Bula oficial · registro MAPA nº 8020

Bula do Glifosato 480 SL AgroImport

Bula completa do Glifosato 480 SL AgroImport (registro MAPA nº 8020), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato-sal de isopropilamina.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 15 páginas no PDF.

BULA GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 08020 COMPOSIÇÃO: N-(phosphonomethyl)glycine, isopropylammonium salt (GLIFOSATO, Sal de Isopropilamina).............................................480 g/L (48,0% m/V) Equivalente ácido de N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ......................................................................................360 g/L (36,0 % m/V) Outros Ingredientes. ....................................................................................................................................................... .673,4 g/L (67,3% m/V) GRUPO G HERBICIDA CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica GRUPO QUÍMICO: Glifosato: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA Av. Cristóvão Colombo, 2955 – Salas 703/704 – Bairro Floresta – CEP: 90.560-003 – Porto Alegre/RS – Fone/ Fax: (51) 3343-0388 – CNPJ: 05.625.220/0001-24 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001448/04 – DCI/DPV/SEAPPA/RS IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO: AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA Rodovia BR 386, Km 173,5 – sala 5A – Carazinho – RS – CNPJ: 05.625.220/0009-81 - Número de registro do estabelecimento no Estado: 42/18 – DISA/DDA/SEAPA AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº – Quadra 17, Setor 13, Anexo 01, Módulo G – Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz – CEP: 99.500-000 - Carazinho - RS - CNPJ: 05.625.220/0013-68 – Número de registro do estabelecimento no Estado: 65/20 – DISA/DDA/SEAPA AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA Rodovia PR 090, km 374, s/nº - Lote 44-C-2 - Módulo I - Ibiporã/PR - CNPJ: 05.625.220/0005-58 - Número de registro do estabelecimento no Estado:1000021 - ADAPAR-PR AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 – Barueri/SP - CNPJ: 05.625.220/0012-87 - Número de registro do estabelecimento no Estado - Importadora: 4252 – CDA/SP – e Comerciante: 4731 – CDA/SP AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA Rodovia BR 163 Km 116, s/nº - Parque Industrial Vetorasso – Rondonópolis/MT – CNPJ: CNPJ: 05.625.220/0011-04 - Número de registro do estabelecimento no Estado como Comerciante: 16335 – INDEA/MT e como Importadora: 17497 – INDEA/MT FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: MEGASATO TÉCNICO – Registro MAPA nº 10714 • JINGMA CHEMICALS CO., LTD. Endereço: Nº 50, Baota Road, Longyou, 324400 - Zhejiang, República Popular da China FORMULADOR: • JINGMA CHEMICALS CO., LTD. Endereço: Nº 50, Baota Road, Longyou, 324400 - Zhejiang, República Popular da China No do lote ou da partida: Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM Data de vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. CORROSIVO ao Aço, Ferro (comum e galvanizado) Produto Importado CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.
No do lote ou da partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

05.09.2023

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO: O GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo.

MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOLÓGICOS

O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto. CULTURAS: O uso do GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes conforme especificado abaixo: a) Eliminação de plantas infestantes para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pera, pêssego, pinus e uva. b) Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em pastagens. Aplica-se o GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT em jato dirigido ou protegido, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir a cultura (folhas, ramos ou caule jovem). c) Controle de plantas infestantes em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes para o plantio direto de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. d) Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar. CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS, DOSES, ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO, VOLUME DE CALDA:

PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA E DAS PLANTAS DANINHAS – JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS E MANCHAS DE MATO: CULTURAS: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pastagens, pera, pêssego, pinus e uva. ÉPOCA DE APLICAÇÃO: De modo geral, esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que, para as plantas daninhas anuais, o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL NO PRÉ-PLANTIO DA CULTURA E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS: CULTURAS: arroz, cana-de-açúcar, milho, soja, trigo e na eliminação do arroz vermelho. ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que, para as plantas daninhas anuais, o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. NÚMERO MAXIMO DE APLICAÇÕES: 1 VOLUME DE CALDA: Vide item “MODO/EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO”.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITADOSE% (L/100 L d’água) **
Nome ComumL/ha p.c.g i.a./ha (1)
(Nome Científico)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)0,5-1,0 *240-4800,5
Aveia (Avena sativa)1,04800,5
Cevadinha (Bromus catharticus)1,04800,5
Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata)1,0-2,0 *480-9601,0
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,57200,5
Capim-colchão (Digitaria horizontalis)1,5-2,0 *720-9601,0

Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

Capim-favorito (Rhynchelitrum repens)1,5-2,0 *720-9601,0
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)2,09601,0
Azevém (Lolium multiflorum)2,0-3,0 *960-14401,0
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli)4,019201,5
Cuminho ou falso cominho (Fimbristylis miliacea)5,024002,0
FOLHA LARGADOSE% (L/100 L d’água) **
Nome ComumL/ha p.c.g i.a./ha (1)
(Nome Científico)
Picão-preto (Bidens pilosa)1,0-1,5 *480-7200,5
Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora)1,04800,5
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum)1,0-2,0 *480-9601,0
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe)1,57200,5
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)1,57200,5
Angiquinho (Aeschynomene rudis)2,09601,0
Mentrasto (Ageratum conyzoides)2,09601,0
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)2,09601,0
Caruru (Amaranthus viridis)2,09601,0
Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium)2,09601,0
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)2,09601,0
Buva (Conyza bonariensis)2,09601,0
Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia)2,09601,0
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus)2,09601,0
Beldroega (Portulaca oleracea)2,09601,0
Nabiça (Raphanus raphanistrum)2,09601,0
Maria-pretinha (Solanum americanum)2,09601,0
Serralha (Sonchus oleraceus)2,09601,0
Maria-gorda (Talinum paniculatum)2,0-3,0 *960-14401,0
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)3,0-4,0 *1440-19201,5
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia)3,014401,0
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit)4,019201,5

Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

Alfafa (Medicago sativa)3,516801,0
Anileira (Indigofera hirsuta)4,019201,5
Poaia-branca (Richardia brasiliensis)4,019201,5
Espérgula (Spergula arvensis)4,019201,5
Trevo (Trifolium repens)4,019201,5
Barbasco (Pterocaulon virgatum)4,5-5,0 *2160-24002,0
Erva-quente (Spermacoce alata)5,0-6,0 *2400-28802,0
Ervilhaca (Vicia sativa)5,024002,0
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITADOSE% (L/100 L d’água) **
Nome ComumL/ha p.c.g i.a./ha (1)
(Nome Científico)
Capim-azedo (Paspalum conjugatum)1,04800,5
Junquinho (Cyperus ferax)1,5-3,0 *720-14401,0
Capim-amargoso (Digitaria insularis)1,5-4,0 *720-19201,5
Capim-colonião (Panicum maximum)1,5-5,0 *720-24002,0
Grama-comprida (Paspalum dilatatum)2,09601,0
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens)2,5-4,0 *1200-19201,5
Tiririca (Cyperus difformis)5,024002,0
Tiririca (Cyperus flavus)3,014401,0
Tiririca (Cyperus rotundus)4,0-5,0 *1920-24002,0
Capim-gordura (Melinis minutiflora)3,0-4,0 *1440-19201,5
Capim-gengibre (Paspalum maritimum)3,0-4,0 *1440-19201,5
Capim-canoão (Setaria poiretiana)3,516801,0
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis)4,019201,5
Capim-membeca (Andropogon leucostachyus)4,019201,5
Grama-seda (Cynodon dactylon)4,0-5,0 *1920-24002,0
Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa)4,019201,5
Capim-caiana (Panicum cavennense)4,019201,5
Grama-batatais (Paspalum notatum)4,0-5,0 *1920-24002,0
Grama-touceira4,0-5,0 *1920-24002,0

Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

(Paspalum paniculatum)
Capim-da-roça (Paspalum urvillei)4,019201,5
Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum)4,0-5,0 *1920-24002,0
Capim-massambará (Sorghum halepense)4,019201,5
Grama-missioneira ou capitinga (Axonopus compressus)5,024002,0
Cana-de-açúcar (roughing) (Saccharum officinarum)6,028802,0
FOLHA LARGADOSE
Nome ComumL/ha p.c.g i.a./ha (1)% (L/100 L d’água) **
(Nome Científico)
Apaga-fogo (Alternanthera tenella)1,04800,5
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii)1,57200,5
Maria-mole (Senecio brasiliensis)2,0-3,0 *960-14401,0
Erva-lanceta (Solidago chilensis)2,09601,0
Língua-de-vaca (Rumex crispus)3,014401,0
Guanxuma (Sida cordifolia)3,014401,0
Grandiúva (Trema micranta)4,019201,5
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia)5,024002,0
Tanchagem (Plantago major)5,024002,0
Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii)5,024002,0

(1) Concentração do Sal de Isopropilamina de Glifosato * Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada. ** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em L/ha. ELIMINAÇÃO DA SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

CULTIVAREQUIP. CONV. (L/ha)
IAC5,04,0
NA5,04,0
CB4,03,0
SP5,03,0
CO/CP5,04,0

A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS: Importante: aplicar GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Exceção feita para a tiririca que, em função de sua fisiologia, exigirá 3-4 aplicações com intervalos de 20-40 dias. Maturador da Cana-de-açúcar: O GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. - Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. Idade da cultura A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas A aplicação de GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Aplicação A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea) Observação Geral: As dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. MODO/EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: O GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT deve ser diluído em água limpa e pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem: Via Terrestre:

EQUIPAMENTOTIPOS DE BICOVAZÃO (L/ha)PRESSÃO (LB/POL2)TAMANHO DE GOTAS (µm)DENSIDADE (GOTAS/CM2)
Tratorizado Convencional80.03/80.04/ 110.03/110.04200 – 40030 – 40300 – 60030 – 40
Bentley BT-3*X-280 – 12040 - 60200 – 30050 – 100
Costal Manual110.01/TK-05150 – 20020 – 30200 – 40020 – 30
Costal Manual80.02/110.02300 – 40020 – 30200 – 60020 - 30

Bentley BT-3* X-2 80 – 120 40 - 60 200 – 300 50 – 100 Costal Manual 110.01/TK-05 150 – 200 20 – 30 200 – 400 20 – 30 Costal Manual 80.02/110.02 300 – 400 20 – 30 200 – 600 20 - 30 *Marca Registrada de Equipamento Bentley Via Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação: 40-50 L/ha. - Altura de voo: 4-5 m do topo da cultura. - Largura da faixa de deposição: 15m. - Tamanho de gotas: 110-120 µm. - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV: 420-450 µ). Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

- Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 µ à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. Condições Climáticas: Temperatura 28ºC Umidade Relativa Mínima 55% Velocidade do Vento Máxima 10 Km/h (3m/s)

Temperatura28ºC
Umidade Relativa Mínima55%
Velocidade do Vento Máxima10 Km/h (3m/s)

Para as culturas indicadas, aplica-se GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. "Roughing": A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo "trombone" na base de 6% de concentração. Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa. Preparação da Calda: Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar a quantidade do produto GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT a ser utilizada, mantendo a agitação constante, ou pelo uso de misturador mecânico ou manualmente, e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante as fases de preparo e da operação de aplicação da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURAS DIAS Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego Ameixa e uva Maçã, café e pera Cana-de-açúcar (como maturador) Arroz, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho e trigo (1) Soja (2) Pinus e eucalipto U.N.A. U.N.A. = Uso Não Alimentar (1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. (2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.

CULTURASDIAS
Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego30
Ameixa e uva17
Maçã, café e pera15
Cana-de-açúcar (como maturador)30
Arroz, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho e trigo(1)
Soja(2)
Pinus e eucaliptoU.N.A.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT. GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT não tem ação sobre as sementes existentes no solo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens “PRECAUÇÕES GERAIS”, “PRECAUÇÕES NO MANUSEIO”, “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO” E “PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO”. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide “Modo de aplicação”. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G HERBICIDA

O produto herbicida GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT é composto por Glifosato, que apresenta mecanismo de ação de Inibição da EPSP sintase, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

• Produto para uso exclusivamente agrícola. • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto. • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO

• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, avental impermeável, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada. • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do período de reentrada. • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. • Não reutilizar a embalagem vazia. • No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. • A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida. • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em PERIGO contato com a pele Fatal se inalado PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. - INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO 480 SL AGROIMPORT –

Grupo QuímicoGlifosato: Glicina substituída
Classe toxicológicaCATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposiçãoRespiratória, oral, dérmica e pelas mucosas
ToxicocinéticaA alta solubilidade do glifosato em água e baixa solubilidade em lipídios sugerem que ele não deva bioacumular e, de fato, dados científicos comprovam este comportamento. Os estudos demonstram que o glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação de resíduos em várias espécies animais. A não retenção e rápida eliminação do glifosato indica que, mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo. O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometilfosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.

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ToxicodinâmicaOs mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Testes de curto prazo mostram que o glifosato e suas formulações apresentam baixo nível de toxicidade aguda. Os estudos toxicológicos crônicos (alimentação em espécies roedoras e não roedoras durante 2 anos), não apresentam efeitos adversos significativos.
Sintomas e Sinais ClínicosAs manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição ao tipo de formulação. Em casos de exposição: • INGESTÃO: podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea/vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco- aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão. • CUTÂNEA: pode ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema). • OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. • RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química. Este produto contém isopropilamina, extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, causando queimação e dor de garganta, laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaleia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.
TratamentoO tratamento é sintomático e depende da via de exposição e dos sintomas observados. Exposição oral: Não há um antídoto específico, tratamento sintomático. Utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva). Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50- 100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água. Em caso de exposição por contato, realizar a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas. Exposição inalatória: Se ocorrer tosse/dispnéia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. Exposição ocular: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista. Exposição dérmica: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambu). Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
ContraindicaçõesA indução de vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de pneumonite química.
Efeitos das Interações QuímicasNão se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.

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AtençãoPara notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3343-0388 Endereço Eletrônico da Empresa: www.agroimport.com.br Correio Eletrônico da Empresa: atendimento@agroimport.com.br

Telefone de Emergência da empresa: (51) 3343-0388 Endereço Eletrônico da Empresa: www.agroimport.com.br Correio Eletrônico da Empresa: atendimento@agroimport.com.br Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide “Toxicocinética” e “Mecanismos de Toxicidade”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos: • • DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg p.c. • CL50 inalatória em ratos (4h) = 0,77 mg/Kg (intervalo de confiança: 0,27 – 2,2 mg/Kg) • Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele dos coelhos ocasionou eritema grau 1, com formação de escaras (grau 1), ausência edema, sinais clínicos retornaram ao normal em 7 dias. • Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada no olho dos coelhos provocou resposta inflamatória de graus 1 e 2, reversíveis em até 7 dias, hiperemia de graus 1 e 2 reversíveis em até 48 horas, secreção de graus 1 a 3 reversíveis em até 72 horas, edema de grau 1 reversível em 24 horas e ausência de opacidade. • Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. • Mutagenicidade: Resultados obtidos no Teste de Ames (ensaio mutagênico em células procariontes de Salmonella enterica serovar Typhimurium) conduzido com a substância teste indicam que a mesma não apresenta potencial de atividade mutagênica para as cepas estudadas. Um teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos foi conduzido para avaliar o potencial mutagênico da substância teste para células eucarióticas e os resultados indicam que a mesma não apresentou atividade mutagênica em camundongos. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso. Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. Um estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito adverso em nenhum dos níveis de dosagem testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado ao tratamento. Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: • Este produto é: Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO

CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA – Telefone de Emergência: (51) 3343-0388. • Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’agua e siga as instruções abaixo: - Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Nesse caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. • Em caso de incêndio use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO

DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’S – Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; • Faça esta operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato de água; • Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque do pulverizador, em posição vertical, durante 30 segundos; • Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. EMBALAGEM RIGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio desta embalagem. Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDARIA - NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias, não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produto no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar improprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, CEP: 90.560-003, Porto Alegre, RS.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glifosato 480 SL AgroImport registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 8020 · documento de 05/09/2023.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glifosato 480 SL AgroImport?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glifosato 480 SL AgroImport e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glifosato 480 SL AgroImport é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 8020, documento de 05/09/2023), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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