Bula oficial · registro MAPA nº 32322

Bula do Joya

Bula completa do Joya (registro MAPA nº 32322), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: flumioxazina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

JOYA Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 32322

COMPOSIÇÃO

N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2-dicarboxamide (FLUMIOXAZINA).................................................................................................................. 480,00 g/L (48,00% m/v) Outros Ingredientes...............................................................................................................667,49 g/L (66,75% m/v) GRUPO E HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida seletivo não sistêmico GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DE REGISTRO (*): ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar – Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/000127 - Fone: (0XX11) 4750-3200 – Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Flumioxazim Técnico Rainbow – Registro MAPA n° TC16321 - Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area 262737 – Weifang, Shandong – China. Flumioxazin Técnico Binnong - Registro MAPA n° TC16422 - Shandong Binnong Technology Co., Ltd. - N° 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 256600, Shandong – China. Flumioxazin Técnico Proventis - Registro MAPA n° TC14021 - Shangyu Nutrichem Co., Ltd. - No. 9 Weijiu Rd, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area 312369 Zhejiang – China. Flumioxazin Técnico Rotam - Registro MAPA nº TC15022 Lier Chemical Co. Ltd. - Nº 329 South Mianzhou Avenue,The Economic and Technical Development Zone of Mianyang City, Sichuan Province - China. Yifan Biotechnology Group Co. Ltd. - No. 555 Chang’an Road, Huangshi village, Yaoxi Street, Longwan, Wenzhou, Zhejiang, China. Flumyzin Técnico - Registro MAPA nº 06895 Anhui Neotec Co., Ltd. - N° 8, Huayin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Mat, Huaibei City, Anhui Province, China. Sumitomo Chemical Company Ltd. - Ohita Works 2200 - Tsurusaki Ohita-Shi - Ohita - 870-0106, Japão. FMX Técnico - Registro MAPA n° TC16522 - Max (Rudong) Chemicals Co., Ltd. - Yangkou Chemical Industrial Park 226407 Rudong, Jiangsu – China. FORMULADOR: Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basileia, 590 – Manejo, CEP: 27521-210, Resende/RJ - CNPJ Nº 01.789.121/000470Cadastro no estado (INEA/RJ) CTA Nº IN001504. Fulon Chemical Industrial Co., Ltd. - No. 51-10, 9th Neighborhood, Caota, Baojhang Village, Guanyin Disc. Taoyuan City 32851 - Taiwan. Jiangsu Rotam Chemistry Co. Ltd. - Nº 88 Rotam Road ETDZ, Kunshan, Jiangsu, China.

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Lanlix Crop Science Co., Ltd. - No.79, Hsiang Yang Road, Chang Chih Hsiang, Ping Tung Hsien, Taiwan. Rotam CropSciences (Tianjin) Company Limited - Huangshan Road 16#, Modem Industrial Park, Hangu of TEDA, Tianjin, P.R. China. MANIPULADORES: Fersol Indústria e Comércio S.A. - Rod. Pres. Castelo Branco s/n km 68,5, Olhos D'Água, Mairinque/SP - CEP: 18.120970, CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Cadastro no estado (CDA/SP) nº 31. Tagma Brasil Ind. e Comercio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen, 1459 Recanto dos Pássaros - Paulínia - SP CEP: 13148-030 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Cadastro no estado (CDA/SP) n° 477. Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - R. Alberto Guizo, 859, Dist. Industrial João Narezzi - Indaiatuba - SP - CEP: 13347-402 - CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Cadastro no estado (CDA/SP) nº 466.

No do Lote ou da Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL CLASSE IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

JOYA trata-se de herbicida seletivo, não sistêmico para aplicação em pré e pós-emergência, destinado ao controle de plantas infestantes nas culturas de Algodão, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Citros, Eucalipto, Feijão, Milho, Pinus e Soja em solos leve, médio e pesado. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes, antes do plantio da cultura: Dessecação das plantas infestantes em manejo para plantio direto:

PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
ALGODÃOCorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)5201TERRESTRE 150 – 200 AÉREA 30 - 40
Erva-quente (Spermacoce latifolia)

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PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
ALGODÃOPoaia-branca (Richardia brasiliensis)5201TERRESTRE 150 – 200 AÉREA 30 - 40
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. O plantio poderá ser feito no mínimo 7 (sete) dias após a pulverização. O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas.
FEIJÃOCorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)5201TERRESTRE 150 – 250 AÉREA 30 - 40
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Hortelã (Hyptis lophanta)
Picão-preto (Bidens pilosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. Em áreas com histórico de alta infestação das plantas daninhas, recomenda-se utilizar dosagens maiores, pois JOYA tem efeito pré-emergente para essas ervas.
MILHOPoaia-branca (Richardia brasiliensis)8301TERRESTRE 150 – 250 AÉREA 30 - 40
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. Em áreas com histórico de alta infestação das plantas daninhas, recomenda-se utilizar dosagens maiores, pois JOYA tem efeito pré-emergente para essas ervas.

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PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
SOJACorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)42 - 10401TERRESTRE 150 – 200 AÉREA 30 - 40
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Caruru-palmeri (Amaranthus Palmeri)*120
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das plantas daninhas), sempre antes da semeadura. As plantas daninhas devem estar no estádio de 2 a 6 folhas. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas. Em áreas com histórico de alta infestação das plantas daninhas, recomenda-se utilizar dosagens maiores, pois JOYA tem efeito pré-emergente para essas ervas. Recomenda-se que a aplicação para o controle do Amaranthus palmeri seja realizado 7 dias antes do plantio.

(*) Praga Quarentenária Presente Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Aplicação em pós-emergência na pré-colheita, para dessecação da cultura e controle de plantas daninhas:

DOSENº MÁXIMO DEVOLUME DE CALDA
DESSECAÇÃO
produto comercial (g/ha)APLICAÇÕES(L/ha)
Soja (Glycine max)42 - 52 (20 - 25 g/i.a.)01TERRESTRE 150 – 250
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola (Ipomoea nil)

I.A.: Ingrediente Ativo Nota 1: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v. Nota 2: Em áreas com alta infestação de plantas daninhas, fazer aplicação de herbicida dessecante registrado para a cultura, anteriormente à aplicação de JOYA. EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador costal manual, pulverizador tratorizado, munido de bicos adequados, procurando dar cobertura uniforme em todas as partes das plantas infestantes, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento durante a aplicação. Deve-se utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Para pulverização via aérea utilizar barra/bico ou atomizador rotativo micronair, com volume de aplicação entre 30 – 40 L/ha de calda/ha. A altura do voo com barra deve ser de 2 a 3 m acima da cultura e com micronair entre 3 a 4 m acima da cultura. A largura da faixa de deposição efetiva com barra de 15 m e com micronair de 18 a 20 m. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 4 de 19

O tamanho/densidade de gotas sugerido deve alcançar 100 a 200 micras. No caso de barra, sugere-se usar bicos cônicos e para micronair, o número de atomizadores pode variar conforme o tipo do equipamento e tipo da aeronave. Para o ajuste da unidade restritora variável (VRU), pressão e ângulo das pás, seguir a tabela sugerida pela fabricante. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do JOYA em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Limitações de uso: Evitar o uso do JOYA em condições de seca (plantas com deficiência hídrica). Aplicação em pós-emergência com jato dirigido na cultura do Algodão:

PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
ALGODÃOCorda-de-viola (Ipomoea grandifolia)52 - 6201TERRESTRE 150 – 200
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação e as plantas infestantes entre 2 a 6 folhas. Recomenda-se a dose maior para plantas daninhas infestantes em estádio de crescimento mais avançado. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as folhas. Em áreas com histórico de alta infestação de plantas daninhas, recomenda-se utilizar dosagem maior, pois JOYA tem ação pré-emergente para essas ervas. Para plantas infestantes em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior. Fazer 1 (uma) única aplicação quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação.

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EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato leque (da série 110 ou TK), com jato dirigido para as plantas daninhas nas entre linhas de cultivo, procurando dar cobertura uniforme, mantendo sempre o sistema de agitação do pulverizador em funcionamento. Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas da cultura do algodão. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Para o ajuste da pressão, seguir a tabela sugerida pela fabricante. O sistema de agitação deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do JOYA em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Limitações de uso: Evitar o uso do JOYA em condições de seca (plantas com deficiência hídrica). Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas: Dessecação de limpeza em pomares:

PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
CAFÉLeiteira (Euphorbia heterophylla)5201TERRESTRE 150 – 200
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas.
CITROSCaruru-roxo (Amaranthus hybridus)5201TERRESTRE 150 – 250
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas.

Trapoeraba (Commelina benghalensis) ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas da cultura, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas. Nota: É imprescindível a adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% v/v do produto comercial para o bom funcionamento do produto. EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO: Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra, com jato dirigido para as plantas daninhas nas entre linhas de cultivo, procurando dar cobertura uniforme. Utilizar de 150 a 200 litros de volume de R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 6 de 19

calda/ha. Deve-se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando-se barras laterais com asas protetoras para evitar deriva de calda sobre as culturas. Para o ajuste da pressão, seguir a tabela sugerida pela fabricante. O sistema de agitação deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do JOYA em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Limitações de uso: Evitar o uso do JOYA em condições de seca (plantas com deficiência hídrica). Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas infestantes:

PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
CANA-DE- AÇÚCARCapim-colchão (Digitaria horizontalis)156 – 26001TERRESTRE 150 – 200
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Picão-preto (Bidens pilosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o plantio da cana-planta no sistema de plantio convencional, recomenda-se 1 única aplicação após o plantio, antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Usar as menores doses em solos areno-argilosos (médios) e as doses maiores em solos argilosos (pesados).

Nota 1: Para Picão-preto (Bidens pilosa) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), recomenda-se fazer aplicação em condições de baixa infestação. EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO: Fazer pulverização sobre solo uniformemente preparado, sem torrões e livre de cobertura vegetal. Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 a 800 micras. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do JOYA em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Limitações de uso: Não utilizar nenhum tipo de adjuvante e/ou surfactante na calda de aplicação. FITOTOXICIDADE: Quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não ocorre fitotoxicidade. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 7 de 19

Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes e pós-emergência das culturas:

PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
CEBOLAFedegoso (Senna obtusifolia)125 - 18701TERRESTRE 150 – 200
Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Picão-preto (Bidens pilosa)
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação do JOYA em solos médio e argilosos, dois a três dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. Utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios) e argilosos (pesados), sendo que para Fedegoso (Senna obtusifolia) e Nabiça (Raphanus raphanistrum) efetuar o controle somente em solos areno-argilosos (médios).
CITROSApaga-fogo (Alternanthera tenella)167 - 25001TERRESTRE 150 – 200
Beldroega (Portulaca oleracea)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Leiteira (Euphorbia heterophyla)
Maria-pretinha (Solanum americanum)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Picão-preto (Bidens pilosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 1 (uma) aplicação do JOYA em solo leves e pesados, quatro a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. Utilizar o produto somente em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados), sendo que para Beldroega (Portulaca oleracea) e Corda-de- viola (Ipomoea grandifolia) efetuar o controle somente em solos arenosos (leves). Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados).

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PLANTAS INFESTANTESDOSENº MÁXIMO
VOLUME DE CALDA
CULTURANome comumproduto comercialDE
(L/ha)
(Nome científico)(mL/ha)APLICAÇÕES
EUCALIPTO PINUSCapim-colchão (Digitaria horizontalis)125 - 26001TERRESTRE 150 – 200
Beldroega (Portulaca oleracea)
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia)
Fazendeiro (Galinsoga parviflora)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Leiteira (Euphorbia heterophylla)
Maria-pretinha (Solanum americanum)
Nabiça (Raphanus raphanistrum)
Picão-preto (Bidens pilosa)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: utilizar o produto somente em solos arenosos (leves), sendo que para controle de Guanxuma (Sida rhombifolia), Leiteira (Euphorbia heterophylla) e Picão-preto (Bidens pilosa) efetuar controle em solos arenosos (leves) e argilosos (pesados). Eucalipto: Fazer 1 (uma) aplicação do JOYA, cinco a oito dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas. Pinus: Fazer 1 (uma) aplicação do JOYA, um a seis dias após o transplantio das mudas, antes da emergência das plantas daninhas.

Nota 1: Aplicar JOYA sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de pulverização. EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO: Fazer pulverização via terrestre, sobre solo uniformemente preparado, sem torrões e livre de cobertura vegetal. Para as culturas de Eucalipto e Pinus, a aplicação poderá ser feita em faixas (somente nas linhas de plantio) ou em área total. Aplicar com pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado munido de bicos de jato leque (da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 a 800 micras. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. Utilizar de 150 a 200 litros de volume de calda/ha. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação. Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do JOYA em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador, e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 9 de 19

Limitações de uso: Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização, evitando danos às culturas. Consultar o fabricante, caso se deseje semear outros cultivos nas entrelinhas do café (quando aplicação for feita em área total). Após a aplicação de JOYA, aguardar um período mínimo para o plantio das culturas subsequentes, conforme tabela abaixo: CULTURAS PERÍODO MÍNIMO ENTRE APLICAÇÃO E SEMEADURA Soja Sem restrição Milho 14 dias Algodão 21 dias Girassol, Sorgo e Trigo 30 dias Algodão: entre a aplicação de JOYA e a semeadura deverá ter ocorrido precipitação mínima de 25 mm. Não aplicar JOYA após a emergência das culturas do algodão, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja. FITOTOXICIDADE: Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial, caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum tempo não afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Seguindo-se todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser incluído no manejo anual de plantas infestantes. O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. CUIDADOS NA LIMPEZA DO PULVERIZADOR: - Antes de aplicar JOYA, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado. - O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum

CULTURASPERÍODO MÍNIMO ENTRE APLICAÇÃO E SEMEADURA
SojaSem restrição
Milho14 dias
Algodão21 dias
Girassol, Sorgo e Trigo30 dias

resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis. - Antes de aplicar o JOYA, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado. - Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do JOYA, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo. LIMPEZA/LAVAGEM DO PULVERIZADOR: O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda vez que for aplicado JOYA. Imediatamente após o término da aplicação do JOYA, seguir as seguintes etapas para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte): 1. Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha. 2. Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de 1% ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos. Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído a 1%. 3. Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15 minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas na barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que a solução de limpeza R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 10 de 19

passe através do diafragma aberto. Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas. 4. Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3. Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir ao máximo as perdas por deriva e/ou evaporação. OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo. INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURASINTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Algodão100 (Pós-emergência)
Café7 (Pós-emergência)
Cana-de-açúcar180 (Pré-emergência)
Cebola90 (Pré-emergência)
Citros7 (Pós-emergência)
EucaliptoUNA
Feijão7 (Pré-emergência)
Milho80 (Pré-emergência)
PinusUNA
Soja10 (Dessecação)

Pinus UNA Soja 10 (Dessecação) U.N.A. = Uso não alimentar

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 11 de 19

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.gov.br/agricultura/pt-br). GRUPO E HERBICIDA O produto herbicida JOYA é composto por Flumioxazina, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da Protox (Protoporfirinogênio oxidase - PPO), pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão hidrorrepelente com mangas compridas, botas de borracha, avental impermeável, respirador, viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 12 de 19

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICACÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe; óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável; botas de borracha; macacão hidrorrepelente com mangas compridas; luvas de nitrila e respirador. - A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 13 de 19

- Pode ser nocivo se ingerido - Pode ser nocivo em contato com a pele - Nocivo se inalado ATENÇÃO

PRIMEIROS SOCORROS

Procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR JOYA -INFORMAÇÕES MÉDICAS-

Grupo químicoCiclohexenodicarboximida
Classe toxicológicaCategoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaNos estudos toxicocinéticos, a substância foi absorvida extensivamente e rapidamente. A absorção oral foi estimada em mais de 80%. Não houve evidências de acumulação. A excreção da substância foi predominantemente pela via fecal, mas com quantidades apreciáveis excretadas na urina. Na maior dose testada (100 mg/kg de peso vivo) houve um aumento da Flumioxazina inalterada nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastro-intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais metabólitos são derivados de sulfonato nas fezes e álcool de sulfonato e derivados de acetanilida na urina. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxi-sulfo-flumioxazin.
ToxicodinâmicaNão há dados disponíveis para humanos.
Sintomas e sinais clínicosNos estudos de toxicidade aguda, a substância apresenta baixa toxicidade aguda quando administrada por via oral, dérmica ou por inalação em ratos. Não é um irritante para a pele ou para os olhos ou um sensibilizador dérmico. Em estudos de toxicidade oral de curto prazo com ratos, camundongos e cães, os efeitos críticos incluíram anemia em ratos e efeitos de toxicidade hepática em todas as espécies. O rato foi a espécie mais sensível. A substância não mostrou potencial neurotóxico em estudos de neurotoxicidade aguda e a curto prazo em ratos. Com base nos estudos de genotoxicidade disponíveis, é improvável que a substância seja genotóxica.
DiagnósticoNoções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais. Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão.
TratamentoAntídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos. As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.

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TratamentoDescontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. 2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. 3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água. Tratamento sintomático e de manutenção. Antídoto: Não há antídoto específico. Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 – TOXICLIN. Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial).

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 – TOXICLIN. Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial). MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

- DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg. - DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg. - CL50 inalatória em ratos: > 3,73 mg/L. - Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Estudo não apresentou eritema ou edema em nenhum dos animais testados. - Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não foi observado efeitos na íris, conjuntiva e na córnea em nenhum dos animais testados. - Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. - Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Em estudos de longo prazo com ratos e camundongos, os efeitos críticos incluíram anemia e nefropatia crônica em ratos e efeitos de toxicidade hepática em camundongos. O rato foi a espécie mais sensível. A substância não mostrou potencial carcinogênico em ambas as espécies. No estudo de toxicidade de duas gerações, a substância produziu efeitos tóxicos em adultos, com efeitos na aparência clínica, peso corpóreo reduzido e peso reduzido de testículos e epidídimos, cérebro e próstata em doses mais altas do que aquelas que produzem efeitos tóxicos na prole, que são peso reduzido do filhote, natimortos e consequentemente redução de filhotes nascidos vivos. Nos estudos de toxicidade para o desenvolvimento, foram R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 15 de 19

observados efeitos no desenvolvimento em ratos, mas não em coelhos, em níveis de dose em que não foi observada toxicidade nas fêmeas. Os efeitos do desenvolvimento observados em ratos consistiram em aumentos na incidência de defeitos do septo ventricular, costelas onduladas, curvatura da escápula e diminuição da ossificação dos corpos vertebrais sacrococcígeos. Foi verificado que pode não haver relevância em humanos pois foi observado que o mecanismo de toxicidade em ratos apresenta sensibilidade diferente em humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). ☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) ☒ POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV) - Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas. - Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA., Telefone (11) 4750-3200 (horário comercial). Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022. - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros. - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções a seguir: R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 16 de 19

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 17 de 19

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE - As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: - A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 18 de 19

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: - O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS

- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 19 de 19

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Joya registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 32322 · documento de 23/09/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Joya?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Joya e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Joya é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 32322, documento de 23/09/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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