Bula oficial · registro MAPA nº 30224

Bula do Imidacloprido 700 WG Hailir

Bula completa do Imidacloprido 700 WG Hailir (registro MAPA nº 30224), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: imidacloprido.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 19 páginas no PDF.

Hailir/059/25 (06/06/2025) IMIDACLOPRIDO 700 WG HAILIR Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 30224.

COMPOSIÇÃO

1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine (IMIDACLOPRIDO)..............................................................................................................700 g/Kg (70% m/m) Outros Ingredientes.............................................................................................................300 g/Kg (30% m/m) GRUPO 4A INSETICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Inseticida sistêmico que age por contato e ingestão. GRUPO QUIMICO: Neonicotinoide. TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG) TITULAR DO REGISTRO (*): Hailir Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. Rua Barão do Triunfo, 612, sala 903, Brooklin Paulista, CEP 04602-002, São Paulo/SP CNPJ: 45.407.704/0001-11, Fone: (11) 5535-1472 Registro CDA/SP n° 4406 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Imidacloprid Técnico Agroqualita SNB – Registro MAPA n° 24817 Hebei Veyong Bio-Chemical Co., Ltd. – N° 393, East Heping Road, 050031, Shijiazhuang, Hebei, China. Hebei Veyong Bio-Chemical Co., Ltd. – 6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park, Shijiazhuang, Hebei, China. Imidacloprido Técnico Hailir – Registro MAPA n° 40318 Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. – Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China. FORMULADOR: Qingdao Audis Bio-Tech Co., Ltd. – Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, Shadong, China. Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. – Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang, Shandong, China. Sipcam Nichino Brasil S.A. – Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP 38044-755, Uberaba/MG – CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro IMA/MG n° 2.972. IMPORTADOR: Agrilean Inputs S.A. Rua Área Rural, Km 207, Lote 04, Armazém 01, s/n°, Área Rural de Luís Eduardo Magalhães, CEP 47865899, Luís Eduardo Magalhães/BA – CNPJ: 47.983.211/002-36 – Registro ADAB/BA n°145723; Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, 5788, Zona Rural, CEP 78098-970, Cuiabá/MT – CNPJ: 47.983.211/0003-17 – Registro INDEA/MT n°33070; Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, 11100, Jardim Maria Cristina, CEP 06421-400, Barueri/SP – CNPJ: 47.983.211/0004-06 – Registro CDA/SP n° 4378.

Amaggi Exportação e Importação Ltda. Rodovia BR 364, Km 20, s/n°, Zona Rural, CEP 78890-000, Cuiabá/MT, CNPJ: 77.294.254/0050-72, Registro INDEA/MT n° 20435; Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, CEP 78098-970, Sorriso/MT, CNPJ: 77.294.254/0077-92, Registro INDEA/MT n° 22956; Rodovia PA 125, JK, CEP 68628-557, Paragominas/PA, CNPJ: 77.294.254/0083-30, Registro ADEPARA/PA n° 15.625.483-2. BRA Defensivos Agrícolas Ltda. – Rua São José, 550, Centro, CEP 13400-330, Piracicaba/SP – CNPJ: 07.057.944/0001-44 – Registro CDA/SP n° 879. CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda. Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, lote 6, Parque Industrial, CEP 85877-000, São Miguel do Iguaçu/PR – CNPJ: 18.858.234/0001-30 – Registro ADAPAR/PR n° 004001; Rod. BR 020, Km 207, s/n°, Armazém 01, sala 01, Módulo F, Alto da Lagoa, CEP 47850-000, Luís Eduardo Magalhães/BA – CNPJ: 18.858.234/0004-82 – Registro ADAB/BA n° 102518; Via Expressa Anel Viário s/n°, Quadra Área, Lote 05 B, Galpão 02, Módulo C, Jardim Paraíso Acréscimo, CEP 74984-321, Aparecida de Goiânia/GO – CNPJ: 18.858.234/0006-44 – Registro AGRODEFESA/GO n° 2183/2018; Rod. BR 230, Km 411,5, s/n°, Sala 03, Zona Rural, CEP 65800-000, Balsas/MA – CNPJ: 18.858.234/000563 – Registro AGED/MA n° 757; Rua I, n° 557, Setor A, Módulo 2, Galpão Argal, Sala 03, Distrito Industrial, CEP 78098-350, Cuiabá/MT – CNPJ: 18.858.234/0003-00 – Registro INDEA/MT n° 29565; Rua Adolfo Zieppe Filho, s/n°, Quadra 17, Setor 13, Anexo 1, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, CEP 99500-000, Carazinho/RS – CNPJ: 18.858.234/0007-25 – Registro SEAPA/RS n° 79/20; Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 11.100, Km 30,5, P.36, Módulo 4N, Jardim Maria Cristina, CEP 06.421-300, Barueri/SP – CNPJ 18.858.234/0008-06 – Registro CDA/SP n° 4300; Rodovia BR-050, Km 185, Galpão 25, Jardim Santa Clara, CEP 38038-050, Uberaba/MG – CNPJ: 18.858.234/010-20 – Registro IMA/MG n° 16.049; Rodovia MS 156, Km 7,5, s/n°, Lado esquerdo, CEP 79849-899, Dourados/MS – CNPJ: 18.858.234/000997 – Registro IAGRO/MS n° 1935/2023-R; Rodovia BR 101, n° 2318, Km 106, Sala B003, São Cristóvão, CEP 88385-000, Penha/SC – CNPJ: 18.858.234/0011-01 – Registro CIDASC/SC n° 4570. DKBR Trading S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 – Cond. Torre Siena, Andar 17, Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano, CEP 86050-460, Londrina/PR – CNPJ: 33.744.380/0001-28 – Registro ADAPAR/PR n° 1007743; Avenida Miguel Sutil, 6559, Alvorada, CEP 78048-000, Cuiabá/MT – CNPJ: 33.744.380/0002-09 – Registro INDEA/MT n° 22058; Rodovia SPA 008/457, s/n°, Zona Rural, CEP 19640-000, Iepê/SP – CNPJ: 33.744.380/0003-90 – Registro CDA/SP n° 4303. Fiagril Ltda. – Avenida da Produção n° 2204-W, Quadra 14, Lote 11ª, Sala 1, Parque das Emas, CEP 78455000, Lucas do Rio Verde/MT – CNPJ: 02.734.023/0013-99 – Registro INDEA/MT n° 28047. Perterra Insumos Agropecuários S.A. Av. Dr. Cardoso de Melo, n° 1470, salas 1005-1006, Vila Olímpia, CEP 04548-005, São Paulo/SP – CNPJ: 33.824.613/0001-00 – Registro CDA/SP n° 4206; Rodovia PR 090, 5695, Km 5, Armaz. 1, Parque Industrial Nenê Favoretto, CEP 86200-000, Ibiporã/PR – CNPJ: 33.824.613/0003-64 – Registro ADAPAR/PR n° 1008263; Rua Projetada n° 150, Armaz. 1W, Distrito Industrial, Área Rural, CEP 78099-899, Cuiabá/MT – CNPJ: 33.824.613/0004-45 – Registro INDEA/MT n° 33970. Solus do Brasil Ltda. Rodovia BR-376, n° 1441, sala S5 e S6, Parque Industrial Zona Oeste II, CEP 86800-762, Apucarana/PR – CNPJ: 21.203.489/0001-79 – Registro ADAPAR/PR n°1007610;

Rod. Gov. Leonel de Moura Brizola, s/n°, sala 08, Boa Vista, CEP 99500-000, Carazinho/RS – CNPJ: 21.203.489/0002-50 – Registro SEAPA/RS n° 10/20; Av. dos Canários, n° 416S, sala 01, lote 01, Comercial José Aparecido Ribeiro, CEP 78450-000, Nova Mutum/MT – CNPJ: 21.203.489/0003-30 – Registro INDEA/MT n° 29244; Rua Durvalino Binato, n° 535, quadra 267, lote 024, Jardim Aeroporto, CEP 19813-170, Assis/SP – CNPJ: 21.203.489/0004-11 – Registro CDA/SP n° 4427; Av. A, n° 01, quadra A, lote 1-A/2 – A, Distrito Industrial, CEP 65800-000, Balsas/MA – CNPJ: 21.203.489/0009-60 – Registro AGED/MA n° 1191; Rodovia BR-050, s/n°, Km 185, Galpão 01, Sala 9-B, Jardim Santa Clara, CEP 38038-050, Uberaba/MG – CNPJ: 21.203.489/0010-60 – Registro IMA/MG n°7829948.

Nº do Lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

OS EM SEU PODER. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previso no art. 4° do Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010.)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul - PMS Blue 293 C

INSTRUÇÕES DE USO

Imidacloprido 700 WG Hailir é um inseticida sistêmico que age por contato e ingestão, recomendado para as culturas e alvos abaixo relacionados. Este produto é tóxicos para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidade cabíveis e sem prejuízos de outras responsabilidades.

CULTURAS; PRAGAS; DOSES; NÚMERO, ÉPOCA E INTERNVALO DE APLICAÇÃO:

PRAGAS
MODO DENÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURASNome comumDOSES
APLICAÇÃOAPLICAÇÃO
Nome científico
ALFACEBandeja de mudasMosca-branca Bemisia tabaci raça B300 g/haEm bandejas ainda no viveiro de mudas, aplicar em torno de 24 horas antes do transplante definitivo para o campo. Realizar a colheita antes do florescimento. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. N° máximo de aplicações: 1 Volume de calda: 250 mL / bandeja de 200 alvéolos.
Pulgão Dactynotus sonchi
BRÓCOLIS e REPOLHO“Drench” (Esguicho)Mosca-branca Bemisia tabaci raça B300 g/haA aplicação deve ser realizada a partir do início do desenvolvimento vegetativo, antes do período de inflorescência e florescimento, no colo das plantas, logo após o transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. N° máximo de aplicações: 1 Volume de calda: 10 - 15 mL/planta
Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicae200 g/ha
CANA-DE- AÇÚCARJato Dirigido no sulco do plantioCupim Heterotermes tenuis400 g/haAplicar na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga ou em áreas com histórico de ocorrência. N° máximo de aplicações: 1 Volume de calda: 150 – 200 L/ha
CEBOLAJato DirigidoTripes Thrips tabaci100 g/haIniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local onde se encontra a praga abrigada. Assegurar penetre nas bainhas das folhas. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. N° máximo de aplicações: 4. Intervalo de aplicação: 7 dias. Volume de calda: 300 – 800 L/ha.
COUVE“Drench” (Esguicho)Mosca-branca Bemisia tabaci raça B200 g/haA aplicação deve ser realizada ao colo das plantas o transplante das mudas no campo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes.
Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicaeRealizar a colheita antes do florescimento. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 10 – 15 mL/planta
COUVE-FLOR“Drench” (Esguicho)Mosca-branca Bemisia tabaci raça B300 g/haA aplicação deve ser realizada ao colo das plantas logo após o transplante das mudas no campo, a partir do início do desenvolvimento vegetativo foliar da cultura. Aplicação em bandeja de mudas deve ser realizada um dia antes do transplante. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Realizar a colheita antes do florescimento. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 10-15 mL/planta (Drench) e 250 mL / bandeja de 200 alvéolos (Bandeja de mudas).
Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicae200 g/ha
Bandeja de mudasPulgão-da- couve Brevicoryne brassicae300 g/ha
CRISÂNTEMOPulverização em cultivos protegidos/es tufasTripes Thrips palmi100 g/haAplicar logo após o aparecimento dos primeiros sinais de pragas. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes da planta. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 300-1000 L/ha
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B360 g/ha
CUPIM-DE- MONTEAplicação direta no cupinzeiro.Cupim Cornitermes cumulans30 g/100 L de águaFaz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e coloca-se a calda preparada através de um funil ou similar. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 1L/ninho
EUPHORBIA (Poinsétia)Pulverização em cultivos protegidos/es tufasMosca-branca Bemisia tabaci raça B30 g/haAplicar após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todos as partes da planta. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 600 –1200 L/ha
FUMO (Canteiro)RegaBroca-do-fumo Faustinus cubae15 g/50 m²No tratamento de rega em canteiro, são feitas duas aplicações: a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após a primeira aplicação. As aplicações deverão ser realizadas durante o período de produção das mudas e antes do transplante para o local definitivo.
Pulgão-verde Myzus persicae
Retirar as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. N° máximo de aplicações: 2. 2 Volume de calda: 40 L de água / 50m
FUMO (Lavoura)“Drench” (Esguicho)Pulgão-verde Myzus persicae360 g/haAplicar logo após o transplante das mudas no aparecimento dos primeiros sinais das pragas. A aplicação deve ser realizar ao colo das plantas. Retirar as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 200 – 500 L/ha
Broca-do-fumo Faustinus cubae
GÉRBERAPulverização em cultivos protegidos/est ufasMosca-branca Bemisia tabaci raça B30 g/100 L de águaAplicar logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes da planta. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. Não utilizar o produto em nível de campo. N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda: 600 –1200 L/há
MELÃO“Drench” (Esguicho)Mosca-branca Bemisia tabaci raça B300 g/haA aplicação em “Drench” (Esquicho) ou gotejamento, deve ser realizada ao colo das plantas logo após o transplante ou germinação das mudas no campo. Deve ser realizada até 7 dias após a semeadura (no máximo até BBCH 13 – até a terceira folha verdadeira no ramo principal). N° máximo de aplicações: 1. Volume de calda:10-15 mL / planta. Não deve ser feito outras aplicações do produto a base de imidacloprido na área.
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii200 g/ha
Tripes Thrips palmi200 g/ha
GotejamentoMosca-branca Bemisia tabaci raça B300 g/ha

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DE CALDA: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Imidacloprido 700 WG Hailir deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do produto em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do Imidacloprido 700 WG Hailir em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão

dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador, e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. VOLUME DE CALDA: Pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte “Instruções de Uso” desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura. EQUIPAMENTOS COSTAIS (MANUAIS / MOTORIZADOS): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. equipamento deve ser regulado e calibrado. BANDEJA: Utilizar pulverizador costal manual ou regador, aplicando o produto sob a planta. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Após a aplicação do produto, recomenda-se a aplicação de água pura, da mesma forma e com o mesmo volume utilizado, para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular. REGA: Aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m². JATO DIRIGIDO / ESGUICHO (DRENCH): Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o solo ao redor do caule da planta ou em jato contínuo, na área de maior concentração das raízes sob a projeção da copa. A calda deve penetrar imediatamente ao solo. O equipamento deve ser regulado e calibrado. JATO DIRIGIDO (ESPECÍFICO PARA CANA-DE-AÇÚCAR): Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação. IRRIGAÇAO POR GOTEJAMENTO: Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento. A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada

corresponda àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada esteja realmente ocorrendo no campo. Sempre, proceder à calibração periódica dos equipamentos. CUIDADOS DURANTE A APLICAÇÃO: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS PARA PULVERIZAÇÃO: Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de inversão térmica ou correntes convectivas). Temperatura Umidade do ar Velocidade média do vento Inferior a 30 °C Superior a 55% Entre 3 a 10 Km/h INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. DIÂMETRO DAS GOTAS: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento. A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. TÉCNICAS GERAIS PARA O CONTROLE DO DIÂMETRO DE GOTAS: Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. VENTOS / TEMPERATURA / UMIDADE: Aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3 Km/h e não ultrapassar 10 Km/h. A aplicação deve ser realizada quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. INVERSÃO TÉRMICA E CORRENTES CONVECTIVAS: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas

TemperaturaUmidade do arVelocidade média do vento
Inferior a 30 °CSuperior a 55%Entre 3 a 10 Km/h

pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersar e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar. LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Cultura Dias Alface Brócolis Cana-de-açúcar (1) Cebola Couve Couve-flor Cupim-de-monte UNA Crisântemo UNA Euphorbia (poinsétia) UNA Fumo UNA Gérbera UNA Melão Repolho UNA = Uso não alimentar. (1) Não determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área

em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola e restritos para as culturas e recomendações indicadas nesta bula.

CulturaDias
Alface14
Brócolis82
Cana-de-açúcar(1)
Cebola21
Couve14
Couve-flor82
Cupim-de-monteUNA
CrisântemoUNA
Euphorbia (poinsétia)UNA
FumoUNA
GérberaUNA
Melão14
Repolho50

• Não aplicar o produto em plantas com sintomas de estresse hídrico ou fisiológico. • Imidacloprido 700 WG Hailir não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado nas doses recomendadas. • Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto. • Vide “Instruções de Mitigação para Polinizadores”, da bula referente a “PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE”. Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação ao mesmo ciclo de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura. Não utilizar imidacloprido em culturas subsequentes quando houver possibilidade de florescimento, em campo aberto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÖES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA À INSETICIDAS: GRUPO 4A INSETICIDA A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida Imidacloprido 700 WG Hailir pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina Neonicotinoides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:

Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo. Usar Imidacloprido 700 WG Hailir ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias. Aplicações sucessivas do produto podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.

Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos neonicotinoides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula. Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do produto ou outros produtos do Grupo 4A (neonicotinoides) quando for necessário. Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas. Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado. Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se adotar outros métodos de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado. Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.”

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânica classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila;

• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. “Nocivo se ingerido.” “Pode ser perigoso em contato com a pele.” “Nocivo se inalado.” ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO 700 WG HAILIR

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoNeonicotinóide
Classe ToxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de ExposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaEstudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média, 75 % da excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos que em fêmeas. Somente entre 10 a 16 % do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como aos dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina. As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30 % destes. 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16 % dos metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4- e 5- hidroxiimidacloprido.
Inseticidas neonicotinoides são relativamente pouco tóxicos para humanos, porque eles interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos, e eles não atravessam prontamente a barreira hemato-encefálica. Devido à pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em níveis baixos de exposição.
Toxicodinâmica
Sintomas e sinaisExposição oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) observou-se hiperexcitabilidade nervosa, piloereção e convulsões. Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos) observou-se aumento da mobilidade, piloereção e discreta excitabilidade nervosa. Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação (coelhos) observou-se vermelhidão e quemose reversíveis em 24 horas.
clínicos
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Diagnóstico
TratamentoNão existem antídotos conhecidos para a exposição a inseticidas neonicotinoides. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais. O principal efeito clínico esperado é depressão do sistema nervoso central. A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinoides pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas. Administre carvão ativado (240 ml de água/30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através do vômito e diarreia.
A indução do vômito não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer devido à presença de surfactantes ou solventes na formulação.
Contraindicações
Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
Efeitos das
Interações Químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notavisa). Telefone de Emergência da Empresa: 0800 007 8000 (24 horas) / (11) 5535-1472 (horário comercial) Correio Eletrônico da Empresa: registro@hailir.com.br
ATENÇÃO

As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notavisa). Telefone de Emergência da Empresa: 0800 007 8000 (24 horas) / (11) 5535-1472 (horário comercial) Correio Eletrônico da Empresa: registro@hailir.com.br

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIOS

Efeitos Agudos: Toxicidade aguda oral em ratos: DL50 oral > 300 g/Kg p.c.; Toxicidade aguda dérmica em ratos: DL50 dérmica > 4000 mg/Kg p.c.; Toxicidade aguda inalatória em ratos: CL50 inalatório – “Não determinada nas condições do teste”. Corrosão / irritação dérmica em coelhos: em estudos com coelhos o produto foi classificado como não irritante de acordo com o GHS, pois na avaliação de 24 horas houve reversão do eritema apresentado em dois animais na primeira hora após a aplicação. Corrosão / irritação ocular em coelhos: em estudos conduzidos com coelhos, os animais apresentaram hiperemia e quimose reversíveis em 48 horas. Sensibilização cutânea em cobaias: não foram observadas reações sensibilizantes nos animais testados. Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de experimentação. Mutagenicidade: a substância testes não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames), e não apresentou evidência de atividade mutagênica nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos: Nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900 ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo, também, mostrou que com relação à observação de partículas mineralizadas no coloide de folículos da tiroide, os ratos machos se mostraram mais sensíveis que as fêmeas. Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. As doses sem efeito, foram, respectivamente, 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) (X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas; Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas; Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves; Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamentos com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em área situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA POLINIZADORES: RESTRIÇÃO QUANTO À PROTEÇÃO AOS PLINIZADORES Este produto apresenta restrições de aplicação por risco a abelhas e outros insetos polinizadores. Siga as instruções de aplicação e recomendações para proteção de polinizadores. RESTRIÇÕES DE APLICAÇÃO PARA PROTEGER POLINIZADORES: Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. Não aplique o produto no período floração das culturas ou plantas invasoras. As abelhas e outros insetos polinizadores podem ser expostos a este produto da seguinte forma:

Contato direto durante aplicações foliares ou contato com resíduos presentes na superfície das plantas após aplicação foliares. Ingestão de resíduos no néctar e/ou pólen quando o produto for aplicado como tratamento de semente, solo e/ou aplicação foliar. A deriva deste produto para áreas adjacentes as culturas tratadas podem causar danos a polinizadores e/ou insetos não alvos. Nas aplicações terrestres utilizar somente gotas de tamanho médio, médio para grosso e grosso respeitando as distâncias de segurança conforme descrito na parte de recomendação de uso desta bula. NUNCA utilizar gotas finas ou finas para média nas aplicações. NUNCA utilizar ultrabaixo volume (UBV) nas aplicações. Não aplicar o produto próximo ou sobre as colmeias, assim como no horário de maior forrageamento de abelhas e insetos polinizadores. Antes da aplicação, informar devidamente os apicultores num raio de 3 Km ao redor da propriedade para que o apicultor possa tomar medidas necessárias de proteção as colmeias. Aplicar sempre seguindo a recomendação de bula e evitar ocorrência de deriva nas áreas vizinhas. Remover, antes do tratamento, as plantas invasoras dentro das culturas se estas estiverem com flores. Fazer o uso do Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando produtos biológicos ou seletivos para abelhas e polinizadores no período de florescimento das culturas. Informação sobre proteção de abelhas e ou insetos polinizadores podem ser encontradas em: http://projetocolmeiaviva.org.br/ Incidentes, durante o uso deste produto que causem prejuízo a abelhas ou polinizadores (por exemplo, morte de abelhas) devem ser imediatamente reportados através do telefone: 0800 771 8000.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa HAILIR BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. pelo telefone de emergência 0800 117 2020 (24 horas) / (11) 5535-1472 (horário comercial).

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o final do seu prazo de validade. O usuário deve aguardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano após a embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local, onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve aguardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano após a embalagem vazia.

TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local, onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Imidacloprido 700 WG Hailir registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 30224 · documento de 06/06/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Imidacloprido 700 WG Hailir?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Imidacloprido 700 WG Hailir e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Imidacloprido 700 WG Hailir é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 30224, documento de 06/06/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também