GLISTER OFF ® Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 38424
COMPOSIÇÃO
Sal de isopropilamina de N-(fosfonometil)-glicina (GLIFOSATO) .............................................................................600 g/L (60,00% m/v) Equivalente ácido de N-(fosfonometil)-glicina (GLIFOSATO) ………………………………......……….………….450 g/L (45,00 % m/v) Outros ingredientes..............................................................571,10 g/L (57,11% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico não seletivo GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): SINON DO BRASIL LTDA. Avenida Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001 CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.417.347/0001-22 Cadastro da empresa registrante no estado: 00001094/99 - SEAPA/RS (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Glifosato Ácido Técnico Sinon Registrado no Ministério da Agricultura Pecuária – MAPA sob n° 04302 SINON CORPORATION No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan SINON CHEMICAL (CHINA) CO. LTD. No. 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, 201416 - Shanghai (China) FORMULADOR: SINON CORPORATION No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan SINON CHEMICAL (CHINA) CO. LTD. No. 28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, 201416 - Shanghai (China) MANIPULADOR: ADAMA BRASIL S/A Rua Pedro Antonio de Souza, 400 Londrina/PR - CEP: 86031–610 -CNPJ: 02.290.510/0001–76 Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 003263 – ADAPAR/PR ADAMA BRASIL S/A Av. Julio de Castilhos, 2085 – Taquari/RS – CEP 95860-000 CNPJ 02.290.510/0004-19 Número do registro do estabelecimento no Estado: 1047/99 – SEAPA/RS Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
OURO FINO QUÍMICA LTDA Av. Filomena Cartafina, 22335 – Quadra 14 – Lote 5 – Distrito Industrial III Uberaba/MG CEP: 38044–750 CNPJ: 09.100.671/0001–07 Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 8.764 – IMA/MG OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA. Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 Jaboticabal/SP CEP: 14871-360 CNPJ: 65.011.967/0001-14 Número do registro do estabelecimento no Estado: 101 - CDA/SP SIPCAM NICHINO BRASIL S/A. Rua Igarapava n. 599 – Distrito Industrial III Uberaba/MG CEP 38102-970 CNPJ 23.361.306/1000-79 Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 701-06-046 – IMA/MG TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA Av. Roberto Simonsem, 1459 Paulínia/SP CEP: 13148–000 CNPJ: 03.855.423/0001–81 Número de Registro do Estabelecimento no Estado: 477 – CDA/SP
| N° do Lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVAVEL
DE CAUSAR DANO AGUDO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
GLISTER OFF é recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: • Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, pinus e eucalipto. • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. • Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar. • Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas culturas de banana, café, cana-de-açúcar (cana soca), citros, coco, maçã, mamão, uva e eucalipto. • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto nas culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo. • Aplicação em áreas de pousio antecedendo o plantio das culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo. • Aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveia-preta quando plantadas como forrageiras para silagem. • Aplicação sobre a cultura de soja na pré-colheita para dessecação. Também recomendado para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas seguintes situações: • Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão, soja e milho geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional. CULTURAS/PLANTAS INFESTANTES/DOSE/VOLUME DE CALDA/EPÓCA E NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1. Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, feijão, fumo, maçã, nectarina, pera, pêssego, seringueira, pastagem, pinus, eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. Plantas infestantes e dose: a. Plantas infestantes anuais controladas:
| Culturas | Plantas infestantes - FOLHA ESTREITA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** | |
| Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,4 - 0,8 * | 0,5 |
| Aveia | Avena sativa | 0,8 | 0,5 | |
| Cevadilha | Bromus catharticus | 0,8 | 0,5 | |
| Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 0,8 - 1,6 * | 1 | |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,2 | 0,5 | |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,2 - 1,6 * | 1 |
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| Fumo Maçã Milho Nectarina Pastagem Pera Pêssego Pinus Seringueira Soja Trigo Uva | Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,2 - 1,6 * | 1 |
|---|---|---|---|---|
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,6 | 1 | |
| Azevém | Lolium multiflorum | 1,6 - 2,4 * | 1 | |
| Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 3,2 | 1,5 | |
| Arroz- vermelho | Oryza sativa | 2,4 - 4 * | 1 | |
| Cuminho ou falso cominho | Fimbristylis miliacea | 4 | 2 |
| Culturas | Plantas infestantes - FOLHA LARGA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** | |
| Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão Fumo Maçã Milho Nectarina Pastagem Pera Pêssego Pinus Seringueira Soja Trigo Uva | Picão-preto | Bidens pilosa | 0,8 - 1,2 * | 0,5 |
| Picão-branco | Galinsoga parviflora | 0,8 | 0,5 | |
| Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 0,8 - 1,6 * | 1 | |
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,2 | 0,5 | |
| Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,2 | 0,5 | |
| Angiquinho | Aeschynomene rudis | 1,6 | 1 | |
| Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,6 | 1 | |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,6 | 1 | |
| Caruru | Amaranthus viridis | 1,6 | 1 | |
| Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 1,6 | 1 | |
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 1,6 | 1 | |
| Buva | Conyza bonariensis | 1,6 | 1 | |
| Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 1,6 | 1 | |
| Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 1,6 | 1 | |
| Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão Fumo Maçã Milho Nectarina Pastagem Pera Pêssego Pinus Seringueira Soja Trigo Uva | Beldroega | Portulaca oleracea | 1,6 | 1 |
| Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,6 | 1 | |
| Maria-pretinha | Solanum americanum | 1,6 | 1 | |
| Serralha | Sonchus oleraceus | 1,6 | 1 | |
| Maria-gorda | Talinum paniculatum | 1,6 - 2,4 * | 1 | |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,6 - 2,4 * | 1,5 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 2,4 | 1 | |
| Alfafa | Medicago sativa | 2,8 | 1 | |
| Anileira | Indigofera hirsuta | 3,2 | 1,5 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 3,2 | 1,5 | |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 3,2 | 1,5 | |
| Espérgula | Spergula arvensis | 3,2 | 1,5 | |
| Trevo | Trifolium repens | 3,2 | 1,5 | |
| Barbasco | Pterocaulon virgatum | 3,6 - 4,0 * | 2 | |
| Erva-quente | Spermacoce alata | 4 - 4,8* | 2 | |
| Ervilhaca | Vicia sativa | 4 | 2 |
Ervilhaca Vicia sativa b. Plantas infestantes perenes controladas:
| Culturas | Plantas infestantes - FOLHA ESTREITA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** |
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| Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão Fumo Maçã Milho Nectarina Pastagem Pera Pêssego Pinus Seringueira Soja Trigo Uva | Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 0,8 | 0,5 |
|---|---|---|---|---|
| Junquinho | Cyperus ferax | 1,2 - 2,4 * | 1 | |
| Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,2 - 3,2 * | 1,5 | |
| Capim-colonião | Panicum maximum | 1,2 - 4 * | 2 | |
| Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 1,6 | 1 | |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2 - 3,2 * | 1,5 | |
| Tiririca | Cyperus flavus | 2,4 | 1 | |
| Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2,4 - 3,2 * | 1,5 | |
| Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2,4 - 3,2 * | 1,5 | |
| Capim-canoão | Setaria poiretiana | 2,8 | 1 | |
| Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 3,2 | 1,5 | |
| Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 3,2 | 1,5 | |
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,2 - 4 * | 2 | |
| Tiririca | Cyperus rotundus | 3,2 - 4 * | 2 | |
| Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 3,2 | 1,5 | |
| Capim-caiana | Panicum cayennense | 3,2 | 1,5 | |
| Grama-batatais | Paspalum notatum | 3,2 - 4 * | 2 | |
| Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 3,2 - 4 * | 2 | |
| Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 3,2 | 1,5 | |
| Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 3,2 - 4* | 2 | |
| Capim-massambará | Sorghum halepense | 3,2 | 1,5 | |
| Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 4 | 2 | |
| Tiririca | Cyperus difformis | 4 | 2 | |
| Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4,8 | 2 |
| Culturas | Plantas infestantes - FOLHA LARGA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** | |
| Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão Fumo Maçã Milho Nectarina Pastagem Pera Pêssego Pinus Seringueira Soja Trigo Uva | Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 0,8 | 0,5 |
| Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,2 | 0,5 | |
| Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,6 - 2,4 * | 1 | |
| Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,6 | 1 | |
| Língua-de-vaca | Rumex crispus | 2,4 | 1 | |
| Guanxuma | Sida cordifolia | 2,4 | 1 | |
| Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2,4 | 1 | |
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,4 | 1 | |
| Grandiúva | Trema micrantha | 3,2 | 1,5 | |
| Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 4 | 2 | |
| Tanchagem | Plantago major | 4 | 2 | |
| Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 4 | 2 |
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
| CULTIVAR | EQ. CONV. (L/ha) | EQ. CDA/BENTLEY (L/ha) |
|---|---|---|
| IAC | 4,0 | 3,2 |
| NA | 4,0 | 3,2 |
| CB | 3,2 | 2,4 |
| SP | 4,0 | 2,4 |
| CO/CP | 4,0 | 3,2 |
CULTIVAR EQ. CONV. (L/ha) EQ. CDA/BENTLEY (L/ha) IAC 4,0 3,2 NA 4,0 3,2 CB 3,2 2,4 SP 4,0 2,4 CO/CP 4,0 3,2 A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLISTER OFF quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLISTER OFF não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLISTER OFF, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Maturador da Cana-de-açúcar: O GLISTER OFF pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. - Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. - Idade da cultura: a área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. - Variedades floríferas: a aplicação de GLISTER OFF como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
- Aplicação: a aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea) - Observação Geral: as dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
MODO DE APLICAÇÃO
GLISTER OFF pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem:
| EQUIPAMENTO | TIPOS DE BICOS | VAZÃO (L/ha) | PRESSÃO (lb/pol²) | TAMANHO DAS GOTAS (µm) | DENSIDADE (gotas/cm²) |
|---|---|---|---|---|---|
| Tratorizado convencional | 80.03/80.04/ 110.03/110.04 | 200- 400 | 30-40 | 300-600 | 30-40 |
| Bentley | X-2 | 80-120 | 40-60 | 200-300 | 50-100 |
| BT-3* | - | - | - | - | - |
| Costal manual | 110.01/TK-05 | 150- 200 | 20-30 | 200-400 | 20-30 |
| Costal manual | 80.02/110.02 | 300- 400 | 20-30 | 200-600 | 20-30 |
* Marca registrada de Equipamentos Bentley. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
- Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação: 40-50 L/ha. - Altura de voo: 4-5 m. do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição: 15m. - Tamanho de gotas: 110-120 µm. - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 µ). - Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420450 µ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. - Para outros tipos de aeronave consultar o departamento de Desenvolvimento de Produtos da SINON DO BRASIL LTDA. - Condições climáticas: Temp. Max.: 28°C U.R. Min.: 55% Vel. Vento Max: 10 km/h (3 m/s) Para as culturas indicadas, aplica-se GLISTER OFF em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLISTER OFF em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. “Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLISTER OFF diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração. 2. Culturas: Algodão, arroz irrigado, banana, coco, fumo, mamão e uva. Plantas infestantes e dose:
| Culturas | Plantas infestantes - FOLHA ESTREITA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** | |
| Algodão Arroz irrigado Aveia-preta Azevém Banana Coco Fumo Mamão Uva | Capim-rabo-de- burro | Andropogon bicornis | 3,2 | 1,5 |
| Aveia-preta | Avena strigosa | 0,8 - 1,1 | 0,375 a 0,5 | |
| Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,6 - 2,2 | 0,75 a 1,0 | |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,1 - 4,3 | 1,0 a 2,0 | |
| Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,1 - 2,2 | 0,5 a 1,0 | |
| Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,1 - 2,3 | 0,5 a 1,0 | |
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,2 | 1,5 a 2,0 |
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| Junquinho | Cyperus ferax | 2,7 - 3,8 | 1,25 a 1,75 | |
|---|---|---|---|---|
| Tiririca | Cyperus rotundus | 3,2 - 4,9 | 1,5 a 2,25 | |
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,6 - 2,2 | 0,75 a 1,0 | |
| Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,1 - 4,9 | 1,0 a 2,25 | |
| Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 1,6 | 0,75 | |
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,1 - 3,2 | 1,0 a 1,5 | |
| Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Azevém | Lolium multiflorum | 1,6 - 3,2 | 0,75 a 1,5 | |
| Grama-boiadeira | Luziola peruviana | 4,3 - 4,9 (*) | 2,0 a 2,25 (*) | |
| Capim-colonião | Panicum maximun | 2,7 - 4,9 | 1,25 a 2,25 | |
| Grama-batatais | Paspalum notatum | 3,2 | 1,5 | |
| Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 3,2 | 1,5 | |
| Milheto | Pennisetum americanum | 2,1 - 3,2 | 1,0 a 1,5 | |
| Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,6 | 0,75 | |
| Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 3,2 - 4,9 | 1,5 a 2,25 | |
| Sorgo | Sorghum bicolor | 2,1 - 3,2 | 1,0 a 1,5 | |
| Milho | Zea mays | 1,0 - 1,6 | 0,5 a 0,75 |
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| Culturas | Plantas infestantes - FOLHA LARGA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** | |
| Algodão Arroz irrigado Aveia-preta Azevém Banana Coco Fumo Mamão Uva | Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,6 | 0,75 |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,6 - 2,2 | 0,75 a 1,0 | |
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,2 | 0,5 a 1,0 | |
| Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2.2 | 0,5 a 1,0 | |
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,0 - 2,2 | 0,5 a 1,0 | |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,2 - 3,8 | 1,5 a 1,75 | |
| Buva | Conyza bonariensis | 1,6 | 0,75 | |
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 1,6 | 0,75 | |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,1 - 3,2 | 1,0 a 1,5 | |
| Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,6 - 2,2 | 0,75 a 1,0 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,6 - 3,2 | 0,75 a 1,5 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 3,2 - 3,8 | 1,5 a 1,75 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea nil | 3,2 - 4,9 | 1,5 a 2,25 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 3,2 | 1,5 | |
| Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2,2 | 1,0 | |
| Beldroega | Portulaca oleracea | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,0 - 2,2 | 0,5 a 1,0 | |
| Nabo | Raphanus sativus | 2,2 | 1,0 | |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,1 - 3,2 | 1,0 a 1,5 | |
| Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,6 | 0,75 | |
| Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 2,7 - 4,9 | 1,25 a 2,25 | |
| Guanxuma | Sida cordifolia | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,6 - 2,7 | 0,75 a 1,25 | |
| Serralha | Sonchus oleraceus | 1,0 - 2,2 | 0,5 a 1,0 | |
| Erva-quente | Spermacoce latifolia | 3,2 - 4,9 | 1,5 a 2,25 | |
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 3,2 | 1,5 | |
| Trevo | Trifolium repens | 3,2 - 4,9 | 1,5 a 2,25 | |
| Ervilhaca | Vicia sativa | 3,2 - 4,9 | 1,5 a 2,25 |
Nabo Raphanus sativus 2,2 1,0 Poaia-branca Richardia brasiliensis 2,1 - 3,2 1,0 a 1,5 Maria-mole Senecio brasiliensis 1,6 0,75 Fedegoso-branco Senna obtusifolia 2,7 - 4,9 1,25 a 2,25 Guanxuma Sida cordifolia 1,6 - 2,7 0,75 a 1,25 Guanxuma Sida rhombifolia 1,6 - 2,7 0,75 a 1,25 Erva-lanceta Solidago chilensis 1,6 - 2,7 0,75 a 1,25 Serralha Sonchus oleraceus 1,0 - 2,2 0,5 a 1,0 Erva-quente Spermacoce latifolia 3,2 - 4,9 1,5 a 2,25 Erva-de-touro Tridax procumbens 3,2 1,5 Trevo Trifolium repens 3,2 - 4,9 1,5 a 2,25 Ervilhaca Vicia sativa 3,2 - 4,9 1,5 a 2,25 A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. (*) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 15 a 20 dias nas doses de 2,0 + 2,0 a 2,5 + 2,0 L/ha. 5/17 (**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110-01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare. Recomendação para aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveiapreta quando plantadas como forrageiras para silagem:
| Cultura | Dose (L/ha) |
|---|---|
| Aveia-preta | 0,54 |
| Azevém | 1,1 |
| Soja | 0,8 - 1,6 |
Soja 0,8 - 1,6 Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional:
| Plantas infestantes - FOLHA ESTREITA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,08 - 1,62 | 0,5 a 0,75 |
| Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 1,08 - 2,16 | 0,5 a 1,0 |
| Plantas infestantes - FOLHA LARGA | Dose | Volume de calda | |
|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | % (L/100 L d'água)** |
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,08 - 1,62 | 0,5 a 0,75 |
| Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,08 - 1,62 | 0,5 a 0,75 |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,2 | 1,0 |
| Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,2 | 1,0 |
Corda-de-viola Ipomoea nil 2,2 1,0 (*) A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. (**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110-01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
GLISTER OFF deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4o e o 10o dia após a aplicação. GLISTER OFF não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. GLISTER OFF aplicado de acordo com as recomendações, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. GLISTER OFF também pode ser utilizado em aplicação sequencial em plantio direto para o controle das plantas infestantes, nunca excedendo a dose máxima recomendada em aplicação única, observando que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação, a qual deve ser realizada em torno de 30 dias antes do plantio da cultura e a segunda próxima ao dia do plantio. A aplicação sequencial antecipa o controle das plantas infestantes, favorecendo o plantio em função de uma cobertura morta mais uniforme, o que facilita o trabalho da plantadeira, principalmente quando as plantas a serem dessecadas se encontram bem desenvolvidas. Essa antecipação irá melhorar a qualidade do plantio e garantir um melhor stand da cultura. A aplicação para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Aplicação sobre a cultura da soja, em pré-colheita, logo após a maturação fisiológica do grão que ocorre após o estádio R7, 7 dias antes da colheita. A partir deste período a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o grão está protegido pela vagem, o Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
produto também não entrará em contato direto com o mesmo. Aplicação em pósemergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos). Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato: - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de GLISTER OFF sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, deverá ser realizada até a 4ª folha.
MODO DE APLICAÇÃO
Diluir a dose de GLISTER OFF indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas, bem como em área total sobre as culturas indicadas em aplicação na pré-colheita e em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Equipamentos Terrestres: A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, seguindo as recomendações técnicas especificadas pelo fabricante para cada tipo de bico. Utilizar um volume de calda entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Equipamentos Aéreos: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo. Volume de calda de 20 a 40 L/ha, altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm². Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha. Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada. Condições climáticas: Temperatura máxima: 28 ºC Umidade relativa mínima: 55% Velocidade do vento máx.: 10 km/h (3 m/s). Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da Sinon do Brasil Ltda. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
3. Cultura: Soja Geneticamente Modificada Plantas infestantes:
| Plantas infestantes | Dose | Volume de calda | Estádio de crescimento | Época DAE* | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | L/ha | ||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias |
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 2 – 3 perfilhos | Até 20 dias |
| Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias |
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 3 – 4 perfilhos | Até 20 dias |
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,6 - 2,8 | 100 - 200 | 4 – 8 folhas | Até 20 a 30 dias |
| Caruru-de-mancha | Amaranthus viridus | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias |
| Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 6 – 10 folhas | De 20 a 30 dias |
| Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 6 – 10 folhas | De 20 a 30 dias |
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,6 - 2,8 | 100 - 200 | 7 – 10 folhas | De 20 a 30 dias |
| Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 1,6 - 2,8 | 100 - 200 | 4 – 8 folhas | De 20 a 30 dias |
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1,6 - 2,8 | 100 - 200 | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias |
| Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum hispidum | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias |
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,6 - 2,4 | 100 - 200 | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias |
| Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 2,4 - 2,8 | 100 - 200 | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias |
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,4 - 2,8 | 100 - 200 | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias |
| Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,4 - 2,8 | 100 - 200 | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,6 - 2,8 | 100 - 200 | 2 – 4 folhas | De 20 a 30 dias |
| Corda-de-viola | Ipomoea nill | 2,4 - 2,8 | 100 - 200 | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias |
dias *DAE (dias após emergência da cultura)
MODO DE APLICAÇÃO
Utilizar a quantidade de 100 – 200 litros de calda por hectare, utilizando bico em jato leque do tipo Teejet VB 80.02 ou XR110.02, distanciados 50 cm entre si, trabalhando a uma altura de 50 cm do solo, pressão de 30 lb/pol². Aplicar o GLISTER OFF, em pulverização em área total sobre a cultura e as plantas daninhas indicadas em uma única aplicação aos 20 a 30 dias após emergência da soja quando esta se encontra com 2 a 3 trifólios. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
4. Culturas: Milho Geneticamente Modificado Plantas infestantes:
| Plantas infestantes | Dose (2) | Volume de calda | Estágio de crescimento | Época DAE* | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome comum | Nome científico | L/ha | L/ha | ||
| Braquiarão Capim-marmelada Capim-carrapicho Capim-colchão Capim-pé-de- galinha | Brachiaria brizantha Brachiaria plantaginea Cenchrus echinatus Digitaria horizontalis Eleusine indica | 1,3 | 20 - 250 | até 2 perfilhos até 10 cm | até 15 dias |
| Braquiarão Capim-marmelada Capim-carrapicho Capim-colchão Capim-pé-de- galinha | Brachiaria brizantha Brachiaria plantaginea Cenchrus echinatus Digitaria horizontalis Eleusine indica | 1,3 - 2,1 | 20 - 250 | de 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | de 25 a 30 dias |
| Apaga-fogo Caruru-de-mancha Erva-de-santa-luzia Trapoeraba* Amendoim-bravo Picão-branco Beldroega Nabiça Poaia-branca | Alternanthera tenella Amaranthus viridis Chamaesyce hirta Commelina benghalensis Euphorbia heterophylla Galinsoga parviflora Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Richardia brasiliensis | 1,6 - 2,1 | 20 - 250 | até 6 folhas até 10 cm | até 15 dias |
| Apaga-fogo Caruru-de-mancha Erva-de-santa-luzia Trapoeraba* Amendoim-bravo Picão-branco Beldroega Nabiça Poaia-branca | Alternanthera tenella Amaranthus viridis Chamaesyce hirta Commelina benghalensis Euphorbia heterophylla Galinsoga parviflora Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Richardia brasiliensis | 2,1 - 2,4 | 20 - 250 | de 6 a 10 folhas maior que 10 cm menor que 20 cm | de 25 a 30 dias |
(1) DAE - número de dias após a emergência da cultura. (2) As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura. APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 1,5 L/ha, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda na dose de 2,0 L/ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações. * Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: GLISTER OFF deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. No caso de aplicação única seguir os estágios de crescimento e épocas dos quadros anteriores e em aplicação sequencial seguir o diagrama abaixo: A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados. GLISTER OFF não tem ação sobre sementes existentes no solo. GLISTER OFF, aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.
MODO DE APLICAÇÃO
Diluir a dose de GLISTER OFF indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Equipamentos Terrestres: A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, utilizando-se a pressão recomendada pelo fabricante para cada tipo de bico. O volume de calda deverá estar entre 20 e 250 L/ha. A altura da barra deve seguir as recomendações do fabricante de barras de pulverizadores. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Equipamentos aéreos: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo. Volume de calda de 20 a 40 L/ha, altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2. Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm2 sem escorrimento na folha. Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada ponta de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode ser alterada. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada. Condições climáticas: Temperatura máxima: 28°C Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
Umidade relativa do ar mínima: 55% Velocidade do vento máxima: 10 km/h (3 m/s). Em caso de dúvida ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar a empresa aplicadora ou departamento técnico da Sinon do Brasil Ltda. NOTA: 1 Litro do produto contém 450 gramas de Glifosato ou 600 gramas de Sal de Isopropilamina de Glifosato.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Cultura | Dias | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Algodão | (1) | ||||
| Ameixa | 17 | ||||
| Arroz | (2) | ||||
| Arroz Irrigado | (2) | ||||
| Aveia preta | 4 | ||||
| Azevém | 4 | ||||
| Banana | 30 | ||||
| Cacau | 30 | ||||
| Café | 15 | ||||
| Cana-de-açúcar (como maturador) | 30 | ||||
| Cana-de-açúcar (pré-plantio) | (2) | ||||
| Citros | 30 | ||||
| Coco | 15 | ||||
| Eucalitpo | UNA | ||||
| Feijão | (2) | ||||
| Fumo | UNA | ||||
| Maçã | 15 | ||||
| Mamão | 3 | ||||
| Milho | (3) | ||||
| Nectarina | 30 | ||||
| Pastagem | (2) | ||||
| Pera | 15 | ||||
| Pêssego | 30 | ||||
| Pinus | UNA | ||||
| Seringueira | UNA | ||||
| Soja | (4) | ||||
| Trigo | (2) | ||||
| Uva | 17 |
Cultura Dias Algodão (1) Ameixa Arroz (2) Arroz Irrigado (2) Aveia preta Azevém Banana Cacau Café Cana-de-açúcar (como maturador) Cana-de-açúcar (pré-plantio) (2) Citros Coco Eucalitpo UNA Feijão (2) Fumo UNA Maçã Mamão Milho (3) Nectarina Pastagem (2) Pera Pêssego Pinus UNA Seringueira UNA Soja (4) Trigo (2) Uva U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 105 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. (3) intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação. Para as culturas de café, citros, pinus e eucalipto, respeitar o intervalo de reentrada de 23 dias com EPI nível 1 + luvas, para atividades de 8h e de 1d para as atividades de 2h, sem necessidade de uso de EPI.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. GLISTER OFF não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar GLISTER OFF com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLISTER OFF. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLISTER OFF. Para as culturas de café, citros, pinus e eucalipto, respeitar o intervalo de reentrada de 23 dias com EPI nível 1 + luvas, para atividades de 8h e de 1d para as atividades de 2h, sem necessidade de uso de EPI.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A
SEREM UTILIZADOS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA / MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA) Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA) INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA) RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G (inibidores da EPSPS (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase)) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida GLISTER OFF é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; touca árabe, óculos de proteção e luvas de nitrila. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; touca árabe, óculos de proteção e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; touca árabe, óculos de proteção e luvas de nitrila. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Indiviual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
ATENÇÃO - Pode ser nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito e, em casos de sintomas de intoxicação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. ANTÍDOTO: NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo Químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 – produto improvável de causar dano agudo |
| Modo de ação | Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos. |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica |
| Toxicocinética | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. |
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| Toxicodinâmica | Glifosato não é um inibidor da acetilcolinesterase e, portanto, não existe o quadro clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. O surfactante presente no Glister Off aparentemente pode ter algum papel na toxicidade após a ingestão. Em testes "in vitro" com mitocôndrias isoladas de fígado de rato, o Glifosato atua desacoplando a fosforilação oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energia-dependente. Absorção: A absorção cutânea: Em estudos "ín vitro" com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor do que 2%. Absorção oral: Em ratos a absorção chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose de 10mg/kg de peso Distribuição: Após a absorção, é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima de 34%, duas horas após a ingestão. Metabolismo: Aparentemente, o metabolismo do Glifosato em animais é mínimo. Essencialmente são produzidos metabólitos não tóxicos e aproximadamente 100% do encontrado nos tecidos, corresponde ao produto original. Excreção: Renal: O Glifosato é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostraram que aproximadamente 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas. Fezes: Em estudos com animais, aproximadamente 51% da dose foi excretada nas fezes num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi eliminado nas fezes em 72 horas. |
|---|---|
| Sintomas e Sinais Clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações ao glifosato. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarreia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaleia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica. Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato. |
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| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico |
|---|---|
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessório, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver: exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos, de 25-50g em crianças de 1- 12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30g para 240mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação). Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%). Observar 2 atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO ) não 2 possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantopazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
| Contra - indicações | O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização e morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória. |
| Efeitos Sinérgicos | Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto. |
| Atenção | TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Para notificar o caso e obter informações especializadas, ligue para o |
Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
| Disque Intoxicação: 0800-7226001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS) | |
|---|---|
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos de notificação compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). | |
| Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 0141 149 Endereço eletrônico da empresa: www.sinon.com.br Correio eletrônico da empresa: sinon@sinon.com.br |
Disque Intoxicação: 0800-7226001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT - ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos de notificação compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 0141 149 Endereço eletrônico da empresa: www.sinon.com.br Correio eletrônico da empresa: sinon@sinon.com.br
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos Agudos: DL50 oral para ratos: maior que 2.000 mg/kg de peso corpóreo DL50 dérmica para ratos: maior que 4.000 mg/kg de peso corpóreo CL50 inalatória para ratos: maior do que 2,596 mg/L Irritação/corrosão dérmica em coelhos: irritante para a pele de coelhos, com reversão em 10 dias Irritação/corrosão ocular em coelhos: irritante para olhos dos coelhos, com reversão em 72h. Sensibilização dérmica em cobaias: Não sensibilizante para pele de cobaias Mutagenicidade: Não apresenta efeito mutagênico Efeitos Crônicos: Foram ainda estudados os efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório. Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo. A alta solubilidade do Glifosato em água e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não se bioacumula o que é comprovado por estudos científicos. Os estudos efetuados mostram claramente que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrointestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação em várias espécies animais. A não retenção e a rápida eliminação do Glifosato indica que mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). (X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a ora e a saúde das pessoas. 2.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa SINON DO BRASIL LTDA. • Telefone da empresa: (51) 3023 8181. • Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS. • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a ora e a saúde das pessoas. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br