GLIFOSATO CCAB 480 SL® Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 16612
COMPOSIÇÃO
Isopropylammonium N-(phosphonomethyl)glycine (Glifosato sal de isopropilamina)............................................................... 480 g/L (48,0% m/v) Equivalente ácido ......................................................................................... 360 g/L (36,0% m/v) Outros Ingredientes ...............................................................................673,4 g/L (67,34% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: herbicida sistêmico do grupo químico da glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel - SL TITULAR DO REGISTRO (*): CCAB AGRO S.A. Rua Teixeira da Silva, 660 – Conj. 133/134 - Paraíso CEP 04002-033 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08.938.255/0001-01 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA-SP sob n° 820 e sob n° 3374 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Glifosato Técnico UPL BR – Registro MAPA nº 05405 JIANGSU YINYAN SPECIALITY CHEMICALS CO., LTD. Zhoutie Town, Yixing City, Jiangsu Province – República Popular da China FORMULADOR: Fersol Indústria e Comércio Ltda Rod. Pres. Castello Branco km 68,5 – Mairinque – SP – CEP: 18120-970 CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Número de registro do estabelecimento/Estado CDA/SAA/SP Nº ADAMA AGROCIÊNCIAS S.A. Rua Pedro Antonio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa – CEP 86031-610 - Londrina / PR CNPJ 02.290.510/0001-76 - Cadastro nº 003263 (ADAPAR/PR) ADAMA AGROCIÊNCIAS S.A. Av. Julio de Castilhos, 2085 - Coqueiros – 95860-000 - Taquari / RS CNPJ 02.290.510/0004-19 - Cadastro nº 02/2009-DL (FEPAM/RS) Prentiss Química Ltda. Rua Eng. Ariel Villar Tacla, 732, CIC – Curitiba – PR – CEP 81350-230 CNPJ: 00.729.422/0001-00 – Número de registro do estabelecimento/Estado nº 002669 - SEAB/PR Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda Av. Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13140-000 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Número de registro do estabelecimento/Estado CDA/SAA/SP sob nº 477 Servatis S.A. Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Número de registro do estabelecimento/Estado CDSV/RJ sob nº UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. Avenida Maeda, s/n – Ituverava C.N.P.J.: 02.974.733/0003-14 Número de Registro do Estabelecimento/Estado: 1049 CDA/SP IMPORTADOR: PROVENTIS LIFESCIENCE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Barão do Triunfo, 427, 2° andar, conj. 210 - CEP: 04602-001 - São Paulo/SP – Brasil C.N.P.J.: 14.497.712/0001-72 Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° SP-3794 e 1094.
| N° do Lote e partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de Fabricação: | |
| Data de Vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de Fabricação: Data de Vencimento: EM SEU PODER. Corrosivo ao Ferro comum e galvanizado. INDÚSTRIA BRASILEIRA
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CLASSE II – ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Amarelo Intenso Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO
O GLIFOSATO CCAB 480 SL é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo. O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a conseqüente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto. CULTURAS: O uso do GLIFOSATO CCAB 480 SL é indicado para aplicação nas seguintes culturas e situações: a) Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto e pinus. b) Controle de plantas infestantes em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós emergência das plantas infestantes para o plantio direto de algodão, arroz, milho, soja e trigo. PLANTAS INFESTANTES E DOSES: As doses variam conforme a espécie da erva daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial da atividade vegetativa. E as máximas para as plantas infestantes em fase adulta ou perenizadas. CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA E NÚMERO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose Produto Comercial (L/ha) | Dose Ingrediente ativo (Kg/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| Café Cana de açúcar Citros Eucalipto Pinus Algodão Arroz Milho Soja Trigo | Arroz-vermelho (Oryza sativa) 1 | 2,5 – 5,0 | 1,20 – 2,40 | Terrestre: 70 – 150 (bicos de baixa vazão) 200 – 300 (bicos de vazão intermediária) 400 – 600 (bicos de alta vazão) | 1 |
| Aveia-preta (Avena sativa) 1 | 1,0 – 2,5 | 0,48 – 1,20 | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) 1 | 1,5 – 2,0 | 0,72 – 0,96 | |||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) 1 | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | |||
| Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) 1 | 2,5 – 5,0 | 1,20 – 2,40 | |||
| Capim-brachiária (Brachiaria decumbens)1 | 2,5 – 5,0 | 1,20 – 2,40 | |||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) 1 | 1,0 – 2,5 | 0,48 – 1,20 | |||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) 1 | 1,0 – 2,5 | 0,48 – 1,20 | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) 1 | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | |||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) 1 | 1,0 – 2,5 | 0,48 – 1,20 | |||
| Capim-massambará (Sorghum halepense) 1 | 1,0 – 2,5 | 0,48 – 1,20 | |||
| Capim-sapé (Imperata brasiliensis) 1 | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 |
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| Grama-seda (Cynodon dactylon) 1 | 3,0 – 5,0 | 1,44 – 2,40 | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)2 | 2,0 – 2,5 | 0,96 – 1,20 | |||
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) 2 | 0,75 – 2,0 | 0,36 – 0,96 | |||
| Buva (Conyza bonariensis) 2 | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | |||
| Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) 2 | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | |||
| Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) 2 | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | |||
| Falsa serralha (Emilia sonchifolia) 2 | 1,5 – 2,5 | 0,72 – 1,20 | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) 2 | 1,5 – 3,0 | 0,72 – 1,44 | |||
| Picão-preto (Bidens pilosa) 2 | 1,0 – 2,5 | 0,48 – 1,20 | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) 2 | 3,0 – 5,0 | 1,44 – 2,40 |
1 – Monocotiledôneas 2 – Dicotiledôneas
MODO DE APLICAÇÃO
O GLIFOSATO CCAB 480 SL deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres em pós emergência das plantas infestantes nas seguintes situações: 1) Pulverização dirigida nas culturas de café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto e pinus para a limpeza das entrelinhas. 2) Pré-plantio das culturas de algodão, arroz, milho e soja em sistema de plantio direto.
NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALOS DE APLICAÇÕES
No caso de eliminação de plantas infestantes perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que para as plantas infestantes anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. Se utilizado no período adequado e conforme as recomendações, o produto controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. No entanto, pelo fato de não possuir efeito residual no solo, poderão ocorrer reinfestações, motivo no qual o produto pode ser reaplicado, se necessário. Neste caso, o número de reaplicações pode variar de acordo com o clima, cultura e densidade populacional no banco de sementes do local. Plantas daninhas como grama seda e capim massambará, que são disseminadas por rizomas, poderão exigir novas aplicações devido a ocorrência de rebrotes. Pré-plantio: aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. Normalmente é feita uma aplicação. Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
INTERVALO DE SEGURANÇA
Culturas Intervalo de Segurança Algodão (1) Arroz (2) Café 15 dias Cana-de-açúcar (2) Citros 30 dias Eucalipto UNA Milho (3) Pinus UNA Trigo (2) Soja (4) U.N.A. = Uso não Alimentar (1) O intervalor de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI’s indicados no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”, caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
LIMITAÇÕES DE USO
| Culturas | Intervalo de Segurança |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Arroz | (2) |
| Café | 15 dias |
| Cana-de-açúcar | (2) |
| Citros | 30 dias |
| Eucalipto | UNA |
| Milho | (3) |
| Pinus | UNA |
| Trigo | (2) |
| Soja | (4) |
Uso exclusivo para culturas agrícolas. Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato com as folhas da cultura. Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada. Aplicar sobre plantas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia. O produto tem sua ação reduzida quando misturado com formulações pós-molháveis de elevada concentração. Evitar o uso de água barrenta, de rios e lagos, bem como o armazenamento da calda herbicida no tanque do pulverizador. Sob ameaça de chuva, suspender a aplicação. O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: O produto deve ser aplicado na forma de pulverizadores com equipamentos terrestres. Bicos: série 80 ou 110. Vazão: Bicos de baixa vazão: 70 a 150 L/ha Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
Bicos de vazão intermediária: 200 a 300 L/ha Bicos de alta vazão: 400 a 600 L/ha Para bicos de baixa vazão recomenda-se peneiras com malha 100. Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros. Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2 Pressão: 30 a 45 Ib/pol2 ou conforme especificação do fabricante dos bicos. Velocidade de trabalho: 6 a 8 km/hora. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA PARA HERBICIDAS: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com resistência, seguem algumas recomendações: •. Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para controle do mesmo alvo, quando apropriado. •. Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas; •. Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica para aplicação de herbicidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados a: Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org.br) ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida Glifosato CCAB 480 SL é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação inibidores da EPSPs (glifosate), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação a Resistência de Herbicidas). Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados ou fora de validade. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA: - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2) óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar que o aplicador entre em contato com a névoa de produto. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas (passando por cima do punho das luvas, se a aplicação manual for feita em nível abaixo da cintura e, por baixo do punho da luva, se a aplicação for feita em nível acima da cintura) e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: ‘PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e mantenha os avisos até o final do período de reentrada. - Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação, com as mangas do macacão passando por cima dos punhos das luvas. Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. - Fique atento ao tempo de uso dos filtros e a duração dos demais equipamentos, seguindo corretamente as especificações dos fabricantes. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima dos punhos das luvas, luvas de nitrila e botas de borracha. PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, o rótulo, a bula e/ou o receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado para evitar a aspiração do conteúdo do estômago. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação, usando botas, luvas e avental impermeável, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico IA | Glicina substituída. |
|---|---|
| Classe toxicológica e DL 50 | Classe II – Altamente tóxico |
| Vias de Absorção | Inalatória, oral, dérmica e mucosa. |
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| Metabolismo e | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume de glifosato ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5%, após 24 horas. Da quantidade presente no sangue, 14 – 29% são excretadas pela urina, 0,2% excretadas pelo ar expirado e o resto é transportado pelas fezes. Entorno de 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 07 dias. Somente 0,3% do glisofato que penetra no organismo é biotransformado em um único metabólito, o ácido aminometilfosfônico (AMPA) e cerca de 20% do AMPA presente nos alimentos tratados com glifosato é absorvido por via disgestiva; menos de 0,1% se elimina por via respiratória sob a forma de dióxido de carbono, o resto sendo excretado na urina. A produção de glifosato gera duas impurezas em muito pequenas quantidades, o formaldeído (Grupo I – carcinogênico para humanos – IARC) e o N-nitrosoglifosato, de potencial carcinogênico reconhecido. | ||
|---|---|---|---|
| Farmacocinética | |||
| Mecanismos de toxicidade | A mistura é primeiramente irritante, causando inflamação na pele, mucosas e olhos. O produto causa fotossensibilização na pele contaminada. O glifosato é suspeito de desregulação endócrina por ação sobre a enzima aromatase do complexo P450. Em estudos crônicos notou-se que o fígado é um dos órgãos alvo, onde se dá uma hipertrofia centro- lobular, com necrose de hepatócitos para doses altas. A amina graxa etoxilada associada a uma mistura ácida como é o caso do GLIFOSATO CCAB 480 SL (pH = 4,91) é capaz de se inserir na dupla camada lipídica da membrana das células, sobretudo respiratórias, provocando destruição tissular de superfície e reações inflamatórias. O AMPA tem uma estrutura química muito parecida com a do glifosato e seus efeitos tóxicos parecem ser similares. | ||
| Sintomas e sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição ao GLIFOSATO CCAB 480 SL são diretamente proporcionais a concentração e a quantidade do produto comercial, assim como ao tempo de exposição do organismo. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões cáusticas e necrose severas da mucosa digestiva, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarreia prolongada e ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações tensionais, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaleia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica e morte. Em casos de exposição CUTÂNEA pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas) e eczema. Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. Tem sido relatado rabdomiólise após auto-administração de glifosato por via intramuscular. O glifosato é suspeito de causar desregulação endócrina por inibição da aromatase (ou estrogênio sintetase, integrante do complexo do |
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| citocromo P450), que transforma a testosterona em estradiol e a androstenediona em estrona, no organismo masculino e feminino: ele pode causar uma virilização dos fetos femininos. Ele ainda é suspeito de causar mieloma múltiplo e linfoma não Hodgkin. A isopropilamina é extremamente irritante para a pele e as mucosas, provocando irritação nasal, queimação e dor de garganta, laringite, bronquite e espasmos brônquicos, com sibilâncias; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e queratite, com prejuízo da visão; cefaleia, cãibras e náusea. Estes sintomas são mais tardios, não se manifestando imediatamente após a exposição. A amina graxa etoxilada tem uma toxicidade aguda cinco vezes superior à do glifosato e provoca lesão cáustica ocular, eritema, edema e vesículas cutâneas; náusea e diarreia; e distúrbios respiratórios de tipo inflamatório. | |||
|---|---|---|---|
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico. | ||
| O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. O antídoto é o carvão ativado, cuja ação é efetiva durante as primeiras horas após a intoxicação: a atropina não tem indicação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por avental e botas impermeáveis, máscara, óculos/viseira e luvas para produtos químicos, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com o outro olho, a pele e as mucosas. Em caso de ingestão, avaliar o volume e a concentração da solução ingerida, assim como o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 1 hora): a lavagem gástrica é indicada nas concentrações importantes: administrar carvão ativado diluído em água, na proporção de 30 g para 240 ml de água, na dose de 50 – 100 g para adultos, de 25-50 g para crianças de 1-12 anos e de 1 g/Kg para menores de 01 ano. Proteger as vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar, se necessário. Atentar para o nível de consciência e as funções vitais. Monitorar e tratar flutuações tensionais e arritmias cardíacas (ECG). Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidiina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de | |||
| Tratamento |
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| próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. | ||
|---|---|---|
| Contraindicações | Vômito induzido – em razão do risco potencial de aspiração. Diluição – em razão do aumento da superfície de contato. Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória. | |
| Efeitos sinérgicos | Com os adjuvantes presentas nas formulações, por vezes mais tóxicos que o glifosato. Polioxietilenoamina (POEA) e isopropilamina. | |
| As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS. CCAB AGRO S.A.: (11) 3889-5600 SOS COTEX– 0800 011 767 / 0800 7071 767 PLANITOX- 0800 7010 450. | ||
| ATENÇÃO |
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima. Efeitos agudos: Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o produto GLIFOSATO CCAB 480 SL apresentou: DL50 oral para ratos: ˃2000mg/kg DL50 dérmica para ratos: ˃4000mg/kg CL50 inalatória: ˃0,489 mg/L Irritação Ocular: Pouco irritante Irritação dérmica: levemente irritante. Sensibilização cutânea: o produto não causou sensibilização dérmica. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
1.DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II). X PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III). Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV). Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CCAB AGRO S.A. – Telefone de emergência: (11) 3889-5600 / Suatrans Cotec – Acidentes – Vazamentos – 0800-7077022. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: ● Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL: ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA;
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha disso totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA;
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis Rua Teixeira da Silva, 660 – conjunto 133/134 – São Paulo/SP – 04002-033 - Fone/Fax: (11) 3889-5600