Bula oficial · registro MAPA nº 16922

Bula do Glufos-Wyn 200 SL

Bula completa do Glufos-Wyn 200 SL (registro MAPA nº 16922), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: Glufosinato - sal de amônio.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 28 páginas no PDF.

GLUFOS-WYN 200 SL SILVER SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob nº 16922

COMPOSIÇÃO

Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DL-homoalanin-4yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO - SAL DE AMONIO) .........................200,00 g/L (20,00% m/v) Outros ingredientes .........................................................................................877,20 g/L (87,72% m/v)

GRUPO H HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: herbicida não seletivo, de ação total GRUPO QUÍMICO: homoalanina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): WYNCA DO BRASIL LTDA. Rua Cachoeira do Campo, nº 274 - Jardim Paraguaçú CEP: 03938-130 - São Paulo/ SP. CNPJ: 41.515.908/0001-15 - Registro CDA/SP nº 4338. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLUFOSINATO TÉCNICO WYNCA - Registro no MAPA n° TC12820 Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia - China. FORMULADOR: Ningxia Wynca Technology Co., Ltd. Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia - China. Zhejiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd. Xinanjiang, Jiangde, Zhejiang - China. MANIPULADOR: PRENTISS Química Ltda. Rodovia PR 423, Km 24,5 CEP: 83603-000 - Campo Largo / PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Registro ADAPAR/PR nº 002669. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Av. Roberto Simonsen, nº 1459 - Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro CDA/SP nº 477.

IMPORTADOR: AGRÍCOLA ONLINE TRADING S.A. Rodovia Anhanguera, Km 296, s/n - Bairro Distrito Industrial CEP: 14.140-000 - Cravinhos/SP CNPJ: 47.257.997/0001-23 - Registro CDA/SP nº 4396. AGRILEAN INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100 - Jardim Maria Cristina CEP: 06.421-300 - Barueri/ SP. CNPJ: 47.983.211/0004-06 - Registro CDA/SP nº 4378. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Av. Cristóvão Colombo, nº 2955 - sala 703 e 704 - Bairro Floresta CEP: 90.560-003 - Porto Alegre/ RS. CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Registro DISA/DDA/SEAPA/RS nº 1448/04. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 386, Km 173,5, s/nº - sala 5 - Bairro Boa Vista CEP: 99.500-000 - Carazinho/ RS. CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Registro DISA/DDA/SEAPA/RS nº 42/18. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº, quadra 17, setor 13, anexo 01, módulo G Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz CEP: 99.500-000 - Carazinho/ RS. CNPJ: 05.625.220/0013-68 - Registro DISA/DDA/SEAPA/RS nº 65/20. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia PR 090, Km 374, s/nº - lote 44-C-2, módulo I - Parque Industrial Nenê Favoretto CEP: 86.200-000 - Ibiporã/ PR. CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Registro ADAPAR-PR nº 1000021. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 11100, Km 30,5, módulo 2N, Jardim Maria Cristina, 06.421-400 - Barueri/ SP. CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Registro CDA/SP nº 4252. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR 163, Km 116, s/nº, armazém 2, sala 06 - Parque Industrial Vetorasso CEP: 78.746-055 - Rondonópolis/ MT. CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Registro INDEA/MT nº 23445. AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA. Rodovia BR-050, km 185, galpão 31 - Jardim Santa Clara CEP: 38038-050 - Uberaba/ MG. CNPJ: 05.625.220/0015-20 - Registro IMA/MG nº 17.470. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia-RO 435, Km 113, Zona Rural - Cerejeiras/ RO. CNPJ: 77.294.254/0022-19. Registro IDARON/RO nº 0001655.

AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 364, Km 20, s/nº, Zona Rural - Cuiabá/ MT. CNPJ: 77.294.254/0050-72 - Registro INDEA/MT nº 20435. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia BR 163, nº 2461, Expansão Urbana - Sorriso/ MT. CNPJ: 77.294.254/0077-92 - Registro INDEA/MT nº 22956. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Rodovia PA 125, quadra 03, lote 15, 68628-557 - Paragominas/ PA. CNPJ: 77.294.254/0083-30 - Registro ADEPARA/PA nº 004.23. AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA. Avenida Ville Roy, n° 7492, quadra 54, São Vicente CEP: 69301-000 - Boa Vista/ RR. CNPJ: 77.294.254/0079-54 - Registro ADERR/RR nº 1420025. COPALLIANCE S.A. Rua José Paulino, nº 235, salas 501-502 - Centro, CEP: 13013-000 - Campinas/ SP. CNPJ: 10.664.726/0001-82 - Registro CDA/SP nº 904. DKBR TRADING S.A. Av. Ayrton Senna da Silva, 600 - Cond. Torre Siena - andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano CEP: 86.050-460 - Londrina/PR CNPJ: 33.744.380/0001-28 - Registro ADAPAR/PR nº 1007743. DKBR TRADING S.A. Av. Miguel Sutil, 6559 - Anexo A, Sala 03 – Alvorada CEP: 78048-000 - Cuiabá/ MT. CNPJ: 33.744.380/0002-09 - Registro INDEA/MT nº 22058. DKBR TRADING S.A. Rodovia SPA 008/457, Km 500 m, s/nº, sala 01, Zona Rural CEP: 19.640-000 - Iepê/ SP. CNPJ: 33.744.380/0003-90 - Registro CDA/SP nº 4303. FIAGRIL LTDA Av. da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26, Sala 01 CEP: 78.455-000 - Lucas do Rio Verde/ MT CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro INDEA/MT nº 18426 GOPLAN S/A Rua Antonio Lapa nº 606 CEP: 13.025-241 - Campinas/ SP. CNPJ: 37.422.096/0001-96 – Registro CDA/SP nº 4296. GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. Rua Américo Brasiliense, 1923 - Conj 1103 - Chácara Santo Antonio CEP: 04.715-005 - São Paulo/SP CNPJ: 26.401.815/0001-76 - CDA/SP nº 1302.

GREEN PLACE COMÉRCIO E DISTRIBUIÇÃO LTDA. Rodovia Est PR 090 - Km 374,9, nº 5900, Sala Gplace - Bairro Zona Rural CEP: 86200-000 - Ibiporã/ PR CNPJ: 26.401.815/0002-57 - Registro ADAPAR/PR nº 1007782. LONGPING HIGH TECH BIOTECNOLOGIA LTDA. Rod. MG 188, Km 158, s/nº, Distrito Industrial - Paracatu/ MG. CNPJ: 08.864.422/0010-08 - Registro IMA/MG nº 16.657. LONGPING HIGH - TECH BIOTECNOLOGIA LTDA. Av das Nações Unidas, nº 12901 - Sala 24-134, bloco Torre Norte - Brooklin Paulista CEP: 04.578-910 - São Paulo/SP CNPJ: 08.864.422/0001-17 - Registro CDA/SP nº 4316. NOVACHEM IMPORTAÇÃO E COMÉRCIO LTDA. Rua Princesa Isabel, nº 298, sala 705 - Centro-Histórico CEP: 83.203-200 - Paranaguá/PR. CNPJ: 48.054.057/0001-08 - Registro ADAPAR/PR nº 1008435. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA. - MATRIZ Rua Fidêncio Ramos, n° 308, torre A, cjs 91 a 94 - Vila Olímpia CEP: 04551-902 - São Paulo/ SP. CNPJ: 88.305.859/0001-50 - Registro CDA/SP nº 4292. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA - FILIAL Rodovia Raposo Tavares, Km 172, s/nº - Centro CEP: 18203-340 - Itapetininga/ SP. CNPJ: 88.305.859/0004-00 - Registro CDA/SP nº 1161. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0054-61 Endereço: Rod. BR 050 km 185, Galpão 26, Parte II, Zona Rural, Uberaba/MG CEP 38038-050 Registro no órgão estadual: 17293 IMA/MG. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0024-46 Endereço: Av. Constante Pavan, 4633, Betel, Paulínia/SP CEP 13148-905 Registro no órgão estadual: 4438 - CDA/SP. NUTRIEN SOLUÇÕES AGRÍCOLAS LTDA CNPJ: 88.305.859/0021-01 Endereço: Via Secundária 08, Quadra 9, Lote 7, Distrito Agroindustrial, Morrinhos/GO, CEP 75650-000 Registro no órgão estadual: 2861/2020 AGRODEFESA/GO. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. (Matriz) Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1470, salas 1005-1006 - Vila Olímpia CEP: 04548-005 - São Paulo/ SP. CNPJ: 33.824.613/0001-00 - Registro CDA/SP no 4206.

PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rodovia PR 090, Km 5, nº 5695, armaz. 1 - Parque Industrial Nenê Favoreto, CEP: 86.200-000 - Ibiporã/ PR. CNPJ: 33.824.613/0003-64 - Registro ADAPAR/PR nº 1008263. PERTERRA INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Rua Projetada, nº 150, armaz. 1W - Distrito Industrial - Area Rural de Cuiabá CEP: 78.099-899 - Cuiabá/ MT. CNPJ: 33.824.613/0004-45 - Registro INDEA/MT nº 29329. PIONEIRA INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Av. Tancredo Neves, nº 45 – Bairro Centro-Sul. CEP: 78.896-062 - Sorriso/MT CNPJ: 24.718.942/0001-78 - Registro INDEA/MT nº 27515. R AGRO NEGÓCIOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Dr. Pedro de Toledo, 411 - Bairro Várzea CEP: 13.770-000, Caconde/SP CNPJ: 48.938.877/0001-54 – Registro CDA/SP nº 4405. SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rod BR 376 - Parque Industrial Zona Oeste II, sala S5 e S6, nº 1441 CEP: 86.800-762 - Apucarana/PR CNPJ n º 21.203.489/0001-79 - Registro ADAPAR/PR nº 1007610. SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Rod Gov. Leonel de Moura Brizola, nº 386, sala 8 CEP: 99500-000 - Carazinho/ RS. CNPJ: 21.203.489/0002-50. Registro DISA/DDA/SEAPA/RS nº 10/20. SOLUS INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA. Avenida dos Canários, nº 416 S, Comercial Jose Aparecido Ribeiro CEP: 78450-000 - Nova Mutum/ MT. CNPJ: 21.203.489/0003-30 - Registro INDEA/MT nº 26218. SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA. Rua Jorge Sanwais, 3409 – Panorama - Foz do Iguaçu/PR CNPJ: 45.923.627/0001-52 - Registro ADAPAR/PR nº 1008194. SOMAX AGRO DO BRASIL LTDA. Rod dos Imigrantes, s/nº, Km 5 - Galpão 1A, Sala 7, Distrito Industrial - Cuiabá/MT, Cep: 78.098-325, inscrita sob CNPJ n º 45.923.627/0004-03 Registro INDEA/MT nº 328037. KESAI EAGROW DO BRASIL LTDA. Rua Frei Caneca, 1246, Andar 1, Bairro Consolação, São Paulo/SP Cep: 01.307-002 - CNPJ sob o nº 50.752.995/0001-15 Registro CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 4440.

AGRICOLA ALVORADA S.A. CNPJ: 04.854.422/0002-66 Rua do Comércio, 1549, Armazém 01, Parque Industrial – Primavera do Leste/MT CEP 78850-000 Registro no órgão estadual: nº 34301 INDEA/MT. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Rua João Dias de Souza Nº48, sala 51, andar 5, Edif. Evolution Corporate, Bairro Parque Campolim, CEP 18.048-090, Sorocaba/SP CNPJ: 28.514.525/0001-64 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4285 – CDA/SP. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Av. Euripedes Menezes S/N, Quadra 4, Lote 14-17 – Armz 1N. Parque Industrial Vice-presidente José de Alencar. Cep: 74.993-540. Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ: 28.514.525/0002-45. Número de registro do estabelecimento/Estado:3421/2021 – AGRODEFESA/GO. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Rua Projetada, nº 150, Armz 1AA, Área Rural de Cuiabá, Cep: 78.099.899. Cuiabá/MT. CNPJ: 28.514.525/0006-79 Número de registro do estabelecimento/Estado: 27384 – INDEA/MT. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Av. das Indústrias, nº 2020, Armz 06, Ouro Preto, Cep: 99.500-000. Carazinho/RS. CNPJ: 28.514.525/0007-50 Número de registro do estabelecimento/Estado: 54/21 - SEAPA/RS. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Rod. PR 090 – Km 05, nº 5695, Armz 1-J, PQ Industrial Nene Favoretto. Cep: 86.200-000. Ibiporã/PR. CNPJ: 28.514.525/0005-98 Número de registro do estabelecimento/Estado: 1007991 – ADAPAR/PR. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. R C /Trecho 03, S/N, Armz P, Centro Industrial do Cerrado. Cep: 47.850-000. Luis Eduardo Magalhães/BA. CNPJ: 28.514.525/0003-26. Número de registro do estabelecimento/Estado: 125921 ADAB/BA. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Av. Constante Pavan, nº 4633, Armz 1K, Betel. Cep: 13.148.198. Paulínia/SP. CNPJ: 28.514.525/0004-07 Número de registro do estabelecimento/Estado: 4322 CDA/SP. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. ROD. BR 050, KM 185, Galpão 01, Sala 09A, Bairro Jardim Santa Clara, CEP: 38.038-050. Uberaba/MG - CNPJ: 28.514.525/0009-11 Número de registro do estabelecimento/Estado: 19523 IMA/MG. ZHONGSHAN QUIMICA DO BRASIL LTDA. Area Rodovia MS 156, KM 7,5 – lado esquerdo, zona rural, s/n, sala 15, Bairro: área Rural de Dourados/MS. CEP: 79.849-899. Dourados/MS. CNPJ: 28.514.525/0010-55 Número de registro do estabelecimento/Estado: 2060/2024-R IAGRO/MS.

LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. CNPJ: Nº 47.067.525/0081-92 Av. Jose Jorge Estevam nº 100, Barra Funda, CEP 19.707-090, Paraguaçu Paulista/SP. Registro - CFICS / GDSV / CDA nº 4315. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. CNPJ: Nº 47.067.525/0214-58 Rua Z, nº 150, Distrito Industrial, Projetada Chácara São José Sala A. CEP 78.098-530, Cuiabá/MT. Registro - INDEA/MT nº 28467. LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A. CNPJ: Nº 47.067.525/0216-10 Av Maria Elias Lisboa Santos, s/n, Quadra 07 Lote 05 Sala 05, Parque Industrial Aparecida Vice-Presidente José de Alencar, CEP 74.993-530, Aparecida de Goiânia/GO. Registro - AFRODEFESA/GO nº 3380/2021. CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Rua Vilagran Cabrita, 922. CEP76900-047. JI Paraná/RO. CNPJ: 27.338.151/0007-04 Registro no órgão estadual: 0042120 - IDARON/RO. CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Rod. BR010, 1343 A, Bairro Maranhão Novo. CEP65.903-140. Imperatriz/MA. CNPJ: 27.338.151/0010-00 Registro no órgão estadual: 889 - AGED/MA. CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP28630-590. Nova Friburgo/RJ. CNPJ: 27.338.151/0012-63 Registro no órgão estadual: 73 - SDA/RJ. CASAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 7422, São José – Ciuabá/MT. CEP28630-590. CNPJ: 27.338.151/0008-87 Registro no órgão estadual: 34027 – INDEA/MT. CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Rua Vilagran Cabrita, 922, Centro, CEP76900-047. JI Paraná/RO. CNPJ: 28.138.113/0014-91 Registro no órgão estadual: 000704 - IDARON/RO. CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Rod. BR010, 1343, Bairro Maranhão Novo - CEP65903-140. Imperatriz/MA. CNPJ: 28.138.113/0030-01 Registro no órgão estadual: 875 - AGED/MA. CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Av. Antônio Mário de Azevedo, 21279. CEP28630-590. Nova Friburgo/RJ. CNPJ: 28.138.113/0015-72 Registro no órgão estadual: 34 - SDA/RJ.

CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Av. Marechal Castelo Branco, 424, Centro. CEP45995-000. Teixeira de Freitas/BA. CNPJ: 28.138.113/0011-49 Registro no órgão estadual: 17598 - ADAB/BA. CASA DO ADUBO S.A. Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 3010, Jardim Shangri-la – Cuiaba/MT CNPJ: 28.138.113/0007-62 Registro no órgão estadual: 34337 - INDEA/MT. AGROQUIMA PRODUTOS AGROPECUÁRIOS LTDA. Av. Castelo Branco, nº 6348, QD. 47, LT. 01 A 05 E 12. Bairro Ipiranga, Goiânia/GO Cep: 74.453-383 - CNPJ: 01.626.951/0001-33 Registro no órgão estadual: nº 0111/2018 AGRODEFESA/GO.

No do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: AGITE ANTES DE USAR Indústria Chinesa

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III -

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

GLUFOS-WYN 200 SL; SILVER SL é um herbicida não seletivo de ação total, do grupo homoalanina substituída, na formulação Concentrado Solúvel (SL), recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas alface, algodão, banana, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva. Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de batata, soja, trigo, na dessecação de feijão e na pós-emergência total do algodoeiro LibertyLink.

PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:

CulturasPlantas infestantes controladasDose L/ha (produto comercial/ha)Volume de calda (L/ha)
Nome comumNome científicoTipo de aplicação
TerrestreAérea
AlfaceCaruru-de- manchaAmaranthus viridis1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Picão-brancoGalinsoga parviflora
Erva-de-bichoPolygonum aviculare
SerralhaSonchus oleraceus
Erva-de- passarinhoStellaria media
SolivaSoliva anthemifolia2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*.

Soliva Soliva anthemifolia 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*.

AlgodãoCapim-pé-de- galinhaEleusine indica2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*.300-60030-40
Capim-colchãoDigitaria sanguinalis
Capim- marmeladaBrachiaria plantaginea
Capim- massambaráSorghum halepense
Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
TrapoerabaCommelina benghalensis
CaruruAmaranthus viridis
Amendoim- bravoEuphorbia heterophylla
Caruru-rasteiroAmaranthus deflexus
Picão-pretoBidens pilosa
FedegosaChenopodium album

Fedegosa Chenopodium album

BananaCapim-colchãoDigitaria horizontalis2 + 1,2 (0,25% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Quebra-pedraPhyllanthus tenellus
CrepisCrepis japonica
Capim-guaçuPaspalum conspersum
Capim-pé-de- galinhaEleusine indica

Macela-branca Gnaphalium spicatum

Macela-brancaGnaphalium spicatum
MentrastoAgeratum conyzoides
Sete-sangriasCuphea carthagenensis
Erva-caráDioscorea batatas
BatataCaruruAmaranthus viridis2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Picão-pretoBidens pilosa
GuanxumaSida rhombifolia
BeldroegaPortulaca oleracea
NaboRaphanus raphanistrum
Carrapicho- rasteiroAcanthospermum australe
Erva-quenteSpermacoce alata
Capim-colchãoDigitaria sanguinalis
Capim- carrapichoCenchrus echinatus
Guaxuma- branca; Malva- guaxima; Mata- pastoSida glaziovii
TrapoerabaCommelina benghalensis
CaféTrapoerabaCommelina benghalensis2 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Picão-pretoBidens pilosa
BuvaConyza bonariensis
Macela-brancaGnaphalium spicatum
MentrastoAgeratum conyzoides
CaruruAmaranthus viridis
BeldroegaPortulaca oleracea
Capim- marmeladaBrachiaria plantaginea2,5 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de espalhante adesivo. *
Capim-colchãoDigitaria horizontalis
GuanxumaSida rhombifolia3 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de espalhante adesivo. *
Capim- carrapichoCenchrus echinatus
CitrosCapim- marmeladaBrachiaria plantaginea2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*.300-600
Capim-colchãoDigitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis
Capim- amargosoDigitaria insularis
Capim- carrapichoCenchrus echinatus
Capim-pé-de- galinhaEleusine indica
GuanxumaSida rhombifolia
Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
Picão-pretoBidens pilosa
Amendoim- bravoEuphorbia heterophylla
TrapoerabaCommelina benghalensis
Maria-gordaTalinum paniculatum
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia
Malva-brancaSida cordifolia

Malva-branca Sida cordifolia

EucaliptoSamambaiaPteridium aquilinum2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-60030-40
Capim-gorduraMelinis minutiflora4 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *
Erva-quenteSpermacoce alata
CambaráLantana camara
GuanxumaSida rhombifolia
Falsa-seralhaEmilia sonchifolia
SerralhaSonchus oleraceus
BuvaConyza bonariensis
Unha-de-vacaBauhinia variegata
Arranha-gatoAcacia plumosa
JurubebaSolanum paniculatum
Capim-coloniãoPanicum maximum
Vassourinha- botãoSpermacoce verticillata
TrapoerabaCommelina benghalensis
GervãoStachytarpheta

cayennensis

Feijão Uso para dessecação 1,8 a 2 L/ha. 300-600 30-40

MaçãCapim- marmeladaBrachiaria plantaginea2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Capim-colchãoDigitaria horizontalis
AzevémLolium multiflorum
Língua-de-vacaRumex obtusifolius
Picão-pretoBidens pilosa
NaboRaphanus raphanistrum
SerralhaSonchus oleraceus
Losna-brancaParthenium hysterophorus
BeldroegaPortulaca oleracea
Picão-brancoGalinsoga parviflora
Maria-moleSenecio brasiliensis
GuanxumaSida rhombifolia
PoaiaRichardia brasiliensis
TrevoOxalis oxyptera

Trevo Oxalis oxyptera

MilhoCapim-colchãoDigitaria sanguinalis1,5-2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Capim- marmeladaBrachiaria plantaginea
Picão-pretoBidens pilosa
Amendoim- bravoEuphorbia heterophylla
TrapoerabaCommelina benghalensis
Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
CaruruAmaranthus viridis
GuanxumaSida rhombifolia
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia
Carrapicho- rasteiroAcanthospermum australe
BeldroegaPortulaca oleracea
Malva-brancaSida cordifolia
Nectarina/ PêssegoCapim- marmeladaBrachiaria plantaginea2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-

Capim-colchão Digitaria horizontalis

Capim-colchãoDigitaria horizontalis
Picão-pretoBidens pilosa
GuanxumaSida rhombifolia
CaruruAmaranthus viridis
Picão-brancoGalinsoga parviflora
RepolhoPicão-brancoGalinsoga parviflora1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Erva-de- passarinhoStellaria media
Erva-de-bichoPolygonum persicaria
SerralhaSonchus oleraceus
MentruzCoronopus didymus2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *
SojaCapim- marmeladaBrachiaria plantaginea2-2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-60030 a 40
Capim-colchãoDigitaria sanguinalis2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *
Amendoim- bravoEuphorbia heterophylla
NaboRaphanus raphanistrum
Picão-pretoBidens pilosa
PoaiaRichardia brasiliensis
CaruruAmaranthus viridis
BeldroegaPortulaca oleracea
TrapoerabaCommelina benghalensis
TrigoTriticum aestivum3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *350
AveiaAvena sativa
CevadaHordeum vulgare
AzevémLolium multiflorum
CenteioSecale cereale3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *200-60030 a 40
TriticaleTriticum secale
Capim-amoroso; Capim- carrapicho; Capim-rosetaCenchrus echinatus2,5 a 3 L/ha
Capim-alto; Capim- camalote; Rabo- de-lagartoRottboellia exaltata
Carrapicho-de- carneiro; Chifre- de-veado; Espinho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
Erva-de-lagarto; Erva-quente; Perpétua-do-Spermacoce latifolia

mato

mato
Arranha-gato; Buva; Rabo-de- fogueteConyza bonariensis
Uso para Dessecação2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
TrigoCapim- carrapichoCenchrus echinatus2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Capim-pé-de- galinhaEleusine indica
Capim-colchãoDigitaria sanguinalis
ArrozOryza sativa
Picão-pretoBidens pilosa
GuanxumaSida cordifolia-
Erva-quenteSpermacoce alata
SojaGlycine max
CaruruAmaranthus viridis
capim-açu; capim- amargoso; capim-flexaDigitaria insularis200-600
Arranha-gato; Buva; Rabo-de- fogueteConyza bonariensis1,5-2,0+ 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *
Uso para Dessecação1,75 L/ha.

Uso para Dessecação 1,75 L/ha.

UvaCapim- marmeladaBrachiaria plantaginea2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. *300-600-
Picão-brancoGalinsoga parviflora
CaruruAmaranthus viridis
Picão-pretoBidens pilosa

Picão-preto Bidens pilosa

ALGODÃO LibertyLink® Pós EmergênciaCapim- marmeladaBrachiaria plantagineaEstádio de 2 a 4 folhas2-2,5 + 0,25% v/v de espalhante adesivo*200-30030-40
Capim- carrapichoCenchrus echinatus
Corda-de-violaIpomoea grandifolia
Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispidum
Apaga-fogoAlternanthera tenella
Capim- marmeladaBrachiaria plantagineaEstádio de 2 a 4 perfilhos3-3,5 + 0,25% v/v de espalhante adesivo*
Capim- carrapichoCenchrus echinatus
Corda-de-violaIpomoea grandifoliaEstádio de 4

Carrapicho-de-

Carrapicho-de- carneiroAcanthospermum hispiduma 8 folhas
Apaga-fogoAlternanthera tenella
Erva-quenteBorreria latifolia
BeldroegaPortulaca oleracea

Beldroega Portulaca oleracea

Milho LibertyLink®Capim-pé-de- galinhaEleusine indicaEstádiomediano (3 perfilhos)2,5 a 3 L/ha200-
Capim- marmeladaBrachiaria plantaginea
LeiteiroEuphorbia heterophyllaEstágio mediano (6 folhas)
Corda-de-violaIpomoea purpurea
CaruruAmaranthus hybridus
Capim-pé-de- galinhaEleusine indicaEstágio pós- precoce (3 folhas)1,5 + 1,5 L/ha (Aplicação sequencial)
Capim- marmeladaBrachiaria plantaginea
LeiteiroEuphorbia heterophyllaEstágio pós- precoce (2 folhas)
Corda-de-violaIpomoea purpurea
CaruruAmaranthus hybridus

Caruru Amaranthus hybridus Notas: 1 L do produto contém 200 g/L de glufosinato. LibertyLink® (também LL): envolve e identifica variedades ou híbridos geneticamente modificados, passiveis de uso do produto de forma seletiva em pós-emergência, sendo que o uso do produto nessa modalidade somente deve ser indicado para lavouras formadas com sementes que tenham a identificação LibertyLink®. * à base de Lauril éter sulfato de sódio a 28%.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

AlfaceAplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
AlgodãoPara controle das plantas infestantes, aplicar o produto na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará: aplicar o produto no início de perfilhamento. Carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com 4 a 8 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
BananaAplicar o produto em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes estiverem com 10 a 40 cm de altura. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
BatataControle das plantas infestantes: aplicar o produto na fase de “cracking timing” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com 6 folhas. Dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/há (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii)
CaféAplicar o produto em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Trapoeraba: aplicar o produto quando esta estiver com até 10 cm. Picão-preto: buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca: quando estas estiveram com até 20 cm. Capim-marmelada: quando estas estiverem com até 30 cm. Capim-colchão: até a fase de início do perfilhamento. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
CitrosAplicar o produto no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Maria-gorda: aplicar o produto quando a planta daninha estiver com até 10 cm. Guanxuma, falsa-serralha e malva-branca: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem de 10 a 15 cm. Capim-pé-de-galinha: quando estiver com até 15 cm. Capim-colchão, capim-amargoso, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Capim- carrapicho: quando esta estiver com até 20 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 20 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
EucaliptoAplicar o produto em jato dirigido, nas entre linhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes quando estas estiverem com 30 a 40 cm de altura, na fase de vegetação plena. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
FeijãoDessecação em feijão para consumo: aplicar o produto a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação em feijão para sementes: aplicar o produto a dose de 2 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
MaçãDirigir a aplicação do produto na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar o produto em poaia quando a planta daninha estiver entre 5 a 10 cm. Trevo e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Maria-mole e capim- colchão: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco: quando estas estiverem com até 15 cm. Picão-preto: quando esta estiver com até 25 cm. Azevém e língua-de-vaca: quando estas estiverem entre 20 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
MilhoAplicar o produto em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Capim-colchão e capim-marmelada: aplicar o produto no início de perfilhamento do. Demais plantas infestantes: aplicar o produto quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
Nectarina, PêssegoAplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. Capim-colchão, picão-preto e guanxuma: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com 5 a 20 cm. Caruru e picão-branco: quando estas estiverem entre 5 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 10 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
RepolhoAplicar o produto quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
SojaAplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto na fase de pré-semeadura,
em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. Capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com até 10 cm. Picão-preto e poaia: quando estas estiverem com até 15 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 20 cm. Dessecação: utilizar a dose de 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
TrigoAplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem com até 15 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
UvaAplicar o produto em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão-preto: quando esta estiver com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem entre de 10 a 20 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
Algodão LibertyLink®Aplicar o produto com adição de 0,25% de espalhante adesivo Lauril éter sulfato de sódio na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes. Realizar a aplicação sequencial do produto com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação do produto utilizar a dosagem de 3 a 3,5 L/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
Milho LibertyLink®Aplicação sequencial: a primeira aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

Aplicação sequencial: a primeira aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre: GLUFOS-WYN 200 SL; SILVER SL pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol2. O volume de calda varia de 300 a 600 L/ha. O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo perdas por deriva ou evaporação. Alface e repolho: quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme. Aplicação aérea: Dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 L de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora. GLUFOS-WYN 200 SL; SILVER SL pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 L de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 L de calda/ha, diretamente sobre as plantas infestantes. Sendo um produto de contato, e importante uma cobertura uniforme das plantas infestantes pela calda de pulverização.

A pulverização deve ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 40 a 60 lb/pol², o que corresponde a um volume de 200 L d’água/ha. Efetuar a regulagem do equipamento para se obter uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm². Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo deve ser 40 cm para bicos 110º e 50 cm para bicos de 80°. Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade do vento de, no máximo, 10 km/h em aplicações terrestres e entre 2 e 10 km/h em aplicações por aeronaves. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva 7 dias; algodão 28 dias; algodão LibertyLink 116 dias; banana, batata e soja 10 dias; café 20 dias; citros 40 dias; eucalipto U.N.A.; feijão 5 dias; milho e trigo (1); milho LibertyLink 50 dias. (1) Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. U.N.A. – Uso Não Alimentar INTERVALO DE RE-ENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: De acordo com o aprovado pela ANVISA/MS.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Somente utilizar as doses recomendadas. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto, pode reduzir o seu efeito herbicida. Algodão LibertyLink: O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso. - A recomendação de uso do produto e restrita em algodoeira geneticamente modificado expressando a proteína PAT e identificado como LibertyLink não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade sobre cultivar convencional. O produto não deve ser aplicado em plantas infestantes ou culturas que estejam sob “stress”, ou quando o solo se apresentar com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as plantas infestantes se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento. Evitar aplicações quando as plantas infestantes estiverem excessivamente molhadas. Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de chuvas. Outras restrições: Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras de algodão não identificadas com LibertyLink, pois podem ocorrer injurias. Certificar-se de usar semente de boa procedência e identificada como Libertty Link. Restos ou “tiguera” de plantas de algodão LL não serão controlados por este herbicida, da mesma forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO H HERBICIDA O produto herbicida GLUFOS-WYN 200 SL; SILVER SL é composto por glufosinatosal de amônio, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

- Produto para uso exclusivamente agrícola; - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro, viseira facial; touca árabe e luvas; - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila; -Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação/manuseio em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo aplicado o produto; - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato e não permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro adequado cobrindo o nariz e a boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre em áreas tratadas logo após a aplicação; - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; - É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto. Ingestão: Se engolir o produto NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLUFOSINATO (GLUFOS-WYN 200 SL; SILVER SL)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Homoalanina substituída.

Grupo químicoHomoalanina substituída.
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica.
ToxicocinéticaO glufosinato de amônio é um análogo fosfinico do ácido glutâmico, que
é um típico aminoácido excitatório do SNC, o principal alvo da toxicidade aguda do glufosinato, porém o mecanismo celular e molecular desta ação, ainda não é bem entendido. A toxicidade pode ser devida a contribuição de ambos, glufosinato e o surfactante, presentes nestes herbicidas. Após a intoxicação com glufosinato, 7 de 16 pacientes, demonstraram redução das atividades das células vermelhas e colinesterases do sangue. Em outro caso de intoxicação por ingestão de glufosinato, os níveis de colinesterases estiveram reduzidos por 5 dias. Este herbicida deve possuir algum papel, como um inibidor de colinesterase, seguido da toxicidade aguda, porém os efeitos colinérgicos não têm sido uma porção significante da síndrome.
ToxicodinâmicaO glufosinato de amônio foi pouco absorvido pelo trato gastrointestinal de ratos. Os níveis no sangue após a administração oral foram baixos e mensuráveis somente por um curto tempo. A eliminação foi bifásica, com meia-vida de 7-8 horas e 52-64 horas, através da urina, eprincipalmente das fezes. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Estudo com animais através da administrado oral do metabólito principal de glufosinato de amônio houve excreção de 92% através da urina e 3.5% através das feses após 4 dias (FAQ. 1991).
Sintomas e Sinais clínicosGastrointestinal - náusea, vômito, dor abdominal e diarréia podem acontecer logo após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas também podem acontecer. Sinais vitais - diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e febre são sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Dificuldade respiratória pode desenvolver 8 a 24 horas após ingestão. Sintomas neurológicos: sintomas neurológicos, inclusive perturbações de consciência ataques apopléticos e dificuldade respiratória pode desenvolver 8 a 24 horas após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo geralmente pode acontecer. Hepático - elevação de enzima hepática no soro são um efeito comum de envenenamento. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram hipotensão após ingestão de glufosinato de amônio. Outros sintomas clínicos incluem alteração no movimento ocular, edema geral, leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de membranas mucosas gástricas e amnésia parcial. Hematológico - leucocitose é um efeito comum de envenenamento geralmente acontece no primeiro dia podendo durar até 5 dias ou mais.
DiagnósticoO diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis. Monitoramento laboratorial: Oximentria de pulso ou controle de gases do sangue arterial e radiografia do tórax em pacientes com sintomas respiratórios. Em caso de envenenamento severo pode resultar em depressão respiratória, hipotensão, e depressão de CNS. Estes devem ser monitorados durante pelo menos 24 horas. Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição significante.
TratamentoAs medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais. 1. Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos das interações químicasNão se conhecem informações a respeito de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionas ao produto.
ATENÇÃOLigue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS)
Telefone de Emergência da empresa: WYNCA DO BRASIL LTDA.: 0800 222 9300 (Toxiclin).

Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/ MS) Telefone de Emergência da empresa: WYNCA DO BRASIL LTDA.: 0800 222 9300 (Toxiclin). Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - produto formulado): DL50 oral aguda (ratas fêmeas) >2000 mg/kg CL50 inalatório em 4 horas (ratos) > 2,751 mg/L DL50 dérmica (ratos) > 2.000 mg/kg Irritação cutânea em coelhos: No estudo de irritação dérmica realizado em coelhos, não apresentou sinais clínicos de irritação dermal durante o período de avaliação, e o teste foi concluído na leitura de 72 horas após a aplicação da substância-teste. O produto foi classificado como não irritante.

Irritação ocular em coelhos: No estudo de irritação ocular realizado em coelhos, produziu: irite, hiperemia na conjuntiva e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Secreção foi observada em 1/3 dos olhos testados. O produto foi classificado como não irritante. Sensibilização dérmica em cobaias: não sensibilizante. Sensibilização respiratória: não há informações disponíveis sobre sensibilização respiratória. Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames) e não apresentou atividade mutagênica em células de camundongos. Efeitos crônicos: Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foi observado sinais de embriotoxicidade e redução de tamanho da ninhada em ratos e camundongos. Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentados com as doses de 50 e 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso do baço e hemorragias vaginais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) ( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)  Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.  Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.  Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.  Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.  Não utilize equipamento com vazamentos.  Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.  Aplique somente as doses recomendadas.  Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.  A destinação Inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:  Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.  O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.

 A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.  O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.  Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.  Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.  Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.  Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).  Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:  Isole e sinalize a área contaminada.  Contate as autoridades locais competentes e a empresa WYNCA DO BRASIL LTDA.  Telefone de Emergência da empresa: 0800 110 8270 (PRÓ-QUÍMICA).  Utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).  Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenas ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:  Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;

 Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;  Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;  Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;  Faça essa operação três vezes;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:  Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;  Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;  Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:  Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;  Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;  Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;  Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.  O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.  Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.  O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

 O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

 adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE  As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

 A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.  É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.  EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:  A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO  Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.  A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:  O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:  De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. No Estado do Paraná o produto encontra-se com restrição para algodão LibertyLink. No Estado do Ceará é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos, conforme Lei no 16.820, de 08 de janeiro de 2019.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glufos-Wyn 200 SL registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 16922 · documento de 04/12/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glufos-Wyn 200 SL?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glufos-Wyn 200 SL e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glufos-Wyn 200 SL é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 16922, documento de 04/12/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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