Bula oficial · registro MAPA nº 33718

Bula do GLIFOX 480 BR

Bula completa do GLIFOX 480 BR (registro MAPA nº 33718), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 16 páginas no PDF.

BULA GLIFOX 480 BR Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 33718

COMPOSIÇÃO

N-(phosphonomethyl)glycine, isopropylammonium salt (GLIFOSATO, Sal de Isopropilamina)...................... 480 g/L (48,0% m/v) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) …………………………........................... 360 g/L (36,0 % m/v) Outros ingredientes......................................................................................................................................... 665 g/L (66,5 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glifosato: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): FUHUA BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Endereço Rua Verbo Divino, 2001 – Torre B – cj 403 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP – CEP 04719-002 Fone/Fax: (11) 56694452 – CNPJ: 25.127.323/0001-71 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 1320 – CDA/SP IMPORTADOR: ⚫FUHUA BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Verbo Divino, 2001 – Torre B – 4º andar – conjunto 403 - Chácara Santo Antônio – CEP 04719-002 – São Paulo – SP Fone/ Fax: (11) 5669-4452 – CNPJ: 25.127.323/0001-71 - Registro no órgão estadual nº 1320 – CDA/SP ⚫DKBR TRADING S.A. Avenida Ayrton Senna Da Silva-Bairro: Gleba Fazenda PalhanoLondrina/PR-CEP: 86.050-460-CNPJ: 33.744.380/0001-28Registro Órgão Estadual n° 1007743 - ADAPAR/PR; Avenida Miguel Sutil, 6559,Anexo A Sala 3-Bairro Alvorada-Cuiabá/MT-CEP: 78048-000-CNPJ: 33.744.380/0002-09Registro no órgão estadual n° 22058 - INDEA/MT; Rodovia Spa 008/457,s/n-Bairro: Zona RuralIepê/SP-CEP: 19640-000-CNPJ: 33.744.380/0003-90Registro no órgão estadual n° 4303 - CDA/SP ⚫ AGRILEAN INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100-Bairro: Jardim Maria Cristina-Barueri/SP -CEP: 06421-300-CNPJ: 47.983.211/0004-06-Registro órgão estadual n°4378 – CDA - SP FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLY TECH 95% FH BR – Registro MAPA nº 2012 ⚫ JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, Qidong City, Jiangsu Province, 226221 - República Popular da China GLIFOSATO TÉCNICO FT – Registro MAPA nº 33518 ⚫ SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Endereço: Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China. GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA – Registro MAPA nº 29218 ⚫ SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Endereço: Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China. FORMULADOR: ⚫ SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Qiaogou Town, Wutongqiao District, 614800, Leshan, Sichuan, China.⚫ OURO FINO QUÍMICA S.A. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, Lote 5 – Distrito Industrial III – CEP 38044-750 – Uberaba/MG -CNPJ 09.100.671/0001-07 – Registro no órgão estadual n°8764 IMA/MG⚫ JIANGSU GOOD HARVESTWEIEN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, Qidong City, Jiangsu Province, 226221 - China⚫ PRENTISS QUÍMICA LTDA.Rodovia PR 423 s/n Km 24,5 – Campo Largo /PR – CEP 83603-000 -CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Registro no órgão estadual nº 002669/SEAB/PR MANIPULADOR: ⚫ NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A Av. Parque Sul, 2138 – Distrito Industrial – Maracanaú – CE – CEP 61939-000 CNPJ: 07.467.822/0001-26 – Número de registro do estabelecimento no Estado: SEMACE nº 390/2018 - COPAM/NUCAM ⚫ TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsem, 1459 – Bairro Poço Fundo – Paulínia – SP – CEP 13140-000 – CNPJ: 03.855.423/0001-81 Registro no órgão estadual: 477 – Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo – CDA.

No do lote ou partida :VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação :
Data de Vencimento :

Corrosivo ao Aço, Ferro (Comum e Galvanizado) Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: GLIFOX 480 BR é um herbicida apresentado na forma de concentrado solúvel, recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: - Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes), nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citrus, maçã, nectarina, pêra, pêssego, uva, pastagens, pinus e eucalipto. - Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. - Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES: Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus e eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. Plantas infestantes Anuais Controladas:

FOLHA ESTREITADOSE% (L/100L de água)**
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha (1)
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,5-1,0 *240-4800,5
AveiaAvena sativa1,04800,5
CevadilhaBromus catharticus1,04800,5
Capim-rabo-de-raposaSetaria geniculata1,0-2,0*480-9601,0
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,57200,5
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,5-2,0 *720-9601,0
Capim-favoritoRhynchelitrum repens1,5-2,0 *720-9601,0
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,09601,0
AzevémLolium multiflorum2,0-3,0 *960-14401,0
Capim-arrozEchinochloa crusgalli4,019201,5
Cuminha ou falso cominhoFimbristylis milacea5,024002,0
FOLHA LARGADOSE% (L/100L de água)**
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha (1)
Picão-pretoBidens pilosa1,0-1,5 *480-7200,5
Picão-branco ou FazendeiroGalinsoga parviflora1,04800,5
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1,0-2,0 *480-9601,0
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,57200,5
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,57200,5
AngiquinhoAeschynomene rudis2,09601,0
MentrastoAgeratum conyzoides2,09601,0
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2,09601,0
CaruruAmaranthus viridis2,09601,0
Boca-de-leão-selvagemAntirrhinum orontium2,09601,0
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2,09601,0
BuvaConyza bonariensis2,09601,0
Cordão-de-fradeLeonotis nepetifolia2,09601,0
Quebra-pedraPhyllantus tenellus2,09601,0
BeldroegaPortulaca oleracea2,09601,0
NabiçaRaphanus raphanistrum2,09601,0
Maria-pretinhaSolanum americanum2,09601,0
SerralhaSonchus oleraceus2,09601,0
Maria-gordaTalinum paniculatum2,0-3,0 *960-14401,0
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3,0-4,0 *1440-19201,5
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia3,014401,0
AlfafaMedicago sativa3,516801,0
AnileiraIndigofera hirsuta4,019201,5
Corda-de-violaIpomoea quamoclit4,019201,5
Poaia-brancaRichardia brasiliensis4,019201,5
EspérgulaSpergula arvensis4,019201,5
TrevoTrifolium repens4,019201,5
BarbascoPterocaulon virgatum4,5-5,0 *2160-24002,0
Erva-quenteSpermacoce alata5,0-6,0 *2400-28802,0
ErvilhacaVicia sativa5,024002,0

Erva-quente Spermacoce alata 5,0-6,0 * 2400-2880 2,0 Ervilhaca Vicia sativa 5,0 2400 2,0 (1) Concentração do Sal de Isopropilamina de Glifosato Plantas Infestantes Perenes Controladas:

FOLHA ESTREITADOSE% (L/100L de água)**
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha (1)
Capim-azedoPaspalum conjugatum1,04800,5
JunquinhoCyperus ferax1,5-3,0 *720-14401,0
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5-4,0 *720-19201,5
Capim-coloniãoPanicum maximum1,5-5,0 *720-24002,0
Grama-compridaPaspalum dilatatum2,09601,0
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,5-4,0 *1200-19201,5
TiriricaCyperus flavus3,014401,0
Capim-gorduraMelinis minutiflora3,0-4,0 *1440-19201,5
Capim-gengibrePaspalum maritimum3,0-4,0 *1440-19201,5
Capim-canoãoSetaria poiretiana3,516801,0
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis4,019201,5
Capim-membecaAndropogon leucostachyus4,019201,5
Grama-sedaCynodon dactylon4,0-5,0 *1920-24002,0
TiriricaCyperus rotundus4,0-5,0 *1920-24002,0
Capim-jaraguáHyparrhenia rufa4,019201,5
Capim-caianaPanicum cayennense4,019201,5
Grama-batataisPaspalum notatum4,0-5,0 *1920-24002,0
Grama-touceiraPaspalum paniculatum4,0-5,0 *1920-24002,0
Capim-da-roçaPaspalum urvillei4,019201,5
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4,0-5,0 *1920-24002,0
Capim-massambaráSorghum halepense4,019201,5
Grama-missioneira ou capitingaAxonopus compressus5,024002,0
TiriricaCyperus difformis5,024002,0
Cana-de-açúcar (roughing)Saccharum officinarum6,028802,0
FOLHA LARGADOSE% (L/100L de água)**
Nome ComumNome CientíficoL/hag ia/ha (1)
Apaga-fogoAlternanthera tenella1,04800,5
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,57200,5
Maria-moleSenecio brasiliensis2,0-3,0 *960-14401,0
Erva-lancetaSolidago chilensis2,09601,0
Língua-de-vacaRumex crispus3,014401,0
GuanxumaSida cordifolia3,014401,0
Guanxuma-brancaSida glaziovii3,014401,0
GuanxumaSida rhombifolia3,014401,0
GrandiúvaTrema micrantha4,019201,5
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia5,024002,0
TanchagemPlantago major5,024002,0
AgriãozinhoSynedrellopsis grisebachii5,024002,0

FOLHA LARGA DOSE % (L/100L de água)** Nome Comum Nome Científico L/ha g ia/ha (1) Apaga-fogo Alternanthera tenella 1,0 0,5 Mata-pasto Eupatorium maximilianii 1,5 0,5 Maria-mole Senecio brasiliensis 2,0-3,0 * 960-1440 1,0 Erva-lanceta Solidago chilensis 2,0 1,0 Língua-de-vaca Rumex crispus 3,0 1440 1,0 Guanxuma Sida cordifolia 3,0 1440 1,0 Guanxuma-branca Sida glaziovii 3,0 1440 1,0 Guanxuma Sida rhombifolia 3,0 1440 1,0 Grandiúva Trema micrantha 4,0 1920 1,5 Fedegoso-branco Senna obtusifolia 5,0 2400 2,0 Tanchagem Plantago major 5,0 2400 2,0 Agriãozinho Synedrellopsis grisebachii 5,0 2400 2,0 (1) Concentração do Sal de Isopropilamina de Glifosato * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300400L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare. Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

CULTIVAREQUIP. CONV. (L/ha)EQUIP. CDA/BENTLEY (L/ha)
IAC5,04,0
NA5,04,0
CB4,03,0
SP5,03,0
CO/CP5,04,0

CULTIVAR EQUIP. CONV. (L/ha) EQUIP. CDA/BENTLEY (L/ha) IAC 5,0 4,0 NA 5,0 4,0 CB 4,0 3,0 SP 5,0 3,0 CO/CP 5,0 4,0 A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÂO

O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOX 480 BR quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLIFOX 480 BR não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLIFOX 480 BR, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Exceção feita para a tiririca que, em função de sua fisiologia, exigirá 3-4 aplicações com intervalos de 20-40 dias. Maturador da Cana-de-açúcar: O GLIFOX 480 BR pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. Idade da cultura A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas A aplicação de GLIFOX 480 BR como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Aplicação A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea) Observação Geral: As dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. MODO DE APLICAÇÃO (EQUIPAMENTOS): O GLIFOX 480 BR deve ser diluído em água limpa e pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem: Equipamentos: - Tratorizado convencional: a) Tipos de bico: 80.03/80.04/110.03/110.04 b) Vazão: 200-400 L/ha; c) Pressão: 30-40 Lb/pol²; d) Tamanho de gotas: 300-600 µm; e) Densidade: 30-40 gotas/cm². - Bentley BT-3 (Marca registrada de Equipamentos Bentley): a) Tipos de bico: X-2; b) Vazão: 80-120 L/ha; c) Pressão: 40-60 Lb/pol²; d) Tamanho de gotas: 200-300 µm; e) Densidade: 50-100 gotas/cm².

- Costal manual: a) Tipos de bico: 110.01/TK-05; b) Vazão: 150-200 L/ha; c) Pressão: 20-30 Lb/pol²; d) Tamanho de gotas: 200-400 µm; e) Densidade: 20-30 gotas/cm². - Costal manual: a) Tipos de bico: 80.02/110.02; b) Vazão: 300-400 L/ha; c) Pressão: 20-30 Lb/pol²; d) Tamanho de gotas: 200-600 µm; e) Densidade: 20-30 gotas/cm². Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação: 40-50 L/ha. - Altura de vôo: 4-5 m do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição: 15m. - Tamanho de gotas: 110-120 µm. - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV: 420-450 µ). - Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 µ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizadas barras de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. - Condições climáticas: Temp. Máx.: 28ºC; U.R.Mín.: 55%; Vel.Vento Máx: 10 km/h (3 m/s). Para as culturas indicadas, aplica-se GLIFOX 480 BR em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLIFOX 480 BR em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. Preparo da Calda: O produto, na quantidade pré−determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume d’água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque com o restante de água. "Roughing": A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOX 480 BR diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo "trombone" na base de 6% de concentração. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CulturaIntervalo de Segurança
Ameixa, Uva17 dias
Arroz, Cana-de-açúcar (Pós-emergência), Pastagens, TrigoNão determinado devido a modalidade de emprego
Banana, Cacau, Cana-de-açúcar (maturador), Citros, Nectarina, Pêssego30 dias
Café, Maçã, Pêra15 dias
Eucalipto, PinusU.N.A. (Uso Não Alimentar)
MilhoNão determinado quando aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré- emergência da cultura.

Soja Não determinado quando aplicado em pósemergência das plantas infestantes e préemergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes úteis das plantas. GLIFOX 480 BR não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar GLIFOX 480 BR com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOX 480 BR. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas infestantes por animais logo após a aplicação de GLIFOX 480 BR.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide “Modo de aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G (Inibidores da 5-enolpiruvilshiquimato-3-fosfato Sintase) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.

• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial classe P2; viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; máscara facial classe P2; viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. Pode ser nocivo se ingerido ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR GLIFOX 480 BR -

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo QuímicoGlifosato: Glicina substituída
Classe toxicológicaCATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposiçãoOral, dérmica e ocular
ToxicocinéticaToxicocinéticaOs estudos efetuados mostram claramente que o glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação de resíduos em várias espécies animais. A alta solubilidade do glifosato em água e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não deva bioacumular e, de fato, dados científicos comprovam este fato. A não retenção e rápida eliminação do glifosato, indica que mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo. Menos de 1% da dose absorvida foi encontrada nos tecidos e órgãos, principalmente nos tecidos ósseos. O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias. Após a administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única em ratos, 30 a 36% da dose foi absorvida e menos que 0,27% foi eliminada como CO . Em estudo de metabolismo em 2 ratos, com administração via oral de glifosato radiomarcado em dose única e em doses repetidas, 97,5% da dose administrada foi excretada, de forma inalterada, através da urina e das fezes. Em outro estudo em ratos, 99% do glifosato radiomarcado foi eliminado inalterado pela urina e principalmente nas fezes após 120 horas de administração. A via de eliminação biliar não é significativa.
Mecanismos de ToxicidadeOs mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Testes de curto prazo mostram que o glifosato e suas formulações apresentam baixo nível de toxicidade aguda. Os estudos toxicológicos crônicos (alimentação em espécies roedoras e não roedoras durante 2 anos), não apresentam efeitos adversos significativos.
Sintomas e sinais clínicosGlifosato: As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casos de exposição: • INGESTÃO: podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea/vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco-aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão. • CUTÂNEA: pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema). • OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
• RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química. Isopropilamina: é extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, causando queimação e dor de garganta, laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaléia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.
TratamentoO tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Exposição inalatória: - Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição ocular: - Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição dérmica: - Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Exposição Oral: É necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 horas. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Em caso de intoxicação grave, manter as vias aéreas permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetrina ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%). Observar 2 atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de entubação. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico.
Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H ou bloqueadores de 2 bomba de próton. Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. É conveniente o controle ambulatorial subseqüente.
ContraindicaçõesO vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de medicamentos que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cardiorespiratória.
Efeitos SinérgicosNão se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: (11) 5569-4452

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide “Toxicocinética” e “Mecanismo de Toxicidade” Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • DL50 oral em ratos = > 2000 mg/Kg p.c. (DL50 cut off = 5000 mg/Kg p.c.) • DL50 dérmica em ratos > 2018 mg/kg p.c. • CL50 inalatória em ratos: não determinado nas condições teste. • Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os resultados obtidos mostraram que o produto provocou eritema moderado nos animais testados, reversível em 48 horas. • Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância teste provocou irritação da íris e das mucosas oculares, reversíveis em 72 horas. • Sensibilização cutânea em ratos: Não sensibilizante. • Mutagenicidade: Não mutagênico (Teste de Ames e Micronúcleos) Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Um estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza. • Não utilize equipamentos com vazamento. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FUHUA BRASIL COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA – Telefone de Emergência: (11) 5569-4452. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E

DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções para o manuseio do produto. • TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. • LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos. - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. -

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. -

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. -

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. -

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. -

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (11) 51833270

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do GLIFOX 480 BR registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 33718 · documento de 05/10/2023.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do GLIFOX 480 BR?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do GLIFOX 480 BR e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do GLIFOX 480 BR é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 33718, documento de 05/10/2023), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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