Bula oficial · registro MAPA nº 14618

Bula do Greener

Bula completa do Greener (registro MAPA nº 14618), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: metribuzim.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 22 páginas no PDF.

Greener Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 14618

COMPOSIÇÃO

4-amino-6-tert-butyl-4,5-dihydro-3-methylthio-1,2,4-triazin-5-one (METRIBUZIM) ................................................................................................................... 480,0 g/L (48,00% m/v) Outros Ingredientes.........................................……………………............................................. 661,4 g/L (66,14% m/v) GRUPO C1 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida pré e pós-emergente, seletivo, residual. GRUPO QUÍMICO: Triazinona. TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC) TITULAR DO REGISTRO (*): Albaugh Agro Brasil Ltda. Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar – Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/000127 - Fone: (0XX11) 4750-3200 – Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Metribuzim Técnico – Registro MAPA nº 09512 - Changzhou Wujin Henglong Pesticide Co., Ltd. - Chemical Development Zone, Ximenboyi Town, Changzhou, Jiangsu, 213141 – China. FORMULADOR / MANIPULADOR: Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ - CEP: 27521-210 - CNPJ: 01.789.121/0004-70 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) CRCA IN045738. Changzhou Wujin Henglong Pesticide Co., Ltd. - Chemical Development Zone, Ximenboyi Town - Changzhou, Jiangsu, 213141 – China. Fersol Indústria e Comércio Ltda. - Rod. Pres. Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 – Mairinque/SP - CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 031. FMC Química do Brasil Ltda. - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – BR - CEP: 38044-760 / CNPJ 04.136.367/0005-11 - Cadastro da empresa no Estado (IMA/MG) nº 210. M/s Sumil Chemical Industries Pvt. Ltd. - Plot nº C1-B 211/1,211/2,211/3, G.I.D.C. Panoli Dist. Bharuch, StateGujarat, India. M/s Sumil Chemical Industries Pvt. Ltd. - SIDCO Industrial Growth Centre, Sambha Phase-II, J&K State, India. SML Limited - 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, Dist. – Bharuch, State Gujarat, India. SML Limited - 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, Dist. – Bharuch, State-Gujarat, India. SML Limited - Plot nº 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, Dist. – Bharuch, State-Gujarat, India. SML Limited - Shed nº 1501-1502, G.I.D.C. Panoli Dist. – Bharuch State – Gujarat – India. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Paulínia/SP – CEP: 13148-030 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477.

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 1 de 22

No do lote ou da partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil)

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO

AMBIENTE INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: GREENER é um herbicida seletivo, altamente eficaz e de largo espectro de ação contra plantas infestantes de folhas largas, e ainda, com ação sobre algumas plantas infestantes de folhas estreitas. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

CULTURASPRAGAS Nome comum (Nome científico)DOSE Produto comercial (L/ha)Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕESVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
BATATAPicão-preto (Bidens pilosa) Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) Beldroega (Portulaca oleracea) Serralha (Sonchus oleraceus) Nabo (Raphanus raphanistrum) Guanxuma (Sida rhombifolia) Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Mentruz (Coronopus didymus)0,75 – 1,51TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 2 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
BATATACorda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)0,75 – 1,51TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada em pré-emergência total (pré-emergência da cultura e das plantas infestantes) ou logo após a emergência da cultura e das plantas infestantes (com no máximo 4 folhas). Para aplicação após a emergência da cultura, não se deve aplicar sobre as plantas de batata se estas estiverem com mais de 5 cm de altura. Recomenda-se as menores doses para solos de textura arenosa a média e as maiores doses para solos argilosos. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura
CAFÉPicão-preto (Bidens pilosa)1,0 – 2,01TERRESTRE 100 – 200
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Nabo (Raphanus raphanistrum)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 3 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
CAFÉGuanxuma (Sida rhombifolia)1,0 – 2,01TERRESTRE 100 – 200
Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Mentruz (Coronopus didymus)
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, sendo a aplicação logo após a arruação. Recomenda-se as menores doses para solos de textura arenosa a média e as maiores doses para solos argilosos. Realizar 1 (uma) aplicação por ano.
CANA-DE- AÇÚCARPicão-preto (Bidens pilosa)3,0 – 4,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Beldroega (Portulaca oleracea)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 4 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
CANA-DE- AÇÚCARSerralha (Sonchus oleraceus)3,0 – 4,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Mentruz (Coronopus didymus)
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
Brachiaria (Brachiaria decumbens)
Capim-colonião (Panicum maximum)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 5 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
CANA-DE- AÇÚCARCapim-carrapicho (Cenchrus echinatus)3,0 – 4,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)
Caruru-gigante (Amaranthus retroflexus)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em pré-emergência, preferencialmente logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura. Recomenda-se as menores doses para solos de textura arenosa a média e as maiores doses para solos argilosos. O produto poderá ser aplicado tanto em cana- soca como em cana-planta. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura.
MANDIOCAPicão-preto (Bidens pilosa)0,75 – 1,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Mentruz (Coronopus didymus)
Corda-de-viol (Ipomoea aristolochiaefolia)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 6 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
MANDIOCAErva-quente (Spermacoce latifolia)0,75 – 1,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem. Recomenda-se as menores doses para solos de textura arenosa a média e as maiores doses para solos argilosos. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura.
SOJAPicão-preto (Bidens pilosa)0,75 – 1,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Mentruz (Coronopus didymus)
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 7 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
SOJACaruru-de-mancha (Amaranthus viridis)0,75 – 1,01TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se a aplicação em pré-emergência total (pré-emergência da cultura da soja e pré-emergência das plantas infestantes), com cultivo de soja no sistema plantio convencional, podendo ser também usado no sistema plantio direto. Recomenda-se as menores doses para solos de textura arenosa a média e as maiores doses para solos argilosos. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura.
TOMATEPicão-preto (Bidens pilosa)1,01TERRESTRE 150 – 200
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Cipó-de-veado (Polygonum convolvulus)
Picão-branco (Galinsoga parviflora)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 8 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
TOMATEMentruz (Coronopus didymus)1,01TERRESTRE 150 – 200
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se a aplicação a partir de duas semanas após o transplantio das mudas de tomate, em pré-emergência das plantas infestantes, ou ainda, em pós-emergência inicial das plantas infestantes (com no máximo 4 folhas). Realizar uma (1) aplicação por ciclo da cultura.
TRIGOPicão-preto (Bidens pilosa)0,31TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Serralha (Sonchus oleraceus)
Nabo (Raphanus raphanistrum)
Guanxuma (Sida rhombifolia)

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 9 de 22

CULTURASPRAGASDOSENº MÁXIMOVOLUME DE CALDA (1) (L/ha)
Nome comumProduto comercialDE
(Nome científico)(L/ha)APLICAÇÕES
TRIGOCipó-de-veado (Polygonum convolvulus)0,31TERRESTRE 100 – 200 AÉREA 20 - 40
Picão-branco (Galinsoga parviflora)
Mentruz (Coronopus didymus)
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)
Maria-mole (Senecio brasiliensis)
Desmódio (Desmodium tortuosoum)
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)
Catirina, hortelã (Hyptis lophanta)
Erva-quente (Spermacoce latifolia)
Mentrasto (Ageratum conyzoides)
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)
Mostarda (Brassica rapa)
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)
Gorga (Spergula arvensis)
Joá-de-capote (Nicandra physaloides)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar em pós-emergência da cultura do trigo, aplicando somente após o início do perfilhamento do trigo, e em pós-emergência inicial das plantas infestantes (com no máximo 4 folhas). Realizar uma (1) aplicação por ciclo da cultura.

Joá-de-capote (Nicandra physaloides) ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar em pós-emergência da cultura do trigo, aplicando somente após o início do perfilhamento do trigo, e em pós-emergência inicial das plantas infestantes (com no máximo 4 folhas). Realizar uma (1) aplicação por ciclo da cultura. p.c.: produto comercial (1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.

MODO DE APLICAÇÃO

PREPARO DA CALDA: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GREENER deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 10 de 22

Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do GREENER, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre: Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), estacionários ou tratorizados. - Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. - Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Aplicação Aérea: Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 20 – 40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 -18 metros (de acordo com a aeronave utilizada). - Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa. - Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. - Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. - Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.

Volume de caldaTamanho de gotasCobertura mínimaAltura de vooFaixa de aplicaçãoDistribuição das pontas
20 - 40 L/haMédia - Grossa40 gotas/cm²3 m15 - 18 m65%

Condições climáticas para a pulverização: Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento menor que 30°C maior que 55% entre 3 e 10 km/h RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA EVITAR DERIVA: - Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras

TemperaturaUmidade do arVelocidade do vento
menor que 30°Cmaior que 55%entre 3 e 10 km/h

fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. - Siga as restrições existentes na legislação pertinente. - O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 11 de 22

(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). - O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Diâmetro das gotas: - A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. - A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: - Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores. - Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. - Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. - O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Ventos: - A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: - Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. - Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURASINTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Batata60
Café60
Cana-de-açúcar120
Mandioca(1)
Soja(1)
Tomate60
Trigo90

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 12 de 22

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

O produto deve ser utilizado somente para as culturas e alvos que estão registrados, seguindo as instruções de uso aprovadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. Para informações detalhadas consulte o item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. RECOMENDAÇÕES PARA MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 (triazinona) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou, informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). O produto herbicida GREENER é composto por Metribuzim, que apresenta mecanismo de ação Inibidor da Fostossíntese no Fotossistema II, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 13 de 22

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS

− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas, bota de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 14 de 22

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. − Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. − Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. - Nocivo se ingerido. - Pode ser nocivo em contato com a pele. ATENÇÃO - Nocivo se inalado. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 15 de 22

- INTOXICAÇÕES POR GREENER -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoTriazinona
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de exposiçãoOral, dérmica, ocular e inalatória.
ToxicocinéticaNos estudos com animais de laboratório foi rapidamente absorvido após administração por via oral, e apresenta excreção urinária de 27,3 a 43,4%, e fecal de 55,8 a 71,5% da dose administrada, 96 horas após exposição pelas vias oral e intravenosa. A excreção biliar é considerada a principal via de eliminação. É amplamente distribuído, com as maiores concentrações de resíduos encontradas no fígado e rins, sendo que o tempo de meia-vida de eliminação, em todos os tecidos, variou de 18,4 e 33,6 horas. Em geral, mais de 95% da radioatividade administrada foi excretada pelas vias urinária e fecal em 72 horas. É extensivamente metabolizado, sendo os principais metabólitos identificados como: desamino-metribuzim, 6-terc- butil-4,5-dihidro-1,2,4-triazin-5-one-3 ácido mercaptúrico e t-BuOH-desamino- metribuzim.
ToxicodinâmicaO mecanismo exato de toxicidade nos humanos não é conhecido.
Sintomas e sinais clínicosAs informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de Metribuzim 480 SC: Exposição oral: Em testes de laboratório, quando administrado pela via oral em ratos nas doses de 2000 mg/kg peso corporal causou mortes e sinais clínicos como apatia, letargia e piloereção. A dose de 300 mg/kg peso corporal não causou mortes, mas foi observado letargia e piloereção. Não foram observadas alterações macroscópicas relacionadas à substância-teste na necropsia. Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade inalatória com animais de experimentação, os sinais clínicos observados foram: cifose e dispneia. Estes foram sinais respiratórios agudos que se iniciaram e reverteram dentro do primeiro dia pós- exposição. Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade dérmica com animais de experimentação na exposição pela via cutânea na dose limite de 4.000 mg/kg de peso corpóreo não houve alterações clínicas, comportamentais ou morte. Em estudo de irritação cutânea, o produto causou eritema e edema na leitura em 1 hora. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. O produto não é considerado sensibilizante cutâneo, conforme o Método de Buehler. Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular, quando aplicado no olho dos animais produziu as seguintes alterações nas conjuntivas: hiperemia grau 1 para 2, na leitura em 1 e 24 horas em 2/3 dos olhos testados, hiperemia grau 1, na leitura em 1 hora em 1/3 dos olhos testados, edema grau 1 na leitura em 1 hora em 2/3 dos olhos testados e secreção grau 1 na leitura em 1 hora em 2/3 dos olhos testados . Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura de 24 horas após o tratamento para 1/3 dos olhos testados e na leitura de 48 horas para 2/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação.
DiagnósticoSendo que não são conhecidos os sintomas de intoxicação em humanos, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela presença de sintomas e sinais clínicos compatíveis com o quadro de intoxicação.

R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 16 de 22

TratamentoNão há antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições respiratórias do paciente através da permeabilidade das vias aéreas (aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário, desde o boca a boca a utilização de ventilação assistida ao nível hospitalar. As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido, com os membros inferiores elevados, aquecido e com a utilização hospitalar de vasopressores, se necessário. Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de lesões traumáticas, mantê-lo com vias aéreas permeáveis, a administração de medicamentos anticonvulsivantes por via endovenosa deve ser indicação do médico. O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser realizado através de lavagem gástrica até uma hora após a exposição e dependendo da severidade do quadro clínico na maioria dos casos a lavagem gástrica não é necessária. O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para eventuais diagnósticos laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do produto ainda presente no trato digestivo. O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado através de medidas que resultem em aumento da diurese, porém se forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses deverão ser corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios acidobásicos.
Tratamento
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das interações químicasNão são conhecidos.
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 – TOXICLIN. Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial).

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral aguda em ratos: 1000 mg/Kg peso corpóreo. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 17 de 22

DL50 dérmica em ratos: maior que 4.000 mg/Kg peso corpóreo. CL50 inalatória em ratos: maior que 1,615 mg/L. Irritação cutânea em coelhos: Quando aplicado na pele de coelhos, Greener causou eritema e edema na leitura em 1 hora. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observação. Irritação ocular em coelhos: Quando aplicado nos olhos de coelhos, Greener causou hiperemia, edema e secreção. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura de 24 horas após o tratamento para 1/3 dos animais e 48 horas após o tratamento para 2/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi observada durante o período de observações. Sensibilização cutânea em cobaias: A aplicação epidérmica de Greener não causou sensibilização em cobaias, conforme Método Buehler. Mutagenicidade: O produto não apresentou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Nos estudos em longo prazo conduzidos com ratos, camundongos e cães, o fígado foi o principal órgão-alvo identificado. Em ratos, foram observados efeitos sobre a tireoide, porém, foram interpretados como uma resposta espécie-específica, devido à indução das enzimas hepáticas. O metribuzim não apresentou nenhuma evidência de possuir potencial carcinogênico. Além disso, não apresentou potencial mutagênico nos estudos conduzidos in vitro e in vivo. Não foi considerado teratogênico nos estudos conduzidos em ratos e coelhos. Foi observado atraso na ossificação na avaliação do desenvolvimento, porém, apenas na presença de toxicidade materna. Não foram observadas alterações em parâmetros de fertilidade e reprodução nos estudos conduzidos em ratos. Não foram observados efeitos neurotóxicos específicos nos estudos de neurotoxicidade conduzidos em ratos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é:  Altamente perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).  MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).  Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).  Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). − Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. − Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. − Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas). − Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamento. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’agua. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. − Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. − Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 18 de 22

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA

ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT. − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada; − Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone: (0XX11) 47503200. Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022; − Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros); − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: ORIENTAÇÃO PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 19 de 22

− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; − Faça esta operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato de água; − Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. ORIENTAÇÃO PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 20 de 22

Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens da embalagem vazia.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 21 de 22

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS

Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas. Restrição temporária de comércio e uso no estado do Paraná para todas as culturas e alvos biológicos aprovados nesse produto. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 22 de 22

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Greener registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 14618 · documento de 14/10/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Greener?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Greener e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Greener é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 14618, documento de 14/10/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também