GUARDANIL 720 SC Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 26321
COMPOSIÇÃO
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL)........................................................... 720 g/L (72% m/v) Outros ingredientes...............................................................................................625,3 g/L (62,53% m/v)
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Fungicida de ação de contato. GRUPO QUÍMICO: Isoftalonitrila TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC). TITULAR DO REGISTRO (*): CAC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Rua Trajano Pereira Guimarães, 314, Jardim Londres Campinas/SP, CEP 13060-236, Brasil CNPJ sob nº 30.068.724/0001-38 Cadastro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 1312. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: CLOROTALONIL TÉCNICO AGRISOR. Registro no MAPA n° 24116 Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. Nº 19 Xingang Road, Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu. China. Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. Nº 55, Jingjiu Road, Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu. China. FORMULADOR: Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. Nº 19 Xingang Road, Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu. China. Jiangsu Xinhe Agrochemical Co., Ltd. Nº 55, Jingjiu Road, Economic Development Zone, Xinyi, Jiangsu. China. Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 – Bairro Cruz Alta, Indaiatuba, SP, CEP 13348-790 CNPJ: 50.025.469/0004-04 Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 1248 – CDA/SP CAC Nantong Chemical Co., Ltd. Fourth Huanghai Road Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Country, Nantong City, Jiangsu Province, China. IMPORTADOR: AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA. Rodovia Senador José Ermírio de Moraes, S/N, Km 11, Galpão 09, Itú/SP – CEP: 13.314-012 CNPJ: 39.496.730/0009-18
Rua Ronat Walter Sodré, 2800, Sala 09, Parque Industrial, Ibiporã/PR – CEP: 86.200-000 CNPJ: 39.496.730/0008-37 Rodovia dos Imigrantes, SN, Zona Rural, Cuiabá/MT - CEP 78099-899 CNPJ: 39.496.730/0002-41 Rodovia Presidente Castelo Branco, 11.100, Km 30,5 P36 Anexo 12, Jardim Maria Cristina, Barueri, SP, CEP 06.421-400 CNPJ: 39.496.730/0015-66 AGRÍCOLA ALVORADA Rua do Comércio, 1549, bairro Parque Industrial, Primavera do Leste, MT, CEP 78850-000. CNPJ n° 04.854.422/0002-66. AGROIMPORT DO BRASIL LTDA. Av. Cristóvão Colombo, 2955, sala 703, Floresta, Porto Alegre, RS, CEP 90560-002. CNPJ n° 05.625.220/0001-24. Rod. BR 163, KM 116 s/n, ARMZ 2, sala 06, Parque Industrial Vetorasso, Rondonópolis, MT, CEP 78746-055. CNPJ n° 05.625.220/0011-04. Rod. PR 090, KM 374 S/N, Lote 44-C-2 Módulo I, Parque Industrial Nene, Favoretto, Ibiporã, PR, CEP 86200-000. CNPJ n° 05.625.220/0005-58. Rod. Presidente Castelo Branco, 11100, KM 30.5 Módulo 2 N, Jardim Maria Cristina, Barueri, SP, CEP 06421-400. CNPJ n° 05.625.220/0012-87. BR 386, KM 173.5 s/n, sala 5A, Boa Vista, Carazinho, RS, CEP 99500-000 CNPJ n° 05.625.220/0009-81. Rua Adolfo Zieppe Filho, S/N – Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Modulo G, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, Carazinho, RS, CEP 99.500-000 CNPJ nº 05.625.220/0013-68 ALAMOS DO BRASIL LTDA. Avenida Senador Tarso Dutra, 565, Sala 1407 Torre 2, Petropolis, Porto Alegre, RS, CEP 90690-140 CNPJ nº 07.118.931/0001-31 Avenida Brasília 3100, Sala 01 fundos, Nova Divinéia, Pinhalzinho, SC, CEP 89.870-000 CNPJ nº 07.118.931/0002-19 Rua Industrial 01, S/N, Parque Industrial, Mariópolis, PR, CEP 85.525-000 CNPJ nº 07.118.931/0003-08 ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Rua Alexandre Dumas, 2270, 7º andar, Chácara Santo Antonio, São Paulo, SP, CEP 04717-004. CNPJ nº 01.789.121/0001-27.
Av. Basileia, 590, Resende, RJ, CEP 27521-210. CNPJ nº 01.789.121/0004-70. Rua Adolfo Zieppe Filho, Quadra 17, setor 13, anexo 1, módulo R, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, Carazinho, RS, CEP 99500-000. CNPJ nº 01.789.121/0007-12. Rua Pérola, nº 350, Quadra Galpão, Gleba 06-B, Lotes 19 ao 22, Emp. GRPGP20, Jardim Santa Esmeralda, Hortolândia, SP, CEP 13186-546. CNPJ nº 01.789.121/0006-31 Rod. BR 163, Km 116, s/nº, sala 7, bloco D, ruas 50 a 100, Parque Industrial Vetorasso, Rondonópolis, MT, CEP 78.746-055. CNPJ nº 01.789.121/0009-84. Rod. PR 090, s/n, Km 374, Lote 44-C-2, Módulo J, Ibiporã, PR, CEP 86200-000. CNPJ nº 01.789.121/0002-08. ALTA AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA. Av. Sete de Setembro, 4923, Batel, Curitiba, PR, CEP 80240-000. CNPJ nº 10.409.614/0001-85. Rod. PR 090, s/n, Lote 44-C-2, Pq. Industrial Nenê Favoretto, Ibiporã, PR, CEP 86200-000. CNPJ nº10.409.614/0002-66. Rod. Pres. Castelo Branco, 11100, km 30,5, módulo 5H, Bairro dos Altos, Barueri, SP CEP 06421400. CNPJ nº 10.409.614/0003-47. Rua Projetada, 150, Armazém 1, Distrito Industrial, Cuiabá, MT, CEP 78098-970. CNPJ nº 10.409.614/0004-28. Rod. BR-050, km 185, Galpão 10, Jardim Santa Clara, Uberaba, MG CEP 38038-050. CNPJ nº 10.409.614/0005-09. Rod BR 285, nº 7870, km 297, Bairro José Alexandre Zachia, Passo Fundo, RS, CEP 99042-890. CNPJ nº 10.409.614/0006-90. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rod. Br 364, Km 20, s/n, Zona Rural, Cuiabá, MT, CEP 780989-970, CNPJ n° 77.294.254/0050-72. Rod. BR 435, Km 113, bairro Zona Rural, Cerejeiras, Rondônia, CEP 76997-000. CNPJ n° 77.294.254/0022-19 DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna da Silva 600, Cond Torre Siena andar 17 sala 1704, Gleba Fazenda Palhano, Londrina, PR, CEP 86.050-460 CNPJ nº 33.744.380/0001-28
Avenida Migiel Sutil 6559, Anexo A sala 3, Alvorada, Cuiabá, MT, CEP 78.048-000 CNPJ nº 33.744.380/0002-09 Rod. SPA 008/457, S/N, sala 01 Km 500 metros, Zona Rural, Iepe, SP, CEP 19.640-000 CNPJ nº 33.744.380/0003-90 FIAGRIL LTDA. Avenida da Produção 2330-W, Quadra 999 lote 26 sala 01, Bandeirantes, Lucas do Rio Verde, MT, CEP 78.455-000 NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. Rua Fidêncio Ramos, nº 308, Torre A, cjs. 12 a 14, Parte, Vila Olimpia, São Paulo, SP, CEP 04551010. CNPJ nº 88.305.859/0001-50. Rod. Raposo Tavares, s/n, Km 172, bairro Marabá, Itapetininga, SP, CEP 18203-340. CNPJ nº 88.305.859/0004-00. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS LTDA. Av. Dr. Cardoso de Melo, 1450, conj. 801, 8º andar, Vila Olímpia, São Paulo, SP, CEP 04548-005. CNPJ nº 33.824.613/0001-00. SINON DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Gomes, 1340, Conj. 1001 E 1002, Boa Vista, Porto Alegre, RS, CEP 90480-001 CNPJ nº 03.417.347/0001-22 Rod. BR-285 7870, Sala 01 Km 297, Jose Alexandre Zachia, Passo Fundo, RS, CEP 99.042-800 CNPJ nº 03.417.347/0004-75 Rua Fioravante Mancino 1560, Sala 10 Cond PIB, Chácara Monte Alegre, Sumaré, SP, CEP 13.175CNPJ nº 03.417.347/0008-07 Rod. BR 369, Km 37,5, S/N, Sala 02, Área industrial, Andira, PR, CEP 86.380-000 CNPJ nº 03.417.347/0009-80 Rua Igarapava 600, Quadra 19 lote 59 A 69 ARMZ A sala Sinon, Distrito Industrial III, Uberaba, MG, CEP 38.044-755 CNPJ nº 03.417.347/0010-13
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:
SEU PODER.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO: GUARDANIL 720 SC é um fungicida de ação de contato, do grupo químico isoftalinitrila, que contém o ingrediente ativo clorotalonil, 720 g/L, na formulação suspensão concentrada, indicado para o controle de doenças fúngicas nas culturas de algodão, amendoim, banana, batata, berinjela, cebola, cenoura, feijão, maçã, mamão, melão, melancia, milho, pepino, rosa, soja, tomate, trigo e uva. PRAGAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Alvo-biológico | Dose Produto Comercial | ||
|---|---|---|---|---|
| Nome científico | Nome comum | |||
| mL/100 L d´água | Litros/ha | |||
| Algodão | Romularia areola | Ramulária | -- | 1 a 2 |
| Amendoim | Mancha- castanha | Cercospora arachidicola | -- | 1,5 a 2 |
| Mancha-preta | Pseudocercospora personata | -- | ||
| Mancha-barrenta | Phoma arachidicola | -- | 1,75 a 2,4 | |
| Verrugose | Sphaceloma arachidis | -- | ||
| Banana | Mal-de-Sigatoka | Mycosphaerella musicola | -- | 0,7 a 1,35 |
| Batata | Requeima | Phytophthora infestans | -- | 1,75 a 2 |
| Pinta-preta | Alternaria solani | |||
| Berinjela | Seca-dos-ramos | Phoma exigua var. exigua | 300 | -- |
| Cebola | Míldio | Peronospora destructor | -- | 2 |
| Mancha-púrpura | Alternaria porri | |||
| Cenoura | Mancha-de- alternaria | Alternaria dauci | 300 | -- |
| Feijão | Antracnose | Colletotrichum lindemuthianum | -- | 2 |
| Mancha-angular | Phaeoisariopsis griseola | -- | 1,75 a 2 | |
| Maçã | Colletotrichum gloeosporioides | Mancha-foliar-da-gala | 200 | -- |
| Venturia inaequalis | Sarna-da-macieira | 170 | -- | |
| Mamão | Varíola | Asperisporium caricae | 300 | -- |
| Melão | Antracnose | Colletotrichum orbiculare | 278 | -- |
| Míldio | Pseudoperonospora cubensis | |||
| Melancia | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 300 | -- |
| Milho | Phaeosphaeria maydis | Mancha- dephaeosphaeria | -- | 1,5 a 2 |
| Pepino | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 300 | -- |
| Rosa | Mancha-negra | Diplocarpon rosae | 300 | -- |
| Soja | Mildio | Peronospora manshurica | -- | 1,4 a 2 |
| Mancha- parda | Septoria glycines | -- |
| Phakopsora pachyrhizi | Ferrugem-asiática | -- | 1,4 a 2 | |
|---|---|---|---|---|
| Microsphaera diffusa | Oídio | -- | 1 a 2 | |
| Tomate | Requeima | Phytophthora infestans | 175 a 200 | -- -- |
| Pinta preta | Alternaria solani | |||
| Trigo | Drechslera tritici- repentis | Mancha-amarela | -- | 1 a 2 |
| Puccinia triticina | Ferrugem-da-folha | -- | 1,5 a 2 | |
| Uva | Mofo-cinzento Antracnose | Botrytis cinerea | 278 | -- |
| Antracnose | Colletotrichum gloeosporioides | |||
| Antracnose | Elsinoe ampelina | |||
| Míldio | Plasmopara viticola |
-- Antracnose Colletotrichum gloeosporioides Antracnose Elsinoe ampelina Míldio Plasmopara viticola Notas: Utillizar a dose maior em condições de alta icidência da doença na área. 1 litro de GUARDANIL 720 SC conté, 720 g do ingrediente ativo clorotalonil. INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Algodão | Iniciar as aplicações preventivamente. Se necessário reaplicar em intervalos de até 14 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Realizar até 6 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 200 L/ha (terrestre); 20 a 40L/ ha (aérea). |
|---|---|
| Amendoim | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 10 a 14 dias. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 400 L/ha (terrestre); 30 a 40L/ha (aérea) |
| Banana | Iniciar as aplicações do produto em novembro, reaplicar ao surgimento dos sintomas da doença. Repetir as aplicações cada 15 dias até fins de maio ou início de junho. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 250 a 500 L/ha (terrestre); 30 a 40L/ha (aérea). |
| Batata | Iniciar as aplicações logo após a emergência da cultura e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 600 a 900 L/ha (terrestre). |
| Berinjela | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 800 L/ha (terrestre). |
| Cebola | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre). |
| Cenoura | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre) |
|---|---|
| Feijão | Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum): Iniciar as aplicações logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 200 a 400 L/ha (terrestre); 30 a 40L/ha (aérea). Mancha-angular (Phaeoisariopsis griseola): Iniciar as aplicações por volta dos 20 dias após a germinação, ou logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 10 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 200 a 400 L/ha (terrestre); 30 a 40L/ha (aérea). |
| Maçã | Iniciar as aplicações preventivamente à doença, no início da brotação, reaplicando se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 1,5 a 2 L/planta (terrestre). |
| Mamão | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 14 dias. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre). |
| Melão | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 a 10 dias. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 600 a 900 L/ha (terrestre). |
| Melancia | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre). |
| Milho | Iniciar as aplicações de forma preventiva, sendo a primeira aplicação realizada quando a cultura apresentar de 6 a 8 folhas (V6 a V8), a segunda aplicação na emissão da folha bandeira (pré pendoamento) e a terceira até 14 dias após a segunda aplicação. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 200 L/ha (terrestre); 20 a 40L/ ha (aérea). |
| Pepino | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações cada 7 dias. |
| Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre) | |
|---|---|
| Rosa | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar até 5 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre). |
| Soja | Iniciar as aplicações preventivamente ou até os 65 dias após a emergência aproximadamente. Se necessário reaplicar em intervalos de até 14 dias. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 150 L/ha (terrestre); 20 a 40L/ ha (aérea). |
| Tomate | Iniciar as aplicações do produto logo ao aparecimento dos primeiros sintomas das doenças e repetir a cada 7 dias. Realizar até 6 aplicações por ciclo da cultura. Volume médio de calda: 800 L/ha (terrestre). |
| Trigo | Iniciar as aplicações preventivamente à doença, reaplicando se necessário em intervalos de até 20 dias, dependendo da evolução da doença. Se forem necessárias mais aplicações, complementar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades tolerantes. Já as doses maiores, utilizar em situações de maiores pressões da doença (utilização de variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associado a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 200 L/ha (terrestre); 20 a 40L/ ha (aérea). |
| Uva | Iniciar as aplicações do produto no início da brotação e repetir as aplicações a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 800 a 1.000 L/ha (terrestre); 2 a 3 L/calda por planta. |
Iniciar as aplicações do produto no início da brotação e repetir as aplicações a cada 7 dias até o florescimento, principalmente em longos períodos de chuva ou alta umidade relativa do ar. Reiniciar na fase de amadurecimento das bagas. Realizar até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 800 a 1.000 L/ha (terrestre); 2 a 3 L/calda por planta.
MODO DE APLICAÇÃO
Via terrestre: Pulverizador tratorizado, motorizado estacionário com mangueira ou costal manual. Culturas de algodão, amendoim, banana, feijão, maçã, milho, soja e Trigo: Utilizar pulverizadores tratorizados com barra de pulverização ou costal manual, equipados com bicos de jato cônico. Recomenda-se diluir o produto 100 a 500 L de calda/ha de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitando-se o escorrimento. Normalmente a pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área deve estar entre 40 a 60 libras/pol2 (psi), e densidade de gotas aproximadamente em torno de 50 a 70 gotas/cm² (seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados).
Culturas da batata, berinjela, cebola, cenoura, mamão, melão, melancia, pepino, rosa e tomate: Utilizar pulverizadores tratorizados com barra de pulverização, motorizado estacionário com mangueira ou costal manual, equipados com bicos de jato cônico. Pulverizador costal motorizado também pode ser usado. Recomenda-se diluir o produto em 600 a 900 L de calda/ha de modo a se obter excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, mas evitandose o escorrimento. Normalmente a pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área deve estar entre 40 a 60 libras/pol2 (psi), e densidade de gotas aproximadamente em torno de 50 a 70 gotas/cm² (seguir as recomendações dos fabricantes dos bicos e equipamentos utilizados). Condição climática: as aplicações devem ser feitas em condições de temperatura menor que 27°C e umidade relativa do ar acima de 60% ventos até 15 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um Engenheiro agrônomo. Via aérea: Aeronaves agrícolas Barra ou atomizador rotativo “Micronair”. - Volume de aplicação: 30-40 L/ha de calda. - Altura do voo: com barra: 2-3 m; com Micronair 3 a 4 metros. - Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m. - Tamanho/densidade de gotas: 80 micras, com mínimo de 60 gotas/cm2 - No caso de barra, usar bicos cônicos, pontas D6 a D12, disco (core), inferior a 45°. Usando-se Micronair, o número de atomizadores devem ser de 4, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante. - O sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento durante a aplicação. Condições climáticas: Diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura média e umidade relativa acima de 70%, visando reduzir o mínimo de perda por deriva e deposição. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GUARDANIL 720 SC. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo. Lavagem do equipamento: Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA (dias)
Algodão: 21 dias. Amendoim, Feijão e Maçã: 14 dias. Batata, Berinjela, Cebola, Cenoura, Mamão, Melão, Melancia, Pepino, Soja, Tomate e Uva: 7 dias. Banana: sem restrição. Milho e Trigo: 30 dias. Rosa: UNA - uso não alimentar.
- INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS: Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Utilizando-se as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI), pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas: - Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga. - Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula. - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex. controle cultural, biológico, etc.)
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo se inalado Pode ser nocivo em contato com a pele ATENÇÃO PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE IMEDIATAMENTE UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto. Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS – CLOROTALONIL (GUARDANIL 720 SC)
| Grupo químico | Isoftalonitrila |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Inalatória e ocular. |
| Toxicocinética | Após absorvido é conjugado com a glutationa no fígado e no trato gastrointestinal. Estudos em ratos demonstraram que 30% da dose administrada por via oral é absorvida em 48 hrs. Maior parte da dose administrada por via oral é excretada pelas fezes, mais de 82%, em 48- 72 hrs. Cerca de 5 - 10% da dose é excretada pela via urinária. Em estudos em cães e em macacos a excreção ocorreu em sua maior parte pelas fezes. |
| Toxicodinâmica | O clorotalonil é um fungicida de contato multi-sítios. Inibe a ativação da gliceraldeído-3-fosfato desidrogenase, causando a inibição da germinação de esporos e crescimento de micélios em fungos. O modo de ação do clorotalonil envolve sua combinação com uma molécula chamada glutationa dentro das células do fungo. À medida que esses derivados da glutationa- -clorotalonil se formam, eles inviabilizam a disponibilidade de glutationa nas células, deixando as enzimas dependentes da glutationa incapazes de funcionar. Glutationa existe no organismo em suas formas reduzida (GSH) e oxidada (GSSG), atuando direta ou indiretamente em muitos processos biológicos e, por isso, não é possível excluir que o seu modo de ação seja conservado para humanos. |
| Sintomas e sinais clínicos | Exposição aguda: Exposição Aguda: Tem sido relatada asma ocupacional após exposição inalatória ao clorotalonil. Exposição Ocular: Medianamente irritante aos olhos. Produz hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção em animais. Propilenoglicol: Pode causar irritação leve nos olhos. Os efeitos da irritação ocular são reversíveis. O contato repetido ou prolongado com a pele pode causar dermatite. |
| Diagnóstico | Devido a ausência de sintomas específicos, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
| Tratamento | Antídoto: não há antídoto específico. Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias de aspiração. Tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto: Diluição: iniciar diluição imediatamente com (120 a 240) mL de água ou leite (não exceder 120 mL em crianças). Lavagem gástrica e carvão ativado não são indicados. Não provocar vômito, se acontecer espontaneamente previna a aspiração. Reação alérgica: 1.Leve I moderada: anti-histamínicos com ou sem ß2- agonistas via inalatória; corticosteroides ou epinefrina via parenteral. 2.Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, epinefrina (adulto: 0,3- |
| 0,5 mL de solução 1:1000 via SC; Criança: 0,01 ml/kg, 0,5 mL no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteroides, antihistamínicos, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Endoscopia: considere em casos irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano. Manter internação por no mínimo 24horas após o desaparecimento dos sintomas. | |
|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. |
| Efeitos das interações químicas | Não foram relatados efeitos de interações químicas para clorotalonil em humanos. |
| ATENÇÃO | TELEFONES DE EMERGENCIA PARA INFORMAÇOES MEDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT- ANVISA/MS Telefone de Emergência da empresa: CAC Química do Brasil Ltda.: (19) 2517-6041. |
TELEFONES DE EMERGENCIA PARA INFORMAÇOES MEDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIATANVISA/MS Telefone de Emergência da empresa: CAC Química do Brasil Ltda.: (19) 2517-6041. Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: O mecanismo de ação do produto é determinado numa conjunção com glutationa. A absorção é de 30% da dose administrada e a excreção é de 82 a 88% pelas fezes e de 5 a 6% na urina com base nos testes em ratos. Em estudos em cães, mais de 95% da dose administrada foi excretada pelas fezes. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado): DL50 oral em ratas fêmeas > 2000 mg/kg peso corpóreo DL50 dérmica em ratos machos e fêmeas > 2000 mg/kg de peso corpóreo CL50 inalatória (4 horas) em ratos machos e fêmeas> 0,422 mg/L Irritação dérmica: não irritante. Irritação ocular: irritante. Sensibilização dérmica: não causou sensibilização dérmica. Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos. Efeitos crônicos: Excessiva e repetida exposição dermal pode causar constante irritação e aumentar a possibilidade de reação alergênica. É classificado pela Agência Ambiental Norte Americana (U.S.EPA) como provável carcinógeno humano (Grupo B2) e pelo IARC como possível carcinógeno humano (Grupo 2B).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: [ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). [ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). [x] - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). [ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente; - Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos, peixes); - Evite a contaminação ambiental • Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas 2INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa CAC Química do Brasil Ltda. - telefone de Emergência: (19) 2517-6041. - Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas ilegalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.