Página 1 de 20 GLIFOSATO ALTA 480 SL Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 0318
COMPOSIÇÃO
Sal de isopropilamina de N-(fosfonometil) glicina (GLIFOSATO)..................... 480 g/L (48,00% m/v) Equivalente em ácido de GLIFOSATO..............................................................360 g/L (36,00% m/v) Outros ingredientes ...........................................................................................691 g/L (69,10% m/v) GRUPO G9 HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida sistêmico de ação não-seletiva GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA Av. Silva Jardim, 2600 - 19° Andar - Água Verde - Curitiba/PR - CEP: 80.240-020 Tel. (41) 3071-9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85 Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO ALTA - Registro MAPA nº 10516: SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong – China GLIFOSATO TÉCNICO ALTA II - Registro MAPA nº 15416: JIANGSU GOOD HARVEST-WEIN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, 226221, Jiangsu, Qidong City – China GLIFOSATO TÉCNICO ALTA IV - Registro MAPA nº 14419: ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICAL CO. LTD. International Chemical Industry Park, 212152, Zhenjiang New Area, Jiangsu – China. GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA - MAPA nº 29218 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Qiaogou Town Wutongqiao District 614800 Leshan, Sichuan - China FORMULADORES / MANIPULADORES: NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD. Beihai Road, nº 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town 315040, Zhenhai District, Ningbo, Zhejiang Province – China JIANGSU GOOD HARVEST-WEIN AGROCHEMICAL CO., LTD. Laogang, 226221, Jiangsu, Qidong City – China PRENTISS QUÍMICA LTDA Rod PR 423 km 24,5, Jardim das Acácias, CEP 83.603-000 - Campo Largo/PR
Página 2 de 20 SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO., LTD. Qiaogou Town, Wutongqiao District, Sichuan Province, Leshan - China SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong – China ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Rua Alberto Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi, CEP 13347-402, Indaiatuba-SP KUBIX AGROINDUSTRIAL LTDA. Rua Bonifácio Rosso Ros, nº 260, Bairro Cruz Alta - CEP 13.348-790 - Indaiatuba/SP - CNPJ nº 47.754.052/0001-17 ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICAL CO. LTD. International Chemical Industry Park, 212152, Zhenjiang New Area, Jiangsu – China. ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang Province, 311600 - China HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD Nº66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang, Hubei – China ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD. Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang – China JIANGXI JINLONG CHEMICAL CO., LTD. Tashan Industrial Park of Leping Jiangxi Province, 333300 - China
| No do lote ou partida: | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação: | |
| Data de vencimento: |
VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
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INSTRUÇÕES DE USO
O GLIFOSATO ALTA 480 SL é recomendado para o controle em não seletivo de planta infestantes nas seguintes situações: Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus e uva. Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes), em sistema de plantio direto para as culturas de arroz, milho, soja e trigo e na eliminação do arroz vermelho. Eliminação da soqueira na cultura de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar. CULTURAS: Ameixa, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Milho, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Pinus, Soja, Uva e Trigo. PLANTAS INFESTANTES E DOSES: a) Plantas Infestantes Anuais Controladas:
| FOLHA ESTREITA | Dose | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo De Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum (Nome Científico) | L/ha | % ou L/100 Ld’água** | 01 (uma) aplicação em jato dirigido em Pós-emergência das culturas e plantas infestantes 01 (uma) aplicação no Plantio direto e na Eliminação do arroz vermelho. | 80 – 400 (Aplicação terrestre) | Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO ALTA 480 SL quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5-1,0* | 0,5 | |||
| Aveia (Avena sativa) | 1,0 | 0,5 | |||
| Cevadilha (Bromus catharticus) | 1,0 | 0,5 | |||
| Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1,0-2,0* | 1,0 | |||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | 0,5 | |||
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5-2,0* | 1,0 | |||
| Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 1,5-2,0* | 1,0 | |||
| Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 | 1,0 | |||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2,0-3,0* | 1,0 | |||
| Capim-Arroz (Echinochloa crusgalli) | 4,0 (1) | 1,5 | |||
| Arroz (Oryza sativa) | 3,0-5,0 (1) | 1,0 | |||
| Cominho ou falso cominho (Fimbristylis miliacea) | 5,0 (1) | 2,0 |
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| FOLHA LARGA | Dose | GLIFOSATO ALTA 480 SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLIFOSATO ALTA 480 SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. Observação As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum (Nome Científico) | L/ha | % ou L/100 L d’água** | |||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0-1,5* | 0,5 | |||
| Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 1,0 | 0,5 | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | 1,0-2,0* | 1,0 | |||
| Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | 0,5 | |||
| Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,5 | 0,5 | |||
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 2,0 | 1,0 | |||
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2,0 | 1,0 | |||
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2,0 | 1,0 | |||
| Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 | 1,0 | |||
| Boca-de-leão- selvagem (Antirrhinum orontium) | 2,0 | 1,0 | |||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,0 | 1,0 | |||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 | 1,0 | |||
| Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia) | 2,0 | 1,0 | |||
| Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | 2,0 | 1,0 | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 | 1,0 | |||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2,0 | 1,0 | |||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) | 2,0 | 1,0 | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 2,0 | 1,0 | |||
| Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2,0-3,0* | 1,0 | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia | 3,0-4,0*(1) | 1,5 |
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| heterophylla) | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3,0-4,0*(1) | 1,0 | |||
| Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 | 1,0 | |||
| Anileira (Indigofera hirsuta) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Espérgula (Spergula arvensis) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Trevo (Trifolium repens) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Barbasco (Pterocaulon virgatum) | 4,5-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Erva-quente (Spermacoce alata) | 5,0-6,0* (1) | 2,0 | |||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | 5,0 (1) | 2,0 |
b) Plantas Infestantes Perenes Controladas:
| FOLHA ESTREITA | Dose | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo De Aplicação | |
|---|---|---|---|---|---|
| Nome Comum (Nome Científico) | L/ha | % ou L/100 L d’água** | |||
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | 1,0 | 0,5 | 01 (uma) aplicação em jato dirigido em Pós- emergência das culturas e plantas infestantes | 80 – 400 (Aplicação terrestre) | O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Importante: aplicar GLIFOSATO ALTA 480 SL quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLIFOSATO ALTA 480 SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. |
| Junquinho (Cyperus ferax) | 1,5-3,0* | 1,0 | |||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5-4,0*(1) | 1,5 | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 1,5-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2,0 | 1,0 | |||
| Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5-4,0*(1) | 1,5 | |||
| Tiririca (Cyperus flavus) | 3,0 | 1,0 | |||
| Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 3,0-4,0*(1) | 1,5 | |||
| Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 3,0-4,0* (1) | 1,5 |
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| Capim-canoão (Setaria poiretiana) | 3,5 | 1,0 | 01 (uma) aplicação no Plantio direto. | GLIFOSATO ALTA 480 SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. “Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOSATO ALTA 480 SL diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração. Observação As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. | |
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-rabo-de- burro (Andropogon bicornis) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Capim-membeca (Andropogon leucostachyus) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4,0-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4,0-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Capim-caiana (Panicum cayennense) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4,0-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Grama-touceira (Paspalum paniculatum) | 4,0-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 4,0-5,0* (1) | 2,0 | |||
| Capim- massambará (Sorghum halepense) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Grama- missioneira ou capitinga (Axonopus compressus) | 5,0 (1) | 2,0 | |||
| Tiririca (Cyperus difformis) | 5,0 (1) | 2,0 | |||
| Cana-de-açúcar (roughing) (Saccharum officinarum) | 6,0 (1) | 2,0 | |||
| Taboca (Guadua angustifolia) | 12,0 (1) (2) | 4,0 | |||
| FOLHA LARGA | Dose | ||||
| Nome Comum (Nome Científico) | L/ha | % ou L/100 L d’água** | |||
| Apaga-fogo | 1,0 | 0,5 |
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| (Alternanthera tenella) | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 1,5 | 0,5 | |||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0-3,0* | 1,0 | |||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2,0 | 1,0 | |||
| Língua-de-vaca (Rumex crispus) | 3,0 | 1,0 | |||
| Guanxuma (Sida cordifolia) | 3,0 | 1,0 | |||
| Guanxuma- branca (Sida glaziovii) | 3,0 | 1,0 | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 | 1,0 | |||
| Grandiúva (Trema micranta) | 4,0(1) | 1,5 | |||
| Fedegoso-branco (Sena obtusifolia) | 5,0 (1) | 2,0 | |||
| Tanchagem (Plantago major) | 5,0 (1) | 2,0 | |||
| Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii) | 5,0 (1) | 2,0 |
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante – utilizar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e as maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare. (1) É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva de 50 % para as doses de produto comercial de 4,0 5,0, 6,0 e 12,0 L/ha, nas aplicações costal estacionária/semi-estacionária e tratorizada; (2) Para a dose comercial de 12,0 L/ha, é exigida a manutenção de bordadura de 5 metros nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura deverá ter início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação. Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar (Saccharum spp): A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
| Cultivar | EQ. CONV. (L/ha) | EQ.CDA/BENTLEY (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo De Aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| IAC | 5,0 (1) | 4,0 | 1 | Aplicação terrestre: | A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a |
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| NA | 5,0 (1) | 4,0 | 80 – 400 Aplicação aérea: 40 - 50 | 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira | |
|---|---|---|---|---|---|
| CB | 4,0(1) | 3,0 | |||
| SP | 5,0 (1) | 3,0 | |||
| CO/CP | 5,0 (1) | 4,0 |
(1)É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva de 50 % para as doses de produto comercial de 4,0, 5,0, 6,0 e 12,0 L/ha, nas aplicações costal estacionária/semi-estacionária e tratorizada; Maturador da Cana-de-açúcar:
| Nome comum (Nome científico) | Doses (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época de Aplicação |
|---|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) | 0,6 | 1 (uma) aplicação aérea | 30 – 40 (Aplicação aérea) | Pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. - Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. - Idade da cultura: a área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. - Variedades floríferas: a aplicação de Glifosato Alta 480 SL como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho) A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais (Ver item: Aplicação Aérea) |
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| EQUIPAMENTO | TIPOS DE BICOS | VAZÃO (L/HA) | PRESSÃO (LB/POL²) | TAMANHO DE GOTAS(μm) | DENSIDADE (GOTAS/cm²) |
|---|---|---|---|---|---|
| Tratorizado Convencional | 80.03/80.04/ 110.03/110.04 | 200-400 | 30-40 | 300-600 | 30-40 |
| Bentley BT-3* | X-2 | 80-120 | 40-60 | 200-300 | 50-100 |
| Costal Manual | 110.01/TK-05 | 150-200 | 20-30 | 200-400 | 20-30 |
| Costal Manual | 80.02/110.02 | 300-400 | 20-30 | 200-600 | 20-30 |
80.03/80.04/ 110.03/110.04 200-400 30-40 300-600 30-40 Bentley BT-3* X-2 80-120 40-60 200-300 50-100 Costal Manual 110.01/TK-05 150-200 20-30 200-400 20-30 Costal Manual 80.02/110.02 300-400 20-30 200-600 20-30 * Marca registrada de Equipamentos Bentley. APLICAÇÃO AÉREA: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação: 40-50 L/ha. - Altura de vôo: 4-5 m. do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição: 15m. - Tamanho de gotas: 110-120 μm. - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 μ). - Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420450 μ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. Condições climáticas: Temp.Max.: 28°C U.R.Min.: 55% Vel.Vento Max.: 10 km/h (3 m/s) Para as culturas indicadas, aplica-se GLIFOSATO ALTA 480 SL em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLIFOSATO ALTA 480 SL em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | I.S. (dias) |
|---|---|
| Ameixa e Uva | 112, |
| Arroz, milho, pastagens e trigo | (1) |
| Banana, Cacau, Citros, Nectarina e Pêssego | 30 |
| Cana-de-açúcar (pós-emergência) | (1) |
| Cana-de-açúcar (como maturador) | 30 |
| Café, maçã e pera | 15 |
| Eucalipto e Pinus | UNA |
| Soja | (2) |
Página 10 de 20 U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. (2) O Intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. GLIFOSATO ALTA 480 SL não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar GLIFOSATO ALTA 480 SL com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOSATO ALTA 480 SL. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLIFOSATO ALTA 480 SL.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
Página 11 de 20 O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G9 HERBICIDA O herbicida GLIFOSATO ALTA 480 SL é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS: O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
Página 12 de 20 - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
Página 13 de 20 - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação. - Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos. - Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida: a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las. Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO ALTA 480 SL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Glifosato: glicina substituída. |
|---|---|
| Classe | CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| toxicológica | |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica |
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| Toxicocinética | Glifosato: Em ratos, o glifosato foi pouco absorvido pela via dérmica (1- 3%) e rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, porém em uma proporção de 20-30%. O pico plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. A distribuição foi ampla, com pequenas concentrações sendo detectadas em todos os tecidos. O glifosato passa por muito pouca biotransformação, sendo o metabólito ácido amino-metil- fosfônico (AMPA) detectado na excreta na proporção de 0,2-0,7%. O glifosato foi excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada (cerca de 90%) foi eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção se dá principalmente através das fezes (60-70%), grande parte como dose não absorvida, e também através da urina (20- 30%). A meia-vida de eliminação do organismo é de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de bioacumulação. Após 168 horas da exposição, menos que 1% permaneceu retido nos tecidos (ossos, rins e fígado). Este padrão toxicocinético ocorreu independentemente da dose, do sexo do animal e da via de administração do glifosato. | ||
|---|---|---|---|
| Toxicodinâmica | Glifosato: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do glifosato em humanos. O glifosato tem ação irritante aos olhos e mucosas. | ||
| (Mecanismos de | |||
| toxicidade) | |||
| Sintomas e sinais | O produto pode causar irritação em contato com os olhos. Em indivíduos susceptíveis, pode haver reação alérgica cutânea. Quando inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório com tosse e ardência no nariz e garganta. Em caso de ingestão, pode provocar irritação das mucosas do trato gastrintestinal, com náusea, vômito e diarreia. | ||
| clínicos | |||
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
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| dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. Efeitos das Não são conhecidos. interações químicas Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- ATENÇÃO 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA: Centro de Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148 ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA: (PLANITOX LINE): 0800 701 0450 Endereço eletrônico da empresa: www.altadefensivos.com.br | dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. | |
|---|---|---|
| Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos de pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. | |
| Efeitos das | Não são conhecidos. | |
| interações | ||
| químicas | ||
| Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722- 6001 Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS) As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA: Centro de Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148 ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA: (PLANITOX LINE): 0800 701 0450 Endereço eletrônico da empresa: www.altadefensivos.com.br | ||
| ATENÇÃO |
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Glifosato: Em ratos, o glifosato foi absorvido pela via dérmica (1-3%) e rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, em uma proporção de 20-30%. O pico plasmático ocorreu em 2 horas para fêmeas e em 6 horas para machos. O glifosato foi excretado dentro de 72-168 horas, sendo que a maior parte da dose administrada foi eliminada nas primeiras 48 horas. A excreção ocorreu principalmente através das fezes (60-70%), grande parte como dose não absorvida, e também através da urina (20-30%). A meia-vida de eliminação do organismo foi de 5,9-8,3 horas. Não há evidência de bioacumulação. Este padrão toxicocinético ocorreu independentemente da dose, do sexo do animal e da administração do glifosato. O mecanismo específico de toxicidade do glifosato não é conhecido. O ativo tem ação irritante aos olhos e mucosas.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
DL50 oral (ratos fêmeos): >2000 mg/kg p.c. DL50 dérmica (ratos machos e fêmeas): >4000 mg/kg p.c. CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): Não determinado nas condições do teste. Irritação dérmica (coelhos): Não irritante. A substância-teste aplicada na pele de coelhos não apresentou sinais clínicos de irritação dérmica durante o período de avaliação. Irritação ocular (coelhos): A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia, edema e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados, e hiperemia pericorneana em 2/3 dos
Página 17 de 20 olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em até 72 horas após o tratamento. Não foi observada nenhuma alteração na córnea relacionada ao tratamento. Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Glifosato: De acordo com estudos em animais de experimentação e alguns estudos epidemiológicos, o glifosato não demonstrou evidências de potencial neurotóxico, teratogênico ou toxicidade ao sistema reprodutor. Esta substância não demonstrou potencial genotóxico e a maioria das evidências em animais indica que o glifosato não apresenta potencial carcinogênico. EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS: Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos. SINTOMAS DE ALARME: Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor abdominal), irritação ocular, tosse, ardência no nariz e garganta. INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III) ( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV) - Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. - A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de capitação de água para abastecimento público e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Página 18 de 20 - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA - telefone de Emergência: 0800 707 70 22 e 0800 17 20 20. - Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: ⋅ Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. ⋅ Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. ⋅ Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ QUÍMICO, ETC ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. ⋅ Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; - Faça esta operação três vezes; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. ⋅ Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
Página 19 de 20 - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água; - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades agrícolas.