GLUFOSINATO 200 SL LIER Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 12625
COMPOSIÇÃO
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4-yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO) ....................................................................................................................................................................... 200,0 g/L (20,0% m/v) Outros Ingredientes......................................................................................................................................................... 915,0 g/L (91,5% m/v)
GRUPO H HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total GRUPO QUÍMICO: GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO: homoalanina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*) FOISON DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E COMÉRCIO LTDA. Rua Santa Catarina, 40 – Sala 1102 – Santa Maria Goretti – Porto Alegre/RS – CEP 91030-330 – Fone: (51) 3273-4801 CNPJ: 51.006.381/0001-57 – Número de registro do estabelecimento no Estado: 119/23 – DISA/DDA/SEAPA/RS (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO LIER – Registro MAPA nº 42519 ⚫ LIER CHEMICAL CO., LTD. - Endereço: Economic and Technical Development Zone, 621000, Mianyang, Sichuan - China. FORMULADOR: ⚫ LIER CROPSCIENCE CO., LTD. - Endereço: N° 329 South Mianzhou Avenue, Mianyang, Sichuan Province – 621000 – China MANIPULADOR: ⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 1 - Endereço: Rua Alberto Guizo, nº 859 - Distrito Industrial João Narezzi - CEP 13347-402 – Indaiatuba/SP - CNPJ 50.025.469/0001-53 - Registro no órgão estadual nº 466/CDA/SP ⚫ ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Fábrica 2 - Endereço: Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260 - Bairro Cruz Alta - CEP 13348-790 – Indaiatuba/SP - CNPJ 50.025.469/0004-04 - Registro no órgão estadual: nº 1248/CDA/SP ⚫ TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Endereço Av. Roberto Simonsen, 1459, Poço Fundo - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ 03.855.423/0001-81 - Registro no órgão estadual nº 477/CDA/SP IMPORTADOR: ⚫ AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. – Endereços: Rodovia BR 364 Km 20 s/nº, Bairro: Zona Rural, Cuiabá/MTCEP: 78098-970 - CNPJ: 77.294.254/0050-72 - Registro no órgão estadual nº. 20435 – INDEA/MT; Rodovia BR 163, 2461, Bairro Expansão Urbana, Sorriso/MT – CEP: 78890-000 - CNPJ: 77.294.254/0077-92 – Registro estadual nº: 22956 – INDEA/MT; Rodovia PA 125, Quadra 03, Lote 15, Paragominas/PA - CEP: 68628-557 - CNPJ: 77.294.254/0083-30 - Registro estadual nº: 004.23 – ADEPARA/PA ⚫ PRENTISS QUÍMICA LTDA. – Endereços: Rodovia PR 423, s/nº, km 24,5, Bairro Jardim das Acácias – Campo Largo/PR - CEP: 83603-000 - CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro no órgão estadual nº: 002669 – ADAPAR/PR; Rodovia BR 163 km 116, s/nº - bairro Parque Industrial Vetorasso – Rondonópoilis/MT – CEP: 78746-055 - CNPJ: 00.729.422/0006-07 - Registro no órgão estadual nº: 33641 – INDEA/MT ⚫ TRES TENTOS AGROINDUSTRIAL S/A. - Endereço: Avenida Principal 187 – Distrito Industrial – Santa Bárbara do Sul/RS, CEP: 98.240-000 - CNPJ: 94.813.102/0001-70 - Registro no órgão estadual nº: 248/96 - DISA/DDA/SEAPA/RS ⚫ ZHONGXUN DO BRASIL LTDA. – Endereço: Avenida da Liberdade, 1000 – São Paulo/SP – CEP: 01502-001 - CNPJ: 54.796.176/0001-20 - Registro no órgão estadual nº: 4525 – CFICS/DDSIV/CDA/SP ⚫ ZHONGSHAN QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Endereços: Rua João Dias de Souza, 48 – Conj. 51 – Campolim – Sorocaba/SP – CEP: 18048-090 - CNPJ: 28.514.525/0001-64 – CFICS/ DSV/CDA/SP n° 4918; Rua C Trecho 03, Armazém P, S/N, CEP: 47.850-000, Bairro: Centro lndustrial de Cerrado, Luis Eduardo Magalhães/BA - CEP: 47.850-000 - CNPJ: 28.514.525/0003-26 – ADAB/BA nº 125921; Avenida Euripedes Menezes, Parque Industrial Vice-Presidente José Alencar, Aparecida de Goiânia/GO – CEP: 74993-540 - CNPJ: 28.514.525/0002-45 – AGRODEFESA/GO nº 3421/2021; Rodovia BR-230, S/N km 411,5 - Bairro Zona Rural - Balsas/MA – CEP: 65800-000 - CNPJ: 28.514.525/0012-17 - AGED/MA nº 1341; Rodovia BR-050 km 185 – Galpão 1/Sala 9-A - Bairro Jardim Santa Clara - Uberaba/MG – CEP: 38038-050 - CNPJ: 28.514.525/0009-11 – IMA/MG nº 19.523; Rodovia MS 156, km 7,5 Zona Rural - Dourados/MS – CEP: 79849-899 - CNPJ: 28.514.525/0010-55 – IAGRO/MS nº 2060/2024-R; Rua Projetada, 150, Bairro Distrito Industrial - Cuiabá/MT – CEP: 78099-899 - CNPJ: 28.514.525/0006-79 - INDEA/MT nºs 27384 e 33608; Rodovia PR 090, 5695, Parque Industrial Nene Favoretto - Ibiporã/PR – CEP: 86200-000 - CNPJ: 28.514.525/0005-98 – ADAPAR/PR nº 1007991; Avenida das Indústrias, 2020, Armazém 06, Bairro Ouro Preto – Carazinho/RS – CEP: 99500-000 - CNPJ: 28.514.525/0007-50 - DISA/DDA/SEAPA/RS nº 54/21; Avenida Constante Pavan, 4633, Armazém 1K – Paulinia/SP – CEP: 13148-193 - CNPJ: 28.514.525/0004-07 - CFICS/ DSV/CDA/SP n° 4322. ⚫ BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA – Endereço: Rua São José, 550 - Piracicaba - CEP: 13400-330 - CNPJ: 07.057.944/0001-44 – CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4013
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
AGITE ANTES DE USAR
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
GLUFOSINATO 200 SL LIER é um herbicida do grupo homoalanina substituída, de ação não sistêmica, seletivo condicional (seletivo para algodão, milho e soja geneticamente modificados, tolerantes ao glufosinato de amônio, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão, milho e soja convencionais), indicado para uso no controle de plantas infestantes nas seguintes situações: • Aplicação em área total para dessecação de pré-plantio, no sistema de plantio-direto, das culturas de: aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale. • Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e cultura) na forma de jato dirigido para as culturas de: açaí, alface, algodão, banana, café, castanha-do-pará, citros, coco, dendê, eucalipto, maçã, macadâmia, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho e uva. • Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita nas culturas de batata, cana-de-açúcar, cevada, ervilha, feijão, feijão-mungo, feijão-guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem, grão-de-bico, lentilha, soja e trigo. • Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificada. • Aplicação em pós-plantio e pré-emergência da cultura da batata na fase de “cracking timing” (rachamento do solo antes da emergência da cultura). CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA APLICAÇÃO:
| Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | Doses Produto Comercial (L/ha) | Número máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Açaí Castanha- do-Pará Citros Coco Dendê Macadâmia Noz-Pecã Pinhão Pupunha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2.0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 | |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) (Digitaria sanguinalis) | |||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 4 folhas | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||||
| Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||||
| Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||||
| Época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé- de- galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
| Caruru ou Caruru-de- mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 + | ||||||
| Picão-branco |
| Alface | (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 0,2% óleo vegetal (v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | ||||||||||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||||||||||
| Erva-de-passarinho (Stellaria media) | ||||||||||||
| Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 + 0,2% óleo vegetal (v/v) de óleo vegetal ou mineral | |||||||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||||||
| Algodão | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% óleo vegetal (v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | : Jato dirigido | Terrestre: 350 | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||||||||||
| Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||||||||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) | ||||||||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | |||||||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||||||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||||||||||
| Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||||||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||||||||
| Fedegoso (Chenopodium álbum) | ||||||||||||
| Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm ou mais de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão- preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||||||
| Algodão OGM resistente ao Glufosinato de Amônio (pós- emergência) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2 a 4 folhas | 2,0 a 2,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | Costal, barra, aeronave | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 30 – 40 | ||||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||||||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||||||||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2 a 4 perfilhos | 3,0 a 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 1 | |||||||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||||||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 4 a 8 folhas | |||||||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||||||||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||||||||||
| Erva-quente (Borreria latifolia) | ||||||||||||
| Beldroega |
| (Portulaca oleracea) | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2 a 4 folhas | ||||||||||
| Buva (Conyza bonariensis) | |||||||||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||||||||
| Soja voluntária tolerante ao Glifosato (Glycine max) | |||||||||||
| Milho voluntário tolerante ao Glifosato (Zea mays) | |||||||||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2.5 a 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal ou mineral | |||||||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | ||||||||||
| Época e intervalo de aplicação: Pode-se aplicar GLUFOSINATO 200 SL LIER a partir da germinação do algodão tolerante ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 3,0 a 3,5 L p.c./ha. Realizar no máximo duas aplicações de GLUFOSINATO 200 SL LIER por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Equipamentos de aplicação: costal; barra; aérea. | |||||||||||
| Aveia Centeio Cevada Trigo Triticale | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal, barra | Terrestre: 300 | |||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||||||||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||||||||
| Arroz (Oryza sativa) | |||||||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||||||||
| Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||||||||
| Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||||||||
| Soja (Glycine max) | |||||||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | |||||||||||
| Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 | |||||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Estádio da cultura | Doses Produto Comercial (L/ha) | Número máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Cevada Trigo | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra, costal | Terrestre: 200 | |
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Banana | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 500 |
| Capim-guaçú (Paspalum conspersum) | ||||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||||
| Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 4 a 6 folhas | |||||
| Crepis (Crepis japonica) | ||||||
| Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||||
| Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | ||||||
| Erva-cará (Dioscorea batatas) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou nas entre linhas de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Batata | Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal, barra | Terrestre: 350 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||||
| Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | |||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência das plantas de batata), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||
| Batata | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal, barra | Terrestre: 350 | |
| Época e intervalo de aplicação: Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | Doses Produto Comercial (L/ha) | Número máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Buva (Conyza bonariensis) | ||||||
| Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | ||||||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 | |||
| Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500 | |||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 | |||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período vegetativo de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Cana-de- açúcar | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal | 1 | Aeronave | Aérea: 30 - 40 | |
| Época e intervalo de aplicação: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de GLUFOSINATO 200 SL LIER de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Feijão Feijão-caupi Feijão-fava Feijão- guandu, Feijão- mungo, Feijão- vagem, Ervilha Grão-de- bico, Lentilha | Uso para dessecação das culturas para consumo | 50% das vagens secas | 1,8 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal, barra, aeronave | Terrestre: 350 Aérea: 30- 40 |
| Uso para dessecação das culturas para sementes | 70% das vagens secas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
| Época e intervalo de aplicação: Para dessecação da cultura para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação da cultura para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | Doses Produto Comercial (L/ha) | Número máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Samambaia (Pteridium aquilinum) | Até 20 cm | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
| Capim-gordura |
| Eucalipto | (Melinis minutiflora) | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Erva-quente (Spermacoce alata) | Até 8 folhas | |||||
| Cambará (Lantana camara) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||||
| Buva (Conyza bonariensis) | ||||||
| Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | ||||||
| Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||||||
| Jurubeba (Solanum paniculatum) | ||||||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||||
| Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||||
| Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. |
| Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | Doses Produto Comercial (L/ha) | Número máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Maçã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Azevém (Lolium multiflorum) | ||||||
| Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 2 a 4 folhas | |||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Poaia (Richardia brasiliensis) | ||||||
| Trevo (Oxalis oxyptera) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. |
| Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão- preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim- marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Milho | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | |||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | ||||||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim- marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Milho OGM resistente ao Glufosinato de Amônio (pós- emergência) | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 | 2 | Costal, barra, aeronave | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 30 - 40 |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
| Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 6 folhas | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | ||||||
| Caruru (Amaranthus hybridus) | ||||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | ||||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
| Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2 folhas | |||||
| Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | ||||||
| Caruru (Amaranthus hybridus) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria hoeizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 + 0,25% v/v de óleo metilado de soja | ||||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | |||||
| Soja voluntária tolerante ao Glifosato (Glycine max) | ||||||
| Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 + 0,25% v/v de óleo metilado de soja | ||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | |||||
| Época e intervalo de aplicação: |
| Aplicar o GLUFOSINATO 200 SL LIER com adição de 0,5 L/ha (0,25% v/v) de óleo metilado de soja na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura do milho em cultivares ou híbridos tolerantes ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar GLUFOSINATO 200 SL LIER a partir da germinação do milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Equipamentos de aplicação: costal; barra; aérea. | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Nectarina Pêssego | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | |||||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Repolho | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2% óleo vegetal (v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
| Erva-de-passarinho (Stellaria media) | ||||||
| Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | ||||||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||||
| Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 + 0,2% óleo vegetal (v/v) de óleo vegetal ou mineral | |||||
| Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Soja | CSOJAapim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||||
| Amendoim-bravo, leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2 a 6 folhas | |||||
| Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Poaia (Richardia brasiliensis) | ||||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | |||||
| Trigo (Triticum aestivum) | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
| Aveia (Avena sativa) | ||||||
| Cevada (Hordeum vulgare) | ||||||
| Azevém (Lolium multiflorum) |
| Soja | Centeio (Secale cereale) | 1 | Costal, barra | Terrestre: 350 | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Triticale (Triticum secale) | ||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||||
| Capim-camalote (Rottboelia exaltata) | ||||||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | Até 4 folhas | |||||
| Erva-quente (Spermacoce latifolia) | Até 8 folhas | |||||
| Buva (Conyza bonariensis) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle da trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para o controle da buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-decarneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Estádio da cultura | Doses Produto Comercial (L/ha) | Número máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
| Soja | Soja Uso em dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal, barra, aeronaves | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 |
| Época e intervalo de aplicação: Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Soja OGM (resistente ao Glufosinato de Amônio (pós- emergência) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 + 0,25 % v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | 2 | Barra | Terrestre: 100 - 200 |
| Azevém (Lolium multiflorum) | ||||||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
| Capim-camalote (Rottboelia exaltata) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | |||||
| Buva (Conyza bonariensis) | ||||||
| Amendoim-bravo, leiteiro (Euphorbia heterophylla) | ||||||
| Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,5 a 3,5 + 0,25 % v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | ||||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | |||||
| Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar o GLUFOSINATO 200 SL LIER em pós-emergência da soja tolerante ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas, considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar GLUFOSINATO 200 SL LIER a partir da germinação da soja. Recomenda-se a |
| aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações de GLUFOSINATO 200 SL LIER por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Não se recomenda a aplicação do GLUFOSINATO 200 SL LIER a partir do início do florescimento da soja. Equipamento de aplicação: barra. | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | Terrestre: 350 |
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | |||||
| Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
| Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Preparo da calda herbicida: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; o equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GLUFOSINATO 200 SL LIER deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do GLUFOSINATO 200 SL LIER, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Equipamento de Aplicação: Aplicação Terrestre: • Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto. • Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. • Jato Dirigido: Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Aplicação Aérea: Apenas para as culturas de algodão OGM, cana-de-açúcar, cevada (dessecação da cultura), ervilha, feijão, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-guandu, feijão-mungo, feijão-vagem, grão-de-bico, lentilha, milho OGM, soja (dessecação da cultura) e soja OGM. Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada). • Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa.
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação; • Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. • Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
| Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição de gotas |
|---|---|---|---|---|---|
| 30 – 40 L/ha | Média e grossa | 40 gotas/cm2 | 3 metros | 15 – 18 metros | 65% |
| Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
|---|---|---|
| Entre 10 e 30ºC | Maior que 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento Entre 10 e 30ºC Maior que 55% Entre 3 e 10 km/h • Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura e Pecuária, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal. Recomendações gerais para evitar deriva: • Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. • Siga as restrições existentes na legislação pertinente. • O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). • O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Diâmetro das gotas: • A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa. • A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas: • Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores. • Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. • Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. • O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Ventos: • A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade: • Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. • Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica: • O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma
fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar. Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. 1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto. 2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto. 3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis. 4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. 5. Repita o passo 3. 6. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
| CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (dias) |
|---|---|
| Açaí, castanha-do-pará, citros, coco, dendê, macadâmia, noz-pecã, pinhão, pupunha | 40 dias |
| Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho, uva | 7 dias |
| Algodão | 28 dias |
| Algodão geneticamente modificado | 116 dias |
| Aveia, centeio, cevada, milho, trigo, triticale | (1) |
| Banana, batata, soja | 10 dias |
| Café | 20 dias |
| Cana-de-açúcar (Dessecação) | 14 dias |
| Cevada (Dessecação) | 7 dias |
| Eucalipto | U.N.A. |
| Ervilha, grão-de-bico, lentilha | 5 dias |
| Feijão, feijão-mungo, feijão guandu, feijão-caupi, feijão- fava, feijão-vagem, | 5 dias |
| Milho geneticamente modificado | 50 dias |
| Soja Geneticamente modificada | 60 dias |
| Trigo (Dessecação pré-colheita) | 7 dias |
Milho geneticamente modificado 50 dias Soja Geneticamente modificada 60 dias Trigo (Dessecação pré-colheita) 7 dias (1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego U.N.A. – Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos protetores.
LIMITAÇÕES DE USO
• Uso exclusivamente agrícola. • GLUFOSINATO 200 SL LIER é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. • A recomendação de uso do GLUFOSINATO 200 SL LIER em pós-emergência para as culturas de milho geneticamente modificado, algodão geneticamente modificado e soja geneticamente modificada é para materiais geneticamente modificados expressando adequadamente a proteína PAT, não devendo ser utilizado o produto nesta modalidade sobre cultivares convencionais, pois pode resultar em danos severos às culturas. • Certifique-se de usar semente de procedência legal, produzida sob controle de qualidade para pureza e identificada como geneticamente modificados tolerante ao glufosinato de amônio. • Procure identificar o campo no qual será aplicado GLUFOSINATO 200 SL LIER para evitar o uso indevido do herbicida em variedade não recomendada.
• A aplicação de GLUFOSINATO 200 SL LIER em soja geneticamente modificada deve ser realizada na fase vegetativa da cultura, controlando as plantas daninhas o mais precoce possível (estádios iniciais) para alcançar a melhor eficiência no controle das mesmas, não sendo recomendado o uso a partir do início do florescimento da soja. • Não realizar aplicações sequenciais de GLUFOSINATO 200 SL LIER cuja soma das doses exceda à recomendada por safra. • Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu efeito herbicida. • O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade. • O GLUFOSINATO 200 SL LIER age por contato nas plantas daninhas, aplique somente quando as plantas daninhas estiverem expostas, evitando efeitos “guarda-chuva”. • Para melhor efeito do produto é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas daninhas pela calda de pulverização. • Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento. • Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, GLUFOSINATO 200 SL LIER pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem. • Só realizar aplicação aérea quando o potencial de deriva for mínimo a áreas sensíveis adjacentes, como por exemplo, áreas residenciais, corpos de água, habitats conhecidos para espécies ameaçadas ou em perigo de extinção, as culturas não-alvo. • Todos os equipamentos de aplicação aérea e terrestre devem ser devidamente calibrados e verificados antes de serem utilizados para a aplicação. • Não aplique em circunstâncias que a deriva possa atingir alimentos, forragem ou outras plantações que possam ser danificadas e/ou tomadas impróprias para venda, uso e consumo; • Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto. • Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula. • É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. • É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento aos primeiros socorros. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item: MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida GLUFOSINATO 200 SL LIER é composto por glufosinato-sal de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou sem vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em l,ocal trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO/PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evitar o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas de segurança. Pode ser perigoso se ingerido ATENÇÃO Pode ser perigoso em contato com a pele Pode ser perigoso se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la. PELE: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR GLUFOSINATO 200 SL LIER -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | GLUFOSINATO - SAL DE AMÔNIO: Homoalamina substituída | ||
|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO | ||
| Vias de exposição | Oral, dermal e inalatória. | ||
| Toxicocinética | Toxicocinética | O glufosinato de amônio é rapidamente absorvido pela via oral em ratos, mas aproximadamente 10% da dose administrada foi absorvida. Um padrão de absorção similar foi observado em cães. A excreção é rápida (> 95% em até 96 horas), principalmente pelas fezes, sendo que a maior parte da radioatividade encontrada nas excretas foi identificada como o composto parental inalterado. Não foi observada bioacumulação. Amplamente distribuído, com baixas concentrações de resíduos nos órgãos e tecidos (0,1-1,3% da dose administrada). Não foram observadas diferenças significativas entre os sexos. | |
| Toxicodinâmica | Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a glutamina sintetase em mamíferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos. Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e foram reversíveis. | ||
| Sintomas e sinais clínicos | Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do o glufosinato de amônio. Após ingestão de produtos formulados contendo o glufosinato de amônio, foram reportados efeitos em humanos, como náusea, vômitos, diarreia, dor abdominal, tremores, hipotonia, bradicardia ou taquicardia, fraqueza muscular, sonolência, perda de consciência e coma, convulsões e dificuldade respiratória. Estudos conduzidos em ratos indicam moderada toxicidade aguda pelas vias oral e inalatória, e baixa toxicidade pela via dérmica. Os sinais clínicos observados nos animais tratados foram indicativos de toxicidade para o sistema nervoso. Não foi observado potencial de irritação para a pele e olhos de coelhos, e sensibilização dérmica em cobaias e camundongos. | ||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos. | ||
| Tratamento | Antídoto: não existe antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT). | ||
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. | ||
| Atenção | As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória; comunique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMA-ÇÕES MÉDICAS: Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Telefone de Emergência da empresa: (51) 3273-4801 |
Irritação ocular: não irritante Sensibilização Cutânea: Não sensibilizante. Mutagenicidade: o produto não causou mutação gênica ou aberrações cromossômicas nas condições de teste Efeitos crônicos: Não foram descritos efeitos crônicos induzidos pela exposição a glufosinato na monografia estabelecida para este ingrediente ativo.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: ▪ Este produto é: - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) - Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) X - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas. • Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas. • Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FOISON DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS E COMÉRCIO LTDA. – Telefone de Emergência: (51) 3273-4801. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água e siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. • EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio desta embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: • A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3273-4801