GLIFOSATO CHD’S CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária sob o nº 03812
COMPOSIÇÃO
GLIFOSATO (sal de isopropilamina)........................................................................................ 480 g/L (48% m/v) (equivalente a ácido de N-(phosphonomethyl)glycine)..........................................................360 g/L (36% m/v) Outros ingredientes........................................................................................................685,5 g/L (68,55% m/v)
CONTEÚDO: Vide rótulo CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glicina Substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, Lote 06, Parque industrial, São Miguel do Iguaçu, PR. CEP 85877-000. CNPJ 18.858.234/0001-30. Registro da empresa no Estado (ADAPAR) certificado nº 004001. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Grassato Técnico - Registro no MAPA n° 4510 Huikwang Corporation - 259 Section 1, Majia Road, Madou, Tainan 721010, Taiwan. Glifosato G Técnico Rainbow – Registro no MAPA nº 01213 Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 – China Glifosato Técnico Biorisk – Registro no MAPA nº 23616 Jingma Chemicals Co., Ltd. - Nº 50 Baota Road, Longyou, 324400 – Zhejiang - China Glifosato Técnico SH - Registro no MAPA nº 34419 Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Company - 998 Jiangshan Road – Nantong Economic & Technological Development Zone Nantong, Jaingsu, China. Glyphosate Técnico Fuhua - Registro no MAPA nº 29218 Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-Chemical Technology Co. Ltd. - Qiaogou Town Wutongqiao District 614800, Leshan, Sichuan, China Glifosato XW Técnico – Registro no MAPA nº 28118 HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD. - 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District - Yichang, Hubei - China. FORMULADOR: CHD’S Agrochemicals SAIC. Supercarretera km 32,5, Campo Tacuru, Hernandarias, Paraguai. Hubei Trisun Chemicals Co., Ltd. No 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District., Yichang, Hubei, China. Huikwang Corporation. 259 Section 1, Majia Road, Madou, Tainan 721010, Taiwan. Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Co., Nº 998, Jiangsu Road, Nantong Economic and Technological Development Zone, Jiangsu, 226017, China. Prentiss Química Ltda. PR 423, Km 24,5, s/ n°, Campo Largo, PR. Brasil. CEP 83603-000 Cadastro da empresa no Estado (SEAB) n° 002669. CNPJ 00.729.422/0001-00
Prism Crop Science Pvt. Ltd. Sy nº 280/A, Malkapur Village, Choutuppal Mandal, Yaddari Bhuvanagiri district., Telangana, India. Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 – China SHANGHAI HKC LTD. Nº 2701, Hangtang Road, Tairi Town, Fengxian District, Shanghai City, P.R. China. Sichuan Leshan Fuhua Tongda Agro-chemical Technology Co., Ltd. Qiaogou Town, Wutongqiao District., Leshan City, Sichuan Province, 614800, China. Sipcam NIchino Brasil SA. Rua Igarapava, n° 599. Distrito Industrial III. Uberaba, MG. Brasil. CEP 38044-755 Cadastro da empresa no Estado (IMA) n° 70106046. CNPJ 23.361.306/0001-79 Zhenjiang Jiangnan Chemicals Co., Ltd. International Chemical Industry Park, Zhenjiang New Area, Jiangsu, 212152, China. Zhenjiang Xinan Chemical Industrial Group Co., Ltd. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600, China. MANIPULADOR: Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. Rua Bonifácio Rosso Ross, nº 260, Cruz Alta – Indaiatuba/SP – Brasil CEP: 13348-790. CNPJ: 50.025.469/0004-04 Cadastro da empresa no Estado (CDA) nº 1248 IMPORTADOR: Disam Distribuidora de Insumos Agrícolas Sul América Ltda. Avenida Iguaçu, nº 11Parque Industrial – São Miguel do Iguaçu/PR, CEP: 85.877-000 CNPJ: 76.154.749/0001-55 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 000734
| Nº do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL
III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C
INSTRUÇÕES DE USO
GLIFOSATO CHD’S é um herbicida de ação sistêmica, não seletivo, do grupo químico da glicina substituída, na formulação Concentrado Solúvel. O produto é recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações:
Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, citros, coco, dendê, eucalipto, maçã, nectarina, noz-pecã, pastagem, pera, pêssego, pinus e uva. Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar. Em área total, pós-emergência do milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
| PLANTAS INFESTANTES ANUAIS | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Algodão Feijão | Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1 - 2 | 480 - 960 | 150 - 400 |
| Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | 720 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,5 | 720 | ||
| Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2 | 720 - 960 | ||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2 | 960 | ||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2 - 3 | 960 – 1.440 | ||
| Arroz vermelho (Oryza sativa) | 3 | 1.440 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies anuais, é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES ANUAIS | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Algodão Feijão | Picão-preto (Bidens pilosa) | 1 – 1,5 | 480 - 720 | 150 - 400 |
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1 | 480 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | 720 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2 | 960 |
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Algodão Feijão | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3 | 1.440 | 150 - 400 |
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2 | 960 | ||
| Caruru (Amaranthus viridis) | 2 | 960 | ||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | 960 | ||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | 960 | ||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | 960 | ||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 | 960 | ||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 3 | 1.440 | ||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,5 - 3 | 720 – 1.440 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4 | 1.920 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | 4 | 1.920 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies anuais, é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES PERENES | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Algodão Feijão | Junquinho (Cyperus ferax) | 2,5 – 3,5 | 1.200 - 1.680 | 150 - 400 |
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2 | 960 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 - 4 | 1.200 - 1.920 | ||
| Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 | 1.920 | ||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 |
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Algodão Feijão | Tiririca (Cyperus rotundus) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | 150 - 400 |
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 3 | 1.440 | ||
| Capim-massambara (Sorghum halepense) | 4 | 1.920 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES PERENES | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Algodão Feijão | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 | 480 | 150 - 400 |
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 1,5 | 720 | ||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2 | 960 | ||
| Guanxuma (Sida cordifolia) | 3 | 1.440 | ||
| Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3 | 1.440 | ||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | 1.440 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES ANUAIS | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Dendê e Noz-pecã | Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1 - 2 | 480 - 960 | 150 - 400 |
| Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | 720 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,5 | 720 | ||
| Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2 | 720 - 960 | ||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2 | 960 | ||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2 - 3 | 960 – 1.440 | ||
| Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 1,5 - 2 | 720 - 960 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2 - 4 | 960 – 1.920 | ||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 2 | 960 | ||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 1 – 1,5 | 480 - 720 | ||
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1 | 480 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | 720 | ||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2 | 960 | ||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2 | 960 | ||
| Caruru (Amaranthus viridis) | 2 | 960 | ||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2 | 960 | ||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | 960 | ||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | 960 | ||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | 960 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4 | 1.920 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies anuais, é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES PERENES | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Dendê e Noz-pecã | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 - 4 | 1.200 – 1.920 | 150 - 400 |
| Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 | 1.920 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4- 5 | 1.920 – 2.400 | ||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4 - 5 | 1.920 – 2.400 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5 - 4 | 720 – 1.920 | ||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 1,5 - 5 | 720 – 2.400 | ||
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 3 | 1.440 | ||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 | 480 | ||
| Guanxuma (Sida cordifolia) | 3 | 1.440 | ||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | 1.440 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
| PLANTAS INFESTANTES ANUAIS | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Aveia (Avena sativa) | 1 | 480 | 150 - 400 |
| Cevadinha (Bromus catharticus) | 1 | 480 | ||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1 - 2 | 480 - 960 | ||
| Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | 720 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,5 | 720 |
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2 | 720 - 960 | 150 - 400 |
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2 | 960 | ||
| Cuminho (Fimbristylis miliacea) | 5 | 2.400 | ||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2 - 3 | 960 – 1.440 | ||
| Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 3 | 1.440 | ||
| Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 1,5 - 2 | 720 - 960 | ||
| Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) | 1 - 2 | 480 - 960 |
| PLANTAS INFESTANTES ANUAIS | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Picão-preto (Bidens pilosa) | 1 – 1,5 | 480 - 720 | 150 - 400 |
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1 | 480 | ||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | 720 | ||
| Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,5 | 720 | ||
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 2 | 960 | ||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2 | 960 | ||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2 | 960 | ||
| Caruru (Amaranthus viridis) | 2 | 960 | ||
| Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium) | 2 | 960 | ||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2 | 960 | ||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,5 - 3 | 720 – 1.440 |
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | 960 | 150 - 400 |
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | 960 | ||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | 960 | ||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 3 | 1.440 | ||
| Anileira (Indigofera hirsuta) | 4 | 1.920 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4 | 1.920 | ||
| Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3 | 1.440 | ||
| Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia) | 2 | 960 | ||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | 1 -2 | 480 - 960 | ||
| Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 | 1.680 | ||
| Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 2 | 960 | ||
| Barbasco (Pterocaulon virgatum) | 4,5 - 5 | 2.160 -2.400 | ||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) | 2 | 960 | ||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 | 960 | ||
| Espérgula (Spergula arvensis) | 4 | 1.920 | ||
| Erva-quente (Spermacoce alata) | 5 - 6 | 2.400 - 2.880 | ||
| Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2 - 3 | 960 – 1.440 | ||
| Trevo (Trifolium repens) | 4 | 1.920 | ||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | 5 | 2.400 | ||
| Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii) | 5 | 2.400 |
Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies anuais, é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
| PLANTAS INFESTANTES PERENES | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Junquinho (Cyperus ferax) | 1,5 - 3 | 720 – 1.440 | 150 - 400 |
| Tiririca (Cyperus flavus) | 3 | 1.440 | ||
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2 | 960 | ||
| Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 | 1.920 | ||
| Capim-membeca (Andropogon leucostachyus) | 4 | 1.920 | ||
| Grama-missioneira (Axonopus compressus) | 5 | 2.400 | ||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) | 6 | 2.880 |
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Tiririca (Cyperus difformis) | 5 | 2.400 | 150 - 400 |
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5 - 4 | 720 – 1.920 | ||
| Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4 | 1.920 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES PERENES | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 3 - 4 | 1.440 – 1.920 | 150 - 400 |
| Capim-caiana (Panicum cayennense) | 4 | 1.920 | ||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 1,5 - 5 | 720 – 2.400 | ||
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 3 | 1.440 | ||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | 1 | 480 | ||
| Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 3 - 4 | 1.440 - 1.920 | ||
| Grama-touceira (Paspalum paniculatum) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 - 4 | 1.200 - 1920 | ||
| Capim-massambara (Sorghum halepense) | 4 | 1.920 | ||
| Capim-canoão (Setaria poiretiana) | 3,5 | 1.680 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| PLANTAS INFESTANTES PERENES | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 | 480 | 150 - 400 |
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 1,5 | 720 | ||
| Tanchagem (Plantago major) | 5 | 2.400 | ||
| Língua-de-vaca (Rumex crispus) | 3 | 1.440 | ||
| Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 5 | 2.400 | ||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 1,5 | 720 |
| FOLHA LARGA | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| Ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, soja, trigo e uva | Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2 | 960 | 150 - 400 |
| Guanxuma (Sida cordifolia) | 3 | 1.440 | ||
| Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3 | 1.440 | ||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | 1.440 | ||
| Grandiúva (Trema micrantha) | 4 | 1.920 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes, é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. |
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | |
|---|---|---|---|---|
| Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |||
| Coco | Caruru (Amaranthus deflexus) | 2 - 4 | 960 -1.920 | 150 - 400 |
| Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 2 | 960 | ||
| Capim-cebola (Chloris pycnothrix) | 2 | 960 | ||
| Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 2 | 960 | ||
| Capim-arroz (Echinochloa cruspavonis) | 2 - 4 | 960 -1.920 | ||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 1,5 - 3 | 720 – 1.440 | ||
| Tiririca (Cyperus flavus) | 5 | 2.400 | ||
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2 | 960 | ||
| Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 | 1.920 |
| Cultura | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | |
|---|---|---|---|---|
| Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |||
| Coco | Capim-membeca (Andropogon leucostachyus) | 4 | 1.920 | 150 - 400 |
| Grama-missioneira (Axonopus compressus) | 5 | 2.400 | ||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Tiririca (Cyperus difformis) | 5 | 2.400 | ||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4 - 5 | 1.920 - 2.400 | ||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5 - 4 | 720 – 1.920 | ||
| Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4 | 1.920 | ||
| Número e época de aplicação: Realizar somente uma aplicação por safra da cultura em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes. |
| ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR | ||
|---|---|---|
| Dose de aplicação | Volume de calda (L/ha) | |
| Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo (g/ha) | |
| 5 - 6 | 2.400 - 2.880 | 150 - 400 |
| Número e época de aplicação: A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. |
Aplicação única:
| Cultura | FOLHA ESTREITA | |
|---|---|---|
| Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação Produto comercial (L/ha) | |
| Milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato | Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,62 Até 2 perfilhos Até 10 cm (Até 15 dias após a emergência da cultura) 1,62 – 2,70 De 3 a 6 perfilhos Maior que 10 cm e menor que 20 cm (De 25 a 30 dias após a emergência da cultura) |
| FOLHA LARGA | ||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Trapoeraba * (Commelina benghalensis) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabiça (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,03 – 2,70 Até 6 folhas Até 10 cm (Até 15 dias após a emergência da cultura) | |
| 2,70 – 3,04 De 6 a 10 folhas Maior que 10 cm e menor que 20 cm (de 25 a 30 dias após a emergência da cultura) |
Indicações de uso para aplicação Sequencial: Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Em área de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 2,03 L/ha, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda dose de 2,7 L/ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações. Em casos específicos de infestação de Commelina benghalensis, recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,7 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,03 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
Aplicação única:
| Cultura | FOLHA ESTREITA | |
|---|---|---|
| Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação Produto comercial (L/ha) | |
| Soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato | Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,62 Até 2 perfilhos Até 10 cm (Até 20 dias após a emergência da cultura |
| 1,62 – 2,70 De 3 a 6 perfilhos Maior que 10 cm e menor que 20 cm (De 20 a 30 dias após a emergência da cultura) | ||
| 2,70 – 3,38 Mais que 6 perfilhos Maior que 20 cm (De 30 a 45 dias após a emergência da cultura) | ||
| FOLHA LARGA | ||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabiça (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,03 – 2,70 Até 6 folhas Até 10 cm (Até 20 dias após a emergência da cultura | |
| 2,70 – 3,04 De 6 a 10 folhas Maior que 10 cm e menor que 20 cm (De 20 a 30 dias após a emergência da cultura) | ||
| 3,04 – 3,38 Mais que 10 folhas Acima de 20 cm (De 30 a 45 dias após a emergência da cultura) |
Nota: 1 L de GLIFOSATO CHD’S contém 480 g/L de sal de isopropilamina de glifosato Indicações de uso para aplicação Sequencial: Em área de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 2,03 L/ha, até aos 20 dias após a emergência da cultura. A segunda na dose de 1,35 L/ha, com intervalo de cerca de 15 a 20 dias entre as duas aplicações.
MODO DE APLICAÇÃO
GLIFOSATO CHD’S deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). No sistema de plantio direto, aplicar o produto
antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle. Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total. GLIFOSATO CHD’S deve ser diluído em água na dose indicada para cada situação e pulverizar sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas. Tipos de equipamentos: - Tratorizado convencional: vazão: 80-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol2; tamanho de gotas: 300-600 μm; densidade: 30-40 gotas/cm2. - Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol2; tamanho de gotas: 200-300 μm; densidade: 50100 gotas/cm2. - Costal manual: vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol2; tamanho de gotas: 200-400 μm; densidade: 20-30 gotas/cm2. Vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol2; tamanho de gotas: 200-600 μm; densidade: 20-30 gotas/cm2. - Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa volume de aplicação: 40-50 L/ha; altura de voo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 μm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm² com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi. - Condições climáticas: temperatura máxima: 28°C; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLIFOSATO CHD’S. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação. Lavagem do equipamento de pulverização: Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento. INTERVALO DE SEGURANÇA: (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita) Culturas Intervalo (dias) Algodão (1) Ameixa e uva Arroz, cana-de-açúcar (pré-plantio), feijão, pastagem e trigo (2) Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego Café, coco, dendê, maçã, noz-pecã e pera Eucalipto e pinus U.N.A Milho (3) Milho geneticamente modificado Soja (4) Soja geneticamente modificada U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (2) O intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a
cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. OBSERVAÇÕES GERAIS: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Somente utilizar as doses recomendadas. O produto deve ser aplicado quando as condições de desenvolvimento das plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico, ou seja, em condições de seca ou excesso de água. É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% e bordadura de cinco metros para doses acima de 3.700 g/ha (formulação SL/SC) nas aplicações costal, estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidade, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (De acordo
com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes. DADOS RELATIVOS PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique o produto perto de escolas, residências ou outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo entre a última aplicação e a colheita). Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou a receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entro no olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO CHD’S
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Glifosato: Glicina substituída | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Classe toxicológica | NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO | |||||
| Vias de exposição | Oral, ocular e dérmica. | |||||
| Em mamíferos, o Glifosato é pobremente absorvido pela via oral, não é metabolizado | ||||||
| e é excretado principalmente inalterado. Aproximadamente 70-80% da dose | ||||||
| administrada é eliminada nas fezes e 20-30% na urina, nas primeiras 72 horas. O | ||||||
| único metabólito excretado, encontrado em pequenas quantidades foi o ácido | ||||||
| Toxicocinética | aminometílico fosfônico (AMPA). Menos de 1% da dose absorvida permaneceu | |||||
| principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Experiências em humanos | ||||||
| sugerem que a meia vida do Glifosato é de (2-3) horas. Absorção dérmica foi baixa | ||||||
| em modelo experimental in vitro para pele humana (2,3%). Esta baixa absorção foi | ||||||
| confirmada também em estudos em macacos. Não tem potencial de acumulação. | ||||||
| Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de galinhas. | ||||||
| Nas plantas age interferindo na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e | ||||||
| triptofano. Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. | ||||||
| Tem sido proposto o desacoplamento da fosforilação oxidativa que é uma via | ||||||
| metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a | ||||||
| Toxicodinâmica | ||||||
| produzir trifosfato de adenosina (ATP). Em baixas concentrações não tóxicas ele | ||||||
| causa efeito de desregulação sobre a enzima Aromatase em células de placenta | ||||||
| humana in vitro, reduzindo a atividade da enzima aromatase e reduzindo a expressão | ||||||
| da proteína StAR (proteína de regulação rápida da esteroidogênese). | ||||||
| Obs: a relativa contribuição do solvente, surfactante, outros componentes ou do | ||||||
| Glifosato na intoxicação é controversa. O solvente pode ser responsável por muitos | ||||||
| dos efeitos especialmente se o produto for inalado em grande quantidade. | ||||||
| Surfactantes podem causar efeitos sistêmicos. | ||||||
| Toxicidade aguda: o Glifosato pode causar em humanos: | ||||||
| Sinais e sintomas | ||||||
| Dérmico | Irritação de pele. Prolongada exposição dérmica pode | |||||
| causar queimaduras. Não foi sensibilizante dérmico. | ||||||
| Sintomas e | Ocular | Irritação. | ||||
| Sinais clínicos | Respiratório | Irritação. | ||||
| Oral | Irritação da boca e faringe, náuseas, vômitos e | |||||
| epigastralgia. | ||||||
| Sistêmico (Nos casos graves) | Choque, arritmias, parada cardíaca, insuficiência | |||||
| respiratória, edema pulmonar, pneumonia aspirativa, | ||||||
| acidose metabólica, leucocitose, elevação de enzimas | ||||||
| hepáticas, alteração da consciência, nistagmo, necrose de | ||||||
| mucosa e hemorragia gastrointestinal, íleo paralítico, | ||||||
| diarreia prolongada e óbito. |
| O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| compatível. | ||||||
| Diagnóstico | • Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate | |||||
| o paciente imediatamente. | ||||||
| • Os níveis séricos de Glifosato não são úteis na intoxicação. | ||||||
| Antídoto: não há antídoto específico. | ||||||
| Tratamento: remoção da fonte de exposição, descontaminação, proteção das vias | ||||||
| respiratórias, de aspiração; tratamento sintomático e de suporte. Exposição Oral: | ||||||
| • Diluição: imediatamente após a ingestão, irrigar a boca com água ou leite. | ||||||
| • Considere descontaminação logo após ingestão (até 1 hora) de uma grande | ||||||
| quantidade do produto, utilizando aspiração nasogástrica ou orogástrica (não | ||||||
| recomendados lavagem gástrica ou carvão ativado). | ||||||
| • Não provocar vômito. | ||||||
| • Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5 - 10 mg; crianças | ||||||
| = 0,2-0,5 mg/ kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; | ||||||
| crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência das | ||||||
| convulsões em >5 anos. | ||||||
| • Endoscopia: considere em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para | ||||||
| avaliar a extensão do dano. | ||||||
| • Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis: | ||||||
| aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial | ||||||
| para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação | ||||||
| assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, | ||||||
| ECG, etc. | ||||||
| • O suporte cardiovascular é essencial, pois um choque intratável tem sido a | ||||||
| primeira acusa de morte em intoxicações por Glifosato. Hipotensão: infundir (10-20) | ||||||
| ml/kg de líquido isotônico. Se a hipotensão persistir, administrar Dopamina (5-20 | ||||||
| Tratamento | μg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 μg/min; crianças: | |||||
| começar com 0,1 ug/kg/min). Tratar acidose metabólica grave com Bicarbonato de | ||||||
| sódio e incrementar a ventilação minuto em pacientes intubados. | ||||||
| • Hemodiálise é indicada na insuficiência renal. | ||||||
| • Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. | ||||||
| Exposição Inalatória | Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, | |||||
| bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na | ||||||
| ventilação. Trate broncoespasmos com ß2-agonistas via | ||||||
| inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral. | ||||||
| Exposição Ocular | Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água | |||||
| ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos | ||||||
| 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o | ||||||
| paciente para o especialista. | ||||||
| Exposição Dérmica | Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com | |||||
| abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o | ||||||
| especialista caso a irritação ou dor persistirem. | ||||||
| CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: | ||||||
| • EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar | ||||||
| equipamento de reanimação manual (Ambú). | ||||||
| • Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório | ||||||
| com o produto. |
| A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar. | |||
|---|---|---|---|
| Contraindicações | |||
| Efeitos sinérgicos | Não são conhecidos efeitos sinérgicos. | ||
| Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e | |||
| tratamento, ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. | |||
| Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica | |||
| RENACIAT – ANVISA/MS | |||
| ATENÇÃO | As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos | ||
| de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos | |||
| de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância | |||
| Sanitária (Notivisa) | |||
| Telefone de Emergência da empresa: 0800-7701099 |
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: “Vide item Toxicocinética” e Vide item Toxicodinâmica”. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos Agudos: DL50 oral em ratos: 5000 mg/kg p.c DL50 cutânea em ratos > 4000 mg/kg p.c CL50 inalatória em ratos: Não determinante nas condições de teste Corrosão/Irritação Cutânea em coelhos: A substância teste produziu eritema grau 1 nas leituras em 24 e 48 horas para 2/3 dos animais. Todos os sinais de irritação foram totalmente revertidos em 72 horas após o tratamento. Não foram observadas alterações comportamentais ou clínicas relacionadas ao tratamento. Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: A substância teste produziu hiperemia grau 1 e edema grau 1 para 3/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em até 7 dias após o tratamento. Nenhuma alteração clínica ou comportamental relacionada ao tratamento foi observada. Sensibilização Cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Um estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1 - PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. – Telefone (Horário Comercial): (45) 3565-8500, para maiores informações contate a empresa AMBIPAR (24h) 0800-707-7022. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo. Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Restrição de uso no Estado do Paraná para os alvos Galinsoga parviflora, Ipomoea quamoclit, Paspalum notatum e Saccharum officinarum na cultura do algodão; Andropogon leucostachyus, Paspalum dilatatum, Plantago major, Rumex crispus e Setaria poiretiana, na cultura do coco; Acanthospermum australe, Ageratum conyzoides, Alternanthera tenella, Andropogon bicornis, Cynodon dactylon, Cyperus ferax, Cyperus rotundus Echinochloa crusgalli, Euphorbia heterophylla, Ipomoea quamoclit, Paspalum dilatatum, Paspalum urville, Portulaca oleracea, Saccharum officinarum, Senecio brasiliensis, Solidago chilensis, Sonchus oleraceus e Trifolium repens na cultura do feijão.