Bula oficial · registro MAPA nº 204

Bula do Glifocopa 480 SL

Bula completa do Glifocopa 480 SL (registro MAPA nº 204), transcrita do documento oficial do AGROFIT: composição, instruções de uso por cultura, dose, volume de calda, número de aplicações, intervalo de segurança (carência), equipamentos de proteção, primeiros socorros e informações ambientais. Ingrediente ativo: glifosato.

Transcrição do documento oficial do MAPA / AGROFIT, bula de · 31 páginas no PDF.

GLIFOCOPA 480 SL Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 00204.

COMPOSIÇÃO

N-(phosphonomethyl)glycine, sal isopropilaminan (GLIFOSATO) .......................... 480 g/L (48% m/v) Equivalente ácido ..................................................................................................360 g/L (36% m/v) Outros ingredientes................................................................................................685 g/L (68,5 m/v)

GRUPO G HERBICIDA CLASSE: Herbicida, não seletivo de ação sistêmica, do grupo químico da glicina. TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL) TITULAR DO REGISTRO (*): Rua José Paulino, 235, salas 501-502, Centro CEP 13013-000, Campinas – SP CNPJ: 10.664.726/0001-82 Cadastro da empresa no Estado: CFICS/DDSIV/CDA/SP nº 904. (*) Importador do Produto Formulado FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: GLIFOSATO TÉCNICO FERSOL 950 - Registro MAPA nº 16512. FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 Mairinque/SP - CNPJ: 47.226.493/0001-46 Registro no Estado CFICS/GDSV/CDA/SP nº 031. JINGMA CHEMICALS CO., LTD. Nº 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang – China GLIFOSATO TÉCNICO ATANOR II - Registro MAPA nº 06205. ATANOR S/A Rua 3, Lote 28 – Parque Industrial – Buenos Aires – Argentina GLIFOSATO TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 11411. SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area - Weifang - Shandong – China GLYPHOSATE TÉCNICO FUHUA - Registro Nº 29218. SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO. LTD. Qiaogou Town Wutongqiao District, Leshan City, Sichuan Province – China GLIFOSATO XW TÉCNICO - Registro MAPA Nº 28118. HUBEI TRISUN CHEMICALS CO. LTD. Nº 66-4 Xiaotin Avenue, Xiaoting District,Yiachang, Hubei - China.

GLIFOSATO TÉCNICO GHA - Registro MAPA Nº 14616. JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. Laogang, Qidong City,Jiangsu, 226221 – China GLIFOSATO TÉCNICO WYNCA - Registro MAPA Nº 38919. ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO., LTD. International Chemical Industry Park, Zhenjiang New Area, Jiangsu, 212152C FORMULADORES: FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 - CEP: 18120-970 - Mairinque/SP CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro no Estado CFICS/GDSV/CDA/SP nº 031 ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Av. Basiléia, 590 - Manejo - Resende - CEP: 27521-210 - Rio de Janeiro/RJ CNPJ: 01.789.121/0004-70 - Inscrição Estadual: 80.588.054 Registro da Empresa (INEA/RJ) sob LO nº IN035483. IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS. Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado CFICS/GDSV/CDA/SP nº 008. JINGMA CHEMICALS CO., LTD.: Nº 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang – China NORTOX S.A. Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Tel.: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8585 Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR SHANGHAI SHENGLIAN CHEMICAL CO. LTD. Nº 1, Xin Hu Road, ZheLin Town, Fengxian District Shanghai, Shanghai – China SICHUAN LESHAN FUHUA TONGDA AGRO-CHEMICAL TECHNOLOGY CO. LTD. Qiaogou Town Wutongqiao District, Leshan City, Sichuan Province – China TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. Avenida Roberto Simonsen, 1459 - Recanto dos Pássaros CEP: 13148-030 - Paulínia/SP CNPJ: 03.855.423/0001-81 Registro no Estado CFICS/GDSV/CDA/SP nº 477. SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD. Binhai Economic Development Area - Weifang - Shandong – China KRISHI RASAYAN EXPORTS PRIVATE LIMITED 1115, Hemkunt Tower, 98, Nehru Place, New Delhi, 110019 - Índia HUBEI TRISUN CHEMICALS CO. LTD. Nº 66-4 Xiaotin Avenue, Xiaoting District,Yiachang, Hubei - China.

JIANGSU GOOD HARVEST-WEIEN AGROCHEMICAL CO. LTD. Laogang, Qidong City,Jiangsu, 226221 – China AGRO LIFE SCIENCE CORPORATION 115, Hemkunt (Modi) Tower, 98, Nehru Place,New Delhi, 110019 – Índia NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD. Taisha Industrial Park, Pingluo Ningxia, 753401, China. ZHENJIANG JIANGNAN CHEMICALS CO., LTD. International Chemical Industry Park, Zhenjiang New Area, Jiangsu, 212152China ZHEJIANG XINAN CHEMICAL INDUSTRIAL GROUP CO., LTD. Xinanjiang, Jiande, Zhejiang, 311600, China. CHIZHOU BIOAGRILAND MULTICHEM CO., LTD. Xiangyu Chemical Industry Park, Dongzhi County, Chizhou City, Anhui Province, China. JINAN AGROLIMUDA CO., LTD. East of Daling Road and South of Huiyuan Street. Economic Development Zone, Shanghe County, Jinan City, Shandong Province, China. Sino-Agri Leading (Tianjin) Agrochemical Company Limited East of Jinji Rail, South of Nongchang, Wuqing District, Tianjin, China. IMPORTADORES: ALAMOS DO BRASIL LTDA. R. Ernesto Da Fontoura, 1479 - Sala 601 e Sala 602 - São Geraldo - CEP: 90230-091 Porto Alegre/RS CNPJ: 07.118.931/0001-38 - Inscrição Estadual: 096/3062352 Registro da Empresa na DISA/DDA/SEAPA nº 1788/08 ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. Rua Alexandre Dumas, 2220 - 5º andar - conjuntos 52 e 54 Chácara Santo Antônio - CEP: 04717-004 - São Paulo/SP CNPJ: 01.789.121/0001-27 - Fone: (11) 3076-4268 Registro do estabelecimento/Estado CFICS/GDSV/CDA/SP nº 385 CCAB AGRO S.A. Alameda Santos, 2159, 6º andar - Edifício Santos Augusta – Cerqueira César CEP: 01419-100 - São Paulo/SP - CNPJ: 08.938.255/0001-01 Cadastro Estadual: 149.733.651.114 Registro da Empresa na CFICS/GDSV/CDA/SP nº 820 e SP-3374 PRENTISS QUIMICA LTDA. Rodovia PR 423, S/N, km 24,5 - Jardim Das Acacias - Campo Largo - CEP: 83603-000 Paraná/PR CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Inscrição Estadual: 90190635-15 Registro da Empresa nº 002669 - ADAPAR/PR

PROVENTIS LIFESCIENCE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. R. Barão do Triunfo, 427 - Brooklin Paulista, CEP: 04602-001 - São Paulo/SP CNPJ: 14.497.712/0001-72 - Inscrição Estadual: 142.103.314.116 Registro da Empresa na CFICS/GDSV/CDA/SP n° 1094 CROPFIELD DISTRIBUIDORA DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia BR 369 KM 06, S/N - Bairro Distrito Industrial - CEP: 86900-000 - Jandaia do Sul/PR CNPJ: 17.605.035/0003-19 - Inscrição Estadual: 90629608-06 Registro da Empresa n° 1000317 – ADAPAR/PR DEFENSIVE INDÚSTRIA & REPRESENTAÇÃO COMERCIAL LTDA. Avenida Jaime Ribeiro, 409-A – Bairro Vila Industrial, CEP: 14.884-100 - Jaboticabal/SP CNPJ: 3.894.340/0001-00 - Inscrição Estadual: 391.101.527.115 Registro da Empresa na CFICS/GDSV/CDA/SP n° 472 AGROVANT COMÉRCIO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS. Avenida Jaime Ribeiro, 409-C – Bairro Vila Industrial, CEP: 14.884-100 - Jaboticabal/SP CNPJ: 05.830.454/0001-03 - Inscrição Estadual: 391.129.254.117 Registro da Empresa na CFICS/GDSV/CDA/SP n° 579 ALTAAMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCO LA LTDA. Av. Sete De Setembro, 4923, 19 Andar, Bairro Batel, CEP: 80.240-000 - Curitiba/PR CNPJ: 10.409.614/0001-85 - Inscrição Estadual: 90463291-01 Registro da Empresa n° 003483 – ADAPAR/PR BELAGRÍCOLA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS AGRÍCOLAS S.A. Rodovia PR 537 - Santa Margarida - Bela Vista do Paraíso/PR CNPJ nº 79.038.097/001153 - Inscrição Estadual: 90251732-41 Registro no Estado nº 003129 ADAPAR/PR FIAGRIL LTDA. Avenida da Produção - Quadra 14 - Lote 11A - Sala 01 - 2204-W Parque das Emas - CEP: 78466-551 - Lucas do Rio Verde/MT CNPJ: 02.734.023/0013-99 - Registro INDEA/MT nº 28047. CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Antônio Amboni, 323 - Quadra 03 Lote 06 - Bairro Parque Industrial São Miguel Do Iguaçu/PR - CEP: 85.877-000 CNPJ nº 18.858.234/0001-30 - Inscrição Estadual: 90642133-07 Registro no Estado nº 004001 ADAPAR/PR CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rua Adolfo Zieppe Filho, s/nº - Quadra 17, Setor 13 – Anexo 1, Bairro: Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, Carazinho/RS, CEP: 99.500-000. CNPJ: 18.858.234/0007-25 Registro - SEAPA nº 79/20. CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia Presidente Castelo Branco, nº 11.100, km 30,5, P.36, Módulo 4N – Bairro: Jardim Maria Cristina – CEP: 06.421-300 – Barueri/SP. CNPJ: 18.858.234/0008-06 Registro - CDA/SP nº 4300.

CHDS DO BRASIL COMÉRCIO DE INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Rodovia BR-050, KM 185 – Galpão 25 – Jardim Santa Clara CEP: 38038-050 - Uberaba/MG. CNPJ: 18.858.234/0010-20 Registro - IMA nº 16.049. BOASAFRA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA Av. Transcontinental309 - Centro - Ji-Paraná - Rondônia/RO - CEP: 76900-041 CNPJ nº 05.662.861/0001-59 - Inscrição Estadual: 4138 Registro no Estado nº 000114. BRA DEFENSIVOS AGRICOLAS LTDA. Rua São José, 550 - Centro, CEP: 13400-300 - Piracicaba/SP CNPJ: 07.057.944/0001-44 - Inscrição Estadual: 535.528.850.112 Registro da Empresa na CFICS/GDSV/CDA/SP n° 879 STOCKTON-AGRIMOR DO BRASIL LTDA Rua dos Pinheiros n° 870 - Conj. 113/114 - Pinheiros - São Paulo/SP - CEP: 05422001 CNPJ: 09.468.367/0001-09 - Inscrição Estadual: 148.631.410.111 Registro no Estado CFICS/GDSV/CDA/SP nº 903. DKBR TRADING S.A., CNPJ nº 33.744.380/0001-28. Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano, CEP: 86.050-460, Londrina/PR Número de registro no Estado: ADAPAR/PR Nº 1007743. MACROFERTIL INDUSTRIA E COMERCIO DE FERTILIZANTES S.A. Rod. do Café, BR 376 KM 103 - Vendrami - Ponta Grossa - Paraná - CEP: 84.043450 CNPJ: 76.082.320/0001-08 Inscrição Estadual: 20100991-05 LOUIS DREYFUS COMPANY BRASIL S.A Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 1.355, 13º e 14º andares, Jardim Paulistano, CEP 01.452-919, São Paulo/SP. CNPJ: 47.067.525/0001-08 Número de registro do estabelecimento/Estado: CFICS/GDSV/CDA/SP nº4315. ZHONGSHAN QUÍMICA DO BRASIL LTDA. Rua Fernando Silva 190, sala 210, Jardim Astro, CEP: 18.017-158, Sorocaba/SP CNPJ: 28.514.525/0001-64. Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº: 4285. Rua Projetada, nº 150, Armz 1AA, Área Rural de Cuiabá, CEP: 78.099.899. Cuiabá/MT CNPJ: 28.514.525/0006-79. Registro INDEA/MT n°: 19694. GOPLAN S/A Rua Antonio Lapa, 606, Cambuí, Campinas/SP, CEP: 13025-241 CNPJ: 37.422.096/0001-96 No do registro estabelecimento: CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4296 LHC DO BRASIL LTDA. Avenida Castelo Branco, 4417, Quadra 27, Lote 21, Bro Rodoviário, Goiânia/GO, CEP: 74.430-130 CNPJ n.º 48.183.276/0001-89. Registro estadual (AGRODEFESA): nº 4251/2022

PIONEIRA INSUMOS AGRÍCOLAS LTDA. Avenida Tancredo Neves, 45 Centro, Sorriso/MT, CEP: 78890-000 CNPJ Nº 24.718.942/0001-78 Registro estadual: nº 23779 (INDEA). AGROFLOEMA PRODUTOS AGROPECUARIOS IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. Parque Industrial Aparecida Vice-Presidente José D, Quadra 002 Lote 001 Sala 001, Aparecida de Goiânia/GO. CNPJ nº 48.357.300/0001-59 Registro estadual (AGRODEFESA): Nº 4384/2023. Green Construções e Agronegócio Ltda. Av Elmar Arantes Cabral, SN, Parque Industrial Vice-Presidente Jose Alencar, Aparecida de Goiânia/GO CNPJ: 09.068.706/0001-60, Registro estadual: nº 4033/2022 (AGRODEFESA). AGRILEAN INPUTS S.A. Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, nº 11100, bairro Jardim Maria Cristina, Barueri/SP CEP: 06.421-300, CNPJ sob o nº 47.983.211/0004-06. Registro CFICS/GDSV/CDA/SP nº 4378. SOLYD CROP - VALUE LTDA. Rua Quintino Bocaiúva, nº 180, sala 503, centro, Londrina/PR, CEP: 86.020-919, CNPJ sob o nº 19.252.058/0001-50. Registro ADAPAR nº 1008384. ARAGUAIA S.A. Rua VP 5E, s/n, Galpão 07 e 08 tipo 4A e 4B, Distrito Agroindustrial, Anápolis /GO. Cep: 75.132-125 - CNPJ: 03.306.578/0057-13 Registro estadual: nº 3722/2022 – AGRODEFESA/GO. ARAGUAIA S.A. AV INDUSTRIAL, nº 1530, QUADRA 42 LOTE 6, INDUSTRIAL V, ÁGUA BOA/MT. Cep: 78.635-000 - CNPJ: 03.306.578/0072-52 Registro estadual: nº 31595 – INDEA/MT. ARAGUAIA S.A. RUA PROJETADA, nº 150, AREA RURAL DE CUIABA, ARMZ 1AB, CUIABÁ/MT. Cep: 78.099-899 - CNPJ: 03.306.578/0060-19 Registro estadual: nº 32019 – INDEA/MT. R AGRO NEGOCIOS AGRICOLAS LTDA Rua Dr. Pedro de Toledo, 411, Caconde/SP Cep: 13.770-000 - CNPJ: 48.938.877/0001-54 No do registro estabelecimento: CFICS/ GDSV/ CDA nº 4405.

Nº do Lote ou Partida:VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:

PODER. OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA. Indústria Brasileira (quando o produto for formulado e/ou manipulado no Brasil) (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010). Corrosivo ao Ferro Comum e Galvanizado.

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5: PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR

DANO AGUDO CLASSE DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÕES DE USO

O produto GLIFOCOPA 480 SL é um herbicida não seletivo de ação sistêmica, do grupo químico da glicina indicado para as seguintes culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-deaçúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus, eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. Eucalipto e Pinus: Recomendado para o controle de plantas daninhas anuais e perenes:

CULTURA PLANTA DANINHA CONTROLADADose do Produto ComercialNº de aplicaçõesÉpoca de aplicação
Nome comumNome científicoL/ha (P.C.)*
Capim- coloniãoPanicum maximum2,01PÓS-EMERGÊNCIA Em pleno estágio vegeta-tivo do mato. Para limpeza de entreli-nhas após a implantação das espécies florestais e pós- emergência das plantas daninhas. No pré- plantio das espé-cies florestais, para eliminação da vegetação da área.
Capim- marmeladaBrachiaria plantaginea2,0 a 5,01
Capim- colchãoDigitaria sanguinalis2,01

* (P.C.) = Produto Comercial Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo: Recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações: • Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem. • Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho. • Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador decana-de-açúcar.

PLANTAS INFESTANTES e DOSES: a) Plantas infestantes anuais controladas:

Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo:
Folha estreitaDose do Produto Comercial (L/ha)% (L/100 L de água) **Nº de aplicações
Nome comumNome científico
AveiaAvena sativa1,00,51
CevadilhaBromus catharticus1,00,51
Capim-rabo-de- raposaSetaria geniculata1,0 - 2,0*1,01
Capim-carrapichoCenchrus echinatus1,50,51
Capim-colchãoDigitaria horizontalis2,01,01
Capim-favoritoRhynchelytrum repens1,5 - 2,0*1,01
Capim-pé-de-galinhaEleusine indica2,01,01
AzevémLolium multiflorium2,0 - 3,0*1,01
Capim-arrozEchinochloa crusgalli4,01,51
Arroz-vermelhoOryza sativa3,0 - 5,0*1,01
Cuminho ou falso- cominhoFimbristylis miliacea5,02,01

(1) Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato.

Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo:
Folha largaDose do Produto Comercial (L/ha)% (L/100 L de água) **Nº de aplicações
Nome comumNome científico
Picão-pretoBidens pilosa1,0 - 1,5*0,51
Picão-branco ou FazendeiroGalinsoga parviflora1,00,51
GuanxumaMalvastrum coromandelianum1,0 - 2,0*1,01
Carrapicho-rasteiroAcanthospermum australe1,50,51
Carrapicho-de-carneiroAcanthospermum hispidum1,50,51
AngiquinhoAeschynomene rudis2,01,01
MentrastoAgeratum conyzoides2,01,01
Caruru-roxoAmaranthus hybridus2,01,01
CaruruAmaranthus viridis2,01,01
Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo:
Folha largaDose do Produto Comercial (L/ha)% (L/100 L de água) **Nº de aplicações
Nome comumNome científico
Boca-de-leão- selvagemAntirrhinum orontium2,01,01
Falsa-serralhaEmilia sonchifolia2,01,01
BuvaConyza bonariensis2,01,01
Cordão-de-fradeLeonotis nepetaefolia2,01,01
Quebra-pedraPhyllanthus tenellus2,01,01
BeldroegaPortulaca oleracea2,01,01
NabiçaRaphanus raphanistrum2,01,01
Maria-pretinhaSolanum americanum2,01,01
SerralhaSonchus oleraceus2,01,01
Maria-gordaTalinum paniculatum2,0 - 3,0*1,01
Amendoim-bravoEuphorbia heterophylla3,0 - 4,0*1,51
Corda-de-violaIpomoea aristolochiaefolia3,01,01
AlfafaMedicago sativa3,51,01
AnileiraIndigofera hirsuta4,01,51
Corda-de-violaIpomoea quamoclit4,01,51
Poaia-brancaRichardia brasiliensis4,01,51
EspérgulaSpergula arvensis4,01,51
TrevoTrifolium repens4,01,51
BarbascoPterocaulon virgatum4,5 - 5,0*2,01
Erva-quenteSpermacoce alata5,0 - 6,0*2,01
ErvilhacaVicia sativa5,02,01

(1) Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato. b) Plantas infestantes perenes controladas:

Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo:
Folha estreitaDose do Produto Comercial (L/ha)% (L/100 L de água) **Nº de aplicações
Nome comumNome científico
Capim-azedoPaspalum conjugatum1,00,51

(1) Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato.

Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo:
Folha largaDose do Produto Comercial (L/ha)% (L/100 L de água) **Nº de aplicações
Nome comumNome científico
Apaga-fogoAlternanthera tenella1,00,51
Mata-pastoEupatorium maximilianii1,50,51
Maria-moleSenecio brasiliensis2,0 - 3,0*1,01
Erva-lancetaSolidago chilensis2,01,01
Língua-de-vacaRumex crispus3,01,01
GuanxumaSida cordifolia3,01,01
Guanxuma-brancaSida glaziovii3,01,01
GuanxumaSida rhombifolia3,01,01
GrandiúvaTrema micrantha4,01,51
Fedegoso-brancoSenna obtusifolia5,02,01
TanchagemPlantago major5,02,01
AgriãozinhoSynedrellopsis grisebachii5,02,01

(1) Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato.

Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo:
Folha estreitaDose do Produto Comercial (L/ha)% (L/100 L de água) **Nº de aplicações
Nome comumNome científico
JunquinhoCyperus ferax1,5 - 3,0*1,01
Capim-amargosoDigitaria insularis1,5 - 4,0*1,51
Capim-coloniãoPanicum maximum2,02,01
Grama-compridaPaspalum dilatatum2,01,01
Capim-braquiáriaBrachiaria decumbens2,5 - 4,0*1,51
TiriricaCyperus flavus3,01,01
Capim-gorduraMelinis minutiflora3,0 - 4,0*1,51
Capim-gengibrePaspalum maritimum3,0 - 4,0*1,51
Capim-canoãoSetaria poiretiana3,51,01
Capim-rabo-de-burroAndropogon bicornis4,01,51
Capim-membecaAndropogon leucostachyus4,01,51
Grama-sedaCynodon dactylon4,0 - 5,0*2,01
TiriricaCyperus rotundus4,0 - 5,0*2,01
Capim-jaraguáHyparrhenia rufa4,01,51
Capim-caianaPanicum cayennense4,01,51
Grama-batataisPaspalum notatum4,0 - 5,0*2,01
Grama-touceiraPaspalum paniculatum4,0 - 5,0*2,01
Capim-da-roçaPaspalum urvillei4,01,51
Capim-kikuioPennisetum clandestinum4,0 - 5,0*2,01
Capim-massambaráSorghum halepense4,01,51
Grama-missioneira ou capitingaAxonopus compressus5,02,01
TiriricaCyperus difformis5,02,03 - 4
Cana-de-açúcar (roughing)Saccharum officinarum6,02,01
TabocaGuadua angustifolia124,01

* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.

** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare. Eliminação da Soqueira de Cana-de-açúcar: A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:

CULTIVAREQ. CONV. (L/ha)EQ. CDA/BENTLEY (L/ha)
IAC5,04,0
NA5,04,0
CB4,03,0
SP5,03,0
CO/CP5,04,0

A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Eucalipto e Pinus: Uma única aplicação é suficiente, atendida a época de aplicação. O produto GLIFOCOPA 480 SL deve ser aplicado em jato dirigido quando a planta daninha estiver em pleno estágio vegetativo. Em pré-plantio o produto é aplicado na área toda, para a completa erradicação da vegetação (plantas daninhas), para posterior implantação das espécies florestais. Chuvas que ocorram 4 horas após a aplicação, não afetam a eficiência do produto. Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja, Milho e Trigo: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOCOPA 480 SL quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLIFOCOPA 480 SL não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLIFOCOPA 480 SL, aplicado no período adequado, conforme recomendação controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Exceção feita para a tiririca que, em função de sua fisiologia, exigirá 3-4 aplicações com intervalos de 20-40 dias. MATURADOR DA CANA-DE-AÇÚCAR: O produto GLIFOCOPA 480 SL pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: - Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. - Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.

- Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. - Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixa nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pelacultura. - Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. - Idade da cultura: área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matériaprima, ou seja, elevar o teor de sacarose. - Variedades floríferas: a aplicação de GLIFOCOPA 480 SL como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). - Aplicação: a aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea) - Observação geral: as dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.

MODO DE APLICAÇÃO

GLIFOCOPA 480 SL pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem. Pinus e Eucalipto: Equipamentos de aplicação Pulverizadores terrestres: Vazão de 200 a 400 litros de calda/ha variando de acordo com o grau de infestação e estágio das ervas. Bico de pulverização (terrestre): - bico leque (110.04); ; - pressão de 30-40 lb/poI - densidade de gotas 30-40 gotas/cm Pulverização aérea com aeronave de asa fixa lpanema (qualquer modelo): Vazão de 40-50 litros de calda por hectare. Altura do voo de 4 e 5 metros do topo da cultura. Largura da faixa de deposição: 15 metros. Bico de pulverização (aérea): ; - pressão de 15-30 psi. Condições climáticas: - Temperatura (máxima): 28ºC - utilizar bicos convencionais (série D ou similar) deposição mínima de 20 gotas/cm

- Umidade relativa do ar (mínimo): 55% - Velocidade do vento (máximo): 10 km/hora (3m/s) Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Pastagem, Uva, Arroz, Soja. Milho e Trigo: Equipamentos de aplicação: - Tratorizado convencional: a) Tipos de bico: 80.03/80.04/110.03/110.04; b) Vazão: 200-400 L/ha; ; d) Tamanho de gotas: 300-600mm; c) Pressão: 30-40 lb/pol . - Bentley BT-3 (Marca registrada de Equipamentos Bentley): a) Tipos de bico: X-2; b) Vazão: 80-120 L/ha; e) Densidade: 30-40 gotas/cm ; d) Tamanho de gotas: 200-300mm; c) pressão: 40-60 lb/pol . - Costal manual: a) Tipos de bico: 110.01/TK-05; b) Vazão: 150-200 L/ha; e) Densidade: 50-100 gotas/cm ; d) Tamanho de gotas: 200-400mm; c) Pressão: 20-30 lb/pol . - Costal manual: a) Tipos de bico: 80.02/110.02; b) Vazão: 300-400 L/ha; e) Densidade: 20-30 gotas/cm ; d) Tamanho de gotas: 200-600mm; c) Pressão: 20-30 lb/pol . Aplicação aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo). - Volume de aplicação 40-50 L/ha; - Altura do voo: 4-5 m do topo da cultura; - Largura da faixa de deposição: 15 m; - Tamanho de gotas: 110-120mm; e) Densidade: 20-30 gotas/cm 2 (DMV: 420-450m). - Bicos de pulverização: utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusoras em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição - Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm 2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi. - Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm

total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. - Para outros tipos de aeronave consultar o departamento de Desenvolvimento de Produtos da - Condições climáticas: Temp. max.: 28ºC; U.R. min.: 55%; Vel. vento max.: 10 km/h (3 m/s). Para as culturas indicadas, aplica-se GLIFOCOPA 480 SL em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura. Aplica-se GLIFOCOPA 480 SL em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então somente onde houver manchas de mato. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total. “Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOCOPA 480 SL diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração. Gerenciamento de deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar. Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR. Importância do diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica. Controlando diâmetro de gotas – Técnicas gerais: Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro das gotas e

não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bico de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada, para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação. Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura em relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquantoque, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar. CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

CULTURAIntervalo de Segurança (DIAS)
Ameixa17
Arroz(1)
Banana30
Cacau30
Café15
a Cana-de-açúcar(1)
Cana-de-açúcar30
Citros30
Maçã15
Eucalipto(U.N.A.)
Milho(3)
Nectarina30
Pastagem(1)
Pera15
Pêssego30
Pinus(U.N.A.)
Soja(4)
Trigo(1)
Uva17

(1) Para a cana-de-açúcar os estudos aportados dão suporte a aplicação em pré-plantio da cultura e como maturador. (2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infectantes e pré-emergência da cultura. (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infectantes e pré-emergência da cultura. U.N.A. = Uso Não Alimentar. Obs.: O LMR para as culturas de algodão, milho e soja foram estabelecidas para a modalidade de aplicação em pôs-emergência das plantas infestantes e das culturas geneticamente modificadas, que expressam resistência ao glifosato.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Trabalhadores podem reentrar na área tratada 2 dias após a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: durante a aplicação deve-se evitar que a solução atinja as partes verdes das plantas úteis. Não controla sementes de ervas não emergidas, GLIFOCOPA 480 SL tem ação exclusiva de pós-emergência. Corrosividade: o produto é corrosivo aos pulverizadores e tanques galvanizados (recobertos com zinco), portanto não utilize estes equipamentos. Compatibilidade: o produto deve ser aplicado isoladamente. Outras restrições: Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).

Não aplicar GLIFOCOPA 480 SL com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOCOPA 480 SL. Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLIFOCOPA 480 SL.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS). INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: (Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA). INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverá ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

Produto para uso exclusivamente agrícola. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante. Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um professional habilitado. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e de animais. Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila. Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA

Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO

Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado do produto. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou não permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto. Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO: Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada. Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo após a aplicação. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita. Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas. Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa. Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação. Não reutilizar a embalagem vazia. No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida. Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

ATENÇÃO PODE SER NOCIVO DE INGERIDO PODE SER NOCIVO EM CONTATO COM A PELE PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer. Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirála. Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógios, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo. INTOXICAÇÕES POR GLIFOCOPA 480 SL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químicoGlifosato: Glicina Substituída
Classe toxicológicaCategoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposiçãoOral, inalatória, ocular e dérmica
ToxicocinéticaApós exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido foi absorvido. Aproximadamente 70-80% da dose administrada foi eliminada nas fezes e 20-30% na urina, nas primeiras 72 horas. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14- 29% é excretado pela urina e 0,2% excretado pelo ar expirado. Em 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado e seu único metabólito é o ácido aminometil fosfônico (AMPA). O AMPA aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias. Menos de 1% da dose absorvida permanece principalmente no fígado, intestino delgado e nos ossos. Experiências em humanos sugerem que a meia vida do glifosato é de 2-3 horas. A absorção dérmica foi baixa em modelo experimental in vitro para pele humana (2,3%). Esta baixa absorção foi confirmada também em estudos realizados com macacos. O glifosato não tem potencial de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de galinhas.
Toxicocinética
ToxicodinâmicaO glifosato é um herbicida sistêmico do grupo das glicinas substituídas que age sobre o citocromo P-450 alterando a síntese da membrana celular, tanto em vegetais como em mamíferos. Nas plantas age interferindo na síntese dos aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano. Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico em humanos. Tem sido proposto o desacoplamento da fosforilação oxidativa que é uma via metabólica que utiliza energia libertada pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). Em baixas concentrações não tóxica o glifosato causa efeito de desregulação sobre a enzima aromatase em células de placenta humana in vitro, reduzindo a atividade desta enzima e reduzindo a expressão da proteína SIAR (proteína de regulação rápida de esteroidogênese).
As informações detalhadas abaixo foram obtidas dos estudos agudos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de glifosato - sal de isopropilamina. Exposição oral: os animais tratados com a dose de 2000 mg/kg peso corpóreo da substância-teste não apresentaram sinais clínicos. Foram observadas alterações macroscópicas (congestão) nos pulmões e fígado dos animais. Os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado. Exposição inalatória: os animais expostos ao produto via câmara “whole body” apresentaram prostação, ataxia e irritabilidade. Foram observadas alterações macroscópicas no fígado (congestão, padrão lobular evidente e áreas pálidas multifocais). Os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado. Exposição dérmica: os animais tratados com a dose de 4000 mg/kg peso corpóreo da substância-teste não apresentaram sinais clínicos. Foram observadas alterações macroscópicas (congestão) no fígado e nos pulmões dos animais. Os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado. O produto não é considerado sensibilizante dérmico Exposição ocular: foi observada hiperemia leve no olho para 2/3 dos animais com reversão total às 72 horas. Não foram observados outros sinais clínicos nos três animais testados. Os animais apresentaram ganho de peso dentro do esperado. Efeitos crônicos: os estudos de mutações genéticas e cromossômicas não demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto.
Sintomas e sinais
clínicos
DiagnósticoO diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam limitar a absorção e os efeitos locais Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabeleça via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória repentina, convulsões, hipotensão e arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de fibrilação). Avalie o estado de consciência do paciente. Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de secreções orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem ser necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou comprometimento neurológico. Administre oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se a intoxicação for severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais. Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. Exposição oral: - O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico. - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. - Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal em cuff.
Tratamento
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis (Ambu) para realizar o procedimento.
ContraindicaçõesA indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cardiorrespiratória.
Efeitos dasO quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação.
interações químicas
AtençãoLigue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 942 1000 (Toxiclin).

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

O glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os estudos científicos demonstram que o glifosato é absorvido muito lentamente através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e a rápida eliminação demonstram que o glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães da raça beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO

Efeitos agudos: DL50 oral em ratos: 5150 mg/kg DL50 dérmica em ratos > 12.000 mg/kg CL50 Inalatória: > 1.200 mg/kg Irritação Dérmica: Ligeiramente irritante. Irritação Ocular: Irritante moderado. Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS

Em ratos, camundongos e cães, demonstraram uma baixa toxicidade do produto quando da ingestão por tempo prolongado. Vários estudos toxicológicos crônicos e carcinogenicidade utilizando cães Beagle não resultaram em efeitos adversos quanto aos parâmetros analisados, resultaram em achados onde o Glifosato foi considerado como não carcinogênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃOAO MEIO AMBIENTE: ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II) (X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III) ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV) • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentesàs atividades aeroagrícolas. • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. • Não utilize equipamento com vazamentos. • Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas. • Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúdedaspessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUACONSERVAÇÃOE

PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO. • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). • Observe as disposições constantes da legislação estadual emunicipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: • Isole e sinalize a área contaminada. • Contate as autoridades locais competentes e a empresa COPALLIANCE S.A. • Telefone de emergência da empresa: 0 800 110 82 70. • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros). • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações. 4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seuvolume; • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; • Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; • Faça essa operação três vezes; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos: • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água; • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;

• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos: • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; • Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em

local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. • Use luvas no manuseio dessa embalagem. • Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM SECUNDÁRIA - NÃO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

• local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS • A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. • É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS • A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO • Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. • A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente. 5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: • O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais. 6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: • De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis. No Estado do Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas – ARPs, Veículo Aéreo Não Tripulado – VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de 2024.

Sobre esta transcrição

Esta é a bula oficial do Glifocopa 480 SL registrada no MAPA, convertida de PDF para texto para facilitar a leitura no celular e a busca. Em caso de qualquer divergência, vale o PDF oficial (link no topo da página). A compra e a aplicação de defensivos agrícolas exigem receituário agronômico emitido por engenheiro-agrônomo. Este site não recomenda produtos nem substitui a orientação técnica.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária — Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (AGROFIT). Registro nº 204 · documento de 05/12/2025.

Perguntas frequentes

Qual a carência (intervalo de segurança) do Glifocopa 480 SL?

O intervalo de segurança varia por cultura e está na seção "Instruções de uso" desta bula. É o número de dias que deve haver entre a última aplicação do Glifocopa 480 SL e a colheita. Respeitar esse prazo é obrigatório.

Esta bula do Glifocopa 480 SL é oficial?

É a transcrição em texto da bula oficial registrada no MAPA/AGROFIT (registro nº 204, documento de 05/12/2025), para facilitar a leitura e a busca. O PDF oficial está linkado no topo e prevalece em caso de dúvida. A aplicação exige receituário agronômico.

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