GLIFOSATO K ATANOR Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 36618
COMPOSIÇÃO
Sal Potássico de N-(phosphonomethyl) glycine (GLIFOSATO) ..................................................... 438 g/L (43,8% m/v) Equivalente ácido de GLIFOSATO ............................................................................................... 356 g/L (35,6% m/v) Outros ingredientes .................................................................................................................... 806 g/L (80,6% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico de ação não seletiva GRUPO QUÍMICO: Glicina Substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Rua Luís Correia de Melo, 92 - 23º andar – Vila Cruzeiro - São Paulo/SP - CEP: 04726-220 - CNPJ: 01.789.121/000127 - Fone: (0XX11) 4750-3200 – Cadastro no estado (CDA/SP) nº 385. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Glifosate Técnico Monsanto - Registro MAPA nº 01998 - Monsanto do Brasil LTDA. - Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro – CEP 12241-421 São José dos Campos - SP CNPJ 64.858.525/0002-26 - Registro Estadual nº 525 - CDA/SP / Agro Bayer S.R.L. – Zarate Plant - Ruta Provincial 6 - km 83,1 - 2800 - Zarate – Argentina. / Bayer Cropscience LP - Luling Plant - 2501 - River Road – PO Box 174 - Luling - Louisiana - 70.070 - E.U.A. / Bayer Cropscience LP - Muscatine Plant - 2.500 - Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761 - E.U.A. / Bayer Agriculture BV - Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 - Bélgica. Glifosato Técnico Atanor II - Reg. MAPA nº 06205 - Atanor S.C.A. - Rua 3, Lote 28, Parque Industrial Pilar – Buenos Aires – Argentina. Glifosato Técnico Atanor III - Registro MAPA nº 11511 - Shandong Weifang Rainbow Chernical Co. Ltd. - Binhai Economic Development Area, Weifang, 262737 Shandong – China. Glifosato Técnico CSG - Registro MAPA nº 31118 - Hubei Trisun Chemicals Co. Ltd - Nº 66-4 - Xiaoting Avenue, Xiaoting District – Yichang, Hubei – China. Glyphosate Técnico Fuhua - Registro MAPA nº 29218 - Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-Chemical Technology Co., Ltd.- Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan, Sichuan, China. Glifosato Técnico Wynca - Registro MAPA nº 38919 - Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co. Ltd. - International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu-China. Shadow Técnico Consagro - Registro MAPA nº 03211 - Jingma Chemicals Co., Ltd. - Nº 50 Baota Road, Longyou - 324400 Zhejiang – China. FORMULADOR / MANIPULADOR: Albaugh Agro Brasil Ltda. - Avenida Basiléia, 590 - Resende/RJ - CEP:27521-210 - CNPJ: 01.789.121/0004-70 Cadastro no Estado (INEA/RJ): L.O. IN035302. Atanor S.C.A - Ruta 8, Km 60, Calle 3 y 8 - 1629 Parque Industrial Pilar – Buenos Aires – Argentina. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 1 de 19
| No do lote ou da partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
Indústria brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: GLIFOSATO K ATANOR é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para algodão, soja e milho geneticamente modificados com resistência ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão, soja e milho convencionais), para aplicação em pós-emergência das espécies infestantes, em área total, nas seguintes modalidades: -Aplicação em área total no pré-plantio das culturas de: algodão, arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja, trigo, na pós-emergência das plantas daninhas (no sistema plantio direto ou cultivo mínimo) – QUADROS 1 e 2; -Aplicação de jato dirigido nas entrelinhas nas culturas: café, citros, maçã (QUADROS 1 e 2); eucalipto e pinus (QUADRO 3) na pós-emergência das culturas e das plantas daninhas; -Aplicação em área total, na pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas: algodão, milho e soja geneticamente modificados (OGM) resistentes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial – QUADROS 4, 5 e 6; -Aplicação em área total para eliminação da soqueira de cana-de-açúcar – QUADRO 7; R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 2 de 19
QUADRO 1.
| CULTURAS | Nome comum | Nome científico | Dose p.c (*) L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| ALGODÃO ARROZ CANA-DE- AÇÚCAR CAFÉ CITRUS FEIJÃO MAÇÃ MILHO SOJA TRIGO | MONOCOTILEDÔNEAS (folha estreita – anual) | 1 aplicação | TERRESTRE 100 – 250 AÉREA 30 – 40 | ||
| Aveia*** | Avena sativa | 1,0 - 1,5 * | |||
| Arroz vermelho | Oryza sativa | 4,0 - 5,0 | |||
| Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0* | |||
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 4,0 | |||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | |||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 – 2,0 | |||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 | |||
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 4,0 | |||
| Milheto*** | Pennisetum americanum | 3,0 | |||
| DICOTILEDÔNEAS (folhas largas – anual) | TERRESTRE 100 – 250 AÉREA 30 – 40 | ||||
| Buva | Conyza bonariensis | 3,0 | |||
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 – 4,0* | |||
| Guanxuma (anual sementes) | Sida rhombifolia | 2,0 | |||
| Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3,0 – 4,0* | |||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Quando aplicado no período adequado, controla as plantas daninhas com uma única aplicação. Esse produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. O melhor período para controlar plantas daninhas anuais situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: Aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca). Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação de Glifosato K Atanor, a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas poderá ser necessária, principalmente no caso de culturas perenes. *Usar a menor dose para plantas infestantes em estádio inicial de desenvolvimento e a maior dose para plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento. ***Na cultura da aveia (Avena sativa) e Milheto (Pennisetum americanum) utilizar o produto para dessecação para formação de cobertura morta no sistema de plantio direto. |
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QUADRO 2.
| CULTURAS | Nome comum | Nome científico | Dose p.c (*) L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| MONOCOTILEDÔNEAS (folha estreita – perenes) | 1 aplicação | TERRESTRE 100 – 250 AÉREA 30 – 40 | |||
| ALGODÃO ARROZ CANA-DE- AÇÚCAR CAFÉ CITRUS FEIJÃO MAÇÃ MILHO SOJA TRIGO | Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,0 | ||
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0* | |||
| Capim-amargoso | Digitaria insularis | 4,0 | |||
| Capim-colonião | Panicum maximum | 4,0 – 5,0* | |||
| Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 | |||
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 – 4,5* | |||
| Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0* | |||
| DICOTILEDÔNEAS (folhas largas – perenes) | |||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 – 5,0* | |||
| Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 – 3,0* | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Quando aplicado no período adequado, controla as plantas daninhas com uma única aplicação. Esse produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração Importante: Aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca). Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação de Glifosato K Atanor, a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas poderá ser necessária. *Usar a menor dose para plantas infestantes em estádio inicial de desenvolvimento e a maior dose para plantas infestantes em estádio mais avançado de desenvolvimento ou perenizadas. |
QUADRO 3.
| CULTURAS | Nome comum | Nome científico | Dose p.c L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| MONOCOTILEDÔNEAS (folha estreita) | |||||
| EUCALIPTO PINUS | Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0 | 1 aplicação | TERRESTRE: 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 |
| Capim amargoso | Digitaria insularis | 2,0 – 4,0 | |||
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | ||||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 – 2,0 | |||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 – 2,0 | |||
| EUCALIPTO | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 | 1 aplicação | TERRESTRE: |
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| PINUS | Capim-colonião (anual - sementes) | Panicum maximum | 2,0 | 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-colonião (perenizada) | Panicum maximum | 4,0 – 5,0 | |||
| Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 | |||
| Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 | |||
| Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0 | |||
| EUCALIPTO | Aveia-preta | Avena strigosa | 2,0 | 1 aplicação | TERRESTRE: 100 – 200 |
| Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,0 – 4,0 | |||
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,35 – 2,0 | |||
| Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
| Grama-boiadeira | Luziola peruviana | 4,0 – 6,1 | |||
| Junquinho | Cyperus ferax | 2,0 – 4,0 | |||
| Milheto | Pennisetum americanum | 1,35 – 2,0 | |||
| EUCALIPTO PINUS | DICOTILEDÔNEAS (folhas largas) | ||||
| Buva | Conyza bonariensis | 3,0 | 1 aplicação | TERRESTRE: 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 | |
| Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 - 4,0 | |||
| Guanxuma (anual- sementes) | Sida rhombifolia | 2,0 | |||
| Guanxuma (perenizada) | Sida rhombifolia | 3,0 – 5,0 | |||
| Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3,0 - 4,0 | |||
| Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 - 3,0 | |||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 | |||
| EUCALIPTO | Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,35 – 2,0 | 1 aplicação | TERRESTRE: 100 – 200 |
| Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 – 4,0 | |||
| Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | ||||
| Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 4,0 – 6,1 | |||
| Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. *Utilizar doses menores para ervas em estádios iniciais de desenvolvimento, e as doses maiores para ervas em estádios maiores de desenvolvimento, na fase adulta ou perenizada. |
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QUADRO 4.
| CULTURA | Nome comum | Nome científico | Dose p.c L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| ALGODÃO OGM | MONOCOTILEDÔNEAS (folha estreita) | 1 aplicação | TERRESTRE: 100 – 200 AÉREA: 20 – 40 | ||
| Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,35 | |||
| Capim pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,7 | |||
| DICOTILEDÔNEAS (folhas largas) | |||||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 2,7 | |||
| Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
| Caruru comum | Amaranthus viridis | 1,35 | |||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. |
QUADRO 5.
| CULTURA | Nome comum | Nome científico | Dose p.c L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| MILHO OGM | MONOCOTILEDÔNEAS (folha estreita) | 1 aplicação ou 2 aplicações sequenciais | TERRESTRE: 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 | ||
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,1 ou 1,4/1,4 | |||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,4/1,4 | |||
| DICOTILEDÔNEAS (folhas largas) | TERRESTRE: 100 – 200 AÉREA: 20 – 40 | ||||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,35 | |||
| Carrapicho de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
| Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
| Corda-de-viola | Ipomoea nil | 1,35/1,35 | |||
| Erva-quente | Spermacoce latifolia | ||||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
| Caruru comum | Amaranthus viridis | 2,1 ou 1,4/1,4 | TERRESTRE: 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 | ||
| Leiteiro | Euphorbia heterophylla |
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ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência de milho geneticamente modificado e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Aplicação única na pós-emergência da cultura (recomendada para baixas a médias infestações) Milho em V2 –V4 ou 15 a 20 dias após a emergência Duas aplicações: Aplicação sequencial (recomendada para infestações altas) Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. As doses separadas por “/ ” referem-se à aplicação sequencial (duas aplicações seguidas). QUADRO 6.
| CULTURA | Nome comum | Nome científico | Dose p.c L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| SOJA OGM | MONOCOTILEDÔNEAS (folha estreita) | 1 aplicação ou 2 aplicações sequenciais | TERRESTRE: 100 – 200 AÉREA: 20 – 40 | ||
| Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,35 ou 1,35/2,0 | |||
| Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
| Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,1 ou 1,4/1,4 | TERRESTRE: 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 | ||
| Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
| Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,4/1,4 | |||
| DICOTILEDÔNEAS (folhas largas) | 1 aplicação ou 2 aplicações sequenciais | TERRESTRE: 100 – 200 AÉREA: 20 – 40 | |||
| Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,35 | |||
| Carrapicho de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
| Caruru comum | Amaranthus viridis | ||||
| Erva-de-Santa-Luzia | Chamaesyce hirta | ||||
| Caruru | Amaranthus deflexus | 1,35 ou 1,35/2,0 | |||
| Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0/2,7 | |||
| Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2,7 ou 2,0/1,35 | |||
| Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 | |||
| Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2,0 ou 2,0/0,7 | |||
| Picão-preto | Bidens pilosa | 2,1 ou 1,4/1,4 | TERRESTRE: 100 – 250 AÉREA: 30 – 40 | ||
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificado e das plantas daninhas. |
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A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única (recomendada para baixas a médias infestações), o momento ideal é em torno dos 30 dias após o plantio ou em duas aplicações (recomendada para altas infestações) sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação. Não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. As doses separadas por “/” referem-se à aplicação sequencial ou duas aplicações. QUADRO 7.
| CULTURA | Nome comum | Nome científico | Dose p.c L / ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| SOQUEIRA DA CANA-DE- AÇÚCAR | Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 5,0 – 6,0 | 1 aplicação | TERRESTRE 100 – 250 AÉREA 30 – 40 |
| ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Aplicar quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,0 m de altura medida a partir do chão. A aplicação deve ser feita antes da formação de colmos na soqueira. |
MODO DE APLICAÇÃO
GLIFOSATO K ATANOR é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para algodão, milho e soja geneticamente modificados com resistência ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades e híbridos convencionais destas culturas). Não é seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas). É recomendado para aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, nas seguintes modalidades: Em culturas convencionais, entendam-se culturas não modificadas geneticamente para resistência ao glifosato, o GLIFOSATO K ATANOR deve ser aplicado: -Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo; -Através da aplicação dirigida à entrelinha de culturas perenes (jato dirigido), evitando-se atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam. A aplicação de GLIFOSATO K ATANOR em culturas de algodão, milho e/ou soja geneticamente modificadas (resistentes ao glifosato), deve ser realizada em pós-emergência das espécies de plantas infestantes e das culturas, em área total, e pode ser aplicado uma única vez ou em esquema sequencial: -Aplicação única: Recomendada para densidades médias a baixas de plantas infestantes. Seguir os estágios de crescimento e épocas recomendados no quadro acima. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência inicial será quando a cultura estiver em V2 – V3 e as plantas infestantes também se encontrarem em estádios iniciais de desenvolvimento, permitindo melhor cobertura das folhas das mesmas. -Aplicação sequencial (duas aplicações): Recomendada para áreas de altas infestações e/ou para controlar plantas infestantes com vários fluxos de germinação, sendo uma aplicação em estádio mais precoce, com a soja entre V2 e V3 (ou 15 a 20 dias após a emergência da cultura), e o milho com 2 a 4 folhas, e a aplicação sequencial dentro de um intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 8 de 19
Para as culturas indicadas, aplica-se o GLIFOSATO K ATANOR em jato dirigido ou protegido, tomando-se o cuidado necessário para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caules jovens ainda não suberizados). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se o GLIFOSATO K ATANOR em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva-de-nível ou então somente onde houver manchas da planta daninha alvo. GLIFOSATO K ATANOR pode ser aplicado da seguinte forma: Aplicação Terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando a produção de gotas para boa cobertura do alvo, de acordo com a recomendação para cada cultura. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme recomendação do fabricante e recomendações da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. em todas as culturas. Evitar pressões acima de 40 lb/pol2 ou 275 kgPa, pois poderá formar névoa que poderá atingir as folhas e partes verdes da planta. Bicos de pulverização: utilizar bicos de jato cônico, vazão da série D ou similar, com difusores 56 (D6, D8 ou D10), ponta de jato plano da série 65 ou 80 ou CP nozzles, aplicando uma pressão de 15 a 30 psi, com uma cobertura uniforme, sem escoamento do produto, de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo. Podem ser utilizados equipamentos semelhantes. OBS.: Selecionar tamanho do furo de acordo com o resultado do cálculo de calibração. Aplicação Aérea: A aplicação deve ser realizada somente por prestador de serviço especializado em aviação agrícola, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo, atendendo as determinações que regulamentam a atividade. As mesmas recomendações gerais para aplicação “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE DERIVA: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Estes fatores devem ser avaliados e considerados quando da decisão de aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura do ar (Máxima): 27°C Umidade relativa: Mínima de 55% Velocidade do vento (Máxima): 3-10 Km/h (3 m/s) Não aplicar em condições de inversão térmica. PREPARO DA CALDA: Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. O produto, nas quantidades prédeterminadas em função da dose recomendada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume do tanque com água. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 9 de 19
antes de reiniciar a operação. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
| CULTURA | INTERVALO |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Arroz | (2) |
| Café | 15 dias |
| Cana-de-açúcar | (2) |
| Citros | 30 dias |
| Eucalipto | UNA |
| Feijão | (2) |
| Maçã | 15 dias |
| Milho | (3) |
| Pinus | UNA |
| Soja | (4) |
| Trigo | (2) |
UNA = Uso Não Alimentar (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 10 de 19
glifosato, é de 60 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Para a realização de atividades de reentrada na cultura da cana-de-açúcar é necessário o uso de luvas.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as instruções de uso aprovadas. -No preparo da calda e aplicação do produto, não utilizar água com colóides em suspensão (argila, por exemplo), nem aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois a eficácia do produto poderá ser reduzida. -Sob ameaça de chuva, a aplicação deve ser suspensa, sob risco de comprometimento da eficiência do produto. -Não aplicar GLIFOSATO K ATANOR quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). -Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOSATO K ATANOR. -Evitar aplicação sobre plantas infestantes sob “stress” provocado por seca ou geada. -Aplicar sobre plantas sem orvalho e dentro das condições climáticas adequadas, devendo evitar as horas mais quentes do dia. -Fitotoxicidade: Quando este produto for utilizado nas doses e modalidades de aplicação recomendadas, não ocasionará danos às culturas indicadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”. RECOMENDAÇÕES PARA MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: − Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado; R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 11 de 19
− Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; − Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; − Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas; − Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br ). GRUPO G HERBICIDA O herbicida GLIFOSATO K ATANOR é composto por glifosato, que apresenta mecanismo de ação – Inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
− Produto para uso exclusivamente agrícola. − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. − Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. − Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
− Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. − Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. − Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
− Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 12 de 19
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. − Utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas, bota de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. − Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. − Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. − Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. − Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. − Não reutilizar a embalagem vazia. − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. − A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. − Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. − Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. - Pode ser nocivo se ingerido. - Pode ser nocivo em contato com a pele. - Nocivo se inalado. ATENÇÃO R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 13 de 19
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO K ATANOR - Informações Médicas -
| Grupo químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | Categoria 5 – produto improvável de causar dano agudo |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 – 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. |
| Toxicodinâmica | Os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato em humanos não são conhecidos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas. |
| Sintomas e sinais clínicos | As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de glifosato, Glifosato K Atanor: Exposição oral: em testes de laboratório com animais de experimentação em dose 2000 mg/kg de peso corpóreo não houve mortes. Os animais não apresentaram alterações clínicas ou comportamentais. Exposição inalatória: em estudo de toxicidade inalatória com animais de experimentação, não foram observados sinais clínicos de toxicidade durante ou após a exposição. Nenhuma mortalidade foi observada entre os animais expostos à atmosfera contendo a substância teste durante 4 horas. Exposição cutânea: em estudo de toxicidade dérmica com animais de experimentação, não foram observadas alterações comportamentais ou clínicas e a toxicidade cutânea foi maior que 4.000 mg/kg de peso corpóreo. Em estudo de irritação cutânea o produto causou produziu eritema e edema. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal nas leituras de 24 e 48 h. Não foram |
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| observadas alterações comportamentais ou clínicas. O produto não é considerado sensibilizante cutâneo pelo teste com método de Buehler. Exposição ocular: em estudo de irritação ocular, animais de experimentação apresentaram irite, hiperemia, edema e secreção conjuntivais. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após a aplicação. | |
|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito nesse caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50- 100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para o nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%). Observar atentamente 2 ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada. Se necessário, use ventilação mecânica com pressão positiva no final da aspiração. Monitorar alterações na pressão e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para a infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Manter o fluxo urinário para prevenir insuficiência renal. A acidose metabólica deve ser corrigida. Nos casos refratários, pode ser necessário hemodiálise. Lesões na mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H (cimetidina, ranitidina, 2 famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
| Contraindicações | O vômito é contra-indicado em caso de risco de aspiração. |
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| A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória. | |
|---|---|
| Efeitos das interações químicas | Não são conhecidos. |
| ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque‐Intoxicação: 0800‐722‐6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: Disque‐Intoxicação (24h): 0800‐014‐1149 – TOXICLIN. Telefone da empresa: (0XX11) 4750‐3200 (horário comercial). |
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro acima. Efeitos agudos: - DL50 oral aguda em ratos: 5.000 mg/kg de peso corpóreo - DL50 dérmica aguda em ratos: maior que 4.000 mg/kg de peso corpóreo - CL50 inalatória em ratos: maior que 2,944 mg/L - Irritação cutânea em coelhos: a substância-teste aplicada na pele dos coelhos causou eritema e edema nas leituras em 1 hora. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal nas leituras de 24 e 48 h. - Irritação ocular em coelhos: os animais de experimentação apresentaram irite, hiperemia, edema e secreção, com reversão total das alterações em 72 horas em todos os animais - Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante dérmico - Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dose testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 16 de 19
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) − Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza; − Não utilize equipamentos com vazamentos; − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes; − Aplique somente as doses recomendadas; − Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água; − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas; − Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos; − Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada; − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais; − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO; − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; − Deve haver sempre recipientes disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados; − Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: − Isole e sinalize a área contaminada; − Contate as autoridades locais competentes e a empresa ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Telefone (0XX11) 47503200 (horário comercial). Para maiores informações contate a empresa SUATRANS (24h): 0800-707-7022; − Utilize equipamentos de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros); − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - absorva o produto com serragem e areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final; Solo - Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque no recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima; Corpos d’água - Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. − Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicações. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 17 de 19
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; − Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; − Faça esta operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo; Lavagem Sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato de água; − Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; − Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 18 de 19
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às atividades agrícolas. R. Luís Correia de Melo, 92 | 23º Andar | São Paulo – SP | 04726-220 | +55 11 4750 3200 | www.albaughbrasil.com.br Página 19 de 19