V2025-08-19 GLIFORCE SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o n° 32823
COMPOSIÇÃO
Sal de Isopropilamina (GLIFOSATO) ...................................................................................... 480 g/L (48% m/v) Equivalente ácido de N-(fosfonometil)glicina GLIFOSATO .....................................................360 g/L (36% m/v) Outros ingredientes ....................................................................................................... 814,8 g/L (81,48% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO CLASSE: herbicida sistêmico de ação não-seletiva GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): DINAGRO AGROPECUÁRIA LTDA. Via Doutor Jeremias de Paula Martins, 1555, Jardim Zinato, Ribeirão Preto, SP, CEP 14097-142. CNPJ/MF n° 55.991.921/0001-55. Telefone/fax: (16) 3629-1110 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 4049 (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFO TÉCNICO DINAGRO, registro no MAPA n° 38417 Jingma Chemicals Co., Ltd. N° 50 Baota Road, Longyou, 324400, Quzhou City, Zhejiang Province – China Dinagro Agropecuária Ltda. Via Doutor Jeremias de Paula Martins, 1555, Jardim Zinato, Ribeirão Preto, SP, CEP 14097-142. CNPJ/MF n° 55.991.921/0001-55. Telefone/fax: (16) 3629-1110 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 4049 GLIFOSATO TÉCNICO DINAGRO – Registro MAPA nº 0418 Jingma Chemicals Co., Ltd. N° 50 Baota Road, Longyou, 324400, Quzhou City, Zhejiang Province - China Dinagro Agropecuária Ltda. Via Doutor Jeremias de Paula Martins, 1555, Jardim Zinato, Ribeirão Preto, SP, CEP 14097-142. CNPJ/MF n° 55.991.921/0001-55. Telefone/fax: (16) 3629-1110 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 4049 GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA – Registro MAPA nº 38919 ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO. LTD International Chemical Industry Park Zhenjiang New Area, 212152, Jiangsu-China
FORMULADOR: Dinagro Agropecuária Ltda. Via Doutor Jeremias de Paula Martins, 1555, Jardim Zinato, Ribeirão Preto, SP, CEP 14097-142. CNPJ/MF n° 55.991.921/0001-55. Telefone/fax: (16) 3629-1110 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 4049 Jingma Chemicals Co. Ltd. N° 50 Baota Road, Longyou, 324400, Quzhou City, Zhejiang Province – China MANIPULADOR: Dinagro Agropecuária Ltda. Via Doutor Jeremias de Paula Martins, 1555, Jardim Zinato, Ribeirão Preto/SP, CEP: 14097-142 CNPJ/MF n° 55.991.921/0001-55 Número de registro do estabelecimento/Estado Cadastro: CDA/SP nº 4049
| No do lote ou partida : | VIDE EMBALAGEM |
|---|---|
| Data de fabricação : | |
| Data de vencimento : |
PODER. AGITE ANTES DE USAR Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° Decreto n° 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL – CLASSE III PRODUTO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO
GLIFORCE SL é um herbicida de ação sistêmica, não seletivo, do grupo químico da glicina substituída, na formulação Concentrado Solúvel (SL), recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: - Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pinus e seringueira. - Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. - Aplicação em pós-emergência em soja geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, em área total, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em única ou sequencial. - Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar. PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO: CULTURAS: Ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, milho, nectarina, pera, pêssego, soja, trigo, uva, pastagem, pinus e eucalipto. a) PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS:
| FOLHA ESTREITA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 – 1,0 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: cana-de-açúcar, milho, soja e trigo | No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlar as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. |
| Aveia (Avena sativa) | 1 | |||
| Cervadinha (Bromus catharticus) | 1 | |||
| Capim-rabo-de- raposa (Setaria geniculata) | 1 - 2 | |||
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | |||
| Capim-colchão | 1,5 – 2 |
| (Digitaria horizontalis) | Observação: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. | |||
|---|---|---|---|---|
| Capim-favorito (Rhynchelytrum repens) | 1,5 – 2 | |||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | 2 | |||
| Azevém (Lolium multiflorum) | 2 – 3 | |||
| Capim-Arroz (Echinochloa crusgalli) | 4 | |||
| Cuminho ou Falso cominho (Fimbristylis miliacea) | 5 | |||
| FOLHA LARGA | ||||
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/há) | Época e Intervalo de aplicação |
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0-1,5 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: cana-de-açúcar, milho, soja e trigo | No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlar as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. Observação: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, |
| Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 1,0 | |||
| Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | 1,0-2,0 | |||
| Carrapicho- rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | |||
| Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,5 | |||
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 2,0 |
| Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2,0 | controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. | ||
|---|---|---|---|---|
| Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2,0 | |||
| Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 | |||
| Boca-de-leão- selvagem (Antirrhinum orontium) | 2,0 | |||
| Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,0 | |||
| Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 | |||
| Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia) | 2,0 | |||
| Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 2,0 | |||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 | |||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2,0 | |||
| Maria-pretinha (Solanum americanum) | 2,0 | |||
| Serralha (Sonchus oleraceus) | 2,0 | |||
| Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2,0-3,0 | |||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,0-4,0 | |||
| Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3,0 | 1 | ||
| Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 |
| Anileira (Indigofera hirsuta) | 4,0 | |||
|---|---|---|---|---|
| Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4,0 | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 4,0 | |||
| Espérgula (Spergula arvensis) | 4,0 | |||
| Trevo (Trifolium repens) | 4,0 | |||
| Barbasco (Pterocaulon virgatum) | 4,5-5,0 | |||
| Erva-quente (Spermacoce alata) | 5,0-6,0 | |||
| Ervilhaca (Vicia sativa) | 5,0 |
b) Plantas infestantes Perenes Controladas:
| FOLHA ESTREITA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | 1 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: cana-de- açúcar, milho, soja e trigo | A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Notas: |
| Junquinho (Cyperus ferax) | 1,5 – 3 | |||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5 – 4 | |||
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 1,5 – 5 | |||
| Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2 | |||
| Capim-braquiária | 2,5 – 4 |
| (Brachiaria decubens) | A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento | |||
|---|---|---|---|---|
| Tiririca (Cyperus flavus) | 3 | |||
| Capim-gordurar (Melinis minutiflora) | 3 – 4 | |||
| Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 3 – 4 | |||
| Capim-canoão (Setaria poiretiana) | 3,5 | |||
| Capim-rabo-de- burro (Andropogon bicornis) | 4 | |||
| Capim-membeca (Andropogon leucostachyus) | 4 | |||
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4 – 5 | |||
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4 – 5 | |||
| Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4 | |||
| Capim-caiana (Panicum cayennense) | 4 | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4 – 5 | |||
| Grama-touceira (Paspalum paniculatum) | 4 – 5 | |||
| Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4 | |||
| Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 4 – 5 | |||
| Capim- massambará (Sorghum halepense) | 4 |
| Grama-missioneira ou Capitinga (Axonopus compressus) | 5 | |||
|---|---|---|---|---|
| Tiririca (Cyperus difformis) | 5 | |||
| Cana-de-açúcar (roughing) (Saccharum officinarum) | 6 | |||
| FOLHA LARGA | ||||
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/há) | Época e Intervalo de aplicação |
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,0 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: cana-de- açúcar, milho, soja e trigo | A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento |
| Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 1,5 | |||
| Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0-3,0 | |||
| Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2,0 | |||
| Língua-de-vaca (Rumex crispus) | 3,0 | |||
| Guanxuma (Sida cordifolia) | 3,0 | |||
| Guanxuma- branca (Sida glaziovii) | 3,0 | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 | |||
| Grandiúva (Trema micrantha) | 4,0 | |||
| Fedegoso-branco (Sena obtusifolia) | 5,0 | |||
| Tanchagem (Plantago major) | 5,0 | |||
| Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii) | 5,0 |
CULTURAS: Algodão e feijão PLANTAS INFESTANTES ANUAIS:
| FOLHA ESTREITA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Arroz vermelho, arroz daninho (Oryza sativa) | 3 – 4 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 (aérea) | No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlar as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. Observação: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras |
| Capim arroz (Echinochloa crusgali) | 2 | |||
| Capim pé de galinha (Eleusine indica) | 1 – 2 | |||
| Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1 | |||
| Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 2 |
| se encontram em estádio inicial de desenvolvimento - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. | ||||
|---|---|---|---|---|
| FOLHA LARGA | ||||
| Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3 – 4 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 - 50 (aérea) | No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlar as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. Observação: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento |
| Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3 – 4 | |||
| Caruru verde (Amaranthus viridis) | 3 – 4 | |||
| Corda de viola (Ipomoea grandifolia) | 3 – 4 | |||
| Falsa serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | |||
| Macela (Gnaphalium pensylvanicum) | 1 – 2 | |||
| Picão preto (Bidens pilosa) | 1 – 2 | |||
| Picão branco (Galinsonga parviflora) | 1 |
- O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. PLANTAS INFESTANTES PERENES
| FOLHA ESTREITA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Tiririca (Cyperus rotundus) | 4 – 5 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 (aérea) | A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. |
| Grama-seda (Cynodon dactylon) | 3 – 5 | |||
| FOLHA LARGA | ||||
| PLANTAS INFESTANTES | Dose de aplicação L/ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Época e Intervalo de aplicação |
| Nome Comum (Nome científico) | (produto comercial) | (L/ha) | ||
|---|---|---|---|---|
| Guanxuma (Sida rhombifolia) | 2 – 3 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 (aérea) | A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. |
| Guanxuma- branca (Sida glaziovii) | 2 – 3 |
CULTURAS: Arroz, arroz-irrigado e seringueira PLANTAS INFESTANTES ANUAIS:
| FOLHA ESTREITA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | 1 | 80 – 400 (terrestre) | No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a |
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2 | 40 – 50 Aplicação área para as culturas de arroz e arroz- irrigado | fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlar as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. Observação: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo. | |
|---|---|---|---|---|
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | 2 | |||
| Capim-rabo- deraposa (Setaria geniculata) | 2 | |||
| Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2 |
| FOLHA LARGA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Trapoeraba (Murdannia nudiflora) | 4 | 1 | 80 – 400 (terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: Arroz e arroz- irrigado | No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlar as plantas infestantes, com UMA ÚNICA APLICAÇÃO. Observação: As dosagens indicadas aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 |
| Centella (Centella asiática) | 4 | |||
| Picão-preto (Bidens pilosa) | 1 | |||
| Carrapicho- decarneiro (Acanthospermum hispidum) | 1 | |||
| Caruru (Amaranthus hybridus) | 1,5 | |||
| Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 2 | |||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2 | |||
| Malvastro (Malvastrum coromandelianum) | 2 | |||
| Assa-peixe (Vernonia ferrugínea) | 4 | |||
| Caeté (Thalia geniculata) | 4 |
| FOLHA ESTREITA | ||||
|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 2 | 1 | 80 – 400 (Aplicação terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: Arroz e arroz- irrigado | A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento |
| Capim-colonião (Panicum maximum) | 2 | |||
| Capim-dandá (Cyperus rotundus) | 4 | |||
| Grama-bermuda (Cynodon dactylon) | 4 | |||
| Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4 | |||
| Junquinho (Cyperus ferax) | 3 | |||
| Soqueira de cana- de-açúcar (Saccharum officinarum) | 4 | |||
| FOLHA ESTREITA | ||||
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum | Dose de aplicação L/ha | Nº máximo | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| (Nome científico) | (produto comercial) | de aplicações | ||
|---|---|---|---|---|
| Lanceta (Eclipta alba) | 2 | 1 | 80 – 400 (Aplicação terrestre) 40 – 50 Aplicação área para as culturas: Arroz e arroz- irrigado. | A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. GLIFORCE SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo Notas: A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. - A melhor época para controle das plantas infestantes em pós- emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento |
| Erva-quente (Spermacoce alata) | 4 | |||
| Guanxuma (Sida rhombifolia) (Sida cordifolia) | 3 |
CULTURA: Soja geneticamente modificada. - A aplicação do produto deve ser em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada, resistente ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, em aplicação única ou sequencial
| FOLHA ESTREITA | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | ESTÁDIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)1 | Dose de aplicação2 L/ha (produto comercial) | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Braquiarão (Brachiaria Brizantha) | até 2 perfilhos até 10 cm | Até 15 dias | 1,6 | 80 – 400 (Aplicação terrestre) 40 – 50 (aérea) | Soja geneticamente modificada resistentes ao glifosato: a aplicação do produto deve ser realizada em área total, em pós-emergência da |
| Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | de 3 a 6 perfilhos | de 25 a 30 dias | 1,6 - 2,7 |
| Capim- carrapicho (Cenchrus echinatus) | maior que 10 cm e menor que 20 cm | soja geneticamente modificada resistente ao glifosato, quando a soja estiver no estádio a partir do 3° trifólio. Número máximo de aplicação: 2 Notas: - Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda- se realizar a aplicação sequencial, observando- se sempre os menores intervalos recomendados. - O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
| Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica _ | mais de 6 perfilhos maior que 20 cm | de 30 a 45 dias(3) | 2,7 a 3,3 | ||
| FOLHA LARGA | |||||
| PLANTAS INFESTANTES Nome Comum (Nome científico) | ESTÁDIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)1 | Dose de aplicação2 L/ha (produto comercial) | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de aplicação |
| Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | até 6 folhas até 10 cm | até 15 dias | 2 - 2,7 | 80 – 400 (Aplicação terrestre) 40 – 50 (aérea)2 | Soja geneticamente modificada resistentes ao glifosato: a aplicação do produto deve ser realizada em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato, quando a soja estiver no estádio a partir do 3° trifólio. Número máximo de aplicação: 2 |
| Caruru-de- mancha (Amaranthus viridis) | |||||
| Erva-de-santa- luzia (Chamaesyce hirta) | de 6 a 10 folhas maior que 10 cm menor que 20 cm | de 25 a 30 dias | 2,7- 3 | ||
| Trapoeraba* (Commelina benghalensis) |
| Amendoim- bravo (Euphorbia heterophylla) | Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): • A primeira na dose de 2 L/ha, até os 20 dias após a emergência da cultura. • A segunda na dose de 1,6 L/ha, com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação (35 a 40 dias após a emergência da cultura, respectivamente). Dar preferência aos menores intervalos recomendados. * Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,6 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2 L/ha observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial. Notas: - Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda- se realizar a aplicação sequencial, observando- se sempre os menores intervalos recomendados. - O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Picão-branco (Galinsoga parviflora) | mais de 10 folhas acima de 20 cm | de 30 a 45 dias (3) | 3 - 3,3 | ||
| Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
| Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
| Poaia-branca (Richardia brasiliensis) |
infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial (1) DAE – número de dias após a emergência da cultura. (2) As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura. (3) Neste período de aplicação, é possível uma correta cobertura da planta infestante. ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
| Cultivar | Equipamento convencional Produto comercial (L/ha) | Equipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicaçõ es | Volume de calda (L/ha) | Época e Intervalo de Aplicação |
|---|---|---|---|---|---|
| IAC | 5,0 | 4,0 | 1 | 80 – 400 (Aplicação terrestre) 40 – 50 (aérea) | A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. |
| NA | 5,0 | 4,0 | |||
| CB | 4,0 | 3,0 | |||
| SP | 5,0 | 3,0 | |||
| CO/CP | 5,0 | 4,0 |
MODO DE APLICAÇÃO
GLIFORCE SL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle. Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total. Equipamentos de aplicação: GLIFORCE SL deve ser aplicado através de pulverizadores costal manual, pressurizado, pulverizador tratorizado ou através de aeronave agrícola. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.
Tipos de equipamentos: - Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 μm; densidade: 30-40 gotas/cm² - Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 μm; densidade: 50100 gotas/cm² - Costal manual: Vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 μm; densidade: 20-30 gotas/cm² Vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 μm; densidade: 20-30 gotas/cm² - Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa Volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de voo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 μm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi. Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Gerenciamento da deriva: nas aplicações costal, estacionária/ semi-estacionária e tratorizada. Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva. (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. Instruções para preparo da calda de pulverização: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLIFORCE SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação. Lavagem do equipamento de pulverização: Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as seguintes recomendações: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de
trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
INTERVALO DE SEGURANÇA
| Culturas | I.S. (dias) |
|---|---|
| Algodão | (1) |
| Ameixa e Uva | 17 |
| Arroz, Arroz irrigado, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo | (2) |
| Cana-de-açúcar (erradicação da soqueira) | (2) |
| Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego | 30 |
| Café, Maçã, Pera | 15 |
| Milho | (3) |
| Soja | (4) |
| Soja OGM | 56 |
| Eucalipto, Pinus, Seringueira | U.N.A |
Cana-de-açúcar (erradicação da soqueira) (2) Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego Café, Maçã, Pera Milho (3) Soja (4) Soja OGM Eucalipto, Pinus, Seringueira U.N.A (1) O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. U.N.A. = Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda a (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Uso exclusivamente agrícola. - Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. - Somente utilizar as doses recomendadas. - O produto deve ser aplicado quando as condições de desenvolvimento das plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico, ou seja, em condições de seca ou excesso de água. - Sob ameaça de chuva suspender a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 2 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
- Para assegurar a eficiência do produto é necessário utilizar água limpa, sem argilas em suspensão. - Não aplicar o produto quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira. Nesta situação a ação do produto pode ser prejudicada pela adsorção. - Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação. - Manusear o produto utilizando apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a calda herbicida em recipientes de ferro comum ou galvanizado ou aço comum. - Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para as culturas vizinhas. - O produto é seletivo somente quando aplicado sobre culturas de soja geneticamente modificados resistentes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula e de acordo com as recomendações de resistência fornecidas pelos seus fabricantes. - Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para as culturas vizinhas, inclusive para culturas de soja que não sejam resistentes ao glifosato. - As recomendações técnicas no modo de aplicação desta bula atendem à exigência da ANVISA e garantem a redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL) nas aplicações costal, estacionária/ semi-estacionária e tratorizada. - O produto não deve ser aplicado em pós-emergência de variedades de soja que não sejam geneticamente modificadas, tolerantes ao glifosato ou sobre outras espécies úteis sensíveis. - O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS) INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações: • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado. • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br). GRUPO G HERBICIDA O produto herbicida GLIFORCE SL é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores de EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES: A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles, o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES PRODUTO PERIGOSO USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola. - O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. - Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. - Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), recomendados. - Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. - Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. - Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. - Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão de algodão hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto; - Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3, óculos de segurança com proteção lateral, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. - Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). - Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance das crianças e animais. - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. - Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia. - No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. - Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental, botas, macacão, luvas e máscara. - A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. - É vetado aos trabalhadores levarem EPI para casa; - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou a receita agronômica do produto. Ingestão: Se engolir o produto não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-la. Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação:Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFORCE SL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
| Grupo químico | Glicina substituída |
|---|---|
| Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO |
| Vias de exposição | Oral, inalatória, ocular e dérmica. |
| Toxicocinética | Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14-29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico. |
| Toxicodinâmica | Ação cáustica responsável por irritação de pele e mucosas e ulceração de mucosas. Fotossensibilização cutânea. Ação sobre a enzima aromatase (ou estrogênio- sintetase) do grupo do citocromo P450, responsável pela biosíntese de estrogênios (age como mediador da aromatização de andrógenos em estrógenos). Quelação de metais na luz intestinal (ferro e cobre, em particular). Destruição da flora bacteriana intestinal que utiliza a via do ácido shikimique para a produção de aminoácidos aromáticos necessários à sua sobrevivência. |
|---|---|
| Sintomas e Sinais clínicos | As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato. Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarreia, e, ocasionalmente íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sanguínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiongênico, insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma, acidose metabólica. Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar e irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral. Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da frequência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar. É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato. |
| Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico. |
| Tratamento | NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico. Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho. Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação). Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (pO2) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP). Monitorar alterações na pressão sanguínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise. Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol). Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Alterar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático. |
|---|---|
| Contraindicações | O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. A utilização de morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorrespiratória. |
| Efeitos das interações químicas | Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto. |
| Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 |
| ATENÇÃO | Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS) |
|---|---|
| As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária Notivisa) | |
| Telefone da empresa: (16) 3629-1110 |
Telefone da empresa: (16) 3629-1110 Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos: DL50 oral aguda em ratos: >2.000 mg/kg DL50 dérmica em ratos: > 4.000 mg/kg CL50 inalatório em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste. Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. A substância teste aplicada na pele dos coelhos produziu eritema em1/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 hrs após o tratamento para 1/3 dos animais. Nenhum sinal de irritação cutânea foi observado em qualquer leitura em 2/3 dos animais. Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante. A substância teste aplicada no olho dos coelhos produziu hiperemia e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados, e edema conjuntival em 2/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 horas após o tratamento para 1/3 dos olhos testados e na leitura em 48 horas após o tratamento para 2/3 dos olhos testados. Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante. Mutagenicidade: O produto não é mutagênico. Efeitos crônicos: Em estudos realizados com animais de laboratório com glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto. No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso corpóreo e hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE. 1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: - Este produto é: o Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) o Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III) o Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. - Evite a contaminação ambientalPreserve a Natureza. - Não utilize equipamento com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas. -Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. -A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES: - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. · - A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. -Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. - Em caso de armazéns, deve ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas TécnicasABNT. - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada. - Contate as autoridades locais competentes e a empresa Dinagro Agropecuária Ltda. - Telefone da empresa: (16) 3629-1110. - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; -Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; - Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes; -Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; - Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; -Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice lavagem ou lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO. EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.