Bula oficial · registro MAPA nº 8316

Bula do Glifosato CCAB BR

Bula completa do Glifosato CCAB BR (registro MAPA nº 8316), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 21 páginas no PDF.

GLIFOSATO CCAB BR Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 8316

COMPOSIÇÃO

N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ........................................................................... 480 g/L (48,0% m/v) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ........................................ 360 g/L (36,0% m/v) Outro Ingredientes ................................................................................................................ 684 g/L (68,4% m/v)

GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo, de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César CEP: 01419-100 - São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATE TÉCNICO MONSANTO – Registro MAPA nº 01998 MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 – Limoeiro – São José dos Campos – SP - CEP 12241-421 CNPJ 64.858.525/0002-26 - Registro Estadual No 525 CDA/SP. MONSANTO COMPANY 800 North Lindbergh Boulevard - Saint Louis - Missouri – EUA. MONSANTO ARGENTINA SAIC Maipu 1210 - Buenos Aires – Argentina. MONSANTO EUROPE S.A. Avenue de Tervuren 270-272 PO Box 1 B-1150 - Bruxelas – Bélgica. FORMULADORES: MONSANTO DO BRASIL LTDA. Av. Carlos Marcondes, 1200 km, 159,5 – Limoeiro – São José dos Campos – SP - CEP 12241-421 CNPJ 64.858.525/0002-26 - Registro Estadual No 525 CDA/SP.

MONSANTO COMPANY 800 North Lindbergh Boulevard - Saint Louis - Missouri – EUA. MONSANTO ARGENTINA SAIC Maipu 1210 - Buenos Aires – Argentina. PHYTEUROP Rue Pierre My – Z.I. Grande Champagne – 49260 Montreuil Bellay – França. ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600 – China. TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Av. Roberto Simonsem, 1459. Recanto dos Pássaros, Paulínia – São Paulo – Brasil. CEP: 13.348-790 CNPJ: 03.855.423/0001-81. ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ros, 260. Cruz Alta, Indaiatuba – São Paulo – Brasil. CEP: 13.348-790 CNPJ: 50.025.469-0004-04. FERSOL INDUSTRIA E COMÉRCIO S/A. Rodovia Castelo Branco S/N, Km 68,5, Olhos D` Água, CEP: 18120-970 - Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 031 CDA/SP. OURO FINO QUÍMICA S.A. Avenida Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, CEP: 38044-750 – Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07. OXIQUÍMICA AGROCIÊNCIA LTDA Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 Jaboticabal/SP CEP: 14871-360 C.N.P.J.: 65.011.967/0001-14 - Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 101 CDA/SP.

N° do Lote e da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento:

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA

CATEGORIA I – EXTREMAMENTE TÓXICO CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO

Recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: • Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pêra, pêssego, uva, pastagem, pinus e eucalipto. • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. • Eliminação soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar. CULTURAS: ameixa, arroz, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, pinus, soja, trigo e uva. PLANTAS INFESTANTES e DOSE: a) Plantas Infestantes Anuais Controladas: FOLHA ESTREITA

Dose ProdutoVolume deNúmero de
Plantas infestantes
Comercial (L/ha)calda (L/ha)aplicação
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,5 – 1,0*Terrestre: 80 – 400 Aérea: 40 - 501
Aveia (Avena sativa)1,0
Cevadilha (Bromus catharticus)1,0
Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata)1,0 – 2,0*
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,5
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)1,5 – 2,0*
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens)1,5 – 2,0*
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)2,0
Azevém (Lolium multiflorum)2,0 – 3,0*
Capim-Arroz (Echinochloa crusgalli)4,0
Arroz-vermelho (Oryza sativa)3,0 – 5,0
Cuminho ou falso cominho (Fimbristylis miliacea)5,0

Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Maça Milho Nectarina Pastagem Pêra Pêssego Pinus Soja Trigo Uva * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.

FOLHA LARGA

Dose ProdutoVolume deNúmero de
Plantas infestantes
Comercial (L/ha)calda (L/ha)aplicação
Picão-preto (Bidens pilosa)1,0 – 1,5*Terrestre: 80 – 400 Aérea: 40 - 501
Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora)1,0
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum)1,0 – 2,0*
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe)1,5
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)1,5
Angiquinho (Aeschynomene rudis)2,0
Mentrasto (Ageratum conyzoides)2,0
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)2,0
Caruru (Amaranthus viridis)2,0
Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium)2,0
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)2,0
Buva (Conyza bonariensis)2,0
Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia)2,0
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus)2,0
Beldroega (Portulaca oleracea)2,0
Nabiça (Raphanus raphanistrum)2,0
Maria-pretinha (Solanum americanum)2,0
Serralha (Sonchus oleraceus)2,0
Maria-gorda (Talinum paniculatum)2,0 – 3,0*
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)3,0 – 4,0*
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)3,0
Alfafa (Medicago sativa)3,5
Anileira (Indigofera hirsuta)4,0
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit)4,0
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)4,0
Espérgula (Spergula arvensis)4,0
Trevo (Trifolium repens)4,0
Barbasco (Pterocaulon virgatum)4,5 – 5,0*
(SErva-quente permacoce alata)5,0 – 6,0*
Ervilhaca (Vicia sativa)5,0

Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Maça Milho Nectarina Pastagem Pêra Pêssego Pinus Soja Trigo Uva * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.

b) Plantas Infestantes Perenes Controladas: FOLHA ESTREITA

Pragas/ PlantasDose ProdutoVolume deNúmero de
infestantes/ DoençasComercial (L/ha)calda (L/ha)aplicação
Capim-azedo (Paspalum conjugatum)1,0Terrestre: 80 – 400 Aérea: 40 - 501
Junquinho (Cyperus ferax)1,5 – 3,0*
Capim-amargoso (Digitaria insularis)1,5 – 4,0*
Capim-colonião (Panicum maximum)1,5 – 5,0*
Grama-comprida (Paspalum dilatatum)2,0
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)2,5 – 4,0*
Tiririca (Cyperus flavus)3,0
Capim-gordura (Melinis minutiflora)3,0 – 4,0*
Capim-gengibre (Paspalum maritimum)3,0 – 4,0*
Capim-canoão (Setaria poiretiana)3,5
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis)4,0
Capim-membeca (Andropogon leucostachyus)4,0
Grama-seda (Cynodon dactylon)4,0 – 5,0*
Tiririca (Cyperus rotundus)4,0 – 5,0*
Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa)4,0
Capim-caiana (Panicum cayennense)4,0
Grama-batatais (Paspalum notatum)4,0 – 5,0*
Grama-touceira (Paspalum paniculatum)4,0 – 5,0*
Capim-da-roça (Paspalum urvillei)4,0
Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum)4,0 – 5,0*
Capim-massambará (Sorghum halepense)4,0
Grama-missioneira ou capitinga (Axonopus compressus)5,0
Tiririca (Cyper diffomis)5,0
Cana d (Sacce açúcar (roughing) harum officinarum)6,0

Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Maça Milho Nectarina Pastagem Pêra Pêssego Pinus Soja Trigo Uva * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.

FOLHA LARGA

Pragas/ PlantasDose ProdutoVolume de caldaNúmero de
infestantes/ DoençasComercial (L/ha)(L/ha)aplicação
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)1,0Terrestre: 80 - 400 Aérea: 40 - 501
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii)1,5
Maria-mole (Senecio brasiliensis)2,0 – 3,0*
Erva-lanceta (Solidago chilensis)2,0
Língua-de-vaca (Rumex crispus)3,0
Guanxuma (Sida cordifolia)3,0
Guanxuma-branca (Sida glaziovii)3,0
Guanxuma (Sida rhombifolia)3,0
Grandiúva (Trema micrantha)4,0
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia)5,0
Tanchagem (Plantago major)5,0
Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii)5,0

Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Maça Milho Nectarina Pastagem Pêra Pêssego Pinus Soja Trigo Uva * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

EQ.CONV.(L/ha)EQ.CDA/BENTLEY (L/ha)
5.04.0
5.04.0
4.03.0
5.03.0
5.04.0

CULTIVAR EQ.CONV.(L/ha) EQ.CDA/BENTLEY (L/ha) IAC 5.0 4.0 NA 5.0 4.0 CB 4.0 3.0 SP 5.0 3.0 CO/CP 5.0 4.0 A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO CCAB BR quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLIFOSATO CCAB BR não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLIFOSATO CCAB BR, aplicado no período adequado, conforme recomendação controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Maturador da Cana-de-açúcar: O GLIFOSATO CCAB BR pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: • Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. • Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. • Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. • Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. Idade da cultura A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matériaprima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas A aplicação de GLIFOSATO CCAB BR como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Aplicação A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea).

Observação Geral: As dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.

MODO DE APLICAÇÃO

GLIFOSATO CCAB BR pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem:

PRESSÃOTAMANHO DEDENSIDADE
TIPOS DE BICOSVAZÃO (L/HA)
(LB/POL²)GOTAS (µm)(GOTAS/cm²)
80.03/80.04/ 110.03/110.04200 – 40030 – 40300 – 60030 – 40
X-280 – 12040 – 60200 – 30050 – 100
110.01/TK-05150 – 20020 – 30200 – 40020 – 30
80.02/110.02300 – 40020 – 30200 – 60020 - 30

Bentley BT-3* X-2 80 – 120 40 – 60 200 – 300 50 – 100 Costal Manual 110.01/TK-05 150 – 200 20 – 30 200 – 400 20 – 30 Costal Manual 80.02/110.02 300 – 400 20 – 30 200 – 600 20 - 30 * Marca registrada de Equipamentos Bentley. Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). • Volume de aplicação 40-50 L/ha. • Altura de vôo - 4-5 m. do topo da cultura. • Largura da faixa de deposição - 15m. • Tamanho de gotas - 110-120 m. • Densidade de gotas - mínimo 20 gotas/cm2 (DMV-420-450 ). • Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 à pressão de 15-30 psi. • Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. • Condições climáticas: Temp.Max.: 28ºC U.R.Min. : 55% Vel.Vento Max: 10 km/h (3 m/s) Para as culturas indicadas, aplica-se GLIFOSATO CCAB BR em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLIFOSATO CCAB BR em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. "Roughing": A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOSATO CCAB BR diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo "trombone" na base de 6% de concentração.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Culturas Intervalo de Segurança (Dias) Ameixa Arroz (1) Banana Cacau Café Cana-de-açucar Citros Eucalipto UNA Maça Milho (2) Nectarina Pastagem (1) Pêra Pêssego Pinus UNA Soja (3) Trigo (1) Uva U.N.A.= Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (2) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura (3) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pósemergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. O PRODUTO não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4o e o 10o dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).

Não aplicar GLIFOSATO CCAB BR com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOSATO CCAB BR. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLIFOSATO CCAB BR.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: VIDE MODO DE APLICAÇÃO. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica para aplicação de herbicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados a: Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org.br) ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida Glifosato CCAB BR é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação inibidores da EPSPs (glifosate), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação a Resistência de Herbicidas).

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola; • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado; • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas; • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante; • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência; • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA

• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados; • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança; • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto; • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região; • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada; • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação; • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação; • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita); • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação; • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas; • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis; • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação; • Não reutilizar a embalagem vazia; • No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha; • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara; • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto; • A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida; • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRIMEIROS SOCORROS

Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO Informações Médicas Glifosato – sal de isopropilamina: Glicina substituída Monoisopropilamina: Amina Amina etoxilada (Polythoxylated tallowamine – POEA): Amina Classe Toxicológica CATEGORIA I – Extremamente tóxico Vias de exposição Inalatória, dérmica, oral e mucosa Grupo Químico Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do Glifosato absorvido, 14 – 29% é excretado pela urina e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 07 (sete) dias. Somente 0,3% do Glifosato absorvido é biotransformado e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico (AMPA).. Toxicocinética GLIFOSATO: Ação cáustica responsável por irritação de pele e mucosas, e ulceração de mucosas. Fotossensibilização cutânea. Ação sobre a enzima aromatase (ou estrogênio – sintetase) do grupo do citocromo P450, responsável pela biossíntese de estrogênios (age como mediador da aromatização de andrógenos em estrógenos). Quelação de metais na luz intestinal (ferro e cobre, em particular). Destruição da flora bacteriana intestinal que utiliza a via do ácido shikimique para a produção de aminoácidos aromáticos necessários à sua sobrevivência. ÁCIDO AMINOMETILFOSFÔNICO (AMPA): destruição de mitocôndrias e de membranas celulares em estudos in vitro com células de cordão umbilical, de embriões e de placenta humana. POLIOXIETILENOAMINA (POEA): Destruição de mitocôndrias e de membranas celulares em estudos com células de cordão umbilical, de embriões e de placenta, a partir de 01 ppm. Mecanismos de toxicidade

GLIFOSATO E POLIOXIETILENOAMINA (POEA): As manifestações clinicas secundárias a exposição são proporcionais a concentração das substâncias envolvidas, a quantidade do produto manipulado e ao tempo de exposição da pessoa. Esses fatores condicionam a quantidade envolvida e podem ser a causa de intoxicação aguda e/ou crônica. INGESTÃO: podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerações) severas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarreia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações tensionais, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaleia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica; náusea. Suspeito de causar intolerância a glúten por alteração da flora intestinal. EXPOSIÇÃO CUTÂNEA: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas) e eczema, assim como queimaduras por fotossensibilização mais ou menos graves segundo o tempo de exposição ao produto e ao sol. Edema e vesículas cutâneas. EXPOSIÇÕES OCULAR: pode resultar em irritação, dor com sensação de queimação ocular, visão turva, conjuntivite, edema palpebral e ulceração com sequela cicatricial na córnea. EXPOSIÇÃO RESPIRATÓRIA: podem ocorrer rinite, tosse, ulcerações da mucosa, aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar, com edema pulmonar. MONOISOPROPILAMINA: Extremamente lesivo a mucosa do trato respiratório superior, queimação e dor de garganta, laringite, sibilâncias; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaleia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição. Sintomas e sinais clínicos Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. O tratamento das intoxicações por Glifosato é sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto organofosforado ou carbamato, não deve ser empregado atropina. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Descontaminação: Remover roupas e acessórios, e proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Em caso de ingestão é necessário considerar o volume e a concentração da solução ingerida, assim como o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1 g/Kg em menores de 01 ano. O carvão ativado deve ser diluído em soro fisiológico, na proporção de 30 g para 240 ml de soro. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e, se necessário, oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de PO2 não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva ao final da expiração (PEEP). Monitorar flutuações tensionais e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. Acidose metabólica deve ser tratada com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Tratamento

Vômito induzido – em razão do risco potencial de aspiração. Diluição – em razão do aumento da superfície de contato. Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória. Contraindicações Efeitos sinergéticos Com os adjuvantes presentes nas formulações: polioxietilenoamina (POEA) é cinco vezes mais tóxico que o glifosato. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária Atenção (Notivisa) Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600 AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767 Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: Estudos realizados em animais de laboratório demonstraram que o GLIFOSATO CCAB BR possui baixa toxicidade aguda, com DL50 oral maior que 5000 mg/kg de peso corpóreo e DL50 dérmica maior que 5000 mg/kg de peso corpóreo. Em estudo de irritabilidade ocular em coelhos, GLIFOSATO CCAB BR apresentou opacidade ocular leve e irritação leve da conjuntiva, provocando congestão vascular e leve secreção. Esses sintomas foram reversíveis no decorrer do estudo. GLIFOSATO CCAB BR não possui potencial de sensibilização cutânea. O teste de Ames e Micronúcleo não apresentaram efeitos mutagênicos. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado a dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados a administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substancia teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração poder ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo a substancia teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). (X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos; • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades aeroagrícolas; • Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza; • Não utilize equipamento com vazamentos; • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes; • Aplique somente as doses recomendadas; • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d`água. Evite contaminação da água; A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada; • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais; • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível; • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável; • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO; • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças; • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados; • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT; • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada; • Contate as autoridades locais competentes e a empresa CCAB Agro S.A.; Telefone de emergência: (11) 3889-5600 / AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767; • Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros); • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final; Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; • Em caso de incêndio use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE

EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas; • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias; • Use luvas no manuseio dessa embalagem; • Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra; • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade; • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes; • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO; • EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS; • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final; • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glifosato CCAB BR registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 8316 · documento de 26/08/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glifosato CCAB BR?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glifosato CCAB BR e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glifosato CCAB BR é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 8316, documento de 26/08/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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