Bula oficial · registro MAPA nº 5605

Bula do Glifosato 480 Citromax

Bula completa do Glifosato 480 Citromax (registro MAPA nº 5605), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 25 páginas no PDF.

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 05605

COMPOSIÇÃO

N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO) ......................................................... 480 g/L (48% m/v) Equivalente ácido ................................................................................................... 360 g/L (36% m/v) Outros Ingredientes ............................................................................................. 684 g/L (68,4% m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: Herbicida do grupo químico glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO: Citromax Indústria e Comércio Ltda. Rua Mário Pagliosa, 708 CEP 89990-000 São Lourenço do Oeste – SC CNPJ.: 00.187.467/0001-92 Tel: (49) 3344-3087 Número de registro do Estabelecimento/Estado: CIDASC nº 2391 FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO CITROMAX, registro MAPA nº 13116 Jiangsu Good Harvest-Weien Agrochemical Co., Ltd Laogang 226221 Qidong City Jiangsu – China FORMULADORES: Jiangsu Good Harvest-Weien Agrochemical Co., Ltd Laogang 226221 Qidong City Jiangsu – China Fersol Indústria e Comércio S/A Pres. Castelo Branco, Km 68,5 Olho D´Água CEP 18120-970 Mairinque – SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 Página 1 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Prentiss Química Ltda Rodovia PR 423 – Km 24,5 CEP 83603-00 Campo Largo – PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda Avenida Roberto Simonsen, 1459 CEP 13148-030 Paulínia – SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 IQL Agro Industria ltda Rua 01 – Esquina Com Rua 06, s/n Loteamento Industrial Nova Roseira CEP: 12580-320 Roseira/SP CNPJ: 48.284.749/0001-34 Ecadil Industria Química S/A Rua Luiz Nallin, 403 Conjunto Habitacional Vila Cosmos CEP: 13155-072 Cosmópolis/SP CNPJ: 47.902.424/0001-05

Nº do lote ou partida:VIDE EMBALAGEM
Data de fabricação:
Data de vencimento:

VIDE EMBALAGEM Data de fabricação: Data de vencimento: SEU PODER. Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE III

PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE. Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C Página 2 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA. INTRUÇÕES DE USO/ PRAGAS/ DOSE: Recomendado para o controle em pós emergência de plantas infestantes nas seguintes situações: • Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas entrelinhas das culturas de: ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pêra, pêssego, uva, pinus e eucalipto. • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto para as culturas de arroz, cana-de-açúcar, soja, milho, pastagens, trigo e na eliminação do arroz-vermelho. • Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo. • Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar e como maturador da canade-açúcar. • Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional. • A dosagem em porcentagem refere-se a aplicação para pulverizador costal manual com vazão aproximada de 100-400 L/ha (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA DE APLICAÇÃO, NÚMERO E INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES:

CulturasPlantas InfestantesDose Produto comercial (L/ha)Número de Aplicação
Nome ComumNome Científico
Ameixa Arroz Banana Cacau Café Cana-de- açúcarCarrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,51
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,5
AngiquinhoAeschynomene rudis2,0
MentrastoAgeratum conyzoides2,0
Apaga-fogoAlternanthera tenella1,0
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2,0
Caruru-de-manchaAmaranthus viridis2,0
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis4,0
Capim-rabo-de-raposaAndropogon leucostachyus4,0
Boca-de-leão-selvagemAntirrhinum orontium2,0
AveiaAvena sativa1,0
CapitingaAxonopus compressus5,0
Picão-pretoBidens pilosa1,0 - 1,5
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,5 - 4,0
Capim-marmeladaBrachiaria plantaginea0,5 - 1,0

Página 3 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Citros Eucalipto Maçã Milho Nectarina Pastagens Pinus Pêra Pêssego Soja Trigo UvaCevadilhaBromus catharticus1,0
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,5
Rabo-de-fogueteConyza bonariensis2,0
Grama-sedaCynodon dactylon4,0 - 5,0
JunquinhoCyperus difformis5,0
ChufaCyperus ferax1,5 - 3,0
TiriricaCyperus flavus3,0
TiriricaCyperus rotundus4,0 - 5,0
Capim-colchãoDigitaria horizontalis1,5 - 2,0
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5 - 4,0
Capim-arrozEchinochloa crusgalli4,0
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,0
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2,0
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,5
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3,0 - 4,0
Falso-cominhoFimbristylis miliacea5,0
Picão-brancoGalinsoga parviflora1,0
Capim-jaraguáHyparrhenia rufa4,0
AnileiraIndigofera hirsuta4,0
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia3,0
CulturasPlantas InfestantesDose Produto comercial (L/ha)Número de Aplicação
Nome ComumNome Científico
EsqueletoIpomoea quamoclit4,0
Cordão-de-fradeLeonotis nepetifolia2,0
AzevémLolium multiflorum2,0 - 3,0
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1,0 - 2,0
AlfafaMedicago sativa3,5
Capim-gorduraMelinis minutiflora3,0 - 4,0
Capim-caianaPanicum cayennense4,0
Capim-coloniãoPanicum maximum1,5 - 5,0
Capim-azedoPaspalum conjugatum1,0
Grama-compridaPaspalum dilatatum2,0
Capim-gengibrePaspalum maritimum3,0 - 4,0
Grama-batataisPaspalum notatum4,0 - 5,0
Capim-da-guinéPaspalum paniculatum4,0 - 5,0
Capim-da-roçaPaspalum urvillei4,0
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4,0 - 5,0
Quebra-pedraPhyllanthus tenellus2,0

Página 4 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

TanchagemPlantago major5,01
BeldroegaPortulaca oleracea2,0
BarbascoPterocaulon virgatum4,5 - 5,0
Nabo-bravoRaphanus raphanistrum2,0
Capim-favoritoRhynchelitrum repens1,5 - 2,0
Poaia-brancaRichardia brasiliensis4,0
Língua-de-vacaRumex crispus3,0
Cana-de-açúcarSaccharum officinarum6,0
Flor-das-almasSenecio brasiliensis2,0 - 3,0
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia5,0
Capim-rabo-de-raposaSetaria geniculata1,0 - 2,0
Capim-canoãoSetaria poiretiana3,5
Malva-brancaSida cordifolia3,0
Guanxuma-brancaSida glaziovii3,0
GuanxumaSida rhombifolia3,0
Erva-mouraSolanum americanum2,0
Erva-lancetaSolidago chilensis2,0
SerralhaSonchus oleraceus2,0
Capim-massambaráSorghum halepense4,0
Pega-pingoSpergula arvensis4,0
Poaia-do-campoSpermacoce alata5,0 - 6,0
Agrião-do-pastoSynedrellopsis grisebachii5,0
Maria-gordaTalinum paniculatum2,0 - 3,0
GrandiúvaTrema micrantha4,0
TrevoTrifolium repens4,0
ErvilhacaVicia sativa5,0

Início e época de aplicação: Plantas Infestantes Perenes: O melhor período para o controle é próximo a/ou durante a floração. Plantas Infestantes anuais: O melhor período para o controle situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: Aplicar GLIFOSATO 480 CITROMAX quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLIFOSATO 480 CITROMAX não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLIFOSATO 480 CITROMAX aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Observação Geral: As dosagens indicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Página 5 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Para outras culturas indicadas aplicar GLIFOSATO 480 CITROMAX em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLIFOSATO 480 CITROMAX em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de plantas infestantes. CANA-DE-AÇUCAR - ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA: - Aplicar sobre as folhas em área total, devendo ser feita quando a média das folhas estiverem entre 0,6m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40cm do solo. - É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. CANA-DE-AÇUCAR – “Roughing”: - A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOSATO 480 CITROMAX diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração, limitando-se a dose máxima de GLIFOSATO 480 CITROMAX de 6L/ha. - A dose em porcentagem refere-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 100-400L/ha (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). CANA-DE-AÇÚCAR – MATURADOR: - O GLIFOSATO 480 CITROMAX pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. Final de safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. - Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. (ATENÇÃO: respeitar o período de carência para a cultura). - Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendose lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matériaprima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedade floríferas: A aplicação de GLIFOSATO 480 CITROMAX como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matériaPágina 6 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.

CulturasPlantas Infestantes Nome comum Nome científicoDoses Produto comercial (L/ha)Início e época de aplicação:
Soja geneticamente modificada tolerante ao glifosatoApaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca (Richardia brasiliensis)2,0 – 2,7Aplicação Única: estágio de crescimento: até 6 folhas /10 cm, em até 20 dias após a emergência da cultura.
2,7 – 3,0Aplicação Única: estágio de crescimento: de 6 a 10 folhas/10 -20 cm, de 20-30 dias após a emergência da cultura.
3,0 – 3,3Aplicação Única: estágio de crescimento: mais que 10 folhas, mais que 20 cm, de 30- 45 dias após a emergência da cultura. Não recomendável aplicação na floração.
Número de Aplicação / Intervalo de aplicação: Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação.
Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus)1,6Aplicação Única: estágio de crescimento: até 2 perfilho/10cm, em até 20 dias após a emergência da cultura.
1,6 - 2,7Aplicação Única: estágio de crescimento: de 3 a 6 perfilhos/maior que 10 cm e menor 20 cm, de 20 dias a 30 dias após a emergência da cultura.

Página 7 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)2,7- 3,3Aplicação Única: estágio de crescimento: mais 6 perfilhos/maior que 20cm, de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. Não recomendável aplicação na floração.
Número de Aplicação / Intervalo de aplicação: Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação.

Cada litro (L) do GLIFOSATO 480 CITROMAX contém 480,0 g/kg do sal de isopropilamina que corresponde a 360 g/L do equivalente ácido de glifosato. Abaixo estão demonstradas suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial: Produto Comercial (L/ha) Ingrediente Ativo (Kg/ha) Equivalente Ácido (Kg/ha) 0,5 0,240 0,180 1,0 0,480 0,360 1,5 0,720 0,540 1,6 0,768 0,576 2,0 0,960 0,720 2,5 1,200 0,900 2,7 1,296 0,972 3,0 1,440 1,080 3,3 1,584 1,188 3,5 1,680 1,260 4,0 1,920 1,440 4,5 2,160 1,620 5,0 2,400 1,800 6,0 2,880 2,160 (*) É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada - considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente ácido. Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados: Página 8 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

CULTIVAREQUIPAMENTO CONVENCIONAL DOSE (L/ha) Produto comercialEQUIPAMENTO CDA/BENTLEY DOSE(L/ha) Produto comercial
IAC5,04,0
NA5,04,0
CB4,03,0
SP5,03,0
CO/CP5,04,0

Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva Vazão: 80-120 (L/ha) Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG). CULTURA, MODO, EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA O GLIFOSATO 480 CITROMAX deve ser diluído em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverização por meio de equipamento terrestres (tratorizado, autopropelido e costal) e aéreos. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:

CulturaModo de aplicaçãoEquipamento de aplicaçãoVolume de calda (L/ha)
Arroz Milho Soja TrigoTerrestreTratorizado50 - 200
AéreoAeronaves agrícolas15 - 40
Soja OGMTerrestreTratorizado50 - 200
AéreoAeronaves agrícolas15 - 40
Equipamento Bentley (Eliminação de soqueira)80 - 120

Página 9 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Cana-de-açúcarTerrestreTratorizado convencional (Eliminação de soqueira)200 - 400
Costal (Capina/Catação química)100 - 200
Costal (Roughing)100 - 200
Aéreo (como maturador)Aeronaves agrícolas15 - 40
PastagensTerrestreTratorizado200 - 300
Costal300 - 400
AéreoAeronaves agrícolas50
Ameixa Banana Cacau Café Citros Eucalipto Maçã Nectarina Pêra Pêssego Pinus UvaTerrestreTratorizado100 - 200
Costal100 - 200

Preparo da Calda: GLIFOSATO 480 CITROMAX deve ser diluído em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverização por meio de equipamento terrestre manual e/ou tratorizado com barra, autopropelidos ou por meio de equipamentos aéreos, conforme recomendação para cada cultura. Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto GLIFOSATO 480 CITROMAX de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura. EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Aplicação Terrestre: Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de Página 10 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Aplicação aérea Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação. Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe Página 11 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação. Volume de calda: 15 a 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: Temperatura ambiente abaixo de 30°C. Umidade relativa do ar acima de 50%. Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Cuidados durante a aplicação: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as Página 12 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada. Lavagem do equipamento de aplicação: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação. INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CulturasIntervalo de Segurança (dias)
Ameixa17
ArrozIntervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego
Banana30
Cacau30
Café15
Cana-de-açúcar (maturador)30
Cana-de-açúcar (pré-plantio)Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego
Citros30
EucaliptoUNA (Uso não alimentar)
Maçã15
MilhoO intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Nectarina30
PastagensIntervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego

Página 13 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

PinusUNA (Uso não alimentar)
Pêra15
Pêssego30
Soja (dessecante)7
Soja (pós-emergência)O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Soja Geneticamente Modificada56 (O intervalo de segurança para a soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura)
TrigoIntervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego
Uva17

emprego Uva

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola. - Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. - Utilizar o GLIFOSATO 480 CITROMAX somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura. - de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. - Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva. - Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. - Não misturar com produtos altamente alcalinos. - Para assegurar a eficiência é necessário utilizar água limpa, sem argilas em suspensão. - Não aplicar o produto quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira. Nesta situação a ação do produto pode ser prejudicada pela adsorção. - Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação. - Manusear o produto utilizando apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a calda herbicida em recipientes de ferro comum ou galvanizado ou aço comum. Página 14 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Fitoxicidade: Quando este produto for utilizado nas doses e modalidades de aplicação recomendadas, não ocorrerão danos às culturas indicadas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a calda de aplicação atinja partes das plantas não alvo. GLIFOSATO 480 CITROMAX não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM

UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS; VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO. VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. INFORMAÇÃO SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA (HRAC): O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: Página 15 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA O produto GLIFOSATO 480 CITROMAX é composto por GLIFOSATO, que apresenta mecanismo de ação inibidores da EPSPs, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas. MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO Precauções Gerais: - Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto - Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. - Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal. Precauções no Manuseio: - Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. - Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. - Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão, e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Página 16 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: touca árabe, luvas, botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima dos punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas e viseira facial. Precaução Durante a Aplicação: - Evite o máximo possível o contato com a área da aplicação. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Utilize equipamento de proteção individual -EPI: touca árabe, luvas e botas borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas e viseira facial. Precaução após Aplicação: - Não reutilize a embalagem vazia. - Faça a tríplice lavagem, perfure a embalagem vazia e a encaminhe para o distribuidor. - Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h). - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. - Troque e lave suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis. - Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação de produto. - Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação e EPI´s longe de fontes d´agua para consumo. - No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável, luvas e botas de borracha. ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido Pode ser nocivo em contato com a pele Pode ser nocivo se inalado PRIMEIROS SOCORROS: as formulações contendo glifosato têm ação irritante potencial corrosivo para pele e mucosas. Os efeitos são mais graves em crianças. Procure logo o serviço médico de emergência levando todas as informações disponíveis sobre o produto (embalagem, rótulo, bula, receituário agronômico). Ingestão: não provoque vômito Olhos: Lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Pele: Lave com água corrente e sabão em abundância Inalação: transporte o intoxicado para local arejado. Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência. Página 17 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO 480 CITROMAX Informações Médicas

Grupo químicoGlicina substituída
Classe ToxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Modo de açãoAs formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas.
Vias de exposiçãoRespiratória, digestiva, dérmica e mucosa.
Vias de absorçãoDigestiva, dérmica e mucosa.
Sintomas e sinas clínicosAs manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato. Em casso de exposição: • DIGESTIVA (INGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea /vômitos, cólicas, diarreia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como e hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipneia, dispneia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por bronco- aspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que pode se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão. • CUTÂNEA: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema). • OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. • RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. No caso de aspiração pode ocorrer pneumonite química.
Efeitos dos AdjuvantesO quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação. Este produto contém: - isopropilamina: é extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, queimação e dor de garganta laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaleia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição.
ToxicocinéticaO glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão.

Página 18 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.
TratamentoO tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Descontaminação: • Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos) com água fria abundante e sabão. • Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. • Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Emergência, suporte sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O a 100%).Observar atentamente 2 ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de intubação. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e acidose metabólica. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton. Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Mantar observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. É conveniente o controle ambulatorial subsequente.
Contra-indicaçõesProvocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de

Página 19 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cárdio-respiratória.
AtençãoAs intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Centro de Informações Toxicológicas: Disque-intoxicações: 0800-722-6001 EMPRESA: (0xx49) 3344-3087

aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cárdio-respiratória. Atenção As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Centro de Informações Toxicológicas: Disque-intoxicações: 0800-722-6001 EMPRESA: (0xx49) 3344-3087 Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório: Em mamíferos ele é pouco absorvido, sendo que o material absorvido é quase totalmente excretado pelas fezes e urina (95% da dose administrada foi excretada nas fezes e urina inalterado), sendo que a excreção biliar e circulação enterro-hepática podem ocorrer em menor extensão. O produto não é bioacumulativo de acordo com os resultados dos estudos n/octanol água. Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral: > 4000 mg/kg DL50 dérmica: > 4000 mg/kg CL50 inalatória: > 24 mg/L/hora. Irritação dérmica: não irritante. Irritação ocular: não irritante. Sensibilização cutânea: não provoca sensibilização dérmica. Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos. Efeitos crônicos: O glifosato quando testado em animais de laboratório alimentados por mais de 2 anos, não foram observados efeitos adversos e não foi considerado carcinogênico. Em outros testes também não foi considerado mutagênico, teragênico e não apresentou efeitos sobre a reprodução. Página 20 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1 – PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCAIS QUANTO AOS CUIDADOS DE PRTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: [ ] – Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) [ ] – Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) [X] – PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) [ ] – Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) − Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza. − Não utilize equipamento com vazamento. − Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. − Aplique somente as doses recomendadas. − Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água. − A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e dor ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. 2 – INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: − Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. − O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. − A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. − O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. − Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. − Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. − Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. − Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. − Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3 – INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: − Isole e sinalize a área contaminada. − Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CITROMAX INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. – telefone de Emergência: (0xx49) 3344-3087. − Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macarrão impermeável, luvas e botas e borracha, óculos protetores e máscara com filtros). − Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo: Página 21 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. - Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. - Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUIMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação. 4 – PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DETINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL: - LAVAGEM DA EMBALAGEM Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmo EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. • Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: − Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; − Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; − Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; − Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; − Faça esta operação três vezes; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo; • Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: − Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; − Acione o mecanismo para liberar o jato de água; − Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Página 22 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo; Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: − Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos; − Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; − Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; − Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Página 23 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA - ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. - DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes - É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. - EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMALGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. - PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmeras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. - TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais. Página 24 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. Página 25 de 25 Rua Mário Pagliosa, 708 – Bairro: Área Industrial Sul – São Lourenço D´ Oeste/SC – CEP.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glifosato 480 Citromax registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 5605 · documento de 12/12/2024.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glifosato 480 Citromax?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glifosato 480 Citromax e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glifosato 480 Citromax é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 5605, documento de 12/12/2024), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

Veja também