Bula oficial · registro MAPA nº 3416

Bula do Glyphon

Bula completa do Glyphon (registro MAPA nº 3416), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 18 páginas no PDF.

. GLYPHON Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 3416

COMPOSIÇÃO

Sal de isopropilamia de Glifosato.......................................................................480 g/L (48,0% m/v) Equivalente ácido (GLIFOSATO) ......................................................................356 g/L (35,6% m/v) Outros Ingredientes ...........................................................................................684 g/L (68,4% m/v)

GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo, de ação sistêmica, do Grupo Químico - Glicina Substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel - SL TITULAR DO REGISTRO: - Rodovia BR 369, Km 197 - CEP: 86700-970 - Arapongas - PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Fone: (43) 3274-8585 - fax: (43) 3274-8500; Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO Registro MAPA n° 01998 MONSANTO DO BRASIL LTDA Av. Carlos Marcondes, 1.200, km 159 5LimoeiroCEP 12241421 - São José dos Campos/SP - Tel.: 0800-940-6000 - Registro Estadual n° 525 - CDA/SP. BAYER CROPSCIENCE LP Luling Plant - 12.501 River RoadPO Box 174LulingLouisiana - 70.070USA. MONSANTO ARGENTINA S.R.L. Ruta 12, km 83.100 Zarate2800Argentina. BAYER CROPSCIENCE LP 2.500 Wiggins Road – Muscatine - Iowa - 52.761 -USA. MONSANTO EUROPE S.A. – ANTWERP PLANT Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 – Bélgica. FORMULADORES: Rodovia BR 369, Km 197 - CEP: 86700-970 - Arapongas - PR; CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Fone: (43) 3274-8585 - fax: (43) 3274-8500; Registro Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR/PR Nº 466. Rodovia BR 163, Km 116 - Parque lndustrial Vetorasso; RondonópolisMTBRASIL; CEP: 78740275: Fone: (66) 3439-3700fax: (66) 3439-3715; C.N.P.J: 75.263.400/0011-60; Registro Instituto de Defesa Agropecuária do Estado do Mato Grosso - INDEA/MT nº 183/2006. MONSANTO DO BRASIL LTDA Av. Carlos Marcondes, 1200 km 159,5 - Limoeiro CEP 12241421 - São José dos Campos - SPFone 0800-940-6000Cadastro CDA/SP N° 525.

No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E INDIVIDUAL. PROTEJA-SE Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III - PRODUTO

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C 1 - INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: Recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestante) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, pinus e eucalipto. Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de arroz soja, milho trigo e na eliminação do arroz vermelho. Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar. 1.1 - CULTURAS Ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus, eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. 1.2 - PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS E DOSES PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS

FOLHA ESTREITADOSE%
L/100 L
Nome ComumNome CientíficoL p.c./hag a.i./had’água**
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,5 - 1,0*240 - 4800,5
AveiaAvena saliva1,04800,5
CevadilhaBromus catharticus1,04800,5
Capim-rabo-de-raposaSetaria geniculata1,0 - 2,0*480 - 9601,0
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,57200,5
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,5 - 2,0*720 - 9601,0
Capim-favoritoRhynchelitrum repens1,5 - 2,0*720 - 9601,0
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,09601,0
AzevémLolium multiflorum2,0 - 3,0*960 - 14401,0
Capim-ArrozEchinochloa crusgalli4,019201,5
Cuminho ou falso cominhoFimbristylis miliacea5,024002,0

Cuminho ou falso cominho Fimbristylis miliacea 5,0 2400 2,0 p.c.: produto comercial, a.i.: ingrediente ativo. Nota: 1 litro de Glyphon contém 480 gramas de sal de Isopropilamia de Glifosato.

NORTOX S/A Rodovia BR 369 Km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas/PR - Brasil
FOLHA LARGADOSE% L/100 L d’água**
Nome ComumNome CientíficoL p.c./hag a.i./ha
Picão-pretoBidens pilosa1,0 - 1,5*480 - 7200,5
Picão-branco ou FazendeiroGalinsoga parviflora1,04800,5
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1,0 - 2,0*480 - 9601,0
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,57200,5
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,57200,5
AngiquinhoAeschynomene rudis2,09601,0
MentrastoAgeratum conyzoides2,09601,0
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2,09601,0
CaruruAmaranthus viridis2,09601,0
Boca-de-leão-selvagemAntirrhinum orontium2,09601,0
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2,09601,0
BuvaConyza bonariensis2,09601,0
Cordão-de-fradeLeonotis nepetifolia2,09601,0
Quebra-pedraPhyllantus tenellus2,09601,0
BeldroegaPorrulaca oleracea2,09601,0
NabiçaRaphanus raphanistrum2,09601,0
Maria-pretinhaSolanum americanum2,09601,0
SerralhaSonchus oleraceus2,09601,0
Maria-gordaTalinum paniculatum2,0 - 3,0*960 - 14401,0
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla2,0 - 4,0*1440 - 19201,5
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia3,014401,0
AlfafaMedicago saliva3,516801,0
AnileiraIndigofera hirsuto4,019201,5
Corda-de-violaIpomoea quamoclit4,019201,5
Poaia-brancaRichardia brasiliensis4,019201,5
EspérgulaSpergula arvensis4,019201,5
TrevoTrifolium repens4,019201,5
BarbascoPterocaulon virgatum4,5 - 5,0*2160 - 24002,0
Erva-quenteSpermacoce alata5,0 - 6,0*2400 - 28802,0
ErvilhacaVicia saliva5,024002,0

Ervilhaca Vicia saliva 5,0 2400 2,0 p.c.: produto comercial, a.i.: ingrediente ativo. Nota: 1 litro de Glyphon contém 480 gramas de sal de Isopropilamia de Glifosato.

PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS:

FOLHA ESTREITADOSE%
Nome ComumNome CientíficoL p.c./hag a.i./haL/100 L
d’água**
Capim-azedoPaspalum conjugatum1,04800,5
JunquinhoCyperus ferax1,5 - 3,0*720 - 14401,0
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5 - 4,0*720 - 19201,5
Capim-coloniãoPanicum maximum1,5 - 5,0*720 - 24002,0
Grama-compridaPaspalum dilatatum2,09601,0
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,5 - 4,0*1200 - 19201,5
TiricaCyperus flavus3,014401,0
Capim-gorduraMelinis minutiflora3,0 - 4,0*1440 - 19201,5
Capim-gengibrePaspalum maritimum3,0 - 4,0*1440 - 19201,5
Capim-canoãoSelaria poireliana3,516801,0
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis4,019201,5
Capim-membecaAndropogon leucostachyus4,019201,5
Grama-sedaCynodon dactylon4,0 - 5,0*1920 - 24002,0
TirircaCyperus rotundus4,0 - 5,0*1920 - 24002,0
Capim-jaraguáHyprrhenia rufa4,019201,5
Capim-caianaPanicum cayennense4,019201,5
Grama-batataisPaspalum notatum4,0 - 5,0*1920 - 24002,0
Grama-touceiraPaspalum paniculatum4,0 - 5,0*1920 - 24002,0
Capim-da-roçaPaspalum urvillei4,019201,5
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4,0 - 5,0*1920 - 24002,0
Capim-massambaráSorghum halepense4,019201,5
Grama-missioneira ou capitingaAxonopus compressus5,024002,0
TiriricaCyperus difformis5,024002,0
Cana-de-açúcar (roughing)Saccharum officinarum6,028802,0

p.c.: produto comercial, a.i.: ingrediente ativo. Nota: 1 litro de Glyphon contém 480 gramas de sal de Isopropilamia de Glifosato.

NORTOX S/A Rodovia BR 369 Km 197 Tel. [43] 3274 8585 Fax [43] 3274 8500 86700-970 Arapongas/PR - Brasil
FOLHA LARGADOSE%
Nome ComumNome CientíficoL p.c./hag a.i./haL/100 L
d’água**
Apaga-fogoAltemanthera tenella1,04800,5
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,57200,5
Maria-moleSenecio brasiliensis2,0 - 3,0*960 - 14401,0
Erva-lancetaSolidago chilensis2,09601,0
Língua-de-vacaRumex crispus3,014401,0
GuanxumaSida cordifolia3,014401,0
Guanxuma-brancaSida glaziovii3,014401,0
GuanxumaSida rhombifolia3,014401,0
GrandiúvaTrema micrantha4,019201,5
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia5,024002,0
TanchagemPlantago major5,024002,0
AgriãozinhoSynedrellopsis grisebachii5,024002,0

p.c.: produto comercial, a.i.: ingrediente ativo. Nota: 1 litro de Glyphon contém 480 gramas de sal de Isopropilamia de Glifosato. * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase e adulta ou perenizada. ** As dosagens em porcentagem referem-se as aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare. ELIMINAÇÃO DA SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

CULTIVAREQ. CONV. (L.ha)EQ. CDA/BENTLEY (L.ha)
IAC5.04.0
NA5.04.0
CB4.03.0
SP5.03.0
CO/CP5.04.0

CULTIVAR EQ. CONV. (L.ha) EQ. CDA/BENTLEY (L.ha) IAC 5.0 4.0 NA 5.0 4.0 CB 4.0 3.0 SP 5.0 3.0 CO/CP 5.0 4.0 A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 em do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. 1.3 – NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLYPHON quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLYPHON, não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLYPHON, aplicado no período adequado, conforme recomendação controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação.

Maturador da Cana-de-açúcar: O GLYPHON pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. Idade da cultura A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas A aplicação de GLYPHON como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Aplicação A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha (Ver item: Aplicação Aérea). Observação Geral: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase e jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. 1.4 -

MODO DE APLICAÇÃO

GLYPHON pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos observando-se as seguintes recomendações:

EQUIPAMENTOTIPOS DE BICOSVAZÃO L/haPRESSÃO (LB/POL2)TAMANHODENSIDADE (GOTAS/cm2)
DE GOTAS
(µm)
Tratorizado Convencional80.03/80.04/110 .03/110.04200-40030-40300-60030-40
Bentley BT-3*X-280-12040-60200-30050-10
Costal Manual110.01/TK-05150-20020-30200-40020-30
Costal Manual80.02/110.02300-40020-30200-60020-30

Costal Manual 80.02/110.02 300-400 20-30 200-600 20-30 * Marca registrada de Equipamentos Bentley. - Aplicação Aérea: Recomenda para as culturas de arroz, eliminação de arroz vermelho, canadeaçúcar, cana-de-açúcar (maturador), cana-de-açúcar (eliminação da soqueira), milho, pastagem, soja e trigo, eucalipto e pinus. Utilizar barra com bicos para aeronaves de asa fixa - lpanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação 40-50 L/ha.

- Altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição - 15m. - Tamanho de gotas -110-120 µm - Densidade de gotas - mínimo 20 gotas/cm2 (DMV - 420-450µ). - Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 µ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo lpanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. - Condições climáticas: Temp.Max.: 28°C U.R.Min.: 55% Vel.Vento Max: 10 km/h (3 m/s) Para as culturas indicadas aplica-se GLYPHON em jato dirigido ou protegido, tomando-se necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto aplicar antes do plantio da cultura. Aplicase GLYPHON em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. "Roughing": A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLYPHON diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo "trombone'' na base de 6% de concentração. 1.5 - INTERVALO DE SEGURANÇA:

CULTURASDIAS
Banana, Cacau, Citros Nectarina, Pêssego30 dias
Ameixa, Uva17 dias
Maçã, Café, Pera15 dias
Cana-de-açúcar (como maturador)30 dias
Arroz, Cana-de-açúcar (pré-plantio), Milho e Trigo(1)
Soja(2)
Pinus e EucaliptoU.N.A.

CULTURAS DIAS Banana, Cacau, Citros Nectarina, Pêssego 30 dias Ameixa, Uva 17 dias Maçã, Café, Pera 15 dias Cana-de-açúcar (como maturador) 30 dias Arroz, Cana-de-açúcar (pré-plantio), Milho e Trigo (1) Soja (2) Pinus e Eucalipto U.N.A. U.N.A.: Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. (2) O intervalo de segurança para a cultura de soja não é determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré emergência da cultura. 1.6 - INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação. 1.7 - LIMITAÇÕES DE USO: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. GLYPHON não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.

Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4° e o 10° dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar GLYPHON com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLYPHON. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLYPHON. 1.8 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS VIDE ITENS PRECAUÇÕES GERAIS, PRECAUÇÕES NO MANUSEIO OU NA PREPARAÇÃO DA CALDA E PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO. 1.9 - INFORMAÇÕES SOBRE O EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. 1.10 - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.11 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.12 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1.13 - INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: GLYPHON apresenta mecanismos de ação inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

1.14 - INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos procure um Engenheiro Agrônomo. 2.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. 2.1 - PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. 2.2 - PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA: Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. 2.3 - PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).

Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado do produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou não permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. 2.4 - PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita. Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. ATENÇÃO NOCIVO SE INGERIDO

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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

2.5 - INTOXICAÇÕES POR GLYPHON

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGlifosato-sal de isopropilamina: Glicina Substituída
Classe toxicológicaCategoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
ToxicocinéticaApós exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido foi absorvido. Aproximadamente 70-80% da dose administrada foi eliminada nas fezes e 20-30% na urina, nas primeiras 72 horas. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14- 29% é excretado pela urina e 0,2% excretado pelo ar expirado. Em 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado e seu único metabólito é o ácido aminometil fosfônico (AMPA). O AMPA aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias. Menos de 1% da dose absorvida permanece principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Experiências em humanos sugerem que a meia vida do glifosato é de 2-3 horas. A absorção dérmica foi baixa em modelo experimental in vitro para pele humana (2,3%). Esta baixa absorção foi confirmada também em estudos realizados com macacos. O glifosato não tem potencial de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de galinhas.
ToxicodinâmicaO glifosato é um herbicida sistêmico do grupo das glicinas substituídas que age sobre o citocromo P-450 alterando a síntese da membrana celular, tanto em vegetais como em mamíferos. Nas plantas age interferindo na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano. Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico em humanos. Tem sido proposto o desacoplamento da fosforilação oxidativa que é uma via metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). Em baixas concentrações não tóxicas o glifosato causa efeito de desregulação sobre a enzima aromatase em células de placenta humana in vitro, reduzindo a atividade desta enzima e reduzindo a expressão da proteína SIAR (proteína de regulação rápida de esteroidogênese).
Sintomas e sinais clínicosAs manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casos de exposição: Ingestão: podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea / vômitos, cólicas, diarreia. Também são observados hematêmese e melena, assim como a hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipneia, dispneia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria;
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acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.
TratamentoANTÍDOTO: não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabeleça via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória repentina, convulsões, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avalie o estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de secreções orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem ser necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administre oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Exposição oral: - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico. - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal em cuff. - Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica, se administrado após a ingestão (1h). Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água / 30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade). - Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades pouco tóxicas. Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar avaliação oftalmológica de urgência. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem ocorrer queimaduras químicas com a exposição ao sol.
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Tratamento dos sintomas deve ser de acordo com as manifestações clínicas. Exposição inalatória: remova o paciente para um local arejado e forneça adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes derivados de petróleo, e outras substâncias como surfactantes, agravando a irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite, pneumonia química, edema pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades respiratórias. Administre oxigênio, corticoides, broncodiladores, antagonistas H1 (anti-histamínicos), antibioticoterapia, e auxilie na ventilação, conforme necessário. Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico completo e neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função renal e hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose. Realizar exames de imagem, ECG, endoscopias conforme necessidade. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. - Em caso de hipotensão, proceda à infusão de 10 a 20 ml/kg de fluído isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 µg/kg/min) ou norepinefrina (Adulto: começar a infusão com 0,5 a 1 µg/kg/min / Criança: começar a infusão com 0,1 µg/kg/min. - Em caso de acidose, trate a acidose metabólica severa (pH < 7,1) com bicarbonato de sódio intravenoso. Começar com 1 a 2 mEq/Kg em adultos e em crianças. Se necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos. Monitor os gases sanguíneos para ajustar a dose. - Hemodiálise: é indicada na insuficiência renal. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto e utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o procedimento.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cardiorrespiratória.
Efeitos das interações químicasO quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação. Este produto contém: Sulfato de Amônio: pode causar irritação ocular, náusea, diarreia, alergia respiratória. Exposição prolongada pode resultar em dano ocular definitivo.
ATENÇÃOLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória
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Centro de Controle de Intoxicação de Londrina – PR: (43) 3371-2244 Telefone de Emergência da Empresa: (43) 3274-8585 Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br

Centro de Controle de Intoxicação de Londrina – PR: (43) 3371-2244 Telefone de Emergência da Empresa: (43) 3274-8585 Endereço Eletrônico da Empresa: www.nortox.com.br 2.6 - MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: O glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação demonstram que o glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado. 2.7 - EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO Efeitos agudos: DL50 oral para ratos: > 5000 mg/kg de peso corpóreo. DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/kg de peso corpóreo. CL50 inalatória para ratos: 4,53 mg/L Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto causou eritemas reversíveis em 7 dias Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto causou opacidade da córnea, irite, hiperemia e quemose reversíveis em 7 dias Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é considerado sensibilizante. Sensibilização respiratória em ratos: não disponível. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Em estudo de médio prazo com ratos, não foi observada mortalidade entre os animais que receberam o Glifosato em grau técnico por via oral durante 90 dias nas doses de 30, 100 e 300 mg/kg/dia. As doses testadas não provocaram alterações significativas no estado geral de saúde, sobrevivência, ganho de peso, consumo de ração, hematologia e bioquímica clínica. A maior dose testada, 300 mg/kg/dia, foi considerada como a dose de não efeito observado (NOEL). Já em estudo de longo prazo com ratos, o NOEL para efeitos sistêmicos foi de 8000 ppm. 3 - DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE 3.1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). - Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II). X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). -Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. -Não utilize equipamento com vazamento. -Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. -Aplique somente as doses recomendadas. -Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. -A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

3.2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: -Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. -O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. -A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. -O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. -Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. -Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. -Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. -Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. -Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3.3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: -Isole e sinalize a área contaminada. -Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NORTOX S/A., pelo telefone de emergência: (43) 3274-8585. -Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros combinado P2 ou P3). -Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:  Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a Empresa Registrante conforme indicado.  Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. -Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 3.4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL -LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: -Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; -Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume; -Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; -Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;

-Faça esta operação três vezes; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: -Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; -Acione o mecanismo para liberar o jato de água; -Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a bocado tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. -ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA - Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. - O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. -DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA - No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. - Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. - O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL -ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA -O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. -Use luvas no manuseio dessa embalagem. -Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das lavadas.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA -No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. -Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. -O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. -TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emiti da pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. -É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. -EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÀO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas. -PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: - Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. -TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

4 - RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL. Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glyphon registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 3416 · documento de 23/07/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glyphon?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glyphon e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glyphon é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 3416, documento de 23/07/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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