Bula oficial · registro MAPA nº 10912

Bula do Glyphotal TR

Bula completa do Glyphotal TR (registro MAPA nº 10912), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 23 páginas no PDF.

V2025 01 21 GLYPHOTAL TR Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 010912

COMPOSIÇÃO

Sal de Isopropilamina de GLIFOSATO.............................................................648,0 g/L (64,80% m/v) Equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina(GLIFOSATO)..................................480,0 g/L (48,00% m/v) Ingredientes inertes.....................................................................................721,0 g/L (72,10 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida GRUPO QUÍMICO: Glicina Substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO(*): UPL DO BRASIL – Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO ALS III - Registro MAPA nº 21417: SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD: Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 - China GLIFOSATO TÉCNICO UPL - Registro MAPA nº 03913: Superform Chemistries Limited. - Plot nº 750, G.I.D.C., Industrial Estate, Jhagadia - 393110, Dist. Bharuch, Gujarat, Índia GLYPHOSATE TÉCNICO UPL BRASIL - Registro MAPA nº 03411: Jingma Chemicals Co., Ltd. No. 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang, 324400 – China GLIFOSATO XW TÉCNICO - Registro MAPA Nº 28118: Hubei Trisun Chemicals Co. Ltd. Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District Yichang, Hubei – China Inner Mongolia Xingfa Technology Co., Ltd.,: Wuda Industrial Park, Wuhai City, Inner Mongolia - China GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA – Registro MAPA nº 38919: Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co. Ltd. International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu – China GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA - Registro MAPA nº 29218: Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-Chemical Technology Co., Ltd. - Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan, Sichuan, China FORMULADOR: Adama Brasil S.A. - Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 – Taquari/RS - CNPJ: 02.290.510/000419 Cadastro no Estado (FEPAM/RS) nº 01/2010 – DL Adama Brasil S.A. - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 – Londrina/PR - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 003263 Adama Ltd. - 93, East Beijing Road, 434001 Jingzhou, HubeiChina AGM Argentina S.A. - Parque Industrial de Pilar, Calle 11 nº 692, Fracción VI – Parcela 3 – B1630CFA Pilar, Província de Buenos Aires – Argentina Alfa Rio Química Ltda. - Estrada Rio Teresópolis, 6401 – Km 140 – Imbariê - CEP: 25265-007 – Duque de Caxias/RJ – CNPJ: 28.305.837/0001-68 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) nº GELAFNOT/00004722 Página 2 de 24

Cerexagri B.V. - Tankhoofd 10, 3196 KE Vondelingenplaat, Roterdã - Países Baixos Compañia Cibeles S.A. - Rodovía 74, Km 26 (Joaquín Suárez), Canelones - Uruguai FMC Química do Brasil Ltda. - Av. Antônio Carlos Guillaumon, nº 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 701 - 2530/2006 GSP Crop Science Limited - 100-103, G.V.M.M. Industrial Estate, Odhav, Ahmedabad – 382415, Gujarat - Índia GSP Crop Science Limited - 551, Phase II, Road NO: A. Kathwada, G.I.D.C Estate, Odhav, Ahmedabad – 382430 – Índia GSP Crop Science Limited - Plot No. 1, G.I.D.C Estate Nandesari – 391340, Dist. Baroda – Índia Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Avenida Liberdade, 1701 – Cajuru do Sul - CEP: 18015-000 - Sorocaba/SP – CNPJ: 61.142.550/0004-82 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 708 Shandong Jingbo Agrochemicals Technology Co. Ltd - Economic Development Zone, Boxing County 256500 Binzhou, Shandong - China Jingma Chemicals Co., Ltd. - No. 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang, 324400 – China Jiangsu Changlong Chemicals Co., Ltd. - Nº 1229, Changjiang North Road, New District of Changzhou 213033 Changzhou, Jiangsu - China Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. - North area of Dongsha Chemzone, 215600 Zhangjiagang, Jiangsu, - China Jiangsu Yinyan Specialty Chemicals Co. Ltd. - Zhoutie Town, Yixing City, 214261, Jiangsu Province - China Laoting Yoloo Bio-Technology Corporation Ltd. Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 - China Ningbo Sunjoy Agroscience Co., Ltd. - Nº 1165, Beihai Road, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Dist. Zhenhai 315040 Ningbo, Zhejiang - China Meghmani Organics Limited - Unit IV Plot nº 22/2 G.I.D.C. Industrial Estate, Village - Panoli, Dist. Bharuch 394 116 Ankleshwar, Gujarat - Índia Nortox S.A. - Rod. BR 369 s/n, Km 197 – Aricanduva - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR – CNPJ: 75.263.400/000199 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 000466 Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Avenida Wilson Camurça, 2138 - Distrito Industrial I - Maracanaú/CE – CEP: 61939-000 - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Cadastro no Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L5 – Distrito Industrial III - CEP: 38040-450 – Uberaba/MG – CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 701 - 4896/2008 Pilarquim (Shanghai) Co. Ltd. - 1500 Hang-Tang Road, Jin-Hui Town, Feng Xian District, Shangai - China Prentiss Química Ltda. - Rodovia PR 423, s/n Km 24,5 – Jardim das Acácias - CEP: 83600-000 - Campo Largo/PR - CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 002669 Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development area, 262737 Weifang, Shandong - China SML Limited - Plot nº 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, Dist. Bharuch Gujarat – Índia Superform Chemistries Limited - 3-11, G.I.D.C., Dist. Valsad 396195 Vapi, Gujarat - Índia Superform Chemistries Limited - 117, G.I.D.C., Dist. Bharuch 393 002 Ankleshwar, Gujarat - Índia Página 3 de 24

Superform Chemistries Limited - Plot nº 750, G.I.D.C. P.B. Nº 9, Dist. Bharuch 393 110 Jhagadia, GujaratÍndia Superform Chemistries Limited - 3405/6, G.I.D.C., Dist. Bharuch 393 002 Ankleshwar, Gujarat - Índia Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsem, 1459 – Recanto dos Pássaros - CEP: 13140-000 - Paulínia/SP – CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477 Tecnomyl S.A. - Ruta Nacional nº 3, Km 2796, CP 9420, Rio Grande, Tierra del Fuego – Argentina Tecnomyl S.A. - Parque Industrial Avay, Villeta – Paraguai Uniphos Colombia - Plant Limited Via 40, nº 85-85, Barranquilla, Atlântico - Colômbia UPL Argentina - Ruta Nacional nº 3, Km 92,5, San Martín y Craig, Abbott, Buenos Aires – Argentina UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Avenida Maeda s/n – Distrito Industrial - CEP: 14500-000 – Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477 UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122, Salto de Pirapora/SP, CEP: 18160-000 CNPJ: 02.974.733/0010-43 –Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153 UPL Limited - 3101/2, G.I.D.C., Ankleshwar, 393 002 - Índia UPL Limited - I.G.C. Sideo, Samba Phase I, 184 121 Samba, Jammu & Kashmir - Índia UPL Vietnam Co., Ltd. - Amata Road, Long Binh Industrial Park (Amata) Bien Hoa, Dong Nai - Vietnã YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD. nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang - China.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL

CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Página 4 de 24

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

GLYPHOTAL TR é um herbicida não seletivo, de ação pós-emergente apresentado como concentrado solúvel. Pertence ao grupo dos herbicidas inibidores da enzima enol-piruvil-shiquimato-fosfato sintase – EPSPs – responsável por uma das etapas da síntese dos aminoácidos aromáticos como triptofano, fenilalanina e tirosina. Uma das consequências é a elevação dos níveis de amônia fitotóxica, bem como de glutamina e glutamato; não ocorre a síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano e de compostos secundários como algumas vitaminas e hormônios; provoca o amarelecimento progressivo das folhas, murchamento e posterior necrose e morte das plantas, o que demora cerca de 4 a 20 dias, conforme a espécie de planta. Glyphotal TR é um herbicida recomendado para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas seguintes situações: • Aplicação em jato dirigido na entrelinha, na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento, para as seguintes culturas: abacate, ameixa, azeitona, banana, cacau, café, caju, cana de-açúcar (cana-soca) caqui, coco, dendê, quiuí, citros, eucalipto, figo, goiaba, lichia, macadâmia, mamão, manga, maracujá, nectarina, nêspera, noz pecã, pera, pêssego, pupunha, seringueira e uva. •Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo, nas culturas do algodão, amendoim, arroz irrigado, aveia, cana-de-açúcar, canola, centeio, cevada, ervilha, eucalipto, feijão, feijões (caupi, fava, guandu, mungo e vagem), grão-de-bico, gergelim, girassol, lentilha, mamona, milho, pinus, soja, sorgo, trigo e triticale. •Aplicação em áreas de pousio antecedendo o plantio das culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho e soja. •Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. •Recomendado para aplicação sobre a cultura da soja na pré-colheita para dessecação. •Recomendado para aplicação em pós-emergência da soja e milho geneticamente modificados tolerante ao glifosato, em área total, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizada em aplicação única ou sequencial. •Recomendado para aplicação após a poda invernal da cultura da mandioca, antes da brotação da cultura. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA E NÚMERO DE APLICAÇÕES: I) Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) no sistema de plantio direto ou plantio mínimo nas culturas do algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, canola, eucalipto, gergelim, girassol, mamona, milho, milho geneticamente modificado, soja, soja geneticamente modificada e sorgo.

PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico)DOSE Produto Comercial (L/ha)DOSE Ingrediente Ativo (i.a./ha)Volume de Calda L/haNÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Amendoim-bravo ou leiteiro (Euphorbia heterophylla)2,0 a 3,01.296 a 1944100 - 300Aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas infestantes para no plantio direto ou cultivo mínimo. Em áreas de plantio direto, para manejo de plantas infestantes, antes do plantio ou semeadura da cultura, as doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas infestantes no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as
Beldroega (Portulaca oleracea)1,5 a 2,5972 a 1.620
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)2,0 a 3,01.296 a 1944
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)2,0 a 4,01.296 a 2.592
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,0 a 2,0648 a 1.296
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)1,5 a 2,0972 a 1.296

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Capim-colonião (Panicum maximum)2,5 a 4,51.620 a 2.916plantas infestantes perenizadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-marmelada (Urochloa plantaginea)1,0 a 2,0648 a 1.296
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)1,5 a 2,5972 a 1.620
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)3,0 a 4,51.944 a 2.916
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)1,5 a 2,0972 a 1.296
Corda-de-viola (Ipomoea nil)3,0 a 4,51.944 a 2.916
Erva-quente (Spermacoce latifolia)3,0 a 4,51.944 a 2.916
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)1,5972
Grama-seda (Cynodon dactylon)3,0 a 4,01.944 a 2.592
Guanxuma (Sida rhombifolia)1,5 a 2,5972 a 1.620
Milheto (Pennisetum americanum)2,0 a 3,01.296 a 1.944
Milho (Zea mays)1,0 a 1,5648 a 972
Nabiça (Raphanus raphanistrum)1,0 a 2,0648 a 1.296
Picão-branco ou fazendeiro (Galinsoga parviflora)1,5 a 2,0972 a 1.296
Picão-preto (Bidens pilosa)1,5 a 2,5972 a 1.620

II) Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) no sistema de plantio direto ou plantio mínimo nas culturas do amendoim, aveia, centeio, cevada, ervilha, feijão, feijões (caupi, fava, guandu, mungo e vagem), grão-de-bico, lentilha, pinus, trigo e triticale.

PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico)DOSE Produto Comercial (L/ha)DOSE Ingrediente Ativo (kg i.a./ha)Volume de Calda L/haNÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Amendoim-bravo ou leiteiro (Euphorbia heterophylla)1,5 a 2,95972 a 1911,6100 - 400Aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para no plantio direto ou cultivo mínimo. Em áreas de plantio direto, para manejo de plantas daninhas, antes do plantio ou semeadura da cultura, as doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas daninhas no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as plantas daninhas perenizadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Beldroega (Portulaca oleracea)1,48959
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,5 a 2,95972 a 1911,6
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)0,75 a 1,48486 a 959
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,75 a 1,48486 a 959
Capim-marmelada (Urochloa plantaginea)0,75 a 1,48486 a 959
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)0,75 a 2,95486 a 1911,6
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)1,5 a 2,95972 a 1911,6

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Corda-de-viola (Ipomoea nil)1,5 a 2,95972 a 1911,6
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)1,48959
Guanxuma (Sida rhombifolia)1,48959
Nabiça (Raphanus raphanistrum)0,75 a 1,48486 a 959
Picão-branco ou fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,75 a 1,48486 a 959
Picão-preto (Bidens pilosa)0,75 a 1,48486 a 959

GLYPHOTAL TR deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. GLYPHOTAL TR não tem ação individual sobre sementes existentes no solo. GLYPHOTAL TR aplicado de acordo com as recomendações, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. GLYPHOTAL TR também pode ser utilizado em aplicação sequencial em plantio direto para o controle das plantas infestantes, nunca excedendo a dose máxima recomendada em aplicação única, observando que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação, a qual deve ser realizada em torno de 30 dias antes do plantio da cultura e a segunda próxima ao dia de plantio. A aplicação sequencial antecipa o controle das plantas infestantes, favorecendo o plantio em função de uma cobertura morta mais uniforme, o que facilita o trabalho da plantadeira, principalmente quando as plantas a serem dessecadas se encontram bem desenvolvidas. Essa antecipação irá melhorar a qualidade do plantio e garantir um melhor stand da cultura. A aplicação para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. III) Aplicação em jato dirigido na entrelinha, na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento, para as seguintes culturas: abacate, ameixa, azeitona, banana, cacau, café, caju, canade-açúcar (cana soca), caqui, citros, coco, dendê, eucalipto, figo, goiaba, lichia, macadâmia, mamão, manga, maracujá, nectarina, nêspera, noz-pecã, pera, pêssego, pinus, pupunha, quiuí, seringueira e uva.

PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico)DOSE Produto Comercial (L/ha)DOSE Ingrediente Ativo (kg i.a./ha)Volume de Calda L/haNÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Amendoim-bravo ou leiteiro (Euphorbia heterophylla)1,5 a 2,95972 a 1911,6100 - 600Aplicar em jato dirigido na entre-linha na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas infestantes no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as plantas infestantes perenizadas. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura.
Beldroega (Portulaca oleracea)1,48959
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)1,5 a 2,95972 a 1911,6
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)0,75 a 1,48486 a 959
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)0,75 a 1,48486 a 959
Capim-marmelada (Urochloa plantaginea)0,75 a 1,48486 a 959
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)0,75 a 2,95486 a 1911,6
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)1,5 a 2,95972 a 1911,6

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Corda-de-viola (Ipomoea nil)1,5 a 2,95972 a 1911,6
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)1,48959
Guanxuma (Sida rhombifolia)1,48959
Nabiça (Raphanus raphanistrum)0,75 a 1,48486 a 959
Picão-branco ou fazendeiro (Galinsoga parviflora)0,75 a 1,48486 a 959
Picão-preto (Bidens pilosa)0,75 a 1,48486 a 959

IV) Aplicação em jato dirigido na entrelinha, na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento, para as seguintes culturas: café, cana-de-açúcar (cana soca), citros e eucalipto.

PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico)DOSE Produto Comercial (L/ha)DOSE Ingrediente Ativo ( i.a./ha)Volume de Calda L/haNÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Grama-seda (Cynodon dactylon)3,0 a 4,01.944 a 2.592100 - 600Aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas infestantes para no plantio direto ou cultivo mínimo. Em áreas de plantio direto, para manejo de plantas infestantes, antes do plantio ou semeadura da cultura, as doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas infestantes no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as plantas infestantes perenizadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)2,0 a 3,01.296 a 1944
Capim-colonião (Panicum maximum)2,5 a 4,51.620 a 2.916
Milheto (Pennisetum americanum)2,0 a 3,01.296 a 1.944
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum)3,0 a 4,51.944 a 2.916
Milho (Zea mays)1,0 a 1,5648 a 972
Erva-quente (Spermacoce latifólia)3,0 a 4,51.944 a 2.916

APLICAÇÃO NA PRÉ-COLHEITA DA CULTURA DA SOJA:

CULTURADOSE Produto Comercial (L/ha)VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha)NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
SOJA0,75 - 1,5100 - 300Aplicação sobre a cultura, na pré-colheita de soja, logo após a maturação fisiológica do grão que ocorre após o estágio R7, 7 dias antes da colheita. A partir deste período a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o órgão está protegido pela vagem, o produto também não entrará em contato direto com o mesmo. Realizar 1 única aplicação.

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PARA A SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA:

PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico)ESTÁGIO DE CRESCIMENTOÉPOCA (DAE) (1)DOSES (L/ha) (2)VOLUME DE CALDA (L/ha)NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
FOLHA ESTREITA:A aplicação do produto deverá ser feita em área total, em pós- emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizada aplicação única ou sequencial. A aplicação única deve seguir os estágios de crescimento, épocas e doses para soja geneticamente modificada. Considerar que a melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda- se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): • A primeira na dose de 1,5 L/ha, até aos 20 dias após a emergência da cultura. • A segunda na dose de 1,0 L/ha, com intervalo de cerca de 15 a 20 dias entre as duas aplicações. Em casos específicos de infestação de *Trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação,
Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)Até 2 perfilhos Até 10 cmAté 20 dias1,20100 – 300 (terrestre) 20 – 50 (aéreo)
De 3 a 6 perfilhos Maior que 10 cm e Menor que 20 cmDe 20 a 30 dias1,2 a 2,0
Mais que 6 perfilhos Maior que 20 cmDe 30 a 45 dias (3)2,0 a 2,5
FOLHA LARGA:
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Trapoeraba* (Commelina benghalensis) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabiça (Raphanus raphanistrum)Até 6 folhas Até 10 cmAté 20 dias1,5 a 2,0100 – 300 (terrestre) 20 – 50 (aéreo)
De 6 a 10 folhas Maior que 10 cm Menor que 20 cmDe 20 a 30 dias2,0 a 2,25
Mais que 10 folhas Acima de 20 cmDe 30 a 45 dias (3)2,25 a 2,50

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¹ (Dias Após a Emergência) 2 (Dose produto comercial/ha) PARA O MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO:

PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico)ESTÁGIO DE CRESCIMENTOÉPOCA (DAE) (1)DOSES (L/ha) (2)VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha)NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
FOLHA ESTREITA:GLYPHOTAL TR deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. No caso de aplicação única seguir os estágios de crescimento e épocas dos quadros anteriores e em aplicação sequencial seguir o diagrama descrito abaixo do quadro IV. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados GLYPHOTAL TR não tem ação sobre sementes existentes no solo. quando aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com
Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)Até 2 perfilhos Até 10 cmAté 15 dias1,20100 - 300 (terrestre) 20 – 50 (aérea)
De 3 a 6 perfilhos Maior que 10 cm Menor que 20 cmDe 25 a 30 dias1,2 a 2,0
FOLHA LARGA:
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Trapoeraba* (Commelina benghalensis)Até 6 folhas Até 10 cmAté 15 dias1,5 a 2,0100 - 300 (terrestre) 20 – 50

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(aérea)uma única aplicação ou aplicação sequencial. Realizar no máximo 01 aplicação com exceção de aplicação sequencial que não deve ultrapassar a dose máxima recomendada e uma aplicação única.
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabiça (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca (Richardia brasiliensis)De 6 a 10 folhas Maior que 10 cm Menor que 20 cmDe 25 a 30 dias2,0 a 2,25

Diagrama para aplicação sequencial na cultura do milho geneticamente modicado: APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS APÓS A PODA INVERNAL DA CULTURA DA MANDIOCA

CULTURAPLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico)DOSE Produto Comercial (L/ha)VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha)NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
MANDIOCACapim-braquiária, (Brachiaria decumbens)2,0 a 4,0100 a 300 L/haFazer a aplicação em pós-emergência das plantas daninhas após a poda invernal da cultura da mandioca, antes da brotação da mesma. As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas daninhas no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as plantas daninhas perenizadas. Recomenda- se uma única aplicação por ciclo da cultura. Realizar 1 única aplicação.
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica)
Guanxuma (Sida rhombifolia)
Capim-colchão, (Digitaria horizontalis)3,0 a 4,0
Corda-de-viola, (Ipomoea grandifolia)

(Ipomoea grandifolia)

MODO DE APLICAÇÃO

Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal Página 11 de 24

e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. Via aérea: Para as culturas algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, milho, milho geneticamente modificado, soja e soja geneticamente modificada. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Volume de calda 2050 L/ha. Preparo de calda: Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.

limpos.Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no
máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador.Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza

Condições Meteorológicas: Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo: Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC. Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão térmica Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula. Riscos de Deriva Toda a pulverização de produtos feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos. Isto se torna um problema ainda maior quando estas culturas são sensíveis ao produto aplicado. Quando a ponta usada não é específica para o uso de herbicidas sistêmicos ou a regulagem e calibração não estão corretas, o produto aplicado fica sujeito à deriva na forma de gotas finas. Estas podem ser levadas para fora do local da aplicação devido à ação do vento. Culturas sensíveis que recebem deriva de gotas contendo herbicidas podem ter perdas de produtividade, gerando prejuízos econômicos importantes. Página 12 de 24

Limpeza do pulverizador: Pulverizadores de barra: 1Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada; 2Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente; 3Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada; 4Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente; 5Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada. Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaDias
Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Cana-de-açúcar, Canola, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão Fava, Feijão-guandum Feijão Caupi, Feijão- Mungo, Grão de bico, Gergilim, Girassol, Lentilha, Mamona, Milho, Sorgo, Trigo e Triticale(1)
Abacate, Azeitona, Quiuí, Lichia, Mamão, Manga, Maracujá3
Ameixa, Cajú, Caqui, Figo, Goiaba, Mangaba, Nêspera e Uva17
Banana, Cacau, Citros, Nectarina e Pêssego30
Café15
Coco, Dendê, Macadâmia, Noz-pecã, Pera, e Pupunha15
Eucalipto, Pinus e SeringueiraUNA
Soja7 dias (3)
Soja e Soja Geneticamente Modificada(2)
Mandioca90
Milho(4)
Milho Geneticamente Modificado90 dias e 60 dias (5)

emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (3)O intervalo de segurança para a cultura da soja é de 7 dias quando o agrotóxico for aplicado para a sua dessecação. (4) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (5) O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, e de 60 dias quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura para controle da produção de pólen em campos de produção de grãos para sementes geneticamente modificadas que expressem a resistência ao glifosato.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. Página 13 de 24

GLYPHOTAL TR não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. A aplicação na modalidade de pré-colheita na cultura da soja, realizada em período diferente do recomendado poderá ocasionar severos danos às culturas com consequente perda de produção. O herbicida GLYPHOTAL TR não deve ser utilizado em área total em pós-emergência das culturas indicadas, exceto quando aplicado na modalidade de uso na pré-colheita da soja para dessecação. Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas recipientes plásticos, fibras de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Caso ocorra chuva na primeira hora após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Sob chuva, suspenda a aplicação. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar GLYPHOTAL TR quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação de GLYPHOTAL TR. As recomendações técnicas no modo de aplicação desta bula atendem à exigência da ANVISA e garantem a redução de deriva de 50% ou mais para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL) nas aplicações costais, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida GLYPHOTAL TR é composto por Sal de Isopropilamina de GLIFOSATO, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Página 14 de 24

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂCIA SANITÁRIA – ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, se a aplicação manual for feita em nível abaixo da cintura e, por baixo do punho da luva, se a aplicação manual for feita em nível acima da cintura e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Página 15 de 24

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. • Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. • Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. • Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. • Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR - GLYPHOTAL TR -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGlifosato: glicina substituída. ISOPROPILAMINA: alquilamina de cadeia curta.
Classe toxicológicaCategoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo.
Vias de exposiçãoDérmica e inalatória.

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Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
ToxicocinéticaGlifosato: Em ratos, o glifosato foi pouco absorvido pela via dérmica (1-3%) e rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma proporção de 20-30%. O pico plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. A distribuição foi ampla, com pequenas concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O glifosato passa por muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil-fosfônico (AMPA) detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O glifosato foi excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada (cerca de 90%) foi eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%), grande parte como dose não absorvida, e também através da urina (20-30%). A meia-vida de eliminação do organismo é de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de bioacumulação. Após 168 horas da exposição, menos de 1% permaneceu retido nos tecidos (ossos, rins e fígado). Este padrão toxicocinético ocorreu independentemente da dose, do sexo do animal e da via de administração do glifosato. Isopropilamina: As aminas primárias são pouco absorvidas pelas vias dérmica, gastrointestinal e inalatória pois, no pH fisiológico, estas moléculas se encontram em sua forma ionizada. As principais rotas de biotransformação das aminas alifáticas envolvem a oxidação, conjugação e outras reações enzimáticas que levam à detoxificação e excreção. Como via secundária do metabolismo, a N- acetilação também pode ocorrer. Há poucas informações relacionadas à biotransformação da isopropilamina especificamente, no entanto, há indícios de que seja excretada principalmente na forma inalterada e/ou nas formas oxidadas, como amônia e acetona.
ToxicodinâmicaGlifosato: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos ou animais. Isopropilamina: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. Porém, sabe-se que os principais efeitos causados por estas substâncias estão relacionados às suas propriedades irritativas/corrosivas na pele, olhos e membranas mucosas.
Sintomas e sinaisNão são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos em animais de experimentação, o produto pode ser nocivo em contato com a pele e nocivo se ingerido. A aplicação do produto não provocou irritação cutânea nem ocular. O produto também não causou sensibilização à pele. Glifosato: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
clínicos

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Isopropilamina: esta substância apresenta efeitos locais de irritação. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas. Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento. Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia. Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
TratamentoCUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. Exposição Oral: - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em pacientes intoxicados. - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico. - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de intoxicação por glifosato. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

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Exposição respiratória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos dasNão são conhecidos.
interações químicas
ATENÇÃOPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518 5465 Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (> 1,353 mg/L. mg/L/4h). Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema e edema (grau 1), em 1/3 dos animais. Os sinais de irritação foram revertidos dentro de 7 dias. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele. Corrosão/irritação ocular em coelhos: O potencial de irritação/corrosão ocular aguda foi avaliado em 3 coelhos albinos Nova Zelândia. O produto aplicado no olho dos coelhos produziu hiperemia e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados, e edema conjuntival em 2/3 dos animais. Hiperemia pericorneana foi observada em 2/3 dos Página 19 de 24

olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação. Nas condições de teste, o produto foi considerado não irritante aos olhos. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: Glifosato: Os principais órgãos-alvo de toxicidade do glifosato são o trato gastrointestinal, glândulas salivares, fígado e bexiga urinária em roedores. Um NOAEL geral de longo prazo de 100 mg/kg p.c./dia foi obtido considerando uma série de estudos de longo prazo em ratos. Após exposição de curto prazo ao glifosato, cães apresentaram redução no ganho de peso corpóreo, alterações gastrointestinais e toxicidade hepática, além de vários outros achados em um estudo que utilizou doses muito altas de glifosato (cerca de 1000 mg/kg p.c./dia). O glifosato não apresentou potencial genotóxico e nenhuma evidência de carcinogenicidade foi observada em ratos e camundongos. A fertilidade e os parâmetros reprodutivos não foram afetados pela administração de glifosato. Alguns efeitos adversos, como atraso na separação prepucial em machos da geração filial, foram observados apenas em doses elevadas e na presença de toxicidade parental (1000 mg/kg p.c./dia). Em ratos e coelhos, foram observados efeitos adversos no desenvolvimento apenas na presença de toxicidade materna (ossificação tardia e aumento da incidência de anomalias esqueléticas). O NOAEL relevante para o desenvolvimento e o NOAEL materno foram de 50 mg/kg p.c./dia, considerando todos os estudos de toxicidade para o desenvolvimento em coelhos. Isopropilamina: Esta substância não causou efeitos sistêmicos em estudos de toxicidade repetida, em ratos, em concentrações abaixo das que causaram corrosividade. Efeitos locais como irritação do trato respiratório e membranas mucosas foram observados em estudos de toxicidade repetida pela via inalatória em ratos. Em um estudo de uma geração com ratos, após exposição inalatória à isopropilamina, nenhum potencial de toxicidade para a reprodução foi detectado (NOAEL= 499 mg/m³). Em estudo de toxicidade para o desenvolvimento pré-natal, não foram observados efeitos adversos após exposição inalatória dos animais durante a gestação. NOAEC (materno)= 500 mg/m³, NOAEC (prole)= 1000 mg/m³. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos. SINTOMAS DE ALARME: Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor abdominal), irritação ocular, tosse, ardência no nariz e garganta. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: •Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
XPerigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver as embalagens rompidas. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc., ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Página 21 de 24

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Página 22 de 24

EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. Página 23 de 24

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 24 de 24

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glyphotal TR registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 10912 · documento de 03/02/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glyphotal TR?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glyphotal TR e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glyphotal TR é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 10912, documento de 03/02/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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