAPA nº TC12524 HEBEI LANSHENG BIOTECH CO., LTD – Mayu Village, Jinzhou City, Shijiazhuang City, 21006, Hebei, China. CLETODIM TÉCNICO YN – Registro MAPA nº TC00324 JIANGSU YUFAN CHEMICAL CO., LTD. – Nº 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park Qidong, Jiangsu – China. CLETODIM TÉCNICO CROPCHEM - Registro MAPA nº 19818 WEIFANG CYNDA CHEMICAL CO., LTD. - Nº 2 of East Paral Lingang Chemical Zone, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong - China. CLETODIM TÉCNICO NORTOX - Registro MAPA nº 23816 SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD. - Economic Development Area - 256500, Boxing County, Shandong Province, China. CLETODIM TÉCNICO SH – Registro MAPA nº TC04123 SHENYANG SCIENCREAT CHEMICALS CO., LTD. – Xihejiubei Street 17, Chemical Industry Area – Shenyang Economic and Technology Development Zone Shenyang, Liaoning, China. CLETODIM TÉCNICO SCH – Registro MAPA nº TC18622 LIAONING CYNDA CHEMICAL CO., LTD. – Nº 417, Hanjiang road, Comprehensive Industrial Park, Economic Development Zone Hiudao, LiaoningChina. FORMULADOR: • AGROTECHNICA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FERTILIZANTES – Indaiatuba/SP. CHANGZHOU GREEN CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD. – Xingji Industrial Park, Changzhou City, Hebei Province, Jiangsu, China. HEBEI LANRUN PLANT PROTECTION TECHNOLOGY CO., LTD. – East Side Of The Nanjing Third Road, Chemical Evenue, Lingang Development Zone, Cangzhou City, Hebei Province, P.R. China. JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD. – No 1 Jiangling, Putou Town, Jiandsu District, Yangzhou City, Jiangsu, China. JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue, Huaian City, Jiangsu, China. JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. – North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, 215600, Jiangsu, China. JIANGSU YUFAN CHEMICAL CO., LTD. – Nº 168, Jiangsu Road, Binjang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu, China. LANXI JINGHANG BIOTECHNOLOGY CO., LT. - Area B, Nvbu Industrial Park, Nvbu Street, Lanxi City, Jinhua City, Zhejiang Province, Rep. China. M/S PRISM CROP SCIENCE PVT LTD. – Sy Nº 280/A, Maikapur Village, Choutuppal Mandal, Yadadri Dist., 508252, Índia. MIUCHEM COMPANY LIMITED – Nº 1888, Younai Road, Weifang Economic Development Zone, Weifang, Shandong, China. NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. – No. 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province, 315040, China. NORTOX S.A. – Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86700-970 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – ADAPARPR. SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO. LTD. – Economic Development Zone, Boxing County, Shandong Province, Shandong Province, China. SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD. - Binhai Economic Development area, Weifang, Shandong China, 262737. SHENYANG SCIENCREAT CHEMICALS CO., TLD. - Xihejiubei Street 17, Shenyang Economy and Technology Development Zone, Shenyang, Liaoning, China. SUZHOU GREENLANDS CHEMICAL CO., LTD. – Dongzhi Economic Zone, No.9 East Renmin Road, Zhangjiagang 215600, Jiangsu, China.
WEIFANG CYNDA CHEMICAL CO., LTD. – N°2 of East Partial Lingang Chemical Zone, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong – 262737 – China. WUQIAO PESTICIDES CO. LTD. – Songmen Industrial Park, Wuqiao County Economic Development Zone, Wuqiao County, Cangzhou City, Hebei Province, 061800, P.R.China. ZHEJIANG RAYFULL CHEMICALS CO., LTD. – no. 6, Yangguang 5th Road, Duodao District, Jingmen City, Hubei Province, P.R. China.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III Faixa Azul
INSTRUÇÕES DE USO
KRAKEN 240 EC é um herbicida de ação graminicida pós-emergente, sistêmico, altamente seletivo para as culturas de algodão, alho, batata, café, cebola, cenoura, feijão, fumo, mandioca, melancia, soja e tomate, para aplicação na pós-emergência destas culturas, bem como na aplicação em préemergência das culturas de milho e trigo. KRAKEN 240 EC também é indicado para aplicação em manejo na pré-semeadura da soja, para controle do capim-amargoso (Digitaria insularis), resistente ao ingrediente ativo glifosato. KRAKEN 240 EC é efetivo contra uma extensa faixa de gramíneas anuais e perenes (abaixo relacionadas), apresentando pouca ou nenhuma atividade herbicida sobre as plantas daninhas de folhas largas e ciperáceas. RECOMENDAÇÃO PARA APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PLANTAS DANINHAS:
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | ESTÁDIO | DOSE (L/ha) * | VOLUME DE | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CALDA | ||||||
| TERRESTRE | ||||||
| Algodão Alho Batata Café Cebola Cenoura Feijão Fumo Mandioca Melancia Soja Tomate | Capim-marmelada ou Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) (1) Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis) (1) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) (1) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) (1) Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) Capim-custódio (Pennisetum setosum) Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) (1) Capim-camalote (Rottboellia exaltata) Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris) (1) | 4 folhas a 2 perfilhos | 0,35 | 100 – 250 L/ha | ||
| 2 a 3 perfilhos | 0,40 | |||||
| 4 ou mais perfilhos | 0,45 | |||||
| Milho-voluntário (Zea mays) (1) Milheto-voluntário (Pennisetum americanum) | 15 - 30cm | 0,35 - 0,45 | ||||
| Trigo-voluntário (Triticum aestivum) (1) Arroz-voluntário (Oryza sativa) | 10 - 15cm | 0,35 - 0,45 | ||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) Capim-massarambá (Sorghum halepense) Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 20 - 40cm | 0,40 - 0,45 |
* A adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v é essencial nas aplicações com KRAKEN 240 EC.
APLICAÇÃO EM PRÉ-PLANTIO (DESSECAÇÃO):
| CULTURAS | PLANTAS | DOSE | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| DANINHAS | (L/ha)* | ||||||
| Arroz irrigado | Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 0,60 – 0,80 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pré-plantio (dessecação) para o controle de capim- marmelada, capim-colchão, capim-arroz, azevém, grama-boiadeira e arroz- vermelho, no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Utilizar a maior dose quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados. Respeitar um intervalo mínimo de vinte dias (20) entre a aplicação de KRAKEN 240 EC e o plantio da cultura do arroz irrigado. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal. Realizar 1 aplicação em pré-plantio (dessecação). | ||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | |||||||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||||
| Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||||
| Grama-boiadeira (Luziola peruviana) | |||||||
| Aveia | Azevém (Lolium multiflorum) | 0,45 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Respeitar um intervalo mínimo de 7 (sete) dias entre a aplicação de KRAKEN 240 EC e o plantio da cultura da aveia. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação em pré-plantio (dessecação). | ||||
| Centeio | Azevém (Lolium multiflorum) | 0,45 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Respeitar um intervalo mínimo de 7 (sete) dias entre a aplicação de KRAKEN 240 EC e o plantio da cultura da aveia. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação em pré-plantio (dessecação). | ||||
| Cevada | Azevém (Lolium multiflorum) | 0,45 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Respeitar um intervalo mínimo de 7 (sete) dias entre a aplicação de KRAKEN 240 EC e o plantio da cultura da aveia. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação em pré-plantio (dessecação). | ||||
| Triticale | Azevém (Lolium multiflorum) | 0,45 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pré-plantio (dessecação) da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Respeitar um intervalo mínimo de 7 (sete) dias entre a aplicação de KRAKEN 240 EC e o plantio da cultura da aveia. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação em pré-plantio (dessecação). |
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA:
| CULTURAS | PLANTAS | DOSE | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| DANINHAS | (L/ha)** | ||||||
| Amendoim Batata-doce Batata yacon Beterraba Canola Cará Ervilha Feijão-caupi Gengibre Inhame Grão-de-bico Lentilha Mandioquinha-salsa Nabo Rabanete | Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,35 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pós-emergência da cultura, com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por ciclo/safra da cultura. | ||||
| Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis) | |||||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 0,40 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pós-emergência da cultura, com as plantas infestantes no estádio de 2 a 3 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por ciclo/safra da cultura. | |||||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||||
| Milho voluntário (Zea mays) | 0,35 – 0,45 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pós-emergência da cultura, com as plantas de milho voluntário no estádio de até 4 folhas. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição do milho voluntário com a cultura. Para as culturas do alho e cebola usar a dose de até 0,40 L/ha. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por ciclo/safra da cultura. | |||||
| Gergelim Girassol Linhaça Mamona | Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,35 | Aplicar KRAKEN 240 EC em pós-emergência do girassol, com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Pode-se aplicar em qualquer estádio de desenvolvimento da cultura, porém, antes da competição das gramíneas com a cultura. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
| Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis) | |||||||
| Maçã | Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,35 | Aplicar KRAKEN 240 EC na entrelinha da cultura com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Aplicar quando a maioria da sementeira das gramíneas tenha germinado. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por safra da cultura. | ||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 0,45 | Aplicar KRAKEN 240 EC na entrelinha da cultura com as plantas de azevém no estádio de 2 perfilhos até o florescimento. Aplicar quando a maioria da sementeira das gramíneas tenha germinado. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por safra da cultura. |
| CULTURAS | PLANTAS | DOSE | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| DANINHAS | (L/ha)* | ||||||
| Caju Caqui Carambola Figo Goiaba Mangaba Uva | Capim-marmelada ou papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,35 | Aplicar KRAKEN 240 EC na entrelinha da cultura com as plantas infestantes no estádio de 4 folhas a 2 perfilhos. Aplicar quando a maioria da sementeira das gramíneas tenha germinado. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo mineral emulsionável. Realizar 1 aplicação por safra da cultura. | ||||
| Capim-colchão ou milhã (Digitaria horizontalis) |
milhã (Digitaria horizontalis) * O volume de calda é de 100 a 300 litros/hectare de calda para aplicação terrestre. MANEJO DE CAPIM-AMARGOSO (Digitaria insularis):
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSE | ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
|---|---|---|---|---|---|
| (L/ha)** |
* O volume de calda é de 100 a 300 litros/hectare de calda para aplicação terrestre. ** Para a cultura do Girassol o volume de calda é de 20 a 40 litros/hectare de calda para aplicação aérea. RECOMENDAÇÃO PARA APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E PÓSEMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS:
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | ESTÁDIO | DOSE (L/ha)* | VOLUME DE | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| CALDA | ||||||
| TERRESTRE | ||||||
| Milho | Azevém (Lolium multiflorum) | Início de perfilhamento | 0,30 – 0,50 | 100 – 250 L/ha | ||
| Trigo | Azevém (Lolium multiflorum) Aveia-preta (Avena strigosa) | Início de perfilhamento | 0,30 – 0,50 |
Azevém (Lolium multiflorum) Início de perfilhamento 0,30 – 0,50 Aveia-preta (Avena strigosa) * A adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v é essencial nas aplicações com KRAKEN 240 EC. RECOMENDAÇÃO PARA O MANEJO, NA PRÉ-SEMEADURA DA SOJA, EM ÁREAS INFESTADAS COM CAPIM-AMARGOSO (Digitaria insularis) RESISTENTE AO GLIFOSATO
| CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | ESTÁDIO | DOSE | VOLUME DE | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (L/ha) | CALDA | |||||||
| ** | TERRESTRE | |||||||
| Soja | Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | Florescimento | 0,60 – 1,00 | 200 L/ha |
* Em áreas com problema de capim-amargoso (Digitaria insularis), realizar um programa de manejo, com duas aplicações sequenciais, com intervalos de 21 dias, na pré-semeadura da soja, com um volume de calda de 200 L/ha. A segunda pulverização deve ser realizada pelo menos 7 dias antes da semeadura. Complementar com 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura. ** A adição de óleo mineral na concentração de 0,5% v/v é essencial nas aplicações com KRAKEN 240 EC.
| ÉPOCA DE | N° MÁXIMO DE | VOLUME DE | |||
|---|---|---|---|---|---|
| CULTURAS | FINALIDADE | DOSE (L/ha)* | |||
| APLICAÇÃO | APLICAÇÃO | CALDA | |||
| Cana-de- açúcar | Acelerar a maturação e incrementar os parâmetros relacionados à qualidade da cana-de- açúcar | 40 a 60 dias antes da colheita | 0,10 - 0,15 | 1 | 30 a 50 L/ha (aérea) |
* Não adicionar adjuvante de nenhuma natureza. MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO: KRAKEN 240 EC é absorvido essencialmente via foliar, com translocação sistêmica, apossimplástica atingindo desta forma as raízes e rizomas das plantas daninhas. Sua ação herbicida se dá pela inibição da enzima ACCase responsável pela biossíntese dos ácidos graxos, constituintes básicos da membrana celular, causando a inibição da divisão celular, formação de cloroplastos e diminuição da respiração. Desta forma ocorre imediata paralisação do crescimento das gramíneas. Após três dias verifica-se clorose e morte dos tecidos meristemáticos dos nós e brotos bem como gradual murchamento e morte da planta com um todo num prazo de 7 a 14 dias.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
KRAKEN 240 EC deve ser aplicado uma única vez quando a maioria das sementes das plantas daninhas (gramíneas) tiver germinado. A aplicação pode ser feita em qualquer estádio de crescimento da cultura, antes do período crítico de competição das gramíneas com a cultura, exceto em milho e trigo onde o produto é aplicado antes da semeadura, assim como deve ser adotado um programa de manejo para soja, em áreas com problemas de Capim-amargoso (Digitaria insularis) resistente ao glifosato.
Condições ideais de aplicação: KRAKEN 240 EC deve ser aplicado em gramíneas em fase ativa de crescimento de gramíneas anuais, no estádio de 4 folhas até 4 perfilhos, e no caso de gramíneas perenes no estádio de 20 a 40cm. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Para controle satisfatório, é necessário observar as condições de umidade do solo, temperatura média entre 20 - 35ºC e boa umidade do ar (acima de 60%). Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto. Algodão e feijão - adicionar óleo mineral (0,5 a 1,0% v/v). Realizar uma única pulverização na pósemergência das culturas e plantas daninhas, com um volume de calda de 250 L/ha. Alho e cebola - realizar uma única pulverização até a dose maior de 0,40 L/ha, com adição de óleo mineral a 0,50 % v/v, na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, com um volume de calda de 250 L/ha. Batata, café, cenoura, fumo, mandioca, melancia e tomate - adicionar óleo mineral a 0,5 % v/v e realizar uma única pulverização na pós-emergência das culturas e plantas daninhas, com um volume de calda de 250 L/ha. Soja - adicionar óleo mineral (0,5 a 1,0% v/v). Para cultivares com ciclo curto a médio, fazer a aplicação após 21 a 28 dias da semeadura e para as de ciclo longo após 21 a 40 dias. Realizar uma única pulverização com um volume de calda de calda de 250 L/ha. Milho e Trigo – uma única aplicação deve ser realizada até 7 dias antes da semeadura do milho e do trigo com adição de óleo mineral a 0,5% v/v e um volume de calda de 200 L/ha. 1.3 - MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Preparo da Calda: Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de KRAKEN 240 EC no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. KRAKEN 240 EC apresenta maior atividade sobre gramíneas anuais ou perenes que estejam em fase ativa de perfilhamento e/ou crescimento. KRAKEN 240 EC deve ser emulsionado em água e aplicado em pulverização uniforme da parte aérea das plantas daninhas. APLICAÇÃO TERRESTRE: O equipamento de pulverização e o volume de calda deverá ser adequado para cada cultura podendo ser costal ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Utilizar gotas de classe Grossa – C ou Muito Grossa - VC. A ponta de pulverização e a pressão de trabalho deverá ser selecionada em função da classe de gotas e do volume de calda, utilizando sempre a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: - Temperatura máxima: 28ºC; - Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%; - Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora; - Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde); Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar essas condições caso necessário, mediante uso de tecnologia adequada. APLICAÇÃO AÉREA (para as culturas de algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo): Fazer o uso de aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Deve-se utilizar gotas de classe Média – M ou Grossa – C. A vazão deve de ser de 30 – 50 L/ha. As pontas de pulverização devem ser escolhidos de acordo com as classes de gotas recomendadas acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Utilizar a dose máxima recomendada para cada cultura. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são: - Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%; - Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora; - Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal; Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões; porém, deve-se observar as restrições específicas nas aplicações com máquinas terrestres.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO: Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência. Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador de acordo com as condições do momento de aplicação
INTERVALO DE SEGURANÇA
| CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Batata-doce, Batata-yacon, Beterraba, Cará, Gengibre, Inhame, Mandioquinha-salsa, Nabo e Rabanete | 180 | ||||
| Algodão | 50 | ||||
| Canola, Gergelim, Girassol, Linhaça e Mamona | 53 | ||||
| Alho, Batata, Cebola, Cenoura, Ervilha e Feijões, Grão-de-bico e Lentilha. | 40 | ||||
| Amendoim | 30 | ||||
| Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Maçã, Mangaba e Uva | 23 | ||||
| Café, Cana-de-açúcar, Melancia e Tomate | 20 | ||||
| Fumo | UNA (Uso não alimentar) | ||||
| Mandioca | 180 | ||||
| Soja | 60* / 97** | ||||
| Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Milho, Trigo e Triticale | (1) |
UNA = Uso Não alimentar *O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 60 dias exclusivamente para os casos de uma única aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. **O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 97 dias para os casos em que forem feitas 3 aplicações (máximo número de aplicações), sendo duas aplicações em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura, e uma terceira na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (1) Intervalo de Segurança não determinado por ser de uso em pré-plantio.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Não fazer aplicações onde culturas de gramíneas possam ser atingidas. Fitotoxicidade: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas. Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais forem adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICACAO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: •. Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para controle do mesmo alvo, quando apropriado. •. Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; •. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica para aplicação de herbicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados a: Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org.br) ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO A HERBICIDA O produto herbicida KRAKEN 240 EC é composto por Cletodim, que apresenta mecanismo de ação inibidores da síntese de lipídeos (inibidores da ACCase), pertencente ao Grupo A, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação a Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controlem manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Indivdual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. − manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR CLETODIM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Oxima ciclohexanodiona |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. Clethodim é moderadamente tóxico por via oral e praticamente não tóxico pela via dérmica ou inalatória (EXTOXNET, 1996). |
| Toxicocinética | O cletodim é um herbicida rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. Aproximadamente 90% da dose administrada é absorvida. É rapidamente metabolizado e eliminado, principalmente como metabólitos sulfóxidos, aproximadamente 63%. Cerca de 87 - 93% é eliminado na urina, 9 -17% eliminado nas fezes e 0,5 - 1% é expirado como dióxido de carbono. Menos de 1% do clethodim é eliminado inalterado. |
| Mecanismos de toxicidade | Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. |
| Sintomas e sinais clínicos | Não é conhecido o mecanismo de toxicidade em humanos. Os herbicidas do grupo das ciclohexanodionas são inibidores da enzima Acetil Coenzima-A Carboxilase (ACCase) nas plantas, inibindo assim a síntese de ácidos graxos, que são constituintes dos lipídios das membranas de células e organelas. Esta enzima também é encontrada em procariotes e mamíferos, entretanto, a ACCase em humanos não é sensível à ação das ciclohexanodionas (Shaner DL. 2003). A ACCase encontrada em parasitas como o Toxoplasma gondii é sensível à ação das ciclohexanodionas. |
| Diagnóstico | O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos na urina. |
| Tratamento | Antídoto: Não há antídoto específico. Tratamento sintomático e de prevenção de absorção: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido à provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender especialmente medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Deverão ser controlados o estado de consciência, presença de anomalias do sistema nervoso periférico, ionograma sanguíneo, enzimas hepáticas, crase sanguínea e função renal. Verificar o histórico neurológico e estado nutricional (principalmente em relação à carência proteica e vitamínica) do paciente e investigar possibilidade de alcoolismo. Realizar eletrocardiograma por 4 a 6 horas após a exposição aguda. A remoção extracorpórea (diálise, hemoperfusão e diurese forçada) não são eficazes. Oxigenação e ventilação mecânica, se necessárias em caso de taquicardia, administrar propanolol. |
| Contra-indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar. |
| Efeitos sinérgicos | Não se conhecem em humanos. |
| Atenção | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 |
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Em um estudo em ratos para a avaliação do metabolismo, o ingrediente ativo foi administrado via oral em doses baixas, doses elevadas e doses repetidas. Após 7 dias foi encontrado nos tecidos menos de 1% da dose administrada. Cerca de 87,2 - 93,2% da dose administrada foi excretada na urina, 9,3 - 17% da dose administrada foi excretada nas fezes e 0,5 - 1% foi expirado como dióxido de carbono. A eliminação do produto foi rápida, cerca de 93,5 - 98,2% da dose administrada foi eliminada em 48 horas. Os principais metabólitos excretados foram: sulfóxido de clethodim (48 - 63%), S-metil sulfóxido (6 - 12%), imine sulfóxido (7 - 10%) e 5-OH sulfóxido (3 - 5%).
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos agudos: DL50 oral para ratos: superior a 2000 mg/kg. DL50 dérmica para ratos: superior a 2000 mg/kg CL50 inalatória para ratos: > 37,96 mg/L de ar - 1 h de exposição (> 9,490 mg/L – 4 h de exposição) Irritação dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como levemente irritante. Irritação ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto foi classificado como irritante. Sensibilização cutânea: o produto não causou sensibilização dérmica à pele de cobaias. Efeitos crônicos (resultado de estudos com animais - ingrediente ativo): Cletodim tem sido testado em estudos crônicos em camundongos, ratos e cães. Em um estudo de um ano em cães, a doses de 75 mg/kg/dia, o clethodim produz hipertrofia e aumento do peso relativo e absoluto do fígado e anemia. Em um estudo realizado em dois anos em ratos, a altas doses de 100 mg/kg/dia, nenhum efeito foi observado na estrutura, peso e função hepática. Em outro estudo, a doses de 350 mg/kg/dia, mas não à dose de 100 mg/kg/ dia, por período não especificado, foi observada redução do ganho de peso corporal em ratos. Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: em um estudo em ratos sobre toxicidade reprodutiva, a altas doses de 263 mg/kg/dia, não foram observados efeitos na fertilidade, duração da prenhez ou no desenvolvimento dos filhotes. Quanto aos efeitos teratogênicos, reduções no peso corporal fetal e incremento em anormalidades esqueléticas foram observados em ratos a doses de 350 mg/kg/dia ou maiores. Em outro estudo em ratos, houve redução significativa no peso corporal e tamanho fetal e incremento das deformações nas costelas cervicais a doses de 700 mg/kg/dia, mas não em doses menores. Em coelhos, não foram vistos efeitos teratogênicos ou no desenvolvimento da prole a doses de até 300 mg/kg/dia. As evidências disponíveis até o momento sugerem que enquanto efeitos teratogênicos em modelos animais têm sido documentados, tais efeitos parecem improváveis em humanos sob condições normais de exposição (EXTONET, 1996). DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência: (51)3342-1300. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio USE EXTINTORES DE ÁGUA E MFORMA DE NEBLINA, DE CO2, ou PÓ QUIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRICÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. Este produto possui restrição de uso no estado do Paraná para a cultura de Goiaba e como uso para maturação na cana-de-açúcar. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300