Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 31018
COMPOSIÇÃO
(RS)-2,4´-difluoro-a-(1H-1,2,4-triazol-1il metil)benzidril álcool (FLUTRIAFOL) ................................................500 g/L (50 % m/v) Ingredientes inertes .................................................................................................................................... 641,7 g/L (64,17% m/v)
CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Fungicida, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: triazol TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*) CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone: (51) 3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00 Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS (*)IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO IMPORTADORES ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda – Avenida Sete de Setembro, 4923, 19º Andar, Sala 1901, Bairro Batel, Curitiba, PR, CEP 80240-000, CNPJ Nº 10.409.614/0001-85, Registro do estabelecimento no estado: 003483 – ADAPAR/PR. ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda – Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100, KM 30,5 Módulo 5H, Bairro dos Altos, Barueri, SP, CEP 06421-400, CNPJ Nº 10.409.614/0003-47, Registro do estabelecimento no estado: 4190 – CDA/SP (Comerciante) e 1164 – CDA/SP (Importador). ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda – Rodovia BR-050, KM 185 Galpão 10, Bairro Jardim Santa Clara, Uberaba, MG, CEP 38038-050, CNPJ Nº 10.409.614/0005-09, Registro do estabelecimento no estado: 11975 – IMA/MG. ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda – Rua Projetada, 150, Bairro Distrito Industrial, Cuiabá, MT, CEP 78098970, CNPJ Nº 10.409.614/0004-28, Registro do estabelecimento no estado: 16630 – INDEA/MT. ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda – Rodovia BR 285, 7870, KM 297, Bairro José Alexandre Zachia, Passo Fundo, RS, CEP 99042-890, CNPJ Nº 10.409.614/0006-90, Registro do estabelecimento no estado: 93/17 – SEAPA/RS PRODUTO TÉCNICO: Flutriafol Técnico SV-CropChem - Registro MAPA nº 01417 JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (Unit I) – Nº 28 Chengbei Road, Zhangjiagang, 215600 Jiangsu, China. JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (Unit II) – North Area of Dongsha Chem-Zone 215600 Zhangjiagang, Jiangsu, China. Flutriafol Técnico AS-LOVELAND - Registro MAPA n° 33817 ASTEC LIFESCIENCES LIMITED – B/16-17 M.I.D.C., District Raigad, 402301 Mahad, Maharashtra, Índia. FORMULADORES: • BENGBU BIOAGRILAND FAITHCHEM CO., LTD. – No. 23, Feihezhong Road, Mohekou Industrial Park, Huaishang District, Bengbu City, Anhui Province, China. • JIANGSU CORECHEM CO., LTD. – 18, Shilian Avenue, Huaian City, Jiangsu Province, China. • JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (Unit I). – 28 Chengbei Road, Zhangjiagang, Jiangsu, China. • JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (Unit II). – North Area of Dongsha Chem-Zone, Zhangjiagang, Jiangsu, China. • JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO., LTD – No. 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu, China. • LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO., LTD. – N° A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Jiangsu, China. • NORTOX S.A. - Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86706-430 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR. • PRENTISS QUÍMICA LTDA. – Rodovia PR 423 s/m km 24,5 – Campo Largo – PR – CEP 83603-000 – CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no órgão estadual nº 002669 – ADAPAR/PR. • WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD. – 1 Hedong Road, Xinshi Town, Deqing, Zhejiang, China.
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III Faixa cor azul intenso INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: JARAN 500 SC é um fungicida sistêmico do grupo triazol, suspensão concentrada, que contém 500 g/l do ingrediente ativo flutriafol, utilizado no controle de doenças da parte aérea de culturas agrícolas de abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, algodão, alho, amendoim, anonáceas (atemoia, araticaum, cherimoia, fruta-do-conde, graviola, pinha), aveia, banana, batata, batata-doce, batata-yacon, berinjela, beterraba, cacau, café, canola, cará, centeio, chuchu, cupuaçu, ervilha, feijão, feijão-caupi, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico, guaraná, inhame, kiwi, lentilha, linhaça, maçã, mamão, mandioca, mandioquinha-salsa, manga, maracujá, maxixe, melancia, melão, nabo, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rabanete, romã, soja, tomate, trigo, triticale. DOSES, NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicação Foliar:
| Cultura | Alvo Biológico Nome comum/ Nome científico | Doses | Número de aplicações | Volume de Calda | Época/intervalo de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Abacate | Antracnose do abacateiro Colletotrichum sp. | 250 a 375 mL/ha | 2 | 500 a 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Cercosporiose do abacateiro Pseudocercospora purpúrea | Aplicar no início dos primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias. | ||||
| Cercosporiose do abacateiro Cercospora perseae | |||||
| Abacaxi | Fusariose Fusarium subglutinans | 250 a 375 mL/ha | 2 | 800 a 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Podridão-negra Chalara paradoxa | |||||
| Abóbora | Oídio das cucurbitáceas Erysiphe cichoracearum | 187 a 250 mL/ha | 4 | 400 a 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ocorrer logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar caso necessário com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Oídio das cucurbitáceas Sphaerotheca fuliginea | |||||
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae | A aplicação deve ser preventiva ao aparecimento da doença, sendo realizado aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
| Abobrinha | Oídio das cucurbitáceas Sphaerotheca fuliginea | 187 a 250 mL/ha | 4 | 400 a 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ocorrer logo ao aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicar caso necessário com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae | A aplicação deve ser preventiva ao aparecimento da doença, sendo realizado aplicações com intervalos de 7 dias. |
| Algodão | Ramulária Ramularia areola | 200 a 250 mL/ha | 3 | 200 L/ha | Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir, se necessário, em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença. |
|---|---|---|---|---|---|
| Ramulose Colletotrichum gossypii | 200 a 250 mL/ha | 3 | Terrestre:200 L/ha Aérea: 30 a 50 L/ha | ||
| Alho Cebola Chalota | Antracnose-foliar Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cepae | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 – 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, caso necessário, reaplicar com intervalos entre 14 e 21 dias. |
| Antracnose-da-cebola- branca Colletotrichum dematium f.sp. circinans | Primeira aplicação deve ser preventiva, antes do aparecimento dos sintomas, realizar reaplicações caso necessário, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. | ||||
| Ferrugem Puccinia porri | |||||
| Ferrugem Puccinia ali | |||||
| Anonáceas (graviola, pinha, cherimoia, atemoia, araticum e fruta-do- conde) | Cercosporiose Pseudocercospora annonae-squamosae | 250 a 375 mL/ha | 2 | 500 a 1000 mL/ha | Aplicar ao aparecer os primeiros sintomas, reaplicar com intervalo de 15 dias se necessário. |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. | ||||
| Ferrugem Batistopsora crucisfilii | |||||
| Podridão-seca Lasiodiplodia theobromae | |||||
| Amendoim | Mancha-castanha | 125 a 150 mL/ha | 3 | 400 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Aveia | Ferrugem-da-folha Puccinia coronata var. avenae | 200 a 250 mL/ha | 2 | Terrestre: 200 a 300 L/ha Aérea: 30 a 50 L/ha | A primeira aplicação deve ser feita quando o nível de infecção da ferrugem-da-folha atingir 5%. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. |
| Banana | Sigatoka-amarela Mycosphaerella musicola | 250 a 312 mL/ha | 3 | Terrestre: 15 L de óleo mineral/ha ou 15 L de água + 5 L de óleo mineral/há Aérea: 30 a 50 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente nos períodos de maior incidência da doença, com intervalos de 30 dias. |
| Sigatoka-negra Mycosphaerella fijiensis | 250 a 375 mL/ha | 3 | Iniciar as aplicações preventivamente nos períodos de maior incidência da doença, com intervalos de 14 dias. | ||
| Batata | Pinta-preta Alternaria solani | 200 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | O controle deve ser iniciado no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, a partir do final do desenvolvimento foliar, fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos. Intervalo entre aplicações: 7 dias. |
| Batata-doce | Sarna da Batata-Doce Elsinoe batatas | 187 a 250 mL/ha | 4 |
| Sarna da Batata-Doce Sphaceloma batatas Ferrugem-branca Albugo ipomoeae- panduranae Mancha-foliar-de- Phomopsis Phomopsis ipomoea-batata Mancha-parda Phylosticta batatas | 600 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, antes do aparecimento dos sintomas, realizar reaplicações caso necessário, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Batata-yacon | Pinta-preta Alternaria alternata | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, antes do aparecimento dos sintomas, realizar reaplicações caso necessário, com intervalo entre 15 a 21 dias entre as aplicações. |
| Berinjela | Ferrugem Puccinia sp. | 187 a 250 mL/ha | 4 | 400 a 1000 L/ha | Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, reaplicar com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Antracnose Colletotrichum sp. | |||||
| Mancha-foliar-de- cercospora Cercospora melongena | |||||
| Beterraba | Mancha-de-cercospora Cercospora beticola Mancha-de-phoma Phoma betae Mancha-de-Alternaria Alternaria tenuis Oídio Erysiphe betae Ferrugem Uromyces betae | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, reaplicar com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Cacau | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | 250 a 375 mL/ha | 2 | Terrestre 500 a 1000 L/ha Aéreo 20 a 40 L/há | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Moniliase Moniliophthora roreri | Realizar aplicações com intervalos de 15 dias se necessário. | ||||
| Café | Ferrugem-do- cafeeiro Hemileia vastatrix | 375 a 500 mL/ha | 2 | 500 L/ha | Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir, se necessário, com intervalo de 30 dias, dependendo da evolução da doença. |
| Canola | Mancha-de-alternaria Alternaria brassicae | 125 a 150 mL/ha | 3 | 40 a 300 L/ha | Aplicar de forma preventiva, antes do aparecimento dos sintomas. Reaplicar com intervalos de 15 dias. |
| Canela-preta Leptosphaeria maculans | |||||
| Cará | Queima-das-folhas Curvularia eragrostidis | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Realizar a primeira aplicação assim que aparecerem os sintomas. Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, reaplicar com intervalos de 7 dias entre |
| aplicações. | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Centeio | Ferrugem-do-colmo Puccinia graminis | 187,5 mL/ha | 2 | 200 a 300 L/ha | Realizar a primeira aplicação quando a doença apresentar nível de infecção de 5%, repetir com intervalo de 15 dias. |
| Chuchu | Oídio Podosphaera xanthii | 187 a 250 mL/ha | 4 | 300 a 800 L/ha | Realizar a primeira aplicação assim que aparecerem os sintomas. Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae | 600 a 1000 L/ha | Realizar a primeira aplicação de forma preventiva, reaplicar com intervalos de 7 dias entre aplicações. | |||
| Mancha-zonada-da-folha Leandria momordica | Realizar a primeira aplicação assim que aparecerem os sintomas. Reaplicar com intervalo de 7 dias, se necessário. | ||||
| Cupuaçu | Vassoura-de-bruxa Crinipellis perniciosa | 250 a 375 mL/ha | 2 | 500 a 1000 L/ha | Realizar aplicações com intervalos de 15 dias se necessário. |
| Ervilha | Mancha-de-ascochyta Ascochyta pisi | 125 a 150 mL/ha | 3 | 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ao aparecimento dos sintomas, reaplicar caso necessário com intervalos de 15 dias. |
| Oídio Erysiphe poligoni | Iniciar as aplicações foliares logo ao aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar caso necessário com intervalos de 15 dias. | ||||
| Oídio Oidium erysiphoides | |||||
| Feijão | Mancha angular Phaseoisariopsis griseola | 125 a 150 mL/ha | 3 | 400 L/ha | As aplicações devem ser iniciadas, de maneira preventiva, em torno de 30 dias após a emergência da cultura. Devem ser repetidas a cada 15 dias, de acordo com a pressão da doença e condições climáticas. |
| Feijão-caupi | Mancha-de-cercospora Cercospora canescens | 125 a 150 mL/ha | 3 | 400 L/ha | Realizar a primeira aplicação logo que aparecerem os primeiros sintomas. Reaplicar, caso necessário, em intervalos de 15 dias. |
| Cercosporiose Pseudocercospora cruenta | |||||
| Oídio Erysiphe polygoni | |||||
| Oídio Oidium sp. | |||||
| Gengibre | Mancha-de-phyllosticta Phyllosticta zingiberi | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Realizar as aplicações de forma preventiva, antes do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar em intervalos de 15 dias. |
| Gergelim | Mancha-de-alternaria Alternaria sesami | 125 a 150 mL/ha | 3 | 600 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 15 dias entre aplicações. |
| Cercosporiose Cercospora sesami Oídio Sphaerotheca fuliginea Oídio | Assim que surgirem os primeiros sintomas, realizar a aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalos de 15 dias entre |
| Oidium erysiphoides | aplicações. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Girassol | Mancha-de-alternaria Alternaria spp. | 125 a 150 mL/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 15 dias entre aplicações. |
| Ferrugem Puccinia helianthi | |||||
| Oídio Erysiphe cichoracearum | Assim que surgirem os primeiros sintomas, realizar a aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalos de 15 dias entre aplicações. | ||||
| Mancha-cinzenta-da- haste Phomopsis helianthi | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 15 dias entre aplicações. | ||||
| Grão-de-bico | Queima-de-ascochyta Ascochyta rabiei | 125 a 150 mL/ha | 3 | 300 a 600 L/há | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 15 dias entre aplicações. |
| Guaraná | Antracnose do guaraná Colletotrichum guaranicola | 250 a 375 mL/ha | 2 | 300 a 600 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Inhame | Queima-das-folhas Curvularia eragrostidis | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | |||||
| Jiló | Antracnose-dos-frutos Colletotrichum gloeosporioides | 187 a 250 mL/ha | 4 | 400 a 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. |
| Kiwi | Mofo-cinzento Botrytis cinérea | 250 a 375 mL/ha | 2 | 400 a 1000 L/ha | Realizar aplicações com intervalos de 15 dias se necessário. |
| Mancha foliar Phomopsis sp. | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. | ||||
| Mancha foliar Glomerella cingulata | |||||
| Mancha foliar Alternaria alternata | |||||
| Mancha foliar Pestalotiopsis sp. | |||||
| Lentilha | Mancha de Ascochyta Ascochyta lentis | 125 a 150 mL/ha | 3 | 200 a 400 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 15 dias entre aplicações. |
| Antracnose da lentilha Colletotrichum truncatum | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. | ||||
| Linhaça | Antracnose Colletotrichum lini | 125 a 150 mL/ha | 3 | 200 a 400 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 15 dias se for necessário. |
| Ferrugem do Linho | Realizar as primeiras aplicações |
| Melampsora lini | de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 15 dias entre aplicações. | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Maçã | Sarna-da-macieira Venturia inaequalis | 7,5 mL/100 L de água | 4 | 1000 L/ha | Aplicar no início da floração, de modo preventivo ou logo após o início dos primeiros sintomas. Intervalo entre aplicações: 15 dias. |
| Mamão | Varíola Asperisporium caricae | 250 a 375 mL/ha | 2 | 0,2 L/planta | Aplicar no início da frutificação, de maneira preventiva, ou logo após o início dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulverização para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, realizar segunda aplicação após 15 dias. |
| Podridão-da-haste-do- mamoeiro Lasiodiplodia thebromae | Aplicação foliar. Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. | ||||
| Oídio Oidium caricae | Aplicação foliar. Realizar a primeira aplicação quando surgirem os primeiros sintomas, caso necessário, reaplicar novamente após 15 dias. | ||||
| Oídio Ovulariopsis papayae | |||||
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | Aplicação foliar. Realizar a primeira aplicação antes do aparecimento dos sintomas, aplicar novamente caso necessário após 15 dias. | ||||
| Mandioca | Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Oídio Oidium manihotis Ferrugem Uromyces manihotis | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. | ||||
| Assim que surgirem os primeiros sintomas, realizar a aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias entre aplicações. | |||||
| Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 7 dias entre aplicações. | |||||
| Mandioquinha- salsa | Mancha das folhas Septoria sp. | 187 a 250 mL/ha | 4 |
| Mancha das folhas Colletotrichum sp. Mancha das folhas Alternaria sp. Oídio Leveillula taurica | 600 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 7 dias entre aplicações. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Manga | Oídio Oidium mangiferae | 250 a 375 mL/ha | 2 | 1000 a 2000 L/ha | Aplicação foliar. Realizar a primeira aplicação assim que aparecerem os sintomas. Reaplicar com intervalo de 15 dias, se necessário. |
| Antracnose Glomerella cingulata | 250 a 375 mL/ha | 2 | 1000 a 2000 L/ha | Aplicação foliar. Realizar a primeira aplicação antes do aparecimento dos sintomas, aplicar novamente caso necessário após 15 dias. | |
| Maracujá | Antracnose Colletotrichum gloeosporoides | 250 a 375 mL/ha | 2 | 500 L/ha | Aplicação foliar. Aplicar antes dos primeiros sintomas. Caso necessário reaplicar com intervalo de 15 dias. |
| Mancha-de-cercospora Pseudocercospora passiflorae | Aplicação foliar. Aplicar nos primeiros sintomas. Caso necessário reaplicar com intervalo de 15 dias. | ||||
| Verrugose Cladosporium cladosporioides | Aplicação foliar. Reaplicar com intervalo de 15 dias se necessário. | ||||
| Maxixe | Mancha-de-Mirotécio Myrothecium roridum | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Assim que surgirem os primeiros sintomas, realizar a aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Melancia | Oídio Sphaerotheca fuliginea | 20 a 40 mL/100L de água | 3 | 1000 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Melão | Oídio Sphaerotheca fuliginea | 20 a 40 mL/ 100 L d´água | 4 | 1000 L/ha | Iniciar as aplicações 28 dias após a emergência da cultura. Aplicar a dose menor antes do início dos primeiros sintomas e a maior quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir dos primeiros sintomas da doença. |
| Nabo | Mancha-de-alternaria Alternaria spp. | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. |
| Pepino | Oídio Erysiphe cichoracearum | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 a 1000 L/ha | Assim que surgirem os primeiros sintomas, realizar a aplicação, caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Oídio Spharotheca fuliginea Antracnose Colletotrichum gloeosporioides f.sp. cucurbitae Mancha-de-alternaria Alternaria cucumerina | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. | ||||
| Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Pimenta | Antracnose Colletotrichum sp. | 187 a 250 mL/ha | 4 | 300 a 800 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. |
|---|---|---|---|---|---|
| Pimentão | Antracnose Colletotrichum sp. | 187 a 250 mL/ha | 4 | 800 a 1000 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. |
| Quiabo | Oídio Erysiphe cichoracearum | 187 a 250 mL/ha | 4 | 300 a 800 L/ha | Primeira aplicação deve ser preventiva, reaplicar com intervalo de 7 dias se for necessário. |
| Cercosporiose do Quiabeiro Cercospora hibiscina | |||||
| Rabanete | Alternariose Alternaria spp. | 187 a 250 mL/ha | 4 | 600 L/ha | Realizar as primeiras aplicações de modo preventivo antes dos sintomas, ou assim que aparecerem os primeiros sintomas da doença. Reaplicar, caso necessário, com intervalos de 7 dias entre aplicações. |
| Romã | Coração Negro Alternaria sp | 250 mL/ha | 2 | 800 a 1000 L/ha | Aplicação foliar. Caso necessário, reaplicar com intervalo de 15 dias. |
| Mancha-de-alternaria Alternaria alternata | |||||
| Sarna Sphaceloma punicae | |||||
| Cercosporiose do Romã Pseudocercospora punicae | Aplicação foliar. Aplicar logo assim que surgirem os primeiros sintomas. Repetir se necessário com intervalos de 15 dias. | ||||
| Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | Aplicação foliar. Aplicar preventivamente antes de aparecerem os primeiros sintomas. Reaplicar caso necessário com intervalos de 15 dias. | ||||
| Soja | Oídio Microsphaera diffusa | 100 a 150 mL/ha | 2 | 200 L/ha | A primeira aplicação deverá ser feita quando o índice de infecção foliar estiver entre 20 a 30%. A segunda aplicação deverá ocorrer num intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança de aplicação. |
| Crestamento-foliar Cercospora kikuchii | 200 a 250 mL/ha | 1 | 200 L/ha | Realizar uma única aplicação quando a cultura atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das Vagens (R.5.1). | |
| Mancha-parda Septoria glycines | 200 a 250 mL/ha | 1 | 200 L/ha | ||
| Tomate | Pinta-preta Alternaria solani | 200 a 250 mL/ha | 4 | 1000 l/ha | Realizar o controle no início do florescimento, quando aparecerem os primeiros sintomas. Intervalo entre aplicações: 7 dias. |
| Trigo | Podridão-comum-da-raiz, | 250 mL/ha | 2 |
| Helminthosporiose Bipolaris sorokiniana | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 30 a 50 L/ha | A primeira aplicação deve ser realizada quando qualquer uma das doenças apresentar os níveis de infecção: Helmintosporiose 5%; Ferrugem-da-folha 5%; Oídio 0- 20%. A segunda aplicação deve ser realizada 15 dias após a primeira. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Ferrugem-da-folha Puccinia triticina | 187 mL/ha | ||||
| Oídio, Cinza Blumeria graminis f.sp. tritici | |||||
| Triticale | Ferrugem Puccinia hordei | 187 mL/ha | 2 | 200 a 300 L/ha | Realizar a primeira aplicação quando a ferrugem apresentar nível de infecção de 5%, repetir se necessário no intervalo de 15 dias. |
Realizar a primeira aplicação quando a ferrugem apresentar nível de infecção de 5%, repetir se necessário no intervalo de 15 dias. Outras modalidades de aplicação:
| Cultura/Modalidade | Alvo Biológico Nome comum/ Nome científico | Doses | Número de aplicações | Época/intervalo de aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Banana Aplicação localizada (via axila) | Sigatoka-negra Mycosphaerella fijensis | 0,5 mL/planta | 1 | Aplicar via axila da 2ª folha. Realizar uma única aplicação. Alternar com fungicidas de outros grupos. |
| Café Aplicação via solo (“drench”) | Ferrugem-do-cafeeiro Hemileia vastatrix | 875 a 1375 mL/ha | 1 | Uma única aplicação, sem diluição, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55). |
| MAÇÃ Aplicação via solo (“drench”) | Sarna-da-macieira (Venturia inaequalis) | 0,5 mL/planta | 1 | Diluir em calda de 50 mL/ha e aplicar em jato dirigido sobre o solo junto à base da planta. |
Tratamento de sementes
| Cultura | Alvo Biológico Nome comum / científico | Doses produto comercial | Número e época de aplicação |
|---|---|---|---|
| Aveia | Helmintosporiose Drechslera avenae | 15 – 20 mL/100kg de sementes | As sementes após o tratamento devem ser utilizadas exclusivamente para a semeadura. É proibido o uso para consumo humano ou animal, bem como extração de óleo. Agitar o produto antes de usar Fazer o tratamento uma única vez, de preferência próximo a semeadura. Diluir a dose em calda de 500mL por 100kg de sementes, em recipiente adequado para o volume, antes de aplicar nas sementes. Realizar a mistura da calda nas sementes, utilizando equipamento para este fim, até que as sementes estejam completamente cobertas. Fazer o tratamento de sementes em um local arejado e específico para esse fim. Não realizar o tratamento diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras. Secar as sementes tratadas à sombra, em local adequado. Não deixar sementes tratadas expostas na superfície do solo. Semear em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme. Doses por área em relação à densidade de plantio: Aveia: 100 kg/ha – 15 a 20 ml/ha Cevada: 150 kg/há – 22,5 a 30 ml/ha Trigo: 120 kg/há – 18 a 24 ml/ha |
| Mancha-de-Alternaria Alternaria alternata | |||
| Cevada | Mancha-reticular Drechslera teres | 15 – 20 mL/100kg de sementes | |
| Mancha-de-Alternaria Alternaria alternata | |||
| Trigo | Helmintosporiose Bipolaris sorokiniana | 15 – 20 mL/100kg de sementes | |
| Mancha-de-Alternaria Alternaria tenuis | |||
| Oídio Erysiphe graminis |
Banana - aplicação localizada: o produto deverá ser depositado na axila da folha nº2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo). Café – aplicação localizada: pulverizar o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a proteção da copa.
MODO DE APLICAÇÃO
JARAN 500 SC pode ser aplicado por via terrestre (pulverizadores manuais, tratorizados e com pistola para aplicação via axila na banana) e por via aérea nas culturas de Algodão, Aveia, Banana, Cacau e Trigo e pode ser aplicado para tratamento de sementes nas culturas de aveia, cevada e trigo. Para o tratamento de sementes utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme do produto sobre as sementes. Utilize os EPIs recomendados no item “PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES” durante toda a operação de tratamento de sementes. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura da parte aérea da cultura e do solo, quando for o caso. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: APLICAÇÃO TERRESTRE Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. • As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. APLICAÇÃO AÉREA A aplicação aérea é recomendada para as culturas de Algodão, Aveia, Banana, Cacau e Trigo. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 50L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: • Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. • Umidade relativa do ar acima de 50%. • Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. • As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
TRATAMENTO DE SEMENTES
Tambores Rotativos e Betoneiras: colocar uma quantidade de sementes com peso conhecido no interior do equipamento e adicionar a dose indicada do produto, agitando até se obter a perfeita cobertura das sementes. O tempo da mistura (agitação) é variável em função de cada equipamento e da quantidade de sementes, mas deve ser suficiente para que todo o produto cubra uniformemente as sementes. Atentar para que no final do tratamento não haja sobra de produto no fundo do equipamento utilizado. Equipamentos para tratamento de sementes com fluxo contínuo: Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo e regular a dose do produto desejada para este peso de sementes no mesmo período de tempo. É importante aferir, periodicamente, o fluxo de sementes e de produto a fim de evitar erros na aplicação. Manutenção dos equipamentos de tratamento das sementes: a) Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda/produto para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme. b) Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras). c) Para obter o controle desejado, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes. Importante: manter a calda/produto em agitação constante para evitar decantação. d) Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem diminuir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes. e) descrito no item “PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES”. f) A aplicação do produto com equipamentos desregulados ou inadequados podem resultar em cobertura desuniforme das sementes com consequente redução no controle das doenças. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. INTERVALOS DE SEGURANÇA:
| Abacate | Foliar | 07 Dias |
|---|---|---|
| Abacaxi | Foliar | 07 Dias |
| Abóbora | Foliar | 07 Dias |
| Abobrinha | Foliar | 07 Dias |
| Algodão | Foliar | 21 Dias |
| Alho | Foliar | 14 Dias |
| Amendoim | Foliar | 14 Dias |
| Araticum | Foliar | 07 Dias |
| Atemoia | Foliar | 07 Dias |
| Aveia | Foliar | 14 Dias |
| Aveia | Tratamento de Sementes | Não Determinado Devido a Modalidade de emprego |
| Banana | Foliar | 03 Dias |
| Banana | Axila | 60 Dias |
| Batata | Foliar | 14 Dias |
| Batata-doce | Foliar | 14 Dias |
| Batata-yacon | Foliar | 14 Dias |
| Berinjela | Foliar | 07 Dias |
| Beterraba | Foliar | 14 Dias |
| Cacau | Foliar | 07 Dias |
| Café | Foliar | 30 Dias |
| Café | Solo | 120 Dias |
| Canola | Foliar | 14 Dias |
| Cará | Foliar | 14 Dias |
| Cebola | Foliar | 14 Dias |
| Centeio | Foliar | 20 Dias |
| Cevada | Tratamento de Sementes | Não Determinado Devido a Modalidade de emprego |
| Chalota | Foliar | 14 Dias |
| Cherimoia | Foliar | 07 Dias |
| Chuchu | Foliar | 07 Dias |
| Cupuaçu | Foliar | 07 Dias |
| Ervilha | Foliar | 14 Dias |
| Feijão | Foliar | 14 Dias |
| Feijão-caupi | Foliar | 14 Dias |
| Fruta-do-conde | Foliar | 07 Dias |
| Gengibre | Foliar | 14 Dias |
| Gergelim | Foliar | 14 Dias |
| Girassol | Foliar | 14 Dias |
| Grão-de-bico | Foliar | 14 Dias |
| Graviola | Foliar | 07 Dias |
| Guaraná | Foliar | 07 Dias |
| Inhame | Foliar | 14 Dias |
| Jiló | Foliar | 07 Dias |
| Kiwi | Foliar | 07 Dias |
| Lentilha | Foliar | 14 Dias |
| Linhaça | Foliar | 14 Dias |
| Maçã | Foliar | 14 Dias |
|---|---|---|
| Maçã | Solo | 50 Dias |
| Mamão | Foliar | 07 Dias |
| Mandioca | Foliar | 14 Dias |
| Mandioquinha-salsa | Foliar | 14 Dias |
| Manga | Foliar | 07 Dias |
| Maracujá | Foliar | 07 Dias |
| Maxixe | Foliar | 07 Dias |
| Melancia | Foliar | 10 Dias |
| Melão | Foliar | 10 Dias |
| Nabo | Foliar | 14 Dias |
| Pepino | Foliar | 07 Dias |
| Pimenta | Foliar | 07 Dias |
| Pimentão | Foliar | 07 Dias |
| Pinha | Foliar | 07 Dias |
| Quiabo | Foliar | 07 Dias |
| Rabanete | Foliar | 14 Dias |
| Romã | Foliar | 07 Dias |
| Soja | Foliar | 28 Dias |
| Tomate | Foliar | 07 Dias |
| Trigo | Foliar | 20 Dias |
| Trigo | Tratamento de Sementes | Não Determinado Devido a Modalidade de emprego |
| Triticale | Foliar | 20 Dias |
Triticale Foliar 20 Dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
− Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. − Mantenha afastado das áreas e aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. − Havendo necessidade de reentrada na área antes de 24 horas, utilizar macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha e chapéu impermeável de abas largas.
LIMITAÇÕES DE USO
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. • Utilizar o produto apenas nas doses recomendadas e culturas indicadas. • Todo equipamento usado para aplicar o JARAN 500 SC deve ser descontaminado antes de outro uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide modo de aplicação DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS: O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações: • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do GRUPO G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível; • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). FUNGICIDA O produto fungicida JARAN 500 SC é composto por FLUTRIAFOL, que apresenta mecanismo de ação C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
| GRUPO | FUNGICIDA | |||
|---|---|---|---|---|
| G1 |
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Indivdual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira. PRECAUÇÕES PARA O TRATAMENTO DE SEMENTES: − Evite ao máximo possível o contato com as sementes tratadas; − Aplique o produto somente nas doses recomendadas; − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiverem sendo tratadas as sementes, ou após a aplicação; − Utilize adequadamente todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados nas atividades que envolvam o tratamento das sementes; − Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Orienta-se ainda que recomendação adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela unidade de tratamento de sementes em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita) − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
| PERIGO | 1° Pode ser nocivo se ingerido 2° Pode ser nocivo em contato com a pele 3° Tóxico se inalado | |||
|---|---|---|---|---|
| PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. |
- INTOXICAÇÕES POR JARAN 500 SC-
| Grupo químico | Triazol |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Não há informações disponíveis em humanos. Em estudos in vitro com pele humana e de ratos, a absorção dérmica foi limitada quando aplicado o flutriafol sem diluição (0,3 e 2,3% , respectivamente), no entanto, houve aumento da absorção com o aumento da diluição desta substância (na diluição de 0,025 g/L, a absorção foi de 46 e 56% na pele humana e de ratos, respectivamente). Em estudo in vivo, em ratos, a absorção dérmica foi de 1% para a substância pura e 12% para a dose mais diluída (0,025 g/L). A absorção gastrointestinal do flutriafol foi rápida e extensiva (>90%) em ratos. Foi amplamente distribuído, com os níveis mais altos sendo detectados no sangue (com extensa ligação com os eritrócitos). Após administração oral em ratos, o flutriafol foi extensivamente biotransformado, e somente traços do composto inalterado foi encontrado nas excretas. A biotransformação aconteceu, inicialmente, pela oxidação do anel 2-fluorofenílico seguida de conjugação. Nas doses mais baixas, os metabólitos do flutriafol foram rapidamente excretados principalmente através da bile (60-80%), mas também através da urina (10-25%) e fezes (<10%). Foi observada evidência de circulação enterro-hepática. Nas maiores doses, houve indício de saturação da absorção/excreção com base na recuperação de 80-90% da dose após 72 horas. Não houve evidências de bioacumulação do flutriafol ou de seus metabólitos no organismo sendo que, após sete dias, menos de 1% da dose administrada permaneceu no organismo. |
| Mecanismos de toxicidade | Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do flutriafol em humanos nem em outras espécies de mamíferos. |
| Sintomas e sinais clínicos | O produto apresenta baixa toxicidade pelas vias oral, dérmica e inalatória. Em contato com os olhos e com a pele, pode causar irritação (ardência e vermelhidão). Se inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz e da boca. A ingestão de grandes quantidades pode causar irritação do trato gastrointestinal, manifestada por náusea, vômito e dor abdominal. Em animais de experimentação, a exposição repetida, por via oral, a grandes quantidades de flutriafol causou hepatotoxicidade e alterações nos parâmetros sanguíneos, consistente com anemia microcítica leve. O flutriafol é suspeito de causar efeitos sobre o desenvolvimento pré-natal com base em estudos em animais. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Exposição Oral: - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico. - Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. - Carvão ativado: avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a ingestão de grande quantidade produto. Neste caso, considerar após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida. - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial). - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas. Exposição Inalatória: - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. |
|---|---|
| Contra-indicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
| Efeitos sinérgicos | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS |
| Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS) | |
| Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300 |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Os mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol foram estudados em animais de laboratório, através do uso de produto radiomarcado. O produto foi rapidamente absorvido e excretado. A excreção do produto foi predominantemente efetuada pelas fezes e urina e foi rápida em ambos os sexos. A quantidade eliminada da dose administrada em 48 horas, nos ratos machos foi de 40-50% excretada na urina e 46-58% nas fezes, enquanto nos ratos fêmeas, 46-60% da dose foi eliminada na urina e 37-51% nas fezes. Não houve diferença pronunciada entre os sexos. Após sete dias, abaixo de 1% da dose administrada estava presente. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • DL50 oral (ratos): > 2.000 mg/kg • DL50 dérmica (ratos): > 2.000 mg/kg • CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): >0,770 mg/L/4 horas (máxima concentração atingível na atmosfera da câmara). • Irritação Dérmica (coelhos): Não irritante. A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não apresentou sinais clínicos de irritação dérmica durante o período de avaliação, e o teste foi concluído na leitura de 72 horas. • Irritação Ocular (coelhos): A substância teste aplicada no olho dos coelhos causou. irite nos três animais na avaliação de 1 hora; hiperemia e presença de secreção nos três nas avaliações de 1 e 24 horas e quemose em um animal na avaliação de 1 hora. Houve regressão das reações oculares na avaliação de 48 horas finalizando o estudo após a avaliação de 72 horas. • Sensibilização cutânea: Não sensibilizante. Efeitos crônicos: Estudos de 90 dias com ratos, com flutriafol, na dose de 100 mg/kg, verificou-se que os mesmos apresentaram diminuição no peso corpóreo e redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada à mudanças utra-estruturais e dos níveis enzimáticos do fígado. Notou-se além disso, alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros hematológicos. NOEL 90 dias para ratos: 1 mg/kg/dia. Em cães (estudo de 90 dias na dose de 15 mg/kg) verificou-se redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepática e da fosfatase alcalina do plasma. NOEL 90 dias para cães: 5 mg/kg/dia. NOEL 2 anos para camundongos: 1,5 mg/kg/dia NOEL 2 anos para ratos: 1 mg/kg/dia
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é • Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. • Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. • Não utilize equipamentos com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência: (51)3342-1300. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: Restrição de uso no Estado do Paraná para Ramulose (Colletotrichum gossypii) em algodão e cultura da aveia. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300